[Vídeo] Entrevista com Wagner Moura sobre o filme Marighella

Wagner Moura, em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, conta sobre sua primeira incursão como diretor de cinema. Ele estreia na 69ª edição do Festival de Berlim, na Alemanha, o filme “Marighella”, o guerrilheiro baiano que lutou contra a ditadura no Brasil.

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[Vídeo] O escândalo dramático e sombrio que afoga o governo Bolsonaro

#EuApoioIntercept Um governo que começou com um escândalo de corrupção, envolvendo membros da família Bolsonaro em um esquema aparente de ‘rachadinha’ e de lavagem de dinheiro, agora se vê às voltas com milícias, assassinatos e violência, e levou o único membro LGBT do Congresso a fugir do país. Assista o relatório de Glenn Greenwald sobre como esse escândalo evoluiu e o que isso significa.

A serviço da The Intercept Brasil.

O desafio de 21 dias de 2019 já começou!

Desafio de 21 Dias

Prepare-se para o desafio de 21 dias de 2019 da YouVersion!

O que aconteceria se você desse à Palavra de Deus uma voz em sua vida? E se você tornasse isso um hábito diário? Mudaria sua vida? Vamos descobrir. Vamos lhe mostrar como começar e encorajá-lo ao longo da sua jornada.

Iniciamos nosso Desafio Anual de 21 Dias para ajudar as pessoas a criarem o hábito diário de se conectar com a Palavra de Deus. Talvez você nunca tenha considerado tentar começar esse hábito. Ou talvez você tenha começado bem no começo do ano… e já tenha começado a diminuir.

Não importa qual seja a sua situação, o Desafio de 21 Dias é a sua chance de iniciar esse hábito ou voltar aos trilhos. E estamos compartilhando o Desafio no início deste ano, para que você tenha tempo de selecionar os Planos que deseja fazer e convidar amigos para acompanhá-lo!

Regras Oficiais

O desafio de 21 dias começa, 1° de fevereiro de 2019 e vai até 21 de fevereiro de 2019.

Para ser elegível a receber a sua Medalha especial do Desafio de 21 Dias de 2019, você deve completar pelo menos um dia de leitura (ou ouvir) de pelo menos um Plano, todos os dias durante 21 dias. Se você já iniciou um Plano antes de 1º de fevereiro, tudo bem. Apenas continue e não perca nenhum dia.

Você não precisa fazer um Plano que dure 21 dias. Pode fazer Planos de qualquer extensão, mesmo que tenham mais ou menos de 21 dias. Basta completar pelo menos um dia de pelo menos um Plano em todos os 21 dias. Cada vez que você completar um dia, verifique se todas as seleções desse dia estão marcadas como concluídas.

Certifique-se de que tudo esteja marcado

Se você completar todos os 21 dias (sem perder nenhum dia), receberá a Medalha especial do Desafio de 21 Dias de 2019 em seu perfil do App da Bíblia:

Medalha do Desafio de 21 Dias de 2019

A seguir, o que deve fazer agora.

Se este for seu primeiro desafio, recomendamos que comece com um Plano mais curto, depois continue completando um Plano curto após o outro. Faça isso a cada dia e, à medida que seu hábito cresce, escolha gradualmente Planos cada vez mais longos.

Clique no botão abaixo para encontrar os Planos que deseja fazer para o desafio. Você pode clicar em Salvar para Depois em quaisquer Planos que desejar e, em seguida, iniciar um em 1º de fevereiro, o primeiro dia do desafio (ou até mesmo antes). Ou, podemos também sugerir:

Planos são melhores com os amigos! Em qualquer Plano que você queira fazer primeiro, clique em Iniciar Plano, selecione Com Amigos, defina a data de início para 1° de fevereiro e convide um amigo (ou 2 ou 5). (Isso dará aos seus amigos um aviso antes de começar.)

Mãos à obra!

YouVersion

Desafio de 21 Dias

[Vídeo] Celso Amorim por Pepe Escobar

Assista entrevista de Pepe Escobar com o embaixador Celso Amorim que fala sobre a construção da política externa brasileira no governo Lula, do BRICS e de outros temas atuais. No canal da TV 247.

Vídeo mostra momento exato do rompimento da barragem da Vale me Brumadinho

O vídeo foi filmado por um operário da empresa.

O rompimento da barragem de Brumadinho ocorre pouco mais de três anos após a maior tragédia ambiental do País, que envolveu a barragem de Fundão, em 5 de novembro de 2015. A lama de rejeitos atingiu 40 cidades em Minas e no Espírito Santo e contaminou a Bacia Hidrográfica do Rio Doce. Dezoito pessoas morreram. Na Justiça, 22 denunciados pelo Ministério Público Federal, entre elas, funcionários da Vale, Samarco e BHP Billiton, respondem por homicídio.

Nova carteira e fim da Justiça do Trabalho: Bolsonaro pode fazer essas mudanças?

De afronta à Constituição à impossibilidade de realocação de juízes: especialistas questionam ideias de Bolsonaro.

São dez dias de governo, marcados por mudanças em ministérios e secretarias, recuos, aumento do salário mínimo e declarações de Jair Bolsonaro sobre seus planos para o mandato. Entre as declarações, chamou a atenção a fala do presidente sobre a pretensão de acabar com a Justiça do Trabalho, o que gerou reações na comunidade jurídica. Além disso, a criação de uma carteira de trabalho verde e amarela foi uma de suas propostas durante a eleição. Ambas as ideias, porém, podem não ser viáveis em termos de constitucionalidade.

De acordo com especialistas ouvidos pelo JOTA, o funcionamento da nova carteira de trabalho precisa de mais detalhamento, e corre-se o risco de criação de uma sub-categoria de trabalhadores. Já acabar com a Justiça do Trabalho é discussão muito mais complexa.

Por ser constitucionalmente prevista, a Justiça do Trabalho só poderia ser extinta com alterações na Constituição, porém alguns advogados acreditam que uma emenda constitucional não baste. Além disso, a viabilidade da mudança é contestada, já que os magistrados e servidores que atuam nessa esfera do Judiciário teriam de ser realocados e as ações trabalhistas acabariam sobrecarregando ainda mais a Justiça comum.

Fim da Justiça do Trabalho?

Em sua primeira entrevista após tomar posse, Jair Bolsonaro defendeu o fim da Justiça do Trabalho. Ao SBT Brasil, o presidente disse que estuda acabar com o ramo do Judiciário. “Qual país do mundo que tem [Justiça do Trabalho]? Tem que ser Justiça comum. Tem que ter a sucumbência. Quem entrou na Justiça, perdeu, tem que pagar. Temos mais ações trabalhistas do que o mundo todo junto. Então algo está errado. É o excesso de proteção”, afirmou Bolsonaro. Vale destacar que há outros países que possuem Justiça do Trabalho e que a sucumbência já está prevista na CLT, após a reforma trabalhista.

A declaração gerou reações de advogados, associações e membros do Judiciário, que saíram em defesa da Justiça do Trabalho. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota destacando a importância dessa Justiça especializada, que, segundo a entidade, é “imprescindível para a efetivação de direitos consagrados na Constituição Federal”, alertando para “o prejuízo que propostas de extinção de um ramo fundamental da Justiça pode trazer a toda a sociedade”.

“Longe de ser empecilho ao desenvolvimento econômico do país, a Justiça do Trabalho atua para garantir a paz social de milhares de trabalhadores e contribui para a segurança jurídica e o aperfeiçoamento nas relações com os empregadores”, diz a nota.

A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) publicou notas públicas em defesa da Justiça do Trabalho e marcou ato público nacional a ser realizado no dia 5 de fevereiro em Brasília. A mobilização é uma realização da Anamatra, em parceria com o Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor), a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), a Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (ABRAT) e o Conselho Federal da OAB.

A discussão sobre a real viabilidade e respaldo constitucional de uma medida que acabaria com a Justiça do Trabalho envolve muitos fatores, e depende da interpretação sobre quais cláusulas da Constituição seriam consideradas pétreas. Além disso, devem-se considerar os efeitos práticos e custos que a medida causaria.

Ao JOTA, o presidente da Anamatra, Guilherme Feliciano, disse que a proposta é inconstitucional e também tem obstáculos de logística. “Primeiramente, a Justiça do Trabalho é federalizada, de responsabilidade da União, e todos os magistrados e servidores têm o mesmo regime jurídico e a mesma Lei. Não daria para colocá-los sob os estados”, exemplifica Feliciano. Ele diz ainda que a medida esbarraria em cláusulas pétreas da Constituição, ou seja, não poderia ser realizada nem mesmo por Proposta de Emenda Constitucional (PEC).

“A simples extinção seria inconstitucional porque a Constituição diz que todos os juízes têm atuação vitalícia. Uma vez investidos na judicatura, só podem perder o cargo por decisão judicial transitada em julgado”, explica. O outro ponto para a inconstitucionalidade é que o artigo que institui os tribunais regionais e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) é o mesmo que institui as outras instâncias do Poder Judiciário.

O artigo 92 diz, em seu inciso 1º, que o Supremo Tribunal Federal (STF) é órgão do Poder Judiciário. Nos incisos seguintes, elenca o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Superior Tribunal de Justiça (STJ), os tribunais e juízes do trabalho, o TST, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os tribunais e juízes militares. Feliciano argumenta que, se o Poder Executivo ou mesmo o Legislativo, por meio de PEC, puder acabar com a Justiça do Trabalho, também teria autonomia para acabar com o STF.

“Na prática, suprimir a magistratura do trabalho seria suprimir o inciso 4º do artigo 92. Então o presidente também poderia extinguir o STF? Isso é o Executivo e Legislativo interferindo no Poder Judiciário”, diz o presidente da Anamatra.

Para Barbiero, a PEC é uma possibilidade, mas tudo depende da interpretação. “A Justiça do Trabalho está prevista na Constituição, de modo que sua extinção somente seria possível, em tese, por meio de uma PEC. Há alguns colegas, porém, que acreditam que o artigo 92 seria cláusula pétrea, e só poderia ser passível de alteração através de uma constituinte”, comenta Barbiero.

Fonte: JusBrasil

Entrevista com economista Eduardo Moreira na TV 247

O economista e escritor Eduardo Moreira foi um dos entrevista da TV 247 e recomendo que assistam esse vídeo. Lula assistiu, através de uma pen drive, até por que ele tem acesso a uma televisão e pode assistir com a conexão via USB.

Lula enviou um bilhete para equipe do TV 247. Nele, estava escrito outras coisas, sendo o mais importante foi o conteúdo desta entrevista. Lula disse que o economista é bom e fala coisas boas e novas, mas para fazer mudanças, é preciso não esquecer que precisamos construir maioria, maioria em tudo… na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, Ministério Público, judiciário e na sociedade para que possamos colocar em prática parte das coisas abordados por Eduardo Moreira, construir uma verdadeira revolução. Para fazer uma revolução, tem que ter maioria, mas também, não menos, estrutura política brasileira.

Será que Eduardo Moreira será o nosso próximo Ministro da Fazenda?

Assista a outros vídeo do documentário que põe em dúvida a facada no mito

A faca do mito

O documentário sobre a facada no mito, deixa claro que se tratou de uma ação grupal e não individual.

A longa, minuciosa e competente análise dos vídeos e fotos  não deixa dúvida nenhuma quanto ao fato de que candidato, agressor, seguranças e pessoal de apoio tinham um único e indisfarçável objetivo: propiciar o atentado.

Tanto que, de forma até hilária, ao fracassar na primeira tentativa de arremeter contra Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira derrubou sem querer o boné de um segurança – o qual nem depois de atropelado teria se dado conta de que estava diante de um indivíduo armado e pronto para esfaquear aquele por quem ele deveria zelar! Acredite quem quiser.

E o documentário é igualmente bem sucedido em deixar claro que aquelas pessoas (sempre as mesmas!) circulando ao redor de Adélio nada fizeram para proteger Bolsonaro, mas tudo fizeram para evitar que os admiradores do Mito linchassem o Adélio, não demonstrando o mais remoto receio de serem esfaqueadas pelo suposto agressor descontrolado. Por último, a arma do crime misteriosamente sumiu naquele instante, só sendo encontrada (?) convenientemente depois.

Partes do documentário

Assista ao documentário completo acessando este link!

O que a Avaaz deve se tornar?

Avaaz

Forças muito poderosas estão mudando nosso mundo. É como se algo estivesse para nascer; o que pode ser incrível ou terrível. O mundo se voltará para o medo e escuridão ou para o amor e esperança este ano? O que será que a Avaaz, e cada um de nós, deve fazer e ser para estar a altura destes novos tempos?

Tenho buscado uma resposta para essas perguntas, e isso foi o que descobri.

Juntos, conquistamos vitórias impressionantes e muito importantes que irão servir a humanidade. No entanto, ainda não conseguimos atingir o potencial imenso da nossa maior força: a magia da conexão humana. O amor.

As quase 50 milhões de pessoas que recebem essa mensagem agora vêm de vários cantos do mundo, camadas sociais e de todas as partes da família humana. Mas um espírito comum de afeto e cuidado, de luz e amor, foi o que nos conectou. De muitas maneiras, a Avaaz encarna o espírito da humanidade: a ideia de que somos um só povo, e que cuidamos uns dos outros e de todas as formas de vida.

O mundo precisa desse espírito mais que nunca. Por que só conseguiremos sobreviver aos desafios que estamos enfrentando se estivermos juntos.

Então é isso que sentimos que nós da Avaaz precisamos ser e fazer: formar uma grande fraternidade da humanidade, espalhar a verdade de nossa conexão e trabalhar para construir o mundo que está para nascer, mas não a partir do medo e da raiva ao ‘outro’, mas da esperança e amor que temos uns pelos outros.

Se esse chamado lhe parece ser a coisa certa a fazer, conte para o time da Avaaz clicando abaixo: Sim, isso é certo, conte comigo!

Esse caminho poderá nos levar a muito mais que emails e campanhas, e nos permitirá criar espaços online e offline para ver e ouvir uns aos outros. Poderemos realizar campanhas não apenas sobre política e contra os poderosos, mas também para inspirar as pessoas a criarem uma cultura de humanidade e união. E nos ajudará a defender tudo que amamos com uma visão proativa do caminho a seguir coletivamente.

Se você sente que isso faz sentido, vamos começar este novo ano e um novo capítulo com um ato de conexão. Podemos fazer isso de diversas maneiras: entrando em contato com uma pessoa querida, uma pessoa desconhecida, ou alguém com quem discordamos politicamente, ou realizando qualquer ato de amor, bondade ou gratidão.

Clique abaixo para escolher caminhar nessa jornada conosco e compartilhar sua história de conexão. Vamos começar nossa fraternidade, e nosso ano, espalhando o espírito da humanidade, a magia da conexão e o poder do amor: Sim, isso é certo, conte comigo!

Como primeiro passo para um movimento em que nos ouvimos e enxergamos uns aos outros, compartilho pela primeira vez em 12 anos uma foto minha :). Este sou eu com meu filho, Ren. Me emociona perceber que cada passo que ele dá como pessoa foi fruto e construção de nosso amor por ele. O amor é verdadeiramente a força que constrói uma pessoa. E isso pode nos salvar também.

E por falar em amor, a equipe da Avaaz compartilha dessa incrível e bonita fraternidade — eles me inspiram a ser quem sou, ao mesmo tempo em que são uma equipe extremamente eficaz de “salvadores do mundo”. Então, também pela primeira vez em um email da Avaaz, aqui estão eles! Estou animado para vocês conhecerem mais da equipe pessoalmente na jornada que estamos começando…

A Avaaz é uma rede de campanhas global de 47 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. (“Avaaz” significa “voz” e “canção” em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

Com profunda gratidão por cada pessoa que faz parte desse movimento, Ricken, e toda a equipe da Avaaz.

5 dicas para fazer um abaixo-assinado online vitorioso

Abaixo-Assinado Celesc

A equipe da Change.org pesquisou vários abaixo-assinados vitoriosos, que trouxeram mudanças em 2014, e reuniu cinco dicas comuns a todos eles para ajudar quem quiser preparar o seu. A Change.org é o maior portal de petições online do Brasil. São 260 milhões de pessoas fazendo a diferença em 196 países e 15 milhões só no Brasil.

Vamos as dicas:

1. Faça um título simples, curto e atraente

É a primeira coisa a ser lida por quem vai participar do seu abaixo-assinado. Por isso, exige um cuidado especial. É importante sintetizar a ideia do que você quer mudar e não ultrapassar três linhas. Deve ser direto e atraente. Você pode colocar uma hashtag depois do título, o que ajuda a divulgar nas redes sociais. Como ocorreu com o #LuzNaPraça e o #LiberaAnvisa.

2. Diga quem tem o poder de mudar o que você deseja

“Tomador de decisão” é a pessoa ou organização que pode resolver o problema relatado no abaixo-assinado, seja o prefeito, o Ministério Público, uma empresa ou outra instituição. É importante escolher, no máximo, um ou dois tomadores de decisão, pois listar muitos facilita que eles “empurrem” a responsabilidade uns para os outros. Há exceções: uma petição para o Congresso Nacional, por exemplo, pode ter vários parlamentares como responsáveis. Na Change.org você pode cadastrar no seu abaixo-assinado o email do tomador de decisão para que ele receba centenas de mensagens cobrando uma solução. Quanto mais assinaturas, mais mensagens.

3. Faça um só pedido que tenha chances de se concretizar

Coisas impossíveis de serem alcançadas, como paz mundial ou fim da corrupção, são erros comuns nos abaixo-assinados. Pedir muitas demandas em uma só petição, como listar 10 questões a serem resolvidas pela prefeitura, também não funciona. A recomendação é evitar pedidos amplos demais: ao invés de “proteção para a Floresta Amazônica”, você pode pedir a criação de um parque ambiental em uma determinada área. Os abaixo-assinados são realmente efetivos, tanto para mobilizar mais pessoas quanto para conseguir uma mudança, quando eles apresentam demandas concretas e simples de serem captadas pelos usuários na internet. Na mobilização online, um passo de cada vez gera transformações mais sólidas.  A dica é pedir, por exemplo, que a prefeitura reabra uma escola ou que ela contrate um pediatra para o posto de saúde. Isto vai resolver esta demanda concreta e também chamar a atenção para a precariedade do serviço público.

4. Faça um texto didático com até 4 parágrafos

O texto é coração do abaixo-assinado, pois é nele que as pessoas entendem o que você quer mudar. Por isso ele precisa ser didático, simples e autoexplicativo. Não precisa de links para outras histórias nem referências exteriores como artigos científicos. É ideal que ele não ultrapasse 4 parágrafos, pois dificilmente as pessoas lerão mais do que isso. O primeiro parágrafo apresenta a demanda e mostra quem você é (profissão, idade, motivação para o abaixo-assinado). O segundo descreve mais a sua história pessoal e sua ligação com o problema – por que você se importa com isso? Os dois últimos parágrafos devem falar dos efeitos do abaixo-assinado. Para escrevê-los, a recomendação é que você responda a perguntas como: o que acontece se a mudança que eu pedi na petição for feita? Qual a chance do tomador de decisão nos ouvir? O que acontece se ninguém responder? É importante que o abaixo-assinado sensibilize as pessoas. Quanto mais pessoas forem tocadas pela história, mais elas vão apoiar. Elas irão entender que é uma luta de Davi contra Golias e que vale a pena ajudar.

5. Use as redes sociais para buscar apoiadores

É normal você sentir que já “cumpriu a missão” ao criar um abaixo-assinado. Mas o problema que você descreveu não se resolve sozinho. Você precisa chamar seus amigos para assinar, contar com colegas para divulgarem, fazer barulho com a petição. É importante mostrar que a petição é uma ferramenta de pressão. Ela só vai ser útil se você divulgá-la em todos os lugares, se reclamar com a autoridade responsável por telefone e internet. Quanto mais você chamar pessoas para assinarem e espalharem seu abaixo-assinado pela internet, mais chances ele tem de ser vitorioso. Os tomadores de decisão – sejam empresas, autoridades ou órgãos públicos – têm medo de que sua reputação fique manchada. Quando algo começa a se disseminar e eles veem o tamanho do barulho que está sendo feito e correm para responder e resolver o problema. Uma dica para convidar as pessoas a assinarem é colocar o texto /invite depois do endereço do abaixo-assinado. Isso abre uma ferramenta que manda mensagens aos seus amigos do Facebook. Veja o exemplo neste link.

Assista ao vídeo e conheça o que os abaixo-assinados vitoriosos têm em comum.

As expressões “abaixo-assinado”, “petição”, “campanha” e “mobilização” são usadas neste texto como sinônimo.

Fonte: Catraca Livre