10 anos da tragédia de 2008

Tragédia de 2008 em Ilhota

Um pergunta que o jornalista Mario Motta da NSC fez em seu blog e que surgiram inúmeras interrogações principalmente aqui pra nós ilhotense, o que a tragédia de 2008 nos ensinou? É de se pensar um pouquinho, não é?

Pensando nisso, a Defesa Civil de Santa Catarina promoveu nos dia 12 e 13 deste mês, no Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira, no norte da Ilha, o II Seminário Internacional de Proteção e Defesa Civil, que foi aberto ao público. Nesses dois dias, os mais de tantos palestrantes renomados de diversos países estiveram na capital catarinense para alertar e discutir temáticas, como monitoramento e alerta prévio – experiências aprendidas, planejamento urbano, mapeamentos de risco e segurança pública. Desconheço se o povo da Defesa Civil de Ilhota participou deste evento, seria interessante a presença nossa lá, até porque, fomos o epicentro de toda calamidade climática e poderíamos compartilhar experiência e solucionar as inúmeras falas que a nossa coordenadoria municipal tem no setor, como a defasagem do plano de contingência. O seminário destacou também os projetos realizados para aumentar a resiliência do povo catarinense perante o maior evento severo ocorrido no Estado: as fortes chuvas que atingiram 14 cidades catarinenses e mataram 135 pessoas, tragédia que completa 10 anos em 2018. Informações no site www.sipsdc2018.com.br.

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Saiba como ajudar – Terremoto no Nepal

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Junto à Rede de socorro emergencial mundial a Sustainable Communities Worldwide, a REDE SOS GLOBAL precisa de sua ajuda para enviar equipes de socorro emergencial ao Nepal para ajudar as vítimas do devastador terremoto de magnitude 7.8 que atingiu uma área entre a capital Kathmandu e a cidade de Pokhara do último sábado, dia 25. Mais de 2.500 pessoas morreram só no Nepal, mas também há ocorrências na Índia, China e Bangladesh.

É o mais poderoso terremoto no Nepal desde 1934. Prédios centenários tombados pela UNESCO foram destruídos. Uma avalanche no Monte Everest provocada pelo terremoto matou pelo menos 17, fazendo deste o dia mais letal já registrado na história da montanha.

A Rede SOS Global se organiza para atender a este desastre junto às outras organizações e à SCW que coordena operações com 6 equipes socorristas de todo o mundo prontos para entrar no Nepal imediatamente. Essas equipes trabalharão para prover socorro médico, atender as necessidades mais urgentes, reestabelecer comunicação, transporte e logística necessárias para levar o socorro a áreas que ainda não receberam ajuda.

Precisamos de sua ajuda para que essa missão seja possível.

Interceda

  • Ore pelo consolo de Deus às milhares de famílias enlutadas.
  • Ore pelos feridos que necessitam de atendimento médico urgente.
  • Ore por proteção dos que estão trabalhando no resgate, devido aos contantes tremores.
  • Ore por voluntários médicos.

Doe

Doações em dinheiro serão destinadas ao envio da equipe médica, bem como para a compra dos itens necessários para a sobrevivência das vítimas.

  • Banco: 237 – BRADESCO
  • Agência: 2036-2
  • Conta corrente 28.738-5 – final 0,11 centavos
  • Associação Missão Esperança AME – CNPJ 05.066.986/0001-16

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Terremoto mortal em Nepal – Estamos no caminho para ajudar tudo e a todos inclusive os animais

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IFAW International Fund for Animal WelfareComo correspondente e militante social ciberativista da organização IFAW – International Fund for Animal Welfare, nossa missão é resgatar, proteger e cuidar de animais de todo o mundo Você pode fazer parte de nossa equipe no Nepal e onde os animais estão sofrendo, estamos nos mobilizando para ajudar o povo nepalês desta terrível ação violente da natureza.

Devastação do terremoto foi instantânea. Dentro de momentos simples, milhares de edifícios em Nepal entrou em colapso e milhares de pessoas foram mortas. Dezenas de tremores secundários mortais seguido.

Animais estão sofrendo também. Milhares de cães e gatos sofreu ferimentos contundente. E, como comunidades tentar recuperar, os animais estarão em risco de doenças e fome.

As organizações locais já estão pedindo a nossa ajuda no chão, com os esforços de resgate animal. Usando a experiência que adquirimos depois do terremoto no Haiti, em 2010, e outros esforços de resposta a desastres em todo o mundo, nós estamos prontos para ajudar. Uma equipe da IFAW-WTI irá trabalhar com parceiros locais para alimentar e fornecer cuidados médicos para cães, gatos e outros animais.

Muitas pessoas já não têm abrigo, mas eles estão desesperadamente tentando localizar seus animais de estimação e animais de fazenda quintal. A necessidade de água potável, comida e assistência médica é urgente, por isso temos de agir rápido!

Neste momento, a situação está mudando a cada hora. Eu vou mantê-lo atualizado sobre o que estamos fazendo para salvar a vida dos animais.

Por favor, mantenha as pessoas e os animais do Nepal em seus pensamentos, juntamente com aqueles que estão sacrificando muito para resgatar e cuidar deles.

Shannon Walajtys Shannon Walajtys

Shannon Walajtys
Gerente de Resposta a Desastres da IFAW

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Plano investe R$ 7,7 bilhões em prevenção, mapas de riscos e equipes para agir em desastres naturais

Entre as medidas, estão obras de drenagem e em encostas

Entre as medidas, estão obras de drenagem e em encostas.

O enfrentamento a desastres naturais recebeu um investimento federal de R$ 7,7 bilhões em obras de prevenção, mapeamento de riscos e na preparação das equipes que agirão nos territórios afetados. No período do verão, as chuvas representam, em média, a metade do total anual nas regiões Sul e Sudeste. A maioria das ocorrências de desastres é registrada em 195 cidades (veja ilustração).

Desse total, foram empenhados R$ 4,9 bilhões, até 27 de novembro, e pagos R$ 3,9 bilhões em recursos de prevenção (incluindo restos a pagar). Entre as medidas, estão ações emergenciais e preventivas de defesa civil, obras de drenagem e em encostas e novas unidades Minha Casa, Minha Vida.

Mapeamento

O governo federal também intensificou o esforço para mapear as áreas de maior risco de deslizamentos e inundações. Neste ano, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) já localizou as áreas de riscos em 286 municípios – destes, 105 estão na região Sudeste e 75, na região Sul.

Treze salas de situação foram montadas pela Agência Nacional das Águas (ANA) para acompanhar as tendências hidrológicas, com a análise da evolução das chuvas, níveis e das vazões dos rios e reservatórios, auxiliando na prevenção de eventos extremos.

Em parceria com a Defesa Civil estadual, as salas foram implementadas pelos órgãos gestores de recursos hídricos do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe. A expectativa é que, a partir de 2013, todos os estados e o Distrito Federal estejam operando suas respectivas salas.

A ANA concluiu também o mapeamento de risco hidrológico de todas as unidades da Federação exceto Minas Gerais e São Paulo, que estão em fase de revisão pelos estados. O mapeamento é uma ferramenta de diagnóstico da ocorrência e dos impactos das inundações graduais nas bacias hidrográficas brasileiras.

PAC seleciona novas obras de prevenção

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) selecionou, em 2012, novos empreendimentos para prevenir inundações e deslizamentos no valor de R$ 4,7 bilhões para Minas Gerais, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco. Outros R$ 7,7 bilhões de investimentos estão em processo final de seleção. Entre 2007 e 2011, R$ 9,7 bilhões foram contratados.

Esse eixo abrange também ações de combate aos efeitos da seca com a construção de barragens, adutoras e sistemas de abastecimento urbano de água em nove estados do nordeste e no semiárido mineiro. O PAC já selecionou 159 empreendimentos em dez estados brasileiros com recursos de R$ 2,2 bilhões.

População recebe treinamento para se proteger

Curso Operacional de Defesa Civil em Ilhota

2,5 mil pessoas passaram por oficinas e simulados.

A população moradora de áreas de risco está recebendo informações sobre como agir diante das fortes chuvas previstas para o verão, como parte das ações coordenadas pelo Ministério da Integração Nacional. Neste segundo semestre, foram realizadas oficinas e simulados em 16 cidades de sete estados (veja ilustração), nos quais mais de 2,5 mil pessoas foram treinadas.

O governo federal também está mais preparado para assistência imediata à população dos municípios afetados por desastres naturais, com a criação de Forças Nacionais, que podem agir prontamente. O governo vai ativar, nos próximos dias, a mobilização antecipada da Força Nacional de Emergência nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em casos de desastres, toda a mobilização para o apoio aéreo, de comunicação, saúde e salvamento será coordenada pela Secretaria Nacional de Defesa Civil, com contribuição da Força Nacional.

A Força é composta por todos os segmentos do governo que têm ações direta ou indiretamente relacionadas à defesa civil e conta com profissionais de diversas áreas.

SUS

Criada para agir no atendimento a vítimas de desastres naturais, calamidades públicas ou situações de risco epidemiológico, a Força Nacional do SUS (FN-SUS) deverá investir R$ 30 milhões até 2014 nas ações que exigem uma resposta rápida e coordenada na área de saúde. Atualmente, a FN-SUS conta com 428 kits prontos para envio, seis tendas para montagem de Hospitais de Campanha – com entrega prevista para 20 de dezembro -, e seis telefones satelitais para as áreas de difícil comunicação. Cada kit é composto por 48 itens (30 tipos de medicamentos e 18 insumos para primeiros-socorros) e tem capacidade para atender 1,5 mil pessoas por mês. Atualmente, a Força Nacional do SUS conta com 329 profissionais, que integram 15 equipes de plantão formadas por médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. A meta do Ministério da Saúde é capacitar outros mil em 2013.

Desde novembro de 2011, a Força já esteve presente em quatro missões relacionadas a desastres naturais e já disponibilizou cerca de 30 toneladas de medicamentos divididos em 143 kits e antecipou a liberação de R$ 13 milhões para as áreas atingidas no Rio de Janeiro. As ações contaram com a participação de cerca de 60 profissionais.

Militares

No caso das regiões Sul e Sudeste, o Ministério da Defesa recebeu R$ 77 milhões para investimento em salvamento, apoio aéreo e à saúde, comunicações, sustentação e engenharia – os chamados módulos de Defesa Civil. Além disso, as Forças Armadas estarão disponíveis em horas de voo no caso de emergências. No que diz respeito à Força Naval e à Terrestre são R$ 1,5 milhão para cada uma utilizar em tempo de voo. Já para a Aérea, são R$ 6,5 milhões.

Cartão

O repasse de recursos está mais ágil com o Cartão de Pagamento de Defesa Civil, utilizado por 460 municípios e 18 estados em momentos de crise. Todo o uso do recurso pode ser acessado pelo Portal da Transparência.
Municípios prioritários são monitorados

Desde dezembro de 2011, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) está atendendo, 24 horas por dia, a 56 municípios críticos a desastres naturais. Atualmente, o Centro monitora e analisa o risco de desastres naturais em 274 municípios, e conta com uma plataforma de base de dados para monitoramento de risco de desastres.

O Cemaden conta com 106 profissionais que compõem equipes multidisciplinares de especialistas das áreas de Desastres Naturais, Geologia, Geografia, Hidrologia, Meteorologia e Tecnologia da Informação.

Brasil entre os mais afetados pelos desastres climáticos em 2011, alerta ONU

desastres climáticos ilhota

O Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Sideral (UNOOSA) e o programa ONU-Spider, que promove o vínculo entre informações do espaço e o risco de desastres e resposta de emergência, alertaram na sexta-feira (30) que o Brasil esteve entre os países mais afetados pelas catástrofes naturais em 2011. A nação latino-americana ocupa a sexta colocação na lista dos 10 países mais atingidos no ano passado, em ranking liderado pela Tailândia, seguida por Camboja e Paquistão.

As informações são provenientes do relatório “Índice de Risco Global Climático (CRI) de 2013”, realizado pela organização Germanwatch e lançado na terça-feira (27) em Doha, no Catar, durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP18).

Segundo o documento, o Brasil está entre os mais afetados em 2011 em razão das inundações e deslizamentos de terra, que no ano passado mataram pelo menos mil pessoas e causaram prejuízos de 5 bilhões de dólares.

O relatório busca analisar os impactos humanitários e econômicos dos desastres climáticos em 2011, e também entre 1992 e 2011. Nesse intervalo de tempo, o Brasil ocupou a 80ª posição entre os mais atingidos. Nas últimas duas décadas lideraram o ranking Honduras, Mianmar e a Nicarágua, sendo que oito dos 10 mais afetados são países pobres. De acordo com o estudo, 530 mil pessoas morreram como consequência de 15 mil desastres, com perdas de 1,68 trilhão de dólares nos últimos 20 anos.

As análises não incluíram pequenos países e ilhas e só consideraram impactos diretos de catástrofes extremas — sem considerar, por exemplo, os impactos indiretos das ondas de calor. Além disso, não incluíram o número total de pessoas afetadas, considerando apenas as vítimas mortais.

Ilhota, 4 anos após o desastre de 2008

Tragédias de 2008 ainda estão presentes na vida de catarinenses. Assista ao vídeo da matéria que foi ao ar no domingo, dia 25 de novembro, no programa Estúdio Santa Catarina, abordando os quatros anos após do desastre ambiental do Complexo do Morro do Baú e cidades da região.

PNUD e governo estudam parceria para prevenção de desastres naturais

Cada ano, mais de 200 milhões de pessoas são afetadas por desastres naturais pelo mundo. Muitas delas enfrentam os intermináveis obstáculos do processo recorrente de recuperação de enchentes, chuvas ou secas. No Brasil, o mito de que o país vive alheio a destastres naturais tem perdido força. Em janeiro de 2011, por exemplo, chuvas intensas que caíram na região serrana do Rio de Janeiro provocaram o pior deslizamento de terra da história do país. Cerca de mil pessoas morreram e milhares ficaram desabrigadas, vítimas das chuvas daquele ano. Ruas ficaram cobertas por lama, com casas destruídas e carros empilhados.

Desde a tragédia, o governo brasileiro tem intensificado os esforços em busca de soluções para prevenção de riscos e recuperação de destastres. No início de outubro (2 a 5/10) membros do Escritório para Prevenção de Crises e Recuperação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) se reuniram com representantes do Brasil para discutir a implementação de um projeto na área de prevenção de desastres naturais.

O governo brasileiro pretende reforçar a parceria com o PNUD em busca de apoio e troca de conhecimento sobre o tema para desenvolver este projeto cujo o objetivo é fortalecer as capacidades do país para responder de forma rápida e eficiente às ocorrências de desastres naturais e também para criar ações de prevenção por todo o país.

Para o representante-residente do PNUD no Brasil, Jorge Chediek, a parceria com a ONU é a garantia de um trabalho com resultados, já que a organização tem uma experiência acumulada sobre o tema com ações realizadas em outros países, como é o caso do terremoto ocorrido no Haiti em 2010.  “Sei que a ONU tem muito a contribuir e eu acredito muito nesta parceria”, destacou Chediek.

A proposta de projeto de cooperação apresentada ao governo tem como prioridade a formação e capacitação de pessoas para gestão de riscos e desastres naturais e o levantamento das boas práticas já executadas no Brasil nesta área, além do compartilhamento com outros países em desenvolvimento.

Desastres no Brasil

Dados compilados pela Universidade de Louvain, na Bélgica, mostram que as chuvas de 2011, colocaram o Brasil em um triste terceiro lugar no número de mortes por destastres naturais, atrás apenas do terremoto no Japão (quase 20 mil vítimas fatais) e das tempestades tropicais nas Filpinas (cerca de 1.500 mortos).

Além da tragédia causada pelas chuvas no Rio de Janeiro, o sul do Brasil também presenciou a passagem do primeiro furacão no país. Nos dias 27 e 28 de março de 2004, mais de um milhão de moradores do estado de Santa Catarina foram afetados pelo fenômeno. Os prejuízos causados foram superiores a R$ 850 milhões e dez pescadores e um motorista perderam suas vidas durante a passagem do furacão.

Em dezembro de 2011, uma missão formada por diversas agências das Nações Unidas organizou um treinamento para os funcionários da Defesa Civil de todo o Brasil. Durante a missão, também ocorreu a discussão sobre o resultado deste treinamento e também do tipo de suporte que o Brasil precisaria da ONU para a redução de riscos de desastres naturais no país.

As principais áreas identificadas para a proposta das Nações Unidas de apoio aos esforços nacionais para o gerenciamento de crises foram:

  • Desenvolvimento de uma estratégia de formação em gestão de risco e resposta a desastres, com realização de vários módulos de capacitação no país.
  • Fortalecimento da articulação federativa, com foco em gestão de riscos
  • Implantação de uma estratégia de sensibilização e mobilização social no tema de gestão de riscos.
  • Sistematização do conhecimento e boas práticas na área e estímulo ao intercâmbio internacional

Uma proposta de projeto de cooperação técnica, formulada a partir das áreas de trabalho identificadas durante a missão, está atualmente em negociação entre o PNUD e o governo brasileiro. O fortalecimento da proteção da população brasileira contra emergências e desastres naturais é uma das prioridades do documento de programa do PNUD para o país (CPD), acordado com o governo brasileiro para o período 2012-2015. Esta proposta de projeto responde diretamente a esta prioridade definida para o atual ciclo programático de atuação do PNUD e possui grande potencial de fortalecimento das capacidades nacionais no tema de gestão de riscos.

VI workshop de recursos hídricos e desastres naturais

Desastre ambiental no complexo do Morro do Baú

Recebi um e-mail muito interessante, oportuno e de grande relevância a conjuntura social e que agrega ao conteúdo do blog e da área de minha  atuação frente aos assunto comunitários e políticos da acadêmica ilhotense Camila Mariana Rebello da Cunha, do curso de Engenharia Ambiental pela Univali, e estou compartilhando o conteúdo com todos. Espero que seja esse artigo possa ampliar os horizontes da sociedade pela causa e o mesmo possam estar presente ao evento. Pode contar comigo ao evento e fico muito agradecido. Conferem o artigo!

Sou acadêmica do curso de engenharia ambiental da Univali e faço parte do projeto chamado  Capacitação de Gestores Público e Lideranças Multissetoriais para os desafios da mudança climática e da governança ambiental na Foz do Rio Itajaí/SC que pode ser melhor entendido através dos site http://governancaambiental.blogspot.com.br/ e http://www.sustenta-habilidade.org/.

Gostaria de convida-los a participarem do VI Workshop que será organizado pelo projeto, este sobre Recursos Hídricos e Desastres Naturais. O projeto já com  Workshops realizados com os temas: “Planejamento Territorial Urbano e Rural na Foz do Rio Itajaí/SC”, “Governança, Fundações e Espaços Institucionais de Participação Socioambiental”,  “Desafios da Concretização da Politica Nacional de Resíduos Sólidos”,  “Capacitação da Cartilha da Cidadania”.

Minha intenção é convidar especialmente  o Sr. Paulo Roberto Drun, coordenador  municipal (licenciado) de Defesa Civil da prefeitura de Ilhota para fazer uma breve apresentação, em torno de 15 minutos, conversando sobre a situação da Defesa Civil do  Município de Ilhota.  Estendi o convite ao Sr. Dialison Cleber Vitti por receber informações de que é uma pessoa proativa  e que participaria do evento (obrigado!).

Ressalto a importância do evento, pois é uma iniciativa de melhora das condições dos municípios associados a  AMFRI, onde podem expor os problemas enfrentados, conhecer a experiência dos outros municípios e receber auxilio técnico.

Serão convidados a participar a Defesa Civil de Itajai, Ilhota, Luiz Alves,  representantes dos Comites de Bacias dos Rios Tijucas, Camboriu e Itajai, também técnicos. Conforme prossiga a organização, podem haver outros convidados, mas avisarei conforme for. O local será na OAB de Itajaí, provavelmente às 19h e não temos data confirmada ainda, pois estamos esperando a disponibilidade dos possíveis participantes do evento.

Espero contar com a presença de vocês, pelo menos prestigiando o evento, eu como moradora do município gostaria muito de ver alguém participando e  tenho certeza que gerará bons frutos. E se houver interesse da parte de vocês, poderíamos marcar um dia para conversar melhor.

Vídeos do Profissão Repórter sobre a tragédia de novembro/2008

Confira em três partes os vídeos postados no youtube da reportagem que foi ao ar no Profissão Repórter, quadro jornalístico (não sei se ainda existe) na Globo, nos tempos da tragédia de novembro/2008 e que envolveu todo estado catarinense, principalmente o Vale do Itajaí e o município de Ilhota. Não deixe de assistir!