Você se lembra em todos os candidatos a prefeito e vereador que você já votou? Eu me lembro!

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Eu voto desde os meus 16 anos e no ano em que fiz o meu título de eleitor, em 1994, era eleições gerais para presidente e governador, e meu primeiro voto foi pro Lula. Aquela eleição foi em cédula de papel. Nunca votei em branco e nunca anulei meu voto. Aqueles que tem entendimento do processo político, não pode, jamais, jogar o voto fora.

Minha primeira eleição municipal foi em 1996, a última eleição manual. De lá pra cá, foram 5 eleições municipais em que eu depositei meu voto. Compartilho aqui, os candidatos em que escolhi nos pleitos ao longo dos anos e exerci minha obrigação do voto direto e democrático, com o nome, partido e número.

1996
Vereador: Keka Laureno | PMDB – 15615 (não foi eleito, ficou suplente)
Prefeito: Betinho | PDT – 12 (foi eleito)

2000
Vereador: Murilo Cordeiro | PT – 13123 (não foi eleito)
Prefeito: Rogério do PT | PT – 13 (não foi eleito)

2004
Vereador: Calinho | PT – 13713 (não foi eleito)
Prefeito: Ademar Felisky | PMDB – 15 (foi eleito)

2008
Vereador: Calinho | PMDB – 15615 (foi eleito)
Prefeito: Ademar Felisky | PMDB – 15 (foi eleito)

2012
Vereador: Calinho | PMDB – 15615 (não foi eleito, ficou suplente)
Prefeito: Dr. Lucas | PMDB – 15 (não foi eleito)

Em 2016, será a minha sexta eleição e já sei em quem votar. Não estou mais indeciso e votarei novamente em dois candidatos em que já depositei o meu voto, mas com os cargos alternados. 20 anos depois, votarei para o Keka Laureano, mas agora para prefeito. Ao cargo de vereador, depois de 16 anos, irei votar no amigo e irmão, companheiro de muitas lutas Rogério Flor de Souza que uma vez votei para prefeito.

Compartilhe sua opinião e nos diga nos comentários em quem você votou. Abraços!

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Corte reduz multa aplicada sobre coligação de Ilhota

Prefeito Daniel Bosi e seu vice Lauri Adão Júnior

Os juízes do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina decidiram nesta quarta-feira (16), por unanimidade, modificar parcialmente a sentença do juízo da 64ª Zona Eleitoral (Gaspar), que julgou  procedente a representação proposta pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) de Ilhota contra a coligação “Juntos Vamos Mudar” (PP, PDT, PT, DEM, PSDB e PSD), em virtude da veiculação de propaganda eleitoral irregular, determinando sua retirada e condenando a coligação ao pagamento de multa no valor de R$ 10 mil, com fulcro no artigo 39, parágrafo 8º da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições). Da decisão, divulgada no Acórdão nº 27.958, cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O fato que originou a representação foi a utilização de um caminhão ostensivamente decorado com painel de propaganda eleitoral, contendo a imagem dos então candidatos a prefeito Daniel Christian Bosi (PSD) e  vice Lauri Armindo Adão Junior (PSDB), que ultrapassava as dimensões estabelecidas em lei, que é de 4 m², criando o mesmo efeito visual de um outdoor, o que configura ofensa ao parágrafo 2º do artigo 37 da Lei nº 9.504/1997.

Em seu recurso ao TRE/SC, a coligação sustentou que a placa impugnada já havia sido retirada e não mais seria utilizado. Além disso afirmou que o painel só teria sido usado uma vez e não em duas oportunidades, aduzindo ainda a ausência da comprovação da metragem das placas fotografadas nos autos, assim como a data da utilização das mesmas.

Ao proferir seu voto, o relator juiz Marcelo Ramos Peregrino Ferreira assegurou que, “na hipótese presente, restou caracterizado o uso de engenho que ultrapassa o limite legal e busca produzir o efeito outdoor, devendo ser mantida a condenação da coligação ‘Juntos Vamos Mudar’ ao pagamento de multa”.

Entretanto, o relator observou que é entendimento da Corte catarinense que, à espécie, deve ser aplicável a multa prevista no parágrafo 1º do artigo 37 da Lei das Eleições (no valor de R$ 2 mil a R$ 8 mil). “Assim, como não vejo motivo suficiente à majoração da pena pecuniária, dou provimento parcial ao recurso apenas para diminuí-la ao mínimo legal”, declarou.

“Como o mínimo legal é R$ 2 mil e a propaganda irregular foi utilizada em duas oportunidades, deve a multa ser aplicada para cada irregularidade, perfazendo R$ 4 mil, com fundamento no parágrafo 1º do artigo 37 da Lei nº 9.504/1997”, concluiu o relator.

Avaliação técnica das prestação de contas das Eleições 2012

Eleições 2012

Passado o período crítico de apreciação das prestações de contas dos candidatos eleitos, disponibilizamos formulário eletrônico na internet específico para a avaliação da prestação de contas, com foco eminentemente técnico. O objetivo da avaliação ora disponibilizada é colher elementos técnicos específicos que possam ser úteis à correção dos problemas detectados e ao aperfeiçoamento dos procedimentos relativos à prestação de contas.

Esclarecemos que a avaliação desta matéria foi elaborada a partir dos maiores problemas detectados pelo suporte técnico prestado por esta unidade. O objetivo é dar fundamento – com dados precisos de quem vivenciou diretamente todo o processo – ao implemento de melhorias técnicas que evitem que as falhas e dificuldades enfrentadas nesta eleição se repitam.

O formulário eletrônico http://www.tre-sc.gov.br/site/formulario-prestacao-contas/index.html ficará disponível durante todo o mês de janeiro.

O Tribunal Regional Eleitoral encarecerá a todos a habitual gentileza de colaborar com essa importante etapa relativa às eleições 2012, ao tempo em que esclarecemos que a iniciativa conta com o apoio da Presidência do Tribunal, que fará chegar o resultado da avaliação obtida à Presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

A força da mulher na política

Logo PMDB Mulher

Encerrada mais uma eleição, e a história se repete. A despeito do aumento significativo da participação da mulher na política brasileira, no último pleito municipal, mesmo assim, ela ainda é minoria neste segmento. A explicação para este fato, é, sem dúvida, de que as mulheres ainda sofrem preconceito. O aumento da participação das mulheres nas campanhas eleitorais ainda não se reflete nas urnas. As mulheres representam hoje cerca de 52% da população, mas nas candidaturas, entretanto, viram minoria. Na corrida presidencial, as mulheres Dilma e Marina Silva tiveram, juntas, quase da 75% da preferência do eleitorado brasileiro. Em contrapartida, foram eleitas apenas 44 deputadas federais e 12 senadoras – um total de 56 mulheres no Congresso Nacional.

Petista, a eleita Arlete Sampaio, de volta à Câmara Legislativa, sustenta que a candidatura da correligionária Dilma Rousseff à Presidência da República incentivará a participação da mulher na vida política. “O cenário está mudando. Durante a campanha, ouvi muita gente me dizer: ‘Desta vez, vou votar em mulher!'”, conta. A novata Liliane Roriz defende que quanto mais mulheres no parlamento, melhor. “Os homens não sabem jogar limpo, com amor, com o coração”, comenta ela, que rejeita qualquer título de musa: “Isso é uma grande tolice”.

Na verdade, o voto em mulheres quebra paradigmas, mas, por enquanto, não consegue conter a força da cultura patriarcal. Os cargos públicos deveriam refletir a sociedade. As mulheres são mais da metade da população e do eleitorado. Como temos porcentagens tão ínfimas? É claramente um deficit democrático.

O curioso é que os próprios grupos femininos que incentivam a mulher participar da política, dizem que a proporção de mulheres eleitas em 2010 está dentro do previsto. E há coerência nisso, pois a presença feminina na política não tem crescido. O aumento do número de candidatas pode até dar essa impressão, mas não é verdade. Ainda há muitas barreiras partidárias e financeiras.

Há uma luz no final do túnel, pois a arena política, tradicionalmente vista como local de debates arraigados de valores patriarcais tem sido aos poucos, conquistado pelas mulheres. De um modo geral, já se pode falar da visibilidade, ainda que diminuta, feminina nos processos eleitorais, atividades no Parlamento, no aparelho estatal; enfim, no campo político brasileiro.

Com a eleição de Dilma Rousseff à Presidência da República, a participação da mulher na política passou a ser indispensável. Na prática mostram que elas são mais sensíveis em relação às questões sociais e têm o poder de humanizar mais a gestão pública.

Mas, nessa guerra dos sexos, a verdade é que o homem tem um raciocínio mais exato e econômico, enquanto a sensibilidade feminina se volta mais para as questões sociais. Não podemos desprezar nenhum dos dois, mas precisamos chegar a um equilíbrio. Mesmo que inconsciente, o eleitorado ainda leva em conta o gênero do candidato na hora da escolha. Ainda existe uma cultura machista. E essa cultura, como qualquer outra, depende, geralmente, de um longo processo de maturação. Mas um dia se torna realidade. Quem sabe ocorra já nas eleições de 2014!

Mais um passo na transição de governo da prefeitura de Ilhota

Transição de governo na prefeitura de Ilhota

Na manhã desta segunda-feira, 5 de novembro, o atual secretário da administração Ademar e Tonho se reuniu no gabinete do prefeito com a equipe de transição dos próximos gestores do prefeito eleito Daniel Bosi e seu vice Lauri Júnior. A reunião definiu os próximos passos deste importante processo político.

O tom do encontro teve como pauta principal o relacionamento entre as duas equipes e à busca dados da atual administração para conhecer a estrutura e planejar as primeiras ações do próximo governo. Daniel apresentou na reunião alguns de seus principais secretários que deverão auxiliá-lo em seu governo e segundo ele deverá apresentar nos próximos dias, sua equipe definitiva. No encontro estiveram presentes os futuros secretários: na administração, Fernando Neves; educação, Airton Corrêa; saúde, Amarildo Laureano, popular Keka; indústria e comércio, Joraci Thomé, popular Jora; agricultura, Beto da Marli; defesa civil, Tatiana Reichert; e finanças: Zezinho da contabilidade. Não foram apresentados os responsáveis da demais pasta, mas especula-se que Toninho Russi assumirá a obras. Assistência social, turismo, transportes e a superintendência de cultura estão sem nomes. Para o esporte, cogita-se a criação da fundação municipal de esportes, e quem será o gestor, ainda é uma incógnita!

Temos que aprender e rever nossos conceitos com o resultado do último processo eleitoral, sendo que muitos paradigmas foram quebrados e volto a dizer que o processo de transição é um fato inédito em nosso município. Somos hoje a cidade mais adiantada no processo de mudança de governo e parabenizo o prefeito Ademar Felisky pela iniciativa e o exemplo de gestor público. Aqueles que estão comprometidos com as causas políticas do município são aqueles que acreditam no seu desenvolvimento. Prefeito Ademar está cumprindo com a responsabilidade de fazer uma transição pacífica, harmônica e com toda liberdade aos demais gestores das pastas fazerem seus trabalhos e planejamentos, entregará a cidade organizada, com as contas em dia, e acima de tudo, estará presente na transmissão do cargo e passará as chaves da prefeitura ao próximo prefeito, Daniel.

Ver uma cena dessas é admirável no cenário político, por que é a primeira vez que vejo ou ouvi falar que dois prefeitos e seu colegiado, onde um termina o mandato e o outro que começa se sentassem juntos na mesma mesa. Um salve a democracia! Quem não deve não teme. Parabéns pelo exemplo, e que deverá ser seguido por agentes públicos. Valeu Ademar, estamos junto com você, sempre!

Ficha limpa e voto voluntário

Ficha Limpa

Complementando o raciocínio do artigo de ontem, sobre o fim do voto obrigatório, a Lei da Ficha Limpa já é uma realidade, no momento em que a reforma política não sai do papel.Com a efetiva vigência da Lei da Ficha Limpa a partir das eleições deste ano, um novo alento surge no horizonte político do Brasil, pois muitos vão sair do foco do eleitorado, podendo cair no esquecimento do povo quando, podendo, voltarem a pedir votos, caindo, por consequência, no ostracismo. Vão pagar por toda vida pelos ‘malfeitos’ que comentaram quando traíram os eleitores, quando foram eleitos para servirem ao povo, mas, ao contrário, se serviram desse mesmo povo para enriquecerem juntamente com seus familiares. Ocorre que muita coisa pode ser feita para que essa mudança do quadro político se consolide e o exercício de cargos eletivos passe a ser visto com mais seriedade.

Na verdade, os efeitos da Lei da Ficha Limpa poderão ser maiores se o povo – os eleitores, em última análise – passarem a participar mais efetivamente da política brasileira. O que não pode mais acontecer é o eleitor votar em alguém e poucos dias depois não se lembrar mais em quem votou, para cobrar de seu candidato um comportamento mais adequado de quem o representa. A total alienação de uma considerável maioria tem que ter fim. O eleitor tem que ser mais atento ao que fazem seus representantes. Não pode mais o eleitor não participar efetivamente da política de um modo geral, pois são os políticos que comandam o País, mas em nome e por delegação do povo através do voto.

Para que essa participação se consolide, algumas modificações nas leis necessitam acontecer. A primeira delas, pelo nosso modo de ver, será o fim da obrigatoriedade. Por ser obrigado a votar e com medo de sofrer algum tipo de penalidade, o eleitor aceita qualquer ‘cantada’ de boca de urna, troca – vende, na verdade – seu voto por qualquer favor, e, o que é pior, voto nos mais esdrúxulos candidatos ou são influenciados das maneiras mais variadas.

Se voto vier a ser voluntário, como ocorre na maioria dos países, quem for eleitor é porque quer participar da vida política do País e das decisões que poderão afetar a sua vida como cidadão. Certamente esses mesmos eleitores passariam a se identificar com o programa de algum partido político ou sofreria influência de algum líder partidário. Com isso, até os partidos ficaram mais consistentes.

Talvez seja hora do MCCE – Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, uma ONG integrada por 51 entidades nacionais de diversos segmentos, formando uma rede com movimentos, organizações sociais, organizações religiosas e entidades da sociedade civil e que foi responsável pela mobilização da sociedade brasileira em favor da aprovação das duas únicas leis de iniciativa popular anticorrupção no Brasil: a Lei nº 9.840/99 “Lei da Compra de Votos”, que permite a cassação de registros e diplomas eleitorais pela prática da compra de votos ou do uso eleitoral da máquina administrativa; e pela campanha da qual decorreu a aprovação da Lei da Ficha Limpa ser mobilizada para comandar mais uma campanha nacional, desta vez pelo voto voluntário, que serviria de complemento para as vitórias já alcançadas pela sociedade através do trabalho do MCCE.

Vamos, então, sugerir àquela organização que continue na sua luta pela moralização política do Brasil para que, caso assim seus líderes entendam, também chame o povo no objetivo de instituir o voto voluntário no Brasil, através de projeto de iniciativa popular através de uma Proposta de Emenda Constitucional, alterando a redação do Art. 14 de nossa Lei Maior, que diz, em seu § 1º, inciso I, que o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os maiores de dezoito anos e facultativos para os analfabetos, os maiores de setenta anos e os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. Se o voto é um direito, não deveria ser obrigatório, pois não há lógica em se obrigar alguém a exercer algo a que tenha direito.

Escrito por Ivan Lopes da Silva.

Aviso aos proprietários de contas falsas no facebook

Vereador de Balneário Camboriú descobre a origens das difamações, dá nome aos bois em tribuna e ganham processo na Justiça, foi o que fez meu amigo Dão Koeddermann, após a passagem das eleições municipais de 2012. Três ações contra as difamações feitas contra o vereador durante o período da campanha eleitoral deste ano encontram-se em tramite na justiça. IP e linha telefônica já foram identificadas.

 

PMDB de SC tem o melhor desempenho nacional

PMDB de SC tem o melhor desempenho nacional

Lideranças da executiva do PMDB catarinense e da bancada estadual do partido apresentaram, na manhã desta terça-feira (9), em entrevista coletiva à imprensa, o balanço e as avaliações da sigla, após o primeiro turno das eleições municipais deste ano. Segundo o presidente do partido, Eduardo Pinho Moreira, o PMDB catarinense teve um resultado histórico, de crescimento e fortalecimento com a conquista de cidades importantes e o crescimento nominal de votos. “O PMDB sai desta eleição com 35,2% dos prefeitos catarinenses, é a maior proporção nacional. Temos, também, 869 vereadores eleitos, mais de 30% dos vereadores de Santa Catarina. O segundo partido tem praticamente a metade do que o PMDB. Além disso, estamos no segundo turno nas três maiores cidades do estado”, afirmou.

De acordo com o vice-presidente, Paulo Afonso Vieira, não tem nenhum outro partido do Brasil, nas unidades estaduais, que tenha o porcentual de prefeituras que o PMDB/SC conquistou nesta eleição.

Os peemedebistas também destacaram a presença do partido nos grandes centros. “Nas 36 cidades sedes de Secretarias Regionais, disputamos com 24 candidatos a prefeito e 18 candidatos a vice, sendo oito em chapa pura. Conquistamos 19, sendo 14 prefeitos e cinco vices (três em chapa-pura).  Ainda  vamos disputar Florianópolis, Joinville e Blumenau”, destacou Moreira.

A recuperação de outros municípios importantes, como Urussanga, Sombrio e  São Bento do Sul e o fato de pela primeira vez o PMDB disputar ao mesmo tempo Joinville e Florianópolis, também foram ressaltados.

Pelas contas dos líderes, o PMDB estará presente em 143 administrações municipais, com 104 prefeitos e 71 vice-prefeitos. A sigla poderá chegar a 146, após o segundo turno. Além dos números, a representatividade das prefeituras conquistadas foi amplamente reconhecida. “Tivemos uma conquista histórica em Lages, vitórias significativas em macro e micro regiões, estamos como vices em Chapecó e podemos vencer em Florianópolis, Joinville e Blumenau”, destacou o presidente.

2º Turno

Após avaliar os resultados os peemedebistas comunicaram a participação de um encontro,  nesta terça-feira à noite, em Brasília, com lideranças nacionais do PMDB. O objetivo é articular a participação do PMDB Nacional nas campanhas catarinenses do segundo turno.  Conforme os dados divulgados, em nível nacional o PMDB venceu em duas capitais e está disputando em três, no segundo turno.

Um grande evento com a presença de todos os prefeitos e vice-prefeitos, atuais e eleitos, também está programado para a próxima segunda-feira (15), na Capital. “Os candidatos de Joinville, Udo Dolher, e de Florianópolis, Gean Loureiro, receberão o reforço de todo o PMDB estadual para vencer a eleição”, afirmou Moreira.

Registro especial

Eduardo Moreira fez um registro especial pela vitória nas quatro cidades sedes do alto vale do Itajaí: Taió, Ituporanga, Ibirama e Rio do Sul.  Destacou a participação do líder da bancada Aldo Schneider, do deputado federal Rogério Peninha Mendonça e do ex-deputado João Matos.

Coligações

O PMDB venceu em chapa pura em 32 cidades. O maior número de vitórias foi com o PT, em 32 cidades, totalizando 61% de sucesso.  Com PSD , conquistou 26 cidades, totalizando 50% de aproveitamento e com o PSDB venceu em 15, (42% de aproveitamento).  Das 28 cidades em que estive coligadas com o PP, venceu em 20,  (71% de aproveitamento).

Além dos representantes da bancada estadual, os secretários da SDR Florianópolis, deputado Renato Hinnig, e da Justiça e Cidadania, deputada Ada De Luca; o prefeito eleito, Elizeu Mattos, e os candidatos de Florianópolis, Gean Loureiro e Rodolfo Pinto da Luz, também marcaram presença à entrevista.

Números do PMDB 2012

Votos:

  • 2012 (PMDB): 1.083.458
  • 2008 (PMDB): 1.028.945
  • PSD: 890.015
  • PT: 515.505

Prefeituras

  • PMDB 2012: 104  (97 homens e 7 mulheres) – 35,2% dos total, mais que o dobro do que o segundo colocado, o PSD.
  • Vice-prefeitos *números não oficiais
  • Total de vice-prefeitos eleitos: 71
  • Em chapa pura: 32
  • PMDB presente com prefeitos e vices em 143 prefeituras, podendo chegar a 146 após o segundo turno.

Vereadores

  • Total de vagas: 2.862
  • PMDB (2012): 869 – 30,3%
  • PMDB (2008): 844
  • PP (2012): 492
  • PSD: 488

O PMDB nas 36 cidades sedes de regionais

  • Disputou com 24 candidatos a prefeito e 18 candidatos a vice, sendo 8 em chapa pura.
  • Conquistou 19, sendo 14 prefeitos e 5 vices (3 chapa-pura).  Ainda  vai disputar Florianópolis, Joinville e Blumenau.  Haverá nova eleição em Criciúma.
  • Prefeitos eleitos nas cidades sedes de SDR: Braço do Norte, Caçador (continuidade), Campos Novos (continuidade), Canoinhas (continuidade), Curitibanos, Ibirama, Ituporanga, Lages, Laguna, Maravilha, Rio do Sul, São Joaquim, São Miguel do Oeste e Taió (continuidade).
  • Vice-prefeitos eleitos nas cidades sedes de SDR: Chapecó, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Mafra e Xanxerê.

*Aguardamos o 2º turno em Florianópolis, Joinville e Blumenau.

Luiz Henrique elogia desempenho do PMDB em SC

senador Luiz Henrique da Silveira

O senador Luiz Henrique (SC) está confiante que o PMDB vencerá as eleições no 2º turno tanto em Joinville como em Florianópolis. Ele elogiou o desempenho do partido nessas eleições, e disse que em Santa Catarina a legenda conquistou municípios importantes, como Lages e João Miguel do Oeste.

Na sua avaliação “o PMDB saiu-se vitorioso nessas eleições”. Conquistou prefeituras de peso, apoiou candidatos de outras legendas em grandes municípios de Santa Catarina: Chapecó, Xanxerê e Jaraguá do Sul, com grandes chances de eleger vários prefeitos no 2º turno.

Segundo o senador, o PSDB também teve peso muito forte no Estado e o PTB manteve sua musculatura. Mas o PMDB foi mesmo o grande vencedor, tanto a nível nacional como no Estado.

Mesmo assim, ele voltou a defender uma reforma política urgente e inadiável para baratear as campanhas e fortalecer o processo democrático. Eleições gerais e concomitantes a cada cinco anos para todos os candidatos, financiamento público,  eleições em lista fechada para vereador, deputados federais e estaduais, e campanhas ao vivo na TV.

Assessoria de Imprensa do senador Luiz Henrique

Admito minha derrota!

Admito minha derrota

Agradeço muito a todos que acreditaram em nossa causa, ela não foi em vão.

Seguirei lutando por tudo aquilo que acredito, batalhando atrás dos meus sonhos! Recebi muitas ameaças, insultos, provocações e pressões. Fui perseguido e humilhado. O que passei nesses três meses, refletirá nos próximos quatro anos e saberei enfrentá-los e passarei por esses obstáculos de cabeça erguida! Todos estarão livre a comentarem em minhas redes, elas permanecerão públicas como sempre foram.

Aqueles que nos apoiaram, comentaram, curtiram e compartilharam, peço que continuem, pois saberei reconhecer os valores das pessoas, e mostrei que junto com os amigos, somos capazes de fazer muita coisa. Convoco a todos a nos ajudarem construir mais um capítulo na página política de nossa cidade. Não fugirei da cidade, nem dos compromissos. Serei sempre PMDB e levarei a todos os lugares, a minha bandeira vermelha.

Ousar lutar, ousar vencer!