[e-Book] Construindo uma equipe de Campanha Eleitoral

Campanha Eleitoral marketing politico

Contato com a população, gerenciamento de redes sociais, estudos acerca do cenário político atual, administração de recursos, atenção à legislação e outras dezenas de tarefas, são imprescindíveis no momento de organizar uma campanha eleitoral.

O fato é: sozinho, você não conseguirá executar todas as ações necessárias para ser eleito. Por isso, neste conteúdo vamos te contar quais são as peças-chave para compor uma equipe de Campanha Eleitoral, além de algumas dicas para ter o time de sucesso!

Há 88 anos, as mulheres conquistaram o direito ao voto no Brasil

Dia 24 de fevereiro - Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil

24 de fevereiro, Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil.

Depois de uma intensa campanha nacional levada por movimentos feministas, sociais e sindicais, o direito das mulheres de escolher seus representantes foi garantido em 24 de fevereiro de 1932. Hoje, na data, o Brasil comemora 88 anos da conquista do voto feminino.

Este foi um dos passos conquistados pelas mulheres para ocupar seu espaço no cenário político brasileiro.  A República Federativo do Brasil já foi presidida por uma mulher. Dilma Rousseff, foi eleita em 2010 e reeleita para um segundo mandato e desposta por um golpe, através do impeachment orquestrado pelo candidato derrotado nas eleições presidências de 2014. No país, temos apenas uma governadora, Fátima Bezerra do PT, eleita em 2018 para governar o estado do Rio Grande do Norte.

No Senado, sete mulheres foram eleitas em 2018 e bancada feminina que assumiu no dia primeiro de fevereiro de 2019 terá 12 mulher, nenhuma delas é catarinense. Na Câmara dos Deputados, os próximos quatro anos, 15% será ocupada por mulheres. O número ainda está bem abaixo do que a gente gostaria, mas já representa um avanço. Houve um aumento de 51% entre 2014 e 2018 e foram 77 mulheres eleitas na último eleição. Dos 16 catarinenses na Câmara dos Deputados 4 serão mulheres, Caroline de Toni, Geovânia de Sá, Angela Amin e Carmen Zanotto. Em Santa Catarina, o estado nunca teve uma mulher governadora, mas em 2018, elegeu-se Daniela Cristina Reinehr, a primeira vice-governadoranatural que é natural de Maravilha. A Assembleia Legislativa, dos 40 deputados estuais, apenas 4 são mulheres, entre elas, Ada de Luca, Ana Caroline Campagnolo, Marlene Fengler, Luciane Carminatti do PT e Paulinha. Em Ilhota, a prefeitura nunca teve uma mulher prefeita nem vice-prefeita em 60 anos de emancipação política.Já na Câmara de Vereadores, apenas duas mulheres ocuparam o parlamento municipal.

No entanto, a participação da mulher no cenário político ainda está longe de representa-las, especialmente no Legislativo e Executivo. O PT já estabeleceu a paridade de gênero como regra em seu estatuto e nestas eleições e estimula que mais mulheres e jovens participem desse processo tão importante na vida política do país.

Fomos enganados

Bolsonaro rindo

A internet deveria ser uma maneira de conectar toda a humanidade, quebrando barreiras e unindo todos, independente do credo ou cor da pele.

Mas as forças fascistas que mergulharam o mundo na escuridão 80 anos atrás estão de volta, e agora estão implantando vastos exércitos de contas falsas para nos colocar uns contra os outros. Para nos fazer desconfiar, odiar e até matar.

Na Índia, homens e mulheres inocentes foram linchados depois que fake news viralizaram no WhatsApp dizendo que eles teriam roubado crianças. Numa cidade alemã, um estudo histórico apontou que quanto mais as pessoas usavam o Facebook, mais ataques contra refugiados eram registrados. Além disso, o novo presidente do Brasil foi eleito depois que mentiras absurdas sobre seu oponente se tornaram virais nas redes sociais — uma pesquisa mostrou que 89% de seus eleitores acreditaram nelas!

Essa é uma guerra de propaganda estilo “vale tudo” que nos alcança em qualquer lugar, a qualquer momento, por meio de nossos telefones!

Mas há um jeito de acabar com isso.

Durante as eleições no Brasil, a Avaaz realizou um experimento e os resultados foram incríveis! Apenas seis pessoas receberam treinamento básico para investigar essas redes de mentiras, e elas conseguiram derrubar verdadeiras fábricas de notícias falsas que alcançaram *16 milhões* de pessoas. Imagine se multiplicássemos isso por dez?!

Com eleições importantíssimas se aproximando no Canadá, União Europeia e Índia, precisamos agir muito rápido. Faça uma doação agora com apenas um clique — se arrecadarmos recursos suficientes, vamos montar equipes com os melhores especialistas no assunto para defender nossas democracias. Nossos pais e avós lutaram por isso e nos ensinaram que ódio só gera mais ódio. Agora, cabe a nós protegermos isso — se não lutarmos para que a verdade prevaleça, ninguém irá.

Resultado de imagem para bolsonaro traidorMedo e raiva evocam o pior de nós. E aqueles que querem dividir a humanidade encontraram uma arma poderosa nas redes sociais, onde blogs falsos têm mais acesso que reportagens de ponta da BBC ou O Globo.

Nossa comunidade tem lutado contra isso desde o começo. Pressionamos os executivos das empresas de redes sociais a agirem, dialogamos com legisladores de Berlim à Brasília e investigamos as maiores redes de desinformação do mundo. Mas não é o suficiente. Até agora, Europa e o Canadá conseguiram resistir à extrema direita, mas tudo pode mudar com as eleições deste ano.

Nosso teste no Brasil mostrou como parar essa tsunami de fake news: detectando as histórias falsas assim que elas viralizem e denunciando quem as publicam e divulgam deliberadamente para desinformar os outros. Mas para que isso funcione, precisamos contratar e treinar muito mais pessoas para investigar, se infiltrar e derrubar essas gigantescas redes de propaganda. E com eleições importantes se aproximando em vários lugares, precisamos agir AGORA!

O movimento da Avaaz é movido pela crença que todos nós temos muito mais em comum do que diferenças. Essa união é o que mais assusta àqueles que querem nos colocar contra uns aos outros — doe agora e vamos juntos lançar esse esforço movido por cidadãos para defender a verdade, antes que seja tarde demais.

Esse é um chamado à luta. Para todos nós. Para lutarmos por um mundo que é lindo demais para ser deixado nas mãos de fascistas e dos intolerantes cheios de ódio. E, já que as redes sociais se tornaram o sistema nervoso central que conecta toda a humanidade, é justamente aí que precisamos agir — e vencer.

Com esperança e determinação, Christoph, Bert, Marigona, Allison, Camille, Jenny, Rosa e Ricken em nome de toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Assista a outros vídeo do documentário que põe em dúvida a facada no mito

A faca do mito

O documentário sobre a facada no mito, deixa claro que se tratou de uma ação grupal e não individual.

A longa, minuciosa e competente análise dos vídeos e fotos  não deixa dúvida nenhuma quanto ao fato de que candidato, agressor, seguranças e pessoal de apoio tinham um único e indisfarçável objetivo: propiciar o atentado.

Tanto que, de forma até hilária, ao fracassar na primeira tentativa de arremeter contra Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira derrubou sem querer o boné de um segurança – o qual nem depois de atropelado teria se dado conta de que estava diante de um indivíduo armado e pronto para esfaquear aquele por quem ele deveria zelar! Acredite quem quiser.

E o documentário é igualmente bem sucedido em deixar claro que aquelas pessoas (sempre as mesmas!) circulando ao redor de Adélio nada fizeram para proteger Bolsonaro, mas tudo fizeram para evitar que os admiradores do Mito linchassem o Adélio, não demonstrando o mais remoto receio de serem esfaqueadas pelo suposto agressor descontrolado. Por último, a arma do crime misteriosamente sumiu naquele instante, só sendo encontrada (?) convenientemente depois.

Partes do documentário

Assista ao documentário completo acessando este link!

[Documentário] A faca do mito

Alguns dias antes da posse de Bolsonaro, um documentário viraliza na rede na que coloca em xeque o atentado contra Jair Bolsonaro. O documentário “Facada no Mito” que levanta suspeitas de que o “atentado” contra Bolsonaro seria uma armação, passou das 100 mil visualizações em poucas horas, a dois dias da posse do presidente eleito; audiência continua crescendo em ritmo acelerado.

O documentário foi lançado no dia 22 de dezembro no canal do YouTube True or not (que significa verdadeiro ou não numa tradução literal),  uma conta supostamente fake. O vídeo de 57 minutos contém uma análise minuciosa das imagens e circunstâncias do atentado contra Jair Bolsonaro em setembro do passado, em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Cuidadosamente, os autores do documentário, que ainda são anônimos, mostram incoerências na narrativa que envolve e fatídica facada e apresentam recortes impressionantes das imagens que registraram o momento do ataque, como interações estranhas entre o autor do crime, Adélio Bispo, seguranças do presidente eleito e apoiadores.

A faca apresentada pelas autoridades como arma do crime também é colocada em xeque.

O vídeo repercutiu apenas em veículos de mídia alternativa, como a Fórum. Após a divulgação, na manhã do domingo, dia 30 de dezembro de 2018, o documentário tinha pouco mais de 48 mil visualizações. Em pouco mais de 6 horas o número de visualizações saltou para mais de 112 mil.

A posse

Elegemos um grupo do WhatsApp para governar o país!

Elegemos um grupo do WhatsApp para governar o país!

Não irei à sua posse
Porque sou negro cotista
Sou filho da diarista
Daquela cuja empregada
que a carteira assinada
Você queria negar.

Não irei à sua posse
Porque sou homoafetivo
Filho do índio nativo
Dono desse lugar
Cujas terras demarcadas
Você reluta em tomar.

Não irei à sua posse
Porque sou mulher educada
Não nasci de fraquejada
E luto por igualdade
E isso me engrandece
Mas respeito e liberdade
não é coisa pra covarde
Isso você desconhece.

Não irei à sua posse
Porque sou trabalhador
Se sem direitos estou
É porque você contribuiu
Pra reforma trabalhista
Assassinou o sindicato
E o povo pagará o pato
Do modelo escravagista.

Não irei à sua posse
Porque eu sou um retirante
Filho de um imigrante
Imitante de Jesus
Que também por um instante
foi um simples imigrante
Pra cumprir com sua cruz.

Não irei à sua posse
Porque sou deficiente
Sou humano, sou valente
Mas tenho vergonha na cara
Minha cadeira de rodas
Segue outra direção:
A do respeito, inclusão
A direção bem contrária
Dessa farsa anunciada.

Não irei a sua posse
Porque eu sou a poesia
Sou poeta sou folia
Sou a cantiga de rodas
Sou quilombo, sou favela
Sou a pipa da janela
Voando a favor do vento
Caindo na plantação
De uma reforma agrária
Sou a raça libertária
Sou alegria perene
Por isso não me condene!
Sua graça é temporária.

Recebido no grupo do Comitê pela Democracia
Autor desconhecido.

Por que os evangélicos votaram em Bolsonaro?

Por que os evangélicos votaram em Bolsonaro

Primeiro é importante destacar que, se as aparências costumam enganar, talvez no campo evangélico enganem mais ainda. Um exemplo foi uma pesquisa coordenada por professores da USP e da Unifesp, com participantes da marcha pra Jesus em junho de 2017, organizada pela direita evangélica. Foi observado que “ao contrário do que poderia apontar o senso comum, as opiniões desses fiéis têm mais matizes com respeito à questão de gênero e de direitos das minorias LGBT do que o alinhamento fechado da influente bancada evangélica no Congresso, composta por 75 deputados federais e três senadores”. Na pesquisa durante Marcha para Jesus em 2018, Lula teve 20,09%, seguido pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), com 15,6%, a intenção de votos. Talvez nenhum evangélico, mesmo petista, apostasse em um resultado semelhante em função da aparência na conjuntura naquele momento.

De fato nas eleições as pesquisas eleitorais apontam uma votação em Bolsonaro para presidente no segundo turno maior que a média geral o que indica que o voto evangélico ajudou na sua vitória. Destacamos aqui alguns elementos que provavelmente ajudou a conquistar esse resultado.

No inicio de 2013, quando o Deputado Marco Feliciano foi eleito como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, o Deputado Jair Bolsonaro (PP/RJ) se aproximou mais da Bancada Evangélica e da Comissão, fazendo um papel de defesa agressiva e ganhou a simpatia dos deputados evangélicos. Em 2016, deputado federal Jair Bolsonaro, já no PSC, foi batizado no Rio Jordão, em Jerusalém, pelo Pastor Everaldo, presidente do PSC. No mesmo ano foi também lançado com pré-candidato a presidência pelo PSC, começando desde já, sua campanha e fortemente entre os evangélicos.

Enquanto Bolsonaro fazia sua campanha presidencial, a pauta do PT era “Não vai ter golpe” e na sequência o “Lula Livre”. Não havia espaço para uma tentativa de dialogo com os evangélicos, pois todas as energias estavam tomadas por essas pautas.

Outro aspecto a ser analisado melhor foi o número de lideranças representativas que declararam apoio e fizeram uma campanha aguerrida pro Bolsonaro. Um dos aspectos que talvez tenha influenciado foi o fim das doações de empresas que deixou o PT sem recursos para os famosos “projetos eleitorais” entre os evangélicos. Talvez tenha ficado então a identidade ideológica de projeto de poder político dessas lideranças com Bolsonaro. Aqui entraria as narrativas falaciosas de combate ao comunismo, “defesa da família”, LGBTI, Aborto, transferência da embaixada de Israel para Jerusalém, e principalmente a expectativa de participação fisiológica no governo. Não podemos deixar de destacar o fato da esposa de Bolsonaro ser membro de uma igreja Batista, o que talvez tenha ajudado a fortalecer o diálogo.

Para facilitar ainda mais a campanha do Bolsonaro a esquerda entre os evangélicos parece um elefante em uma loja de louças. Seria interessante perguntar quais são os erros da esquerda com os evangélicos, com o objetivo de torna conhecido os momentos em que foi colocado gasolina da fogueira da direita visando apagar o fogo. Citando apenas dois exemplos, temos a reação contra Marcos Feliciano quando foi eleito presidente da comissão de direitos humanos. Entendemos que a esquerda fez dele uma vítima e ajudou a dar visibilidade nacional, enchendo a bola da bancada evangélica.

Outro exemplo foi a declaração de Haddad: “Sabe o que é o Bolsonaro? Ele é o casamento do neoliberalismo desalmado, representado pelo Paulo Guedes, […] com o fundamentalismo charlatão do Edir Macedo. Isso é o Bolsonaro”. Talvez se equipare a Haddad pedir para os evangélicos não votar nele. Não sei se a esquerda sabe que é preciso dizer de forma muito clara que, chegando ao poder, vai respeitar a liberdade religiosa dos fundamentalistas. Não são raras as vezes que políticos de esquerda usam a palavra “fundamentalistas”, de forma inapropriada expressando exatamente o contrário. Precisamos nos lembrar de que até poucos anos atrás não havia liberdade religiosa na União Soviética.

Além desses dois exemplos podemos falar de muitos outros que, em minha opinião, fazem com que a esquerda termine criando uma falsa imagem de si mesma perante os evangélicos e, consequentemente, empurrando-os para a direita. Compartilho o texto do EPJ – Evangélicos Pelo Justiça, “O cristão e a Esquerda”. Nele se mostra o erro de se falar que é “a favor de aborto” e trata um pouco da questão LGBT.

Aparentemente a distância entre o “mundo da esquerda” e o “mundo evangélico” tem aumentado cada vez e está mais difícil fazer pontes. Para piorar ainda mais a situação temos mudanças conjunturais gigantes que ainda não foram suficientemente compreendidas. O lado bom é que a esquerda com um todo tem percebido a necessidade de dialogar com esse campo. Enfim, a luta continua!

Felizes os que têm fome e sede de justiça!

Geter Borges de Sousa.

Copie e cole e passe adiante…

Keep Calm and Ctrl+C Ctrl+V

Quem me conhece, sabe que:

  1. Sou a favor das políticas sociais.
  2. Bandido bom é bandido ressocializado; e lugar de criança é na escola.
  3. Criminosos de colarinho branco também são bandidos.
  4. Apologia à tortura é crime.
  5. Sou pró-família (independente de sua constituição).
  6. Sou contra a erotização de crianças, mas a favor de uma educação sexual.
  7. Sou a favor de acabar com todo e qualquer privilégio da classe política.
  8. Cotas devem existir para pessoas de classes sociais menos favorecidas, para negros, índios e pessoas com deficiência.
  9. Direitos humanos é direito de todos e, se não fosse por eles, não seríamos uma sociedade.
  10. Policiais, Professores e Profissionais da Saúde deveriam ganhar mais do que deputados e senadores.
  11. O Brasil é laico e todas as religiões merecem respeito, inclusive quem não tem religião nenhuma.
  12. O feminismo protege a mulher contra todos os tipos de violência a qual está submetida e luta por direitos iguais, nem mais, nem menos.
  13. Racismo é abominável.
  14. Somos todos iguais, porém é notório o preconceito ainda enraizado na nossa sociedade.
  15. Sou a favor de políticas públicas que beneficiem as minorias.
  16. Sou contra quem prega violência de qualquer tipo. A solução de problemas sociais não passa pela militarização.
  17. Sou contra a liberação do porte de arma e a caça “esportiva”.
  18. Sou contra educação básica à distância e defendo a educação integral.
  19. Sou contra a censura.
  20. Sou contra autoritarismo.
  21. Sou a favor da preservação ambiental, da democracia, da existência do Ministério do Meio Ambiente, do Pacto de Paris, da demarcação das terras indígenas.
  22. Sou a favor do amor, diversidade, respeito, igualdade social, união, desenvolvimento humano e digo não à violência!

Copiei grupo do Comitê pela Democracia, que alguém do grupo copiou de uma outra pessoa que também copiou de outra e estamos e repassamos pra frente. Fico feliz de ter amigas e amigos que são assim, como a gente. Não estamos sozinho! Temos esses mesmos valores e não consideramos algo negociável.

Torço para dar errado desde a véspera, por razões éticas, políticas, humanitárias, históricas e por aí vai…

Cristo Redentor foguete

Talvez você já tenha visto e lido esse texto por aí, não é meu, é de autoria de Luiz Carlos Romanholli. Recebi através de um das dezenas de grupos que participo no  WhatsApp e não é bem o meu posicionamento quanto a questão em torcer pra dar errado, essa não é minha política. Mas, o conteúdo é relevante, interessante na verdade e por isso, compartilho no meu blog. Vamos ao conteúdo.

Fala-se em “torcer pelo governo Bolsonaro”. Bem, eu acho que a gente torce é pra time e pra ganhar a Mega-Sena. De governo se cobra os erros e se apoia os acertos. Todo cidadão é oposição, independentemente do governo. Mas, vá lá, vamos admitir que se possa torcer. Então, eu torço contra. Quero que dê errado. Muito errado. Por uma razão simples: o que significa esse governo dar certo? Vamos à lista (feita a partir das promessas de campanha e das escolhas ministeriais):

  • Concentração de renda e aumento da pobreza e da desigualdade.
  • Achatamento salarial.
  • Perda de direitos trabalhistas.
  • Fim da aposentadoria.
  • Aumento do lucro dos bancos.
  • Censura a escolas, universidades e professores, com perseguição ao pensamento crítico.
  • Desmonte do ensino público em favor de grandes grupos privados do setor.
  • Incentivo do ensino à distância.
  • Desmonte do SUS para beneficiar as operadoras dos planos privados.
  • Perseguição a opositores. Notadamente de esquerda, mas não só.
  • Tolerância à tortura.
  • Incentivo à violência policial, com a respectiva impunidade dos criminosos de farda.
  • Ameaça às liberdades democráticas e ao estado de direito.
  • Discurso oficial misógino e machista.
  • Perseguição aos movimentos de trabalhadores rurais.
  • Tolerância à violência contra mulheres, LGBTs e gays.
  • Desmonte das políticas afirmativas para essas “minorias”.
  • Aumento do desmatamento para atender os interesses do agronegócio e das mineradoras.
  • Aumento do número de homicídios com a liberação do porte de armas.
  • Frouxidão na fiscalização e punição de crimes ambientais.
  • Frouxidão na fiscalização e punição de trabalho escravo.
  • Desmonte do incentivo federal ao esporte.
  • Desmonte das universidades públicas.
  • Perseguição a índios e quilombolas.
  • Desmanche da cultura e “criminalização” de nossos artistas.
  • Tolerância à corrupção.
  • Fake news oficial.
  • Tolerância a crimes de racismo.
  • Interferência direta da religião (uma especificamente) nas decisões do executivo, ameaçando o estado laico e nos empurrando para uma temível teocracia.
  • Ameaça à liberdade de imprensa, com censura e chantagem usando o expediente de verbas públicas de publicidade.
  • Política externa suicida em nome de mentiras, moralismo tacanho, fanatismo religioso e desconhecimento histórico.
  • Subserviência aos Estados Unidos.
  • Entreguismo.
  • Falta de planejamento.
  • Memes ruins.
  • Muita burrice.
  • Muita mentira.
  • Mais burrice.
  • Muita corrupção.
  • Burrice pra caralho.
  • Muita cafonice.
  • Eu cheguei a mencionar burrice?
  • Excelentes salários para motoristas.

Eu quero que dê errado pra cacete.

TRE/SC fará cerimônia de diplomação dos eleitos será realizada no dia 18 de dezembro

Logo das Eleições 2018

A cerimônia de diplomação dos candidatos eleitos em Santa Catarina será realizada no próximo dia 18 de dezembro, às 18h, na Sala de Sessões Ministro Teori Zavascki (Auditório do Pleno do Tribunal de Justiça de Santa Catarina – TJSC), na Rua Doutor Álvaro Millen da Silveira, nº 208, Centro.

Durante a solenidade, receberão o diploma eleitoral impresso os 40 deputados estaduais, 16 federais, dois senadores, quatro suplentes ao Senado, o governador e vice eleitos. Já as atestações dos suplentes a deputado estadual e federal ficarão disponíveis, no site do TRE-SC, somente nas versões digitais.

Apesar da diplomação ser pública, o acesso ao auditório do TJ será restrito a convidados dos diplomandos que tiverem credencial e autoridades convidadas, devido ao espaço limitado. A cerimônia contará com transmissão ao vivo no canal do TRE-SC no Youtube.

A diplomação é o último ato da Justiça Eleitoral no processo eleitoral e atesta quem são, efetivamente, os eleitos e os suplentes com a entrega ou a disponibilização do diploma devidamente assinado. Isso habilita os candidatos eleitos a assumirem e exercerem os respectivos mandatos eletivos. A diplomação compete aos órgãos colegiados da Justiça Eleitoral (TSE, TRE ou Junta Eleitoral).

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do TRE/SC