Em busca do remédio certo para cada paciente

Farmácia Básica distribui cerca de quatro mil atendimentos foram feitos pela Farmácia Básica em setembro

Um medicamento indicado para uma pessoa nem sempre pode ser eficaz para outra que sofra da mesma doença. O que tem efeito positivo em um paciente pode desencadear reações indesejáveis em outro. A farmacogenética (ou farmacogenômica) pode identificar fatores genéticos que expliquem a variabilidade individual na resposta aos medicamentos.

A maior parte da resposta aos medicamentos é poligênica. Para alguns medicamentos, porém, há uma situação monogênica – variação genética pode consistir em um único gene. “O que temos hoje é uma discussão em torno de pares: um gene, um medicamento,” explica Guilherme Suarez-Kurtz, chefe do Programa de Farmacologia do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

“Os genes CYP representam o grupo mais importante da farmacogenética. As enzimas da família CYP metabolizam cerca de 80% dos medicamentos de uso clínico. Com isso, variações nos genes CYP podem alterar as doses a serem usadas”, disse.

Terapias individualizadas

Outro exemplo é o gene VKORC, que afeta a resposta à varfarina (fármaco anticoagulante usado na prevenção de tromboses) e que apresenta variações genéticas frequentes.

“Um paciente, por apresentar essas características genéticas, tem um risco aumentado de sofrer efeitos colaterais. A genotipagem prévia vai mostrar que a variabilidade genética desse paciente pode aumentar o risco de efeitos tóxicos. É uma mudança de paradigma, uma nova e mais precisa variável”, disse Suarez-Kurtz.

A genotipagem prévia pode, assim, possibilitar a aplicação de terapias individualizadas. “A forma de se usar essas informações no acompanhamento do paciente se dá sugerindo uma alteração de medicamento ou uma alteração de dose, ou dizer simplesmente que este paciente não pode fazer o tratamento, porque ele vai ter efeitos colaterais e irá interromper a terapia”, explicou.

Segundo o pesquisador, o abacavir, um dos antirretrovirais usados no tratamento da AIDS, apresenta problemas de reações de hipersensibilidade associadas ao fator genético. “É um remédio de primeira linha no tratamento da AIDS, mas não é o único. Quando se diagnostica um paciente por infecção pela AIDS, pode-se fazer genotipagem e se prescrever uma terapia alternativa”, avaliou Suarez-Kurtz, que também é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Genes dos ancestrais

Muitas das variações genéticas têm um componente associado à ancestralidade individual, aponta o pesquisador.

“Por exemplo, um polimorfismo genético associado à ocorrência da síndrome de Stevens-Johnson (doença que provoca lesões cutâneas) em pacientes tratados com carbamazepina (medicamento anticonvulsivante utilizado no tratamento da epilepsia) é comum nas populações asiáticas, e raro nas populações africanas e europeias, principais ancestrais dos brasileiros. Assim, o risco desta síndrome nos brasileiros é mínimo”, disse Suarez-Kurtz.

Estudo feito por pesquisadores da Rede Nacional de Farmacogenética (Refargen), iniciado em 2010 envolvendo 1.300 amostras, genotipou um número grande de polimorfismos farmacogenéticos reconhecidamente importantes.

Paralelamente, todos os indivíduos foram tipados com marcadores de ancestralidade para saber o quanto cada um deles tinha de ancestralidade africana, europeia ou, em menor escala, ameríndia. “Quantificar a ancestralidade indígena é difícil por dois motivos: primeiro porque é difícil coletar informações dos ameríndios, uma vez que o sistema de proteção aos povos indígenas não permite estudar a genética dos índios, e segundo porque a contribuição média da ancestralidade ameríndia na população brasileira é de menos que 10%”, disse Suarez-Kurtz, coordenador da Refargen.

Entretanto, segundo o cientista, é impossível correlacionar a aparência física de brasileiros com a sua ancestralidade genética, ou seja, um indivíduo categorizado como “pardo” pelo IBGE pode não ter uma ancestralidade dominantemente africana.

Nem tudo é genético

Apesar dos avanços no campo, a adoção clínica da farmacogenética é um processo lento. “Os médicos norte-americanos consideram que existem cerca de 20 pares de medicamentos e genes que têm componentes farmacogenéticos importantes, incluindo a varfarina (anticoagulante) e a codeína (analgésico mais usado no mundo). Mas quantos desses médicos modificam as prescrições para atender à farmacogenética é outra história”, disse Suarez-Kurtz.

O fator genético não explica toda a variabilidade na resposta aos medicamentos. “A resposta aos medicamentos é um fenótipo complexo, um processo que envolve vários fatores. Fatores demográficos (como peso, idade, sexo) e clínicos, função renal, função hepática, hábitos alimentares, tabagismo, alcoolismo, enfim, são inúmeros os fatores que podem afetar a resposta aos medicamentos.

“As variáveis genéticas são um desses fatores. Então, para alguns medicamentos o fator genético é determinante, enquanto para outros o importante a se levar em conta é a idade, e para outros o peso”, concluiu o cientista.

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Não podemos deixar que colham os frutos de tudo que plantamos – Política Nacional de Medicamentos

Política Nacional de Medicamentos

Nossa amiga Elizabeth Nunes, farmacêutica e responsável pela farmácia básica do município produziu mais um artigo e vamos publicar em nosso blog pra levar aos quatros ventos a realidade de nossas políticas públicas gerenciadas por Ademar e Tonho, nesses quase oito anos de administração do PMDB.

A implementação de um novo modelo de assistência farmacêutica básica, pautado no atendimento de necessidades e prioridades locais, é um dos importantes resultados alcançados com a Política Nacional de Medicamentos – PNM, cuja operacionalização teve início no primeiro semestre de 1999. Até abril do corrente ano, 98,5% dos municípios 5.424 foram qualificados a receber os recursos financeiros para o cumprimento das metas estabelecidas para a assistência farmacêutica.

O Ministério da Saúde repassou aos municípios, em recursos financeiros ou em medicamentos via direta ou por intermédio das Secretarias Estaduais um total estimado de R$1,3 bilhão. Tais recursos foram destinados à assistência farmacêutica básica; à aquisição de medicamentos essenciais de saúde mental, de alto custo; e de todos aqueles adquiridos diretamente pelo Ministério para programas estratégicos (Aids, hanseníase, tuberculose etc.).

A PNM, aprovada pela Portaria 3.916/98, tem como propósito garantir a necessária segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos, a promoção do uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais. Envolve diferentes aspectos, entre os quais figuram, por exemplo, aqueles inerentes ao perfil epidemiológico do País, que apresenta doenças típicas de países em desenvolvimento e agravos característicos de países desenvolvidos.

Assim, ao mesmo tempo em que são prevalentes as doenças crônico-degenerativas, aumenta a morbimortalidade decorrente da violência, especialmente dos homicídios e dos acidentes de trânsito. Além disso, emergem e reemergem outras doenças, tais como a cólera, a dengue, a malária, as doenças sexualmente transmissíveis e a Aids. (Rev. Saúde Pública Vol. 34 Nº. 2 São Paulo Apr. 2000)

O que eu quero mostrar com esta matéria publicada pela revista de Saúde Pública no ano de 2000, é que a assistência farmacêutica poderia ter sido instituída no município de Ilhota antes da nossa administração com a implantação da Farmácia Básica como ponto de partida, pois esta assistência não se resume somente na farmácia, mas em várias ações, sendo que a principal é a de promoção do uso racional de medicamentos. Mas, não o fizeram!

Como mostra a matéria acima, os recursos vinham. Com uma Assistência Farmacêutica como nunca houve em Ilhota, educação com IDEB acima da média nacional, saúde com os melhores conceitos da região, cultura e esporte promovendo vários eventos e cursos, administração com várias obras e transporte coletivo.

Querem mudar? Pois mudem. Tirem o Ademar e Tonho e coloquem o Lucas e Vanildo. Não para continuar como está, mas para melhorar o que já é bom. Eu amo essa cidade. Nasci, cresci, casei e criei meus filhos aqui.

Por isso, convoco o povo inteligente de Ilhota para juntos fazermos desta, a melhor cidade para se viver. É 15, é Lucas e Vanildo!

Que Deus abençoe a todos.

Elizabeth Nunes, mulher, mãe, católica, farmacêutica, militante do PMDB e é claro torcedora do Fluminense que está em 1º.

Farmácia básica, uma conquista de todos!

Farmácia básica da Secretaria Municipal de Saúde de Ilhota

“Não podemos deixar que colham os frutos de tudo que plantamos!” É com a citação da compa Elizabeth Nunes, nossa grande amiga farmacêutica e responsável pela farmácia básica do município merece todo nosso respeito e admiração pela prestação do serviço, que resumimos a evolução das políticas públicas do governo de Ademar e Tonho na área da saúde, em especial a Farmácia Básica que são 190 itens básicos disponibilizados a comunidade, incluindo os medicamentos de uso contínuo. Alem disso, 48 itens em psicotrópicos são oferecidos e 225 processos do componente especializado atendidos e mais os processos em andamento.

A Farmácia Básica do município instituída a quase 8 anos, atende em média, 200 pessoas por dia. Somando aos atendimentos das demais Unidades de Saúde nos bairros, são atendidas em torno 4,5 a 5 mil pessoas/mês. Ilhota, segundo dados do IBGE, possui 12.356 habitantes, ou seja, 40% da população utilizam do serviço da secretaria de saúde.

É ou não uma verdade? É ou não uma conquista de todos pra todos? É ou não um benefício ao nosso município. Agora reflitam, será que o candidato do PSD tem corpo técnico pra dar continuidade a essa política? Não, porque eles não irão vencer! Não iludam com a carinha de bonzinho deles e nem do candidato do PSD, pois aquela montureira de partidos o que irá sobra pra saúde e nossa farmácia básica?

Lembramos-nos de como era a saúde quando o outro lado estava na administração ao qual tinha o apoio condicional do candidato Daniel… um verdadeiro caos! Alguém aí se lembra das ambulâncias que transportavam capim (trato, ração de animais) e materiais de construção ao invés de paciente? Cômico, mas isso era a nossa saúde, um verdadeiro desrespeito com a nossa comunidade. Só quem viveu aqueles tempos conhece as barbáries dessa gente!

Não podemos deixar que colham os frutos do que plantamos

Farmácia básica da Secretaria Municipal de Saúde de Ilhota

Ilhota superou a meta estabelecida pelo governo federal no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB. A secretaria de Educação conseguiu ficar 36% acima do percentual estipulado nos anos iniciais do Ensino Fundamental e 10% acima nas séries finais. Uma educação de qualidade requer equipe de diretores e professores comprometidos com ensino-aprendizagem, participação democrática, alunos motivados, famílias participando e acompanhando as atividades escolares de seus filhos.

Representantes do Ministério da Saúde vieram a Ilhota avaliar os serviços prestados pelo Estratégia de Saúde da Família – ESF, antigo Programa Saúde da Família – PSF. Os 11 auditores da instituição analisaram a Equipe 1 referente a Unidade de Saúde do Baú, Equipe 2 da Unidade de Saúde Central e a Equipe 3 da Unidade de Saúde Pedra de Amolar. A avaliação consistia em quatro conceitos: muito satisfatório, satisfatório, regular e insatisfatório. Ilhota recebeu as melhores notas da região, sendo dois satisfatórios e um muito satisfatório.

“Tenho certeza que surpreendemos os auditores. Mesmo sendo uma cidade pequena, mostramos a eles que somos organizados e prezamos pela saúde da nossa população”

A vistoria faz parte do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, que procura induzir a instituição de processos que ampliem a capacidade das gestões federal, estadual e municipal, além das equipes de Atenção Básica, em ofertar serviços que assegurem maior acesso e qualidade.

Esse artigo foi publicado pela nossa colega Beth Nunes, farmacêutica responsável por toda política da farmácia de nosso município. Nossa saúde é exemplo sim para outras cidades! Com certeza a maioria dos que reclama é da oposição e mesmo assim, são usuários do serviço, que já pegaram remédio e também já foi atendido por um dos profissionais na unidade de saúde e foram atendidos como igual a todos. Nós do PMDB vamos ganhar essa eleição e dar a continuidade a este trabalho. Não vamos permitir que estraguem o que está andando bem, e não vamos aceitar promessas sem plano de governo… quem fala de boca não se compromete!

Farmácia Básica realiza mais de quatro mil atendimentos em maio

 Farmácia básica da Secretaria Municipal de Saúde de Ilhota

Banner da Prefeitura de Ilhota - Assessoria de ImprensaA Farmácia Básica do Centro de Ilhota, juntamente com as unidades de saúde dos bairros, realizou em maio 4802 atendimentos. Com mais de 200 tipos de remédios, a instituição ainda aceita doações. Todas as pessoas que tiverem medicamentos que não estão sendo utilizados em sua casa, devem trazê-lo até a farmácia. “Temos que evitar o desperdício. Muitos cidadãos podem estar precisando destes medicamentos que estão em casa, sem uso. Até mesmo se estiver com a data de validade vencida, é importante que as pessoas tragam até aqui para darmos o destino correto no lixo”, afirmou a farmacêutica Elizabeth Nunes.

Para obter medicamentos da Farmácia Básica é necessário: ser morador de Ilhota, ter Carteira de Saúde no município; ter receita médica ou odontológica, de preferência do SUS; se for medicação de uso contínuo, a receita tem validade para seis meses; a receita de medicamentos controlados tem validade para 30 dias; os antimicrobiano s(antibióticos) serão dispensados de acordo com a RDC 20/2011 e a receita tem validade para 10 dias.

A farmacêutica Elizabeth ressalta que as receitas médicas e odontológicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) devem adotar, obrigatoriamente, a Denominação Comum Brasileira – DCB (ou seja, o nome genérico, da substância ativa), instituída pela Portaria nº 1.179, de 17 de junho de 1996 da ANVISA – ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).

A receita deverá ser emitida em português compreensível e por  extenso, em letra legível, observada a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais, além de conter: nome do paciente;do medicamento; posologia e quantidade a ser dispensada; nome do médico ou odontólogo com o respectivo carimbo contendo o número de registro no CRM-SC ou CRO-SC; endereço residencial do paciente; data e assinatura. “A dispensação deverá ser feita na quantidade determinada na receita. Se for medicamento de uso contínuo, será fornecido a quantidade para o período máximo de 30 dias, sendo a validade da receita a partir da data de prescrição. Será obrigatório, no ato da entrega do medicamento, anotar a quantidade de medicamento fornecida e datar e carimbar a receita”, explica Elizabeth.

A farmácia básica funciona anexa ao Posto de Saúde Central e fornece medicamentos gratuitamente à população, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h.

Conselho de Saúde realiza última reunião do ano

Conselho de Saúde realiza última reunião do ano

O Conselho Municipal de Saúde promoveu no dia 29 de novembro a última reunião do ano. O encontro aconteceu nas dependências da secretaria e contou com a presença da presidente, Elizabeth Nunes, e dos seguintes membros: Tiago de Souza, Gerson Clasen, Janete da Conceição, Helmuth Eggens, Marcos da Conceição, Adejair Cordeiro e Dialison Cleber Vitti.

Na ocasião, o fiscal Fleibiz da Silva explicou aos presentes o Plano de Ação Municipal de Vigilância Sanitária para 2012. Fleibz sugeriu uma parceria com o setor de tributação para além da abertura de novas empresas, também auxiliar na revalidação dos alvarás de vigilância sanitária e alvará de funcionamento. “Com isso, aumentaria significativamente a arrecadação. As atividades previstas para todo o próximo ano serão realizadas somente com os estabelecimentos que tem alvará sanitário liberado pela vigilância sanitária”.

A presidente Elizabeth apresentou as propostas aprovadas na 6ª Conferência Estadual de Saúde e afirmou que todos podem acessar no site http://www.saude.sc.gov.br. Quanto às férias de final do ano, as unidades de saúde irão funcionar normalmente. “A próxima reunião será marcada somente em janeiro, onde definiremos a agenda para 2012”, destacou.

Cerca de quatro mil atendimentos foram feitos pela Farmácia Básica em setembro

Farmácia Básica distribui cerca de quatro mil atendimentos foram feitos pela Farmácia Básica em setembro

A Farmácia Básica do Centro de Ilhota realizou em setembro 2920 atendimentos. Já nas unidades de saúde foram 901. Somados, os profissionais de saúde receberam 3821 pessoas. Com mais de 200 tipos de remédios, a instituição ainda aceita doações. Todas as pessoas que tiverem medicamentos que não estão sendo utilizados em sua casa, devem trazê-lo até a farmácia. “Temos que evitar o desperdício. Muitos cidadãos podem estar precisando destes medicamentos que estão em casa, sem uso. Até mesmo se estiver com a data de validade vencida, é importante que as pessoas tragam até aqui para darmos o destino correto no lixo”, afirmou a farmacêutica Elizabeth Nunes.

Para obter medicamentos da Farmácia Básica é necessário: ser morador de Ilhota, ter Carteira de Saúde no município; ter receita médica ou odontológica, de preferência do SUS; se for medicação de uso contínuo, a receita tem validade para seis meses; a receita de medicamentos controlados tem validade para 30 dias; os antimicrobiano s(antibióticos) serão dispensados de acordo com a RDC 20/2011 e a receita tem validade para 10 dias.

A farmacêutica Elizabeth ressalta que as receitas médicas e odontológicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) devem adotar, obrigatoriamente, a Denominação Comum Brasileira – DCB (ou seja, o nome genérico, da substância ativa), instituída pela Portaria nº 1.179, de 17 de junho de 1996 da ANVISA – ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).

A receita deverá ser emitida em português compreensível e por  extenso, em letra legível, observada a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais, além de conter: nome do paciente;do medicamento; posologia e quantidade a ser dispensada; nome do médico ou odontólogo com o respectivo carimbo contendo o número de registro no CRM-SC ou CRO-SC; endereço residencial do paciente; data e assinatura. “A dispensação deverá ser feita na quantidade determinada na receita. Se for medicamento de uso contínuo, será fornecido a quantidade para o período máximo de 30 dias, sendo a validade da receita a partir da data de prescrição. Será obrigatório, no ato da entrega do medicamento, anotar a quantidade de medicamento fornecida e datar e carimbar a receita”, explica Elizabeth.

A farmácia básica funciona anexa ao Posto de Saúde Central e fornece medicamentos gratuitamente à população, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h.

Medicamentos controlados

Os medicamentos controlados (Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998) só serão dispensados na Farmácia Básica com a presença da farmacêutica responsável. O fracionamento das cartelas está indicado sempre que for necessário o ajuste para a quantidade da receita. A receita para medicamentos contraceptivos terá validade máxima de um ano, conforme avaliação médica. Só será dispensado quantidade para 30 dias.

O fornecimento de preservativos não necessita de prescrição e seu acesso deve ser facilitado com a disponibilização direta nos balcões de recepção da Farmácia Básica e Postos de Saúde. A relação de medicamentos (REMUME) de Ilhota segue a Relação Nacional de Medicamentos(RENAME). A dispensação dos medicamentos segue o POP (Procedimentos Operacional Padrão), previsto no Plano Municipal de Assistência Farmacêutica de Ilhota.

Farmacêutica de Ilhota é escolhida entre três mil candidatos para especialização na UFSC

A farmacêutica e bioquímica, Elizabeth Nunes, responsável pela Farmácia Básica de Ilhota, foi escolhida entre três mil candidatos para cursar a especialização Gestão da Assistência Farmacêutica – EAD: uma proposta em rede para a qualificação da Assistência Farmacêutica no SUS. O curso é fruto de uma parceria entre a Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e o Ministério da Saúde. Para a região sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) foram oferecidas 400 vagas. A representante de Ilhota foi selecionada para a etapa Sul.

Segundo Elizabeth, o objetivo do curso é especializar dois mil farmacêuticos, atuantes no serviço público de saúde, contribuindo para garantia do acesso e uso racional de medicamentos no país. “Serão 480 horas de curso. Estou feliz por ter sido selecionada entre três mil candidatos. Este curso será um grande desafio para mim. Espero encontrar muitos caminhos para a realização de minhas expectativas na Gestão da assistência Farmacêutica no âmbito do SUS”, conclui.

Farmácia Básica divulga folder informativo sobre medicamentos

Nesta semana a farmacêutica Elizabeth Nunes, responsável pela farmácia básica do município divulgou um folder informativo com explicações e recomendações no que diz respeito ao uso de medicamentos. O panfleto segundo ela será disponibilizado na Secretaria Municipal de Saúde através da própria Farmácia Básica.

Dê um confere na produto e seja consciente, siga as orientações!

Chupado do www.publicaragora.com.br.

Secretária estadual de Saúde institui o SISMEDEX

Nesta segunda-feira (22) a partir das 09h acontecerá a capacitação para aprimoramento da utilização da ferramenta SISMEDEX, no Laboratório de Informática da Escola de Saúde Pública Professor Osvaldo Maciel em Florianópolis com término previsto para às 17h e terá a participação da Farmacêutica e Bioquímica Elizabeth Nunes, responsável técnica por este serviço no município de Ilhota.

De acordo com a Portaria 613, de 16/06/2011, a Secretaria de Estado da Saúde, através do seu secretário, institui o SISMEDEX como Sistema Operacional Oficial do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Medicamentos Excepcionais ou de Alto Custo) de Santa Catarina.

O SISMEDEX é uma ferramenta que tem o intuito de contribuir para o gerenciamento do componente no estado, bem como de ser um instrumento de gestão e monitoramento do gestor federal. As informações geradas pelo Sistema serão de fundamental importância para o aprimoramento do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica.