Assista a outros vídeo do documentário que põe em dúvida a facada no mito

A faca do mito

O documentário sobre a facada no mito, deixa claro que se tratou de uma ação grupal e não individual.

A longa, minuciosa e competente análise dos vídeos e fotos  não deixa dúvida nenhuma quanto ao fato de que candidato, agressor, seguranças e pessoal de apoio tinham um único e indisfarçável objetivo: propiciar o atentado.

Tanto que, de forma até hilária, ao fracassar na primeira tentativa de arremeter contra Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira derrubou sem querer o boné de um segurança – o qual nem depois de atropelado teria se dado conta de que estava diante de um indivíduo armado e pronto para esfaquear aquele por quem ele deveria zelar! Acredite quem quiser.

E o documentário é igualmente bem sucedido em deixar claro que aquelas pessoas (sempre as mesmas!) circulando ao redor de Adélio nada fizeram para proteger Bolsonaro, mas tudo fizeram para evitar que os admiradores do Mito linchassem o Adélio, não demonstrando o mais remoto receio de serem esfaqueadas pelo suposto agressor descontrolado. Por último, a arma do crime misteriosamente sumiu naquele instante, só sendo encontrada (?) convenientemente depois.

Partes do documentário

Assista ao documentário completo acessando este link!

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[Documentário] A faca do mito

Alguns dias antes da posse de Bolsonaro, um documentário viraliza na rede na que coloca em xeque o atentado contra Jair Bolsonaro. O documentário “Facada no Mito” que levanta suspeitas de que o “atentado” contra Bolsonaro seria uma armação, passou das 100 mil visualizações em poucas horas, a dois dias da posse do presidente eleito; audiência continua crescendo em ritmo acelerado.

O documentário foi lançado no dia 22 de dezembro no canal do YouTube True or not (que significa verdadeiro ou não numa tradução literal),  uma conta supostamente fake. O vídeo de 57 minutos contém uma análise minuciosa das imagens e circunstâncias do atentado contra Jair Bolsonaro em setembro do passado, em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Cuidadosamente, os autores do documentário, que ainda são anônimos, mostram incoerências na narrativa que envolve e fatídica facada e apresentam recortes impressionantes das imagens que registraram o momento do ataque, como interações estranhas entre o autor do crime, Adélio Bispo, seguranças do presidente eleito e apoiadores.

A faca apresentada pelas autoridades como arma do crime também é colocada em xeque.

O vídeo repercutiu apenas em veículos de mídia alternativa, como a Fórum. Após a divulgação, na manhã do domingo, dia 30 de dezembro de 2018, o documentário tinha pouco mais de 48 mil visualizações. Em pouco mais de 6 horas o número de visualizações saltou para mais de 112 mil.

Torço para dar errado desde a véspera, por razões éticas, políticas, humanitárias, históricas e por aí vai…

Cristo Redentor foguete

Talvez você já tenha visto e lido esse texto por aí, não é meu, é de autoria de Luiz Carlos Romanholli. Recebi através de um das dezenas de grupos que participo no  WhatsApp e não é bem o meu posicionamento quanto a questão em torcer pra dar errado, essa não é minha política. Mas, o conteúdo é relevante, interessante na verdade e por isso, compartilho no meu blog. Vamos ao conteúdo.

Fala-se em “torcer pelo governo Bolsonaro”. Bem, eu acho que a gente torce é pra time e pra ganhar a Mega-Sena. De governo se cobra os erros e se apoia os acertos. Todo cidadão é oposição, independentemente do governo. Mas, vá lá, vamos admitir que se possa torcer. Então, eu torço contra. Quero que dê errado. Muito errado. Por uma razão simples: o que significa esse governo dar certo? Vamos à lista (feita a partir das promessas de campanha e das escolhas ministeriais):

  • Concentração de renda e aumento da pobreza e da desigualdade.
  • Achatamento salarial.
  • Perda de direitos trabalhistas.
  • Fim da aposentadoria.
  • Aumento do lucro dos bancos.
  • Censura a escolas, universidades e professores, com perseguição ao pensamento crítico.
  • Desmonte do ensino público em favor de grandes grupos privados do setor.
  • Incentivo do ensino à distância.
  • Desmonte do SUS para beneficiar as operadoras dos planos privados.
  • Perseguição a opositores. Notadamente de esquerda, mas não só.
  • Tolerância à tortura.
  • Incentivo à violência policial, com a respectiva impunidade dos criminosos de farda.
  • Ameaça às liberdades democráticas e ao estado de direito.
  • Discurso oficial misógino e machista.
  • Perseguição aos movimentos de trabalhadores rurais.
  • Tolerância à violência contra mulheres, LGBTs e gays.
  • Desmonte das políticas afirmativas para essas “minorias”.
  • Aumento do desmatamento para atender os interesses do agronegócio e das mineradoras.
  • Aumento do número de homicídios com a liberação do porte de armas.
  • Frouxidão na fiscalização e punição de crimes ambientais.
  • Frouxidão na fiscalização e punição de trabalho escravo.
  • Desmonte do incentivo federal ao esporte.
  • Desmonte das universidades públicas.
  • Perseguição a índios e quilombolas.
  • Desmanche da cultura e “criminalização” de nossos artistas.
  • Tolerância à corrupção.
  • Fake news oficial.
  • Tolerância a crimes de racismo.
  • Interferência direta da religião (uma especificamente) nas decisões do executivo, ameaçando o estado laico e nos empurrando para uma temível teocracia.
  • Ameaça à liberdade de imprensa, com censura e chantagem usando o expediente de verbas públicas de publicidade.
  • Política externa suicida em nome de mentiras, moralismo tacanho, fanatismo religioso e desconhecimento histórico.
  • Subserviência aos Estados Unidos.
  • Entreguismo.
  • Falta de planejamento.
  • Memes ruins.
  • Muita burrice.
  • Muita mentira.
  • Mais burrice.
  • Muita corrupção.
  • Burrice pra caralho.
  • Muita cafonice.
  • Eu cheguei a mencionar burrice?
  • Excelentes salários para motoristas.

Eu quero que dê errado pra cacete.

Whatsapp é perigoso!

Whatsapp é perigoso!

AvaazAcho que estamos todos em choque. Acabamos de eleger o presidente mais extremista das últimas décadas. O que será de nosso futuro?

A verdade é que não tem como saber. Mas tem uma coisa que todos podemos fazer para garantir que ele seja responsabilizado: Consertar o Whatsapp.

Bolsonaro não teria vencido sem o WhatsApp. 98% do seu eleitorado viu notícias falsas nas eleições e 89% acreditou nelas. E se você acha que ele vai parar com as mentiras agora que ele ganhou, pense bem: se funcionou tão bem uma vez, por que ele pararia agora?!

O Whatsapp está sofrendo uma forte pressão global para combater a enxurrada de fake news que inundam a plataforma. Um grande apelo dos brasileiros e brasileiras pode fazer a diferença para a proteção da democracia em nosso país e no mundo. Assine agora para adicionar seu nome e vamos ser a oposição popular. Hoje. Clique para exigir uma limpeza em nossas redes sociais.

As empresas e exércitos de trolls que atuam em nome de Bolsonaro não vão parar depois da eleição. Modi da Índia, Hu na China, Putin na Rússia… essa nova roupagem da tirania usa enormes exércitos de trolls para controlar a conversa na internet e moldar a opinião pública. Os novos autocratas adoram este método muito mais do que a censura óbvia da tirania “tradicional”. Agora, eles podem mentir online descaradamente, e ganhar legiões de apoiadores!

Se não fosse Bolsonaro a usar esses métodos para subverter nossa democracia, poderia ter sido outro partido ou político – inclusive, há evidências de que o PT usou táticas semelhantes. Por isso, limpar as redes sociais é lutar contra a corrupção! Podemos conseguir isso pressionando as próprias empresas a fazer reformas reais. Assine a campanha agora  — a Avaaz entregará as assinaturas no escritório do WhatsApp, em São Francisco: Clique para exigir uma limpeza em nossas redes sociais.

A Avaaz está lutando contra as notícias falsas e a desinformação em todo o mundo. No Brasil, nosso grupo de combate às fake news expôs uma das maiores redes de desinformação do país e conseguiu derrubá-la. Mas foi muito pouco, e muito tarde. Os algoritmos das redes sociais têm grande poder sobre nossas sociedades, e eles estão nos envenenando à força nesse mesmo instante. Em nome de tudo que amamos, precisamos limpá-los antes que seja tarde demais.

Com esperança, Flora, Ricken, Christoph, Fadi, Emma, Alice, Rosa, e todo o time da Avaaz.

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Assim que enfrentaremos Bolsonaro

JAIR BOLSONARO

Acho que estamos todos em choque. Acabamos de eleger o presidente mais extremista das últimas décadas. O que será de nosso futuro? A verdade é que não tem como saber. Mas tem uma coisa que todos podemos fazer para garantir que ele seja responsabilizado: Consertar o Whatsapp.

Bolsonaro não teria vencido sem o WhatsApp. 98% do seu eleitorado viu notícias falsas nas eleições e 89% acreditou nelas. E se você acha que ele vai parar com as mentiras agora que ele ganhou, pense bem: se funcionou tão bem uma vez, por que ele pararia agora?!

O Whatsapp está sofrendo uma forte pressão global para combater a enxurrada de fake news que inundam a plataforma. Um grande apelo dos brasileiros e brasileiras pode fazer a diferença para a proteção da democracia em nosso país e no mundo. Assine agora para adicionar seu nome e vamos ser a oposição popular. Hoje! Clique para exigir uma limpeza em nossas redes sociais

As empresas e exércitos de trolls que atuam em nome de Bolsonaro não vão parar depois da eleição. Modi da Índia, Hu na China, Putin na Rússia… essa nova roupagem da tirania usa enormes exércitos de trolls para controlar a conversa na internet e moldar a opinião pública. Os novos autocratas adoram este método muito mais do que a censura óbvia da tirania “tradicional”. Agora, eles podem mentir online descaradamente, e ganhar legiões de apoiadores!

Se não fosse Bolsonaro a usar esses métodos para subverter nossa democracia, poderia ter sido outro partido ou político – inclusive, há evidências de que o PT usou táticas semelhantes. Por isso, limpar as redes sociais é lutar contra a corrupção! Podemos conseguir isso pressionando as próprias empresas a fazer reformas reais. Assine a campanha agora  — a Avaaz entregará as assinaturas no escritório do WhatsApp, em São Francisco: Clique para exigir uma limpeza em nossas redes sociais.

A Avaaz está lutando contra as notícias falsas e a desinformação em todo o mundo. No Brasil, nosso grupo de combate às fake news expôs uma das maiores redes de desinformação do país e conseguiu derrubá-la. Mas foi muito pouco, e muito tarde. Os algoritmos das redes sociais têm grande poder sobre nossas sociedades, e eles estão nos envenenando à força nesse mesmo instante. Em nome de tudo que amamos, precisamos limpá-los antes que seja tarde demais.

Com esperança, Flora, Ricken, Christoph, Fadi, Emma, Alice, Rosa, e todo o time da Avaaz.

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Como lidar com Fake News?

Como lidar com Fake News?

GreenpeaceFake News, desinformação e boatos! Você provavelmente já ouviu falar de pelo menos um desses temas nas últimas semanas, certo? E eles foram a pauta da nossa discussão no 4º episódio do “As Árvores Somos Nozes”no podcast do Greenpeace Brasil.

Para esse bate-papo, trouxemos Rodrigo Ratier, jornalista, professor e um dos co-fundadores do projeto “Vaza, Falsiane!”, que ajuda a identificar notícias falsas na internet. Discutimos também alguns dos boatos que já envolveram o nome do Greenpeace no passado, alguns bem absurdos!

Quer entender mais sobre o que é e como ouvir um podcast? Acesse essa página e saiba mais! E depois que ouvir, deixe seu comentário no Greenwire e ele poderá ser lido no próximo episódio.

Faça parte do time Greenpeace Brasil. Junte-se a nós!

A resistência democrática continua

Lula livre

Findadas as eleições presidenciais de 2018, o candidato Fernando Haddad fez um pronunciamento aos brasileiros. O candidato fez um chamado de coragem aos mais de 45 milhões de eleitores que se opuseram ao autoritarismo e violência representados pela candidatura adversária.

Ele se colocou à disposição para a luta contra o retrocesso e os ataques à democracia, em um discurso espontâneo aclamado pelos apoiadores que acompanhavam a apuração, em São Paulo. “Coloco a minha vida à disposição desse país, e tenho certeza de que falo a milhões de pessoas”.

Agradeceu a militância aguerrida, grande responsável pelo crescimento nas vésperas do pleito. “Gente que saiu às ruas, passou a panfletar no país inteiro, passou a dialogar e reverter o quadro que se anunciava na primeira semana do primeiro turno”.

Também lembrou que o Brasil já enfrenta há alguns anos a fragilidade das instituições, refletidas no golpe contra Dilma Rousseff e na prisão de Lula, impedido de registrar sua candidatura, contrariando recomendações da ONU. E que a luta é por democracia e soberania continua.

Daqui a quatro anos teremos uma nova eleição. Temos que garantir as instituições e não vamos deixar de exercer nossa cidadania. Talvez o Brasil nunca tenha precisado tanto do exercício da nossa cidadania como agora. E quero dizer que senti uma angústia e um medo em muitas pessoas. Não tenham medo. Nós estaremos aqui, estaremos juntos. Vamos abraçar a causa de vocês. Coragem. Viva o Brasil!

A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, também afirmou que o partido resistirá na defesa das liberdades, na defesa da soberania nacional, pelo Brasil e pelo povo brasileiro. Assista ao vídeo aqui.

Em nota divulgada na noite de domingo (28/10), as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, onde se articulam diversos movimentos, organizações populares e partidos de esquerda destacou que as eleições terminaram, mas a luta pela democracia e pelos direitos sociais está apenas começando. Ou seja, o resultado das eleições abre uma janela de resistência popular contra o fascismo.

“A eleição de Bolsonaro representa uma ruptura política, cujos sinais estão representados no assassinato de Marielli, de Moa Katendê, líder capoeirista, Charlione, jovem cearense que ainda ontem participava de uma carreata. Eles ameaçam as nossas vidas por lutarmos por um país igual e justo”, analisaram as frentes.

E continua: “Apesar de tantos obstáculos, nossa aliança organizou uma poderosa resistência por todo o país, que levou à realização do segundo turno e a um formidável movimento em defesa da civilização contra a barbárie, da democracia contra a ditadura, do amor contra o ódio”.

Nesse contexto, alguns desafios são apresentados, entre eles, a unidade em torno da democracia, da soberania nacional e dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. Confira a nota na íntegra aqui.

A CUT emitiu nota para todos os trabalhadores e trabalhadoras da base de cada um dos seus sindicatos afiliados, afirmando que se juntará à resistência democrática.

Enganam-se aqueles que acharam que destruiriam nossa capacidade de resistência e de luta. O PT saiu mais forte desse processo como a principal força de oposição ao governo de recorte neoliberal e neofascista. A CUT e os movimentos sociais também se fortaleceram. Lula e Haddad consolidaram-se como as grandes lideranças no campo democrático-popular. A CUT manterá a classe trabalhadora unida, preparando-a para a luta, nas ruas, nos locais de trabalho, nas fábricas e no campo contra a retirada de direitos e em defesa da democracia.

A entidade também fez um alerta e conclamou à classe trabalhadora a resistir:

O governo que tomará posse no dia 1º de janeiro de 2019 vai tentar aprofundar o programa neoliberal que está em curso desde o golpe contra a presidenta Dilma: a reforma da previdência, a retirada de mais direitos, a continuidade das privatizações, o aumento do desemprego, o arrocho salarial, o aumento do custo de vida, a piora da educação e da saúde, o aumento da violência e da insegurança. Além disso, vai tentar perseguir e reprimir o movimento sindical, os movimentos sociais, bem como os setores democráticos e populares em geral.

Temos um enorme desafio pela frente. É hora de unidade das forças democrático-populares para resistir. A CUT dará continuidade a sua trajetória de luta e conclama suas bases a continuarem mobilizadas e a resistirem a qualquer ataque contra os direitos e a democracia.

Diante das ameaças ao Estado Democrático de Direito e à soberania nacional que Bolsonaro representa, lideranças e parlamentares de esquerda também se manifestaram em defesa de uma resistência imediata e já articulam atos democráticos contra as ofensivas da extrema direita. Confira aqui os posicionamentos de Guilherme Boulos (Psol), Gleisi Hoffman (PT), Luciana Santos (PCdoB) e Paulo Pimenta, deputado federal pelo PT.

Haddad e Gleisi

Confira outros destaques

1. PT elege maior número de governadores no país
O PT, mesmo derrotado no plano federal, é o partido com o maior número de governos estaduais. Foram quatro, todos na região Nordeste, além de sair vitorioso nas outras cinco candidaturas que apoiou na região. A última vitória veio no domingo (28/10), com o triunfo no Rio Grande do Norte, que tem a senadora Fátima Bezerra como única mulher eleita governadora. Professora de origem, ela tem 63 anos e é filiada ao partido praticamente desde o início, em 1981. Fátima também foi deputada federal pelo PT. Leia mais aqui.

2. No JN, Bolsonaro volta a falar de kit gay e promete punir Folha
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) foi entrevistado na noite de segunda-feira (29/10) no Jornal Nacional. Questionado sobre os ataques que fez ao jornal Folha de S. Paulo, Bolsonaro voltou a dizer que “imprensa que se comportar mentindo não terá apoio do governo”, fazendo referências às verbas publicitárias governamentais que serão cortadas. O presidente eleito ainda respondeu pergunta sobre o que quis dizer com a afirmação de que “marginais vermelhos serão banidos” do país. De acordo com Bolsonaro, ele se referia à “cúpula do PT e a Boulos que disse que iria invadir a casa dele”. “No Brasil de Bolsonaro, quem desrespeitar a lei sentirá o peso da mesma contra a sua pessoa”. Bolsonaro repetiu em cadeia nacional uma das principais informações falsas que circulou pelo WhatsApp nas eleições. A fake news foi desmentida pelo próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que afirmou que o “kit gay” nunca existiu. Ele ainda disse que as divisões entre “ricos e pobres, negros e brancos, héteros e gays” apareceram nos governos do PT. E prometeu convidar o juiz Sergio Moro para ser Ministro da Justiça ou para integrar o Supremo Tribunal Federal, o que ele preferir. Leia mais aqui.

3. Luta por direitos deve se intensificar no governo Bolsonaro
Para o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República insere o Brasil em um movimento de mudança radical que pode avançar tanto para a direita como para o seu extremo, e força uma nova disputa por direitos, liberdade, democracia e justiça. “Nesse novo mundo, que do ponto de vista econômico está sendo desmontado e remontado de uma outra maneira, teremos quatro anos de muita luta pela frente”, antecipa Clemente. Leia mais aqui.

4. Vigília Lula Livre resiste, em defesa de um projeto popular
Às 19h de domingo, 28 de outubro, cerca de 80 pessoas se reuniam na Vigília Lula Livre, em Curitiba, para saudar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o tradicional “boa noite, presidente Lula”. Ao final das apurações, o TSE anunciou que Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil. Diante da derrota do candidato petista, os manifestantes da Vigília Lula Livre se dirigiram para o Centro de Formação e Cultura Marielle Vive, localizado a poucos metros da Superintendência da Polícia Federal. As ruas do entorno foram tomadas por manifestantes pró-Bolsonaro, que cantavam o hino nacional em frente à PF e exaltavam a vitória de seu candidato aos gritos. Para Roberto Baggio, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Paraná e da Vigília Lula Livre, a vitória de Bolsonaro foi apenas eleitoral. Agora, abre-se um campo de novas possibilidades e novos desafios para a esquerda reconquistar a população. Leia mais aqui.

5. Mídia internacional expressa perplexidade e desconforto com eleição no Brasil
“A extrema direita vence no Brasil”. “Os militares voltam ao poder no Brasil, desta vez pelo voto”. As duas observações resumem o misto de perplexidade e desconforto manifestado por boa parte dos principais veículos de imprensa do mundo após a divulgação da vitória de Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais brasileiras, no domingo (28/10). Os jornais franceses Le Monde e Libération, os norte-americanos New York Times e Wall Street Journal, o canadense The Globe and Mail, o britânico The Guardian, os portugueses Diário de Notícias e O Público, o espanhol El Mundo e o argentino Página 12 estão entre os veículos que trataram o resultado das eleições brasileiras com apreensão. Leia mais aqui.

6. Deputados rechaçam revogação do Estatuto do Desarmamento e redução da maioridade penal
Os deputados Paulão (PT-AL), Adelmo Leão (PT-MG) e Nilto Tatto (PT-SP) rechaçaram, na segunda-feira (29/10), a ideia defendida por aliados do presidente eleito Jair Bolsonaro de tentar aprovar, ainda nesta legislatura no parlamento, duas pautas contrárias aos interesses dos defensores dos direitos humanos: a revogação do Estatuto do Desarmamento, em tramitação na Câmara, e a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, atualmente com trâmite no Senado. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, os deputados bolsonaristas já procuraram o candidato à reeleição à presidência da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), na tentativa de colocar os temas em votação ainda em 2018. A prioridade dos bolsonaristas é o afrouxamento das regras para a posse e o porte de armas, com o esvaziamento do Estatuto do Desarmamento. Leia mais aqui.

7. Guedes diz que vai priorizar Reforma da Previdência e privatizações
Paulo Guedes, futuro ministro da Fazenda do governo Jair Bolsonaro (PSL), afirmou, durante entrevista no domingo (28/10) que para “controlar os gastos do governo”, considera prioridade retomar a Reforma da Previdência, assim como acelerar as privatizações e “enxugar” a máquina pública. As relações do Brasil com os países do Mercosul, disse, também perdem prioridade. Como medidas de reaquecimento econômico, ele defendeu que serão eliminados “encargos e impostos trabalhistas sobre a folha de pagamento para gerar em dois, três anos 10 milhões de empregos novos”. O “guru econômico de Bolsonaro” atribuiu o “alto custo-Brasil” à falta de “segurança jurídica”. E prometeu: “regulamentar corretamente, fazer os marcos regulatórios na área de infraestrutura, porque o Brasil precisa de investimentos em infraestrutura”Leia mais aqui.

8. Universidades e professores são alvos de apoiadores de Bolsonaro
Após declarada a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) como o novo presidente da República, a recém-eleita deputada estadual pelo PSL de Santa Catarina, Ana Caroline Campagnolo, divulgou, em sua página no Facebook, que por conta própria e arbitrariamente, criou um canal para que alunos denunciem eventuais manifestações de professores contrários à vitória do candidato da extrema direta. Na publicação, a deputada, que se mostra entusiasta da proposta “Escola sem Partido”, afirma que “muitos professores e doutrinadores estarão inconformados e revoltados” e anuncia que estudantes que se sintam “humilhados ou ofendidos”, devem registrar a “denúncia” informando o nome do professor, escola e cidade.

Um grupo de docentes lançou uma ação no site de assinaturas coletivas Avaaz na segunda-feira (29/10) pedindo a impugnação da deputada estadual. “A liberdade de expressão dos professores em sala de aula foi explicitamente atacada na noite de 28/10/2018. Logo após o anúncio da vitória de Jair Bolsonaro, Ana Caroline Campagnolo, eleita Deputada Estadual por Santa Catarina para a legislatura de 2019, conhecida por sua defesa do Projeto Escola Sem Partido, divulgou, em suas redes sociais, uma mensagem em tom ameaçador convocando os estudantes em sala a filmarem seus professores a partir de segunda, dia 29/10/2018″, diz a ação.

A OAB/SC emitiu nota repudiando a manifestação da deputada pedindo a denúncia de profissionais da educação e impedindo a exposição do livre pensamento.

A onda de ataques bolsonaristas também atingiu várias universidades brasileiras no dia seguinte ao segundo turno das eleições. Professores de diversos departamentos da Universidade de Brasília (UnB) decidiram cancelar aulas, na segunda-feira (29/10), depois que apoiadores do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) convocaram atos em redes sociais para dar início ao que chamaram de “caça aos comunistas”, em uma das postagens, diz-se que “universidade não é lugar de comunista”. A convocação mobilizou muitos eleitores de Bolsonaro nas redes, mas não surtiu o efeito imaginado fora delas. Ao todo, cerca de dez se enrolaram em bandeiras do Brasil e camisas da seleção brasileira de futebol e foram ao campus manifestar apoio ao deputado do PSL.

A segunda-feira (29/10) na Universidade de São Paulo (USP) também amanheceu com expectativa e tensão. Após ameaças de realização de um ato no campus, para comemorar a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) e provocar opositores, os portões da instituição foram fechados, com permissão de acesso apenas para alunos. Também foi programado um ato antifascista, que superou em muito o número de provocadores.

O ato, convocado por um grupo ligado à facção conservadora Movimento Brasil Livre (MBL), pretendia sair da Escola Politécnica, que reúne cursos de Engenharia, e ir até a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), que concentra maior número de alunos afinados com o campo democrático. Entretanto, o plano deles foi frustrado. A diretoria da FFLCH pediu reforço policial, que barrou a entrada na universidade pessoas que não fossem alunos. O resultado foi que a marcha da extrema-direita reuniu número reduzido de pessoas. Do outro lado, antifascistas, especialmente de estudantes das ciências humanas, se reuniram em grande número no prédio da FFLCH para defendê-la de qualquer possível ato de vandalismo.

No final da tarde de segunda-feira, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) publicou uma Nota Política sobre os ataques contra docentes e divulgando as iniciativas adotadas pela direção nacional. Para o ANDES-SN é fundamental “que os/as professores/as se mantenham em tranquilidade, não deixando o pânico se espalhar entre nós e que registrem todos os casos de ameaças e procurem imediatamente a sua seção sindical para fazer denúncia”, orientou a Nota. O texto ainda informou que novas orientações da Assessoria Jurídica Nacional serão divulgadas nos próximos dias, sobre como proceder em caso de agressões, ameaças e violências.

“O momento é de unidade de ação de forma ampla e de ações conjuntas na defesa das Universidades Públicas, Institutos Federais e CEFET e das liberdades democráticas. Seguiremos firmes na luta e convocamos nossa categoria a se fortalecer de forma coletiva”, concluiu a nota.

Escola Nacional de Formação do PT

Haddad e Manu resistência

As mentiras vão roubar as eleições?

Fake news acima do Brasil, Caixa 2 acimo de nós

Queridos amigos e amigas!

É chocante. Pesquisa de opinião da Atlas Político mostra que pelo menos 49 milhões de brasileiros foram enganados pelas fake news nessas eleições! Isso é uma crise para a nossa democracia. Abaixo estão sete das fake news mais faladas e a verdade. Nós queríamos ser equilibrados entre os candidatos mas as agências verificadoras de fatos reportam que a maioria das fake news tem como alvo o Haddad. Vamos garantir que votaremos sabendo da verdade, encaminhe esse e-mail para todo mundo! Compartilhe isso no Facebook e WhatsApp.

  1. As urnas eletrônicas NÃO foram fraudadas!
    No dia da eleição, um homem filmou uma urna eletrônica dizendo que ela estava fraudada, e mostrava automaticamente Haddad quando se pressionava o número 1. O governo, a Justiça e os meios de comunicação de todos os lados políticos mostraram que o vídeo foi manipulado. Veja você mesmoVejaUOLTSEG1Valor Econômico.
  2. Haddad NÃO distribuiu “kit gay” para crianças nas escolas
    Nem uma única escola JAMAIS recebeu um chamado “kit gay” porque eles não existem! O que foi chamado de “kit gay” foi um conjunto de materiais destinados a ensinar as crianças sobre a homofobia, criado quando Haddad era Ministro da Educação. Não se tratava de tornar as crianças gays, mas de combater a violência contra crianças gays. Aqui está parte do materialVeja você mesmoG1Valor EconômicoHuffpost.
  3. Revistas VEJA e Época NÃO receberam R$ 600 milhões para difamar Bolsonaro.
    Tudo começou no YouTube, com a deputada federal eleita Joice Hasselmann espalhando descaradamente uma mentira de que VEJA levou dinheiro para assediar Bolsonaro. Hasselmann nunca provou isso, nem mostrou quaisquer documentos apoiando sua alegação. No final, foi apenas uma teoria da conspiração. Veja você mesmoO AntagonistaThe Intercept BrasilEl País.
  4. Haddad NÃO convidou Jean Wyllys para ser Ministro da Educação.
    Alguém criou uma versão falsa do site G1, da Globo para espalhar essa história que se tornou viral! Nunca houve nenhum registro em lugar algum de Haddad dizendo isso, nenhuma citação, nenhum vídeo, nada. Veja você mesmoG1FolhaEstadãoValor EconômicoO GloboPiauíUOL.
  5. Feministas e grupos anti-Bolsonaro NÃO defecaram OU fizeram sexo dentro de igrejas evangélicas.
    Todas as imagens usadas nessas histórias estão amplamente fora de contexto. A imagem de mulheres protestando seminuas em frente a uma igreja – algo a que muitos de nós poderíamos realmente nos opor – aconteceu em 2013 e não tem nada a ver com Bolsonaro. E, veja só, as imagens usadas de pessoas fazendo sexo dentro da igreja sequer são do Brasil, mas da Noruega! Veja você mesmoAos FatosÉpocaBoatos.org.
  6. Haddad e Manuela NÃO estavam conspirando contra o exército e Bolsonaro — e nunca existiu um aúdio secreto!
    Uma mensagem de áudio editada se tornou viral no WhatsApp dizendo que existia uma “chamada telefônica secreta” entre os candidatos do PT. O aúdio verdadeiro era, na REALIDADE, uma entrevista que Haddad deu em conjunto para o UOL, Folha e SBT, e Manuela sequer estava lá. A mulher na gravação? A entrevistadora! Veja você mesmo, leia as notícias e, melhor ainda, assista o vídeo real aquiEstadão; G1.
  7. Haddad NÃO escreveu um livro encorajando incesto e pedofilia!
    O escritor Olavo de Carvalho publicou em suas redes sociais que Haddad encorajava sexo entre pais e filhos em um livro seu, “Em defesa do socialismo: por ocasião dos 150 anos do manifesto” (1998). Comprova, um grupo de 23 veículos de mídia, leu o livro e disse: “Não há citações sobre incesto ou relações que rompam dogmas do relacionamento familiar tradicional na obra.” Veja você mesmoProjeto ComprovaG1Poder 360Folha de S. Paulo.

A democracia morre quando a verdade deixa de valer algo. Independente das nossas posições políticas, vamos nos certificar de fazer as escolhas profundas sobre nosso futuro com base em fatos, não em mentiras. Compartilhe esse email com todo mundo.

Com amor e respeito, A equipe da Avaaz.

você é melhor que o Bolsonaro

[Documentário] Driblando a democracia – Como Trump venceu

Conheça o método de trabalho do assessor de Trump e Bolsonaro.

O documentário “Driblando a democracia – Como Trump venceu”,  sob a direção de Thomas Huchon, produzido na França este ano, retrata a metodologia de trabalho de Steve Bannon, o diretor de campanha do então candidato à Presidência dos Estados Unidos e hoje assessor de Jair Bolsonaro, com base na manipulação do uso de dados, alcance nas redes sociais sob apelo popular e Fake News.

Como, contrariando todas as previsões, Donald Trump conseguiu se tornar presidente? Revelando uma trama que envolve fake news, o uso de dados pela misteriosa Cambridge Analityca e a ação de poderosos empresários americanos ultraconservadores, este documentário explica como se chegou ao resultado da eleição que chocou a comunidade internacional, é a resenha do documentário.

“Steve Bannon, diretor de campanha de Donald Trump é também assessor da campanha de Jair Bolsonaro. O filme conta em detalhes as estratégias baseadas em fake news e roubo de dados pessoais, que foram usadas para levar Trump a vitória, enganando a América”, informou a produtora de filmes Ogum, que disponibilizou o documentário de origem francesa de 50 minutos, na íntegra.

Jornal GGN

TSE: Se ele é culpado, cumpra o seu dever

Jair Bolsonaro fake news

O TSE está investigando relatos confiáveis de que aliados de Bolsonaro gastaram quantias ilegais gigantescas promovendo sua campanha – criando até 300 mil grupos de WhatsApp e alcançando até 75 milhões de brasileiros e brasileiras!

Mas e se o próprio Bolsonaro for culpado, o que eles farão? Eles ficarão tentados a deixar passar, mas é uma questão de democracia, justiça e Estado de direito não permitimos que líderes tomem o poder ilegalmente.

Nós lutamos muito e por muito tempo contra a corrupção para aceitar uma eleição fraudulenta. Pior ainda, existem muitas evidências de que milhões de reais foram gastos para espalhar um tsunami de fake news e mentiras sobre o Haddad — mais um ataque profundo e ilegal à nossa democracia.

Podemos discordar sobre quem será o melhor presidente para o país, mas certas coisas vêm acima da política. Precisamos insistir que NINGUÉM está acima da lei. Se tem uma mensagem que une todos os brasileiros e brasileiras é: FORA CORRUPÇÃO! Vamos exigir que se o TSE considerar Bolsonaro responsável por essa fraude gigantesca, ele seja acusado de tais crimes e desqualificado da eleição: TSE: investigue Bolsonaro já!

A nossa comunidade representa pessoas de diferentes opiniões políticas, e a Avaaz nunca apoiou ou se opôs à eleição de nenhum político no Brasil. Nosso movimento foi crucial no processo da Ficha Limpa e para acabar com votos secretos no Congresso. Isso não é sobre política, é sobre corrupção.

Facebook, YouTube e principalmente o WhatsApp são as ferramentas preferidas de forças corruptas para tirar o poder do povo e se beneficiarem com isso. Mas essa nova tática tecnológica é mais nociva que as velhas estratégias — os políticos mais corruptos estão realizando uma verdadeira lavagem cerebral em milhões de pessoas, enchendo suas mentes e corações com ódio e mentiras para que virem seus apoiadores!

Ainda bem que isso ainda é ilegal no Brasil. Existem acusações de que o PT cometeu fraude eleitoral — como o vídeo da urna eletrônica programada para votar no Haddad — mas já foi comprovado que os vídeos são falsos, verificado pelo próprio TSE e analistas independentes. Esse é só mais um exemplo do tsunami de fake news ilegais e das mentiras com que fomos bombardeados. Se o TSE descobrir que Bolsonaro esteve envolvido nesses crimes, eles devem proteger nossa democracia e responsabilizá-lo: TSE: investigue Bolsonaro já!

Nosso país está numa jornada. Temos combatido a corrupção como nunca, mas a reação dos políticos mais corruptos entre nós foi de tirar vantagem desse momento para chegar ao poder. Essa é a hora. Deixaremos que a corrupção decida quem serão nossos governantes ou lutaremos de uma vez por todas, como nunca antes, por justiça e verdade? Cabe a nós lutar por isso. Vamos escolher lutar pelos nossos filhos e seu futuro.

Com esperança e determinação, O time da Avaaz.

PS: O time anticorrupção da Avaaz está fiscalizando as fake news online e acompanhando o esforço de fact checkers independentes como o Comprova, uma coalizão das 24 maiores empresas de notícias de todos os espectros políticos. Uma porcentagem alta das fake news descobertas são atacando o candidato Haddad. Existem muitas razões verdadeiras para criticar o PT, mas não podemos deixar que mentiras nos manipulem. Aqui vão alguns exemplos dessas mentiras (por favor compartilhe para ajudar outros cidadãos a combater as fake news):

  • Haddad distribuiu mamadeiras em formato de pênis nas escolas.
  • Urnas eletrônicas automaticamente votam em Haddad.
  • Áudio de Haddad e Manuela conspirando contra o Bolsonaro e o exército.
  • Ficha Limpa proíbe Haddad de concorrer.
  • Haddad apoia pedofilia e incesto em livro

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