Onde Igreja e pastorais podem ajudar a quebrar a espiral da violência?

Teologia Negra

Ronilso Pacheco faz uma análise sobre a violência racial a partir da proposta da CF 2018.

Talvez o que podemos realmente fazer enquanto igreja, para contribuir com a construção de uma cultura onde a violência não tenha mais lugar central, seja onde exatamente nossa posição nos cabe: nós podemos inviabilizar a sacralização da violência, que passa pela divinização do sangue.

Uma contribuição importante da chamada Teologia Negra nos Estados Unidos foi denunciar o lugar central que a crucificação de Jesus tinha para o cristianismo. Neste lugar central, a cruz sempre teve um papel de relevância como um símbolo de sacrifício máximo, ao qual Jesus se submete (quase) voluntariamente. A compreensão equivocada da narrativa do “esvaziamento” de Jesus contida em Filipenses 2, transformou a crucificação em um auge do ministério de Jesus. O sacrifício foi necessário, e, como tal, perde a força de sentido como um instrumento de tortura e morte usado pelo poder, pelo Império, pelo estado, pelas autoridades, políticas, militares e religiosas para punir, constranger, eliminar, intimidar, executar e (consequentemente) fazer sangrar sujeitos considerados “ameaças”, corpos e presenças que eram um risco para a “ordem social”.

A Teologia Negra comparou a crucificação de Jesus ao linchamento de negros na sociedade racista e segregacionista dos Estados Unidos dos anos finais do século XIX e primeira metade do XX. Se, em algum momento da narrativa bíblica, o Deus de “perfil guerreiro” desaparece, condena o derramamento do sangue inocente e desagua na pessoa de Jesus de Nazaré como o Deus que é todo amor, com profunda ênfase na misericórdia e no perdão, deveria desaparecer nossa linguagem violenta sobre Deus (o “general”, o “Senhor dos Exércitos”, aquele a quem “a vingança pertence”, que recorre “a vara” para a correção, o Deus da “ira implacável”, aquele cuja ira “devorará os ímpios), dando lugar a compreensão plena do Deus que escolhe ser definido como amor.

No entanto, o sangue continua tendo lugar central na nossa cultura cristã, e, muito por isso, a compreensão da violência como recurso possível não nos deixa em paz. Se o sangue é necessário, a violência que provoca o seu derramamento também passa a ser. Tudo o que temos visto no comportamento social de nossas cidades, como o Rio de Janeiro, é a violência ocupar o lugar central. Tão central que a ideia de segurança pública passou a se resumir única e exclusivamente a “gestão da violência”.

A segurança pública deixou de ser a oportunidade que o público (a população, todas e todos) deveria ter de ter acesso a paz, aos bons tratos, aos serviços que funcionam para si e para os outros, de não ser coagido pelas necessidades extremas e nem pela pressão de ter mais e mais numa cultura social que prioriza o consumo e o privilégio. A segurança pública resume-se agora a “gestão da violência”.

Com efeito, espera-se que a violência sirva para punir violentos e ameaçadores de violência. Vai do linchamento do infrator que furtou o celular até as operações policiais que precisam dar como “saldo positivo” para a sensação de insegurança (seja lá o que for isso) a apresentação dos corpos pretos e pobres, devidamente incriminados, para que todos possam saber que acabamos de ter um criminoso a menos, um traficante a menos, um vagabundo a menos. A cultura do sangue derramado se espalha mesmo onde sangue (ainda) não foi derramado. Ter uma comunidade ocupada pela presença ostensiva de militares do Exército não é apenas a militarização da vida cotidiana, é o recurso da violência das armas que indicam que, a qualquer movimento estranho, o sangue será derramado.

Não há (e nem pode haver) poder no sangue. Nossa política pública de segurança, a resposta do poder para a violência, a ocupação dos territórios precarizados e desassistidos; a criminalização prévia dos corpos pretos e pobres; a militarização da vida cotidiana; as estratégias de auto defesa que clamam pelo porte de armas; a espetacularização midiática da violência que espalha mais medo e influencia nas respostas de soluções fáceis das autoridades visando calar a opinião pública; a circulação de armas nas favelas; o inacabável comércio de drogas ilícitas rodeado de violência e crueldade; as crianças que pulam corpos a caminho da escola.

Tudo está manchado de sangue. Tudo na sociedade está atravessado pelo sangue, e a igreja é uma voz que poderia desmistificar o sangue deste lugar simbólico sacrifical que é capaz de produzir algo de valor. Não pode.

Se continuar afirmando que há poder “no sangue de Jesus”, continuaremos abrindo margem suficiente para que os métodos usados para fazer Jesus sangrar até a morte tenha tido alguma utilidade para os planos de Deus. O que é o mesmo que dizer que Deus usa as mesmas armas da estrutura da morte, para vencer a morte. E até onde sabemos, na narrativa dos Evangelhos, a morte é vencida com a ressurreição. A cruz é arma do Império. A ressurreição é resposta de Deus, para dizer que a vida deve sempre vencer.

E, sejamos sinceros, com quem o corpo de Jesus se parecia na hora da morte. Sua pele escura, sua condição social precária, seu território pobre e militarmente ocupado, sua ascendência de um povo marcado pela escravidão, punido, sem oportunidade, sem justiça, vítima do medo e do desprezo. Isto mostra que, na cultura do sangue derramado e da violência (socializada e institucionalizada), raçaclasse e gênero continuarão sendo sempre os fatores decisivos para definir aqueles e aquelas cujo sangue continuarão a jorrar. E é por isso que precisamos denunciar este ciclo, desmistifica-lo. Não há poder no sangue.

Fonte: Texto de Ronilso Pacheco para o Portal das CEBs

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Maioria dos católicos e grande parte dos evangélicos pensa que “bandido bom é bandido morto”, diz pesquisa

Smoking gun lying on the floor, revolver

A crise de segurança pública que o brasileiro comum enfrenta há anos vem transformando a forma de enxergar a maneira como a Polícia age no combate ao crime, e atualmente, metade da população entende que é necessária uma ação mais enérgica, apoiando uma ação letal no confronto com criminosos.

Essa é a conclusão de uma pesquisa recente realizada pelo Ibope sobre segurança pública, uma das grandes bandeiras de campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e alvo de uma ação emergencial do presidente Michel Temer (MDB), que decretou uma intervenção na secretaria responsável pela área no estado do Rio de Janeiro.

A pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) foi realizada entre os dias 22 e 26 de fevereiro com 2.002 pessoas entrevistadas em todo o país, abordando temas espinhosos, como a morte de bandidos no confronto com as polícias. Os que “concordam” ou “concordam totalmente” com a frase “bandido bom é bandido morto” somam 50%.

Quando a pesquisa é analisada pelo parâmetro religioso, os dados mostraram que 52% dos católicos concordam com a frase, enquanto o número de evangélicos que pensam assim são 44%. Se o parâmetro for o sexo, 53% dos homens aprovam a tese, enquanto entre as mulheres a aprovação é de 45%.

Os entrevistados que se opõem totalmente a esse pensamento são 37% da população. No entanto, é possível que a pesquisa não tenha tido a abrangência necessária para um retrato um pouco mais fiel da percepção popular sobre o assunto. Uma enquete realizada pelo portal Correio 24 Horas mostra que 84% dos leitores que participaram do levantamento aprovam essa diretriz, contra apenas 13% dos que reprovam.

A informação sobre a pesquisa do Ibope foi revelada inicialmente pelo jornalista Lauro Jardim, colunista d’O Globo, e repercutida pelos demais veículos de imprensa.

Insegurança e desarmamento

Atualmente, a insatisfação da sociedade com a segurança pública vem fazendo a população debater de forma intensa e espontânea os benefícios e malefícios do Estatuto do Desarmamento, em vigor desde dezembro de 2003, época do primeiro mandato do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva.

No período em que o Estatuto do Desarmamento está em vigor, a renda média do brasileiro subiu 33,1%, o número de crianças matriculadas nas escolas chegou a 97,7%, e o orçamento do Ministério da Educação quadruplicou, saindo de R$ 33 bilhões em 2003 para R$ 136 bilhões em 2017. A tese dos defensores do desarmamento era que, com menos armas na rua, maior renda e maior investimento em educação, a violência cairia.

Mas o que aconteceu foi o contrário, de acordo com dados reunidos pelos especialistas em segurança pública Bene Barbosa e Flávio Quintela, no livro Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento, o que evidencia que há a sensação, por parte dos criminosos, de que sempre sairão impunes de assaltos, sequestros e outros crimes.

Em 2003, cerca de 48 mil pessoas eram assassinadas anualmente no Brasil, e hoje quase 15 anos depois da entrada em vigor da lei que dificulta a posse de arma, o número cresceu 20,7%, somando mais de 61,6 mil assassinatos por ano. Em termos de comparação, esse número é similar às vítimas da bomba nuclear lançada pelos Estados Unidos em Nagasaki, no Japão, durante a Segunda Guerra Mundial.

Nas redes sociais, ativistas contra o desarmamento vêm tornando públicos dados a respeito da discussão que são, geralmente, omitidos pela grande mídia. Um deles é Mateus Bandeira, que produziu um vídeo sobre o assunto, detalhando as informações e recapitulando fatos históricos ligados ao desarmamento da população, como durante os regimes de Josef Stalin, na União Soviética, e de Adolf Hitler, na Alemanha, que produziram dezenas de milhões de mortos.

Por outro lado, há dados de países que não possuem leis de desarmamento, como Canadá, Suíça e o Uruguai – vizinho do Brasil -, onde o índice de armas legais por habitantes é altíssimo, e os problemas de segurança pública são infinitamente menores.

Na Venezuela, que implantou um projeto de desarmamento civil similar ao brasileiro durante os governos de Hugo Chavez e Nicolás Maduro, o número de mortes é maior do que o registrado por aqui, com Caracas sendo considerada a capital de um país mais violenta do mundo.

Portal Gospel+

O Diabo, Lutero e o Protestantismo

Livro o Diabo, Lutero e o Protestantismo

O Diabo, Lutero e o Protestantismo retrata, com fidelidade e penetração, uma das épocas mais agitadas da igreja. Esta época é conhecida pela decadência que apresenta na história. Poucos, porém, conhecem de perto, e nos pormenores, a luta titânica, que a igreja sustentou contra os abusos e erros de Lutero e comparsas. Os católicos e até protestantes olham Lutero apenas através de curtas monografias, que nos mostram a sua revolta contra a igreja, mas não o situam no ambiente em que viveu.

Ficha técnica

  • Autor:
  • Número de Páginas: 282
  • Editora: Nebli
  • Idioma: Português
  • ISBN: 978-85-69098-13-3
  • Dimensões do Livro: 14 x 21 cm
  • Valo R$ 58,00
  • Loja: http://bit.ly/2sCzNPE
  • Para baixar o livro de

Pesquisando sobre o livro descobri que há um PDF dando sopa no submundo da internet e algum abençoado liberou o conteúdo para ser baixando sem custo. Clicando este link você poderá ter o material de forma digital. Volto a lembrar a comunidade que isso não é legal e não recomendo. Mas cada um é juízo de si e sabe o que faz. Fazer a aquisição do material ainda é a melhor opção, gera emprego e a economia. Mas livro é cultura, conhecimento… nesse casa tá liberado.

Introdução do livro

“O Diabo, Lutero e o Protestantismo” é o estranho título de um livro a nos contar uma história macabra. A princípio parece exagero a aproximação dessas três realidades. Mas não é, como o leitor chegará a verificar.

Do mesmo modo por que se entrelaçam e se completam numa só entidade o CRISTO, O PAPA E A IGREJA, como demonstrei noutro volume sobre esse título, também se ligam e se estreitam no diabo, Lutero e o Protestantismo. Assim como deixei provada a suave, harmoniosa e divina união entre Nosso Senhor, o Pontífice de Roma e a instituição de Pedro, tentarei, agora estabelecer a conexão flagrante e diabólica e as seitas ditas da reforma.

Não me acusem de deturpar as coisas, antes de manusearem com atenção o livro todo. Quem o ler logo estará convicto do fato.

Calúnia alguma assaquei ao protestantismo. Apenas tirei do olvido e frisei, com argumentos numerosos e seguros, a expressão viva de um acontecimento histórico e moral.

A vida de Lutero jaz num esquecimento inexplicável.

Por que razão um homem que revolucionou tanto o mundo, as consciências, as idéias e até a política, permanece de tal forma desconhecido, que mesmo os seus seguidores lhe ignoram os gestos? Como atinar com o sepulcral silêncio que envolve a existência desta curiosa personagem?

É muito simples a resposta. É que ele, a despeito do papel saliente desempenhado no mundo, é alguém cuja vida, moral e aspirações pessoais não sobressaíram pelo valor e predicados próprios, mas unicamente devido ao ambiente de degradação, sensualidade e revolta que o envolveram, nele se corporificando de forma tal a torná-lo o representante de sua triste época, o herói dos males reinantes de então.

Está patente que quem elevou a sublimou a personalidade de Lutero não foram as suas qualidades pessoais, senão os males morais de seu tempo. E isto se verá nestas páginas, onde o contemplaremos de acordo com o retrato a nós legado pela história imparcial e não como o representam lendas gratuitas e suspeitas.

Nada inventarei, aqui, pois a história, sendo a reprodução de realidades vividas e objetivas, não se forja assim de repente.

Consultarei autoridades antigas, historiadores sérios, católicos, protestantes, e até o próprio Lutero, apoiando-me sobre documentos que me possibilitarão reproduzir a feição histórica e moral da Reforma e dos reformadores.

Leitores delicados acharão, talvez, essa história um tanto dura e violenta. Têm razão. Apenas quero lembrar-lhes ser mister, na reprodução de cenas rudes, usar de termos correspondentes à realidade. Não se pintam quadros de guerra em tons amenos e pálidos, mas de maneira persuasiva e forte.

A linguagem predileta de Lutero pode ser qualificada furiosa desenfreada, apelando a cada passo para o demo, com que ele assegurou possuir relações estreitas. Não convinha modificar esse seu modo de falar, sob pena de alterar-se a fisionomia do autor.

Católicos e protestantes deverão ler atentamente este livro.

Para os primeiros ele será um relâmpago e para os segundos, um trovão. O relâmpago projeta claridade, o trovão faz tremer os mais valentes. Precisam os católicos de luz, para se precaverem contra o erro protestante; os protestantes necessitam de trovão, para acordarem do sono dos seus ensinos falhos.

Apesar de sua forma popular, este livro é um verdadeiro estudo, com argumentos sólidos, certos, tendo por mira somente mostrar a verdade.

O protestantismo, ao contrário, firma-se exclusivamente na ignorância da doutrina católica. Aí está porque os pastores protestantes proíbem com tanto rigor aos seus adeptos a leitura dos livros católicos, sabendo que a verdade, neles exposta, é bastante clara e contagiante para uma alma reta à procura da luz. Possa esse volume tornar conhecida esta verdade que com tanto fulgor se irradia da Igreja, luzeiro divino, em face da qual aparecem as falsidades do pretenso reformador e de suas multiformes denominações sectárias.

A Igreja Católica é o pleno dia da verdade; as seitas protestantes são a noite trevosa dos erros.

Mostrar essa luz, este dia, esta escuridão, salientando o bem a ser seguido e o mal a evitar-se, tal é a grande aspiração do autor.

Pe. Júlio Maria

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Áudio book

Se você não estiver afim de comprar o livro, nem de baixar o PDF e ainda tem preguiça de ler, eu tenho uma coisinha aqui que vai te ajudar. Selecionamos uma série de vídeos hospedados no YouTube que trata de um áudio book da obra e criamos uma playlist.

Segundo o que constamos, o áudio book é composto por 16 partes, mas só conseguimos encontrar 3 partes mais a introdução. Caso alguém consiga encontrar as outras partes, manda uma notificação aqui nos comentários.

Forte abraço a todos.

Saldo positivo do Congresso dos Gideões será aplicado pela Prefeitura em compras de camisetas de uniforme escolar

Congresso Gideões Missionários 2017

Valor é de R$ 300 mil. Anúncio foi feito esta semana pelo prefeito Elcio Kuhnen.

O saldo positivo do Congresso dos Gideões nos cofres da Prefeitura de Camboriú, de R$ 300 mil, será aplicado na aquisição de camisetas de uniforme escolar para os cerca de 14 mil alunos da rede municipal de ensino. O anúncio foi feito esta semana pelo prefeito Elcio Rogério Kuhnen. Ele explica que a compra de uniformes não estava prevista no orçamento da Prefeitura de 2017, por isso a decisão de aplicar os valores neste investimento. “Entendemos que esta seria uma boa destinação dos recursos, de forma a trazer melhorias para nossos alunos”, analisa.

A arrecadação em alvarás com o comércio instalado na cidade em virtude do Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora foi de R$ 513 mil. O secretário de Finanças, Fernando Garcia Junior, o Fernandinho, destaca no trabalho realizado durante o Congresso a mudança na forma de cobrança durante o fim de semana do evento. O pagamento do alvará foi feito via depósito bancário na conta específica para esse recurso e mediante fiscalização. Nesse período, um fiscal acompanhou cada solicitante até o banco e rubricou um comprovante de depósito, de forma que fosse auditado. “Não houve qualquer movimentação financeira dentro da Prefeitura”, ressalta ainda.

Para investimentos em infraestrutura, a Câmara de Vereadores de Camboriú aprovou a utilização de até R$ 320 mil pela Prefeitura. A definição do valor, esclarece o prefeito, levou em conta o projeto de 2016. Os gastos, porém, ficaram bem abaixo deste limite: o total foi de R$ 213 mil.

Prefeitura de Camboriú
Assessoria de Imprensa

Prefeitura de Camboriú divulga gastos e arrecadação durante o Congresso dos Gideões

Imagens do Congresso dos Gideões

A arrecadação com emissão de alvarás para o comércio temporário em virtude do Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora deve atingir os R$ 500 mil. É o que explica o secretário de Finanças, Fernando Garcia Junior. Dados prévios levantados pela equipe da Secretaria indicam uma arrecadação de R$ 481.062,10 – mas ainda não foram registrados nesta soma alguns pagamentos feitos no fim de semana.

O relatório prévio indica a emissão de 226 alvarás para ambulantes, 298 para pontos comerciais, 15 para estacionamentos e 18 para transporte. O secretário destaca que todos os pagamentos no fim de semana foram realizados por depósito bancário e que os recursos arrecadados foram destinados a uma conta específica.

Os investimentos realizados pela Prefeitura em infraestrutura para o evento somaram R$ 231.088,00 – valor bem abaixo do limite de gastos determinado por projeto de lei aprovado pela Câmara de Vereadores, que era de R$ 320 mil. “Fizemos todos os esforços para ter economia de recursos públicos, sem prejuízo para o evento”, explica o prefeito Elcio Rogério Kuhnen. Estes recursos foram empregados, por exemplo, no aluguel de banheiros químicos – 48 deles foram colocados em diferentes pontos da área central da cidade.

Além da locação de sanitários, integram a listagem de investimentos feitos pelo Município: alimentação e água para servidores a trabalho; locação de cadeiras; climatização e manutenções no ginásio; e locação de rádios de comunicação para os fiscais.

Congresso dos Gideões 2017

Mudanças para 2018

Os alvarás emitidos nesta edição do evento foram entregues aos comerciantes com um comunicado. Eles traziam que “a partir de 2018 serão aplicadas novas regras acerca da localização e funcionamento do comércio temporário no Gideões, bem como demais ações serão adotadas para a melhoria do evento. Assim sendo, no ano de 2018, os interessados deverão buscar as informações pertinentes junto à Prefeitura do Município, a fim de se adequar aos novos termos”.

O prefeito Elcio reforça esta necessidade de mudanças. “Sabemos que o evento precisa de algumas alterações, que não foram realizadas neste ano por falta de tempo hábil de debate. Fizemos as modificações que eram possíveis neste momento e vamos iniciar as conversas para realizar melhorias no ano que vem”, explica.

Elcio destaca também a dedicação dos servidores que atuaram na fiscalização e organização da infraestrutura. “Há uma necessidade de mudanças, mas não podemos deixar de destacar a dedicação de todos os servidores, que fizeram um grande trabalho durante todo o evento”.

Prefeitura de Camboriú
Assessoria de Imprensa

Trânsito em Camboriú será alterado para Congresso dos Gideões

Trânsito em Camboriú será alterado para Congresso dos Gideões

Mudanças serão realizadas entre os dias 27 de abril a 1º de maio e traçam rotas específicas para ônibus, automóveis e vans.

O trânsito em Camboriú será alterado de 27 de abril a 1º de maio devido à movimentação esperada para o 35º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora. Poucas mudanças foram implementadas em relação ao ano passado – uma delas é a proibição do estacionamento na Avenida Minas Gerais, que terá o acostamento liberado apenas para embarque e desembarque. Automóveis, ônibus e vans contam com rotas específicas para circulação durante o evento.

O diretor do Departamento de Trânsito (Demutran), Edemir Meister, explica que para possibilitar as mudanças, foi reservado um espaço para o estacionamento dos ônibus em terreno localizado na Rua Daniel Silvério, bairro Cedro – onde antes havia o Centro de Tradição Gaúcha (CTG). “A sinalização que indica o fluxo permitido para cada veículo durante os dias de evento já está em processo de colocação na cidade”, esclarece. As mudanças também podem ser conferidas no Mapa do Trânsito, divulgado pelo Demutran.

Meister explica que três postos de recepção para veículos serão montados nos principais acessos a Camboriú. O primeiro fica próximo ao bairro Taboleiro, na Avenida Santa Catarina, entre as ruas Imbuia e Guaramirim. No acesso via bairro São Francisco de Assis, o posto de recepção ficará na Praça Municipal Waldemar Florindo Vieira. O terceiro é o do bairro Rio Pequeno e estará na Rio Amazonas, em frente à escola Lucinira Melo Rebelo.

Outros dois postos para recepção e informação aos pedestres estarão disponíveis durante o Congresso: um na rótula entre a Avenida Santa Catarina e a Rua Gustavo Richard; e o outro na Avenida Minas Gerais, atrás do Ginásio de Esportes Irineu Bornhausen. Na Praça das Figueiras haverá uma central de informações aos visitantes.

Como nos anos anteriores, a área central da cidade fica fechada para veículos. Quem chegar em Camboriú pela Avenida Santa Catarina, vai entrar à direita na rótula – sentido Instituto Federal – e seguir pela Avenida Minas Gerais. Os moradores que precisam transitar nas áreas isoladas devem procurar a Secretaria de Finanças, com comprovante de residência atualizado, para retirar o passe livre que permitirá sua circulação. Até o dia 1º de maio, a Secretaria atende em horário estendido – das 9 às 21 horas – diariamente, inclusive no final de semana.

Fiscais do setor de Planejamento Urbano estarão em pontos estratégicos do município para orientar os motoristas a entrarem e saírem da cidade. Segundo o diretor Municipal de Trânsito, a fiscalização será feita pela Polícia Militar com o apoio do Departamento de Trânsito. “Contamos com a colaboração de todos para divulgar o Mapa e respeitar a sinalização”, encerra Meister.

Prefeitura de Camboriú

Ministério Público catarinense quer explicações sobre repasse de verba do governo aos Gideões

Gideões

MP/SC solicita explicações sobre repasse de R$ 400 mil do governo aos Gideões . Secretaria estadual de Turismo destinou verba pública para a realização do congresso missionário em Camboriú.

O Ministério Público de Santa Catarina exige que a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte comprove como será utilizada a verba de R$ 400 mil enviada pelo Governo do Estado para o Congresso de Gideões, que começou neste fim de semana em Camboriú.

A procuradora-geral adjunta, Cibelly Farias, requereu cópias de todos os documentos apresentados pela Associação Rádio Paz do Valle FM, organizadora do evento. Se contabilizado o recurso do município — que não é repassado diretamente à organização, mas investido pela própria prefeitura em infraestrutura — o evento evangélico recebeu cerca de R$ 720 mil de dinheiro público.

O congresso, ligado à igreja Assembleia de Deus, é realizado anualmente, sendo considerado o maior da América Latina. No ano passado a procuradora Cibelly Farias recomendou que o Estado e o município não fizessem repasses, por que o edital de liberação não especificava como seria aplicada a verba.

O MP explicou que deseja garantir que o dinheiro seja usado somente em infraestrutura turística, uma vez que o argumento do Estado e da prefeitura é que o evento atrai turistas. Caso entenda que a destinação do dinheiro não cumpre as regras, a procuradora poderá recomendar o não pagamento.

Fonte Clic RBS

Secretaria de Finanças tem horário estendido durante Congresso dos Gideões

Comércio no Gideões Missionários da Última Hora

Funcionamento será das 9 às 21 horas e visa atender ao aumento nas solicitações de alvarás.

A partir do dia 22 de abril, sábado, a Secretaria de Finanças começa a atender diariamente, inclusive nos fins de semana, das 9 às 21 horas, até o dia 1º de maio. O objetivo é proporcionar atendimento aos pedidos de alvarás temporários – para comércio em pontos fixos e ambulantes, áreas de estacionamento e veículos utilitários – que aumenta significativamente durante o Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora (GMUH). O secretário de Finanças, Fernando Garcia, salienta que o atendimento para outras finalidades segue em horário normal: de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas.

Quem vai trabalhar em ponto comercial temporário pode solicitar a emissão da guia de recolhimento do imposto mediante autorização do proprietário do imóvel. O valor varia de acordo com a metragem do local, partindo de R$ 1.050 para as áreas com até 20m². Interessados em alvará de estacionamento também deverão apresentar essa autorização.

Para os ambulantes, o valor do alvará é de R$ 450 – o documento é emitido em tamanho menor a fim de facilitar a fiscalização, já que é usado como identificação. Durante todo o congresso, 50 fiscais irão conferir a regulamentação dos comerciantes. Transportes utilitários também devem solicitar alvará para o período.

O secretário Fernando Garcia pede que os solicitantes fiquem atentos ao comunicado presente no verso de todos os alvarás: “Estamos comunicando que novas regras serão aplicadas, no que diz respeito à distribuição dos pontos de comércio temporário, a partir do ano que vem. Em 2018, os interessados devem buscar informação junto à Secretaria para se adequar aos novos termos”, explica.

Quaisquer dúvidas podem ser tiradas junto à Secretaria de Finanças, pessoalmente ou no telefone (47) 3365 9550. Nos dias do congresso, o acesso ao prédio da Prefeitura das 9 às 12 horas e após as 18 horas será pela porta lateral, para tratar de assuntos relacionados ao evento.

Prefeitura de Camboriú

Lista oficial de pregadores do Congresso dos Gideões 2017

Congresso dos Gideões Missionários 2017

Sábado, dia 22 de abril, inicia-se mais um grande evento cristão pentecostal, o 35º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora. Todos os anos no mês de abril, a cidade de Camboriú, recebe milhares de pessoas do Brasil e exterior para a realização deste importante evento cristão pentecostal.

Para o ano de 2017, o Pastor Reuel Bernardino, que assumiu a liderança da obra GMUH, após a morte do grande líder evangélico Cesino Bernardino,  escalou um grande exército de pregadores, 116 homens e mulheres, servos por Deus a ministrarão nos 10 dias o maior congresso pentecostal do mundo, que encerará no dia feriado do dia primeiro de maio.

Conheça os preletores, por ordem alfabética:

  1. Pastor ABILIO SANTANA – BA
  2. Pastor ABRAÃO DANIEL – MG
  3. Pastor ADÃO SANTOS – PA
  4. Pastor ALBERT FERREIRA – RJ
  5. Pastor ALEX GONSALVES – RJ
  6. Pastor ALEXANDRE BRITO – SP
  7. Pastor ALEXANDRE MARINHO – RJ
  8. Pastor ANDERSON PREDES – RN
  9. Pastor ANDERSON SILVA – SP
  10. Pastor ANDRÉ AZEVEDO – GO
  11. Pastor ANDRÉ LIRA – SP
  12. Pastor ANDRÉ MATHIAS – SP
  13. Pastor ANGELO GALVÃO – SP
  14. Pastor ANSELMO DANTAS – SP
  15. Pastor ANTONIO MOURA – SP
  16. Pastor ARLEY SANTOS – MG
  17. Pastor BRUNO HASSAN – RJ
  18. Pastor CARLOS CARDOZO – SP
  19. Pastor CARVALHO JR – SP
  20. Pastor CLAUDIO LUZ – SC
  21. Pastor CLAUDIO VIANA – PB
  22. Pastor CLEVERSON LACERDA – SP
  23. Pastor DANIEL WAGNER – SP
  24. Pastor DAVI FEITOSA – BA
  25. Pastor DAVI FERREIRA – SP
  26. Pastor DEIVID PATENTE (BETIM) – MG
  27. Pastor DIONE SANTOS – RJ
  28. Pastor DIVONCIR DE JESUS – USA
  29. Pastor EDUARDO MACEDO – CE
  30. Pastor EDUARDO REIS – SC
  31. Pastor EDUARDO SAMPAIO – USA
  32. Pastor ELIZEU RODRIGUES – GO
  33. Pastor ELSON DE ASSIS – RJ
  34. Pastor EMERSON MAGNO – MG
  35. Pastor ERICK PIRES – GO
  36. Pastor ERINALDO GOLVEIA – SP
  37. Pastor ERIVAN MAIA – PE
  38. Pastor EVALDO GODOI – GO
  39. Pastor EVERALDO SENNA – SP
  40. Pastor FABIO CRUZ – PA
  41. Pastor FABIO JR – GO
  42. Pastor FABIO ROBERTO – RJ
  43. Pastor FENANDO PERTERS – USA
  44. Pastor FERNANDO TEMER – SP
  45. Pastor GEAN MAX – RJ
  46. Pastor GELSON SANTOS – SP
  47. Pastor GIL DIAS (Timóteo) – MG
  48. Pastor GILMAR SANTOS – GO
  49. Pastor GILMAR SENES – SC
  50. Pastor GILVAN RODRIGUES – PB
  51. Pastor HAROLDO PAIVA – CE
  52. Missionária ISABEL FALCÃO – RN
  53. Pastor ISMAEL BARBOSA – SP
  54. Pastor ISMAEL MORAES – PR
  55. Missionária IZA REIS – BA
  56. Pastor JAIME ROSA – SC
  57. Pastor JOÃO VILMAR – SC
  58. Pastor JONATAS GASPAR – SC
  59. Pastor JOSE SANTANA – BA
  60. Pastor JOZÉLIO SOUZA – CE
  61. Pastor JULIO FAGUNDES – SP
  62. Pastor JULIO RIBEIRO – SP
  63. Pastor JUNIOR RAMOS – USA
  64. Pastor JUNIOR TROVÃO – RJ
  65. Pastor LEANDRO CORREIA – RS
  66. Pastor LORINALDO MIRANDA – PR
  67. Pastor LUCIANO DE JESUS – RJ
  68. Pastor LUCIANO LOBATO – RJ
  69. Apostolo LUIZ HENRIQUE – CE
  70. Pastor MANOEL DE BRITO – PB
  71. Pastor MARCO FELICIANO – SP
  72. Pastor MARINALDO ALVES – BA
  73. Pastor MATIAS SOARES – RJ
  74. Pastor MAURICIO FEITOZA – SP
  75. Pastor MAURÍCIO MACIEL – PB
  76. Pastor MAX SANDRO – CAMBORIÚ, SC
  77. Pastor MAXWEL ANDRADE – RJ
  78. Pastor MESSIAS DOS SANTOS – SC
  79. Missionária MILENA QUEIROZ – BA
  80. Pastor MIZAEL SANTANA – BA
  81. Pastor MOISÉS MARTINS – SC
  82. Pastor NAPOLEÃO FALCÃO – PB
  83. Pastor NIELSEN GONÇALVES – PR
  84. Pastor OSEIAS GOMES – PR
  85. Pastor OSVALDO MORALES – RJ
  86. Pastor RAFAEL PEREIERA – MG
  87. Pastor RENATO QUADRÉLI – SP
  88. Pastor ROBSOM SILVA – SP
  89. Pastor ROBSON ALENCAR – RJ
  90. Pastor RODRIGO GOMES – PA
  91. Apostolo RODRIGO SALGADO – SP
  92. Pastor RODRIGO TEODORO – SP
  93. Pastor ROGÉRIO BARROS – RJ
  94. Pastor RONIERE CARVALHO – SP
  95. Pastor SAMUEL COSTA – ES
  96. Pastor SAMUEL FERREIRA – SP
  97. Pastor SAMUEL GONSALVES – RJ
  98. Pastor SAMUEL MARIANO – AL
  99. Pastor SILVINO BEZERRA – SP
  100. Pastor SINESIO FILHO – PB
  101. Pastor SINOMAR ALVES – GO
  102. Pastor THIAGO GONSALVES – SP
  103. Pastor TIAGO MARANHÃO – MA
  104. Pastor VALMIR CARVALHO – SP
  105. Pastor VICTOR ORNELAS – USA
  106. Pastor WAGNER COSTA – CANADÁ
  107. Pastor WANDERLEY CARCELIANO – SP
  108. Pastor WELINGTON DE JESUS – GO
  109. Pastor WELINTON REIS – USA
  110. Pastor WELINTON SILVA – USA
  111. Pastor WELITON BISPO – SP
  112. Pastor WENDEL GONSALVES – GO
  113. Pastor WESLEY CARDOSO – PA
  114. Pastor WESLEY MOREIRA – GO
  115. Pastor WILTON MARQUES – PA
  116. Pastor YOSSEF AKIVA – SP

Os 116 pregadores revessarão ao logo dos 10 dias sendo pastores, conferencistas, missionárias e apóstolos, sendo 9 deles são catarinenses, 7 americanos, além de um canadense.

Ore, divulgue e participe!

Camboriú elabora protocolo sanitário e epidemiológico para promover saúde durante Gideões

35º Congresso dos Gideões 2017

Mutirões de combate à dengue iniciaram nesta sexta-feira com estratégias usadas na Copa do Mundo e Olimpíadas. Documento dita fiscalização para residências, comércios e ônibus.

Na manhã do dia 31, a equipe do Programa do Combate à Dengue de Camboriú realizou um mutirão de limpeza no cemitério do Centro em parceria com os agentes comunitários de saúde. O ponto é estratégico: fica próximo ao local em que centenas de pessoas devem circular durante o 35º Congresso dos Gideões. A ação recolheu 37 sacos de lixo do local, cuja limpeza já é realizada quinzenalmente.

Essa foi a primeira de uma série de atividades com objetivo de promover a saúde e prevenir doenças antes, durante e depois da recepção das 160 mil pessoas esperadas pela organização do evento. Todas essas ações estão previstas em um protocolo, que determina procedimentos a serem executados, e que foi elaborado em parceria com as diretorias de Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária do Estado.

A convite da Secretaria de Saúde, na quarta-feira, dia 29, reuniram-se na Prefeitura de Camboriú secretários municipais, vereadores e organizadores do Congresso dos Gideões – juntamente com os diretores de Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária do Estado. No encontro, foram traçadas medidas preventivas, já que o evento recebe pessoas vindas de diferentes países e estados do Brasil.

Uma das situações avaliadas é possibilidade à exposição de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, como dengue, zica e chikungunya. O supervisor de campo do Programa de Combate à Dengue, Fábio Murilo de Souza, conta que o risco está presente porque não temos a doença, mas temos focos de mosquito. “Diagnosticamos 74 focos de Aedes Aegypti em Camboriú. Mas não temos presença das doenças transmitidas por ele. Com a chegada das caravanas para os Gideões, corre-se o risco de que os mosquitos se contaminem”, explica.

Para evitar isso, o Programa de Combate à Dengue importou estratégias utilizadas na preparação do Brasil para a Copa do Mundo e as Olimpíadas – apresentadas pelos diretores estaduais durante a reunião do dia 28. A primeira delas foi o mutirão de limpeza do cemitério.

Para dar continuidade às ações da Operação pré-Gideões, como tem sido chamado internamente o protocolo, formou-se uma força conjunta entres as secretarias de Saúde, Agricultura, Defesa Civil, Fundação Camboriuense de Gestão e Desenvolvimento Sustentável (Fucam), Bombeiros e 10 técnicos em endemia do Estado de Santa Catarina. Essa equipe inicia na segunda-feira a fiscalização da região de entrada do bairro Taboleiro – que é um dos principais acessos à cidade.

Cerca de 600 residências serão vistoriadas na área. A vistoria contempla eliminação dos focos de reprodução do mosquito, fechamento de caixas d’água e recolhimento de materiais abandonados em terrenos, como televisores e pneus, que podem acumular água parada. “Feito o mutirão na entrada do Taboleiro, passaremos para o bairro Lídia Duarte e região central de Camboriú, nos arredores da sede dos Gideões, em que 144 quarteirões serão vistoriados pela equipe”, explica o supervisor de campo Fábio Murilo.

Além da Vigilância Epidemiológica, que trata de doenças contagiosas como a dengue, o protocolo da Saúde contempla ações de Vigilância Sanitária. Uma delas é a fiscalização dos ônibus que trazem visitantes à cidade. O secretário de Saúde Ronnye Peterson dos Santos explica que será cobrada a desinfectação dos dejetos desses veículos, que terão seus banheiros lacrados pela Vigilância durante a estada em Camboriú.

A Secretaria da Saúde também cobrará curso de boas práticas em manipulação de alimentos para todos os comerciantes de alimentos nos Gideões. O curso é oferecido gratuitamente pela Secretaria durante todo o mês de abril. A inscrição deve ser feita na sede da Secretária de Saúde, no setor da Vigilância Sanitária, localizado na Rua Curitiba, s/nº, anexo à Policlínica, com horário de atendimento de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas. O interessado deve estar munido do documento de RG e comprovante de residência.

No dia 6 de abril, as diretorias de Vigilância Epidemiológica e Sanitária do estado retornam a Camboriú para concluir o protocolo sanitário deste ano. Segundo o secretário Ronnye Peterson, não foi possível fazer um grande mudança estrutural no mapa do Congresso ainda em 2017. Para o ano que vem, no entanto, o protocolo da Saúde também determinará uma área exclusiva de alimentação, “para promover um fluxo sanitário saudável”, explica.

O secretário também pede que toda a população elimine, em suas residências e comércios, pontos de acúmulo de água parada que servem de criadouro para o Aedes Aegypt. Bem como, que os comerciantes de alimentos não deixem de participar do curso de boas práticas em manipulação de alimentos. Ele entende que promover a saúde comunitária é tarefa de todos os membros da comunidade: “Estamos cumprindo um protocolo rigoroso para garantir a segurança de todos, mas entendemos que cada pessoa, em seu espaço privado, é responsável por impedir que o mosquito se reproduza. E que cada empresário tem responsabilidade sobre a qualidade do produto que comercializa”, finaliza.

Prefeitura de Camboriú
Assessoria de Imprensa