Vendo um terreno na Rua Modesto Vargas, no Centro de Ilhota

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Casa do dcvitti

Casa do dcvitti está a venda!

Então pessoal… eu e a minha Rose decidimos por nossa casa, nosso único imóvel valioso à venda e pretendemos abrir uma régua de negociação com os interessados.

Nosso imóvel fica situado na Rua Modesto Vargas, 229, no Centro de Ilhota, área nobre da cidade e bem pertinho de tudo… pertinho do supermercado, da padaria, da farmácia, posto de combustível, da unidade básica de saúde, do ponto de ônibus, dos bancos, da prefeitura, das igrejas e dá pra ir à pé para a escola das crianças. A rua é asfaltada, os principais serviços de telefonia e internet de banda larga com fibra óptica passam por lá. Os serviços públicos de limpeza, coleta de lixo e água funcionam perfeitamente. Futuramente, irá se instalar a agência do Banco do Brasil na rua e o imóvel fica bem em frente do banco. A localização é uma excelente área comercial crescente, um baita ponto para o futuro investidor. Ah! O terreno é todo murado e cercado por ótimos vizinhos.

O imóvel possui uma área de 287,70m², medido 11x26m. De acordo com avaliação do setor de tributação da Prefeitura de Ilhota, o terreno nesta região, para o cálculo do ITBI está avaliado em R$ 175,00/m².

Diante da política fundiária do município, da ótima localização e pela super valorização dos imóveis na cidade, provenientes dos últimos 10 anos, estamos iniciando a negociação no valor a partir de R$ 260 mil.

Não temos a escritura pública do imóvel, mas o terreno é escriturado. O terreno está numa longa disputa e sem fim de um inventário que nunca se conclui. Possuímos apenas o contrato de compra e venda. O procedimento a ser adotado para ter a posse legal da propriedade é através do usucapião, mas não prosseguimos por falta de investimento orçamentário para custear todo o processo.

Caso deseje estabelecer um diálogo, estamos abertos a negociação. Para facilitar a comunicação disponibilizo meu contato telefônico 47 99938-3519 habitado para os principais aplicativos de conversação. Basta clicar neste link e iniciar a conversa via WhatsApp bit.ly/VendoTerrenoNaRuaModestoVargas, ou via e-mail pelo endereço vendoumacasanaruamodestovargas@gmail.com.

Neste link, disponibilizamos a localização no Google Street View. Basta apenas clicar em http://bit.ly/VendoCasaRuaModestoVargas.

Espero que possamos fazer um bom negócio, pois a proposta é imperdível!

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Casa do dcvitti no Google Street View

Alo, alô papa-terras… entenda mais sobre usucapião

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A palavra usucapião origina-se do latim usucapio, que significa adquirir pelo uso, ou seja, após utilizar algo por muito tempo o usuário acaba conquistando o direito à propriedade do bem em questão. “Dessa maneira, a usucapião é um modo de aquisição de propriedade e de outros direitos reais (usufruto, uso, habitação, enfiteuse, servidões prediais, etc) pela posse prolongada da coisa (bens móveis e imóveis) com a observância dos requisitos legais”, explica o registrador civil e nortário, Adriano Álvares.

No caso de usucapião de imóvel, o especialista explica que a pessoa que detém a posse qualificada do bem por 15 anos, agindo como dono, adquire a coisa como sua (proprietário), mesmo sem título (sem escritura, por exemplo), desde que nesse período o antigo proprietário ou seus herdeiros não tenham se manifestado contra a posse qualificada da pessoa. Além disso, há outros prazos para a aquisição pela usucapião, através de suas outras espécies. “Com a usucapião, o usuário terá declarado o direito de ser proprietário, conseguindo no linguajar popular a ’escritura‘ do imóvel”, conta Álvares.

Com a sanção do novo código de processo civil, as leis acerca desse assunto também sofreram alterações. Como o artigo 216-A, do CPC, que propõe celeridade a esses casos.

O que diz o artigo

“Sem prejuízo da via jurisdicional, é admitido o pedido de reconhecimento extrajudicial de usucapião, que será processado diretamente perante o cartório do registro de imóveis da comarca em que estiver situado o imóvel usucapiendo, a requerimento do interessado, representado por advogado, instruído com:

I – ata notarial lavrada pelo tabelião, atestando o tempo de posse do requerente e seus antecessores, conforme o caso e suas circunstância.

II – planta e memorial descritivo assinado por profissional legalmente habilitado, com prova de anotação de responsabilidade técnica no respectivo conselho de fiscalização profissional, e pelos titulares de direitos reais e de outros direitos registrados ou averbados na matrícula do imóvel usucapiendo e na matrícula dos imóveis confinante.

III – certidões negativas dos distribuidores da comarca da situação do imóvel e do domicílio do requerente.

IV – justo título ou quaisquer outros documentos que demonstrem a origem, a continuidade, a natureza e o tempo da posse, tais como o pagamento dos impostos e das taxas que incidirem sobre o imóvel.”

Segundo Álvares, tal artigo relaciona-se ao fenômeno da desjudicialização ou extrajudicialização do direito, caracterizada pelo deslocamento de competências do Poder Judiciário para órgãos extrajudiciais, notadamente as serventias notariais e registrais, com o objetivo de agilizar a atividade jurisdicional.

“O instituto facilita ao possuidor a aquisição de propriedade imobiliária fundada na posse prolongada. Basta que o advogado apresente um requerimento instruído com uma ata notarial, planta e memorial descritivo do imóvel, além de certidões negativas e outros documentos no cartório de registro de imóveis da localidade do imóvel”, explica o especialista.

Fonte: Artigo de autoria de Rafael Siqueira, publicado no JusBrasil

*Conteúdo produzido pela LFG