Aprenda com os melhores fotógrafos do mundo

Aprenda com os melhores fotógrafos do mundo com Altair Hoppe, iPhoto Editora

Finalmente um congresso para colocar sua fotografia em outro nível. Bem-vindo ao PhotoWeek!

Seu trabalho está parecido com o de seus concorrentes? Você quer colocar sua fotografia e sua carreira em outro patamar? Se a sua resposta for sim, chegou a hora de você participar de algo realmente novo, transformador e inédito no Brasil. Acesse www.PhotoWeek.com.br e conheça essa novidade.

Um congresso criado por Altair Hoppe, referência na organização de eventos de qualidade em conteúdo, seleção de palestrantes e carinho com os congressistas. Agora você tem um congresso com foco em qualidade e não em quantidade.

Nos últimos anos ouvimos centenas de fotógrafos dizendo: “Altair, precisamos de um novo congresso nacional sem chororô, sem palestrante ficar contando a sua vida ou mostrando o seu portfólio durante a palestra inteira. Queremos aprender as técnicas para iluminar, dirigir, compor nossas fotos e também como vender nossos ensaios e eventos. Precisamos de conteúdo de qualidade, sem enrolation”.

De tanto ouvir isso, Alta sentiu que era hora de criarmos algo para elevar o nível dos congressos de fotografia no Brasil. De fazer um congresso, onde a quantidade de congressistas ou de palestrantes não fosse o mais importante, mas sim, a qualidade dos palestrantes e a qualidade do conteúdo das palestras.

Bem-vindo ao PhotoWeek

photoweek logoCom a grande quantidade de fotógrafos no mercado ficou muito mais difícil estar um passo a frente dos seus concorrentes, seja na estética das fotos ou nas estratégias de vendas e marketing. Seu trabalho está parecido com de seus concorrentes? Você quer colocar sua fotografia e sua carreira em outro patamar? Se a sua resposta for sim, chegou a hora de você participar de algo realmente novo, transformador e inédito no Brasil!

No Brasil existem mais de 150 mil fotógrafos. E apenas 1% terá a oportunidade de participar do PhotoWeek e aprender as novas tendências e técnicas de iluminação, composição e direção de noivos e casais usadas na Europa e nos EUA para fazer fotos e ensaios inovadores e impactantes, que vão tornar o seu trabalho algo único na sua cidade, região ou estado.

Depois de aprender a fazer fotos incríveis no PhotoWeek, você precisa vender bem o seu trabalho, mas seu Instagram não bomba? Seu Facebook não tem engajamento? O seu site não atrai clientes? Você não consegue aumentar o preço dos seus álbuns? Se você tem dificuldades para transformar sua fotografia em um negócio de sucesso, participe também do Inside, o primeiro congresso de vendas e marketing para fotógrafos no Brasil. No Inside você vai aprender como atrair mais clientes e vender muito mais pelo seu Instagram, Facebook, Site e Google, melhorando suas estratégias de atendimento, vendas e divulgação.

Palestrantes do PhotoWeek

E quem serão os palestrantes? Altair Hoppe e o curador Vinícius Matos selecionaram os fotógrafos premiados entre os melhores do mundo vindos de 7 países (Estados Unidos, França, México, Polônia, Romênia, Coréia do Sul e Brasil) para compartilhar suas técnicas e segredos para fotografar noivos, casais, ensaios e casamentos.

Mais informações em www.PhotoWeek.com.br.

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Alguns filmes mais atuais em versão VHS

VHS

Os maiores filmes atuais em versão do vintage como VHS. Trabalho magnífico. Então, isso ainda existe e é uma proeza criado por offtrackoutlet que cria VHS funcional dos maiores sucessos do momento do mundo do cinema. A oportunidade de descobrir como Star Wars, Interstellar, The Revenant ou Deadpool, em uma qualidade inigualável, devolvendo-lhe o charme do pré DVD. Veja mais em sua conta no Instagram. Confira algumas imagens do trabalho.

Filme em VHS Filme em VHS Filme em VHS Filme em VHS Filme em VHS

Aprender fotografia agora é play! iPhoto Play, o mais novo projeto da iPhoto Editora está no ar

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iPhoto EditoraA iPhoto Editora tem o prazer de anunciar o lançamento do iPhoto Play – a mais moderna e inteligente plataforma de cursos online de fotografia do Brasil.

Na era do WhatsApp, Facebook, NetFlix e Instagram, a velocidade se tornou indispensável para todos nós. Queremos estar antenados em tudo, a toda hora. Com algumas exigências importantes! O acesso precisa ser rápido, simples econômico. Não podemos perder tempo!

E como você aprende fotografia hoje? Você acha o formato muito cansativo e demorado? Nós também. Por isso, o iPhoto Play é uma revolução. Agora você aprender fotografia em alguns minutos ou em poucas horas pelo seu celular, tablet ou computador, 24 horas por dia.

Quer ver como funciona? Quer aprender e assistir algumas dicas? Então, acesse agora: www.iphotoplay.com.br.

Abraços e bom play!

Blog do Planalto atinge 300 mil usuários no Twitter e eu sou um deles

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A conta do Blog do Planalto no Twitter chegou aos 300 mil seguidores nesta segunda-feira (30). Criado em junho de 2009, o perfil intensificou sua atuação a partir da criação do Gabinete Digital da Presidência da República, em 2013, concomitante ao lançamento dos outros canais do Palácio do Planalto nas redes sociais, como a página no Facebook e o perfil no Instagram.

Em cerca de 28 mil tuítes, já foram registradas as principais agendas oficiais da presidenta Dilma Rousseff, encontros com chefes de Estado, lançamento de programas, inauguração de grandes obras, pronunciamentos à nação, além de falas de ministros e entrevistas com brasileiros que protagonizam os avanços sociais vividos pelos Brasil nos últimos anos. No canal também são divulgadas todas as matérias do Blog, assim como as notas emitidas pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

😀

Vai ver ou vai filmar? Tecnologia demais também atrapalha

Sábado, dia 28, fui ao show do antigo integrante da banda Los Hermanos Rodrigo Amarante e, antes mesmo de a música começar, um ataque furioso de flashes conseguiu interromper o cantor. Sorrindo, ele baixou o violão e repetiu uma pergunta que fizera em apresentações anteriores: “Vai ver ou vai filmar?”

A questão é oportuna e me levou pela primeira vez a encarar tão de perto um movimento que tenho acompanhado de longe: a birra de artistas com a nova forma de se assistir a shows. Se antes íamos a casas de espetáculo pelo espetáculo, hoje vamos pelo registro, pela foto/vídeo de Instagram que vai ser publicada no Facebook e gerar likes, comentários e prestígio.

Passei por algo assim no MoMA. Visitei o museu na mesma época em que ele exibia o quadro O Grito, de Edvard Munch, mas quase fiquei sem ver a obra porque ela foi rodeada por câmeras, celulares e tablets furiosos. A maioria dos visitantes não parou por um minuto sequer em frente ao quadro, bastava a foto ficar boa para saírem de perto.

Por ter lidado com situações semelhantes, o fotógrafo carioca Fabio Seixo criou um projeto chamado Photoland. Em cidades como Rio de Janeiro, Londres, Paris, Nova York, Roma, entre outras, ele clicou pessoas que tiravam fotos de monumentos, locais ou obras famosas, sem levar em conta que talvez estivessem perdendo a chance de efetivamente vivenciar aquilo.

Outro exemplo de protesto em relação a isso é uma série de fotos tiradas pelo escritor norte-americano Tao Lin. Ao visitar Taipei, no Taiwan, ele registrou várias pessoas que não conseguiam desgrudar os olhos da tela de seus gadgets e deu a essa série o nome de “Geração Cabisbaixa” – o que faz sentido, já parou pra pensar em como ficamos quando olhamos para o celular?

Tem mais: há alguns meses falamos aqui no Olhar Digital sobre um jornalista de tecnologia norte-americano que resolveu passar um ano longe da internet para se “desintoxicar”. Noticiamos ainda que o próprio Twitter recomendou que seus usuários esquecessem a rede no Dia das Mães. Existem correntes que defendem até o fim das notificações sociais nos smartphones.

Voltando ao meu sábado. É engraçado pensar que, embora eu fosse o único entre meus amigos que efetivamente defende a tecnologia – afinal, eu trabalho falando dela -, fui dos poucos que respeitaram o pedido do cantor e aboliram o uso da câmera durante sua apresentação. Meu ponto, defendido por todo esse pessoal que citei aí em cima, é simples: use sem abusar. Quer tirar a foto? Tire e acompanhe o show. E você nem sempre precisa filmar o que já está vendo.

A tecnologia está aqui para facilitar a vida e não para nos transformar em robôs. A câmera de seu celular te ajuda a eternizar momentos que você efetivamente viveu; a web do smartphone te ajuda a se manter conectado, não é preciso olhar para ele sempre que o Facebook te chamar; e a internet, em si, é infinita, não tente acompanhar tudo o que aparece nela porque você vai acabar ficando desinformado – escolha o que mais te agrada e entenda daquilo, já é o suficiente.

Com: CartaCapital e Vice.

Colocando o Facebook no seu lugar

Facebook

Por Alexandre Gonçalves*

A partir de hoje não trabalho mais para Facebook. Ou seja, tudo o que quiser dizer ou compartilhar terá como fonte o Coluna Extra e não mais o próprio Facebook com a publicação de posts por lá.

A decisão não é só baseada na minha preferência pelo Twitter e na minha convicção de que rede social – o Facebook, em especial – é meio e não fim (é ponte para gerar acessos e comentários na página da qual o usuário é dono ou para a qual trabalha). É também porque as coisas andam um tanto quanto chatas demais por lá pelo conteúdo e pelas mudanças técnicas que colocam em evidência algumas postagens igualmente xaropes. É repetição atrás de repetição.

Sendo assim, tudo o que vocês, meus colegas de Facebook, costuma(va)m acompanhar lá nomeu perfil, poderão conferir aqui no blog. Espero que mereça o prestígio de vocês. Usarei o Facebook para mandar meus links para lá – via perfil e fanpagens do blog e do Rock SC-, usar o messenger e os grupos que são duas ferramentas de trabalho e compartilhar postas de outros sites e blogs, principalmente os que seguirem o mesmo modelo, de divulgação de links.

Continuarei no Twitter e no Instagram apostando em conteúdo rápido e rasteiro, incluindo minhas cornetagens em dias de jogo do Avaí.

* Artigo de Alexandre Gonçalves, postado no Coluna Extra em 9/02/2013 10:47:00 PM onde recebo,via e-mail, todas as suas atualizações

Cadê a faixa que estava aqui?

Greenpeace - Cadê a faixa de pedestre que estava aqui?

A cidade de São Paulo amanheceu com um desafio para a prefeitura: preencher os “espaços vazios” das faixas de pedestre apagadas por recapeamento ou degradadas pelo tempo. Nossos ativistas pintaram faixas tracejadas durante a madrugada, protestando pela necessidade de maior vigilância e ações do governo que assegurem os direitos do pedestre. A atividade faz parte da campanha #Cadê?, que questiona o andamento da elaboração dos planos de mobilidade em todo o país.

O protesto destacou seis faixas em situações inadequadas para travessia. De hoje até domingo grupos de voluntários organizarão atividades também em outras sete capitais (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Manaus, Recife, Brasília, Salvador) com a aplicação de “curativos” em calçadas malconservadas e que ofereçam risco aos pedestres.

Melhorar a mobilidade urbana de uma cidade significa proporcionar às pessoas deslocamentos seguros, confortáveis e em tempo razoável, possibilitando a escolha de um meio que atenda a esses critérios e seja bom para a sociedade e para o meio ambiente.

Você também pode participar via Instagram, Facebook e Twitter: tire uma fotos dos buracos que você encontra pelo seu caminho e compartilhe usando a hashtag #BuracosdoBrasilParticipe e saiba mais aqui.

PS: Junte-se a nós, faça parte do nosso time e ajude a mudar a realidade das capitais brasileiras.

Conheça 7 redes sociais que devem surpreender em 2013

Redes sociais

Lista traz serviços com funções que chegam a ser surpreendentes.

Já que 2012 parece ter sido mesmo o ano do Instagram – apesar de o serviço ter surgido em dezembro de 2010 -, qual será a revelação de 2013, no segmento de redes sociais? A Forbes, que costuma divulgar listas sobre temas variados, fez suas apostas.

São sete aplicativos e o primeiro é o Pheed, que tem uma ideia arrojada sobre como deve funcionar a privacidade numa rede social: se você quer apreciar meu conteúdo, pague por isso. É simples, usuários desembolsam entre US$ 1,99 e US$ 34,99 por mês e, assim, podem acompanhar certas publicações de certos usuários. A rede já faz algum sucesso entre celabridades – como Miley Cyrus e Paris Hilton.

Depois aparece o Thumb, que usa o crowdsource para ajudar os indecisos. Funciona assim: se você vai sair e não sabe qual roupa usar, basta fotografar as peças e deixar que os outros decidam. A Forbes destaca que o nível de engajamento no Thumb impressiona, segurando usuários por, em média, quatro horas ao mês.

A seguir vem o Medium, sobre o qual já falamos aqui no Olhar Digital. É um mix de redes sociais encabeçado pelos criadores do Twitter. Por ora disponível apenas a convidados, o site tem foco no conteúdo e tenta se afastar um pouco das efemeridades das redes convencionais.

Chirpify, o próximo da lista, levou às mídias sociais o conceito da Amazon de 1-Click payments. Você oferece alguma coisa pelo Twitter ou Instagram (roupas, álbuns, ingressos etc.), então o interessado responde com a palavra “buy” (comprar) e pronto, está vendido. Sem cartões de crédito, sem carrinhos, toda a operação é conduzida pela conta do Twitter.

Já a proposta do Flayvr é organizar fotos e vídeos capturados pelos smartphones. Tudo é dividido em pastas por data, localização e evento – casamento de João e Maria na Bahia em janeiro, por exemplo. Pode-se compartilhar as informações em redes sociais e até montar páginas em HTML5 com o conteúdo.

Compartilhamento de arquivos por áudio é o que faz o Chirp. Imagine trocar fotos, vídeos ou mensagens sem precisar de Bluetooth ou e-mail, basta usar uma frequência específica tocada por 2 segundos e os aparelhos habilitados baixam o conteúdo auitomaticamente. O detalhe é que dá pra amplificar isso usando, por exemplo, caixas de som; assim várias pessoas podem fazer download ao mesmo tempo.

Por último ficou o Conversations, recurso do já conhecido HootSuite que leva o conceito de redes sociais ao meio corporativo. É como se fosse um grupo do Facebook em que é possível conversar e trocar informações com pessoas de seu trabalho, separando inclusive por departamento.

De quantas mídias sociais você precisa?

Redes sociais

Recebo diariamente as atualizações do blog Coluna Extra assim como participo do fórum da rede via e-mail, e como de costume, republico os artigos em minhas redes.  A seguir, o blog  reproduz o texto que guia minha conversa com os alunos. Logo abaixo, publico o power point que fiz com dicas e sugestões de leitura.

Comunicação Digital: rotina de trabalho com mídias sociais

O uso de mídias sociais associado ao trabalho de comunicação social tanto na esfera pública quanto na empresarial passa por uma reflexão: De quantas mídias sociais você precisa?

A resposta para esta pergunta depende do tipo e da quantidade de informação produzida e da infraestrutura disponível para dar conta da tarefa. Sem esquecer que blog também é uma mídia social, Twitter e Facebook seguem como as mais relevantes.

Para que serve o Twitter? Notícias, texto, urgência, agilidade, monitoramento, SAC, interação, distribuição, seguidores.

Para que serve o Facebook? Promoção, imagens, compartilhamento, curtir, lançamentos, relacionamento, amigos. O crescimento do Facebook não mexeu com o Twitter, que ainda é destaque principalmente por causa da sua facilidade de medir e exibir os assuntos mais relevantes via Trending Topics. No Facebook, a relevância costuma ser medida pelo número de compartilhamentos, “curtir” e comentários. Muito em função dessas características, o Orkut ficou para trás.

O Orkut praticamente só “deu certo” no Brasil e na Índia e nunca foi “adotado” de verdade pelo Google. Mas depois de algumas tentativas que deram em nada, como Google Wave e Google Buzz, o Google lançou o Google+, que até agora não emplacou. Fica a pergunta: vale apostar no Orkut e no Google+? Uma outra questão importante sobre o uso das mídias sociais: resista ao impulso de entrar em uma nova mídia social assim que for lançada. “Todos pira” sempre que aparece uma novidade, mas antes de começar a usar, avalie.

Ser o primeiro pode não ser a melhor estratégia. O tempo ajuda na decisão e, mais do que isso, ajuda a estudar a forma mais criativa e inovadora de usar a mídia social. Neste contexto, dois exemplos de novas mídias sociais para observar:

Instagram: consolidada e fortalecida com venda para o Facebook e chegada ao Android. Pinterest: ainda em fase de estudo. Corre o risco de virar “mídia cult” e não mídia segmentada.

Veja apresentação completa.