Trump quer fazer o quê??

Trump

Dentro de poucos dias, o presidente Trump poderá retirar os EUA do Acordo Climático de Paris! A única maneira de evitar sua saída é ter certeza que outras seis potências globais, que também assinaram o acordo, sejam um obstáculo.

Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Reino Unido se encontrarão na cúpula anual do G7. Todos os líderes, com exceção de Trump, comprometeram-se em proteger o Acordo, mas isso não garante que eles resistam à pressão que Trump pode exercer durante as reuniões de bastidores. Por isso, temos que expor esse absurdo e dizer: nem a pau!

Esse acordo é nosso. Ele foi assinado por 197 países e não podemos permitir que Trump o destrua. Clique para exigir que os líderes protejam o Acordo e compartilhe com todo mundo: Diga aos líderes do G7 para proteger o movimento global pelo clima.

Pesquisas recentes mostram que o planeta está aquecendo ainda mais rapidamente do que se sabia na época em que assinaram o Acordo Climático de Paris. Temos que agir depressa contra as mudanças climáticas, sem perder um minuto sequer com a ignorância de Trump e sua obsessão com os combustíveis fósseis.

Urso polarAlemanha, Itália e França disseram que vão continuar lutando pelo clima. No entanto, os primeiro-ministros do Canadá, Justin Trudeau, e do Reino Unido, Theresa May, estão dando sinais assustadores de que podem se curvar perante o Trump. Por isso é crucial reivindicar que todos os seis líderes se comprometam em respeitar as metas do Acordo de Paris independentemente da permanência ou não dos EUA, e que Trump sofra consequências caso siga adiante com seu plano.

Se divulgarmos ao máximo esse caso e colocar o peso da decisão sobre os outros líderes do G7, eles podem se sentir responsáveis e se comprometer ainda mais com o combate às mudanças climáticas. Vamos provar a Trump e seus comparsas a favor dos combustíveis fósseis que se colocarem nosso planeta em perigo, nosso movimento irá revidar e seguiremos em frente. Diga aos líderes do G7 para proteger o movimento global pelo clima.

Tudo o que amamos está em perigo. Lutamos durante anos para que acordos climáticos fossem aprovados e agora, por causa do Trump, estamos sob ameaça de perder tudo. Isso não pode acontecer. Para impedi-lo, será necessário ação coletiva com a participação de cada um de nós. Vamos nos manter fortes e unidos para proteger nosso futuro.

Com esperança e determinação, Alice, Iain, Marigona, Nick, Fatima, e toda a equipe da Avaaz.

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Medalhas da Tóquio 2020 serão feitas com ouro e prata de lixo eletrônico

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Emblemas das Olimpíadas e Paralimpíadas de 2020, que acontecem em Tóquio, no Japão. Imagem: Comitê Organizador Tóquio 2020.

Autoridades japonesas anunciaram recentemente que todas as medalhas dos Jogos Olímpicos de 2020 serão feitas a partir da reciclagem de metais preciosos encontrados no lixo eletrônico do Japão. O ouro e a prata recuperados de aparelhos descartados no país equivalem, respectivamente, a 16% e 22% de todas as reservas do mundo.

Anualmente, mais de 20 milhões de toneladas de resíduos chamados “e-waste” — material de celulares, computadores e televisores, bem como de outros eletrônicos jogados fora — são produzidas anualmente. Apenas 40% desse volume é reciclado. O restante é despejado em aterros. Em 2013, o Japão gerou uma quantidade de lixo eletrônico equivalente a 17,3 quilos por habitante.

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) apoia e incentiva Estados-membros a reduzir e reciclar a quantidade de “e-waste” produzido no planeta, com propostas de políticas públicas e parcerias com o setor privado voltadas para a gestão sustentável dos resíduos. O organismo vinculado às Nações Unidas também conta com uma agenda própria que prevê a redução pela metade do volume total de lixo eletrônico até 2020.

Além de mitigar os impactos ambientais da revolução digital, o manejo adequado do “e-waste” também pode gerar novas oportunidades de crescimento econômico. A demanda global por serviços de processamento de lixo eletrônico deve passar de 17 bilhões de dólares — valor verificado em 2015 — para 58 bilhões em 2021.

Uma pesquisa recente do Greenpeace com 6 mil consumidores dos Estados Unidos, China, México, Rússia, Alemanha e Coreia do Sul revelou que 80% deles querem que seus smartphones durem e sejam fáceis de consertar.

Mais da metade do mesmo público gostaria que os produtores lançassem menos modelos novos de celulares e fizessem mais para reciclar aparelhos antigos. O desafio em lidar com as toneladas de resíduos eletrônicos já tem provocado mudanças institucionais e legislativas em alguns cantos do mundo.

Uma diretiva da União Europeia que entrou em vigor em 2016 exige dos Estados-membros que coletem 45% do equipamento eletrônico vendido. Até 2019, a meta deve ser elevada para 65% dos aparelhos vendidos ou 85% do lixo elétrico ou de equipamentos eletrônicos.

Fonte: ONU Brasil

Dilma abre a Copa das Confederações e Brasil vence Japão na estreia

A presidenta Dilma Rousseff abriu oficialmente a Copa das Confederações 2013, na tarde deste sábado (15), antes da partida entre Brasil e Japão, no Estádio Nacional de Brasília. (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

No recém inaugurado Estádio Nacional Mané Garrincha, neste sábado (15), a presidenta Dilma Rousseff deu por iniciada a Copa das Confederações 2013, com a partida inaugural tendo a vitória do Brasil sobre o Japão, pelo placar de 3 a 0.

A competição ainda conta com a participação dos selecionados da Espanha, campeã do mundo; Itália, vice campeã da Europa; México; atual vencedor por América do Norte e Central; Nigéria, campeão africano; Uruguai, primeiro lugar na Copa América; e Taiti, representante da Oceania.

O jogo

Neymar conquistou a torcida logo aos três minutos, quando recebeu a bola de Fred e mandou bonito para o fundo das redes. Já no fim da primeira etapa, o camisa dez do Brasil retribuiu o favor e colocou Fred em condições de marcar, mas o goleiro japonês fez boa defesa em seu canto direito. Depois de o primeiro tempo acabar com o placar mínimo, o Brasil voltou do vestiário determinado a sacramentar a vitória, e Paulinho logo ampliou, depois de cruzamento de Daniel Alves.

Já no fim da partida, Oscar puxou o contra ataque em alta velocidade e enfiou para , que havia substituido Fred, e tocou na saída do goleiro. Partida termina com goleada para a Seleção Brasileira: 3 a 0.

Acompanhe a cobertura completa no Portal da Copa do governo federal.

História de Hiroo Onoda, oficial japonês da inteligência do Exército Imperial Japonês

História de Hiroo Onoda, oficial japonês da inteligência do Exército Imperial Japonês

Em março de 1974, quase 29 anos depois do fim oficial da II Guerra Mundial, Hiroo Onoda, oficial japonês da inteligência do Exército Imperial Japonês, emerge da selva da ilha de Lubang, nas Filipinas, onde finalmente depõe suas armas e é isentado do dever. Onoda entregou sua espada (pendurada em seu quadril na foto), cerca de 500 cartuchos de munição e várias granadas de mão. O oficial Hiroo Onoda havia sido enviado para a ilha Lubang em dezembro de 1944, onde se juntou a um grupo de soldados japoneses que tinham a missão de resistir à qualquer custo aos ataques inimigos.

Em 28 de fevereiro de 1945, tropas americanas atacaram e, após uma batalha de quatro dias, todos os combatentes japoneses, com exceção de Onoda e outros três soldados, que correram para as montanhas, foram mortos ou capturados.

A partir daí, décadas de insurgência foram iniciadas, mesmo após a guerra. Vários avisos deixados por nativos da ilha e panfletos foram atirados de aviões militares anunciando o fim da Segunda Guerra Mundial, mas os soldados japoneses se recusaram a acreditar. Em setembro de 1949, Akatsu, um dos soldados, se entregou às autoridades filipinas e pouco tempo depois, deixou um recado para seus três compatriotas que ficaram na selva, avisando que de fato a guerra havia terminado e que ele não havia sofrido nenhuma retaliação, contudo, Onoda e seus companheiros deduziram que se tratava de uma traição de seu antigo companheiro e uma tática do inimigo para capturá-los. Em 1954, Shimada, soldado japonês que havia partido para a guerra deixando sua jovem esposa com uma filha recém-nascida, foi morto. Em 19 de outubro de 1972, o último companheiro de Onoda, Kozuka, também tombou após um ataque. Onoda estava sozinho na selva.

Em 1974, Norio Suzuki, um estudante japonês, foi até a ilha de Lubang, onde encontrou Onoda e o advertiu sobre o fim da Guerra. O oficial japonês ainda assim, se recusou a acreditar. Suzuki retornou ao Japão e relatou a situação ao governo, que localizou o ex-comandante de Onoda, o major Yoshimi Taniguchi, que havia se tornado um livreiro após a guerra.

Taniguchi foi até Lubang, onde se encontrou pessoalmente com Hiroo Onoda e formalmente comunicou o fim da guerra ao ex-oficial, emitindo a ordem de depor armas. Ao longo dos quase 29 anos de guerrilha, o pequeno grupo havia matado cerca de 30 filipinos em vários ataques, mas Onoda ficou livre ao se entregar as autoridades, vez que recebeu o perdão do presidente filipino Ferdinand Marcos.

Em seu regresso à pátria, Onoda foi recebido por cerca de 4000 compatriotas no aeroporto e se tornou uma figura de muita popularidade no Japão. Lançou uma autobiografia intitulada “No Surrender: My Thirty-Year War” (“Os Trinta Anos de Minha Guerra”, título no Brasil). Em abril de 1975, Onoda se mudou para o Brasil, onde exerceu atividade de fazendeiro na Colônia Jamic, comunidade japonesa de Terenos, no Mato Grosso do Sul, juntamente com seu irmão mais velho, Tadao.

Casou-se em 1976 e assumiu um papel de liderança na colônia. Em 1984, Onoda retornou ao Japão, onde estabeleceu o Onoda Shizen Juku, um acampamento educacional para jovens que é realizado em vários locais no Japão.

Onoda foi condecorado com a medalha de Mérito Santos-Dumont pela Força Aérea Brasileira em 6 de dezembro de 2004. Em 21 de fevereiro de 2010, a Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul lhe concedeu o título de “Cidadão do Mato Grosso do Sul”. Hiroo Onoda atualmente possui 91 anos e visita o Brasil regularmente.

Chupado da fan page Imagens Históricas, com texto por Italo Magno Jau. Foto: Associated Press

Terremoto no Japão afetou até o campo gravitacional da Terra

Imagens de satélite confirmam que a crosta está mais fina nas proximidades do arquipélago.

terremoto devastador que causou uma série de catástrofes no Japão já foi superado, mas consequências do ocorrido ainda estão surgindo, mesmo sete meses depois. A partir de um medidor chamado Gravity Recovery and Climate Experiment (GRACE), um grupo de cientistas constatou que o tremor foi forte o bastante para mexer com a gravidade do planeta.

A conclusão foi que o Tohoku-Oki, como foi batizado o terremoto, reduziu a gravidade na área próxima ao epicentro em cerca de dois milionésimos de um gal (medida científica em cm/s² usada para descrever campos gravitacionais). É um número relativamente baixo, mas que impressionou os cientistas da área.

Isso significa que a crosta terrestre por ali ficou levemente mais fina – e que não só a superfície da região foi alterada, mas também o subterrâneo. O GRACE já havia detectado mudanças similares após outros terremotos, como no tremor que atingiu o Chile em 2010. A ideia agora é identificar como será a recuperação desse campo gravitacional, realizando medidas no local com maior frequência.

Subsídios, o principal combustível nuclear

Atividade nuclear

As notícias de Fukushima seguem alarmantes. Nesta semana descobriu-se a presença de plutônio nas instalações danificadas. Ainda assim, os porta-vozes da indústria nuclear seguem insistindo que esta tecnologia é segura, eficiente e competitiva do ponto de vista econômico. O engano sobre a suposta eficiência econômica da indústria nuclear é tão perverso quanto o ocultamento de informação sobre os danos à saúde e a periculosidade desta tecnologia. A realidade é que a indústria nuclear não poderia funcionar se não fosse pelos astronômicos subsídios que recebe. O artigo é de Alejandro Nadal.

 

Para esconder sua falta de vergonha, os porta vozes da indústria nuclear agora afirmam que todas as fontes de energia têm seus riscos próprios. Assinalar os defeitos alheios para esconder as próprias falhas é um velho recurso retórico. Ele é empregado quando alguém está acuado e é especialmente útil quando os argumentos se esgotaram. Mas é particularmente estúpido quando os erros próprios são expressamente ofensivos e estão à vista de todos.

As notícias desde Fukushima seguem sendo alarmantes. Nesta semana descobriu-se a presença de plutônio nas instalações danificadas, o que indica que o reator 3 (o único em Fukushima que utiliza uma mistura de urânio e plutônio) provavelmente sofreu danos importantes. Isso não surpreende se se leva em conta a violência da explosão de hidrogênio, dia 14 de março, neste reator.

Ainda assim, os porta-vozes da indústria nuclear seguem insistindo que esta tecnologia é segura, eficiente e competitiva do ponto de vista econômico. O certo é que se trata da tecnologia mais perigosa já inventada pelo ser humano. Se hoje existem 442 reatores em operação no mundo, isso não se deve a sua aceitação, mas sim à imposição destes artefatos sobre a população. Participaram deste processo as granas corporações, governos e o establishment militar. Um ingrediente importante nesta manobra foi, desde cedo, a falta de informação. A opacidade se converteu em costume e a mentira em rotina.

O engano sobre a suposta eficiência econômica da indústria nuclear é quiçá tão perverso quanto o ocultamento de informação sobre os danos à saúde e a periculosidade desta tecnologia. A realidade é que a indústria nuclear mundial não poderia funcionar se não fosse pelos astronômicos subsídios que tem recebido ao longo de sua história.

Os subsídios e ajudas econômicas impactaram todas e cada uma das fases de qualquer projeto nuclear, desde as garantias para obter financiamento, a pesquisa científica e tecnológica para desenvolver os componentes medulares desta tecnologia, a construção e a ativação das plantas, o enriquecimento do combustível e desembocam no manejo do lixo nuclear.

Se isso não fosse suficiente, o subsídio mais importante consiste em limitar ou eliminar tal responsabilidade. O objetivo destes subsídios foi retirar ou reduzir a carga de riscos para investidores e transferi-la para os contribuintes.

Todas as plantas nucleares em operação no mundo (incluindo obviamente aquelas instaladas nos Estados Unidos, França, Japão, Rússia e China) foram construídas e entraram em funcionamento graças a importantes subsídios. Claro, em países como França e China, onde a indústria nuclear está intimamente relacionada com um projeto militar, é quase impossível ter acesso à informação sobre subsídios. No México tampouco há dados públicos confiáveis sobre o custo do projeto de Laguna Verde (central nuclear mexicana).

Nos Estados Unidos, com 104 reatores em operação, o montante total de subsídios para indústria foi calculado em aproximadamente 105 bilhões de dólares. A intensidade do subsídio (equivalente ao apoio governamental por quilowatt/hora produzido) chega a exceder o valor comercial do produto em 30% (segundo dados da organização Global Subsidies Initiative). Em seu estudo sobre subsídios para a indústria nuclear, a Union of Concerned Scientists calcula que esses apoios equivalem ou superam em 100% o valor da produção. Vale a pena lembrar que a UCS não é nem pró, nem anti-nuclear.

Um exemplo de subsídios opacos por trás destas cifras é o subsídio por meio de garantias para obter financiamento. Em dezembro de 2007, o Congresso autorizou apoios de até 38 bilhões de dólares para esta finalidade e o Departamento do Estado começou a canalizar fundos em meados de 2008. Para ter uma ideia das magnitudes envolvidas, vale a pena lembrar que em 1995 o Departamento do Tesouro comprometeu cerca de 20 bilhões de dólares para o resgate da economia mexicana (na verdade os resgatados foram os credores estadunidenses que tinham investido em bônus mexicanos).

Por que o setor privado não entra para financiar totalmente os custos associados a esta indústria? Porque os riscos são tão importantes que simplesmente não podem ser assumidos por nenhum plano financeiro. Nos mercados financeiros, os swaps de descumprimento creditício sobre a indústria nuclear provavelmente estariam no segmento superior de encargos financeiros.

A conclusão é imediata. A eficiência econômica das plantas nucleares é inexistente. O corolário disso é que o principal combustível nos cilindros de zircaloy em um reator nuclear não é nem o urânio enriquecido, nem a perigosa mistura denominada MOX. Não, o combustível mais importante é o dinheiro que vem dos contribuintes.

 

Fonte: escrito por Alejandro Nadal e tradução por Katarina Peixoto.

O perigo mora… aqui!

Não bastou o terremoto. Não bastou o tsunami. Veio o acidente nuclear para piorar a situação no Japão.  Nossas angústias permanecem com o povo japonês, que agora, além de ter que recompor o país, precisa lidar com uma crise causada pelos riscos inerentes ​​das usinas nucleares.

Há quase 40 anos, o Greenpeace alerta o mundo sobre os perigos da energia nuclear. Os inúmeros avisos, no entanto, não contribuem para minimizar a dor das pessoas que perderam suas famílias, amigos, casas, empregos. Por isso, antes de tudo, queremos mandar nosso mais profundo sentimento de solidariedade a todos os japoneses e seus familiares.

Olhando o desastre no Japão, fica claro que ao grau de devastação das forças da natureza junta-se agora à tragédia nuclear, fruto da imprevidência e da aposta num tipo de energia cuja essência é a destruição. Ela também está perto de nós, aqui no Brasil.

As usinas Angra I e II passam frequentemente por pequenos acidentes. Elas estão em terreno arenoso, próximas ao oceano e entre as duas maiores cidades do país. Qual é o plano do Brasil para evacuar as pessoas que moram em um raio de 20km dessas usinas, como fez o Japão?

Por que nossas usinas nucleares não são tão seguras como dizem as empreiteiras e o governo e por que investir nelas quando há outras formas de geração mais baratas, limpas e infinitamente menos ameaçadoras?

Para esclarecer todos os riscos da energia nuclear e quais são os tipos de energia mais seguros para o Brasil, convidamos você a participar de um bate-papo online com Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energia do Greenpeace.

O chat acontece nesta quarta-feira, dia 16, das 16h às 17h, horário de Brasília,aqui.

Traga suas dúvidas, convide seus amigos, divulgue no twitter e no seu facebook. Ajude-nos a fazer do Brasil um lugar mais seguro e limpo.

 

Fonte: Greenpeace Brasil.