Seu novo hábito de ler a Bíblia começa com a leitura de um plano 📆 no YouVersion

1 João 5-14

As vozes nos influenciam constantemente: amigos e família, noticiários e divertimento e até nossos próprios pensamentos. Os planos te ajudam a deixar a Palavra de Deus falar a sua vida, te dando uma porção para refletir em cada dia. Frequentemente chamados os devocionais do Aplicativo da Bíblia podem oferecer vídeo, áudio, imagens e muito mais que te ajuda a focar na Bíblia a cada dia.

Tudo começa por aqui… você deve encontrar um devocional do seu agrado, é onde tudo começa. Busque novos planos, planos agrupados por categoria e por emoções, planos que você salvou e planos que recomendamos.

O Aplicativo da Bíblia oferece milhares de planos, em dezenas de idiomas, apresentando conteúdo de parceiros da YouVersion que podem ajudá-lo a estudar, compreender, meditar e aplicar a verdade bíblica à sua vida.

Acesse aqui e selecione um plano e boa leitura.

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Seu melhor eu começa agora

2019 conectado com a Bíblia

2018 acabou. Nós temos um novo começo agora. Quer ver sua vida transformada em 2019? Você pode. Tudo o que precisamos é de um novo pequeno hábito. Basta começar a fazer isso, uma coisa pequena, uma vez por dia, de forma consistente.

Leia o conteúdo de um plano bíblico, um devocional, todos os dias. Então, de vez em quando, durante o dia, pense sobre o que essa leitura significa em sua vida. Leva apenas alguns minutos. Mas ao longo do tempo, esses minutos vão trazer grandes mudanças.

Coloque a Palavra de Deus em primeiro lugar

Perseverança ajuda você a construir um hábito, mostrando quantos dias seguidos você usa o App da Bíblia. E se parecer que você pode perder um dia, o aplicativo da Bíblia pode enviar um lembrete. A Perseverança pode até mesmo recompensá-lo com minicelebrações especiais quando você atingir novos marcos.

Procure por perseverança e comece a construir seu hábito bíblico diário este ano!

Encontre a paz

Encontre a paz

Você sabe que Deus quer falar conosco diariamente, guiando-nos em tudo o que fazemos? Algumas vezes, Ele pode até revelar algo inesperado e nos convidar para agir a respeito daquilo em obediência a Ele.

Uma das integrantes da equipe do yesHEis  compartilhou que isso aconteceu com ela um dia, enquanto ela estava meditando num versículo. Ela fez esta pergunta para Deus: “Eu quero comer da tua árvore da vida, existe algo me atrapalhando?”

Aqui está o que aconteceu em seguida:

Eu imediatamente fui lembrada de algo que tinha feito de errado há 19 anos atrás! Eu fiquei surpresa, mas a memória logo veio à minha mente, e eu sabia que precisava fazer algo e corrigir aquilo. Por isso, naquele dia, eu fiz uma ligação. Para a minha surpresa, logo houve um suspiro de alívio e um pedido de desculpas do outro lado da ligação em resposta ao meu! A amiga que eu liguei não era uma seguidora de Jesus, mas eu tive a oportunidade de me arrepender, orar com ela e pedir que Deus pudesse trazer mudança. Foi uma conversa maravilhosa e honesta, onde pudemos falar sobre a paz que apenas Jesus pode trazer. Naquele dia, a paz não preencheu apenas o meu coração, mas o coração e lar de minha amiga!

Enquanto o jeito do mundo de lidar com chamados como esse seria “esqueça isso, está no passado”, Jesus nos promete o Espírito para nos guiar em toda a verdade (João 14:15-27). Ele então fala “deixo-vos a paz; a minha paz vos dou”.

Por que você não tenta perguntar Deus se existe algo te atrapalhando hoje?

Para mais informações, acesse o site da yesHEis. Sobre o devocional, acesse este link!

Seja um pacificador

Pacificador

Você não precisa pensar demais para identificar indivíduos que se destacaram por serem pacificadores ao longo das páginas da história. Pessoas como Marthin Luther King Jr., Madre Teresa e Nelson Mandela. Pessoas de grande coragem e tenacidade. Pessoas que sabiam que a dor da mudança não era tão ruim quanto a dor de continuar no mesmo. Pessoas que promoveram a paz e fizeram a diferença. Essas pessoas abriram o caminho e deram o exemplo de condutas a serem seguidas.

E embora no passado a mídia tenha dado o microfone apenas para esse grupo seleto, atualmente as mídias sociais deram um megafone para as massas. Isso nos permite, como cristãos, nos posicionarmos pelo que acreditamos e usar nossa voz coletiva para fazer diferença na coletividade. A pergunta é: o que estamos dizendo e qual será a diferença?

Se você pensar a respeito, a paz, assim como o amor, tem acumulado vários significados ao longo do tempo. Mas temos uma oportunidade agora de declarar o verdadeiro significado da paz por meio das nossas palavras e ações, e apresentar as pessoas a Jesus, o verdadeiro Pacificador.

Tudo o que Jesus fazia apontava para a paz. Na verdade, o motivo dEle ter vindo para a terra foi trazer paz.

Em João 8:1-11 vemos que quando líderes religiosos se reuniram para apedrejar uma mulher que tinha quebrado a lei, Jesus ofereceu a ela a paz, o perdão e um novo jeito de viver.

Essa mesma paz está disponível e acessível hoje, e somos chamados para estendê-la para o mundo. Porque a verdade é que não podemos conhecer a Jesus verdadeiramente e não sermos pacificadores. Ser pacificador é parte do ato de se entregar a Deus, pois apenas Deus pode trazer a verdadeira paz.

Somos chamados para ser pacificadores, e não apaziguadores!

Apaziguadores mantém a paz de uma perspectiva do medo, evitando conflitos, enquanto pacificadores restauram a paz de uma perspectiva de força e reconciliação.

Como embaixadores de Jesus e agentes de paz, é hora de nos posicionarmos e tomarmos responsabilidade pessoal por PROMOVER a paz em nossas comunidades e cidades. Não será fácil. Isso requererá convicção, diligência, perseverança e disposição para sair da nossa zona de conforto e imitar Jesus, para que outros possam iniciar suas vidas com Ele. Mesmo com as dificuldades, valerá a pena!

Mateus 5:9 diz:

Bem-aventurados são os pacificadores! Porque eles serão chamados filhos de Deus

Então, você está preparado e disposto a ser um pacificador?

Vamos passar esses próximos dias desvendando o que isso pode significar para você no dia a dia, e aprender como você pode colocar isso em ação de forma prática na sua comunidade, seu local de trabalho e sua casa.

Para mais informações, acesse o site da yesHEis. Sobre o devocional, acesse este link!

Até que ponto vai o respeito e submissão de um liderado a um líder?

Submissão de um liderado a um líder

Assunto polêmico e muito interessante.

O portal A Bíblia, trás assunto do universo cristão e tem como finalidade em responder perguntas sobre a Bíblia. Como é de costume, esse é mais um de tantos outros portais que assino a newsletter e ao abrir o último e-mail, me deparei com esse assunto, que por sua grandeza, resolvi compartilhar no meu blog. Se você ainda não conhece esse site, demorô. Vamos ao assunto!

Pergunta

Nesta semana conheci uma pessoa um tanto fanática, ao meu ver. Por quê? Bom, estávamos conversando e em um determinado momento eu falei que não concordava com uma certa atitude que o pastor da minha Igreja tomou, (ele e eu não congregamos na mesma igreja), a partir disso ele me deu um “sermão” argumentando que era pecado criticar aos nossos pastores, líderes, superiores em geral, apontando que na bíblia está escrito que eles são ungidos de Deus, e portanto criticá-los é criticar a Deus. Não estou querendo arrumar um pretexto para “falar mal” do meus líderes e pastores, mas pelo que conheço, uma das coisas que Lutero quis combater com a reforma foi a alienação do povo, que não tinha acesso a bíblia e aceitava a palavra dos padres da época como “verdades irrefutáveis”, sem contestar, nem questionar. Gostaria de uma posição dos administradores do site no tocante a esse assunto, sobre até onde vai a nossa lealdade e submissão aos nossos líderes, e também até onde vai a nossa interpretação pessoal da palavra? Novamente friso que não estou buscando pretextos para “falar mal” dos meus líderes, sei que eles têm uma carga de responsabilidade sobre seus ombros maior do que a minha, que muitas vezes e em muitos lugares o trabalho deles não é retribuído da forma merecida, e também sou daqueles que acham que “só criticar, mas não fazer nada para melhorar não resolve em nada”. Não sei se isso é relevante, mas a atitude do meu pastor com qual não concordei é que na minha igreja congrega uma senhora com deficiência nas pernas, e que por não ter condução, vai a pé para igreja, enquanto que o pastor que tem carro, mora no mesmo bairro que ela e nunca ofereceu uma carona para ela, isso não foi ninguém que me contou não, ou presunção minha, mas eu ouvi isso da boca da própria irmã. Sei que muitos que lerem falarão pra mim levar a senhora para casa se estou incomodado, mas da mesma forma que ela não tenha condução, mas graças a Deus tenho duas pernas saudáveis que não me impedem de frequentar a casa de Deus, mas infelizmente ela não está nas mesmas condições que eu. Pergunta de Adriano de Presidente Prudente/SP em 20/01/2018.

Resposta

Responder sua pergunta é manifestar, uma compreensão do agir do ser humano.

Problemas semelhantes ao que descreveste, existem em todos os lugares. Onde vivem seres humanos, aparecem estes problemas. Muitos responsáveis pelas Igrejas, se portam como Jesus ensinou. Lembro o fato da última ceia de Jesus com os discípulos, nesta ocasião deixou para eles um ensinamento que é chave de ouro: “quem quiser ser o primeiro em sua comunidade seja o último, seja o servo de todos”. O ensinamento está na pratica do serviço.

Todo o que se considera chamado por Deus para um ministério, conhece este ensinamento de Jesus. Deus estará com ele, mas junto vem o compromisso do serviço. Outra passagem “o maior amigo é aquele que dá a vida por seu amigo”.

Infelizmente, no serviço da igreja, existem os bons pastores, como o profeta Ezequiel capítulo 34 fala e Jesus no evangelho de João capítulo 10, e existem os pastores que são mercenários.

A pessoa humana devido, a ganância pelo poder, toma caminhos diversos daqueles que Jesus nos deixou. Pensam fazer carreira na Igreja, (os chamados carreiristas) ter poder, ser bem visto por todos. Na verdade o verdadeiro poder vem do serviço da dedicação do dar a vida, (como o Bom Pastor faz) a sua comunidade.

O que argumentas é o correto, se não puderes evitar a ação anti evangélica do Pastor, pelo menos busque o que seja melhor para ti, em relação ao serviço a sua comunidade. Que estes fatos não te afastam do que é o principal: viver o ensinamento de Jesus.

Portal A Bíblia

Ele ressuscitou!

João 11-25

mas ele não está aqui; já foi ressuscitado, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele foi posto.
Mateus 28.6

Celebre conosco e ajude a disseminar as Boas-Novas: Ele ressuscitou!

É hoje o dia! Finalmente chegou o Domingo de Páscoa, o dia em que os seguidores de Cristo em todo o mundo celebram sua ressurreição. O Filho de Deus que caminhou entre nós como o Filho de um homem estava morto, mas agora ele vive novamente! A Bíblia diz que Jesus nos tornou sagrados sacrificando-se: um sacrifício para a eternidade
Hebreus 10.5-14

Um estudo detalhado sobre o texto áureo da bíblia (João 3:16)

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Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna
João 3: 16

Muitas vezes este versículo é usado para ensinar que:

  • “amou” = Deus tem tal anseio natural pelo bem de.
  • “mundo” = toda a raça humana, em todas as épocas e tempos.
  • “deu” = Ele deu Seu Filho para morrer, na verdade, não para salvar qualquer um, mas.
  • “todo aquele” = para que qualquer um que tenha a tendência natural para crer.
  • “tenha” = possa, assim, obter a vida eterna.

Contrastando com isso, nós entendemos que o versículo ensina:

  • “amou” = Deus tem um amor tão especial, tão supremo, que Ele determinou.
  • “mundo” = que todo o Seu povo, dentre todas as raças fosse salvo.
  • “deu” = ao designar Seu Filho para ser um Salvador adequado.
  • “todo aquele que” = deixando claro que todos os crentes, e somente eles.
  • “tenha” = tenham, efetivamente, todas as coisas gloriosas que Ele planejou para eles.

Há três coisas a serem cuidadosamente estudadas aqui. Em primeiro lugar, o amor de Deus; em segundo lugar, o objeto do amor de Deus, aqui chamado de “o mundo”; em terceiro lugar, a intenção do amor de Deus: para que os crentes “não pereçam”.

1. É importante entender que nada que sugira que Deus é imperfeito deve ser dito a respeito dEle

Sua obra é perfeita. No entanto, se for argumentado que Ele tem um anseio natural quanto à salvação de todos, então, o fato de todos não serem salvos deve significar que Seu anseio é fraco e Sua felicidade é incompleta.

Além disso, as Escrituras não afirmam, em lugar algum, que Deus é naturalmente inclinado ao bem de todos. Ao contrário, é evidente que Deus é completamente capaz de ter misericórdia daqueles pelos quais Ele terá misericórdia. Seu amor é um ato livre de Sua vontade, não uma emoção produzida nEle por nosso estado miserável. (Se fosse a miséria que tivesse atraído o anseio natural de Deus para ajudar, então Ele deveria ser misericordioso para com os demônios e os condenados!).

O amor que é aqui descrito é um ato supremo e especial da vontade de Deus, dirigido particularmente aos crentes. As palavras “de tal maneira” e “para que” enfatizam a característica incomum desse amor e o claro propósito desse amor no sentido de salvar os crentes da perdição. Então, este amor não pode ser uma afeição comum por todos, desde que alguns realmente perecem.

Outros versículos das Escrituras também concordam que esse amor de Deus é um ato supremo e é dirigido especialmente aos crentes, como, por exemplo, Romanos 5:8 ou 1 João 4:9-10. Ninguém falaria de uma inclinação natural para o bem de todos, através de maneiras tão enfáticas como estas.

É claro que Deus quer o bem de todos a quem Ele ama. Então, segue-se que Ele ama somente aqueles que recebem esse bem. O mesmo amor que O levou a dar Seu Filho Jesus Cristo, faz com que Ele dê também todas as outras coisas necessárias, “Aquele que nem mesmo a seu próprio filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?” (Romanos 8:32). Assim, este amor especial de Deus pode, portanto, ser somente por aqueles que realmente tenham recebido graça e glória.

Ora, leitor cristão, você precisa julgar: pode o amor de Deus, que deu o Seu Filho, ser entendido como um sentimento de boa vontade para com todos em geral? Não será, ao invés disso, o Seu amor especial para com os crentes eleitos?

2. Precisamos examinar o que é o objeto desse amor de Deus, aqui chamado de “o mundo”

Alguns dizem: isso deve significar todos e cada um dos homens. Eu jamais consegui ver como isso poderia significar tal coisa. Já demonstramos os diferentes sentidos com que a palavra “mundo” é usada nas Escrituras. E, em João 3:16, o amor mencionado no princípio e o propósito no final, não podem concordar com o significado de “todos e cada um dos homens” que é imposto, por alguns, sobre “o mundo”, o qual ocorre no meio do versículo.

De nossa parte, entendemos que essa palavra significa os eleitos de Deus espalhados pelo mundo entre todas as nações. Os benefícios especiais de Deus já não são para os judeus somente. O sentido é: “Deus amou os Seus eleitos em todo o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho com esse propósito, para que os crentes pudessem ser salvos por Ele”. Há várias razões que corroboram esse ponto de vista.

A natureza do amor de Deus conforme já examinamos aqui, não pode ser considerada como sendo estendida a todos e a cada um dos homens. O “mundo”, neste versículo, tem que ser aquele mundo que realmente receba a vida eterna. Isso é confirmado pelo versículo seguinte – João 3:17 – onde, na terceira ocorrência do termo “mundo”, é afirmado que o propósito de Deus ao enviar Cristo foi “para que o mundo fosse salvo”. Se “mundo” se refere aqui a quaisquer pessoas senão aos crentes eleitos, então Deus falhou no Seu propósito. Não ousaríamos admitir isso.

Não é raro, de fato, o povo de Deus ser designado por termos, tais como: “mundo”, “toda a carne”, “todas as nações”, e “todas as famílias da terra”. Em João 4:42, por exemplo, é afirmado que Cristo é o Salvador do mundo. Um Salvador de homens não salvos seria uma contradição de termos. Assim sendo, aqueles que aqui são chamados de “o mundo” têm que ser apenas aqueles que são salvos.

Há várias razões porque os crentes são chamados de “o mundo”. É para distingui-los dos anjos; para rejeitar judeus jactanciosos que pensavam ser apenas eles o povo de Deus; para ensinar a distinção entre a velha aliança feita com uma só nação, e a nova – na qual todas as nações do mundo se tornariam obedientes a Cristo; e para mostrar a condição natural dos crentes como criaturas terrestres e deste mundo.

Se for ainda argumentado que “mundo” aqui se refere a todos e a cada um dos homens como sendo o objeto do amor de Deus, então, por que Deus não revelou Jesus a todos a quem Ele tanto amou? É muito estranho que Deus desse Seu Filho para eles, e, no entanto, nunca lhes falasse desse amor, pois milhões jamais ouviram o evangelho! Como pode ser dito que Ele ama todos os homens, se, na Sua providência, esse amor não chega a ser conhecido por todos os homens?

Finalmente, “mundo” não pode significar todos e cada um dos homens, a menos que estejamos dispostos a admitir que:

  • O amor de Deus em relação a muitos é em vão, porque eles perecem.
  • Cristo foi enviado em favor de milhões que jamais O conheceram.
  • Cristo foi enviado em favor de milhões que não podem crer nEle.
  • Deus muda Seu amor para abandonar aqueles que perecem (ou isso, ou Ele continua a amá-los no inferno).
  • Deus não consegue dar todas as coisas àqueles pelos quais Ele deu Cristo.
  • Deus não sabe de antemão quem vai crer e ser salvo.

Não podemos admitir tais absurdos; “mundo” só pode significar aquelas pessoas espalhadas pelo mundo, que são eleitos.

3. Afirma-se que a maneira pela qual os eleitos de Deus chegam, realmente, a obter a vida que está em Seu Filho é através do ato de crer

É “cada crente que não vai perecer” [1]

Se for alegado que Cristo morreu por todos e por cada um dos homens, e, entretanto, nós agora aprendemos que somente os crentes serão salvos, o que é que faz a diferença entre crente e não crentes? Eles não podem fazer a diferença por si mesmos (Ver 1 Coríntios 4:7). Então Deus os fez diferentes. Mas se Deus os fez diferentes, como pode ter enviado Cristo para todos eles?

O versículo João 3:16 declara a intenção de Deus no sentido de que os crentes serão salvos. Segue-se, então, que Deus não deu Seu Filho para os incrédulos. Como poderia ter dado Seu Filho para aqueles a quem Ele não deu a graça de crer?

Ora, que o leitor pese todas estas coisas, e especialmente a primeira – o amor de Deus – e pergunte seriamente se pode ser considerado uma afeição por todos em geral aquilo que pode tolerar a perdição de muitos daqueles a quem Ele tanto amou? Ou será que este amor não é melhor entendido como sendo aquele único, especial amor do Pai por Seus filhos crentes, que torna seguro o futuro deles? Então, você terá uma resposta se a Bíblia ensina, ou não, que Cristo morreu como um resgate geral – infrutífero com relação a muitos pelos quais o resgate foi pago ou como uma redenção especial e gloriosamente eficaz para cada crente. E lembre-se de que este texto, João 3:16, é frequentemente usado para sustentar a ideia de que Cristo morreu por todos os homens – embora, como já tenho mostrado, seja completamente incompatível com tal noção!

Notas

[1] Sugerir que “todo aqueles” significa “qualquer um” indefinidamente, não vai ajudar em nada a causa da redenção universal. A forma das palavras gregas é realmente “todos os crentes”. Argumentar a favor de “qualquer um” é, sem dúvida, negar que o amor de Deus é igual para com todos os homens! Se alguns – o “todo aquele” – podem ser especialmente favorecidos, então Deus não pode ter amado todos os homens igualmente. Ele deve, de alguma forma, ter amado os “todos aqueles” mais do que o restante dos homens!

Fonte: John Owen, Por quem Cristo Morreu?, PES, pp. 82-88 , via Palavra a sério

Na busca de um milagre de Jesus

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O oficial do rei disse: “Senhor, vem antes que o meu filho morra!”. Jesus respondeu: “Pode ir. O seu filho continuará vivo”. O homem confiou na palavra de Jesus e partiu.
João 4:49-50

Na segunda visita por Caná, Jesus recebeu a visita de um oficial do rei que tinha um filho gravemente enfermo, acometido por uma violenta febre maligna em Cafarnaum. A cidade onde se encontrava o menino está situada em uma região tropical e pantanosa, que no verão e ainda mais no outono, fica cheia de insetos e mosquitos. Naquele tempo, eram muitos os casos de mortes por febre, o que fez que o pai da criança procurasse Jesus após ficar sabendo da presença do Mestre na região.

Na busca de um milagre de Jesus

  1. Aproximar-se ao Mestre. Embora que ele era um alto funcionário do rei, ele precisou ir até Ele, implorar e esperar uma resposta de Jesus. Na busca pelo milagre, o primeiro passo sempre é nosso. Precisamos nós aproximar, humilhar e implorar pela intervenção Dele.
  2. Pedir de forma objetiva. O oficial não demorou em expor seu pedido. Em escassas palavras, ele expressou o que queria. Quando nos aproximamos de Jesus, devemos saber o que vamos pedir e não ficar expondo argumentos, ideias ou dúvidas.
  3. Quem define como vai ser o milagre é Jesus. Muitas vezes queremos que Jesus faça do nosso jeito, sem entender que Ele já sabe a melhor modo para satisfazer o pedido.
  4. Independente da resposta de Jesus, precisamos crer. Para um oficial do rei, receber uma ordem de um judeu não devia ser fácil de assimilar. No entanto, ele não duvidou em aceitar as breves palavras de Jesus e crer nelas para a cura do seu filho.
  5. O milagre acontece. A Bíblia diz que, após Jesus ter liberado a cura, o menino foi curado. Esse milagre ajudou a transformar a vida daquela família e edificar a fé na palavra pregada por Jesus.

A história do segundo sinal realizado por Jesus, depois que veio da Judeia para a Galileia, ajuda a nos aproximar na dinâmica dos milagres. Precisamos estar perto de Jesus, pedir de forma clara, crer na sua Palavra e, principalmente, ter a Fé suficiente para aguardar a noticia do milagre sem pecar ou duvidar do poder. Além disso, nunca podemos nos esquecer que o objetivo de todo milagre é a nossa transformação e família.

😀

A cicatriz

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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3: 16

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia. Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o último a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a ideia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela cicatriz.

A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

– Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:

– Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade…

A turma estava em silencio atenta a tudo.

O menino continuou: além de mim, havia mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

– Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente…

Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.

Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

– “Minha filhinha está lá dentro!” Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha…

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.

Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito…

Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto.

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta cicatriz feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de amor.

Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de cicatriz. Não falo da cicatriz visível mas das cicatrizes que não se veem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente dois mil anos Jesus Cristo adquiriu algumas cicatrizes nas mãos, pés, corpo e cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele nos protegeu e morreu em nosso lugar e ficou com todas aquelas cicatrizes. Essas também são marcas de amor.

Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos.
1 João 4:9

Artigo recebido do irmão Leonardo Redante pelo e-mail leoredante@gmail.com

😀