Show: Macaco Bong e Skrotes em Joinville. Vai ser porrada!

Macaco Bong e Os Skrotes - Divulgação

Junção de composições. Macaco Bong e Os Skrotes se unem em turnê que passará por Joinville.

O único remanescente da última formação do Macaco Bong (MT) resolveu manter a banda com músicos fixos ou não; com ou sem vocais; na estrada ou estúdio. A ideia é experimentar. Para isso, Bruno Kayapy estabeleceu um projeto de vivências e acertou em cheio ao convidar Os Skrotes, de Florianópolis, para dividir o palco no novo momento do grupo.

A intenção é desprezar leis e o trio ilhéu se encaixa perfeitamente nesse conceito.  A fusão foi batizada de “Macaco Bong e Os Skrotes” e passará por três estados. A abertura da turnê acontecerá na sexta-feira (21), em Joinville. No sábado (22), é a vez de Itajaí. O último show em Santa Catarina será na sexta-feira (28), em Florianópolis. As apresentações continuam em São Paulo e, encerram no Rio de Janeiro, em julho.

O guitarrista Bruno Kayapy está em Florianópolis desde a segunda quinzena de maio. Os ensaios com Os Skrotes em uma casa na região do Campeche renderam um repertório de 12 músicas, com destaque para Japabugre, Morando Tango, Quero-quero e Summer Seeds, do Macaco Bong, e Voo pra Bahia e Mared Marofa, d’Os Skrotes. A junção de composições provoca um novo olhar e a intenção é transformá-las em singles.

O primeiro show da turnê será em Joinville e o Somaa fará as honras da casa. A banda dividirá o palco pela terceira vez com Os Skrotes. O grupo joinvilense lançou o clipe de “Três”, no mês passado. O audiovisual conta com mais de 2 mil visualizações. A música é do EP “Colisões e outras histórias ordinárias”, disponibilizado no fim de 2012. A ideia é produzir mais dois clipes até dezembro.

Serviço

  • O quê: Macaco Bong e Os Skrotes e Somaa.
  • Quando: Sexta-feira, 21 de junho, às 23h.
  • Onde: Ambrosia – Restaurante, Bar e Cafeteria. Rua Tijucas, 386 – Centro.
  • Quanto: R$ 20,00.
  • Contato: 3207-0119.
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Resposta a um jornalista homofóbico de Joinville: um beijo é sempre um beijo

Diversidade sexual

O candidato a prefeito de Joinville pelo PSOL, meu companheiro Leonel Camasão, decidiu incluir um beijo gay no horário eleitoral. Algumas pessoas podem ver isso como uma provocação —necessária — mas eu vejo, principalmente, como um ato pedagógico. Leonel teve a coragem de aproveitar os poucos segundos que ele tem na televisão para dizer aos habitantes de Joinville que ele vai governar para todos e todas, inclusive para as minorias historicamente injuriadas. Leonel teve a coragem de dizer que o governo dele vai ser inclusivo e que ele não vai aceitar qualquer forma de racismo, seja por gênero, cor da pele, sexualidade ou o que for.

Ele usou esses poucos segundos, também, para levar à televisão o que a própria televisão, por falta de coragem, invisibiliza: o afeto entre iguais. Quem ainda é ou já foi um menino, menina, ou adolescente LGBT sabe muito bem o que significa viver num mundo que te trata como invisível. Heterossexuais existem nos desenhos animados, na novela, no cinema, nos seriados, nas músicas, na publicidade, nas histórias que são contadas pelos pais, pelos professores, e até nos exemplos de orações, para analisar sintaticamente nas aulas de português. Há uma fase na vida de toda criança LGBT em que ela acha que é a única do mundo. A família, os amigos, e os colegas também vivem nesse mundo em que nós somos invisíveis. Como poderiam nos entender?

A política deve cumprir essa função pedagógica. O que Leonel Camasão (Orgulho de você, companheiro!) disse para os habitantes de Joinville foi: Eu vou governar para todos e todas, não vou invisibilizar, esconder ou me esquecer de nenhum de vocês. E ele disse, ao mesmo tempo: Eu não me envergonho de dizer que vou governar, também, para a população LGBT da minha cidade. E mais: ele se posicionou claramente, num contexto político de crescimento ameaçador do fundamentalismo religioso na política, do lado daqueles que defendem o Estado laico, a liberdade e a igualdade. O PSOL é isso: um partido que tem lado e que não tem vergonha de mostrá-lo.

Leonel fez tudo isso através de uma imagem de alto conteúdo simbólico, numa campanha que, de modo geral, cansa, de tão vazia: “Eu sou fulano, 235443, vote em mim”; “Eu sou fulano, filho de sicrano, 235443, vote em mim”; “Eu sou fulano, o candidato de Mengano, 235443, vote em mim”. Leonel tem poucos segundos, mas decidiu preenchê-los de conteúdo. Não vote em mim porque eu sou fulano, filho de sicrano, apoiado por mengano. Vote em mim porque eu defendo estas ideias e valores.

Essa atitude corajosa, porém, foi recebida com gravíssimos insultos numa incrível coluna assinada por João Francisco da Silva, editor-chefe do Jornal da Cidade.

Nojento aquele beijo gay exibido no programa eleitoral do Leonel Camasão, do PSOL. Tão asqueroso quanto alguém defecar em público ou assoar o nariz à mesa. Gostaria de saber qual a necessidade de exibir suas preferências sexuais em público? Para mim isso é tara, psicopatia. No mínimo falta de decoro. E a “figura” quer ser prefeito e se diz jornalista, escreveu Da Silva.

Não vou responder às baixarias, que só qualificam seu autor. Apenas quero apontar para o fato de que chamar um beijo de “nojento”, comparar um ato de amor com “defecar em público” é algo que somente uma pessoa gravemente doente ou perversamente má poderia fazer. Mas, por trás da grosseria, do mal gosto e da falta de eduçação do jornalista, há um pano de fundo que acho, sim, importante analisar: a ideia de que gays e lésbicas deveríamos voltar aos armários, viver escondidos e nos envergonharmos dos nós mesmos. O racismo que volta vestido com outras roupagens, mas não deixa de ser racismo.

“Qual é a necessidade de exibir suas preferências sexuais em público?”, pergunta-se o jornalista.

Ora, a resposta é óbvia e qualquer pessoa deveria ser capaz de respondê-la: é a mesma necessidade que todo o mundo tem!Heterossexuais se beijam na rua, no cinema, no restaurante, na boate, em todos os lugares que quiserem. Andam de mãos dadas, tiram as férias juntos e se hospedam no mesmo quarto, apresentam seus parceiros ou parceiras aos colegas de trabalho, à família, aos amigos, aos vizinhos, mudam o status de “solteiro” para “em um relacionamento sério” ou “casado” no Facebook, são representados na novela e nos filmes — e neles tem beijos, tem cenas sensuais, tem sexo, tem brigas de casal, tem reconciliações, tem infidelidades, tem amor à primeira vista, tem ciúmes, tem paixão. Heterossexuais namoram até nos contos infantis.

Qual é a necessidade dos heterossexuais de exibir suas preferências sexuais em público? A mesma que a de todo o mundo! O problema está na maneira em que algumas pessoas ignorantes, preconceituosas e doentes de ódio nos enxergam. É a mesma maneira em que os racistas enxergam os negros. É a mesma maneira em que os antissemitas enxergam os judeus. E assim que os João Francisco da Silva da vida nos veem. E é através desse prisma embaçado, sujo, que a visão deles se distorce, e quando eles veem um beijo não conseguem ver um beijo, mas alguma outra coisa que está, apenas, na mente deles.

Quando duas mulheres que se amam se beijam, quando um homem e uma mulher que se amam se beijam, quando doishomens que se amam se beijam, é sempre um beijo. Um beijo é sempre um beijo! E quando dois homens andam de mãos dadas, quando duas mulheres almoçam juntas em um restaurante, quando um gay apresenta seu namorado para os amigos, quando uma lésbica tira férias com a namorada dela, quando um casal do mesmo sexo vai ao cinema e se beija durante o filme, eles não estão “se exibindo”. Eles  estão, apenas, vivendo suas vidas. Como todo o mundo.

Como disse a cantora — e minha grande amiga — Zélia Duncan, em depoimento gravado para a campanha pelo casamento civil igualitário no Brasil: “Qualquer argumento contra o amor é um argumento vazio. É preconceito. E o preconceito é filho da ignorância e irmão da violência”.

Deputado Jean Wyllys

Cassim & Barbária lança segundo disco em Joinville. Abertura será feita pelo Somaa

Somaa e Cassim & Barbaria no Bar Pixel

Ousadia para sair da monotonia.

Demorou, mas, finalmente o disco Cassim & Barbária 2 será lançado em Joinville. O segundo álbum dos ilhéus – disponibilizado em agosto de 2011 – é uma miscelânea de influências sem se preocupar em agradar ouvidos surrados pela música pop.

Essa sonoridade peculiar é comandada por Cassiano Fagundes (ex-Magog e Bad Folks), Guilherme Zimmer (Os Ambervisions), Eduardo Xuxu (ex-Pipódelica) e Gabriel Orlandi. Pela formação, é possível notar a experiência dos integrantes na cena de música independente deSanta Catarina e Brasil. Tempo suficiente para ousar sem soar de maneira monótona.

O grupo já participou dos festivais South By Southwest, em Austin, Estados Unidos, e Canadian Music Week, em TorontoCanadá. Também se apresentou na Argentina e, em festivais nacionais como,Goiânia Noise Festival, em Goiânia, e Demo Sul, em Londrina. Em Joinville, a banda já fez shows memoráveis nos extintos Liverpool e Don Rock.

Toda essa bagagem terá a adição de melodias pesadas, harmonias tortas e letras irônicas do Somaa. A banda joinvilense lançou um EP recentemente e está divulgando o trabalho com intensidade.  O material foi produzido pelo guitarrista e vocalista, Rafael Zimath (ex-Butt Spencer e Alva). O grupo ainda conta com o baixista Nedilo Xavier, e o baterista, Tiago Luis Pereira.

O encontro entre Somaa e Cassim & Barbária acontece no dia 9 de junho, no Bar Pixel. O ingresso custa R$ 12,00 e a abertura da casa ocorre às 22 horas. Informações: www.barpixel.com.br.

Udo prevê uma bancada de até 7 do PMDB

Udo Döhler

O pré-candidato a prefeito pelo PMDB, Udo Döhler, fez um apelo aos pré-candidatos a vereador no sentido de todos, inclusive ele, a partir de agora, intensificarem os contatos por meio das reuniões de bairros e agendas diversas. “Com a qualidade de nossos pré-candidatos e uma forte mobilização, vamos fazer a maior bancada dos últimos anos, entre 6 e 7 vereadores”, afirmou.

Döhler foi recebido com aplausos na sede do PMDB na noite de quinta-feira, quando o diretório reuniu os pré-candidatos para montar a agenda de reuniões dos bairros para o mês de maio. A grande mudança foi a intensidade. Se em abril a agenda programou encontros às segundas e sextas-feiras, em maio serão às segundas, quintas, sextas e sábados. “Vamos fazer em maio pelo menos 15 grandes reuniões em bairros, e em junho fecharmos toda cidade. A maior força de mobilização são os pré-candidatos a vereador e nosso candidato a prefeito Udo Döhler”, explicou o presidente do PMDB em exercício, Cleonir Branco.

Nesta sexta-feira, a reunião é no bairro Bom Retiro, a partir das 19h30, no salão do clube Estrela da Vila Baumer. Na segunda-feira, no mesmo horário, o local é a sede do América, na rua Edgar Schneider.

GM investe R$ 710 milhões em nova fábrica de transmissões em Santa Catarina

Logotipo da Chevrolet

Santa Catarina está se transformando em um polo automobilístico. O governador Raimundo Colombo, o vice-governador Eduardo Pinho Moreira, o prefeito de Joinville, Carlito Merss, o vice-presidente da GM do Brasil, Marcos Munhoz, e o diretor de Assuntos Institucionais, Luiz Moan, assinaram um protocolo de intenções para investimentos da empresa em Santa Catarina. A cerimônia de assinatura do protocolo de intenções foi realizada, nesta quinta-feira (23), no Centro Administrativo do Governo, em Florianópolis.

A General Motors do Brasil irá investir R$ 710 milhões para construir uma nova fábrica de transmissões de veículos em Joinville. Santa Catarina, de acordo com vice-presidente Marcos Munhoz, foi escolhida por reunir três condições vitais para o desenvolvimento da fábrica. A logística, a mão-de-obra qualificada e a infraestrutura fabril de Joinville foram decisivas para que a GM instalasse sua segunda fábrica no Estado, já que a primeira foca na produção de motores. ”Joinville reuniu todas essas condições e o Estado também foi importante na parceria dos incentivos fiscais, como o Pró-Emprego”, afirma Munhoz.

Santa Catarina também será beneficiada com a instalação da nova fábrica. “O Estado ganha na geração de empregos, em agregação de tecnologia, em competitividade e passamos a ser um polo automotivo, que é um setor muito importante para a nossa economia, e também na receita de impostos”, declara o governador Raimundo Colombo, lembrando que em todo o país a GM já emprega 22 mil pessoas.

A nova fábrica, que será construída no complexo onde hoje estão sendo finalizadas as obras civis da fábrica de motores, iniciará operações em 2014 e terá uma capacidade de produção de 150 mil transmissões por ano, em sua primeira fase de instalação. A implantação da nova fábrica vai gerar 350 empregos na primeira fase. Ela terá uma área construída de 50 mil m2 e a previsão de faturamento é de R$ 200 milhões por ano. “Ao investir em uma nova fábrica de transmissões, a GM reafirma a importância do Brasil no cenário automotivo internacional como centro produtor determinado a superar desafios estruturais para ser competitivo”, destaca Marcos Munhoz.

O que vai produzir?

Trata-se de uma transmissão “estado da arte” de seis marchas, com alta eficiência e maior capacidade de torque, para cobrir uma gama de aplicações. Metade da produção terá como destino o mercado local, substituindo importações, e a outra metade será exportada para a Europa.

Números da GM no mundo e no Brasil

A General Motors Company e seus parceiros produzem veículos em 30 países e a companhia ocupa posições de liderança nos maiores mercados e de mais rápido crescimento do mundo. As marcas da GM incluem Chevrolet e Cadillac, além de Baojun, Buick, GMC, Holden, Isuzu, Jiefang, Opel, Vauxhall e Wuling.

No Brasil a GM fabrica e comercializa veículos com a marca Chevrolet há 87 anos. Em 2011, no país, a Chevrolet vendeu mais de 630 mil veículos. Desde 2008, a companhia já investiu R$ 5,3 bilhões no Brasil e se consolidou como segundo maior mercado da marca Chevrolet em todo o mundo. “O Brasil é o terceiro maior mercado da GM hoje em dia, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos”, revela Moan.

Brusque passa Criciúma no ranking de repasse de ICMS. Joinville, Itajaí e Blumenau seguem na ponta

DinheiroBrusque passou Criciúma no ranking das cidades catarinenses que recebem o maior volume de recursos referentes a repasses do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A cidade do Vale, famosa por seu polo têxtil, foi contemplada em 2011 com R$ 58,0 milhões, uma variação de 17,31% se comparado ao ano anterior, contra R$ 55,8 milhões da cidade do Sul do Estado, cuja expansão foi de 12,71%. Esta foi a única alteração na lista dos dez municípios que recebem as maiores fatias, revela cruzamento de dados realizado pelo Noticenter a partir de dados da Secretaria da Fazenda de Santa CatarinaJoinville segue na liderança absoluta. A maior cidade catarinense recebeu no ano passado R$ 294,4 milhões, incremento de 15,98% em relação a 2010.

VALOR DO ICMS REPASSADO AOS MUNICÍPIOS CATARINENSES EM 2011

Pos. Cidade Valor ICMS(R$) Var
(%)*
1 Joinville 294.465.203,18 15,98
2 Itajaí 185.241.502,75 20,63
3 Blumenau 160.846.021,25 16,75
4 Jaraguá do Sul 133.525.915,88 16,14
5 Florianópolis 115.265.038,57 12,49
6 São José 71.084.197,69 18,01
7 Chapecó 70.776.151,36 19,08
8 Lages 61.862.855,69 13,75
9 Brusque 58.009.723,43 17,31
10 Criciúma 55.821.337,14 12,71
*Em relação ao repassado em 2010
Fonte: Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina

Itajaí, que em 2010 tomou o segundo lugar de Blumenau, abriu ainda mais vantagem. Os repasses ao município portuário no ano passado chegaram a R$ 185,2 milhões, acréscimo de 20,63%. Já a capital da cerveja se manteve na terceira posição, com R$ 160,8 milhões, crescimento de 16,75%. Jaraguá do Sul (R$ 133,5 milhões) e Florianópolis (R$ 115,2 milhões) completam a lista das cinco primeiras (veja na tabela ao lado as dez cidades que mais receberam repasses), as únicas cuja quantia ultrapassa a casa dos R$ 100 milhões.

São José (R$ 71,0 milhões), Chapecó (R$ 70,7 milhões) e Lages (R$ 61,8 milhões) são as outras três cidades que aparecem antes de Brusque e Criciúma na lista.

Palhoça registra o maior aumento entre as principais cidades

AS 5 MAIORES…

Pos. Cidade Valor ICMS
(R$)
Var
(%)*
1 Anita Garibaldi 6.778.971,58 140,73
2 Garuva 6.345.600,38 71,14
3 Iomerê 6.219.383,31 43,70
4 Palhoça 26.794.228,28 36,45
5 Arvoredo 3.665.612,03 34,15
*Em relação ao repassado em 2010
Fonte: Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina

Das 20 cidades que receberam os maiores valores referentes ao ICMS, Palhoça, na Grande Florianópolis, foi a que teve o maior incremento de 2010 para 2011: 36,45%, passando de R$ 19,6 milhões para R$ 26,8 milhões. A expansão é bem superior à da segunda colocada desta seleta lista, que é Itajaí (20,63%). Por outro lado, o crescimento mais acanhado foi de Tubarão, com 6,99% – de R$ 27,0 milhões para R$ 28,9 milhões.

Anita Garibaldi tem incremento de 140%

…E AS 5 MENORES VARIAÇÕES

Pos. Cidade Valor ICMS
(R$)
Var
(%)*
1 Ilhota 3.351.360,04 -11,17
2 Otacílio Costa 9.473.583,92 -5,28
3 Rio Negrinho 14.252.359,14 -2,23
4 Xaxim 17.206.671,56 -0,05
5 Timbó Grande 3.175.652,41 1,01
*Em relação ao repassado em 2010
Fonte: Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina

O cruzamento de dados realizado peloNoticenter revela que o município de Anita Garibaldi, na região Serrana, teve o maior crescimento no repasse de recursos do ICMS entre todas as cidades de Santa Catarina. Os valores passaram de R$ 2,8 milhões, em 2010, para R$ 6,7 milhões no ano passado, um expressivo incremento de 140,73%. O repasse à cidade, inclusive, já tinha crescido 70,91% de 2009 para 2010. O segundo maior aumento foi de Garuva, com 71,14% – de R$ 3,7 milhões para R$ 6,3 milhões.

Repasse a quatro cidades diminui

De todos os 293 municípios de Santa Catarina, apenas quatro viram os repasses referentes ao ICMS diminuírem no ano passado. Ilhota, no Vale, teve a maior baixa: -11,17%. Os valores caíram de R$ 3,7 milhões em 2010 para R$ 3,3 milhões em 2011. As outras cidades que contabilizaram queda foram Otacílio Costa (-5,28%), Rio Negrinho (-2,23%) e Xaxim (-0,05%).

Desde 2001, Joinville e Blumenau já receberam mais de r$ 1 bilhão cada

Somados os últimos 11 anos, Joinville já recebeu R$ 1,86 bilhão em recursos referentes ao repasse de ICMS. Blumenau, que superou a barreira do bilhão em 2011, totaliza R$ 1,06 bilhão. A partir do ano que vem, Itajaí vai passar a integrar esta lista, já que no somatório a cidade já contabilizou R$ 965,0 milhões.