Construção rústica se destaca na região do Barranco Alto

Antiga construção se destaca nos arrozais de Ilhota

De fato é uma construção curiosa mesmo, legal na verdade. Isso é o que restou da antiga construção de uma casa grande que ali havia e o que restou era a frente do imóvel. Eu me lembro daquela casa e as razões e motivos que levaram a demolição eu não sei. Segundo a publicação original apena a parte frontal ficou em pé, pois a antiga casa que teve os cômodos em madeira apodrecidos pelas enchentes. Encontrei essa postagem navegando a toa pela internet no Blog do Pancho e resolvi republicar no meu blog.

Quem passa pela primeira vez na localidade de Barranco Alto, em Ilhota, certamente tem a atenção desviada por essa construção. O imóvel pertence à família do falecido José Antônio Curbani, o seu Jepe, ex-veterinário do Estado, produtor rural e soldado da Força Expedicionária Brasileira na 2ª Guerra Mundial. É tão bela e curiosa que até ensaio fotográfico de moda já foi feito no local. Quem conta é o neto de José, Saulo Curbani, que foi criado na casa e hoje vive em frente, aproveitando o que de melhor a vida do campo tem a oferecer.

Fonte

Trechos de acessos para Ponte de Ilhota em rodovias exigem atenção dos motoristas

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Se a novidade da Ponte de Ilhota, com custo estimado em R$ 38,8 milhões, desperta alegrias para quem mora ou passa por Ilhota, os acessos da nova via às rodovias Jorge Lacerda e, principalmente, BR-470 trazem um cenário de mais preocupação. Na Jorge Lacerda, há uma lombada metros antes e um canteiro central, mas o alto fluxo de veículos provoca lentidão em determinados horários do dia e algum impasse entre motoristas que vêm de Gaspar e do Litoral e desejam acessar a ponte ao mesmo tempo.

Já no trevo da BR-470, uma espécie de trevo alemão com desvio na rota principal foi montada para tentar facilitar o cruzamento, mas placas instaladas no meio das pistas dificultam a visibilidade para quem vem do Litoral e quer acessar a ponte. O motociclista Alexandre Monteiro, 22 anos, diz que à noite a falta de iluminação torna o trevo mais perigoso.

O instalador Maicon Adão, 30 anos, costuma passar pela Ponte de Ilhota nos dias em que faz atendimentos no Litoral e retorna para Gaspar para escapar do trânsito da rodovia federal. Ele também defende melhorias na sinalização e na visibilidade no trevo.

Ainda não deu nenhum acidente ali, mas pode dar, principalmente agora no verão, com o aumento de pessoas indo em direção à praia
opina

A superintendência regional do Deinfra em Blumenau informou que a solução definitiva no local virá somente após as obras de duplicação, mas afirma que o excesso de placas (das obras, da própria rodovia e do acesso) causa certo conflito no trevo. Ainda assim, o órgão pretende monitorar o acesso e, se considerar necessária alguma adequação, deverá fazê-las. O mesmo se aplica ao trevo da Rodovia Jorge Lacerda, onde pequenos ajustes nas saídas de pista devem ser realizados. Enquanto isso, a recomendação do Deinfra é para que os usuários tenham mais atenção.

Fonte: artigo de Jean Laurindo, extraído do portal do Jornal de Santa Catarina

Projeto técnico da Ponte de Ilhota (16)

Reportagem aborda a mudança na rotina de pedestres e motoristas com a Ponte de Ilhota

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Reportagem histórica e relevante do Jornal de Santa Catarina revelam a mudança na de rotina de moradores com a construção e entrega de uma das maiores obras da cidade de Ilhota.

Da varanda da casa em que mora há 46 anos Laura Corsani Zimmermann, 68 anos, vê carros e caminhões cruzarem a Ponte Padre Cláudio Jeremias Cadorin, a Ponte de Ilhota, inaugurada oficialmente há um mês e meio. Mais do que assistir à passagem dos veículos que deu mais movimento e valorização ao pacato bairro Baú Baixo, na margem esquerda do Rio Itajaí-Açu, ela agora consegue ir com o filho João Júnior Zimmermann à farmácia, ao médico, ao mercado e a outros estabelecimentos do Centro de Ilhota. Serviços que antes ficavam a um rio de distância, acessíveis apenas por uma balsa que, sabia dona Laura, “não tinha mais condições”. A primeira passagem sobre o rio do município de 58 anos de emancipação era um sonho de décadas para famílias da cidade.

Meus pais já falavam dessa ponte. Depois que as obras começaram nunca duvidei que ficaria pronta, mas achei que eu não iria viver para passar em cima dela. Não tem o que dizer, é tudo de bom
empolga-se a costureira aposentada, com a vitalidade de quem passou e passará muitas vezes na travessia que para os pais foi apenas fantasia

Mais do que facilidade para moradores de Ilhota, a nova ponte aumentou as opções de deslocamento para quem passa pelas rodovias BR-470 e Jorge Lacerda. É comum ver carros com placas de outras cidades e caminhões de empresas distantes que optam pela ponte para encurtar distâncias ou escapar dos trânsitos urbanos. Não há dados sobre quantos veículos passam pela ponte, mas a superintendência regional do Deinfra avalia que ela ajudou a melhorar o trânsito da região e também aumentou o fluxo na Rodovia Jorge Lacerda entre Ilhota e Itajaí. Para esse impacto, a resposta seria a revitalização da via, que teve edital de licitação lançado no início de setembro.

O casal Viviane Schmitz Theiss e Ricardo Theiss aproveita o asfalto do acesso e da nova ponte para caminhar, sempre atento aos motoristas que já abusam da velocidade na reta de quase dois quilômetros que antecede a ponte de 480 metros. Mas os ganhos com a travessia sobre o rio vão além de saúde e bem-estar. A ponte também favorece os negócios do casal.

Temos uma confecção e agora para levar serviço para nossas funcionárias que trabalham em casa  na margem esquerda do rio ficou muito mais rápido. Leva 25 minutos, antes chegava a levar uma hora e meia
conta Ricardo

Da balsa à ponte

Nas sextas-feiras, quando deixa o serviço na madeireira no bairro Pocinho para ir para casa em Blumenau, Ivo Nogueira, 49 anos, precisa caminhar menos e, mais do que isso, não depende da balsa para a travessia. Nos últimos quatro anos, Éder Alves, 32, trabalhou no rebocador que puxava a balsa de Ilhota. Agora, atua como vigia da balsa e do rebocador que, enquanto esperam por um edital de leilão da prefeitura, seguem parados na beira do rio, desprestigiados pela população ainda ressentida pelo tempo em que os teve como única forma de travessia. O local de trabalho fica a um quilômetro da nova ponte, por onde Éder agora passa todo dia para ir de casa, no bairro Pocinho, até o Centro.

Ficou muito boa, melhorou muito a vida de quem mora aqui, tanto do lado do Centro quanto do lado de lá
conta Éder

Por Jean Laurindo jean.laurindo@santa.com.br, extraído do portal do Jornal de Santa Catarina.

Após quase sete anos de obras e entraves burocráticos, população ilhotense recebe a sonhada ponte

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Chegou a hora de cortar a fita de inaugural da Ponte de Ilhota

Muita coisa mudou em Ilhota desde que as primeiras famílias belgas começaram a colonizar o território, por volta de 1844. A condição exclusiva de fonte de exploração de metais e minérios ficou para trás dando lugar à agricultura, à urbanização e ao desenvolvimento econômico, liderado por atividades como a indústria e o comércio de moda íntima e moda praia. Como município, a história de Ilhota é mais curta — completou 58 anos no último dia 21 de junho. No entanto, o sonho da primeira ponte e a dependência de uma única balsa para cruzar o rio Itajaí-Açu ainda prendiam parte da cidade em uma época que remetia ao passado.

A história ganha um novo capítulo nesta sexta-feira, quando a Ponte Padre Cláudio Jeremias Cadorin será inaugurada. A cerimônia está marcada para as 15h e contará com a presença do governador Raimundo Colombo. O trânsito sobre a ponte, que foi liberado na última semana, ficará interditado a partir das 14h. Nas rodovias Jorge Lacerda e BR-470, no entanto, não haverá alteração no fluxo. Na tarde desta quinta-feira, funcionários do consórcio responsável trabalhavam na colocação de grama e pintura do meio-fio no acesso à ponte. O trabalho era a última etapa da execução, segundo o engenheiro responsável Marcelo Vequi.

A luta pela ponte enfrentou a correnteza dos gabinetes. A assinatura da primeira ordem de serviço ocorreu em novembro de 2009. Após dois anos e meio de ritmo lento, a vencedora da licitação, JM Terraplanagem, desistiu dos trabalhos. O consórcio TEC/Setep, segundo colocado no processo, foi chamado e assinou um novo contrato em setembro do mesmo ano. Quatro anos depois, com algumas paralisações e contratempos no caminho, os ilhotenses têm sua ponte para cruzar.

Investimento total foi de R$ 38,8 milhões

Segundo a gerência de Obras e Transportes do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), a obra custou R$ 38,8 milhões – R$ 23,5 milhões da União e R$ 15,3 milhões do governo do Estado. O município assumiu os gastos com as desapropriações. A obra tem 2,4 quilômetros de extensão, sendo 480 metros sobre o rio Itajaí-Açu, e possui pistas simples, acostamento e passagem para pedestres.

Apesar de refletir em mais rapidez no deslocamento para todos que transitam pelo Vale, no município a expectativa é de que a obra beneficie em especial moradores da região da margem esquerda e dos Baús, alijados de serviços como bancos e comércios, concentrados em maior parte na margem direita do rio Itajaí-Açu.

Desde que a ponte foi liberada para passagem para vir até o Centro leva cinco ou 10 minutos. Antes chegava a demorar 40 minutos para passar na balsa ou até mais quando a embarcação sofria algum problema e era preciso dar a volta por Gaspar ou Itajaí
conta o secretário de Obras de Ilhota, Cidney Thomé

Investimentos

  • Valor total: R$ 38.832.857,80
  • Governo federal: R$ 23.500.000,00 (60,5%)
  • Governo do Estado: R$ 15.332.857,80 (39,5%)

Dimensões

  • 2,4 quilômetros de extensão, entre ponte e acessos
  • 480 metros de passagem sobre o rio Itajaí-Açu

Fonte: Artigo de Jean Laurindo, publicado no portal do Jornal de Santa Catarina.

Treze fotomontagens comparam a Blumenau da enchente de 1983 com os dias atuais

fotomontagens da enchente de 1983 em Blumenau

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O site do Jornal de Santa Catarina publicou uma série de 13  fotomontagens em que comparam a cidade Blumenau durante a castigante enchente de 1983 que assombrou toda região com os dias atuais. As fotos desta galeria são resultado de uma fusão de imagens impactantes da cheia com a vida atual no Vale do Itajaí. A produção foi inspirada na série da historiadora holandesa Jo Hedwig Teeuwise, intitulada Ghosts of War, feita em 2012.

“Quanto mais natural o efeito, melhor é o tratamento”. Entrevista de Altair Hoppe ao Jornal de Santa Catarina

Altair Hoppe no Jornal de Santa Catarina em 15 de maio de 2010

Quando olha para uma imagem, Altair Hoppe procura decifrar cada efeito e retoque presente nela. O catarinense de 34 anos, natural de Presidente Getúlio, chega a passar mais de 16 horas por dia na frente do Photoshop. Consultor do quadro Detetive Virtual, do Fantástico, exibido pela RBS TV, Hoppe é um dos principais nome nacionais quando se fala sobre o programa de edição de imagens. Ele é autor do best-seller Adobe Photoshop para Fotógrafos, Designers e Operadores e viaja o país todo em palestras e workshops. Ele ainda comanda a Editora iPhoto, com sede em Balneário Camboriú, onde mora e trabalha. Hoppe conversou com a Viver! e deu dicas para otimizar o uso do programa.

Qual a primeira lembrança do Photoshop que você tem? O que te impressionou inicialmente?
Altair Hoppe – Minha primeira lembrança é de 1993. Na época, estava criando um jornal na minha cidade e precisava de um programa para fazer o tratamento das fotos. Foi quando dei de cara com o Photoshop. A minha primeira impressão não foi um efeito fantástico, o que me impressionou nele foi sua complexidade. Era um desafio descobrir o que fazia cada botão ou comando daquele universo.

Você trabalhou com fotografia analógica? Como fazia correções e alterações na imagem?
Altair Hoppe – No Brasil, o digital só pegou mais depois de 2000. Até essa fase, era tudo a base de filme, analógico. Eu escaneava as imagens num pequeno scanner de mão e depois de mesa para depois fazer a conversão para preto e branco e o tratamento de contraste e tons no Photoshop. Tudo era bem difícil, desde a velocidade dos computadores até o acesso ao próprio programa, afinal não havia internet como temos hoje.

Qual o principal uso do Photoshop para você hoje?
Altair Hoppe – Hoje, passo de 16 a 18 horas por dia na frente do computador mexendo no Photoshop. Trabalho, principalmente, na criação publicitária e no tratamento de imagens, seja para fins didáticos em minhas palestras ou para campanhas da empresa. Já no mercado, o Photoshop está presente em todas as áreas da fotografia: casamento, estúdios, publicidade, moda, fotojornalismo etc.

Existe uma dica simples para não correr o perigo de passar do limite nas correções utilizando o programa?
Altair Hoppe – A dica mais eficiente para o uso correto do Photoshop para a maioria dos tratamentos é naturalidade. Quanto mais natural o efeito aplicado ficar, melhor é o tratamento. A ideia não é trabalhar com o surreal, na maioria das fotografias precisamos corrigir manchas, suavizar sombras, corrigir cores e melhorar contrastes sem que o cliente perceba que houve um tratamento ou correção. Esse é o maior desafio.

Agora, brinque de visionário e imagine o que será a novidade, a grande ferramenta do Photoshop CS10, por exemplo.
Altair Hoppe – O futuro da imagem daqui pra frente é o 3D. Por outro lado, temos o avanço monstruoso da internet. O que isso significa para o futuro do Photoshop? Penso que no Photoshop CS10 teremos a combinação desses dois elementos. Vamos trabalhar em imagens 3D, pelo Photoshop, em qualquer lugar que estejamos, sem depender de um computador. Será necessário apenas ligar o aparelho celular ou acessar a internet. Agora, a ferramenta dos meus sonhos, e espero que não demora até o CS10, seria que com apenas um clique pudesse retirar uma pessoa de uma imagem e inserir em outra, inclusive com um recorte de cabelos de alto padrão. Hoje, isso é uma tarefa chata e ingrata para nós profissionais.

Jornal de Santa Catarina

Uma imagem possível. Altair Hoppe fala ao Santa sobre os 20 anos do Photoshop

Jornal de Santa Catarina do dia 15 e 16 de maio de 2010 na na edição 11904

Photoshop completa 20 anos de revolução no tratamento de imagens. Entrevistamos Altair Hoppe, mago do tema que mora em Balneário Camboriú.

20 anos, modelos de campanhas publicitárias e celebridades que estampam capas de revistas passam por um processo que contraria o tempo. Essa pessoas não envelhecem. Não é mágica e não foi a medicina que evoluiu. As peles lisas, sem marcas da idade e o corpo divinamente esculpido passam pelos ajustes de um mouse. Na tela do computador, no canto superior esquerdo, o símbolo do Photoshop acusa a culpa.

Mas vale dizer logo que a culpa de certos exageros e até erros bizarros não é do programa de edição de imagens, criado em 1990 pelos irmãos Thomas e John Knoll. O Photoshop, desde sua versão 1.0 até a mais atual, CS5, não faz nada sozinho, ele depende das mãos hábeis (e às vezes, nem tanto) do usuário.

Hoje, quem usa o Photoshop pode ser tanto um profissional especializado, que ganha seu dinheiro com a ajuda do programa, ou um jovem que, no conforto do seu quarto, só quer corrigir as cores e a luz de uma foto para colocar em uma rede social. A evolução da interface, onde ficam os menus e ferramentas do programa, permite que, de forma autodidata, qualquer pessoa consiga utilizar as “mágicas” do Photoshop.

Jornal de Santa Catarina

Preso foge escondido no latão de lixo em Balneário Camboriú

Um preso conseguiu fugir do Presídio de Balneário Camboriú escondido dentro de um latão de lixo. A fuga ocorreu no início da noite deste domingo, e só foi percebida no momento em que o detento Carlos Douglas Montovani saiu do latão, já fora da unidade. Os seguranças ainda tentaram detê-lo, mas ele conseguiu correr.

Montovani estava detido desde 20 de setembro, suspeito de assalto. Segundo a direção da unidade, ele teria entrado no latão e aguardado a retirada do lixo, que ocorre diariamente. O diretor do presídio, Leandro Kruel, disse que pretende mudar o esquema de retirada do lixoapós a fuga.

A segurança no Presídio de Balneário Camboriú é prejudicada pela superlotação – o local tem espaço para 104 presos, mas abriga 290.

Dois homens são presos em Gaspar por desviar carga de fios

Um é irmão do prefeito Pedro Celso Zuchi e o outro é irmão do vereador Antonio Dalsoquio do PT.

Motorista da transportadora que deveria entregar a carga confessou o crime.

Dois homens foram presos por receptação de mercadoria no Bairro Bateias, em Gaspar, sexta-feira à tarde. Denúncias levaram a Polícia Civil até a malharia onde estava uma carga desviada com 72 caixas de fio, que deveriam ser entregues a outra malharia da cidade.

As duas toneladas de fio, vindas de Fortaleza, seriam entregues no dia 14. Como a transportadora não cumpriu o prazo, o dono da malharia informou o atraso. O veículo foi localizado por rastreador. O motorista confessou que vendeu a mercadoria por R$ 10 mil. O dono da malharia, Moacir Zuchi, e o encarregado de logística, Pablo Dalçóquio, foram levados à delegacia. O motorista também prestou depoimento, mas foi liberado.