[Vídeo] Celso Amorim por Pepe Escobar

Assista entrevista de Pepe Escobar com o embaixador Celso Amorim que fala sobre a construção da política externa brasileira no governo Lula, do BRICS e de outros temas atuais. No canal da TV 247.

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Os cidadãos têm o direito de se manifestar, os jornalistas para informar!

Os cidadãos têm o direito de se manifestar, os jornalistas para informar!

O próximo, é você, eu vou arrancar o seu rosto e seu dispositivo

Repórteres Sem FronteirasInsultos, confisco de equipamentos, bastões, tiros apertados LBD (lançadores de balas de defesa), espancamentos, ameaças de morte. Desde meados de novembro de 2018, a mobilização de “jaquetas amarelas” resultou em vários assaltos jornalistas e equipes de notícias, tanto de manifestantes que os membros da aplicação da lei.

O aumento da violência contra os jornalistas é extremamente grave e preocupante! Obstruindo os jornalistas em seu trabalho está impedindo os cidadãos de ser informados, que está minando o pluralismo é simplesmente ameaçar a democracia.

Perante esta situação sem precedentes, associações, grupos, associações, ONGs e jornalistas dos jornalistas sindicatos estão pedindo mobilização dos cidadãos para acabar com a violência contra jornalistas. Os cidadãos têm o direito de manifestação, os jornalistas para informar, servir a todos.

Assinar esta petição, precisamos de você!

Abaixo-assinado, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

Repórteres Sem Fronteiras

Jornal propõe guerra editorial aos ataques de Trump à comunicação social

Jornal propõe guerra editorial aos ataques de Trump à comunicação social

O jornal Boston Globe apela a todos os jornais dos Estados Unidos da América para que publiquem a 16 de agosto editoriais que condenem os ataques de Donald Trump à comunicação social. São mais de 70 os jornais que aderiram até ao momento.

Boston Globe é um diário de referência nos Estados Unidos da América, vencedor de vários prémios Pulitzer, e apelou recentemente a uma resposta editorial coordenada da imprensa estado-unidense contra os frequentes ataques que o Presidente Donald Trump faz aos meios de comunicação social. 

O jornal lançou um apelo dirigido aos jornais de todo o país para publicarem a 16 de agosto editoriais que denunciem o que apelida de “guerra suja contra a liberdade de imprensa”.

“Nós não somos inimigos do povo”, afirmou Marjorie Pritchard, membro da equipa editorial do jornal, fazendo referência à caracterização utilizada por Donald Trump no passado. O Presidente dos Estados Unidos da América afirma recorrentemente que a cobertura mediática do seu mandato é injusta, utilizando regularmente a expressão “fake news” (notícias falsas, em português) para se referir à imprensa.

Até ao momento, cerca de 70 órgãos de comunicação social dos Estados Unidos da América aceitaram o repto. O diário quer que os jornais norte-americanos tomem uma posição independentemente da sua orientação política e de geralmente publicarem editoriais, ou não, contra ou a favor das políticas da administração Trump.

“As nossas palavras serão diferentes. Mas ao menos conseguimos concordar que ataques deste género são alarmantes”, pode ler-se na carta. 

Esta decisão é motivada pelos constantes ataques de Trump à imprensa, mas surgiu na sequência das suas declarações num comício a 2 de agosto, quando afirmou que os media eram uma origem de “fake news nojentas”. 

“O que aconteceu à liberdade de imprensa? O que aconteceu às notícias honestas?”, perguntou Trump enquanto apontava para os jornalistas que estavam a cobrir o evento. “Eles não escrevem notícias. Só inventam histórias”.

Esquerda.net

Novo curso sobre como combater as fake news

Fake News

Recebi um e-mail do Centro Knight da Universidade de Texas pra nos convidar a se inscrever no próximo curso online gratuito em português: “Como desbancar as ‘fake news’ e nunca mais chamá-las por esse nome”. Isso mesmo, recebi e estou compartilhando esse convite, que afinal de contas, é muito bom e já fiz outros cursos dessa organização, com intuito de aprender a desmascarar conteúdo falso e a desinformação que circula nas suas redes sociais.

Se você vai cobrir política no período eleitoral ou está apenas interessado em combater os memes e notícias fabricadas que recebe em grupos de conversa, estou certo de que o material deste curso vai te ajudar. Convocamos quatro especialistas que vão ensinar conceitos, ferramentas e práticas sobre o trabalho de checagem e verificação de conteúdo digital.

Inscreva-se agora mesmo neste curso massivo online e aberto (MOOC, na sigla em inglês), que começa dia 5 de agosto e vai até 2 de setembro. Nestas quatro semanas, você estará acompanhado da Ângela Pimenta, presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor) e coordenadora do Projeto Credibilidade (Trust Project); Pedro Burgos, fundador do projeto Impacto.Jor; Barbara Libório, jornalista da Aos Fatos e do Canal Meio; e Fábio Gusmão, editor online do jornal Extra, do Rio de Janeiro.

O curso é super prático, cheio de dicas sobre ferramentas e habilidades que você poderá começar a usar de imediato. Como todos os nossos MOOCs, não haverá aulas ou atividades ao vivo, portanto você poderá participar nos horários e dias mais convenientes, durante o período do curso.

Para mais detalhes e um vídeo explicativo sobre o conteúdo do curso, visite este site: JournalismCourses.org. Você vai encontrar a ementa, com os detalhes dos tópicos de cada módulo, e as instruções de como se inscrever neste MOOC.

Se quer estar atualizado sobre as práticas de checagem e verificação de conteúdo, não perca essa oportunidade! Ah, e dada a importância do tema, por favor espalhe a notícia pelas redes sociais, entre seus contatos, colegas e amigos. Ajude-nos a chegar no maior número possível de pessoas e vamos formar um exército contra a desinformação!

Se tiver qualquer dúvida, a assistente deste curso, Natália Mazotte, está disponível para te ajudar, só escrever para nmazotte@gmail.com.

Cientistas preparam primeiro robô-jornalista do Brasil para trabalhar na Câmara dos Deputados

Primeiro robô-jornalista

Um robô produtor de notícias, o primeiro do tipo no Brasil, está sendo preparado paraa companhar os trabalhos na Câmara dos Deputados, elaborando automaticamente pequenos textos informativos e objetivos, de forma ágil e automática, sobre a tramitação de projetos de lei na casa. As informações são do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas.

Os cientistas estão construindo o Medidor de Poder, uma base de dados que reúne informações sobre leis, o patrimônio dos políticos, as doações recebidas pelas campanhas, os projetos de lei já propostos e os gastos com cotas e emendas parlamentares.

“Estruturar todos esses dados de uma mesma forma é muitas vezes o que emperra o trabalho do jornalista”, disse Yasodara Córdova, especialista em tecnologias para a Internet e mentora do projeto “Operação Serenata de Amor”, que trabalha na construção do robô-jornalista. “Temos muitos dados disponíveis, só precisamos juntar tudo”.

A ideia é que essa base de dados seja também utilizada para jornalistas encontrarem pautas e estabelecerem relações entre candidatos ou representantes já eleitos. “Seria trabalho dos jornalistas navegar pela base de dados e descobrir relações. É muito parecido com a ideia do Panama Papers”, explicou Irio Musskopf, cientista de dados e criador da “Operação Serenata de Amor”.

Portal Imprensa

Alcântara: o custo do Centro Espacial para as comunidades quilombolas

Centro de Lançamento de Alcântara

Novos projetos da base de lançamentos ameaçam 400 moradores de comunidades próximas à Alcântara, no Maranhão.

O Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, mudou a vida de dezenas de famílias quilombolas. Se antes moravam ao lado do mar e sobreviviam da pesca, a nova morada, nas chamadas agrovilas, está a 40 quilômetros da antiga residência. Hoje, compram o peixe – que chega na garupa de motos.

O segundo maior Centro Especial de Foguetes do mundo nunca mandou um só satélite ao espaço. Este ano, o governo Temer retomou negociações para que os Estados Unidos usem a base.

Novos projetos ameaçam 400 pessoas das comunidades de Boa Vista e Manuma. Nessa última comunidade, vivem 71 famílias de remanescentes de escravos. Há 30 anos vivem um conflito territorial com o Centro de Lançamento de Alcântara.

Apoie a Repórter Brasil. Saiba como acessando este link!

Você já ouviu falar em Ruralômetro?

Ruralômetro

repórter brasilAs escolas de samba Paraíso do Tuiuti e Beija Flor venceram o Carnaval deste ano com enredos tomados pelo espírito crítico ao cenário político e ao trabalho escravo. Acompanhar e investigar a atuação dos políticos é uma constante do jornalismo da Repórter Brasil. Este ano, criamos uma ferramenta interativa capaz de mostrar, com apenas um clique, a atuação dos deputados federais que prejudicam o meio ambiente e a população do campo.

O resultado você confere no Ruralômetro. O cálculo é simples: quanto pior o impacto dos projetos que o parlamentar votou ou propôs, mais alta é a febre ruralista do deputado. Descobrimos que 60% da Casa têm atuação desfavorável ao meio ambiente, indígenas e trabalhadores rurais.

O Ruralômetro revela que desmatadores financiaram a campanha de metade da Câmara e ainda mostra as doações de empresas flagradas com trabalho escravo. Mas você pode descobrir muito mais acessando o Ruralômetro.

Se você já navegou, pedimos que clique aqui e responda uma pesquisa para melhorarmos o Ruralômetro – leva apenas 4 minutos! Contamos com a sua ajuda para seguir investigando a Câmara dos Deputados.

Repórter Brasil

Câmara de Vereadores de Ilhota irá iniciar o processo de transmissão via internet das sessões

Plenário da Câmara Municipal de Vereadores de Ilhota

Sinceramente, eu não entendi essa Lei. Gratificação para assessor de áudio e vídeo? Como diria o povo joinvillense… Éééguaaa.

Esse projeto é de iniciativa do próprio Poder Legislativo, da Mesa Diretora. O Projeto de Lei Ordinária 01/2018 foi dado entrada no dia 9 de janeiro e deliberado pelo Plenário da Câmara de Vereadores de Ilhota na segunda sessão extraordinária Câmara deste ano, em 5 de fevereiro. Como havia comentado, iniciamos bem os trabalhos legislativos do ano, com sessão extraordinária. Se o projeto passou por alguma comissão, se teve algum parecer jurídico, eu não sei. O que apenas sei, consultando o portal da Câmara de Vereadores de Ilhota, só há o parecer do impacto orçamentário/financeiro e alguns outros anexos, e mais nada. O prefeito, respeitando a decisão do plenário, sancionou no dia 6 de fevereiro.

Entendo que, com essa lei, a Câmara irá transmitir em tempo real as sessões ordinárias, extraordinárias, solenes e audiências públicas.

Como sou um mero mortal e um simples contribuinte, só sei das coisas quando é publicado pelo Diário Oficial dos Municípios e é por lá, oficialmente nesse instrumento, onde eu sei das coisas e emito minha opinião. Graças ao DOM é que nós sabemos das coisas. Os bastidores, as entrelinhas da política, fofoca de homem velho, isso não me interessa, deixamos essa besteirol americano a cargo da rádio pião e rádio corredor. A Lei Ordinária Nº 1903/2018 foi publicado em 8 de fevereiro, ontem.

Cada um faz a lei que entender melhor para o município. É pra isso que elegemos vereador… pra propor leis que irá beneficiar a sociedade no geral, fiscalizar o executivo, discutir, promover debates e votar essas matérias e temos uma assessoria jurídica para emitir os pareceres. Pronto! A partir daí, a democracia representativa está em pleno uso de suas atribuições do estado de direito e exercendo sua função. Mas em minha modesta opinião, se alguém nos consultasse, a respeito dessa lei, eu diria ou aconselharia a criar um novo cargo para administrar todo esse processo. E qual seria esse cargo??? Eu vos apresento… o assessor de imprensa!

Não necessariamente poderia ser um jornalista graduado, formado na Univali, o bom seria, mas uma pessoa que entendesse bem da coisa e fosse linkado com o universo da crossmedia. Esse carinha ou mina da comunicação teria a função de não somente ligar o botão da webcam, dar o play e transmitir as sessões para internet e controlar a mesa de som, mas produzir conteúdo, releases, informações. Além de gerenciar uma conta no YouTube, Facebook, Twitter e Instagram, iria aproximar de fato a comunidade com os vereadores já que é a casa do povo e toda informação, claro, é sempre bem vinda.

Somos carentes de notícias. Ilhota é pobre de conhecimento. As únicas informações que temos hoje da Câmara de Vereadores do município são os atos publicados no portal do legislativo, por que se não fossem obrigatórios, as pautas, atas, tramitações de projetos de leis e otras coisitaas más, nem isso saberíamos, nada seria publicado, mas como é imprescindível, isso dá um trabalho…

Contrata um jornalista aí, presidente! Isso irá fazer bem para todos. Vereador Rogério bem sabe disso. Dinheiro pra isso temos, até porque, foram devolvidos mais de R$ 300 mil pra Prefeitura de Ilhota ano passado.

Se não impulsionar as transmissões e divulgar as coisas deliberadas pela Câmara, serão 800 conto jogado fora. Não estão pensado e esperando que será comunidade que irá fazer isso, né? Vai me dizer que estão? De graça? #SQN

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Vereador Rogério do PT na tribuna da Câmara de Vereadores

Estudo divulga os riscos à diversidade e à pluralidade no sistema de comunicações no país

Quem controla a mídia no Brasil?

O debate sobre a democratização dos meios de comunicação no Brasil está na pauta do Serviço Social. Atualmente, o CFESS integra o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), pois considera que, se houvesse no Brasil uma mídia democraticamente acessível a todas as pessoas e segmentos, diferentes vozes seriam ouvidas e você, assistente social, poderia ter a oportunidade de assistir a outros programas de televisão e de rádio e ter até suas manifestações ouvidas.

É nesse sentido que o CFESS divulga o lançamento do estudo Quem Controla a Mídia no Brasil, que ocorreu em Brasília nesta sexta-feira, 2 de fevereiro, no auditório do Conselho Nacional do Ministério Público Federal. O levantamento, que faz parte de uma iniciativa internacional que ganhou o nome de Media Ownership Monitor (Monitor de Propriedade de Mídia), foi organizado pela instituição Repórteres sem Fronteiras.

O estudo identificou os 40 principais grupos de mídia, seus proprietários e proprietárias e os riscos à diversidade e à pluralidade no sistema de mídia do país. Participaram do lançamento a procuradora federal dos direitos do cidadão, Deborah Duprat, o representante da Repórteres sem Fronteiras no Brasil, Emmanuel Colombié, e o coordenador da pesquisa, André Pasti, do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, este último responsável pelo estudo do caso brasileiro.

Assistente social pode participar

Para além do estudo, a categoria de assistentes sociais pode participar ativamente desse debate e dessa luta. Basta conhecer as atividades da Comissão de Comunicação do CRESS de sua região, as ações e estratégias do FNDC e dos Fóruns Estaduais pela Democratização da Comunicação.

O CFESS acredita que, para se aliar a essa luta, é preciso entender que a comunicação é um direito de todos/as. E que, para todo mundo poder exercer esse direito (que inclui a expressão e o direito à informação com diversidade), é preciso que haja mais mídia independente, menos recursos públicos para a mídia privada, menos concentração de controle e propriedade, mais canais disponíveis gratuitamente para a sociedade, mais conteúdo local e menos influência de governos e políticos nos conteúdos da radiodifusão.

Você pode acessar o estudo, clicando aqui!

Conselho Federal de Serviço Social – CFESS

 

Mapa da comunicação comunitária

Mapa da Comunicação Comunitária

O Mapa da Comunicação Comunitária é uma plataforma de georeferenciamento que reúne veículos de comunicação comunitária do Brasil. Entendemos como veículos de comunicação comunitária aqueles que se caracterizam por processos baseados em princípios públicos, que propiciem a participação ativa da população, que sejam de propriedade coletiva e que não tenham fins lucrativos.

Nesse mapa, escolhemos abranger aqueles veículos já articulados, produzidos, difundidos ou protagonizados por sujeitos, coletivos e organizações de favelas e outros territórios populares. Excluímos os blogs pessoais, veículos que não produzem conteúdo próprio ou só replicam conteúdo de outros e os que estão inativos.

A plataforma é colaborativa e qualquer iniciativa que se encaixe nos critérios estabelecidos pode se inscrever e participar do mapa. Utilizamos como ponto de partida a base de dados produzida pelo projeto Direito à Comunicação e Justiça Racial, realizado em 2014 pelo Observatório de Favelas com o apoio da Fundação Ford. A partir dela entramos em contato com os veículos, a atualizamos e conseguimos iniciar a plataforma com alguns dos principais veículos de comunicação comunitária do Rio de Janeiro.

O projeto é um dos produtos do Data_labe, um laboratório de dados na favela. Acreditamos que o empoderamento da juventude de periferia do Brasil passa, necessariamente, pelo acesso, produção e difusão de informações e hoje a comunicação comunitária é um dos principais responsáveis por garantir esses direitos. Aqui, pretendemos reunir esses veículos, tornar pública a nossa base de dados sobre essas iniciativas e construir um panorama acerca da comunicação comunitária brasileira, contribuindo para a reflexão e elaboração de iniciativas para o setor.

A plataforma foi desenvolvida pela agência de jornalismo de dados Volt Data Lab.

Participe:
Acesse o formulário neste link, adicione seu veículo e participe do mapa.

Acesse os dados:
Formato de tabela no Google Sheets e API em Json.