Não podemos aceitar isso!

Sinal verde para a destruição da Amazônia

Sinal verde para a destruição da AmazôniaGreenpeace

Unidades de Conservação e Terras Indígenas são instrumentos eficazes no combate ao desmatamento, nesse momento em que a Amazônia vem sofrendo com aumento do desmatamento, tirar a proteção dessas UC’s é escancarar as porteiras para a destruição, agravando ainda mais a situação.

Sobrevoamos as áreas requeridas pela proposta dos parlamentares, e o que vimos foi muita floresta ainda preservada, e que deveria continuar assim: PROTEGIDA. Já no entorno das unidades, o cenário era de desmatamento e destruição.

Não podemos permitir que o governo coloque estas Unidades de Conservação à disposição do desmatamento. Afinal, o Brasil não precisa desmatar mais nenhuma floresta. O que precisamos é de Desmatamento Zero!

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No dia da Amazônia, fogo para comemorar

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Em setembro comemora-se o Dia da Amazônia. Mas é também o mês em que a temporada de queimadas atinge seus níveis mais extremos: é o auge da temporada seca, época de colocar a Amazônia abaixo e dançar em volta da fogueira.

A Amazônia, que tem 63% de sua extensão no território brasileiro, presta importantes serviços ambientais para toda a sociedade sem cobrar nada por isso. Ela é fundamental no equilíbrio do clima, a medida que absorve gases do efeito estufa, tem participação no ciclo das águas e abriga uma biodiversidade incrível.

Infelizmente tudo isso está comprometido por processos que se repetem ano a ano, começando com a degradação, passando pelas queimadas e terminando no desmatamento total de florestas milenares.

Ou mudamos o rumo para proteger a Amazônia, e garantir que serviços essenciais à toda a sociedade continuem sendo gerados, ou assistiremos à nossa destruição. Espalhe a notíciajunte-se ao movimento pelo Desmatamento Zero, saiba como se mobilizar pelo fim do desmatamento nas florestas brasileiras.

Acesse o site do Desmatamento Zero

Floresta em chamas

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GreenpeaceNa semana passada estive com um grupo de ativistas sobrevoando algumas regiões da Amazônia, para documentar o início da temporada de queimadas na floresta, que este ano chegou mais cedo e com uma intensidade assustadora.

A situação no chão está bem complicada, encontramos muitos focos de queimadas. Teve dias em que não era possível enxergar muita coisa adiante, por causa da fumaça que encobria o céu.

 

No estado do Amazonas, onde o número de focos no primeiro semestre foi 746% maior que a média histórica para o período, a realidade é ainda mais triste. É um lugar que ainda tem bastante floresta, mas onde o desmatamento está entrando de forma bastante agressiva. Existe uma íntima relação entre desmatamento e queimadas, que pode ser vista ao sobrevoar o sul desse estado.

Assine pelo Desmatamento Zero

Hoje publicamos o primeiro, de uma série de cinco textos, onde relataremos a situação encontrada no campo e a ligação entre as queimadas, o desmatamento e as mudanças climáticas.

A destruição na Amazônia continua a todo vapor e precisamos fazer com que o mundo saiba sobre a tragédia que segue em curso na floresta. Acesse desmatamentozero.org.br e saiba como se mobilizar pelo fim do desmatamento.

Desmatamento Zero é a esperança

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GreenpeaceO desmatamento ainda é um problema grave no Brasil, perdemos todos os anos mais de 5 mil quilômetros quadrados de florestas só na Amazônia. Levantamentos indicam que 2016 será um ano recorde de queimadas, com graves consequências para as florestas, o clima e as pessoas.

A falta de ambição de governos com o fim do desmatamento faz com que um cenário de destruição e incêndios florestais se intensifique. O resultado disso é o aumento das emissões de gases do efeito estufa responsáveis pelo aquecimento global, que contribuem para as mudanças climáticas que afetam à todos.

Assine pelo Desmatamento Zero

Não podemos ficar parados e assistir essa destruição que se repete ano a ano. Por isso, em 2015, entregamos o Projeto de Lei pelo Desmatamento Zero no Congresso Nacional. Agora precisamos lutar para que o projeto siga adiante, pressionando nossos deputados e senadores para que atendam a revindicação do povo brasileiro, pois o clima não vai mais esperar.

Se você ainda não assinou a petição, assine. Nunca é tarde para demonstrar seu apoio à proteção das florestas. Mas se você já assinou, ajude a manter esta chama acesa, levando o assunto para o debate em todos os cantos do país.

As florestas em pé trazem diversos benefícios à toda sociedade, elas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. A continuidade do desmatamento pode comprometer os serviços ambientais que elas nos prestam.

Veja aqui alguns caminhos para o Desmatamento Zero.

Faça parte deste movimento. Assine, compartilhe e ajude a salvar o verde do Brasil.

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Como ajudar:

  • Assine a petição, espalhe a notícia. Quanto mais gente querendo Desmatamento Zero mais rápido ele será realidade.
  • Compartilhe a campanha nas redes sociais (Facebook, Twitter, Google + e Instagram). Você pode usar a hashtag #DesmatamentoZero.
  • Imprima a petição e colete assinaturas na sua escola, trabalho, bairro etc.
  • Divulgue a petição no seu blog ou site.
  • Confira os materiais de divulgação da campanha.
  • Informe-se, espalhe a informação e peça para sua família, amigos e conhecidos entrarem na mobilização!

Saiba mais! Tire suas dúvidas:

A vida de todos depende delas

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Nós respiramos o ar que elas criam, elas limpam nossa poluição, sequestram o carbono que geramos, estocam e purificam a água, são fonte de medicamentos que curam nossas doenças e nos fornecem alimento. Mas, infelizmente, estamos acabando com elas. As árvores são muito importantes e precisam ser preservadas!

Já tiramos muitas florestas do mapa (aproximadamente 19% da Amazônia e 87% da Mata Atlântica) e continuamos a destruí-las ano a ano. Logo, todos esses benefício que a floresta nos proporciona podem acabar. Na semana passada o SAD (Sistemas de Alertas de Desmatamento), divulgado pelo Instituto Imazon, apontou uma tendência de aumento do desmatamento na Amazônia. Março de 2015 apresentou 195%mais alertas que o mesmo mês de 2014 e essa tendência de aumento também foi observada nas medições anteriores.

Sabe o que é pior? O desmatamento ainda é permitido por lei e pode aumentar ainda mais nos próximos anos. Por isso, precisamos agir agora! Você que já assinou pelo Desmatamento Zero sabe que ele é possível, mas para alcançar este objetivo precisamos mais uma vez da sua ajuda. Compartilhe a petição pelo Desmatamento Zero.

Se você está no celular, agora você pode compartilhar no WhatsApp – Clique e selecione o grupo ou contato para enviar a mensagem. Juntos podemos garantir um futuro mais verde para todos. Ajude-nos a continuar protegendo nossas florestas. Junte-se a nós.

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Dê um presente para as florestas

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GreenpeaceJá pensou se milhões de pessoas se mobilizassem para que o desmatamento tivesse um ponto final aqui no Brasil? Nem precisa pensar muito: aos poucos, isso já está virando realidade. Falta muito pouco para que um milhão de brasileiros assinem embaixo da campanha pelo desmatamento zeroVocê, que já faz parte desse time imenso, pode chamar seus amigos a fazer o mesmoÉ só clicar aqui.

Estamos em plena Semana do Meio Ambiente. Data propícia para que você relembre seus amigos sobre a importância de conservar nossas florestas. Lançada em 2012, com apoio de movimentos sociais, indígenas e de cientistas, a campanha pelo fim do desmatamento não para de crescer. A ideia é levar ao Congresso um projeto de lei de iniciativa popular – ou seja, um projeto proposto pelo povo – para estancar a devastação das nossas matas.

As ameaças à floresta e aos povos que vivem nela seguem a todo vapor. Um exemplo disso está no Congresso Nacional, onde a bancada ruralista pressiona como pode para rasgar os direitos indígenas conquistados na Constituição. E no campo, essa pressão é ainda mais forte: a extração descontrolada de madeira, quase sempre associada a violência, tem impactado a vida não só da floresta, mas de muita gente.

Continue conosco nessa corrida pelo desmatamento zeroCompartilhe essa ideia com seus amigos.

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Contribua com o Greenpeace e nos ajude a levar a mudança aos quatro cantos do planeta.

Um milhão pelo fim do desmatamento

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Já pensou se milhões de pessoas se mobilizassem para que o desmatamento tivesse um ponto final aqui no Brasil? Nem precisa pensar muito: aos poucos, isso já está virando realidade. Falta muito pouco para que um milhão de brasileiros assinem embaixo da campanha pelo desmatamento zero.

Você, que já faz parte desse time imenso, pode chamar seus amigos a fazer o mesmoÉ só clicar aqui.

Estamos em plena Semana do Meio Ambiente. Data propícia para que você relembre seus amigos sobre a importância de conservar nossas florestas. Lançada em 2012, com apoio de movimentos sociais, indígenas e de cientistas, a campanha pelo fim do desmatamento não para de crescer. A ideia é levar ao Congresso um projeto de lei de iniciativa popular – ou seja, um projeto proposto pelo povo – para estancar a devastação das nossas matas.

As ameaças à floresta e aos povos que vivem nela seguem a todo vapor. Um exemplo disso está no Congresso Nacional, onde a bancada ruralista pressiona como pode para rasgar os direitos indígenas conquistados na Constituição. E no campo, essa pressão é ainda mais forte: a extração descontrolada de madeira, quase sempre associada a violência, tem impactado a vida não só da floresta, mas de muita gente.

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Ataque dos ruralista aos direitos humanos

Na última semana, foi divulgado pela Mobilização Nacional Indígena um vídeo que mostra representantes da bancada ruralista protagonizando mais uma cena de afronta pública aos direitos de índios e outras minorias.

Nas imagens, gravadas durante uma audiência em Vicente Dutra (RS), os deputados Luís Carlos Heinze (PP-RS) e Alceu Moreira (PMDB-RS) não só incitam a violência contra lideranças indígenas que tentam retomar suas terras invadidas por fazendeiros, grileiros e madeireiros, como também insultam outras populações tradicionais do Brasil e homossexuais, e reforçam o discurso inverossímil acerca da demarcação de terras indígenas para o público de produtores rurais.

Os parlamentares se referem a índios, quilombolas, gays e lésbicas como “tudo o que não presta”, e estimulam agricultores a usarem de segurança armada para expulsar indígenas do que consideram serem suas terras. Ao contrário do que sugerem, porém, a demarcação de terras indígenas é direito previsto na Constituição Federal, e o governo Dilma é notadamente o que menos demarcou terras desde a Ditadura Militar.

Ao longo dos anos, as estatísticas de violência por questões fundiárias só vêm aumentando. Nos noticiários, a grande imprensa ressalta a “invasão” de fazendas por indígenas, sem mencionar que são, na maioria das vezes, atos de reocupação de territórios tradicionalmente ocupados e a eles garantidos por lei. Nas cidades, a violência em protestos também tem sido atribuída aos manifestantes populares, sendo as forças policiais do Estado poupadas das críticas mais duras.

Vendo imagens como as do vídeo citado acima, nós nos perguntamos: de onde será que vem a violência no Brasil? Será que vem mesmo por parte dos movimentos sociais? Atitudes como as propostas pelos deputados ruralistas não podem se tornar a maneira corrente de cessar os conflitos – seja no campo ou na cidade.

Enquanto eles estimulam o uso de armas e força bruta como uma iniciativa de “defesa” própria, nós também chamamos a sociedade a se defender, mas por vias legais. O projeto de iniciativa popular pela lei do Desmatamento Zero é uma alternativa para todos os cidadãos, de zonas rurais ou urbanas, que repudiam atos de violência contra a floresta e seus habitantes, e que querem um país melhor para essa e as próximas gerações.

Você que já assinou a petição, agora é hora de compartilhá-la com seus amigos:

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Por um futuro mais justo e livre. SEM VIOLÊNCIA.

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A importância das grandes árvores

Greenpeace Brasil - A importância das grandes árvores

Você já nos ajudou assinando a petição pelo Desmatamento Zero, porém não podemos parar por aqui! Ainda temos um trabalho intenso pela frente.

Sabia que as árvores grandes e antigas têm um papel importantíssimo para ajudar a regular a quantidade de gases do efeito estufa na atmosfera? Um artigo publicado na revista Nature, prestigiada publicação do meio acadêmico, demonstrou que as florestas primárias, mais antigas, também capturam carbono, cerca de 300 bilhões de toneladas, além de serem ricas em biodiversidade.

Cerca de 30 vezes este montante de carbono é emitido anualmente por causa da queima de combustíveis fosseis. O problema é que, quando essas florestas são degradadas ou destruídas, o carbono é liberado na atmosfera. Para piorar, grande parte do desmatamento ocorre em florestas primárias, que contêm essas árvores mais antigas.

Entre na luta por nossas florestas, junte-se a nósTorne-se um colaborador do Greenpeace e vamos trabalhar pelo projeto de lei popular pedindo o fim do desmatamento.

Sempre presente

25 anos sem Chico MendesJunte-se a nós

Neste domingo, dia 22 de dezembro, o mundo lembra de um dos maiores revolucionários que a Amazônia e o Brasil já tiveram. exatos 25 anos, a casa de Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes, era invadida pelo assassino que o vitimou com um tiro de escopeta no peito.

As ideias libertárias do grupo que, junto com Chico, articulou e fortaleceu os movimentos sociais na Amazônia em plena ditadura militar, incomodavam e muito os donos do poder, grandes latifundiários e a massa que chegava à região com promessa de terra barata e oportunidades abertas com o avanço das fronteiras e as ‘novas frentes de desenvolvimento’ insufladas pelo governo.

O estado do Acre, pela construção da BR 317, à época dos anos 70, foi muito afetado por este avanço. Mas na pequena Xapuri, cidade natal de Chico, havia uma resistência. Os seringais de lá já não eram como os tradicionais. Não havia a figura do patrão, do trabalhador eternamente endividado, que não reconhece a importância da floresta de pé.

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Para amplificar a necessidade de educação e de libertação do trabalhador dos seringais em um cenário tão desfavorável, Chico e seus companheiros perceberam que era preciso mobilizar. E iniciaram uma grande articulação com outros povos e comunidades tradicionais da floresta. E foi este trabalho, longo e persistente que resultou na criação de reservas extrativistas e de desenvolvimento sustentável no modelo que existem hoje, por exemplo, dentre tantas outras conquistas que marcam seu legado.

Hoje, Chico nos inspira e nos faz lembrar que, sem união não há resistência. O projeto de lei de iniciativa popular Desmatamento Zero é uma forma de continuar essa luta. Compartilhe a petição e continue fazendo parte desta mobilização pelas nossas florestas!