Escola do Legislativo da Alesc promoverá seminário sobre Meio Ambiente e Sociedade

Seminário Meio Ambiente e Sociedade 2019

Pesquisadores e especialistas debatem com a comunidade regional ameaças e perspectivas para o meio ambiente.

Um tema atual e importante. Participe deste seminário. Convide e compartilhe entre seus contatos. Clique aqui e faça sua inscrição no site da Escola do Legislativo SC “Deputado Lício Mauro da Silveira”. A iniciativa é do Deputado Padre Pedro Baldissera. do PT.

O objetivo do seminário é desenvolver atividades essenciais para a conservação e/ou recuperação das águas superficiais e subterrâneas, atendendo legítimas demandas da sociedade por um ambiente sustentável. Nesse contexto, propor soluções que promovam a conservação da água e o aproveitamento de energias renováveis.

O seminário tem como público-alvo estudantes, professores, vereadores, gestores públicos, profissionais liberais, famílias, lideranças comunitárias da cidade de Itapema e respectivos municípios do entorno, demais interessados

Programação

  • 13/07/2019 – 8h: Acolhida/Credenciamento.
  • 13/07/2019 – 8h30: Abertura/Composição de Mesa
  • 13/07/2019 – 9h00: Palestra: Ciclo da Água, Aquíferos, Energia e Gás de Xisto
    Ministrante: LUCIANO AUGUSTO HENNING
  • 13/07/2019 – 10h30: Palestra: Energia e Desastres Ambientais
    Ministrante: MARCOS AURELIO ESPINDOLA
  • 13/07/2019 – 12h00: Almoço
  • 13/07/2019 – 13h30: Apresentação Projeto Rios
  • 13/07/2019 – 14h30: Palestra: Energias Renováveis e Técnicas Sociais
    Ministrante: MARCIO ANTONIO NOGUEIRA ANDRADE
  • 13/07/2019 – 16h00: Oficinas
  • 13/07/2019 – 17h00: Encerramento

Serviço

  • SEMINÁRIO MEIO AMBIENTE E SOCIEDADE 2019.
  • Inscrição: Acesse este link e inscreva-se. O seminário é gratuito e será gerado certificado aos participantes.
  • Data: 13/07/2019.
  • Horário: início às 8h.
  • Endereço: SITICOM – Rua 442, 10, Morretes, Itapema – Santa Catarina.
  • Carga horária: 9 horas.
  • Ministrante(s): MARCIO ANTONIO NOGUEIRA ANDRADE, LUCIANO AUGUSTO HENNING, MARCOS AURELIO ESPINDOLA.
  • Ementa: Energias Renováveis; Gestão Integrada de Recursos Hídricos – GIRH; Desastres Ambientais; Agricultura Orgânica; Aproveitamento energético da Biomassa; Energia Solar; Integração Comunitária.

Anúncios

Até quando?

Imagem aérea de Brumadinho, MG, após o rompimento da barragem

Estamos novamente diante de uma tragédia de grande impacto ecossocial: mais uma barragem de rejeitos de mineradora que se rompe, deixa mortes e “terra arrasada” no caminho da lama, descendo como avalanche. Mais uma vez, em Minas Gerais. Mais uma vez, trata-se da Vale, a mesma empresa envolvida na ruptura de outra barragem que soterrou um povoado em Mariana, com mortes, e contaminou todo o Rio Doce. Isto três anos e pouco atrás. A gente nem sabe direito quantas “bombas” de rejeitos de mineradoras existem pelo Brasil afora, ameaçando vidas humanas, a integridade dos territórios e todas as formas de vida.

Nossa solidariedade imediata às famílias das vítimas atingidas diretamente – funcionários da própria Vale e moradores dos povoados de Brumadinho – não deve ter limites. Precisamos, também, nos somar a todos que clamam por justiça e reparação, a mais rápida possível. A irresponsabilidade não pode, mais uma vez, ficar impune e esquecida. Mas nada, absolutamente nada, vai repor as vidas perdidas e devolver a integridade daquele território.

Será que tragédias assim podem ser toleradas como “efeitos colaterais” do tal desenvolvimento? Desenvolvimento econômico, assentado numa lógica de crescimento na busca desenfreada por lucros a todo custo e acumulação capitalista, está longe de se preocupar com a vida e a integridade da natureza. As empresas não pensam sua responsabilidade de uma perspectiva ética. Limitam-se fundamentalmente a gerar dividendos aos seus acionistas, com olho em sua cotação na bolsa de valores. E governos se esforçam para não dificultar a vida das empresas, mesmo com a sociedade cobrando mais e mais responsabilidade social e ecológica, com governança adequada e com total transparência. Para completar, estamos numa conjuntura política de um novo governo disposto a afrouxar controles sociais e ambientais em nome de um anacrônico absolutismo do livre mercado.

Penso que se faz necessário esclarecer alguns pressupostos que considero fundamentais para melhor situar meus argumentos.  Viver é trocar com a natureza. Não há forma de vida sem tal troca, pois somos natureza nós mesmos. O que mudou e muito foi a nossa capacidade tecnológica na relação com a natureza para satisfazer as nossas necessidades e desejos. Com o desenvolvimento científico e tecnológico desvendamos segredos da dinâmica ecológica natural e aumentamos em muito a possibilidade de produzir bens. Mais, hoje temos capacidade de destruir e já ultrapassamos em muito alguns dos limites naturais que garantem a integridade de sistemas ecológicos essenciais à biosfera no planeta. Ao invés de nos pensarmos como parte da natureza e nós mesmos como parte essencial em sua evolução, como força ecossocial, temos uma concepção dominante do domínio e exploração, sem limites, levando à destruição. Pior, o modelo dominante da economia é gerar lucros e acumular, destruindo  natureza e concentrando a riqueza gerada. Até quando?

Os exemplos de ruptura com as possibilidades de suporte e regeneração da natureza são muitos. Nossa civilização atual, por exemplo, é movida por energia fóssil. Extraímos carvão, petróleo e gás para mover nossas economias e nosso bem estar. Mas estamos queimando num curto período da história da humanidade o que a natureza levou milhões de anos para produzir. Pior, estamos queimando e emitindo gases que estão levando à mudança climática, tragédia anunciada para logo ali, mas que teimamos em não ver. E existem os vazamentos de petróleo, sempre grandes tragédias. Aliás, do petróleo sai o plástico, hoje uma grande ameaça para a integridade do ciclo da água, vital para qualquer forma de vida. Mas dá para conceber a vida que levamos sem petróleo? Hoje, já sabemos que tecnologicamente existem alternativas, mas o problema é mais de responsabilidade ecossocial das empresas e de poder na sociedade.

O extrativismo é uma atividade essencial, mas pode ser praticado com responsabilidade, tanto na extração em si como nos impactos ecossociais. Destruir territórios e sua população não pode ser tratado como uma fatalidade, pois não é. É atividade de riscos, que devem e podem ser evitados. De forma nenhuma é aceitável o extrativismo desenfreado, sem as devidas análises e medidas para garantir resiliência ecossocial no território impactado. As empresas não podem ser tão irresponsáveis, sem transparência, pois o extrativismo está entre as atividades mais lucrativas, mas de grande potencial destrutivo. Mesmo não acontecendo desastres, a jazida de minério um dia acaba. Sobra somente o buraco da mina, com os rejeitos, para o território e a cidadania local.

Como cidadania, temos uma gigante tarefa pela frente de repensar o lugar do extrativismo em nossa economia e o tipo de responsabilidade ecossocial a cobrar das empresas envolvidas e do próprio governo na sua regulação. Está em jogo a integridade dos territórios e de suas populações locais, mas sobretudo o próprio futuro coletivo. Afinal, a tal riqueza natural uma vez extraída empobrece o território e gera um passivo nosso em relação a futuras gerações, que não a terão e, talvez, dela fariam um uso mais sustentável. O debate sobre tais questões ainda é dominantemente deixado para os diretamente atingidos. Precisamos transformar isto em questão de cidadania. Precisamos de outra relação na troca com a natureza, diferente do predatório extrativismo. Outra economia é possível, mas estamos longe de conseguir emplacar o próprio debate a respeito. Tarefa difícil, mas inadiável. Basta ter presente o consenso que há no Brasil, hoje, sobre a “salvação” que representa para o país o extrativismo das reservas de petróleo do pré-sal, por exemplo.

Cândido Grzybowski, sociólogo e presidente do Ibase.
Rio de Janeiro, 28/01/2019

Destruição ecossocial e barbárie

meio ambiente destruido

A onda de calor que nos sufoca é, sem dúvida, um fenômeno climático típico de verão. Mas este, pelas médias históricas, como já é de conhecimento público, está bem acima do normal. O pior é que além do calor imediato, quem acompanha o debate científico em torno à mudança climática tem a cabeça fervendo nestes dias de péssimas notícias. Enquanto aqui no Brasil estávamos em plena disputa do segundo turno eleitoral, o Painel Internacional das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) divulgou um contundente estudo sobre os riscos de total descontrole climático se a temperatura média subir mais de 1,5°C acima do patamar da era pré-industrial. Apesar disto, a COP-24, em Katowice, Polônia, em dezembro último, não passou de um pobre acordo político de intenções mais do que engajamento efetivo na redução das emissões. Não deixa de ser uma grande ironia na conjuntura mundial que a COP, tendo no centro o mandato de enfrentar a descarbonização da economia e das sociedades, tenha acontecido no coração da indústria do carvão da Polônia. Pior seria ter acontecido nos EUA com o líder da maior economia mundial negando que o clima seja uma ameaça, apesar de estar lidando com a intensificação do número e tamanho dos ciclones, o registro de temperaturas particularmente extremas (inverno e verão) e com os devastadores incêndios.

Para nós brasileiros, a mudança climática já é dor de cabeça com febre e tudo. Logo após a vitória eleitoral, antes até de ser governo, Bolsonaro anunciou não queria sediar a COP-25, neste ano de 2019. Agora, já empossado, está tornando realidade a decisão de desligamento dos acordos climáticos e se alinhando com Trump e outros negacionistas da mudança climática, como se tal questão fosse de esquerda. Chega ser motivo de piada o que o nosso novo chanceler diz sobre o assunto. Como bem afirma Angelika Humbert, do Alfred Wegener Institut, da Alemanha, estudiosa do derretimento das calotas polares, “el cambio climático se puede medir, no se trata de creer o no creer”.

O pior já está acontecendo no Brasil. Começou a montagem de uma operação interna de desmanche do conjunto da institucionalidade e das políticas de proteção dos comuns, da biodiversidade, florestas e água, dos territórios indígenas, quilombolas, extrativistas. Tudo agora é uma questão de exploração, a mais rápida e intensa possível, da “riqueza” natural pelo extrativismo mineral e pelo agronegócio do boi e da soja e seus grileiros de terras e motosserras desmatadoras, com violência e morte do que se encontra no caminho. FUNAI e demarcação de terras, Reforma Agrária, licenciamento ambiental e muito mais de uma possível proteção da natureza estão na órbita do Ministério da Agricultura e da bancada ruralista. É como mandar a raposa cuidar do galinheiro.

Algo que se tenta separar, mas está intrinsecamente ligado, é toda a questão social com a questão ecológica. Não estranha em nada o fato que o mesmo desmanche da proteção ecológica seja praticado na questão dos direitos humanos, dos direitos trabalhistas e da educação, do combate à desigualdade social e pobreza, do enfrentamento ao racismo, ao machismo e à violência contra as mulheres. Estamos diante de uma ameaça de destruição ecossocial em nome de um agressivo, selvagem e reacionário desenvolvimento a ser regulado pela barbárie do livre mercado, entre não livres e nem iguais como importa frisar.

Comecei esta minha crônica com a intenção de pensar na ameaça maior e irreversível que a mudança climática anuncia, assim como um termômetro sinaliza a febre que pode matar. Aqui estou falando da humanidade como uma espécie viva que comparte a biosfera do planeta Terra e que dela depende. Nós, os humanos, já extinguimos uma grande parte da biodiversidade natural. Aqui no Brasil, nenhum dos biomas constitutivos do imenso território que nos cabe cuidar mantem a sua integridade de modo a se reproduzir. No andar de nossos jatos e foguetes (já não usamos carruagens, quando se cunhou a expressão), caminhamos para o desconhecido e, segundo os cientistas, ao irreversível em termos de biodinâmica, sobrando pouca de esperança de vida digna para a grande maioria das gerações futuras, tendo que viver sob a ameaça da extinção. A verdade é dura, mas precisa ser dita. O capitalismo extrativista, produtivista, consumista, controlado pelas grandes corporações financeiras globalizadas, é o motor da promoção de um futuro muito próximo – já está sendo proposto concretamente – de fortalezas e muralhas militarizadas, com muita barbárie e apenas um planeta destruído para uma parcela mínima da humanidade. Meus leitores vão concordar que se é assim o futuro próximo, a cabeça precisa ferver muito na busca de alternativas neste escaldante verão.

Como ativista da palavra, intelectualizado por ofício, é meu dever socializar estudos e artigos a que tenho acesso e leio. Resumo aqui um importante texto preparado pelo amigo e cúmplice nas articulações por movimentos de cidadania de dimensões planetárias, Roberto Savio, argentino-italiano, fundador do Inter Press Service (IPS) e hoje presidente de Other News , um serviço que o mercado não propicia. Ele, como eu, tenta criar consciência, muito além do simples entender o que se passa. Savio começa lembrando que na política os interesses imediatos, particularmente de acumulação de riqueza e poder político, estão acima de valores éticos e visão ecossocial e radicalmente democrática para o futuro. Apesar de transformada em questão mística para grandes massas, a mudança climática é efetivamente uma questão de interesses imediatos, do ganhar e acumular o máximo possível, o quanto antes se possível, não importando quanto de violência, a morte, a destruição é necessária.

O que espanta é o verdadeiro bloqueio na opinião pública que sofre a questão da mudança climática como algo que pode ser irreversível para a humanidade e a biosfera. Ela é discutida seriamente nos meios especializados, mas mal disputada como questão ética, filosófica, científica, política e econômica. O fato é que há um acordo mais do que majoritário entre cientistas de que as atividades humanas provocam a mudança climática. A oposição a isto é fundamentalmente financiada pela indústria extrativista do carvão e do petróleo, com o exemplo maior dos irmãos Koch, dos EUA. Aliás, no mundo todo, ao invés de combater a mudança climática, que tem uma das causas fundamentais no uso de combustíveis fósseis, subsidiamos o extrativismo de carvão, gás e petróleo. Pelos dados da ONU, segundo Roberto Savio, o montante poder ser entre US$ 775 bilhões a US$ 1 trilhão. Mas se considerarmos o uso do solo, água e as externalidades (nunca contabilizadas), os subsídios podem chegar a mais de US$ 5 trilhões anuais, cerca de 6,5% do PIB mundial.

Outro dado que destaco do artigo de Savio é sobre uma pesquisa da ONU, de 2015, com uma amostra de 9,7 milhões de pessoas no mundo, sobre seis temas considerados prioritários entre 16 apontados. Os temas sociais – educação em primeiro, saúde e melhores oportunidades de trabalho – foram os eleitos. O último dos 16 temas propostos, no geral, foi a “mudança climática”, até mesmo nos países mais pobres. Nem nos países ilhas, os mais ameaçados pela mudança, o clima veio em primeiro lugar. Conclusão: a mudança climática é ainda uma não questão hegemônica no seio da sociedade civil planetária. Pior, ainda estamos longe de associar direitos humanos e direitos da natureza como os dois lados de um mesmo drama. Não é possível fazer justiça social destruindo a natureza. O inverso também é impossível, pois estamos diante de uma questão ecossocial, de uma nova relação entre nós e a natureza. Somos natureza viva e consciente dependentes da natureza que nós dá, na troca que fazemos com ela, o essencial para viver. A humanidade, com a ciência e tecnologia, se tornou uma força ecossocial. Temos que rever profundamente nossas filosofias, conceitos e, particularmente, a relação de domínio e destruição da natureza junta com a dominação de uns sobre outros seres humanos.

Termino aqui esta minha crônica alarmista. Lembro, porém, que não se trata somente de uma questão da destruição ecossocial que temos diante de nós. Pelo que está acontecendo, ou estamos sendo privados de informação por interesses que nos dominam, ou evitamos olhar mesmo sabendo, ou, ainda, teimamos em ignorar e até agir no sentido de evitar mais destruição. Independentemente deste ou daquele governo, temos um desafio de humanidade pela frente. Se não agirmos agora, será tarde para a vida e o planeta Terra. A integridade ecossocial da natureza é um direito fundamental de futuras gerações. Esta sim é uma questão de vida ou morte. Será que ainda podemos ser solidários quanto a nossos filhos e netos e seus filhos e netos?

Artigo de Cândido Grzybowski, sociólogo e presidente do Ibase.

Alerta máximo para a humanidade

União européia contra o plástico

Avaaz15 mil cientistas enviaram um “alerta para a humanidade”: se não pararmos de poluir, nosso planeta estará condenado.

Os fatos são aterrorizantes: várias espécies estão se extinguindo a uma taxa 1000 vezes maior do que o natural. 90% da Grande Barreira de Corais na Austrália está morta ou quase, e os oceanos estão tão sufocados com plásticos que peixes se viciaram em comê-los.

Mas os cientistas também descobriram um tipo de milagre — um que salvaria a todos nós. Se protegermos metade do nosso planeta da exploração humana, nosso ecossistema conseguirá se estabilizar e regenerar. A vida na Terra vai se recuperar!

Nossos governos já se comprometeram a proteger 25% do planeta, então sabemos que é possível. Nenhum outro movimento global está liderando esse plano de recuperação milagroso!

E é aí que entramos.

Se 20 mil pessoas contribuírem semanalmente com um pequeno valor, divulgaremos essa proposta para torná-la conhecida, derrotaremos poluidores e caçadores de animais, e teremos força para exigir de nossos líderes que cheguem a um acordo para salvar o planeta durante uma mega Conferência acontecendo essa semana no Egito!

Contribua agora com apenas um clique — vamos dar vida a esse plano de recuperação milagroso.

Nossos hábitos estão destruindo os delicados ecossistemas de tal maneira, que corremos o risco de desajustar o planeta de modo a torná-lo inabitável aos humanos. Proteger 50% do planeta abriria caminho para a magia da própria natureza reverter essa situação — mas quase ninguém sabe a gravidade desta crise e o quão inspiradora é esta proposta.

Muitos especialistas já concordam que é exatamente isso que o planeta precisa. E a Conferência da biodiversidade em 2020 pode adotar essa proposta como meta global, se esse plano for acordado em conferências importantes como essa acontecendo agora no Egito.

Mas isso não vai acontecer sem nós.

A Avaaz tem impacto nacional, fôlego global e ambição suficientes para emplacar ideias colossais como essa. Quando lançamos nossa campanha por energia 100% limpa em 2013, muitos disseram ser utópica. Mas dentro de 24 meses, todos os governos do mundo concordaram com a ideia. Pois então, temos de novo 24 meses.

Nosso movimento não tem enormes quantias de dinheiro, mas com milhares de pequenas doações periódicas poderemos tornar o consenso científico em conhecimento público, e forçar os líderes políticos a nos escutar. Vamos contribuir hoje e tornar famoso esse plano milagroso, e salvar nosso planeta.

Com esperança e determinação, Danny, Alice, Allison, Camille, Martyna, Jenny, Rosa , e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Como você pode lutar contra a mudança climática?

A mudança climática é real e está acontecendo em todo o mundo. Mas você pode ajudar!

ONU promove curso online sobre como combater lixo marinho

Lixo marinho

ONU BrasilQuer conhecer estratégias para combater a poluição dos oceanos? Tem interesse em liderar pessoas e organizações que atuam pela defesa da vida marinha? O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente) tem um curso para você. A partir de 29 de janeiro, a agência das Nações Unidas promove uma formação online e gratuita sobre iniciativas de sucesso para limpar o lixo dos nossos mares.

As aulas, oferecidas em espanhol, apresentarão estudos de caso e iniciativas bem-sucedidas, que podem ser adotadas e adaptadas por qualquer cidadão que deseje proteger a natureza, independentemente de sua profissão ou de onde mora.

A capacitação também trará informações sobre a Estratégia Honolulu, uma ferramenta de planejamento concebida pela ONU Meio Ambiente e pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos para ajudar instituições a implementar projetos de recuperação e conservação de ecossistemas marinhos.

A primeira etapa do curso será uma formação em liderança e tem previsão de duas semanas de duração. Quem desejar continuar acompanhando as atividades, poderá seguir a segunda etapa — o curso para especialistas —, que deverá ser concluída em oito semanas.

Ao final das aulas, a ONU Meio Ambiente oferece um certificado de conclusão. Saiba como se inscrever clicando aqui.

O curso é fruto de uma parceria entre o organismo das Nações Unidas, a sua campanha #MaresLimpos, o centro de formação universitária online Open Universiteit, a Parceria Global sobre Lixo Marinho e o Programa Global de Ação para a Proteção do Ambiente Marinho de Atividades Terrestres.

ONU Brasil

Curso para o Cadastro Ambiental Rural oferece 31 mil vagas

Área rural de Ilhota na região do complexo do Baú, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

Estão abertas, a partir desta quinta-feira (3/7), as inscrições para o curso à distância de Capacitação para o Cadastro Ambiental Rural (CapCAR). Serão oferecidas 31 mil vagas, distribuídas em quatro turmas, sendo que a primeira vai priorizar a inscrição de profissionais de órgãos públicos de meio ambiente e extensão rural. A inscrição para a primeira turma fica aberta até o dia 20 de julho, por meio deste hotsite. As turmas seguintes serão abertas quando a primeira for finalizada.

Inscreva-se já!

O diretor de Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Gabriel Lui, destaca o caráter multiplicador do curso. “O objetivo é aumentar a capilaridade em campo, por meio de multiplicadores que levarão informações tanto sobre a legislação quanto sobre o sistema do CAR”, afirmou Lui.

O curso é resultado das ações de fomento e apoio à implementação da Lei nº 12.651/2012 (Novo Código Florestal), que criou o CAR. O objetivo é formar facilitadores para o cadastramento de imóveis rurais no CAR, com prioridade para o apoio aos proprietários ou posseiros rurais que tenham área de até quatro módulos fiscais e desenvolvam atividades agrossilvipastoris, conforme previsto na lei.

O curso, chamado de CapCAR, tem duração de 78 horas, com dedicação média de 12 horas semanais, e será ministrado em até sete semanas. A primeira turma começa no dia 12 de agosto. Cada turma será acompanhada por um tutor (docente on-line), preparado para tirar dúvidas de conteúdo e de uso das ferramentas. Os participante receberão um certificado de curso de extensão emitido pela Universidade Federal de Lavras (UFLA).

Obama, salve o Ártico!

Obama, salve o Ártico!Participe

A Shell resolveu assumir o que todos já sabiam: ela não está preparada para explorar petróleo no Ártico. Diante deste fato irrefutável – e depois de muitas trapalhadas e acidentes – a gigante anglo-holandesa decidiu abandonar seu projeto durante 2013. É uma boa notícia, mas ela pode se tornar ainda melhor se a Shell se retirar do Ártico para sempre.

Agora é o momento para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, proteger um dos mais importantes ecossistemas do mundo e manter a exploração industrial bem longe do Polo Norte. É por isso que precisamos da sua ajuda para continuar nosso trabalho.

Envie um e-mail para Barack Obama dizendo que a Shell já teve sua chance e que se ele quer ser um verdadeiro líder, deve lidar de maneira decisiva com o aquecimento global. É hora de dar o primeiro passo para que o mundo se livre do “vício” dos combustíveis fósseis e invista em formas limpas de energia, como solar e eólica.

Participe da nossa campanha para proteger o Ártico. Faça agora uma doação para a apoiar a campanha pelo Ártico e salvar a vida dos animais polares.

 

Hoje em 1989 foi criado o Ibama

Ibama

O Ibama foi criado em 1989. A autarquia federal, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, é o órgão executivo responsável pela execução da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), instituída em 1981 e desenvolve atividades para a preservação e conservação do patrimônio natural, controla e fiscaliza o uso dos recursos naturais e concede licenças ambientais. Em 2007, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), retirou do IBAMA a gestão das unidades de conservação nacionais.

Situação urgente no Ártico

Situação urgente no Ártico

Na véspera da Assembleia Geral da ONU, a tripulação do Arctic Sunrise usou as bandeiras dos 193 países-membros das Nações Unidas para construir um coração sobre o gelo no Ártico e pedir que os líderes mundiais tomem a decisão deproteger um dos mais frágeis ecossistemas do mundo.

A situação é urgente. O Ártico atingiu seu menor volume de gelo em toda a história e precisa ser protegido. Você pode nos ajudar nesta tarefa, juntando-se ao time daqueles que defendem a criação de um santuário global na região.Divulgue e compartilhe a petição. Cada elo que acrescentamos à corrente torna a iniciativa mais forte.

É pressionando as empresas que desejam explorar petróleo no Ártico que podemos protegê-lo, a Shell e a Gazprom, por exemplo, anunciaram na semana passada que não vão mais perfurar na região em 2012.

Juntos, podemos parar a destruição do meu lar e dos ursos polares e garantir o equilíbrio climático do planeta. Pode até ser engraçado ver o urso polar tomando um tombo, mas o degelo do Ártico é coisa séria.

Este ano completamos 20 anos no Brasil, graças a pessoas como você, que acreditam que um futuro mais verde e pacífico é possível.

Faça parte do Greenpeace, junte-se a nós.