As conquistas de Fernando Haddad como prefeito e ministro da educação

Agora é Haddad presidente

Conheça da algumas conquistas que Haddad fez como Prefeito de São Paulo:

  1. Construiu 3 UPAs e deixou 12 em construção, antes de sua gestão, São Paulo não possuía nenhuma.
  2. Recuperou mais de R$ 278 milhões desviados em esquemas corrupção para o cofre da cidade.
  3. Construiu 33 hospitais Dia da Rede Hora Certa.
  4. Construiu 3 hospitais gerais.
  5. Construiu mais de 400 creches, a ponto de quase zerar a fila de espera.
  6. Construiu universidade nos CEUs com o UniCEU.
  7. Criou um órgão de auditoria independente.
  8. Deu passe livre a 700 mil estudantes.
  9. Reduziu a dívida do município para MENOS DA METADE, sendo o primeiro prefeito da história da cidade a entregar uma dívida menor do que recebeu.
  10. Levou a Virada Cultural para periferia.
  11. Aumentou o Piso Salarial dos professores.
  12. Acabou com a máfia do ISS.
  13. Primeiro Plano Municipal de Cultura da cidade.
  14. Reduziu as mortes no trânsito, com medidas como a redução de velocidade nas marginais.
  15. Mais de 140 praças com Wi-Fi.
  16. Aprovou o plano diretor, premiado internacionalmente e elogiado pela ONU.
  17. Construiu mais de 400km de corredores e faixas de ônibus.
  18. Entregou 400km de ciclovias.
  19. Centenas de ônibus com Wi-fi, ar-condicionado, carregador de celular e de bilhete único.
  20. Bilhete Único Mensal.
  21. Sancionou a lei que obriga a inclusão de alimentação orgânica nas merendas das escolas municipais.
  22. Instalou Fab Labs na cidade, oferecendo à população acesso a computadores com internet e impressoras 3D, além de professores para ensinar como operar os equipamentos.

Conheça agora as vitórias de Fernando Haddad como ministro da educação:

  1. Criou o Programa Universidade para Todos (ProUni), democratizando o acesso à universidade para estudantes de baixa renda e inseriu mais de 1,5 milhão de jovens no ensino superior.
  2. Fortaleceu o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
  3. Criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para avaliar a qualidade do ensino nas escolas públicas no país.
  4. Foi aprovada a Lei nº 11.738/2008, que fixou um piso salarial para todos os professores de escolas públicas da educação básica.
  5. Expandiu e interiorizou o ensino superior.
  6. Criou 18 novas universidades federais.
  7. Criou 173 campus universitários.
  8. Criou 360 unidades dos institutos federais.
  9. Implementou o Enem e posteriormente o Sisu.
  10. Em 10 anos, entre 2001 e 2010, o crescimento no número de matrículas no ensino superior foi de 110%.
  11. O número de alunos entre 2003 a 2014 aumentou de 505 mil para 932 mil.
  12. Lançou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), por meio do PDE, houve a expansão de creches, pré-escolas e escolas técnicas.
  13. Pelo PDE, houve a ampliação do número de vagas nas universidades federais e a formação de mestres e doutores, atingindo a marca 11 mil doutores formados e 30 mil mestres.
  14. No que se refere ao analfabetismo, houve queda de 11% para 8,6% entre 2005 e 2011.

Agora é Haddad!

Anúncios

Haddad explica como foi construída da farsa do “kit gay”

Haddad Presidente

O ex-ministro da Educação Fernando Haddad, candidato a vice-presidente na chapa de Lula, escreveu um artigo para a Revista Piauí, publicado em junho de 2017, que tratou do tema que Bolsonaro explorou ontem na sabatina à Globo, o chamado “Kit Gay”. Bolsonaro insiste em uma fraude, como Haddad detalha.

A seguir, um trecho do artigo do ex-ministro.

Sensação semelhante, de percepção dos próprios limites diante de uma situação que indica maus presságios, eu tive em 2011, no Ministério da Educação, durante a crise do chamado “kit gay”. A história toda, a começar pela expressão preconceituosa, é um exemplo de como uma informação falsa pode ser criada (e deliberadamente mantida) com intenções políticas nefastas – e consequências sociais que reverberam até hoje.

A Comissão de Direitos Humanos da Câmara, acertadamente, aprovou uma emenda de bancada ao orçamento, designando recursos para um programa de combate à homofobia nas escolas. O Ministério Público questionou o MEC sobre a liberação da emenda. Só então o MEC entrou na história, solicitando a produção do material a uma ONG especializada. No exato momento em que o material foi entregue para avaliação, eclodiu a crise do “kit gay”.

Desde o início, quem lia as notícias imaginava que aquela era uma iniciativa do Executivo, quando na verdade a demanda havia sido do MP e do Legislativo. Também se sugeriu que o material estivesse pronto e já distribuído, quando sequer havia sido examinado. Expliquei tudo à imprensa e às bancadas evangélica e católica do Congresso, e o mal-entendido parecia desfeito. Despreocupado, viajei no dia 25 de maio a Fortaleza para receber o título de Cidadão Cearense. Então, durante a minha ausência de Brasília, um material de outro ministério, o da Saúde, foi apresentado como sendo o tal “kit gay” do MEC para as escolas. Esse outro material se destinava à prevenção de DST/Aids e tinha como público-alvo caminhoneiros e profissionais do sexo nas estradas de rodagem – com uma linguagem, portanto, direta e escancarada.

O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) exibiu em plenário a campanha do Ministério da Saúde dizendo que eu havia mentido no dia anterior e que as escolas de Campos dos Goytacazes, onde a mulher dele, Rosinha Garotinho, era prefeita, já dispunham de exemplares para distribuir aos estudantes. Aquilo virou um caldeirão. Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete da Presidência, me telefonou alarmado. Eu disse: “Gilberto, pare dois segundos para pensar e se acalme. Isso não existe. O material para as escolas ainda está na minha mesa, não há chance de ele ter sido distribuído”.

Era, evidentemente, uma armação, explicada inúmeras vezes para a imprensa, mas a confusão já estava feita. E a polêmica do “kit gay” – que foi sem nunca ter sido – estendeu-se por meses. Em junho, às vésperas da Marcha pela Família, convocada por grupos religiosos em Brasília, recebi em meu gabinete o senador Magno Malta (PR-ES) para conversar sobre o assunto. Em determinado momento, ele elevou o tom e começou a me ameaçar. Disse que a Marcha ia parar na frente do MEC, que eles iriam me constranger. Mantive o tom calmo que sempre adoto: “Mas, senador, o senhor conhece a história, sabe que não é verdade.” Não adiantou. Percebi, então, que aquilo não era uma questão de argumentos, mas um jogo de forças. E eu disse, também com o tom de voz mais alto: “Então venham. Hoje à noite eu vou rezar um Pai-Nosso e amanhã nós vamos ver qual Deus vai prevalecer, o da mentira ou o da verdade”.

O senador parou, abriu um sorriso e pegou na minha mão: “Você é um homem de Deus. Se acredita n’Ele, eu acredito em você”.

Voltei a esse episódio já relativamente antigo porque ele me parece exprimir muito bem um fenômeno que o ultrapassa. Em um artigo recente para a revista nova-iorquina Dissent, a filósofa norte-americana Nancy Fraser discutiu a eleição de Donald Trump e o que chamou de “derrota do neoliberalismo progressista”. No texto, Fraser mostra como se constituiu nos Estados Unidos a disputa entre duas modalidades de direita: o neoliberalismo progressista dos governos Clinton e Obama e o protofascismo de Trump, com seu discurso protecionista na economia e seu conservadorismo regressivo em relação aos costumes e direitos civis. Pode-se discutir se é correto enquadrar Obama no campo neoliberal, mas o que importa preservar do argumento da autora, nesse embate, é que a grande vantagem do neoliberalismo americano, que era o diálogo com as minorias – LGBT, mulheres, negros e imigrantes –, se perdeu.

O que vimos no Brasil dos últimos anos foi algo um pouco diferente: essas duas modalidades de direita em boa medida se fundiram, de modo que mesmo nossa direita neoliberal passou a cultivar a intolerância. A vitória socioeconômica do projeto do PT até 2013 foi tão acachapante – crescimento com distribuição de renda e ampliação de serviços públicos – que sobrou muito pouco para a versão civilizada da direita tucana. Ela não podia mais se dar ao luxo de ser neo-liberal e progressista. Para enfrentar a nova realidade, os tucanos passaram a incorporar a seu discurso elementos do pior conservadorismo.

Temas regressivos foram insuflados no debate nacional. A campanha de José Serra à Presidência em 2010 foi um momento importante dessa inflexão tucana. Embora talvez fosse o desejo íntimo de alguém como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o PSDB não conseguiu se transformar na versão brasileira da agenda democrata norte-americana. Pelo contrário, ao radicalizar o discurso conservador, o partido revolveu o campo político de onde floresceu a extrema direita no Brasil. Quem abriu a caixa de Pandora de onde saiu o presidenciável Jair Bolsonaro foi o tucanato. Embora essa agenda pudesse vir à tona em algum momento, foram os tucanos que a legitimaram. Um equívoco histórico. Quando, pela mudança de conjuntura, se tenta abdicar desse ideário, isso já não é mais possível, pois logo aparece alguém para ocupar o espaço criado. Foi exatamente o que aconteceu: a extrema direita desgarrou e agora quer tudo – a agenda tucana e muito mais.

Um movimento semelhante ocorreu com a imprensa. Curiosamente, o veículo que mais respaldou essa pauta foi aquele de quem menos se esperava uma aproximação com o obscurantismo: o jornal Folha de S.Paulo. Sob o manto moderno do pluralismo, uma pretensa marca do jornal, a Folha legitimou, tornou palatável e deu ares de seriedade a uma agenda para lá de regressiva. Adotando inclusive a expressão “kit gay”, criada pela bancada evangélica do Congresso, o jornal deu dignidade a uma abordagem que contribuiu para que o debate sobre direitos civis atrasasse cinquenta anos no país.

Embora tenha desandado na cobertura noticiosa, a Folha continua utilizando o espaço dos editoriais para se apresentar como uma espécie de vanguarda da modernidade. O expediente tornou-se tão incongruente com as opções do noticiário que em determinado momento a Folha precisou alardear em peças publicitárias, no próprio jornal e na tevê, aquilo que seria seu posicionamento oficial sobre temas mais delicados. Vejo isso como um caso singular de cinismo que maquiava o embarque do jornal numa espécie de “neo-liberalismo regressivo”.

DCM.com.br

Ministro Haddad com o presidente Lula

Tribunal de Contas do estado irá fiscalizar a execução do Plano Nacional de Educação nos 295 municípios catarinenses

Tribunal de Contas do estado irá fiscalizar a execução do Plano Nacional de Educação nos 295 municípios catarinenses

O Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC) irá avaliar a situação dos 295 municípios catarinenses quanto à execução dos Planos Municipais de Educação. O objetivo é verificar se as prefeituras estão seguindo as diretrizes, metas e estratégias para a implantação da política educacional prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2014/2024. Ofício circular foi encaminhado aos prefeitos, solicitando que os responsáveis pelos controles internos de todos os executivos municipais respondam o questionário eletrônico, a partir de informações prestadas pelas secretarias de Educação.

O levantamento, que busca obter elementos necessários ao diagnóstico da educação municipal, será realizado até o dia 17 de novembro. O questionário também está disponível no banner Avaliação da Execução das Metas dos Planos de Educação, na área de Destaques do site do TCE/SC. A resposta é obrigatória, conforme previsto na Instrução Normativa N. TC-024/2016, publicada no Diário Oficial Eletrônico do TCE/SC n. 1962. Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas pelo e-mail pneresponde@tce.sc.gov.br.

“A garantia do pleno acesso a uma educação de qualidade é um desafio posto aos entes federativos e à sociedade brasileira, além de ser tarefa essencial para a construção de um país justo, democrático e plural”, afirmaram o presidente Luiz Roberto Herbst e o auditor substituto de conselheiro Gerson dos Santos Sicca, responsável pelo gerenciamento e acompanhamento do trabalho no TCE/SC, na apresentação do questionário.

Conforme destacado pelo presidente e pelo auditor, no ofício circular, o PNE é o marco de um compromisso de todos os entes federativos com o aprimoramento quantitativo e qualitativo da educação brasileira. “Representa um desafio em termos de construção e de execução de políticas públicas, a ser vencido entre 2014 e 2024”, ressaltam.

A Portaria N.TC-307/206 constituiu, no TCE/SC, grupo para auxiliar no gerenciamento e acompanhamento do Acordo de Cooperação Técnica celebrado entre o Ministério da Educação (MEC), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a Associação Nacional dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e o Instituto Rui Barbosa (IRB). Deverá ser padronizada a metodologia de fiscalização, estimulada a transparência em relação aos recursos investidos em educação, além de aplicada sanção a gestores públicos que não se comprometerem com as ações dos planos de educação (Saiba mais 1 e 2).

O auditor fiscal de controle externo do TCE/SC Renato Costa, coordenador da implantação da iniciativa na Corte catarinense, explica que somente deverão ser respondidas as questões referentes às metas e às estratégias estabelecidas no Plano de Educação aprovado pelo município.

A previsão do auditor substituto de conselheiro Gerson dos Santos Sicca é que até o fim deste ano seja traçada uma espécie de radiografia da educação em todos os municípios do Estado. Segundo ele, os dados serão considerados na definição das auditorias a serem incluídas nas programações de fiscalização do Tribunal de Contas.

Rede nacional

O TCE/SC foi uma das 34 Cortes de Contas do país que aderiu ao acordo de cooperação técnica e operacional para monitoramento das ações do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014/2024 (Lei Federal nº 13005/2014) e da Lei de Transparência.

Os esforços para o cumprimento da parceria também levarão em conta a Resolução Atricon nº 03/2015, que aprovou as diretrizes de controle externo relacionadas à temática “Controle externo nas despesas com educação”. A norma estabelece que os Tribunais de Contas devam considerar como atuação prioritária a fiscalização da aplicação dos recursos destinados à educação.

Fonte: TCE/SC

Você sabe como sua escola se saiu no Enem 2013?

Resultado Enem 2013 por escola disponível no QEdu, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014, Newsletter, Feed

Resultado Enem 2013 por escola disponível no QEdu.

O Inep/MEC disponibilizou ontem, dia 22 de dezembro, os dados de desempenho no Enem 2013 de todas as escolas do Brasil. O time QEdu fez plantão e já liberou os dados detalhados pra você conhecer as médias de cada uma das escolas e ainda visualizar todas as escolas de um município. Acesse o especial que preparamos para o EnemObrigado por fazer parte do maior portal de informações sobre educação do Brasil.

😀

MEC solicita dilatação de prazo para resposta de RI sobre a suspensão de distribuição do kit anti-homofobia

kit anti-homofobia

Um ofício expedido pelo gabinete do Ministro de Estado da Educação, Aloizio Mercadante, solicitando a dilatação de prazo para resposta de Requerimento de Informação (RI) sobre a suspensão de distribuição do kit anti-homofobia, foi enviado ao deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) na manhã desta terça-feira, 07. O pedido foi deferido pelo deputado, prorrogando assim  por trinta dias o prazo para resposta do MEC.

Expedido pelo deputado Wyllys no dia 25 de junho após notícia publicada no portal Terra na qual o deputado João Campos (PSDB-GO) divulgou que a Frente Parlamentar Evangélica na Câmara dos Deputados foi responsável pela articulação de reunião com a equipe da presidente Dilma Rousseff que culminou com o cancelamento da distribuição do Projeto Escola Sem Homofobia nas escolas públicas há cerca de um ano, o RI levanta questões referentes aos aspectos de custos e estudo prévio que devem preceder qualquer gasto público, responsabilidades e punições adotadas, entre outras indagações. Segundo as declarações de Campos, a bancada utilizou as suspeitas de corrupção envolvendo o então ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, como “moeda de troca”.

Veja aqui o ofício expedido pelo MEC, bem como o RI enviado pelo gabinete do deputado Jean Wyllys.

Compras de produtos para merenda escolar podem ser feitas pelo portal Rede Brasil Rural

Ferramenta virtual aumenta transparência da oferta e da aquisição de produtos da agricultura familiar

Ferramenta virtual aumenta transparência da oferta e da aquisição de produtos da agricultura familiar.

Alunos da rede pública de ensino de todo o País poderão receber alimentos comprados por meio do portal da Rede Brasil Rural. Escolas, prefeituras e secretarias de educação já podem disponibilizar no sítio os editais de compra de produtos da agricultura familiar do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Cerca de 160 mil gestores do Pnae de todo País já estão pré-cadastrados na Rede. Agora, os editais serão publicados por meio da ferramenta virtual e distribuídos diretamente aos empreendimentos familiares que produzem os alimentos requeridos.

Celidalva Soares de Oliveira, produtora rural da Bahia, avalia que o benefício da presença dos alimentos da agricultura familiar na merenda é duplo. Além da renda gerada com as vendas para escolas municipais, ela sabe o que os filhos estão comendo no lanche do colégio. “Antigamente era tudo industrializado na merenda escolar. Hoje não, a gente sabe de onde está vindo. Temos todo o cuidado, pois sabemos que são nossos filhos, sobrinhos e vizinhos que estão comendo”, diz.

Transparência

Com a ferramenta virtual, os resultados dos editais e prestação de contas dos gestores e dos agricultores familiares passam a ser feitos diretamente no portal, o que aumenta a transparência da oferta e a compra de produtos para a alimentação escolar. “Trata-se de um sistema simplificado em que os empreendimentos cadastrados na rede poderão ofertar os produtos conforme o que está sendo pedido nos editais de compra. Abre-se mais um espaço para que o agricultor garanta a venda do seu produto e gere renda para a sua família”, explica o coordenador da Rede Brasil Rural, Marco Antônio Viana Leite.

Rede auxilia agricultores familiares

A Rede Brasil Rural foi lançada em dezembro de 2011 para auxiliar os agricultores familiares na compra de insumos e na venda de seus produtos. O sítio exige o cadastramento de cooperativas. Além de garantir e facilitar a comercialização, a Rede possibilita que agricultores familiares representados por suas cooperativas comprem, juntos, insumos como sementes, máquinas e equipamentos.

A ação é desenvolvida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). A lei 11.947 (Lei da Alimentação Escolar) determina a utilização de, no mínimo, 30% dos recursos repassados pelo FNDE na compra de produtos da agricultura familiar para a alimentação escolar.

Como inserir um edital na Rede

Para inserir um edital, as entidades executoras devem realizar cadastro e se identificarem como gestor do Pnae. O mesmo vale para as cooperativas que querem vender para a alimentação escolar: é preciso criar um cadastro, inserindo informações sobre o empreendimento, o número da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) jurídica, endereço e detalhes dos produtos a serem ofertados.

Dúvidas para redebrasilrural@mda.gov.br

305 livros grátis: isso vale a pena divulgar

Literatura brasileira

Não é de recusar esse presentão. Aproveitem, e imaginem quanto espaço físico se economiza para “guardar” tantas obras do mais alto nível. Os livros estão em formato “pdf”. É só clicar no título linkado para ler ou imprimir.

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci; escutar músicas em MP3 de alta qualidade; ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia; ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA e muito outras coisas mais… O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site www.dominiopublico.gov.br.

Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Ajude a divulgar essa inciativa e boa leitura!

  1. 13 Oktobro 1582 – Luiz Ferreira Portella Filho
  2. 14 de Julho na Roça – Raul Pompéia
  3. 345 – Artur Azevedo
  4. 7 Canções – Salomão Rovedo
  5. A Alegria da Revolução – Ken Knab
  6. A Alma do Lázaro – José de Alencar
  7. A Alma Encantadora das Ruas – João do Rio
  8. A Alma Encantadora das Ruas – João do Rio
  9. A Ama- Seca – Artur Azevedo
  10. A Arrábida – Vania Ribas Ulbricht
  11. A Bela Madame Vargas – João do Rio
  12. A Brasileira de Prazins – Camilo Castelo Branco
  13. A Campanha Abolicionista – José Carlos do Patrocínio
  14. A Capital Federal – Artur Azevedo
  15. A Carne – Júlio Ribeiro
  16. A Carne – Júlio Ribeiro
  17. A Carta de Pero Vaz de Caminha – Pero Vaz de Caminha
  18. A Carta – Pero Vaz de Caminha
  19. A Carta – Pero Vaz de Caminha
  20. A Carteira – Machado de Assis
  21. A Carteira – Machado de Assis
  22. A Cartomante – Machado de Assis
  23. A Cartomante – Machado de Assis
  24. A Casadinha de Fresco – Artur Azevedo
  25. A Causa Secreta – Machado de Assis
  26. A Causa Secreta – Machado de Assis
  27. A chave – Machado de Assis
  28. A Chinela Turca – Machado de Assis
  29. A Cidade e as Serras – José Maria Eça de Queirós
  30. A Comédia dos Erros – William Shakespeare
  31. A Condessa Vésper – Aluísio de Azevedo
  32. A Confissão de Lúcio – Mário de Sá- Carneiro
  33. A Conquista – Coelho Neto
  34. A Conselho do Marido – Artur Azevedo
  35. A Cruz Mutilada – Vania Ribas Ulbricht
  36. A Dama das Camélias – Alexandre Dumas Filho
  37. A Dama das Camélias – Alexandre Dumas Filho
  38. A Dança dos Ossos – Bernardo Guimarães
  39. A Desejada das Gentes – Machado de Assis
  40. A Desejada das Gentes – Machado de Assis
  41. A Desobediência Civil – Henry David Thoreau
  42. A Dívida – Artur Azevedo
  43. A Divina Comédia – Dante Alighieri
  44. A Ela – Machado de Assis
  45. A Escrava Isaura – Bernardo Guimarães
  46. A Escrava Isaura – Bernardo Guimarães
  47. A Esfinge sem Segredo – Oscar Wilde
  48. A esfinge sem segredo – Oscar Wilde
  49. A Harpa do Crente – Vania Ribas Ulbricht
  50. A Herança – Machado de Assis
  51. A idéia do Ezequiel Maia – Machado de Assis
  52. A Igreja do Diabo – Machado de Assis
  53. A Igreja do Diabo – Machado de Assis
  54. A Ilustre Casa de Ramires – José Maria Eça de Queirós
  55. A Inglezinha Barcelos – Machado de Assis
  56. A Luneta Mágica – Joaquim Manuel de Macedo
  57. A mágoa do Infeliz Cosme – Machado de Assis
  58. A Mão e a Luva – Machado de Assis
  59. A Mão e a Luva – Machado de Assis
  60. A Mão e a Luva – Machado de Assis
  61. A Megera Domada – William Shakespeare
  62. A melhor das noivas – Machado de Assis
  63. A Mensageira das Violetas – Florbela Espanca
  64. A Metamorfose – Franz Kafka
  65. A Moreninha – Joaquim Manuel de Macedo
  66. A Moreninha – Joaquim Manuel de Macedo
  67. A Mulher de Preto – Machado de Assis
  68. A Mulher de Preto – Machado de Assis
  69. A mulher Pálida – Machado de Assis
  70. A ‘Não- me- toques’ ! – Artur Azevedo
  71. A Orgia dos Duendes – Bernardo Guimarães
  72. A Parasita Azul – Machado de Assis
  73. A Pata da Gazela – José de Alencar
  74. A Pianista – Machado de Assis
  75. A Poesia Interminável – João da Cruz e Sousa
  76. A Princesa de Babilônia – Voltaire
  77. A Relíquia – José Maria Eça de Queirós
  78. A Segunda Vida – Machado de Assis
  79. A Semana – Machado de Assis
  80. A Semana – Machado de Assis
  81. A Senhora do Galvão – Machado de Assis
  82. A Sereníssima República – Machado de Assis
  83. A Tempestade – William Shakespeare
  84. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca – William Shakespeare
  85. A última receita – Machado de Assis
  86. A Vida Eterna – Machado de Assis
  87. A viúva Sobral – Machado de Assis
  88. A Viuvinha – José de Alencar
  89. A Viuvinha – José de Alencar
  90. A Volta ao Mundo em 80 Dias – Júlio Verne
  91. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias – Júlio Verne
  92. Adão e Eva – Machado de Assis
  93. Adão e Eva – Machado de Assis
  94. Alma Inquieta – Olavo Bilac
  95. Almas Agradecidas – Machado de Assis
  96. Americanas – Machado de Assis
  97. AMOR COM AMOR SE PAGA – França Júnior
  98. Amor de Perdição – Camilo Castelo Branco
  99. Amor de Perdição – Camilo Castelo Branco
  100. Anedota do Cabriolet – Machado de Assis
  101. Anedota Pecuniária – Machado de Assis
  102. Antes da Missa – Machado de Assis
  103. Antes da Rocha Tapéia – Machado de Assis
  104. Antes que Cases – Machado de Assis
  105. Antigonas – Sofócles
  106. Antologia – Antero de Quental
  107. Antônio e Cleópatra – William Shakespeare
  108. Aos Vinte Anos – Aluísio de Azevedo
  109. Arte Poética – Aristóteles
  110. As Academias de Sião – Machado de Assis
  111. As Alegres Senhoras de Windsor – William Shakespeare
  112. As Bodas de Luís Duarte – Machado de Assis
  113. As Forças Caudinas – Machado de Assis
  114. As Primaveras – Casimiro de Abreu
  115. As Religiões no Rio – João do Rio
  116. AS VIAGENS – Olavo Bilac
  117. As Vítimas- Algozes – Joaquim Manuel de Macedo
  118. Astúcias de Marido – Machado de Assis
  119. Aurora sem Dia – Machado de Assis
  120. Auto da Alma – Gil Vicente
  121. Auto da Barca do Inferno – Gil Vicente
  122. Auto da Barca do Inferno – Gil Vicente
  123. Ayres e Vergueiro – Machado de Assis
  124. Balas de Estalo – Machado de Assis
  125. Balas de Estalo – Machado de Assis
  126. Bom Crioulo – Adolfo Ferreira Caminha
  127. Bons Dias – Machado de Assis
  128. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA – Alcântara Machado
  129. Camões – Joaquim Nabuco
  130. Canção do Exílio – Antônio Gonçalves Dias
  131. Cancioneiro – Fernando Pessoa
  132. Cancioneiro – Fernando Pessoa
  133. Canções e Elegias – Luís Vaz de Camões
  134. Cândido – Voltaire
  135. Capítulos de História Colonial (1500- 1800) – João Capistrano de Abreu
  136. Carolina – Casimiro de Abreu
  137. Carta de Pero Vaz de Caminha. – Pero Vaz de Caminha
  138. Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino – José Maria Eça de Queirós
  139. Cartas D’Amor – José Maria Eça de Queirós
  140. Casa de Pensão – Aluísio de Azevedo
  141. Casa Velha – Machado de Assis
  142. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público – Fundação Biblioteca Nacional
  143. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional – Fundação Biblioteca Nacional
  144. CHARNECA EM FLOR – Florbela Espanca
  145. Cícero – Plutarco
  146. Cinco minutos – José de Alencar
  147. Cinco Minutos – José de Alencar
  148. Cinco Mulheres – Machado de Assis
  149. Coisas que Só Eu Sei – Camilo Castelo Branco
  150. Como e Por Que Sou Romancista – José de Alencar
  151. Confissões de uma Viúva Moça – Machado de Assis
  152. Confissões de uma Viúva – Machado de Assis
  153. Conto de Escola – Machado de Assis
  154. Conto de Inverno – William Shakespeare
  155. Contos de Lima Barreto – Afonso Henriques de Lima Barreto
  156. Contos Fluminenses – Machado de Assis
  157. Contos Gauchescos – João Simões Lopes Neto
  158. Contos para Velhos – Olavo Bilac
  159. Contos – José Maria Eça de Queirós
  160. Coração, Cabeça e Estômago – Camilo Castelo Branco
  161. Coriolano – William Shakespeare
  162. Diário Íntimo – Afonso Henriques de Lima Barreto
  163. Divina Comedia – Dante Alighieri
  164. Do Livro do Desassossego – Fernando Pessoa
  165. Dom Casmurro – Machado de Assis
  166. Dom Casmurro – Machado de Assis
  167. Dom Casmurro – Machado de Assis
  168. Don Quijote – Miguel de Cervantes
  169. Don Quixote – Miguel de Cervantes
  170. Don Quixote. Vol. 1 – Miguel de Cervantes Saavedra
  171. Don Quixote. Vol. 2 – Miguel de Cervantes Saavedra
  172. Édipo- Rei – Sófocles
  173. El Arte de la Guerra – Sun Tzu
  174. Esaú e Jacó – Machado de Assis
  175. Esaú e Jacó – Machado de Assis
  176. Espumas Flutuantes – Antônio Frederico de Castro Alves
  177. Espumas Flutuantes – Antônio Frederico de Castro Alves
  178. Este mundo da injustiça globalizada – José Saramago
  179. Eterna Mágoa – Augusto dos Anjos
  180. Eu e Outras Poesias – Augusto dos Anjos
  181. Eu – Augusto dos Anjos
  182. Farsa de Inês Pereira – Gil Vicente
  183. Fausto – Johann Wolfgang von Goethe
  184. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. – Fernando Pessoa
  185. Hamlet – William Shakespeare
  186. Helena – Machado de Assis
  187. Helena – Machado de Assis
  188. História da Literatura Brasileira – José Veríssimo Dias de Matos
  189. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira – Sílvio Romero
  190. Histórias da Meia- Noite – Machado de Assis
  191. Iliada – Homero
  192. Iluminuras – Arthur Rimbaud
  193. Iracema – José de Alencar
  194. Iracema – José de Alencar
  195. Júlio César – William Shakespeare
  196. Kamasutra – Mallanâga Vâtsyâyana
  197. Lira dos Vinte Anos – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  198. Livro de Mágoas – Florbela Espanca
  199. LIVRO DE SÓROR SAUDADE – Florbela Espanca
  200. Livro do Desassossego – Fernando Pessoa
  201. Lucíola – José de Alencar
  202. Lucíola – José de Alencar
  203. Macbeth – William Shakespeare
  204. Medida Por Medida – William Shakespeare
  205. Memorial de Aires – Machado de Assis
  206. Memórias de um Sargento de Milícias – Manuel Antônio de Almeida
  207. Memórias de um Sargento de Milícias – Manuel Antônio de Almeida
  208. Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
  209. Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
  210. Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
  211. Mensagem – Fernando Pessoa
  212. Minha formação – Joaquim Nabuco
  213. Missa do Galo – Machado de Assis
  214. Muito Barulho Por Nada – William Shakespeare
  215. Noite de Almirante – Machado de Assis
  216. Noite na Taverna – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  217. O Abolicionismo – Joaquim Nabuco
  218. O Alienista – Machado de Assis
  219. O Alienista – Machado de Assis
  220. O Alienista – Machado de Assis
  221. O Ateneu – Raul Pompéia
  222. O Banqueiro Anarquista – Fernando Pessoa
  223. O Cortiço – Aluísio Azevedo
  224. O Cortiço – Aluísio de Azevedo
  225. O Cortiço – Aluísio de Azevedo
  226. O Crime do Padre Amaro – José Maria Eça de Queirós
  227. O Crime do Padre Amaro – José Maria Eça de Queirós
  228. O Dicionário – Machado de Assis
  229. O Elixir da Longa Vida – Honoré de Balzac
  230. O Enfermeiro – Machado de Assis
  231. O Espelho – Machado de Assis
  232. O Eu profundo e os outros Eus. – Fernando Pessoa
  233. O Guarani – José de Alencar
  234. O Guardador de Rebanhos – Fernando Pessoa
  235. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  236. O Livro de Cesário Verde – José Joaquim Cesário Verde
  237. O LIVRO D’ELE – Florbela Espanca
  238. O Mercador de Veneza – William Shakespeare
  239. O Mulato – Aluísio de Azevedo
  240. O Navio Negreiro – Antônio Frederico de Castro Alves
  241. O Navio Negreiro – Antônio Frederico de Castro Alves
  242. O pastor amoroso – Fernando Pessoa
  243. O Primo Basílio – José Maria Eça de Queirós
  244. O Primo Basílio – José Maria Eça de Queirós
  245. O Primo Basílio – José Maria Eça de Queirós
  246. O que é o Casamento? – José de Alencar
  247. O Sertanejo – José de Alencar
  248. Obras Seletas – Rui Barbosa
  249. Odisséia – Homero
  250. Os Dois Cavalheiros de Verona – William Shakespeare
  251. Os Escravos – Antônio Frederico de Castro Alves
  252. Os Lusíadas – Luís Vaz de Camões
  253. Os Lusíadas – Luís Vaz de Camões
  254. Os Maias – José Maria Eça de Queirós
  255. Os Maias – José Maria Eça de Queirós
  256. Os Sertões – Euclides da Cunha
  257. Os Sertões – Euclides da Cunha
  258. Otelo, O Mouro de Veneza – William Shakespeare
  259. Outras Poesias – Augusto dos Anjos
  260. Pai Contra Mãe – Machado de Assis
  261. Papéis Avulsos – Machado de Assis
  262. Poemas de Álvaro de Campos – Fernando Pessoa
  263. Poemas de Álvaro de Campos – Fernando Pessoa
  264. Poemas de Álvaro de Campos – Fernando Pessoa
  265. Poemas de Fernando Pessoa – Fernando Pessoa
  266. Poemas de Ricardo Reis – Fernando Pessoa
  267. Poemas de Ricardo Reis – Fernando Pessoa
  268. Poemas em Inglês – Fernando Pessoa
  269. Poemas Inconjuntos – Fernando Pessoa
  270. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  271. Poemas Selecionados – Florbela Espanca
  272. Poemas Traduzidos – Fernando Pessoa
  273. Poemas – Safo
  274. Poesias Inéditas – Fernando Pessoa
  275. Poética – Aristóteles
  276. Primeiro Fausto – Fernando Pessoa
  277. Quincas Borba – Machado de Assis
  278. Quincas Borba – Machado de Assis
  279. Redondilhas – Luís Vaz de Camões
  280. Rei Lear – William Shakespeare
  281. RELIQUIAE – Florbela Espanca
  282. Ricardo III – William Shakespeare
  283. Romeu e Julieta – William Shakespeare
  284. Schopenhauer – Thomas Mann
  285. Seleção de Obras Poéticas – Gregório de Matos
  286. Senhora – José de Alencar
  287. Senhora – José de Alencar
  288. Sermão da Sexagésima – Pe. Antônio Vieira
  289. Sonetos e Outros Poemas – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  290. Sonetos – Luís Vaz de Camões
  291. Sonho de Uma Noite de Verão – William Shakespeare
  292. Tito Andrônico – William Shakespeare
  293. Trabalhos de Amor Perdidos – William Shakespeare
  294. Triste Fim de Policarpo Quaresma – Afonso Henriques de Lima Barreto
  295. Triste Fim de Policarpo Quaresma – Afonso Henriques de Lima Barreto
  296. Tudo Bem Quando Termina Bem – William Shakespeare
  297. Ubirajara – José de Alencar
  298. Ulysses – James Joyce
  299. Uma Estação no Inferno – Arthur Rimbaud
  300. Uns Braços – Machado de Assis
  301. Utopia – Thomas Morus
  302. Várias Histórias – Machado de Assis
  303. Via- Láctea – Olavo Bilac
  304. Viagens de Gulliver – Jonathan Swift
  305. Vozes d’África – Antônio Frederico de Castro Alves

Mais de 75 mil brasileiros se matricularam em cursos técnicos a distância em 2011

Mais de 75 mil brasileiros se matricularam em cursos técnicos a distância em 2011

Neste ano, serão 150 mil vagas

No ano passado, mais de 75 mil brasileiros se matricularam em cursos técnicos a distância na Rede e-Tec Brasil. A expectativa para o período era atender 50 mil estudantes. A informação é da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC). Dos 48 cursos ofertados, os mais procurados são, respectivamente, informática, administração e segurança do trabalho.

“Uma das vantagens foi a flexibilidade de estudar em qualquer horário, inclusive à noite, já que trabalho durante o dia”, conta Vilson de Moura Godoy, 45 anos, que fez o curso técnico de automação industrial no polo de Alegrete (RS), da Universidade Federal de Santa Maria. Ele, que já possui uma formação anterior em eletrotécnica, explica que fez o curso devido à necessidade que sentiu de se atualizar.

A Rede e-Tec Brasil gerará 150 mil vagas de cursos técnicos a distância em 2012, como parte das ações do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec). A Setec também prevê a abertura de cursos de idiomas no âmbito do programa, com vista aos grandes eventos esportivos que o País receberá nos próximos anos.

Além disso, a quantidade de polos será aumentada dos atuais 543 para 800. Número que quase duplicou ao longo do ano passado, já que no final de 2010 eram 291 em funcionamento. “A educação a distância permite uma flexibilidade de horário, o que proporciona ao aluno se programar para estudar no momento e espaços mais adequados à sua realidade e tempo disponível, sem para isso ficar dispensado das aulas presenciais”, afirma o coordenador-geral de fortalecimento das redes de educação profissional e tecnológica do MEC, Marcelo Camilo Pedra.

Institutos federais

Os institutos federais de educação, ciência e tecnologia são os maiores ofertantes dessa modalidade de ensino profissional no âmbito do programa. Ao todo, são 33 institutos federais, dois centros federais de educação tecnológica, além de escolas técnicas vinculadas à Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Federal de Santa Maria e Universidade Federal Rural de Pernambuco. Também há nove instituições estaduais ligadas à Rede e-Tec Brasil.

8 milhões de vagas em cursos técnicos nos próximos 4 anos

Criado em outubro de 2011, o Pronatec tem como objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) para a população brasileira. O programa prevê uma série de subprogramas, projetos e ações de assistência técnica e financeira que juntos oferecerão oito milhões de vagas a brasileiros de diferentes perfis nos próximos quatro anos.

A principal novidade do Pronatec é a criação da Bolsa-Formação, que permitirá a oferta de vagas em cursos técnicos e de Formação Inicial e Continuada (FIC), também conhecidos como cursos de qualificação. Oferecidos gratuitamente a trabalhadores, estudantes e pessoas em vulnerabilidade social, esses cursos presenciais serão realizados pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, por escolas estaduais de EPT e por unidades de serviços nacionais de aprendizagem como o Senac e Senai.

Número de mestres e doutores dobra em dez anos

Estimativa é formar 41,3 mil mestres e 13,3 mil doutores neste ano / Foto: Fapeam - Governo do Estado do Amazonas

Incentivo à formação de pós-graduados é ampliado pelo Ciência Sem Fronteiras.

O número de profissionais com títulos universitários no Brasil quase dobrou em dez anos, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). Em 2002, havia 23,4 mil mestres e 6,8 mil doutores. Neste ano, a estimativa é formar 41,3 mil mestres e 13,3 mil doutores.

Segundo o MEC, esse avanço é devido ao incentivo para a formação de recursos humanos pós-graduados em todas as áreas do conhecimento, como o aumento do número de bolsas, que em 2002 eram de 35 mil. A continuidade dessa política se dá com o programa Ciência Sem Fronteiras – uma ação conjunta dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação para desenvolver a ciência e a tecnologia no Brasil por meio do intercâmbio de estudantes de graduação e de pós-graduação e da mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores. Serão oferecidas aproximadamente 75 mil bolsas pelo poder público e cerca de 26 mil em parceria com instituições particulares, nas modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação (doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado) nos próximos quatro anos.

Alemanha

Cooperação entre Brasil e Alemanha vai ampliar a alocação de brasileiros em universidades alemãs no âmbito do Ciência sem Fronteira. No último dia 13, foi firmado um plano de trabalho que busca estreitar parceria entre os dois países. A ação vai permitir a inclusão de bolsistas – desde graduação-sanduíche até o pós-doutorado – para estudos e pesquisas na Alemanha. Para isso, foi firmada a Carta de Intenções entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Alexander von Humboldt (AvH).

Além disso, foi discutido o novo acordo de cooperação entre o CNPq e o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (Daad), que pretende oferecer mais de três mil bolsas nas modalidades graduação-sanduíche, doutorado pleno, doutorado sanduíche e pós-doutorado. Serão 101 mil bolsas oferecidas a alunos brasileiros de graduação e pós-graduação no exterior. Até 2015, a meta é superar a marca de R$ 3,2 bilhões em investimentos no programa.

O programa prevê a oferta de cursos de alemão para os selecionados. A duração pode variar, de acordo com o conhecimento do idioma pelo candidato, área da pesquisa na Alemanha, condições e pré-requisitos da universidade anfitriã naquele país. Para bolsistas que necessitem de seis meses de curso, as aulas começam em outubro; quatro meses, iniciam em dezembro e dois meses, em fevereiro de 2013. Os candidatos a doutorado-sanduíche terão direito ao curso de alemão caso a permanência no país seja de no mínimo dez meses.

Outros países

Foram assinados também acordos de cooperação com os governos da Bélgica e da Finlândia. Os memorandos preveem mecanismos para cooperação e intercâmbio de estudantes e pesquisadores; a organização de seminários, workshops, simpósios e eventos voltados para a área de ciência e tecnologia; a troca de informações de políticas e estratégias conjuntas em pesquisa e desenvolvimento e o acesso às instalações e recursos. Estados Unidos, Itália, Canadá e França também têm parceria com o programa.

Bolsa de estudo na Alemanha

Para concorrer à bolsa na Alemanha, os candidatos devem apresentar propostas, sob a forma de projeto, e encaminhá-las pela internet até as 18h (de Brasília) de 15 de março próximo. O resultado será divulgado até julho e as bolsas serão implementadas a partir de abril de 2013. O formulário está disponível aqui.

Ensino técnico a distância vai oferecer 150 mil vagas em 2012

Ensino técnico a distância vai oferecer 150 mil vagas em 2012

Em 2012, a Rede e-Tec Brasil vai oferecer 150 mil vagas em cursos técnicos gratuitos na modalidade a distância. A iniciativa é do Ministério da Educação através do Pronatec. Outra novidade do programa esse ano – além do aumento de vagas ofertadas – é a abertura de cursos de idiomas no âmbito do programa, com vista aos grandes eventos esportivos que o país receberá nos próximos anos.

Além disso, a quantidade de polos será aumentada dos atuais 543 para 800. Número que quase duplicou ao longo do ano passado, já que ao final de 2010 eram 291 em funcionamento.

“A educação a distância permite uma flexibilidade de horário, o que proporciona ao aluno se programar para estudar no momento e espaços mais adequados a sua realidade e tempo disponível, sem para isso ficar dispensado das aulas presenciais”, destaca Marcelo Camilo Pedra, coordenador-geral de fortalecimento das redes de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, a respeito das qualidades da educação a distância.

Inscrições

Ainda não foram divulgadas as oportunidades disponibilizadas pelo programa em 2012. Os interessados devem ficar atentos as oportunidades divulgadas através da imprensa, instituições de ensino público e site do Ministério da Educação.