Ela mata por diversão

Tess matou essa girafa por diversão

Tess matou essa girafa por diversão.

Essa foto dela sorrindo ao lado do cadáver viralizou no mundo inteiro — mas agora, temos umachance preciosa de transformar essa tragédia num salva-vidas para as girafas no mundo inteiro!

Em algumas semanas, países de todo o mundo se reunirão para uma importante cúpula que discutirá a vida selvagem no planeta. E pela primeira vez, cinco países africanos propuseram a inclusão das girafas na lista de espécies protegidas. Essa proposta seria um divisor de águas, pois é o primeiro passo de uma ação global para salvá-las. E ela é urgentemente necessária: a população de girafas já diminuiu em 40%.

Assine agora com um clique e compartilhe muito — vamos acabar de vez com a matança das girafas! Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem.

Para todos os governos da cite isso:

Pedimos que V. Exas adicionem as girafas à lista de espécies protegidas pela CITES, lancem e financiem um Plano de Proteção para Girafas em toda a África, para recuperar suas populações, proteger seu habitat, e que apoiem as comunidades locais que convivem com nossas amigas mais altas do reino animal

Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem!

Tess matou essa girafa por diversãoEstamos apenas começando a aprender como as girafas são animais altamente inteligentes e emotivos. Essa foto causou revolta mundial — pessoas no mundo todo concordam que animais merecem ser tratados com dignidade e respeito.

Assine agora para protegê-las. Vamos pressionar pela aprovação de um plano de ação emergencial para salvá-las durante a maior cúpula global que discutirá a vida selvagem em maio!

Até agora, as girafas receberam pouca atenção. Mas com sua população caindo vertiginosamente, é hora de soar o alarme, fazer essa petição se tornar viral e pressionar para que nossos governos ajam em nosso nome. Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem!

A vida na Terra é tão preciosa, mas para qualquer lado que olharmos, vemos espécies magníficas desaparecendo. É uma tragédia, e ainda não temos a completa dimensão dela. Estamos apenas começando a descobrir como elas são essenciais para os ecossistemas ao seu redor. Nós já defendemos elefantes e orangotangos — chegou a hora de fazer o mesmo pelas girafas.

Com esperança e determinação, Christoph, Sarah, Martyna, Rewan, Joseph, Rosa, Jenny e toda a equipe da Avaaz.

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O que a Avaaz deve se tornar?

Avaaz

Forças muito poderosas estão mudando nosso mundo. É como se algo estivesse para nascer; o que pode ser incrível ou terrível. O mundo se voltará para o medo e escuridão ou para o amor e esperança este ano? O que será que a Avaaz, e cada um de nós, deve fazer e ser para estar a altura destes novos tempos?

Tenho buscado uma resposta para essas perguntas, e isso foi o que descobri.

Juntos, conquistamos vitórias impressionantes e muito importantes que irão servir a humanidade. No entanto, ainda não conseguimos atingir o potencial imenso da nossa maior força: a magia da conexão humana. O amor.

As quase 50 milhões de pessoas que recebem essa mensagem agora vêm de vários cantos do mundo, camadas sociais e de todas as partes da família humana. Mas um espírito comum de afeto e cuidado, de luz e amor, foi o que nos conectou. De muitas maneiras, a Avaaz encarna o espírito da humanidade: a ideia de que somos um só povo, e que cuidamos uns dos outros e de todas as formas de vida.

O mundo precisa desse espírito mais que nunca. Por que só conseguiremos sobreviver aos desafios que estamos enfrentando se estivermos juntos.

Então é isso que sentimos que nós da Avaaz precisamos ser e fazer: formar uma grande fraternidade da humanidade, espalhar a verdade de nossa conexão e trabalhar para construir o mundo que está para nascer, mas não a partir do medo e da raiva ao ‘outro’, mas da esperança e amor que temos uns pelos outros.

Se esse chamado lhe parece ser a coisa certa a fazer, conte para o time da Avaaz clicando abaixo: Sim, isso é certo, conte comigo!

Esse caminho poderá nos levar a muito mais que emails e campanhas, e nos permitirá criar espaços online e offline para ver e ouvir uns aos outros. Poderemos realizar campanhas não apenas sobre política e contra os poderosos, mas também para inspirar as pessoas a criarem uma cultura de humanidade e união. E nos ajudará a defender tudo que amamos com uma visão proativa do caminho a seguir coletivamente.

Se você sente que isso faz sentido, vamos começar este novo ano e um novo capítulo com um ato de conexão. Podemos fazer isso de diversas maneiras: entrando em contato com uma pessoa querida, uma pessoa desconhecida, ou alguém com quem discordamos politicamente, ou realizando qualquer ato de amor, bondade ou gratidão.

Clique abaixo para escolher caminhar nessa jornada conosco e compartilhar sua história de conexão. Vamos começar nossa fraternidade, e nosso ano, espalhando o espírito da humanidade, a magia da conexão e o poder do amor: Sim, isso é certo, conte comigo!

Como primeiro passo para um movimento em que nos ouvimos e enxergamos uns aos outros, compartilho pela primeira vez em 12 anos uma foto minha :). Este sou eu com meu filho, Ren. Me emociona perceber que cada passo que ele dá como pessoa foi fruto e construção de nosso amor por ele. O amor é verdadeiramente a força que constrói uma pessoa. E isso pode nos salvar também.

E por falar em amor, a equipe da Avaaz compartilha dessa incrível e bonita fraternidade — eles me inspiram a ser quem sou, ao mesmo tempo em que são uma equipe extremamente eficaz de “salvadores do mundo”. Então, também pela primeira vez em um email da Avaaz, aqui estão eles! Estou animado para vocês conhecerem mais da equipe pessoalmente na jornada que estamos começando…

A Avaaz é uma rede de campanhas global de 47 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. (“Avaaz” significa “voz” e “canção” em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

Com profunda gratidão por cada pessoa que faz parte desse movimento, Ricken, e toda a equipe da Avaaz.

Águas Mortais, documentário da Discovery sobre a tragédia de 2008 no morro do Baú, Ilhota

Esses dias eu estava relendo algumas de minhas publicações em meu blog, o #blogdodcvitti, um dos mais acessados em minha cidade e me deparai com esse “Discovery Chanel exibe documentário sobre a tragédia de 2008 no morro do Baú” publicado em 05/02/2011. Na época eu atuava como assessor da juventude e auxiliava muitas vezes na Assessoria de Imprensa da prefeitura e noticiamos esse tema pra todas as mídias e elas anunciaram em seus veículos. Eu queria rever o documentário, mas não o encontrava. Republiquei a postagem novamente e espalhei em minhas redes e anunciei que estava a procura deste documentário exibido na TV americana que abordava o desastre de 2008 de Ilhota. Deu certo! Os amigos Bruno e Domingos Neto atenderam o chamado e encontraram o link. Está aí, postado no blog o vídeo do documentário.

No ano 2010, uma equipe de reportagem do Discovery esteve em Santa Catarina entrevistando uma série de autoridades para a produção do programa. O meteorologista Clóvis Corrêa, da equipe da Epagri/Ciram, falou sobre os fenômenos meteorológicos extremos que ocorrem no Estado e suas características. Águas Mortais foi dirigido por Rodrigo Astiz, é uma coproduções Mixer com o canal Discovery Channel América Latina.

As enchentes são um dos desastres naturais mais mortais do mundo. Nos últimos anos, milhares de vidas se perderam devido às enchentes na América Latina. Da Cidade do México ao sul do Brasil, temos visto cenas trágicas, mais frequentes do que os especialistas em clima haviam previsto.

Águas Mortais revê as maiores enchentes ocorridas na região, especialmente no Brasil, para entender o que as provoca. Também mostra como análises, pesquisa e tecnologia poderiam ajudar as populações a se prepararem para o inevitável.

Conheça 7 ataques químicos que EUA se negam a comentar

Às vésperas de uma possível ação militar sob a justificativa de uso de armas químicas, relembre episódios que Washington não faz questão de citar.

1. O Exército norte-americano no Vietnã

O Exército norte-americano no Vietnã

Durante a guerra, no período de 1962 até 1971, as Forças Armadas dos EUA despejaram cerca de 20 milhões de galões – 88,1 milhões de litros aproximadamente – de armamento químico no país asiático. O governo vietnamita estima que mais de 400 mil pessoas morreram vítimas dos ataques; 500 mil crianças nasceram com alguma deficiência física em função de complicações provocadas pelos gases tóxicos. E o dado mais alarmante: mais de um milhão de pessoas têm atualmente algum tipo de deficiência ou problema de saúde em decorrência do Agente Laranja – poderosa arma química disparada durante o conflito.

2. Israel ataca população palestina com Fósforo Branco

 Israel ataca população palestina com Fósforo Branco

Segundo grupos ligados aos direitos humanos – como Anistia Internacional e Human Rights – o material altamente venenoso foi disparado em 2009 contra civis de origem palestina em território israelense. O Exército negou na época o uso de armas químicas. No entanto, alguns membros das Forças Armadas admitiram os disparos. Clique aqui e veja a reportagem.

3. Washington atacou iraquianos com Fósforo Branco em 2004

Washington atacou iraquianos com Fósforo Branco em 2004

Jornalistas que participaram da cobertura da Guerra do Iraque reportaram que o Exército norte-americano utilizou armas químicas na cidade de Fallujah. Inicialmente, os militares se justificaram dizendo que o material serviu apenas para “iluminar o local ou criar cortinas de fumaça”. No entanto, o documentário “Fallujah, o massacre encoberto”, do diretor Sigfrido Ranucci, apresenta evidências do ataque com depoimentos com membros das Forças Armadas dos EUA admitindo o episódio. Crianças e mulheres foram as principais vítimas.

4. CIA ajudou Saddam Hussein a massacrar iranianos e curdos em 1988 com armas químicas

CIA ajudou Saddam Hussein a massacrar iranianos e curdos em 1988 com armas químicas

Documentos da Inteligência norte-americana divulgados uma década depois revelam que Washington sabia que Saddam Hussein utilizava armas químicas na guerra Irã-Iraque. Mesmo assim, continuou colaborando com o presidente iraquiano. No começo de 1988, em específico, Washington alertou Hussein do movimento de tropas iranianas. Usando a informação, foi feito um ataque químico que massacrou tropas do Iraque em um vilarejo povoado por curdos. Cerca de cinco mil pessoas morreram. Outras milhares foram vítimas de complicações em decorrência dos gases venenosos.

5. EUA realizaram testes químicos em bairro pobre e negro de St Louis

EUA realizaram testes químicos em bairro pobre e negro de St Louis

No começo da década de 50, o Exército norte-americano organizou um teste de militar em alguns bairros populares de St. Louis – caracterizados por ter maioria negra. O governo disse aos moradores que realizaria um experimento com fumaças de iluminação “contra ameaças russas”. No entanto, a substância atirada na atmosfera continha gases sufocantes. Após os testes, um número grande de pessoas da região desenvolveu câncer. Não há informações oficiais do número de pessoas vítimas do ataque químico.

6. Exército norte-americano bombardeou tropas iraquianas com armas químicas em 2003

Exército norte-americano bombardeou tropas iraquianas com armas químicas em 2003

A cruzada de Washington à procura de armas nucleares teve episódios de disparos químicos contra os militares iraquianos, que acabaram atingindo civis. Durante 2007 e 2010, centenas de crianças nasceram com deficiências. “As armas utilizadas no confronto no Iraque destruíram a integridade genética da população iraquiana”, afirmou na ocasião Cristopher Busby, o secretário do comitê europeu de Riscos de Material Radioativo.

7. Japoneses são massacrados com Napalm entre 1944-1945

Japoneses são massacrados com Napalm entre 1944-1945

Em 1980, a ONU (Organização das Nações Unidas) declarou que a utilização do Napalm (um tipo de álcool gelatinoso de alto grau de combustão) seria a partir de então considerada crime de guerra dado o efeito absolutamente devastador da substância. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Exército norte-americano derrubou sobre os japoneses o suficiente para queimar 100 mil pessoas, deixar mais um milhão feridas e destruir milhares de residências.

Fonte: Opera Mundi