NASA Science Days abre o 1º BC Smart Week neste sábado

NASA Science Days

Neste sábado (03) e domingo (04), acontece o NASA Science Days. O evento, que começa às 13h, no Speedway Music Park, faz parte do 1º BC Smart Week e terá workshops e palestras voltadas ao empreendedorismo, tecnologia e inovação. Inspirado no Dia do Espaço da Flórida, o Science Days edição Santa Catarina pretende aproximar a educação e sensibilizar a importância das áreas exatas na vida de jovens e crianças. A entrada é gratuita.

Estão na programação do BC Smart Week também workshops de jogos eletrônicos, youtubers e robótica e palestras com o embaixador da NASA, Elifas Kassim Holodniak, líder do movimento Acredito em SC, Israel Rocha; o empreendedor da Santa Costa, Christopher Stone; André Belz, da Rockfeller Language Center; e Magnun da Fan Page BCMilGrau.

“Empreender é levar a efeito aquilo que nos propomos fazer. Vamos oportunizar às crianças e jovens de Balneário Camboriú inúmeras palestras, workshops e orientações para que possam ter o estímulo empreendedor em suas vidas”, comentou o diretor do departamento de Assistência à Juventude (DEAJ), Douglas Aguirre.

A programação completa do 1º BC Smart Week pode ser conferida no anexo da matéria. O evento é gratuito e destinado diretamente para alunos do ensino fundamental, médio e universitários de Balneário Camboriú e segue até a sexta-feira (09),em diferentes locais.

O evento tem o apoio das Secretarias de Turismo, Desenvolvimento e Inclusão Social, por meio do DEAJ e Educação, Associação Empresarial de Balneário Camboriú (ACIBALC), Câmara de Dirigentes Lojistas de Balneário Camboriú (CDL), Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), SEBRAE, Santa Costa, Gestalt Coworking, JA Santa Catarina, Univali, Inteligência Marketing e Stage Videoprodutora.

Prefeitura de Balneário Camboriú

NASA Science Days

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A movimentação de CO2 pela atmosfera

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Simulação da Nasa mostra impressionante movimentação de CO2 pela atmosfera. Principal responsável pelo aquecimento global, o dióxido de carbono aparece principalmente sobre regiões do Hemisfério Norte.

365 dias se passam em apenas três minutos e dez segundos. Um ano das viagens do gás dióxido de carbono pela superfície terrestre sendo visualizados em poucos minutos. Esta é a simulação feita por um computador de ultra-alta resolução do Laboratório Espacial Goddard, da Agência Espacial Americana, a Nasa.

O modelo utilizado pelos cientistas produz um cenário impressionante de como o CO2 se movimenta pela Terra. Na imagem, o gás aparece em vermelho e em quando está em alta concentração, em púrpura.

Gás liberado em maior quantidade pelo homem e o principal responsável pelo aquecimento global, na simulação da Nasa o dióxido de carbono aparece principalmente sobre regiões do Hemisfério Norte. Com a ação dos ventos, plumas de CO2 formam redemoinhos e se dispersam pelo globo.

O vídeo mostra como durante a primavera e o verão no Hemisfério Norte, as plantas absorvem grandes quantidades do dióxido de carbono através do processo da fotossíntese (é quando as massas vermelhas ficam mais claras). Já no Hemisfério Sul, a simulação revela a liberação de monóxido de carbono, nocivo tanto para o meio ambiente quanto para os seres humanos. Queimadas na África, América do Sul – incluindo o Brasil – e Austrália contribuem para a emissão de monóxido de carbono na atmosfera.

O modelo GEOS-5 gerado pelo computador demonstra ainda como todos estes gases são levados pelo vento para as partes mais distantes do planeta. Quando o verão acaba e com ele diminui a ação da fotossíntese, cresce a concentração de CO2 na atmosfera. E a cada ano, cientistas notam o aumento deste volume.

Para criar a simulação, o programa recebe informações reais das condições atmosféricas e emissões de gases de efeito estufa. O computador mostra então o que seria o comportamento natural da atmosfera terrestre. O cenário deste vídeo reproduz o período de janeiro a dezembro de 2006.

Desde julho de 2014, a Nasa tem um satélite no espaço exclusivo para monitorar e estudar a presença do dióxido de carbono na atmosfera. Orbiting Carbon Observatory (OCO)-2 é a primeira missão da agência americana criada para este fim.

Publicado originalmente em Planeta Sustentável. NASA Goddard Space Flight Center’s Global Modeling and Assimilation Office. Chupado do portal Caros Amigos.

Curiosity: foto de Marte causa polêmica

Sonda já enviou diversas imagens de Marte e uma delas deixou muita gente intrigada

Sonda já enviou diversas imagens de Marte e uma delas deixou muita gente intrigada.

A sonda Curiosity chegou com segurança ao planeta Marte e já tirou diversas fotografias para a NASA. A imagem acima faz parte desse “repertório”, mas ela acabou deixando muita gente curiosa, pois há uma sombra estranha no horizonte da paisagem. Será que é um alienígena? Ruínas de uma velha civilização?

A agência espacial americana desmentiu rapidamente qualquer tipo de boato, afirmando que a massa disforme é apenas poeira, levantada pelo impacto do Sky Crane (parte do sistema de voo da Curiosity) em solo marciano.

Veja como foi o pouso!

A agência espacial americana disponibilizou um link para quem quer saber como foi a chegada da Curiosity a Marte. É possível conferir uma animação com todos os passos da entrada na atmosfera marciana e do pouso da máquina.

Ficou curioso? É só clicar aqui e rolar a página para baixo.

100 dias para mudar tudo

Equilíbrio da biosfera, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014AvaazA última era do gelo tomou conta do planeta em 6 meses. Apenas 6 meses foram suficientes para a paisagem da Europa e dos EUA ser transformada em um deserto de blocos de gelo do tamanho de prédios inteiros. Foi um ponto crítico para o clima, quando o equilíbrio do planeta saiu completamente do controle, ameaçando a sobrevivência de todos os seres vivos – e três outros momentos críticos exatamente como esse estão prestes a acontecer.

Chegamos no momento do “ou vai ou racha” em relação ao clima segundo um cientista da NASA, mas uma resposta à altura e um dia de ação global pode mudar o futuro que nos espera.

Um acordo contendo medidas óbvias para acabar com o uso de energias não-renováveis pode nos salvar. Foi por isso que a ONU convocou uma reunião urgente sobre o clima com todas as grandes lideranças mundiais para daqui a menos de 100 dias. Se, no dia 21 de setembro, fizermos a maior mobilização global de todos os tempos pelo clima poderemos acabar com a influência das mega-empresas de carvão e petróleo que impede até os melhores políticos de fazer a coisa certa.

Não há como disfarçar que esta é uma tarefa enorme. Mas, se nos unirmos, cada pequena ação se somará ao movimento de milhões, enfraquecendo a oposicão e convencendo nossos líderes a se libertar do lobby e construir um futuro com esperança, limpo e verde. Clique abaixo para participar: https://secure.avaaz.org/po/join_to_change_everything/?bRPpScb&v=41715.

Momentos críticos como este que vivemos acontecem em ciclos; as mudanças climáticas se alimentam de si mesmas e rapidamente resultam em consequências aceleradas e catastróficas. Agora mesmo, gás metano, 25 vezes pior para o aquecimento global que o dióxido de carbono, está preso sob o gelo. Mas, à medida que o gelo derrete, o gás é liberado para a atmosfera, causando ainda mais derretimentos, o que nos priva de mais uma camada de gelo que funciona como um escudo, refletindo os raios do sol e mantendo as temperaturas no planeta mais baixas. Mais metano e menos gelo significa ainda mais aquecimento global, e tudo começa a fugir do controle. E esse é só um exemplo… É por esse motivo que os cientistas estão gritando a plenos pulmões que precisamos agir imediatamente.

Na verdade, já temos as ferramentas e o planejamento necessários para garantir que não passemos a viver em um mundo em que momentos críticos nos destruam. E, ao mesmo tempo em que será necessária cooperação global em uma escala muito maior que antes, nosso movimento de mais de 36 milhões de pessoas já tem o precisa para forçar os líderes de cada país a dar os primeiros passos. Nesta semana mesmo, os governos dos EUA e a China anunciaram políticas-recorde para deter o avanço da poluição em seus países — já estamos criando o momento para fazer com que a conferência do clima de Paris em 2015 seja um sucesso, e, em apenas 100 dias, podemos levar isso a um nível superior.

Tomar as ruas em grande número, demonstrando nosso poder e coordenação, é uma das formas mais eficientes de gerar mudanças — desde o movimento anti-Apartheid na África do Sul até o movimento em defesa dos direitos civis nos EUA, às vezes esta tem sido a única maneira. É a chance de levarmos nossa força para a questão mais importante desta era: a sobrevivência e um futuro próspero para as nossas famílias por muitas gerações. Clique abaixo para fazer partehttps://secure.avaaz.org/po/join_to_change_everything/?bRPpScb&v=41715.

Sabemos que podemos fazer isso… E em grande estilo. Quando a nossa comunidade consistia em apenas três milhões de pessoas, organizamos três mil ações no mesmo dia para salvar o nosso planeta. Já somos 36 milhões, dez vezes mais que antes! Imagine o que podemos conquistar juntos agora…

Com muita esperança pelo nosso futuro, Emma, Iain, Lisa, Ricken, Alice, Emily, Sayeeda, Uilleam e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Mas por que a NASA não transmite mais “ao vivo”?

Você imagina por que a NASA parou de transmitir vídeos ao vivo? Bom, talvez essa matéria possa esclarecer alguma coisa.

Nas missões antigas, inclusive no pouso na Lua, as transmissões eram feitas com delay apenas da nave para Terra, isto é, não passavam por filtragens ou restrições (o que a NASA assistia, era também assistido pelas pessoas na TV). Até o dia que transmitiram o vídeo acima e acabaram mostrando mais do que queriam. Especialistas em imagens e cientistas analisam uma intrigante imagem filmada no espaço. E essa foi a última transmissão “ao vivo” da NASA.

Confiram e tiram suas conclusões…e aí, qual sua opinião?

Se um asteroide atingir a Terra, não dará tempo de twittar nada sobre o assunto

O asteroide Apophis (Fonte da imagem: Reprodução/Forbes)

NASA afirmou que o sistema que identifica objetos espaciais próximos ao planeta não conseguiria prever a tempo um meteoro que viesse em nossa direção.

Se a Terra fosse atingida por um asteroide ou por qualquer outra coisa, não daria tempo sequer para twittar algo como: “Alguém mais sentiu a Terra estremecer? #FimDosTempos”: é isso que afirma a NASA sobre a possibilidade de um desastre planetário vindo do espaço. “O maior alerta que receberíamos, caso algo caísse na Terra, seria um grande zero”, afirma um cientista da agência espacial americana.

Diferentemente do que ocorre nos filmes e nos jogos de video game, o sistema de captura de objetos próximos ao planeta Terra (chamado NEO – Near Earth Objects) tem capacidades muito limitadas. De acordo com uma reportagem da revista Forbes, a maioria dos objetos que o NEO atualmente capta permanece desconhecida da raça humana.

Em outros casos muito remotos, há possibilidade de os cientistas preverem os objetos que passarão perto da órbita planetária. Isso foi exatamente o que ocorreu com o asteroide Apophis, que foi previsto pelos estudiosos em 2004 e que apresenta uma efêmera possibilidade de colidir com a Terra. O que foi descoberto neste ano é que o Apophis é consideravelmente maior do que se imaginava, contendo em torno de 20% mais massa do que o previsto anteriormente.

Ficção que não acontece na realidade

Cena do filme "Armageddon", com Bruce Willis salvando a Terra (Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)

No entanto, se um desses asteroides resolvesse cair mesmo em nosso planeta, não haveria geólogos, astronautas ou especialistas em demolição suficientes para serem mandados à órbita espacial para conter a ameaça — como no filme “Armageddon”. Pior do que isso, quando o meteoro se chocasse com a Terra, apenas veríamos um gigantesco clarão e, no máximo, sentiríamos o chão sob nossos pés em vasta trepidação.

Por outro lado, se os cientistas conseguissem prever que a rota do asteroide realmente iria coincidir com a órbita da Terra, não haveria muita coisa que pudesse ser feita. Para um meteoro do tamanho no Apophis, de acordo com a NASA, bombas nucleares explodindo sobre ele não seriam suficientes para desviar a trajetória do incômodo visitante.

Assim sendo, está confirmado que “de nada adiantaria o Twitter em meio a um apocalipse causado por um meteoro”.

Cefas, o primeiro brasileiro a estudar na NASA

Cefas Querois

Esse artigo foi postado no Facebook por Ana Paula Guerra neste álbum e resolvi pela relevância do conteúdo e também dessa pessoa ter sido um dos voluntário que atuou no desastre ambiental de 2008 na região do Complexo do Baú. Cefas será o primeiro brasileiro a estudar na Nasa! Vale muito a pena ler a história dele abaixo, é comprida, mas vale muito a pena!

Meu nome é Cefas Querois. Nasci em Brasília, mas como a maioria, com a minha idade, cresci em uma das maiores cidades-satélite do DF, a Ceilândia.

No ano de 2008, tive o intuito de oferecer-me à Adm, de Brasília e pedir, que deixassem eu integrar o grupo que representaria a resposta, da Defesa Civil de Brasília, às vítimas da Tragédia das Fortes Chuvas, que arrasaram Santa Catarina, no Vale do Itajaí. Com muita humildade e certeza naquilo que estava por realizar, acordava, ainda de madrugada, e me dirigia para a subsecretaria de Defesa Civil de Ceilândia. De lá, passávamos pegando todos os colaboradores que iriam trabalhar no grande Centro de Triagem de Donativos para SC, que ficava no Setor Policial Urbano.

Junto à Professora Edna e ao Coronel Ribeiro, era um dos primeiros a chegar no local e sempre o último a sair. Fiz isso por toda uma semana e consegui, por meus esforços, integrar a equipe que, representou Brasília em Santa Catarina. As carretas, que saíram de Brasília, não transportavam donativos, roupas usadas, galões de água, ou comida: Elas transportavam todo o carinho, toda a solidariedade e toda a esperança que os brasilienses, de todos os pontos, ofertavam.

Lá chegando, a cena que vi, logo de cara, já modificou tudo o que eu tinha como referência para CAOS: em meio a uma garoa. havia uma multidão de pessoas desesperadas, crianças chorando, muita gente na fila esperando a sua vez para receber comida, pessoas querendo saber se tínhamos notícias dos desaparecidos e muitos, muitos militares para todos os lados que se olhava.

Foi neste cenário que eu conheci, pela primeira vez, o serviço de ajuda humanitária. Serviço este que, sem eu saber, mudaria a minha vida, completamente. Estávamos no município mais afetado: Ilhota.

Foi nele que conheci os Bombeiros Voluntários que, em Santa Catarina, são a organização de resposta à emergências médicas e rodoviárias mais eficaz que existe, tendo em vista seu contingente operacional, muito bem treinado, e que possuem o diferencial de trabalhar por convicção à causa. Com eles, participei de missões de busca e resgate, sempre ajudando com o pouco conhecimento que eu tinha, afinal, o que eu poderia fazer?

Deste momento em diante, eu decidi que iria me especializar e comecei: nas horas vagas, no horário de descanso, à noite, sempre arranjava um tempo para estudar mais a respeito de emergências e atendimento pré-hospitalar, além de aprimorar o pouco que eu já sabia de técnicas verticais com cordas.

O resultado disso foi que, a cada dia, eu era impelido a ficar mais e mais; o que era para ser uma missão de dez, doze dias no máximo, foi estendendo-se, estendendo-se e, somente na região do Complexo Baú, eu fiquei por 56 seis longos dias.

A cada dia, aprendo mais, aperfeiçoando-me mais. Foi dessa maneira, hora em campo, hora no comando remoto e hora nas aeronaves de repatriamento, que eu auxiliei a encontrar 22 corpos soterrados sob os escombros do Complexo do Baú. E, ao terminar a missão, mesmo com uma criança de onze meses ainda desaparecida, que ao visitar uma corporação de Bombeiros Voluntários, decidi que os dois meses ficariam ainda maiores, pois eu queria aprender a evitar que vidas fossem perdidas por falta de preparo.

De uma pessoa crua, em 2008, capacitei-me em 2009. Participei dos resgates na região do Rio de janeiro, em 2010, incluindo Niterói, no episódio do Morro do Bumba, Prazeres e nº416, nestes episódios com mais 07 Corpos resgatados pelos grupos de ajuda Múltipla, militar/Defesa Civil, aos quais eu compunha.

Mais sete corpos encontrados com a ajuda de tantos anônimos, bombeiros e militares da Força nacional de Segurança. Fiquei feliz por saber que, estas equipes também puderam contar com a minha ajuda, com meu esforço, meus braços e minha dedicação.

Em agosto 2010, aconteceu o segundo grande evento que iria sacudir a minha vida, novamente: O mundo divulga que a NASA iria ajudar os Mineiros soterrados no Chile, usando a sua tecnologia e seus profissionais para resgata-los de volta e com segurança. Quem melhor que a NASA para trabalhar com resgate e com tecnologia? Mas a missão levaria muito tempo: anunciaram que conseguiriam faze-lo em sete meses. Em meu íntimo eu torcia para que desse certo, mas sete meses é muito tempo.

Foi em outubro que o Túnel ficou pronto, contrariando até mesmo as estatísticas próprias, eles fizeram em menos tempo e conseguiram o êxito total. E assim, saí em busca dessa NASA misteriosa que salvara a vida de pessoas tão simples.

Um dia, na net, encontrei a Nasa Dart (Disaster Assistance and Rescue Team) e eu achei por bem saber mais a respeito. Ao ler seu site, com muita dificuldade pois estava todo em inglês, percebi que a NASA não só trabalhava com tecnologias para fora do Planeta, como também, investia em tecnologias para dentro, para necessidades comuns à todas as pessoas, que é a parte de segurança pública em resgate e treinamentos. E faziam isso há quase três décadas!

Então, numa atitude precipitada e completamente desprovida de verdadeiras esperanças, enviei-lhes um e-mail que, para a minha surpresa, foi respondido em menos de 24 horas. Estava iniciada a próxima etapa de minha vida: eu iria estudar na NASA.

Mas muita foi a negociação e a apresentação de dados convincentes para que eu pudesse comprovar, através de meus esforços, que eu estava à altura de fazer um curso em mesmas condições que os melhores especialistas do mundo. E foi assim que, em janeiro de 2011 ocorreu algo terrível: A região serrana do Rio de Janeiro foi golpeada com toda força por uma inundação, vinda do céu, e que desfigurou algumas cidades por completo.

Os desaparecidos passavam de 1000 pessoas e o contingente de bombeiros militares não seria o suficiente para dar conta de varrer toda a área atingida. Dezenas de resgatistas de todo o Brasil mobilizaram-se em auxílio ao Rio de Janeiro, dentre eles, eu, que já estava guardando dinheiro para viajar aos EUA.

Toda a economia, já guardada, acrescida de pouco mais de seis meses de trabalho, também somada ao salário do mês e a ajuda voluntária de tantos anônimos, capacitaram-me a ir em ajuda ao Rio. Lá, na primeira semana de atividade, pude ajudar de forma tão significativa as equipes militares em Petrópolis que, o alto comando do CBM responsável por Petrópolis, autorizou, que a primeira aeronave de resgate que fosse em direção de Teresópolis levasse consigo à mim e a meus equipamentos que, somente lá, ajudaram a resgatar 17 corpos.

Em Teresópolis, encontramos mais 04, somando um total de 21 corpos resgatados na Região Serrana do Rio, com a minha ajuda direta. Tais dados, somados a todos os demais que foram repassados à minha negociação com a NASA, me conferiram, de vez, a certeza de que seria aprovado na seleção que iria integrar a classe de 2012 do curso Dart. Mas houve tantos contratempos, após isso, tanta dificuldade no consulado americano, em SP, que eu cheguei a pensar que tudo estaria perdido.

Tentei novamente. Dessa vez, fui à Brasília implorar pelo meu visto. Apelei à todas as instituições relevantes que me conseguissem algum tipo de recomendação por boa conduta, para que eu pudesse ter algum tipo de documento que comprovasse a minha boa fé ante a única coisa que eu solicitava: aprender melhores técnicas de Prevenção e Preparação e Resposta à Desastres, para evitar que pessoas, de bem, morressem como consequência por não estarem prontas para estas situações.

Todos os documentos preparados, todas as possibilidades de réplica em mãos. Ainda assim, o medo de ver toda a luta perder-se, era grande. A entrevista veio, as perguntas foram feitas, a língua, testada, por onze minutos. O veredito: “seu visto foi aprovado” soou, aos meus ouvidos, como a sentença que me libertava de tudo aquilo que negava minha missão.

Isso se deu no dia primeiro de fevereiro, deste ano. Agora eu posso dizer, que sonhos, não são somente sonhos. Podem ser nossa realidade. Podem ser reais, não somente em nossas vidas, mas nossos sonhos podem ser reais na vida de muitas outras pessoas.

Só precisamos é aprender que nada vem de forma fácil e que, para que concretizemos nossos sonhos, mesmo sendo negados, mesmo sendo tolhidos, devemos acreditar e continuar sonhando, haja o que houver, venha o que vier. É por este motivo, para poder ser uma das ferramentas que mudará a forma como, o Brasil, lida com Desastres.

Por isso, eu peço a ajuda de todos vocês. Através da equipe da Nasa Ames Research, com a equipe Disaster Assistance and Rescue Team. Serei treinado pela equipe de profissionais responsáveis pelo resgate dos mineiros do Chile.

Só lembrando, o Tenente Coronel da Força Aérea Brasileira, Marcos Pontes, o primeiro brasileiro a ser enviado ao espaço, não conta, pois a NASA apenas o preparou para isto. Nada mais! Meus amigos, a questão é que eu farei uma série de cinco capacitações para tornar-me o brasileiro mais qualificado em Resposta à Situações de Catástrofes.

Atualmente, um profissional com esta qualificação, com a insígnia de instrutor em Resposta à Desastres, deveria existir aqui, no Brasil. Mas, pasmem. Não há ninguém especializado nesta área. O que existe aqui são apenas alguns profissionais treinados mas que, não possuem a titulação necessária para formar equipes homologadas internacionalmente, ou seja, ninguém é realmente habilitado, no Brasil, para emitir certificados que sejam reconhecidos como válidos, de fato.

E minhas capacitações não param por aí: Além dessas capacitações pela NASA, eu ainda farei mais uma série de quatro certificações no Texas, no que é a maior escola de preparação de profissionais em resgate do mundo, a TEEX (www.teex.com). Dessa forma, Nesta Universidade do Texas, após esta sequência de cursos, serei certificado como instrutor.

Haverá, também, mais três estágios importantíssimos que farei:

  • O primeiro será em Miami/Flórida, onde farei residência com a Equipe que qualifica o grau do instrutor, para que ele possa ter o aval que lhe dará direito ou não de emitir certificados internacionais.
  • O segundo e o terceiro serão em Nova Iorque, com a Corporação de Bombeiros Engine 7 – Ladder 1.

Esta equipe esteve incumbida de coordenar toda a missão do 11 de setembro de 2001. Fui convidado diretamente pelo próprio Chefe da Corporação, o Sr. Gregory Pfeifer, que foi o Chefe-Maior das operações do 11 de Setembro. O Sr. Pfeifer convidou-me para participar de eventos importantes, destinado apenas à Alta-Chefia do corpo de bombeiros americana, além de ser seu residente, para realizar plantões com eles. Como prova de minha boa fé enviarei, se assim alguém quiser ver,
toda a negociação que me levou a tudo isso; à todos estes cursos e oportunidades.

Como lhes disse, minha missão é, assim que retornar ao Brasil, multiplicar estes conhecimentos por todo território brasileiro, para que assim, eu possa ser parte do processo que REDEFINIRÁ a forma como tratamos prevenção, preparação e resposta à desastres.

Dessa forma, irei à todos os municípios que forem Vulneráveis à tragédias e, assim, capacitarei grupos de socorristas (bombeiros, Defesa Civil, SAMU, Policiais Militares, Guarda Municipal) para que trabalhem de forma a EVITAR que danos sejam causados e que, VIDA HUMANAS, sejam perdidas.

Mas para que tudo isso seja, de fato, concretizado, ainda me falta uma pequena quantia que, para uma única pessoa, é muito. Mas que, para um grupo de pessoas concordantes com o resultado que virá, proveniente desta missão, não será impossível ou ao menos, amenizado.

No evento do Rio, somente em quatro dias, conseguimos arrecadar, de 10 em 10 reais, (de pessoas que acreditaram que realmente, alguém iria àquela região e iria fazer a diferença mesmo). Consegui o equivalente a R$ 2.600. Meus atos comprovam que eu nunca usei mal o dinheiro confiado à mim.

Eu quero fazer melhor do que sempre fiz: ao invés de ir até as tragédias, com todas essas capacitações, poderemos, até mesmo, prevenir para que nada disso precise de acontecer. Como contrapartida, eu faço parte de uma OSCIP a qual pode, muito bem, auxiliar neste processo, uma vez que ela destina-se exclusivamente à resgate e que, em seus 14 anos de vida, conquistou um renome enorme, na área de resgate. Seu nome, é Força Tarefa Brasileira – FTB. E como se não bastasse, ela firmou um acordo com a Cruz Vermelha, no Brasil, para ser seu Braço operacional, tendo em vista que a Cruz Vermelha destinava-se, até então, para ajuda humanitária em atuação médica.

Através desta OSCIP, poderemos, por exemplo, dispor da quantia destinada ao imposto de renda, que toda empresa/ Instituição deve pagar.
Portanto, o dinheiro que, já seria gasto com este pagamento ao Imposto de Renda poderia, ser utilizado para auxiliar, em alguma parte, este valor, ainda pendente.

A Empresa ainda poderia ter como divulgação, na mídia, a sua imagem e acredite, já começaram as entrevistas, vindo gente até mesmo de Brasília, da Voz do Brasil, que é um veículo de Mídia excelentíssimo, além de algumas revistas importantes que, souberam da notícia e que, já iniciaram o contato comigo.

Para finalizar, Amigos, vocês me conhece. Conhecem meu trabalho. Conhecem minha índole. Sabem que eu sou uma pessoa dedicada à esta causa. Eu sou capaz de voltar com todo este aprendizado e revolucionar a forma como tratam o resgate, no Brasil. Sabem que eu tenho potencial para isto. Pensem em quantas pessoas, de bem, terão suas vidas asseguradas por tudo isso, que ora faço. Estou aqui, pedindo a sua ajuda, da forma como vocês puderem ajudar. Por gentileza, conversem com as pessoas certas que, vocês sabem que podem me ajudar.

Repassem esta notícia para os seus amigos, para suas listas pessoais. Eu não sou o ser humano mais exemplar que existe, mas você já me viu em campo.
Já viu que eu trabalho com dedicação e com amor. Sabe que tudo isso terá retorno para mais pessoas do que podemos imaginar. Me ajudem a construir esta realidade. Se não der certo, tudo bem, nós tentamos. Mas e se der?

E se conseguirmos a quantia que falta para que eu vá aos EUA e volte como o maior especialista em Resgate que o Brasil já teve? Eu só quero poder ajudar mais pessoas.

Obrigado, à todos. Fiquem bem. Pensem com sua razão, mas lembre-se de que, seu coração sempre foi generoso. Um forte abraço à você e à todos nossos amigos.

Cefas Querois.

Minhas referências pessoais:

Bactéria transforma urina em combustível para foguetes

Anammox é capaz de transformar substância presente na urina em hidrazina, líquido usado como combustível de foguetes.

Cientistas holandeses criaram uma maneira de converter urina em combustível para foguetes. De acordo com o site Discovery, a bacteria Anammox é capaz de ingerir amônio, substância encontrada na urina, e, a partir de um processo bastante complexo, convertê-la em hidrazina, um tipo de combustível para foguetes.

Esses micróbios já eram conhecidos, mas somente agora cientistas conseguiram entender como funciona o processo de conversão. No entanto, as Anammox não são bactérias muito eficientes, o que significa que é preciso muita urina para produzir uma quantidade significante de hidrazina. Somente após muito estudo, os cientistas conseguiram perceber qual era a quantidade certa de bactérias e urina para desenvolver a hidrazina.

Com a descoberta, é esperado que, um dia, astronautas possam aproveitar a própria urina para reabastecer naves espaciais, o que aumentaria a distância

Astronautas que forem para Marte poderão plantar a própria comida

Os astronautas que farão as primeiras missões para Marte deverão desempenhar outras funções, além de serem astronautas. Eles deverão, também, ser bons fazendeiros e chefs de cozinha. É que manter a comida fresca é um dos grandes desafios encontrados por quem planeja missões para Marte, explicaram especialistas durante o 242º Encontro e Exposição Nacional da Sociedade de Química dos Estados Unidos, de acordo com o canal de ciência do MSN.

Peso, nutrição e variedade representam os maiores problemas, explicou a pesquisadora Maya R. Cooper, do Laboratório de Sistemas de Comida no Espaço. Para viagens curtas em ônibus espaciais, astronautas levam cerca de 1,7 kg de comida. Em uma viagem de cinco anos para marte, isso significaria cerca de 3000 kg por pessoa. “Isso é um claro impedimento para uma missão”, disse Cooper. “Precisamos de novas possibilidades”.

Uma solução considerada é a criação de uma “cozinha-jardim” que permitiria que a tripulação plantasse a comida para ser consumida durante a viagem. Os “candidatos” a serem plantados, atualmente, são alface, espinafre, cenouras, tomates, cebolas, pimentas, morangos e repolho. A comida espacial evoluiu muito desde os blocos congelados e tubos de pasta de dente que os astronautas comiam no passado. Na década de 1960, eles já começaram a esquentar a comida e usar uma colher em um pote especial.

Recentemente, astronautas em ônibus espaciais começaram a beber café e comer ovos mexidos no café da manhã, além de barras de chocolate e bolos, entre outros pratos mais elaborados. As comidas empacotadas precisavam de apenas uns minutos e um mínimo esforço para serem preparados. A NASA espera lançar a primeira missão com tripulação para Marte na década de 2030.

Super lua cheia será a maior em 18 anos

Se você planeja um jantar romântico para o próximo sábado, saiba que será a escolha ideal: uma super lua cheia estará no céu.

Amanha, dia 19 de março, ocorre um fenômeno conhecido como super “lua perigeu” – algo que só acontece a cada 18 anos. O resultado é que, ao nascer no leste, nosso satélite natural estará maior e mais brilhante do que o normal.

As luas cheias variam de tamanho por causa de sua órbita oval. O trajeto elíptico tem um lado (chamado perigeu) cerca de 50 mil km mais perto da Terra do que o outro (apogeu). Para um observador no planeta, as luas perigeu ficam 14% maiores e 30% mais brilhantes do que a apogeu.

No dia 19 de março, a Lua estará em seu perigeu máximo – 356.577 km de distância. A proximidade é beneficiada por outra coincidência: para a maior parte do ocidente, ela surge no horizonte menos de uma hora após o perigeu. Esse fenômeno aconteceu pela última vez em março de 1993.

Essa proximidade da Lua pode aumentar um pouco as marés, mas não há com o que se preocupar: as variações serão de apenas alguns centímetros a mais do que o normal. A Nasa ainda alerta: ao contrário do que alguns boatos que circularam na internet dizem, as luas perigeu não disparam desastres naturais.

E para quem quer tirar belas fotos, outra dica da Nasa: o melhor momento para observar a lua é quando ela ainda está perto do horizonte. Em contraste com árvores e prédios, ela parecerá ainda maior.