Cartaz oficial do Congresso dos Gideões 2019

Cartaz oficial do Congresso dos Gideões 2019

O Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora é um evento totalmente gratuito. São cultos diários que iniciam-se às 7h00 e vão até as 23h00min, sem intervalos. Acontecerá entre os dias 27 de abril à 6 de maio, no mesmo lugar e local, em Camboriú, Santa Catarina (saiba mais sobre a localização), no Ginásio Irineu Bornhausen e Pavilhão dos Gideões. Acessando este link, você terá acesso às informações necessárias quanto a sua participação em mais uma edição deste evento espiritual, que tem o apoio da Prefeitura de Camboriú. É muita bênção! Venha conferir esse maravilhoso evento espiritual.

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Congresso dos Gideões 2019

Congresso dos Gideões 2019

Com o tema Ajude-nos a salvar os que estão sentenciados à MORTE! este será o chamado que já ecoa aos quatros ventos do planeta para o 37º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora 2019, conhecido popularmente como Congresso dos Gideões.

Neste ano, o maior evento pentecostal do mundo, acontecerá entre os dias 27 de abril à 6 de maio, no mesmo lugar e local, em Camboriú, Santa Catarina (saiba mais sobre a localização), no Ginásio Irineu Bornhausen e Pavilhão dos Gideões. Acessando este link, você terá acesso às informações necessárias quanto a sua participação em mais uma edição deste evento espiritual, que tem o apoio da Prefeitura de Camboriú.

O Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora é um evento totalmente gratuito. São cultos diários que iniciam-se às 7h00 e vão até as 23h00min, sem intervalos. É muita bênção! Venha conferir esse maravilhoso evento espiritual.

Glória a Deus!

Teólogos e pastores reagem a apoio evangélico a Bolsonaro

Cristão contra Bolsonaro

A “Carta Pastoral à Nação Brasileira” é uma resposta a movimentos neopentecostais que se aproximam do candidato do PSL.

Em reação ao apoio de lideranças e movimentos evangélicos a Jair Bolsonaro, um grupo de teólogos, pastores e estudiosos da religião lançaram a “Carta Pastoral à Nação Brasileira”. Organizado por 88 religiosos, o documento reúne até o momento 425 assinaturas, mas os idealizadores esperam congregar mil nomes no abaixo-assinado nas próximas horas.

Em 12 tópicos, o grupo repudia qualquer “pretensão de haver um governo exercido em nome de Deus, bem como toda aspiração autoritária e antidemocrática”. O documento também denuncia a instrumentalização da religião para fins políticos e defende o Estado laico e das liberdades individuais. O nome da coligação de Bolsonaro é “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.

No terceiro ponto, o texto convida os evangélicos a exercer sua cidadania escolhendo seus candidatos pelo alinhamento deles com os valores do Reino de Deus. E “evidenciados na defesa dos mais pobres e dos menos favorecidos, na crítica a toda forma de injustiça e violência, na denúncia das desigualdades econômicas e sociais, no acolhimento aos vulneráveis, na tolerância com o diferente, no cuidado com os encarcerados, na responsabilidade com a criação de Deus, e na promoção de ações de justiça e de paz”.

A carta é uma resposta a um movimento de apoio ao candidato do PSL de neopentecostais que integram a Confederação dos Conselhos dos Bispos do Brasil. Uma análise da pesquisa do Ibope de 11 de setembro feita pelo cientista político Oswaldo E. Do Amaral, do Observatório das Eleições, aponta que ser evangélico amplia em cerca de 65% a chance de um eleitor optar pelo ex-militar quando comparado a um católico.

Leia a íntegra do documento aqui abaixo ou acesse este link!

Carta Capital

Judeus contra Bolsonaro #EleNão

Nós, brasileiros abaixo-assinados, judeus e judias identificados com várias candidaturas à Presidência do Brasil, vimos a público para deixar claro nosso repúdio ao candidato Jair Bolsonaro, representante de uma visão intolerante, racista, machista, misógina e homofóbica que ameaça a ainda frágil democracia brasileira.

Ele enaltece o período da ditadura militar (1964-1984), um dos mais nefastos da história do país, e tudo de trágico que ela representou, especialmente a tortura contra seus oponentes. Entre eles, muitos judeus e judias.

Não nos deixamos seduzir pelo apelo à “segurança” feito pela campanha do candidato, que encontra terreno fértil diante de nossa sociedade civil fragilizada. Essa “segurança” mascara a violência indiscriminada, a defesa de privilégios e a exclusão de amplos setores da sociedade.

Não nos deixamos seduzir, também, pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro.

Ao justificar a violência como método, hostilizar mulheres, negros, oposicionistas políticos e quem não concorda com “sua” noção de normalidade sexual, Bolsonaro se coloca no mesmo patamar de doutrinas que tanto sofrimento causaram ao povo judeu e a todo o mundo, se desnudando como o fascista que realmente é.

Como minoria, somos solidários a todos os grupos hostilizados por este candidato e nos unimos a eles no combate à intolerância e ao preconceito.

Conclamamos os democratas de todo o espectro político nacional a cerrarem fileiras em defesa dos direitos de todos os segmentos que compõem nossa sociedade.

Somos contra o fascismo! Todos por todas e todas por todos! Vote pela democracia, Vote pela tolerância, #EleNão!

Change

Enquanto os evangélicos neopentecostais glorificam o candidato neofascista, judeus criam manifesto contra Bolsonaro

Judeus criam manifesto contra Bolsonaro

Petição no site Change.org foi criada por Mauro Nadvorny, brasileiro que mora em Israel, tem texto em apela para que os judeus não se deixem ‘seduzir pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro’; um grupo chamado Judeus contra Bolsonaro Judeus Contra Bolsonaro, criado no Facebook, já reuniu cinco mil membros em apenas cinco dias.

Às vésperas de uma data importantíssima para o povo judeu, o Yom Kippur, ou Dia do Perdão, um abaixo-assinado criado no site Change.org reúne, em pouco menos de dez horas, quase mil assinaturas de judeus contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República, descrito no texto da petição como “representante de uma visão intolerante, racista, machista, misógina e homofóbica que ameaça a ainda frágil democracia brasileira”.

A mobilização online foi criada por Mauro Nadvorny, brasileiro que mora em Israel e membro do Juprog (Judeus Progressistas) e da J-Amlat (movimento em construção de judeus latinoamericanos de esquerda). O abaixo-assinado apela para que os judeus não se deixem “seduzir pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro”.

Ao justificar a violência como método, hostilizar mulheres, negros, oposicionistas políticos e quem não concorda com ‘sua’ noção de normalidade sexual, Bolsonaro se coloca no mesmo patamar de doutrinas que tanto sofrimento causaram ao povo judeu e a todo o mundo, se desnudando como o fascista que realmente é. Como minoria, somos solidários a todos os grupos hostilizados por este candidato e nos unimos a eles no combate à intolerância e ao preconceito,
diz outro trecho.

Outra mobilização do povo judeu contra o candidato foi criada no Facebook, em um grupo chamado “Judeus Contra Bolsonaro”, que já reuniu cerca de cinco mil membros em apenas cinco dias.

Em abril do ano passado, Bolsonaro participou de um evento na Hebraica do Rio de Janeiro, onde fez um discurso de ódio, ofendendo negros e quilombolas, e por causa dele se tornou alvo de um processo de racismo que até há pouco corria no Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, a Suprema Corte rejeitou a abertura de investigação sobre o caso. A maioria da comunidade judaica no Brasil, no entanto, é contra a candidatura do deputado.

Brasil 247