TV por assinatura perde 787.513 contratos em 12 meses

TV por assinatura

De acordo com dados coletados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil registrou um total de 17.855.020 contratos de TV por Assinatura em maio de 2018. Houve uma redução de 787.513 contratos do serviço em relação a maio de 2017. Houve também uma queda de 52.307 contratos, em comparação a abril de 2018. O serviço de TV por assinatura vem apresentando queda sendo um dos motivos para esse fato a mudança de perfil dos usuários, que estão optando por provedores de filmes e séries via streaming, que oferecem um custo menor aos usuários.

Estados

São Paulo ainda obtém o maior número contratos de TV por Assinatura em operação no país, 37,61% do total (6,7 milhões); seguido por Rio de Janeiro, com 13,56% (2,4 milhões); e Minas Gerais com 8,74% (1,5 milhões).

Nos últimos 12 meses, o Piauí apresentou o maior percentual de crescimento, o estado registrou aumento de 5,09% (+4,3 mil) nos contratos em operação da TV por Assinatura; seguido do Maranhão com aumento de 3,02% (+5,3 mil); Tocantins com mais 1,43% (608 contratos); e Pará com mais 1,21% (3.794 contratos). Todos os outros estados apresentaram redução no saldo de contratos de TV por assinatura.

Grupos

Em maio de 2018, a Claro (NET) deteve a maior fatia do mercado, a empresa detém metade do mercado de TV por assinatura (50%), com 8,9 milhões de clientes. A SKY (serviço por satélite) ocupa a segunda posição, a empresa detém 29% do mercado, com 5,2 milhões de clientes no país. A Oi e a Telefônica disputam a terceira posição com 8% do mercado cada uma, com 1,5 milhões de clientes cada.

Acesse informações mais detalhadas sobre o serviço de TV por assinatura.

Anatel

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Janeiro de 2017 registra queda de mais de meio milhão de linhas móveis

Telefonia móvel

O mês de janeiro de 2017 fechou com 243, 42 milhões de linhas móveis em operação, queda de 5,38% em comparação com janeiro de 2016, o que equivale a menos 13,83 milhões de linhas. A redução nos números foi liderada pela Oi com queda 5,82 milhões de linhas, seguida pela Claro com diminuição de 4,87 milhões e Tim com menos 4,08 milhões.

Em comparação com dezembro de 2016, janeiro de 2017 registrou um decréscimo de 647,78 mil de linhas, o que representa uma queda de 0,27%. A TIM, com menos 596,13 mil linhas móveis, foi responsável por mais de 90% da redução apresentada no mês.

A queda do número de acessos móveis no ano passado foi consequência da redução da tarifa de interconexão (cobrada entre empresas fixas e móveis) e do valor de remuneração de uso de rede das prestadoras móveis (VU-M), praticados entre as operadoras. Com preços menores das ligações de uma empresa para a outra, os consumidores cancelaram os chips de diferentes prestadores.  A desaceleração econômica também contribuiu para encolhimento da base de acessos móveis.

Anatel

Anatel define próximo alvo de investigação: serviços de banda larga

Cabo de internet

Depois de investigar a qualidade das operações de telefonia, Anatel avaliará serviços de banda larga.

Em Novembro, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) vai investigar se os serviços de banda larga entregam a qualidade prometida. Para isto, o presidente da Anatel, João Rezende, disse à Folha de SP que pretende instalar 12 mil equipamentos para medir a velocidade e estabilidade das conexões em todos Estados.

Recentemente, a Anatel investigou os serviços de telefonia do país; Oi, Vivo, Tim e Claro; e suspendeu temporariamente a venda dos chips por causa da qualidade de serviço prestada. Apesar de voltarem às vendas, uma das operadoras, TIM, foi acusada de interromper ligações de planos mais econômicos propositalmente.

A operadora TIM divulgou uma carta-aberta com críticas ao relatório da Anatel, que respondeu acusando-a de deturpar indicadores. De qualquer maneira, a luta entre TIM x Anatel promete continuar. Em Maio, a TIM anunciou que entraria no mercado de banda larga nacional. Justamente o mesmo mercado, tão criticado, que será investigado pela Anatel.