Os tabus sobre direitos humanos

Sete tabus dos Direitos Humanos

Direitos humanos para…? Bandido bom é bandido…? Lugar de criança é na…? Drogas: guerra é o caminho? Índio quer…? Polarização nas redes: verdade ou mentira? Lugar de mulher é…? Para ampliar o debate sobre direitos no Brasil, convidou-se pessoas com trabalhos de referência no país para um papo reto sobre questões que geralmente são tratadas como tabus.

O evento aconteceu quinta-feira, dia 22, às 19h30, com uma transmissão ao vivo e online, direto da página do Quebrando Tabu no Facebook! Eu não assisti. Esqueci! O tema foi sete tabus dos Direitos Humanos. A quem diga que bom, viu?

Quem mediou essa conversa foi a atriz, diretora da ONG Humanos Direitos e Embaixadora Nacional da ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga. Além dela, participaram da mesa: Juliana Melo, pesquisadora sobre sistema prisional no Rio Grande do Norte; Dona Raimunda Dias, mãe de ex-interno no sistema socioeducativo; MC Sabrina Martina, componente do Movimentos; Getúlio Juca, Nhanderu Kaiowá e membro do Conselho Continental da Nação Guarani – CCNAGUA; Pablo Ortellado, pesquisador da USP; e Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil.

Abaixo, o vídeo que transmitiu o debate ao vivo pela página da campanha no Facebook. Até o momento a organização não subiu o vídeo no canal da Anistia Internacional Brasil no YouTube.

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fquebrandootabu%2Fvideos%2F1808994482490264%2F&show_text=0&width=560

Os tabus sobre direitos humanosAnistia Internacional Brasil

 

 

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De acordo com pesquisa, 81% dos homens consideram Brasil um país machista

Machismo

Pesquisa realizada pela ONU Mulheres e pelo portal Papo de Homem mostrou que 81% dos homens entrevistados concordam que o machismo ainda é recorrente no Brasil, enquanto o percentual sobe para 95% no caso das mulheres.

Segundo o levantamento, estereótipos do comportamento masculino causam dificuldades para os homens, já que 66,5% deles disseram não conversar com os amigos sobre medos e sentimentos. Outros 45% disseram que não gostam de se sentir responsáveis pelo sustento financeiro da casa e 45,5% disseram que gostariam de se expressar de modo menos duro ou agressivo.

Pesquisa realizada nesta terça-feira (25) pela ONU Mulheres e pelo portal Papo de Homem mostrou que 81% dos homens entrevistados concordam que o machismo ainda é recorrente no Brasil, enquanto o percentual sobe para 95% no caso das mulheres.

O levantamento apontou que estereótipos do comportamento masculino causam dificuldades para os homens, já que 66,5% deles disseram não conversar com os amigos sobre medos e sentimentos. Outros 45% disseram que não gostam de se sentir responsáveis pelo sustento financeiro da casa e 45,5% disseram que gostariam de se expressar de modo menos duro ou agressivo. A pesquisa, que teve apoio do Grupo Boticário, mostrou ainda que 3% dos homens se consideram bastante machistas.

O estudo teve como objetivo saber mais sobre como as pessoas se sentem em relação ao tema, de forma a encontrar caminhos rumo a uma sociedade mais igualitária e com mais diálogo entre os gêneros, disse a ONU Mulheres.

Os homens consultados disseram ser difícil lidar com a figura de “herói durão” e do ideal da virilidade dominante na sociedade. Segundo a pesquisa, 56,5% dos homens entrevistados disseram que gostariam de ter uma relação mais próxima com os amigos, enquanto 54% disseram que gostariam de ter mais liberdade para explorar hobbies pouco usuais, sem serem julgados.

O estudo também identificou como as mulheres percebem o papel dos homens em sua vida e na sociedade. A pesquisa constatou que os homens ainda não sabem lidar com mudanças de posição na hierarquia social, o que faz com que busquem provar sua masculinidade.

ONU Brasil

Documentário sobre direitos das mulheres e zika vence Prêmio Vladimir Herzog

Produzido pela TV Brasil, o documentário “Mulheres do Zika” teve o apoio da ONU Mulheres, do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da Secretaria de Políticas para as Mulheres, além de assessoria técnica da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS). A entrega dos prêmios ocorrerá na semana que vem (25), em São Paulo, e terá transmissão ao vivo pelo site www.tvpuc.com.br.

O impacto da síndrome congênita do vírus zika na vida das mulheres brasileiras foi tema do programa “Caminhos da Reportagem”, escolhido como o melhor documentário de televisão pela 38ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia de Direitos Humanos.

Leia mais acessando esse link!

Fonte: ONU Brasil

ONU destaca papel das organizações de mulheres na prevenção e resolução de conflitos

Presidenta Dilma com  Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon

Funcionários das Nações Unidas destacaram na sexta-feira  (30) o papel das organizações de mulheres e grupos da sociedade civil na prevenção da violência e na resolução de conflitos, salientando que as suas contribuições são vitais para a construção de um mundo pacífico e que devem ser reforçadas.

“Precisamos garantir que as mulheres tenham a oportunidade de desempenhar plenamente seu papel na paz e na segurança”, disse a Diretora Executiva da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), Michelle Bachelet, em um debate do Conselho de Segurança sobre mulheres, paz e segurança.

Ela observou que sempre que há conflito, seja no Mali, na Síria, no Oriente Médio, ou no leste da República Democrática do Congo (RDC), “as mulheres devem ser parte da solução”.

O debate de hoje, que estava inicialmente previsto para o final de outubro, mas foi adiado devido ao furacão Sandy, marca o 12 º aniversário da resolução 1325 do Conselho de Segurança, que pediu pelo engajamento das mulheres na resolução de conflitos e na construção da paz.

Na resolução 1325 o Conselho pediu à comunidade internacional para dar às organizações femininas da sociedade civil um papel de destaque na negociação, planejamento e implementação de processos de paz e de programas de desenvolvimento pós-conflito.

Mulheres pela paz e segurança

Em seu relatório anual sobre mulheres, paz e segurança, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, destacou um número crescente de exemplos inspiradores de mulheres em ação pela paz e segurnça. Em países como o Quirguistão, Timor Leste, Haiti, Sudão do Sul, Libéria, Nepal e muitos outros, as mulheres estão liderando abordagens inovadoras para a prevenção de conflitos e violência e construindo a paz em suas comunidades.

Bachelet, que apresentou o relatório, destacou que os grupos de mulheres no Mali estão fazendo agora contribuições para soluções não violentas para a crise no país, que está dividido desde que os rebeldes tomaram o controle do norte no início deste ano. “Apesar de sua ausência nas resoluções oficiais de processos de conflitos, as mulheres líderes no Norte estão usando canais informais para chamar os líderes de grupos armados para participar de diálogos de paz”, observou ela.

“Apenas duas semanas atrás”, ela acrescentou, “cerca de mil mulheres líderes e membros de grupos da sociedade civil se reuniram em Bamako e entregaram um apelo comum para a paz, expressando a solidariedade entre as divisões étnicas e recomendaram medidas específicas para proteger os direitos das mulheres e prevenir a violência contra mulheres e crianças”.

Bachelet pediu aos líderes mundiais para fornecer uma liderança determinada, recursos dedicados e oportunidades diretas para que as mulheres contribuam para a manutenção da paz e segurança.

Em suas observações para o evento, o Subsecretário-Geral para as Operações de Manutenção da Paz, Hervé Ladsous, disse que as missões de paz da ONU apoiaram progressos importantes em algumas áreas, nomeadamente a participação política das mulheres em nível local e nacional. Em outras áreas, como a proteção de mulheres ativistas, mais poderia ser alcançado.

5 mil mulheres contra rebeldes da República Democrática do Congo

Bachelet descreveu como, há uma semana, cerca de 5 mil mulheres inundaram a principal avenida comercial em Kinshasa, capital da RDC, para protestar contra a queda da cidade provincial de Goma para o grupo rebelde do Movimento 23 de março (M23) – o protesto não violento mais maciçamente organizado no país após a queda da cidade.

No entanto, às mulheres não têm sido dada qualquer influência política nas negociações regionais destinadas a levar a paz as partes em apuros no leste do país, acrescentou.

No preparativos para o debate do Conselho, mulheres ativistas e organizações de mulheres se reuniram com as lideranças da ONU em mais de 20 países, facilitadas pela ONU Mulheres, o Departamento de Operações de Manutenção da Paz (DPKO), o Departamento de Assuntos Políticos (DPA) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), para discutir os desafios e fazer suas recomendações sobre questões relativas às mulheres, paz e segurança.

ONU chama atenção para danos da prática do casamento infantil em todo o mundo

Tecnologia precisa de meninas para inventar o futuro

No Dia Internacional das Meninas, lembrado hoje (11) pelo primeiro ano, ONU alerta que 400 milhões de mulheres com idade entre 20 e 49 já foram casadas ou tiveram uma união informal quando eram meninas.

Globalmente, cerca de 400 milhões de mulheres com idade entre 20 e 49 – ou 41% do total de mulheres nesta faixa etária – já foram casadas ou tiveram uma união informal quando eram meninas. O tema é foco de uma data especial marcada hoje (11) pelas Nações Unidas, o Dia Internacional das Meninas, adotada pela Assembleia Geral da ONU em dezembro de 2011 e lembrada em 2012 pelo primeiro ano.

Embora a proporção de “crianças noivas” tenha diminuído ao longo dos últimos 30 anos, em algumas regiões o casamento infantil continua a ser comum mesmo entre as gerações mais jovens, especialmente em áreas rurais e naquelas onde há extrema pobreza.

Entre as jovens de 20 a 24 anos em todo o mundo, cerca de 1 em cada 3 – cerca de 70 milhões – foram casadas quando ainda eram crianças, e cerca de 11% – quase 23 milhões – realizaram um casamento ou união informal antes de atingirem 15 anos de idade. Por definição, o casamento infantil é qualquer casamento formal ou união informal realizada antes dos 18 anos e é, ressalta a ONU, uma realidade tanto para meninas quanto para meninos – embora as meninas são desproporcionalmente as mais afetadas.

Os Escritórios Regionais para a América Latina e o Caribe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da ONU Mulheres, da Campanha do Secretário-Geral das Nações Unidas ‘Una-se pelo Fim da Violência contra as Mulheres’ e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) expressam sua preocupação com a situação de milhões de meninas e adolescentes na região, especialmente aquelas que vivem em situação de extrema pobreza ou estão sujeitas à discriminação de gênero e a outros tipos de violência. (Saiba em detalhes clicando aqui)

Em sua mensagem, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, destacou que investir nas crianças do gênero feminino é um “imperativo moral”, bem como uma obrigação no âmbito da Convenção sobre os Direitos da Criança e da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher. “Também é fundamental para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, fazendo avançar o crescimento econômico e a construção de sociedades pacíficas, coesas”, observou.

Ban lembrou que o casamento de crianças tira das meninas oportunidades de vida, além de pôr em risco a saúde, aumentar a exposição à violência e ao abuso, e resultar em gravidez precoce e indesejada, muitas vezes com um risco fatal. “Se uma mãe tem menos de 18 anos de idade, o risco do seu bebê morrer no primeiro ano de vida é 60% maior do que a de uma criança nascida de uma mãe maior de 19 anos”, afirmou.

Estratégias da ONU

Para enfrentar o problema, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) tem adotado algumas ações que mostram resultados em muitas partes do mundo.

Entre elas, está aprovar e fazer cumprir a legislação adequada para aumentar a idade mínima de casamento para as meninas para 18 anos, bem como sensibilizar o público sobre o casamento infantil como uma violação dos direitos humanos das meninas. Outra medida é melhorar o acesso ao ensino primário e secundário de boa qualidade, assegurando que as desigualdades de gênero no ensino sejam eliminadas.

O UNICEF também mobiliza meninas, meninos, pais, líderes e personalidades para transformar as normas sociais de gênero, incluindo a discriminação, as justificativas religiosas e culturais, além de promover os direitos das meninas e suas oportunidades de vida. O Fundo também dá apoio às meninas já casadas, proporcionando-lhes opções para o ensino, serviços de saúde sexual e reprodutiva, capacitação sobre os meios de subsistência e informação contra a violência em casa.

Outra ação é aumentar as oportunidades econômicas, incluindo transferências de recursos financeiros ligadas a serviços sociais como saúde, nutrição, educação e proteção, de modo a combater os incentivos econômicos que promovem o casamento infantil. (Acesse outras ações em detalhes em http://bit.ly/STHz8T)

Ainda hoje (11), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA)lançará um relatório sobre o casamento de crianças em todo o mundo e o que deve ser feito para erradicá-lo. O documento “Casar muito jovem: Acabar o Casamento Infantil” abordará a prevalência do casamento infantil e as tendências nos países em desenvolvimento, fornecendo perspectivas sobre o tema e descrevendo o que os países podem fazer para enfrentar o problema, caso as tendências atuais sobre casamento infantil continuem.

data também será marcada pela abertura da exposição de arte“Muito Novas para Casar” (Too Young to Wed), organizada pelo UNFPA e pela VII Photo Agency na sede das Nações Unidas. Com fotografia de Stephanie Sinclair e vídeo de Jessica Dimmock, a iniciativa destaca as narrativas pessoais de meninas do Afeganistão, Etiópia, Índia, Nepal e Iêmen. O objetivo é renovar a atenção mundial para esta questão crítica, além de promover a responsabilidade dos tomadores de decisão em todo o mundo.

A Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) lembrou a data por meio de uma mensagem de sua Diretora Executiva, a chilena Michelle Bachelet. Ela enfatizou o compromisso da ONU Mulheres de ficar ao lado das meninas em apoio aos seus direitos.

Bachelet enfatizou que a entidade trabalhará com governos e outros parceiros para promover a educação, saúde e bem-estar das meninas, como forma de alcançar um mundo onde elas possam viver livres da violência, do medo e da discriminação.

OIT: 88 milhões de todas as crianças trabalhadoras do mundo são meninas

Em mensagem sobre o tema, o Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, lançou um apelo em favor de um conjunto de medidas dirigidas a garantir o acesso das meninas ao progresso e à justiça social em todo o mundo. Em um discurso pronunciado por ocasião do Dia, Ryder disse que as estruturas, políticas e valores atuais que mantêm as meninas em desvantagem devem mudar.

“As desigualdades de gênero que prevalecem desde tenra idade, tendem a gerar uma desigualdade de gênero a longo prazo que se perpetua no mundo do trabalho. Apesar dos valores, princípios e direitos amplamente reconhecidos pela comunidade internacional, com demasiada frequência a realidade é que as meninas são sistematicamente marginalizadas por causa de seu sexo. Isto deve terminar”.

A OIT lembrou que cerca de 88 milhões de todas as crianças trabalhadoras do mundo são meninas. Muitas realizam os trabalhos pior remunerados, mais inseguros ou são vítimas da desigualdade de gênero em casa e no local de trabalho. Outras, que trabalham em casa, permanecem invisíveis e não são levadas em conta.

Especialistas independentes cobram medidas práticas

Reunidos em Genebra, um grupo de especialistas em direitos humanos das Nações Unidas pediram hoje (11), por meio de um comunicado, que os Estados aumentem a idade do casamento para 18 anos “para meninos e meninas sem exceção”, bem como adotem “medidas urgentes para impedir o casamento de crianças”.

“Tal como acontece com todas as formas de escravidão, os casamentos forçados precoces devem ser criminalizados. Eles não podem ser justificados por motivos tradicionais, religiosos, culturais ou econômicos”, disseram.

Os especialistas ressaltaram, no entanto, que uma abordagem que só incida sobre a criminalização não pode ter êxito em combater eficazmente os casamentos forçados precoces. “Isto deve ir de mãos dadas com campanhas de sensibilização do público para enfatizar a natureza e os danos causados por casamentos forçados e programas comunitários para ajudar a detectar, aconselhar, reabilitar e abrigar, quando necessário. Além disso, o registro de nascimento deve ser universalizado de modo a apoiar a prova de idade e impedir o casamento forçado precoce”.

União Internacional de Telecomunicações lança premiação para estimular criatividade das meninas

Como modo de marcar a data, a União Internacional de Telecomunicações (UIT) lançou também hoje (11) – entre outras ações – o Prêmio “Tech Needs Girls”. Membros da UIT e parceiros uniram forças para lançar uma nova competição global projetada para inspirar mais meninas a abraçar a tecnologia e inventar o futuro.

Conforme argumenta a UIT, o futuro está sendo moldado pela tecnologia e, com mais de 95% de todos os empregos tendo agora um componente digital, a tecnologia de informação e comunicação (TIC) é um lugar inovador para se estar. No entanto, com uma escassez global de profissionais de TICs, incluindo a pouca absorção de meninas e mulheres neste mercado, pesquisas revelam que a tecnologia tem um problema de imagem. Simplificando: Muitas jovens talentosas equivocadamente consideram a carreira em TIC chata, “nerd”, sem criatividade ou uma carreira que não pode “mudar o mundo”, como muitas aspiram.

O principal objetivo do prêmio é mudar essa percepção e, por isso, tem como alvo meninas entre as idades de 9 a 18 anos, quando começam a formar opiniões sobre o seu lugar no mundo e sua escolha de carreira. Os detalhes da premiação serão divulgadas em breve em www.techneedsgirls.org/prize.aspx

Confira os eventos que ocorrerão no contexto do Dia:www.un.org/en/events/girlchild/events.shtml

Inscrições para Prêmio Construindo Igualdade de Gênero encerram dia 16 de setembro

Encerram-se, no próximo dia 16/9, as inscrições para a 7ª edição do Prêmio Construindo Igualdade de Gênero – uma iniciativa da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres em parceria com a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) Brasil e Cone Sul, o Ministério da Educação, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

O Prêmio faz parte do Programa Mulher e Ciência/SPM/PR, que estimula a produção científica e a reflexão acerca das relações de gênero, mulheres e feminismos no País e promove a participação das mulheres no campo das ciências e carreiras acadêmicas.

O concurso premia redações e artigos científicos dos estudantes de ensino médio; estudantes de graduação; graduados, especialistas, estudantes de mestrado; mestres e estudantes de doutorado. Para fomentar melhor a perspectiva de gênero no meio educacional, em 2009 foi criado um prêmio especial para as escolas de nível médio: Escola Promotora da Igualdade.

Aberta seleção de profissional de webdesign para o Projeto ‘Quebre o Ciclo’

Está aberta, até 25/09, seleção de profissional (Web Design ou Web Developer) para migrar as plataformas digitais do portal ‘Quebre o Ciclo’ e reformular o desenho das mesmas, incluindo novos espaços de comunicação.

A oportunidade exige experiência comprovada em Webdesenvolvimento e conhecimento em Webdesign, WordPress e CMS, certificados por meio de cursos realizados. Profissionais com graduação completa em Análise de Sistemas, Ciências da Computação, Tecnologia da Informação, Jornalismo ou áreas afins receberão pontuação adicional. Para mais informações, consulte o Termo de Referência no site da ONU Mulheres.

Os/as interessadas deverão enviar currículo com o valor mensal correspondente ao serviço da consultoria e o formulário Personal History Form, acompanhado dos documentos solicitados no edital, para giane.boselli@unwomen.org, contendo no assunto da mensagem “Consultoria Web Design ou Web Developer Quebre o Ciclo”.