O Google Map Maker já era, foi desativado e está no cemitério virtual do Google

Google Map Maker World

Todos os anos, o Google realiza uma ‘faxina’ entre os seus produtos e serviços, aposentando, aqueles que não mais se encaixam nos propósitos da empresa. E o site norte-americano Slate criou um cemitério interativo onde os internautas poderão enviar flores e mensagens para os ‘falecidos’ serviços da gigante da internet, o “Google Graveyard” cemitério do Google, em tradução livre.

O Google Map Maker foi oficialmente desativado no dia 31 de março de 2017, e muitos dos recursos dele serão integrados ao Google Maps.

Desde 2008, a comunidade do Google Map Maker editou e moderou milhões de elementos com o intuito de melhorar a experiência no Google Maps. Para facilitar que todos os usuários do Google Maps contribuam com alterações do mapa, começamos a migrar as funcionalidades do Map Maker para o Google Maps em computadores e dispositivos móveis.

Os principais recursos de edição atualmente disponíveis no Google Maps são:

Google Map Maker LogoSegundo a gigante da internet, o Google continuará adicionando novos recursos de edição ao Google Maps regularmente.

Se você quiser continuar compartilhando seu conhecimento local no Google Maps e interagir com uma comunidade dedicada de pessoas com interesses iguais aos seus, participe do programa Local Guides. Nele, você poderá:

  • Acumular pontos;
  • Ganhar recompensas pelo envio de edições e outras informações; e
  • Receber acesso antecipado a novos recursos do Google Maps.

Para mais informações, acesse o Local Guides Connect, onde nós continuaremos postando atualizações sobre o lançamento de novos recursos no Google Maps.

Fonte

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Conheça o cemitério virtual do Google

Cemitério virtual do Google

É muito triste, mas divertido ao mesmo tempo. Aproveite e deixe uma flor para um produto do Google falecido de sua preferência. O meu foi para o Orkut.

É difícil perder um ente querido, especialmente se esse ente querido for um serviço do Google. É por isso que o site Slate abriu as portas do Google Graveyard, um espaço virtual para luto. Enterrados nesses locais sagrados estão alguns dos serviços malogrados do Google. Alguns, como o Google Reader, viveram vidas longas e prósperas, cheios de admiração e glória.

A maioria, como o Google Wave e o Google Buzz, lutou para conquistar um lugar neste mundo implacável e implacável, onde as tecnologias continuamente se chocam e a inovação reina. Mas se esses serviços transformaram nossa produtividade ou apenas poluíram nossas caixas de entrada, todos eles tocaram nosso mundo de alguma forma.

Acesse por este link e clique em uma sepultura para deixar uma flor e deixe o processo de cura começar. Valeu!

A Internet é um grande software livre

Internet é um grande software livre

Nesta entrevista à revista A Rede, o brasileiro Marcelo D’Elia Branco, assessor de estratégia para o desenvolvimento de software livre, na secretaria da Sociedade da Informação do governo da Catalunha, defende que a revolução tecnológica atual está a produzir novas formas de relacionamento social e econômico, a partir da internet e da produção em rede. Ele lembra que a internet é um grande software livre. “Os protocolos que fazem a internet funcionar são de domínio público; ninguém paga licenças, ninguém paga royalties, nada é patenteado. A internet é um grande êxito do software livre e os seus criadores são os mesmos criadores do software livre”.

Oportunidades da revolução digital

A revolução digital traz uma nova oportunidade para os países em desenvolvimento, que ficaram em posição subalterna na sociedade industrial. Como essa nova sociedade não nasceu do grande capital, mas dos grupos sociais anti-establishment, as bases da comunicação em rede foram estabelecidas sobre protocolos de domínio público e conhecimento compartilhado. É bem verdade que, nos anos 90, a revolução digital foi impulsionada pelo grande capital – e o resultado dos investimentos especulativos foi o estouro da bolha na viragem do século. Mas as bases da revolução digital ainda não se alteraram e, neste momento, há uma disputa de poder em torno de modelos, entre os grupos e movimentos sociais que investem colaborativamente no desenvolvimento da comunicação em rede e o grande capital. Ou seja, a nova sociedade não será necessariamente mais democrática ou mais justa. Tudo vai depender dos resultados dessa disputa.

Essa é, em síntese, a visão de Marcelo D’Elia Branco, um gaúcho [do Rio Grande do Sul, Brasil] que há dois anos trabalha como assessor de estratégia para o desenvolvimento de software livre, na secretaria da Sociedade da Informação do governo da Catalunha, na Espanha. Em Setembro, Marcelo, que construiu a sua carreira profissional na Embratel, então estatal, com passagens pelas empresas públicas de processamento de dados de seu estado, volta ao Brasil. Aceitou o convite para dirigir o Campus Party Brasil, que será realizado em São Paulo, em Fevereiro. É a primeira vez que o evento, uma festa de entretenimento eletrônico e comunicação em rede, será realizado fora da Espanha.

Marcelo D'Elia Branco

A Rede: Você tem dito que estamos a viver não só uma revolução tecnológica, mas um processo maior, pois envolve a mudança na relação entre as pessoas. Como é isso?
Na minha visão, estamos a viver uma etapa histórica da humanidade que não é só uma revolução tecnológica, caracterizada pela comunicação em rede. A partir das novas perspectivas criadas com essa revolução tecnológica, surge uma nova forma de relacionamento entre os seres humanos. Uma mudança tão profunda como foi a revolução industrial no séculos 18 e 19, da qual se originaram todas as organizações que conhecemos hoje, sejam elas empresas, organizações sociais, partidos políticos e o próprio Estado.
A revolução tecnológica atual, que está em desenvolvimento nos últimos 14, 15 anos, está a produzir novas formas de relacionamento social e econômico. As mudanças ocorrem a partir dos novos atributos proporcionados pela Internet, pela revolução digital. Então, sem sombra de dúvidas, a humanidade está a passar por uma grande transformação.
E, nesse período de transformação, é necessário que os países discutam como será a sua transição do modelo de revolução industrial para o modelo da sociedade em rede. Os países e as regiões que não transitarem bem, ou que demorarem ou se atrasarem nessa transição para a sociedade em rede, serão os países subalternos no século 21.
O que a gente observa é que está a haver um reposicionamento dos países e das regiões na esfera global, assim como ocorreu na revolução industrial. Países que eram líderes no período anterior, mas não acompanharam a transição ou demoraram a chegar ao processo da tecnologia industrial, ficaram para trás; enquanto países que fizeram rapidamente essa transição, como Inglaterra, Estados Unidos e países europeus, lideraram o processo da revolução industrial. A mesma coisa está a acontecer agora.

A Rede: Você acredita que essa nova revolução vai, necessariamente, produzir uma sociedade melhor?
Não é simplesmente o novo patamar tecnológico, ou o grau de digitalização da sociedade nessa nova forma de relacionamento que vai produzir uma sociedade melhor. A sociedade em rede tanto pode ser uma sociedade mais democrática, com mais liberdade e maior desenvolvimento econômico, com distribuição de rendimentos, como poderá ser uma sociedade mais autoritária, com maior concentração de renda e menos liberdade para o cidadão. Na revolução industrial, a corrida por avanços tecnológicos produziu diferentes tipos de sociedades: das fascistas, na Europa, à de inspiração de esquerda mais autoritária, no Leste Europeu, passando pela sociedade liberal individualista, como é o caso dos Estados Unidos, e pela sociedade do bem-estar na Europa. Todos esses modelos sociais, apesar de bastante distintos, tinham o objectivo de serem os mais avançados nas tecnologias geradas a partir da revolução industrial.
Agora, também começam a ser desenhados modelos diferentes pelos que, hoje, lideram a sociedade da comunicação em rede. A Finlândia, que reproduz o modelo europeu do bem-estar social; Singapura, onde praticamente toda a população e toda a economia estão conectadas em rede, vive uma ditadura; e os Estados Unidos continuam uma sociedade individualista, liberal e com traços autoritários na legislação. É importante salientar que a legislação norte-americana é um dos piores exemplos para a construção de uma sociedade democrática, nesse novo paradigma tecnológico.

A Rede: Quais são as oportunidades que essa revolução, baseada na comunicação em rede, traz para os países em desenvolvimento?
A Finlândia, exemplo que citei, não foi líder no processo da revolução industrial; no entanto, hoje, é um país que regista elevadas taxas de crescimento e de produtividade, porque conseguiu transitar para um modelo social em rede. Acho que essa pode ser uma grande oportunidade para o Brasil, desde que existam políticas públicas associadas às já realizadas pela sociedade civil, que possam ser potencializadas através de ações governamentais, e com participação da iniciativa privada.
O Brasil, que perdeu a corrida da revolução industrial, pode ter um papel protagonista nesse novo cenário da revolução digital, onde novas disputas se estabelecem. E pode ser um dos líderes nessa transição, porque, por traço cultural e de comportamento, o brasileiro tem grande facilidade em transitar pela Internet e de se apropriar dos benefícios da comunicação em rede. Apesar de termos ainda um grau baixo de inclusão digital, somos 50 milhões de brasileiros conectados à Internet, muito mais que uma Espanha inteira, e com uma grande familiaridade com a rede. Somos 70% do Orkut e quase a metade do Second Life; temos uma das maiores comunidades de software livre do mundo e as melhores comunidades de desenvolvedores de criação digital.
Os brasileiros têm mostrado que esse novo cenário tem a ver com a sua cultura, com as suas características de fácil relacionamento. Não é apressado dizer que a parcela dos brasileiros conectada à Internet já está a viver a sociedade em rede. Enquanto isso, muitas empresas privadas, principalmente as pequenas e médias, ainda estão fora, da mesma forma que os governos. O sector público tem dificuldade de entrar nesse novo cenário e mudar as suas formas de relacionamento com a população. O mesmo se observa nos partidos políticos.
Como, na Sociedade da Informação, o principal capital é o conhecimento, a colaboração em rede transforma-se num elemento-chave para alavancar o desenvolvimento econômico. A colaboração é um atributo dessa nova sociedade, e, através da colaboração entre pequenos conhecimentos, pode construir-se um conhecimento muito grande. O Brasil, que tem um grande contingente de pequenos desenvolvedores de tecnologia e muitas pequenas empresas de software independentes, tem tudo para, reunindo esse potencial em rede, ser um país que absorva esse conhecimento e possa ser um gerador de novos conhecimentos, até para o mercado internacional.
Para o Brasil caminhar nessa direção, o que falta, entre outras medidas, é que as políticas de inclusão digital sejam consistentes com as nossas políticas industriais. Hoje, não conseguimos fazer isso, infelizmente. O Brasil, por exemplo, defende, na Organização Mundial de Propriedade Intelectual a flexibilização da propriedade intelectual. Noutros fóruns, ao lado da Argentina, lidera a chamada agenda de desenvolvimento. Nas cúpulas da Sociedade da Informação, tanto de Genebra como de Túnis, o Brasil foi o grande defensor do software livre e da cultura livre. Temos programas de inclusão digital bastante interessantes em todo o território nacional, mas a nossa política industrial é totalmente desconectada dessas bandeiras. Não conseguimos nem derrubar as barreiras para que as pequenas e médias empresas, que desenvolvem em software livre, possam ser contratadas como fornecedoras do governo, porque o sistema de contratação beneficia o modelo do software proprietário. O modelo de exportação de software, com que o país trabalha, é uma ideia antiga que não teve êxito, porque é um modelo já ultrapassado. Ele não utiliza as vantagens dos novos atributos da Internet, da revolução digital.
Mesmo assim, acredito que o Brasil tem grandes possibilidades de dar um salto de desenvolvimento econômico e social nesse novo modelo de sociedade em rede. Basta reorientar a política industrial e de desenvolvimento tecnológico em direção ao novo paradigma da sociedade digital. Isso vai permitir dinamizar todo o conjunto do sector industrial de serviços.

A Rede: Como aproveitar as vantagens da comunicação em rede para alavancar o desenvolvimento do país, a democratização do acesso à informação e apropriação do conhecimento de uma forma mais homogênea na sociedade?
As escolhas a ser feitas pelo governo brasileiro, pela sociedade civil e pelo sector privado é que vão determinar o grau de democracia que o nosso país vai viver nesse novo cenário. Depende de como se vai tratar a questão do software, da propriedade intelectual, se será estimulado o conhecimento colaborativo e a cultura livre, ou não. Quanto mais o país ousar nesse novo cenário, em direção ao conhecimento compartilhado, às novas relações entre o produtor de uma obra intelectual ou de um produto tecnológico, seja ela um filme, uma música ou um software, e o consumidor, mais democrático ele será.
Hoje, o que encarece o produto para o consumidor é a cadeia de intermediação; é ela que tem parte relevante dos benefícios das leis de propriedade intelectual, proteção e ampliação de direitos autorais, etc. A possibilidade de construirmos, no Brasil, uma referência não só no plano de desenvolvimento da sociedade em rede, mas também no plano dos direitos do indivíduo de acesso ao conhecimento – e esse deve ser o eixo das legislações sobre Internet -, vai ser determinante para que o Brasil seja um país democrático no século 21. No período anterior, essa indústria intermediária até tinha um sentido, porque transformava matéria-prima em produto, seja na produção de CD ou do disco de vinil, de películas de filmes, de livros de papel. Na sociedade da comunicação em rede, a distribuição é feita pela tecnologia, pela Internet. Por isso, não faz sentido manter o mesmo modelo econômico, de pagar o mesmo preço por uma música, por exemplo, ou de os produtores intelectuais continuarem a ter de vender a propriedade de seu conhecimento para o intermediário.
Creio que as possibilidades, nesse novo cenário, estão abertas e são melhores para o nosso país. Tudo vai depender das escolhas feitas pelo Parlamento brasileiro, pela sociedade civil e pelo Executivo. Eu acho que o projeto de lei do senador Eduardo Azeredo, sobre crimes na Internet, é um mau começo para o país. No lugar de o Congresso estar a legislar sobre os direitos dos cidadãos frente à tecnologia, sob a óptica dos direitos humanos, vamos partir do princípio de que a Internet é um lugar de criminosos. Não temos que ter uma lei especial para crimes na Internet, como não tivemos uma lei especial para crimes por telefone, etc. Crime é crime e, como tal, deve ser investigado e punido. Não há nada na legislação brasileira que impeça que pedofilia na Internet seja reprimida, que os crimes econômicos praticados através da Internet sejam reprimidos, que os abusos de qualquer ordem sejam enquadrados como crime. Essa ideia de o Brasil ter uma legislação que criminaliza práticas na Internet, antes da definição dos direitos, parece-me um retrocesso muito grande.

A Rede: Você aponta o software livre como um dos motores dessa sociedade em rede. Por que? Qual é o papel que ele exerce?
O sistema operacional GNU/Linux é o projeto mais conhecido do mundo do software livre, mas não podemos esquecer que a Internet é um grande software livre. Os protocolos que fazem a internet funcionar são de domínio público; ninguém paga licenças, ninguém paga royalties, nada é patenteado. Essa ideia de que o software livre é uma coisa e a Internet é outra, como querem os grandes capitalistas conservadores, não procede. A Internet é um grande êxito do software livre e os seus criadores são os mesmos criadores do software livre. Por isso, não existe nenhuma área do conhecimento humano que tenha tido maior êxito na Internet que a do software livre.
Isso não ocorre por uma razão alheia à história dos desenvolvedores das tecnologias do mundo. Sempre quem cria a tecnologia é capaz de, num primeiro momento, usar melhor os seus potenciais e atributos. Essa é a razão de a comunidade de software livre ser o grande êxito da Internet. O trabalho colaborativo desenvolvido por ela e as licenças comuns começam a expandir-se para outras áreas do conhecimento: temos, na produção cultural, as licenças Creative Commons; na economia, os clusters de produção sistemas locais. Não há como pensar na sociedade do futuro sem que esta lógica esteja presente.

A Rede: Dentro desse contexto, o que pode representar a realização do Campus Party no Brasil, no próximo ano?
O Brasil foi escolhido exatamente por ser uns dos países importantes no contexto da comunicação em rede. Apesar do atraso de alguns sectores, parte da sociedade brasileira, mesmo quem frequenta os pontos de acesso colectivos, movimenta-se muito bem na Internet, do ponto de vista de uso das redes sociais. Isso torna-nos um mercado potencial para as empresas de tecnologia, em função da dimensão do nosso país. Soma-se a isso o facto de eu estar a trabalhar na Espanha, de conhecer o Campus Party e de ter aceitado desenvolver essa atividade no Brasil, aproveitando os conhecimentos que adquiri na minha experiência profissional fora do país.
Acredito que o Campus Party no Brasil não será só a maior festa da Internet abaixo da linha do Equador. Será uma oportunidade para o Brasil conhecer o Brasil, aquele Brasil que faz sucesso no exterior, em áreas como software livre, astronomia, robótica, arte com computador, criação colectiva por computador. Muita gente, no Brasil, não sabe o que os grupos brasileiros estão a fazer nessas áreas. O Campus Party poderá, por isso, ser um momento de o país conhecer e reconhecer o seu potencial nesse novo cenário tecnológico. Também será um momento para empresas nacionais, em colaboração ou não com empresas estrangeiras, mostrarem o que estão a desenvolver e como se colocam nesse novo cenário. Além disso, vai permitir a troca de experiências e conhecimento entre brasileiros e espanhóis, ampliando os laços entre as duas culturas, por meio das sociedades em rede.

Dossier: 057: Software Livre

Por Lia Ribeiro Dias da revista A Rede em 10/8/2007

Fonte: www.esquerda.net

Adeus ao Orkut

Adeus Orkut, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

Acabo de receber um e-mail muito chato. O Orkut foi realmente por limbo. Reproduzo aqui no meu diário online, mas uma triste notícia do #blogdodcvitti, o fim da rede anunciada pelo proprietário mantenedor da mais legal plataformas sociais, a pioneira de todas dessa novo era. Nada adiantou a mobilização dos fãs, um deles eu, em pedir ao Google que cancele esse ideia biruta, mas ela resolveu seguir seus planos e ignoram as vozes rocas da internet. Portanto, aqueles que não receberam a notificação em seus e-mails, ai está a imortalização do Adeus ao Orkut.

Após dez anos de conversas e conexões sociais on-line, nós (Google) decidimos que é hora de começar a nos despedir do Orkut. Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut e, por isso, decidimos concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.

O Orkut não estará mais disponível após o dia 30 de Setembro de 2014. Até lá vamos manter o Orkut no ar, sem grandes mudanças, para que você possa lidar com a transição. Você pode exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de Setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google. Para mais detalhes, por favor, visite a Central de Ajuda.

Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles de vocês que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.

Salve o Orkut! Nós pedimos ao Google que não encerre a rede social

Orkut, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

Os fãs brasileiros do Orkut reagiram rápido à notícia de que o serviço será descontinuado em 30 de setembro. Três horas depois do anúncio feito pelo Google, já existe na internet uma petição pedindo sobrevida ao serviço. Até a publicação deste texto, 10 mil pessoas haviam assinado o documento que deverá chegar às mãos da empresa americana.

Assim como tantas outras, porém, a petição online não deve ter efeito prático e dificilmente fará o Google mudar de ideia. No entanto, o documento manda um recado positivo sobre a rede social que liderou o setor no Brasil até 2011 e parecia esquecida por muitos internautas.

Por que isto é importante

Abaixo-assinado contra o fim do Orkut, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

O Orkut é considerada a primeira grande rede social e a mais popular no Brasil até 2011. Entretanto, o seu proprietário, o Google, decidiu encerrar suas atividades em 30/09/2014 forçando os seus usuários a irem para o Google+, nova rede social da empresa que nunca obteve grande êxito.

O Orkut, mais do que uma antiga rede social, possui um importante sistema de organização de fóruns nas chamadas comunidades. O layout permite a visualização rápida e precisa dos tópicos que compõe o fórum. Atualmente, o site abriga vários fóruns de nicho com várias postagens diárias sobre os mais variados assuntos.

Solicitamos ao Google que não encerre o Orkut e se isso não for possível solicitamos à empresa que ao menos preserve a principal característica que mantém essa rede social viva até hoje: o modelo de organização de fóruns em comunidades. Algo que não existe no Google Plus, cujas as comunidades que existem se assemelham aos grupos do Facebook. Se o Orkut ainda teve algum movimento foi graças ao atual modelo de comunidades.

Assine a petição, o abaixo-assinado

Use o Facebook para entrar no mercado de trabalho

Facebook do dcvitti

Facebook é o espaço onde podemos interagir com nossos amigos, certo? Errado. Há muito tempo as redes sociais viraram espaços virtuais com representação de toda a sociedade. E o Brasil embarcou com tudo nas redes sociais!

Além dos seus amigos e colegas, seu chefe, sua família e o cara da padaria podem ser usuários das redes sociais. Sites e plataformas sociais foram apropriadas pelo capital. Muitas empresas fazem marketing, relacionamento, captação de talentos e outras coisas através do Facebook, orkut, Linkedin, Istangram…

O fato é que as redes sociais são uma ferramenta de busca por novos funcionários. Saiba como atrair e aproveitar as oportunidades que estão na rede.

10 mandamentos do uso (saudável e $$) do Facebook

  1. Muito cuidado com o português. Caso seja necessário, utilize o corretor ortográfio do seu programa de texto (Word, Br Office…), dicionários ou gramáticas digitais.
  2. Cuide do seu perfil. Ele é o seu corpo virtual. É através dele que as pessoas te conhecerão na rede. Por isso, muita atenção ao preencher seus dados, preferências e fotos.
  3. NUNCA poste palavrões, pornografia ou comentários discriminadores. (Aquela provacação tradicional aos torcedores do time rival deve ser SAUDÁVEL).
  4. Evite falar mal do seu emprego, escola e amigos. Existem muitas maneiras de se dizer a mesma coisa. Faça críticas construtivas e respeitosas!
  5. Só poste fotos que você mostraria para a sua mãe, diretora e chefe (mais cedo ou mais tarde essa galera vai te achar no Facebook).
  6. Poste coisas que te motivam. Pode ser uma citação, foto, história, música ou qualquer coisa que torne o seu dia mais legal.
  7. Participe de grupos que sejam condizentes com seus interesses.
  8. Leia os tweets. Muitos amigos ou/e empresas divulgam oportunidades em seus perfis e páginas! Fique atento!
  9. Faça relacionamento! Não tenha medo de interagir, adicionar pessoas conhecidas ou enviar mensagens para pessoas que você admira ou deseja conhecer! ATENÇÃO: NÃO SEJA CHATO, INSISTENTE ou/e PUXA-SACO.
  10. VIVA! Ninguém consegue ser legal e agradável no Facebook sem ter uma vida real. Minhas três principais dicas são: leia muito, observe o mundo e interaja.

De quantas mídias sociais você precisa?

Redes sociais

Recebo diariamente as atualizações do blog Coluna Extra assim como participo do fórum da rede via e-mail, e como de costume, republico os artigos em minhas redes.  A seguir, o blog  reproduz o texto que guia minha conversa com os alunos. Logo abaixo, publico o power point que fiz com dicas e sugestões de leitura.

Comunicação Digital: rotina de trabalho com mídias sociais

O uso de mídias sociais associado ao trabalho de comunicação social tanto na esfera pública quanto na empresarial passa por uma reflexão: De quantas mídias sociais você precisa?

A resposta para esta pergunta depende do tipo e da quantidade de informação produzida e da infraestrutura disponível para dar conta da tarefa. Sem esquecer que blog também é uma mídia social, Twitter e Facebook seguem como as mais relevantes.

Para que serve o Twitter? Notícias, texto, urgência, agilidade, monitoramento, SAC, interação, distribuição, seguidores.

Para que serve o Facebook? Promoção, imagens, compartilhamento, curtir, lançamentos, relacionamento, amigos. O crescimento do Facebook não mexeu com o Twitter, que ainda é destaque principalmente por causa da sua facilidade de medir e exibir os assuntos mais relevantes via Trending Topics. No Facebook, a relevância costuma ser medida pelo número de compartilhamentos, “curtir” e comentários. Muito em função dessas características, o Orkut ficou para trás.

O Orkut praticamente só “deu certo” no Brasil e na Índia e nunca foi “adotado” de verdade pelo Google. Mas depois de algumas tentativas que deram em nada, como Google Wave e Google Buzz, o Google lançou o Google+, que até agora não emplacou. Fica a pergunta: vale apostar no Orkut e no Google+? Uma outra questão importante sobre o uso das mídias sociais: resista ao impulso de entrar em uma nova mídia social assim que for lançada. “Todos pira” sempre que aparece uma novidade, mas antes de começar a usar, avalie.

Ser o primeiro pode não ser a melhor estratégia. O tempo ajuda na decisão e, mais do que isso, ajuda a estudar a forma mais criativa e inovadora de usar a mídia social. Neste contexto, dois exemplos de novas mídias sociais para observar:

Instagram: consolidada e fortalecida com venda para o Facebook e chegada ao Android. Pinterest: ainda em fase de estudo. Corre o risco de virar “mídia cult” e não mídia segmentada.

Veja apresentação completa.

Internet e as urnas em 2012

Internet e as urnas em 2012

A presença na Internet e as urnas em 2012

Inversão de papéis: uma pesquisa qualitativa em que os entrevistados foram os pesquisadores. E na casa deles: a sede do Ibope em São Paulo, no ano passado. O tema: o papel da Internet nas eleições municipais de 2012. A conclusão? A Internet irá influenciar ainda mais o resultado das urnas e o comportamento do eleitor nas eleições deste ano do que já influiu em 2010, entre muitas outras conclusões.

O encontro foi organizado por Silvia Cervellini, diretora do Ibope Inteligência, a pedido do Estado. Silvia é autora de um dos mais interessantes estudos sobre a eleição de 2010, apresentado no congresso anual da Associação Mundial de Pesquisa de Opinião – Wapor. Junto com Malu Giani e Patrícia Pavanelli, ela demonstrou como o voto religioso, impulsionado pela discussão sobre legalização do aborto na internet, moldou a reta final da campanha presidencial.

As conclusões a seguir, especialmente se equivocadas, são de responsabilidade do autor. Eventuais méritos são dos entrevistados.

O que

Com mais eleitores online e participando de OrkutFacebookTwitter e Google Plus, entre outras redes sociais, a influência da internet tende a aumentar. Os novos hábitos de troca de informações aumentam a virulência dos boatos e notícias. Mesmo quando o fenômeno começa no “mundo real”, ele reverbera e é ampliado pela internet. Os casos da “legalização do aborto (Dilma)” e da “bolinha de papel (Serra)” em 2010 são exemplos disso.

“É muito mais fácil atingir um público local”, diz Caio Túlio. Mas a influência deve variar de local para local: “Depende muito da infraestrutura da banda larga. Se não será decisiva, (a internet) será um pouco mais decisiva”.

Onde

As cidades onde maiores parcelas do eleitorado está online são as mais aptas à internet ter um papel decisivo. Mas não depende só disso. Onde já existem redes pessoais, comunidades atuantes e organizadas, a internet potencializa a mobilização eleitoral. Já para Caio Túlio, “nos grandes centros, tudo indica que a internet será muito mais usada e ajudará muito mais do que ajudou até agora na conquista de votos”.

Como

Nas cidades conectadas, os principais instrumentos devem ser: monitoramento de redes sociais, blogs, mobilização via Facebook (que cresce exponencialmente e começa a atingir a classe C), Orkut e Twitter (outras redes podem aparecer ou aumentar em influência até a eleição, como o Google Plus). A magia negra(?) do SEO – técnica que influencia os resultados de buscas em mecanismos como o Google) pode ser usada para beneficiar um candidato ou prejudicar o adversário, associando-o a um fato negativo. O celular, que encontra o eleitor onde ele estiver, também é peça-chave, mas precisa ser usado com moderação para não saturar.

“A Internet fura a espiral do silêncio dos meios de comunicação”, diz Silvia Cervellini. Temas que normalmente ficam de fora da cobertura dos jornais, rádio e TV aparecem na rede e ampliam o debate, especialmente questões de interesse local. Alguns fazem tanto barulho que acabam pautando os meios de comunicação tradicionais. Isso pode mudar a agenda da campanha municipal em algumas cidades.

“A internet será mais usada especialmente na arrecadação de doações de pessoas físicas – que não será espetacular, por conta de características culturais”, prevê Caio Túlio.

Quem

Praticamente todas as campanhas terão gente dedicada a mobilizar via internet (“custo é muito baixo”). Mas isso não é tarefa fácil. “É preciso entregar um conteúdo relevante no momento certo”, diz Silvia, ou a campanha de marketing político na Internet pode se voltar contra o candidato, como já se voltou contra algumas empresas que se arriscaram a fazer marketing via blogs e redes sociais sem ter uma boa estratégia, o que é temerário já que o planejamento estratégico digital é fundamental.

Por isso, não é trabalho para amadores. “Há experiência que pode ser copiada e disseminada. Mas a maior dificuldade será encontrar profissionais capazes de dedicação exclusiva e inteligente para realizar campanha na Internet para cada candidato. Uma solução seria a capacitação de equipe própria. Campanha online não é “commodity” nem “prêt-à-porter”, é “taylor made”, diz Caio Túlio.

Consequências

Candidatos pouco conhecidos e zebras passam a ter mais chances, porque dispõem de uma plataforma de grande penetração e comparativamente barata para alcançar os eleitores. Dependem de um bom discurso (relevância) e de uma boa estratégia (oportunidade). Podem fazer isso desde já, driblando as limitações da legislação, se conseguirem cativar comunidades já existentes na rede e fora dela. Atrair para o debate eleitoral os eleitores digitais, aqueles jovens com perfil semelhante ao dos “indignados” espanhóis, que estão descontentes com a forma tradicional da política – desde a polarização PSDB x PT até a maneira de cima para baixo para como as decisões são tomadas.

Aumentam o potencial para surpresas e a velocidade das mudanças na corrida eleitoral. Os eleitores online tiveram intenção de voto muito mais volátil na eleição de 2010. Subidas e quedas abruptas ficam mais prováveis, principalmente na reta final.

Por José Roberto de Toledo

Google começa a integrar perfis do Orkut e do Google+

Usuários agora podem optar por usar os dados da nova rede social para atualizar o perfil do Orkut

Usuários agora podem optar por usar os dados da nova rede social para atualizar o perfil do Orkut.

O Google começou a unificar as suas duas redes sociais – o Orkut e o Google+. O perfil dos dois serviços agora pode ser integrados, permitindo que uma pessoa use as mesmas informações nas duas plataformas, segundo post no blog oficial do Orkut.

Quem optar pela integração terá o perfil do Orkutatualizado. Isso significa que informações como nome, foto e e-mail, por exemplo, passarão do Plus para o Orkut. Assim, se você usa um apelido na antiga rede social e o seu nome na nova, passará a ser conhecido pelo nome no Orkut.

Todo o conteúdo postado publicamente no Google+ será colocado também no Orkut. Porém, o que for postado no Orkut não será colocado no Plus e o que for colocado nos círculos da nova rede social não irá aparecer na antiga.

O Google garante que a integração não é o fim do Orkut e sim uma forma de diminuir a quantidade de perfis diferentes que uma pessoa tem que atualizar na internet. A mesma opção de integração de informações já ocorre com outros serviços como o Blogger, por exemplo.

O orkut já foi a rede social mais popular do Brasil, mas perdeu território recentemente com o crescimento do Facebook. Já o Google+, lançado em 2011, conta com mais de 170 milhões de usuários, segundo o Google.

Pesquisa aponta que games são a principal entrada de jovens na internet

Com jogos cada vez mais interativos e interessantes, crianças ingressam mais cedo na rede mundial dos computadores.

A segunda Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação por Crianças no Brasil (TIC Crianças 2010) concluiu que os games online configuram o principal meio de entrada das crianças brasileiras na rede mundial de computadores. Os resultados foram divulgados recentemente pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil e apontam que das 2.516 crianças entrevistadas, 90% das que usam a internet, disseram que jogar é a atividade mais realizada.

De acordo com dados do IBGE, informados pelo site G1 (juntamente com a pesquisa acima), para as crianças de 5 a 9 anos, que representam cerca de 8% da população brasileira, o principal acesso à internet é em casa. As pesquisas escolares ocuparam a segunda colocação nas atividades mais realizadas com a web e o acesso às redes sociais já abrange um terço dos entrevistados.

As crianças estão começando cada vez mais cedo a jogar games nos computadores, o que as leva a ganhar intimidade com as funcionalidades online da internet. Ainda, os jovens iniciam cada vez mais cedo o contato com Facebook, Orkut e Twitter. A maioria dos acessos ainda é dos meninos, uma vez que as meninas sofrem um controle muito maior por parte dos pais ou responsáveis.

Outro dado interessante é que, apesar da pouca idade, as crianças alegaram que já sentem os riscos que a rede mundial de computadores inflige. 25% dos entrevistados disseram já ter sentido perigo enquanto entrava em sites ou outros serviços. E você, com quantos anos começou a usar a internet? Não deixe de responder nos comentários abaixo.