Os pastores progressistas dispostos a discutir tabus

Os pastores progressistas dispostos a discutir tabus

É preciso parar de policiar corpos e atitudes morais, e anunciar um novo tempo em que a miséria e as desigualdades sociais sejam combatidas.

Logo da CartaCapitalNo bairro Barreirinha, na zona norte de Curitiba, o teólogo Mike Rodrigo Vieira, de 37 anos, sobe ao púlpito para mais um culto na comunidade Congrega Church. Em sua quase totalidade, o público é formado por jovens, adolescentes e crianças da classe média baixa. “São filhos de operários, donas de casa, desempregados. Nossa visão na igreja é, acima de tudo, inclusiva. A juventude quer e precisa ser ouvida para discutir seus dilemas e dividir seus medos. Não podemos desampará-los”, explica Mike.

Com treinamento missionário pela Steiger Missions School, na Alemanha, ele percebeu essa necessidade convivendo com comunidades periféricas em países do Leste Europeu, como Albânia, Kosovo e Hungria. Depois, percorreu o caminho de Che Guevara pela América Latina, retratado no filme Diários de Motocicleta. “A desigualdade que vi me chocou profundamente”, comenta Vieira. Mas foi na Nova Zelândia, evangelizando skatistas, que começou sua missão. “Senti que precisava fazer alguma coisa. Deixei o jornalismo para me dedicar em tempo integral aos jovens de periferias”, diz o hoje pastor, sempre combativo na defesa de bandeiras progressistas.

Drogas, homossexualidade, feminicídio, violência doméstica e nas ruas, aborto… Nenhum tema é tabu. Esses assuntos, sustenta Mike, precisam ser debatidos e vistos à luz do Evangelho, principalmente em uma sociedade que está cada dia mais em movimento. “Minha postura como cristão é não ficar em silêncio, mas agir em defesa dos mais necessitados. Nas igrejas, a onda contra movimentos LGBTs, por exemplo, nasceu de uma cultura fomentada por cristãos fundamentalistas e os ‘cidadãos de bem’ destas comunidades”. A igreja, emenda, precisa sair das quatro paredes, das clausuras, e entender que existe um mundo real. “Esse isolamento tem gerado cristãos desconectados da realidade social. Não percebem que assim se afastam da missão de Cristo, que é promover o amor ao próximo, a paz e a justiça”.

Em Niteróina Região Metropolitana do Rio de Janeiro, distante 850 quilômetros da capital paranaense, o pastor Henrique Vieira, de 30 anos, líder da Igreja Batista do Caminho, vive dilemas semelhantes. “Todos esses temas devem ser alvo de reflexão crítica e debate”. Para ele, são os setores fundamentalistas das igrejas que interditam o pensamento progressista, estimulam um ambiente de aversão à diversidade e ao debate fraterno de ideias. “Quem pensa diferente de certos líderes religiosos é rechaçado. Tratam de demonizar a dúvida e exaltar uma fé acrítica”, lamenta.

Sem laços de parentesco, ambos os Vieira defendem abertamente a descriminalização do aborto, por exemplo. “A proibição não inibe a prática, apenas resulta em um número enorme de mortes de mulheres, especialmente pobres e negras. A criminalização afasta o diálogo, gera medo e faz com que as mulheres muitas vezes tomem decisões precipitadas”, diz o curitibano Mike. O colega fluminense concorda. Ser favorável à descriminalização não significa o apoio ao procedimento, mas sim em buscar uma política pública que seja mais humana e acolhedora. “Tratar as mulheres que abortam como criminosas só gera um ambiente de culpa, medo, angústia, silêncio e morte. A descriminalização do aborto, portanto, é pela vida”.

Colunista do site Mídia Ninja, ativo nas redes sociais, Henrique Vieira não teme debater com milhares de seguidores sobre temas ousados, como o “LGBTfobia e o pecado”. “Por que o amor incomoda? Por que o afeto entre pessoas incomoda? Como discípulo de Jesus não posso ficar em silêncio diante de tanta violência com os LGBTs. Entendo que pecado é ausência de amor, é eliminar pessoas, é nutrir uma moral insensível. LGBTfobia mata a vida, em vida. Sejamos servos do amor, assim seremos livres de tudo!”, publicou recentemente em sua página no Facebook, com mais de 113 mil seguidores.

Ao contrário do que parece, não são apenas os pastores mais jovens que adotam posturas progressistas entre os mais de 42 milhões de brasileiros que se consideram “evangélicos”, segundo dados do IBGE. Hermes Fernandes, 50 anos, psicólogo, escritor e pastor, líder da Comunidade Reina, em Engenho Novo, no Rio de Janeiro, defende a descriminalização das drogas, do aborto, os direitos dos homossexuais e a regulamentação do trabalho das prostitutas. Para ele, tais questões não podem ser mantidas na penumbra, varridas para debaixo do tapete dos falsos escrúpulos e da religiosidade de fachada. “Um cristão comprometido com as demandas do evangelho jamais seria favorável à prostituição, mas não pode fazer vista grossa ao sofrimento desumano do qual prostitutas são vítimas nas ruas de nossas cidades”.

Fernandes apoia as pesquisas com células-tronco embrionárias, opõe-se à redução da maioridade penal e é defensor incondicional do Estado laico. “Martinho Lutero dizia que o Estado e a Igreja seriam os dois braços de Deus no mundo. Um seria o braço da lei. Outro, o braço da graça. Para que ambos sejam eficientes, devem manter-se em seus respectivos escopos de atuação”, explica.

Para o pastor, é indispensável assegurar a liberdade de culto, de forma que nenhuma fé exerça primazia sobre as demais. “Quando me deparo com grupos de umbandistas, em vez de criticá-los, enalteço-os pelo direito de viver em um país onde isso ainda é possível”, diz Fernandes. “Embora discorde teologicamente, não posso me esquecer que sou contemplado com a mesma liberdade que lhes é garantida pelo Estado”.

Após três décadas de experiência missionária, Fernandes acredita que a homossexualidade nas comunidades religiosas é “muito maior do que se possa imaginar”. No entanto, a quase totalidade dessas pessoas prefere se manter velada, temerosa de ser descoberta, exposta e excluída da comunidade. Por isso, condena o preconceito das lideranças, por vezes responsáveis pelo sofrimento emocional, depressão e até mesmo o suicídio de fiéis. “Trata-se de uma verdadeira tortura. As pessoas são submetidas a ritos de ‘exorcismo’, impedidas de participar de atividades e até expulsas da igreja ou de casa”.

O líder da Comunidade Reina considera o aborto uma questão de saúde pública e defende o direito de as mulheres terem um atendimento que não coloque em risco suas vidas. “Sou e sempre serei contra o aborto. Mas também sou e sempre serei contra a hipocrisia com que tratamos temas morais como este, fazendo vista grossa a milhares de mulheres que perdem suas vidas ou são tratadas como criminosas por interromperem uma gestação indesejada”.

Claudio Ribeiro, de 56 anos, serviu como pastor durante quase duas décadas na Igreja Metodista, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Para ele, as críticas exacerbadas das lideranças conservadoras fazem com que as mulheres que se submeteram a um aborto carreguem o peso da culpa pelo resto de suas vidas. “Ouvi o relato de muitas mulheres. Trazem consigo um enorme dilema emocional. Não encontram nas igrejas o refúgio, a paz e a busca pelo perdã.”. Como pastor, Ribeiro diz que sua missão é mostrar que existe sempre o “amor e a misericórdia de Deus na vida de todas as pessoas”.

Para esta parcela progressista, os grupos conservadores foram tragados pelo evangelho made in USA, que coloca o lucro e a propriedade privada acima da justiça social, os bens de consumo acima do ser humano, a moral acima da ética e os dogmas religiosos acima da ciência. “Precisamos de uma teologia que surja do nosso próprio contexto social, que considere nossas demandas e nos desafie a responder às questões que inquietam nossa harmonia social”, observa Fernandes.

Lusmarina Campos Garciateóloga e jurista, mestre e doutoranda em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, classifica o modelo neopentecostal como político-mercadológico, que adota a lógica do capital, da competição, do acúmulo, do enriquecimento e de poder. “Trata-se de uma lógica expansiva: quanto mais tem, mais procura ter. Nesse contexto, a busca incessante pelo poder transforma-se em desejo de domínio. É o que sucedeu com grande parte das igrejas evangélicas”.

As novas gerações de pastores, oriundos de seminários teológicos tradicionais, seguem o mesmo modelo e, por conseguinte, estão comprometidas com a agenda fundamentalista. Os que destoam são tachados de hereges, liberais, lançados na fogueira da nada santa inquisição cibernética. Discordar das lideranças tradicionais é pagar um alto preço. Mas existe uma parcela do segmento evangélico disposta a enfrentar essa realidade. Em tempos de mobilização das massas pelas redes sociais, há um movimento crescente de líderes e pensadores cristãos que tem abandonado o fundamentalismo estéril e abraçado um evangelho mais engajado e comprometido com as transformações sociais.

Hermes Fernandes sugere que as igrejas redescubram sua vocação primordial, que é “o exercício da misericórdia e a proclamação da justiça”. Para ele, é preciso parar de policiar corpos e atitudes morais, e anunciar um novo tempo em que a miséria e as desigualdades sociais sejam combatidas.

Carta Capital

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Quando a bancada da bíblia se submete à bancada da bala, Romanos 13 fica mais importante que 1ª Coríntios 13

Bancada da bíblia se submete a bancada da bala

Ainda na linha de desmascarar duas lógicas mentirosas impostas aos cristãos nessas eleições, (1) Deus teria escolhido um candidato; e (2) a Igreja está em uma guerra santa contra políticos que querem destruí-la, gostaria de falar sobre uma exegese enviesada que alguns pastores tem feito sobre os primeiros versículos do capitulo 13 da carta de Paulo aos Romanos.

1. Entendendo o Contexto

Antes de começar é preciso entender duas coisas: A primeira é o motivo dessa preocupação em fazer a exegese dessa passagem e publicar os vídeos que foram lançados. O tal candidato que segundo (1) é ungido por Deus tem um largo histórico de negação de Direitos Humanos, de exaltação a tortura, já fez discurso mostrando seu apoio a um grupo de extermínio na Bahia, é abertamente favorável a pena de morte e como proposta para resolver a grave epidemia de violência que passamos quer que os policiais tenham um “excludente de ilicitude” nas operações em comunidades controladas pelo tráfico, ou seja, uma licença para atirarem para matar primeiro e não serem responsabilizados nem mesmo nos casos em que inocentes sejam atingidos.

Nós vamos voltar a falar sobre o papel esperado da polícia mais adiante nesse texto mas no momento eu quero que entenda que a preocupação com o texto de Rm 13 é apenas para tentar legitimar o voto em um candidato que se esconde na mentira (1). Há 4 anos atrás nenhum pastor postava vídeo sobre Rm 13. E se fossem questionados sobre a pena de morte certamente diriam que são contra. Eles mesmos não acreditam no que dizem. A lógica de guerra (2) tem feito afetado até mesmo a credibilidade de pastores honestos e respeitáveis. Se alguém dissesse que grandes homens de Deus estariam usando a Bíblia para justificar a frase “bandido bom é bandido morto” ninguém acreditaria a 4 anos atrás. Mas é o cenário que temos hoje. E a razão tem ver com o próximo parágrafo.

A segunda coisa a entender é que os políticos e pastores que criaram a mentira (2) fazem parte de um grupo de deputados federais conhecido pelo nome de Bancada da Bíblia. Até 2014 esse grupo era mais ou menos independente mas a partir de 2015 começaram a se juntar com outro grupo, conhecido como a Bancada da Bala, formado por policiais e ex militares, misturando os temas. Era de se esperar que o Evangelho influenciasse os policiais mas o que ocorreu foi o contrário. Os deputados evangélicos foram influenciados e começaram a defender pautas que nunca tinham sido suas. A Bancada Evangélica hoje está a serviço da Bancada da Bala.

Há números sobre esse movimento: Em 2014 foram eleitos quase 90 deputados evangélicos, inclusive o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que depois acabou preso por corrupção. Este ano, o número caiu para perto de 80. Quase 30 deputados evangélicos não conseguiram se reeleger. A Bancada da Bala, por outro lado, não para de crescer. O próprio candidato se referiu a Eduardo Cunha como um herói e seus filhos são militares que frequentam igrejas evangélicas para conseguir arrebanhar votos. A influência da igreja evangélica no Brasil está diminuindo depois que ela sucumbiu ante seus novos “parceiros”. A exegese enviesada de Rm13 é mais uma imposição que a Bancada da Bala está empurrando goela abaixo dos evangélicos, fazendo com que eles digam o contrário do que sempre pregaram, falaram e votaram.

2. Romanos 13:1-4 como licença para matar

A exegese feita sob encomenda para a campanha do candidato se baseia em dois pontos: Primeiro, que a bíblia manda matar, sim. Segundo, que a autoridade que existe foi constituída por Deus e tem, por isso, o direito de matar quem quiser, se achar que deve. Há muita coisa errada aqui e mais a frente uma exegese e uma interpretação sobre Romanos 13 será apresentada. Essa seção apenas aponta os erros teológicos comuns que tem sido mais falados.

Pastores conhecem a bíblia e conhecem um pouco da alma humana. Nós somos bons nisso e não por acaso usamos os dois conhecimentos ao mesmo tempo: Fazemos pregações com textos bíblicos que parecem estar falando da sua vida e na hora dos aconselhamentos no gabinete encontramos nos problemas que nos contam comparações com personagens bíblicos. Mas quando algum pastor quer trazer uma reflexão bíblica sobre outro assunto que não a alma humana, como o papel do Estado ou os conflitos que existem na sociedade, sem ter a capacidade para isso, acabam mudando o sentido da boa leitura bíblica. Ao invés da opinião se basear no texto, o texto acaba se baseando na opinião.

Pastores sem estudo fora da teologia não possuem conhecimentos de sociologia, direito, história, ciência política ou políticas públicas. Falam de uma sociedade que existiu há dois mil anos cheia de contradições e conflitos (como todas são) como se fossem harmoniosas e seus únicos problemas fossem as questões morais e a idolatria. São incapazes de perceber e diferenciar os contextos históricos, sociais e políticos e por isso tem uma enorme dificuldade de trazer uma interpretação útil para os nossos dias sobre como o Estado deve exercer sua autoridade sobre os cidadãos. É como se alguém que não soubesse que a terra é redonda começasse a comentar sobre como a terra é plana por a bíblia citar os seus 4 cantos.

Citar a parte do texto que diz que a autoridade traz a espada para concluir que a Bíblia manda matar pessoas seria o mesmo que concluir que a Bíblia manda dar todo o dinheiro para os pobres citando a parábola do jovem rico. Isso é obviamente um absurdo! O mandamento de Jesus não foi “Se livre de todo o seu dinheiro!”, mas sim “Não seja escravo do seu dinheiro!”. Paulo não ensinou “A autoridade deve usar a espada para matar bandidos!”, mas sim “Sejam submissos às autoridades desse mundo pois os bandidos que não se submetem tem sido tratados com a espada”. Não é uma recomendação mas uma constatação de como as coisas funcionavam naquela época. E funcionavam muito mais para o mal do que para o bem, já que vários cristãos foram mortos injustamente pelas autoridades romanas.

O cristianismo, por dever de consciência e respeito aos seus mártires, é contra a pena de morte. O Novo Testamento não manda matar. Ele orienta a andar a segunda milha e sempre deixar espaço para o arrependimento. Aplicar a pena de morte é desistir da pessoa, coisa que o Senhor nunca fez conosco. Thiago e João quiseram aplicar a pena de morte em Lucas 9:54 mas foram repreendidos por Jesus. Pedro desembainhou a espada e atacou o servo Malco em João 18:10 e também foi repreendido pelo Senhor. Ao término desse texto será falada a perspectiva cristã sobre o papel do Estado na sua função de manter a ordem e punir os infratores.

O outro absurdo defendido é que como a autoridade foi constituída por Deus ela teria a legitimidade para decidir, em nome de Deus, quem deveria morrer e quem deveria ficar vivo. Acreditar que Deus dá um cheque em branco para homens decidirem sobre a vida e a morte de outros é o mesmo que dizer que Hitler matou 6 milhões de judeus em nome de Deus. Isso é uma ofensa sem tamanho! O texto como veremos na outra seção não fala em avalizar as escolhas de quem está dando ordens mas sim realçar a virtude de quem de boa consciência é capaz de se submeter a outros, reconhecendo a autoridade que neles está.

No caso concreto do Brasil a autoridade não está em uma pessoa mas na Constituição Federal. Toda a autoridade do país vem dela pois não somos mais uma monarquia absolutista em que o imperador podia mandar e desmandar a vontade. E o que diz a constituição? No Brasil não há pena de morte. Quem diz e prega isso está indo contra a autoridade máxima do Brasil, está em rebeldia e debocha da autoridade constituída pelo próprio Deus.

Romanos 13 não manda ninguém usar a espada contra ninguém nem avaliza a decisão de um juiz ou policial que resolve matar ou mandar matar quem quer que seja. Paulo não estava escrevendo um tratado sobre segurança pública ou ciência política nem dando regras para o funcionamento da polícia militar. Paulo, como veremos a seguir, estava apenas resolvendo um problema peculiar que a igreja de Roma estava passando.

3. Romanos 13:1-7 – Como um ensino sobre a disciplina espiritual da submissão.

O texto fala em ser obediente às autoridades. Ora, poucas coisas eram tão desobedientes ao império romano quanto o cristianismo. Sofremos 10 grandes perseguições nos primeiros trezentos anos exatamente por sermos desobedientes. A política do império era cultuar o imperador como Deus, coisa que os cristãos sempre rejeitaram. Mas não era apenas isso. Os cristãos de dentro do império tratavam os de fora como irmãos e não como inimigos. Em uma economia baseada no trabalho escravo em que várias rebeliões destes ocorreram, o cristianismo desafiava a hierarquia com algumas comunidades cristãs sendo lideradas por escravos. Do que Paulo estava falando, afinal?

As cartas no Novo Testamento são respostas para problemas que as comunidades estavam passando. Paulo não entra em um assunto sem contexto. Havia uma inquietação na igreja de Roma com a qual ele precisava lidar: cristãos estavam enfrentando perseguições e problemas com os magistrados romanos não convertidos e alguns começavam a acreditar que somente magistrados cristãos seriam autoridades legítimas. Há um princípio de clima de desobediência civil fomentado por uma visão de que o cristianismo deveria ter o seu próprio Estado. A resposta de Paulo para esses irmãos é exatamente no sentido contrário: É indiferente para a igreja quem esteja exercendo a justiça dos homens sobre a igreja já que “nenhum magistrado teria autoridade contra Cristo se de cima não lhe tivesse sido dada”.

A primeira surpresa aparece aqui: Paulo se posiciona contra a ideia de que o Estado funcionaria melhor com autoridades cristãs! O Império Romano naquilo que fazia de bem, não dependia de ser dirigido por cristãos. É justamente o contrário do que alguns pastores tem pregado quando dizem que Deus ungiu um candidato supostamente cristão para trazer a Paz para o Brasil. Paulo diz o contrário: Não importa quem seja o encarregado para fazer justiça e sim que haja justiça disponível para as pessoas. Não se sujeitar a uma autoridade ou magistrado apenas por ele não ser cristão é negar se sujeitar ao próprio Deus.

Paulo sabia muito bem que autoridades muitas vezes erravam e eram injustas. Ele mesmo sofreu na pele algumas vezes com isso. Os apóstolos foram perseguidos e alguns mortos por ordem de autoridades perversas. E o próprio Senhor foi condenado em um julgamento fraudulento e irregular, tanto por parte dos Judeus quanto por parte dos Romanos. Desde que existem governantes no mundo ocorrem injustiças feitas pelas pessoas com autoridade contra inocentes ou contra adversários políticos. Por que Paulo então diz que as autoridades são ministros de Deus para o bem das pessoas? Onde está o sentido no que Paulo está ensinando?

Primeiro, Paulo não está dando o aval de Deus para as pessoas que estão revestidas com autoridade, como os juízes e os reis, agirem do jeito que quiserem. Deus nunca deu carta branca para ninguém agir em seu nome. Paulo não enfatiza o direito de alguém ditar e fazer cumprir as regras e sim a virtude de alguém em se sujeitar a estas. Podem parecer coisas iguais mas são profundamente distintas. Dar ordens até o diabo dá, mas se sujeitar de boa consciência é algo que só Filhos de Deus podem fazer. Não é a hierarquia que revela a autoridade e sim a sujeição. Paulo não estava defendendo que tudo o que um magistrado fazia era da vontade de Deus mas apenas que a própria igreja não poderia reivindicar a autoridade de Deus quando falava se não fosse capaz de se sujeitar a autoridade dos homens no Estado quando vivia. Há um ditado para isso: Quem não se assenta para ouvir, que não se levante para falar!

Segundo, Paulo fala sobre fazer o bem para receber louvor e evitar o mal para não receber castigo. Nem de longe o apostolo está dizendo que as autoridades sabem sempre o que é o bem e o que é o mal. Longe disso, pois os juízes e reis também são pecadores e não há um justo sequer. Ele está se referindo às consequências sociais dos nossos atos. Por mais que alguém julgue incorreto pagar tantos impostos, não pode simplesmente parar de pagá-los, como o próprio Paulo citou no verso 6, pois o Estado irá lhe cobrar o devido cedo ou tarde. Quem não quiser gastar tempo e dinheiro para obter sua carteira de motorista e resolve dirigir vai ter seu carro apreendido se for parado em uma operação policial. As palavras ‘bem’ e ‘mal’ aqui não estão sendo usadas como sinônimos de virtude e pecado. O mundo jaz no maligno e esperar que magistrados saibam louvar o que é santo e reprovar o que é pecado é ignorar a própria lógica do Evangelho.

Aqui aparece a segunda surpresa do texto: A lei dos homens tem muito mais a ver com poder do que com justiça. A escravidão estava dentro da lei. O extermínio de judeus na Alemanha nazista estava dentro da lei. O regime do apartheid na África do Sul estava dentro da lei. Nenhuma dessas coisas tem a ver com a justiça de Deus mas com o poder de quem faz e executa as leis. A maior parte do ministério de Paulo foi usada justamente para mostrar que pela observância de leis ninguém consegue ser justo. A Lei de Moisés revelava que havia um poder maior acima dos homens, a quem todos um dia irão prestar contas. A Lei tem a ver com poder de Deus sobre as criaturas. O Evangelho tem a ver com justiça de Deus sobre seus filhos. O texto de Romanos 13 não é um aceno ao poder das leis e dos magistrados mas um chamado à memória que no Evangelho o Filho, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo tomando a forma de quem servia. Quem não consegue ser submisso a um homem de carne e osso como será submisso a Deus que é apenas Espírito?

A disciplina espiritual da submissão é algo esquecido no meio da igreja hoje. E quando se toca no assunto, é para legitimar uma obediência cega dos membros para com os líderes. Eles mesmos, porém, em nada são submissos. Submissão tem a ver com reconhecer nas necessidades da comunidade a importância maior que as suas próprias. Não há comunhão sem submissão pois quem se considera acima dos demais a ponto de não precisar se submeter deixou de tratar os demais como irmãos. Eu não gosto de pagar impostos mas a necessidade da cidade de ter luz elétrica no poste e escola de qualidade para todos é maior que a necessidade de guardar ou gastar dinheiro. A submissão não tem a ver com acreditar que a hierarquia dos homens foi instituída por Deus e sim que mais bem aventurado é servir do que ser servido.

Romanos 13 deve ser lido com o mesmo Espírito de 1ª Coríntios 13. O caminho excelente que Paulo mostrou não mudou. Como apoiar a pena de morte e uma carta branca para autoridades matar quem quiserem ao ler “O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”? Será que Paulo se enganou ao escrever o texto de Coríntios e resolveu consertá-lo com esse texto de Romanos? É claro que não! O Evangelho é um só e nele não há variação. Usar a espada para se livrar dos problemas era algo que qualquer povo conseguia fazer. Amar quem nos ofende, por outro lado, é algo que só os seguidores de Cristo fazem.

Mas como conseguimos conciliar a justa necessidade de manter a ordem e fazer justiça com a lógica do amor? Se Paulo não estava em Romanos 13 dando seu parecer sobre a política de segurança pública nem endossando o uso da pena de morte pelo Império Romano, o que o cristianismo tem a dizer sobre o assunto? Que tipo de relação do Estado com os cidadãos pode existir que se aproxime do Espírito de 1 Coríntios 13? É o assunto da próxima seção.

4. Qual é a perspectiva cristã sobre o papel do Estado na manutenção da ordem?

Toda sociedade vai ter conflitos. Parte do problema nas interpretações erradas de Rm 13 é achar que a sociedade é como um formigueiro onde todo mundo tem o seu lugar certo. Quem pensa com a lógica do “formigueiro” acha que todos os males da sociedade ocorrem por causa de indivíduos desajustados, “formigas que nasceram erradas”, males sociais que precisam ser extirpados. Só que não. Nós não somos insetos e a sociedade nunca esteve em harmonia. Desde Caim e Abel estamos convivendo no mesmo espaço social mas em constante divergência.

Quando estamos em uma ditadura, como era o Império Romano do tempo da carta de Paulo, o Estado não tolera conflitos, simplesmente porque quem está no poder não quer que nada seja criticado. O crime é visto como uma ameaça ao Estado e a preocupação não é com a vítima e sim com o sistema. O importante não é fazer justiça e sim garantir que a ordem seja mantida, pois o “formigueiro” tem de continuar funcionando sem perturbações. Se inocentes forem condenados será apenas um pequeno preço que a sociedade tem de pagar para a ordem seja mantida. Algumas formigas precisam se sacrificar às vezes para que o formigueiro continue.

Quando estamos em uma democracia as coisas são diferentes. Todos reconhecem que estão sempre em conflito, uns mais graves, outros mais simples, e o papel do Estado é fazer a justiça ouvindo todas as partes. O Estado não pode ter lado nas disputas, pois não existem “formigas que nasceram defeituosas”. Isso é próximo da Bíblia quando ela “diz que todos pecaram e que não há um justo sequer”, e que “quem não tiver pecados, que atire a primeira pedra”. O criminoso não é um ser humano “com defeito” e “menos humano” que os demais. Antes, ele é profundamente humano, pois o que mais temos de igual uns com os outros é o pecado e a desobediência a Deus.

Combater o crime na ditadura é dar uma lição em alguém “menos humano” que os outros por ter perturbado a ordem dos humanos. Combater o crime na democracia é fazer justiça entre dois humanos que entraram em conflito por causa de uma propriedade (que pode ser em último caso, a própria vida). No primeiro caso é a ordem que interessa e a acusação sempre vai sempre querer desumanizar o outro. No segundo é a justiça que interessa e todos continuam sendo humanos, sendo discutido apenas como um deles será responsabilizado pelo que fez.

Em uma ditadura não importa se mil inocentes forem condenados para que um culpado pague por seus atos. A ordem e o sistema, afinal de contas, são mais importantes que as pessoas. Na democracia as pessoas, todas e cada uma delas, são mais importantes que o sistema de tal forma que é preferível que mil culpados não sejam punidos do que apenas um inocente acabe condenado. Isso também é condizente com o cristianismo que exige que haja duas testemunhas para que alguém seja condenado (uma só não bastava!) e que afirma que todos pecados podem ser perdoados, com uma exceção: chamar de maldito e merecedor de Cruz o único ser humano realmente inocente que já houve: o Filho de Deus.

A ditadura trabalha com uma ilusão que através da força o Estado vai conseguir resolver todos os conflitos, sem espaço para a necessidade do perdão. A democracia trabalha com a realidade de que sempre teremos conflitos e que nem sempre o uso da força vai conseguir resolvê-los, fazendo com que muitas vezes a única saída para vivermos em paz seja perdoar. Vemos aqui de novo os ecos das palavras de Jesus dizendo: Se perdoares os pecados de quem te ofendeu, Deus também perdoará os teus pecados.

A ditadura é o sistema mais parecido com o Império Romano. A democracia é o sistema mais parecido com o Reino de Deus. Nada neste mundo será perfeito até que o Senhor venha mas se a terra nunca será parecida com o paraíso, não quer dizer que precisa imitar o inferno! Pelo contrário: a igreja está nesse mundo justamente para dar uma amostra de como será o céu. A Luz do mundo deve brilhar para iluminar o “como-deve-ser” e não bater palmas para o “como-sempre-foi”. Só depois de entender a diferença entre ditadura e democracia é que podemos falar da perspectiva cristã sobre o papel do Estado na manutenção da ordem, que é o que faremos a seguir.

A primeira distinção a fazer é que soldados e policiais são funções diferentes e com resultados esperados diferentes. O soldado existe para as situações de guerra a fim de usar a força contra inimigos para derrotá-los. O policial existe para situações de Paz a fim de usar a força contra quem não aceita resolver seus conflitos dentro da lei. Um soldado em missão vai matar seus inimigos ou capturá-los. Um policial em missão vai levar alguém perante a justiça. Um pensa em vitória. O outro pensa em justiça. A primeira coisa que o cristianismo considera sobre o Estado manter a ordem é que policiais não devem ser soldados. Na maioria do mundo ocidental eles não são.

Em segundo lugar, os policiais não devem existir para matar bandidos, e sim para levá-los até um magistrado, onde serão julgados de forma justa. O cristianismo não aceita a lógica do “bandido bom é bandido morto” por que acredita que Deus não se livra dos problemas, ele disciplina sempre esperando o arrependimento. O bandido bom é o bandido que ao estar cumprindo sua pena, se converte e tem o seu coração mudado pelo Espírito Santo de Deus. Foi para estes que o Senhor veio. Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.

Em terceiro lugar, o próprio policial deveria ter a sua voz ouvida sobre o que acha dessa guerra contra o varejo das drogas em que eles vivem morrendo e nada melhora. O comercio de drogas existe em todos os lugares do mundo mas a violência desse comércio existe apenas em alguns lugares. A causa real da violência não é a droga em si mas as condições de extrema desigualdade da sociedade que fazem o caminho do crime organizado ser mais atraente que tentar a vida dentro da honestidade. Hoje o policial é usado como peça descartável de uma operação que apenas “enxuga gelo” para agradar uma sociedade que ao invés de encarar o desafio de dar oportunidades iguais para todos prefere fingir que tudo se resolve a bala.

Em quarto lugar, as operações policiais que fazem vítimas inocentes, algo que seria repudiado se acontecesse nos bairros ricos, tem se tornado comum e aceitável nas favelas. Nenhuma “guerra às drogas” justifica a morte de uma única criança inocente. Muito se fala que as favelas se tornaram territórios do tráfico, o que justificaria as operações, mas a questão é perguntar porque o tráfico se organizou na favela e não no asfalto. A resposta é que no asfalto há saneamento, há obras, há coleta de lixo, há escola, há ruas, etc. Na favela nunca houve nada disso. A crise de violência também é uma crise de moradia e uma crise de cidadania. São crises que não se resolvem a bala mas com planos de urbanização e de acesso à cidadania.

Há muito mais para dizer e se debater sobre o assunto e certamente isso deve ser feito com toda a sociedade, principalmente com quem mora nas comunidades onde o tráfico opera. Quando se trata de pessoas em uma sociedade democrática as soluções não aparecem com o recitar de um ou dois versículos. Nem o Império Romano que era uma ditadura se manteve na base da espada, por que achamos que o Brasil do século XXI irá resolver seus problemas assim?

5. Palavras finais

A democracia é o sistema onde tratamos os outros da mesma forma que gostaríamos de ser tratados. É o mais perto do sermão do monte que podemos chegar. Defender a espada é fazer o jogo da Bancada da Bala. O Evangelho não pode se sujeitar a isso. Nenhuma vaga no palácio de Cesar é mais importante que a nossa vaga nas mansões celestiais. A igreja que lançar mão da espada, à espada morrerá. Já começamos a minguar no congresso. Quanto tempo demorará para minguarmos nos templos?

Que Deus nos abençoe.

Por Artur Souza, presbítero ativo e Pastor da 7ª R.E. da Igreja Metodista.

PS: Na foto, cristãos fazem o gesto da “arminha” dentro de um templo, em um gesto de apoio ao candidato que defende a pena de morte.

Evangélicos lançam manifesto contra a reforma da previdência

Reforma da Previdência - Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito

Rede Brasil AtualPastores se mobilizam e criticam articulação de pastores conservadores midiáticos no reforço à propaganda enganosa do governo Temer

Uma semana depois de Michel Temer reunir-se com pastores midiáticos, em busca de apoio à “reforma” da previdência, crentes ligados à Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito lançaram o manifesto “Pastores contra a Reforma da Previdência”. De acordo com a coordenadora nacional da frente, a jornalista Nilza Valéria Zacarias do Nascimento, trata-se de um “grito dos evangélicos para que a reforma, como foi apresentada, não seja aprovada, já que reforçará a perda de direitos, sobretudo dos mais pobres e afetará consideravelmente a dignidade que se deve ter na velhice, defendida, inclusive, pela Bíblia Sagrada”, explicou.

O manifesto trata a tentativa do governo de dificultar o acesso dos brasileiros à aposentadoria como “maldita” e afirma que foi “forjada para oprimir o povo pobre e trabalhador, em seu direito à aposentadoria tranquila e digna”. O documento afirma ainda que vê como “estranho e fora do sentido democrático que o presidente de um estado laico, ainda que seja um golpista, chame religiosos para garantir votos no Congresso”.

O texto critica duramente pastores aliados ao governo como “coronéis evangélicos”. “Ao participarem dessas conversas, carimbam e plastificam a carteirinha de traidores do povo que os via como pastores, isto é, se revelarão como verdadeiros lobos, ou pior, como pastores de seu próprio ventre, dependendo do que esse governo oferecerá como moeda de troca, e o que eles aceitarão”.

Desde seu início, em 2016, a Frente de Evangélicos Pelo Estado de Direito reuniu mais de 6 mil adesões, possui representantes em todos  os estados e núcleos já organizados em 15. “São crentes das mais diversas denominações, como batistas, anglicanos, metodistas, presbiterianos, congregacionais, assembleianos e de igrejas independentes”, diz Valéria.

campanha não à reformaO pastor Fábio Ferreira Ramos Colen, da igreja Catedral da Paz, em São Mateus,  zona leste paulistana, é um dos opositores da reforma. “A palavra de Deus diz ‘ai dos que chamam ao mal de bem, e ao bem de mal. Que mudam as trevas em luz e a luz em trevas. Que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce’. O presidente Michel Temer diz que a reforma da previdência vai ser boa para os brasileiros, mas isso só vai ser bom para os bancos. Lembrando que este mesmo governo desmontou os direitos trabalhistas”.

Para o pastor José Marcos da Silva, da Igreja Batista em Coqueiral, em Recife, Temer tem “se empenhado cabalmente na agenda de retirada de direitos, sobretudo dos oprimidos”. Ele criticou o que chamou de “conchavo” entre as lideranças evangélicas e o governo atual. “Eles podem se achar acima da lei, mas não estão acima da lei de Deus. Aos líderes que apoiaram esse tipo de coisa, quero dizer que vocês têm a responsabilidade de ser a boca de Deus, sobretudo para os oprimidos”.

A campanha reúne depoimentos de pastores na página na rede social da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito >>>www.facebook.com/frentedeevangelicos<<< e pela hashtag #PastoresContraAReformaDaPrevidência.

Rede Brasil Atual

Lista oficial de pregadores do Congresso dos Gideões 2017

Congresso dos Gideões Missionários 2017

Sábado, dia 22 de abril, inicia-se mais um grande evento cristão pentecostal, o 35º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora. Todos os anos no mês de abril, a cidade de Camboriú, recebe milhares de pessoas do Brasil e exterior para a realização deste importante evento cristão pentecostal.

Para o ano de 2017, o Pastor Reuel Bernardino, que assumiu a liderança da obra GMUH, após a morte do grande líder evangélico Cesino Bernardino,  escalou um grande exército de pregadores, 116 homens e mulheres, servos por Deus a ministrarão nos 10 dias o maior congresso pentecostal do mundo, que encerará no dia feriado do dia primeiro de maio.

Conheça os preletores, por ordem alfabética:

  1. Pastor ABILIO SANTANA – BA
  2. Pastor ABRAÃO DANIEL – MG
  3. Pastor ADÃO SANTOS – PA
  4. Pastor ALBERT FERREIRA – RJ
  5. Pastor ALEX GONSALVES – RJ
  6. Pastor ALEXANDRE BRITO – SP
  7. Pastor ALEXANDRE MARINHO – RJ
  8. Pastor ANDERSON PREDES – RN
  9. Pastor ANDERSON SILVA – SP
  10. Pastor ANDRÉ AZEVEDO – GO
  11. Pastor ANDRÉ LIRA – SP
  12. Pastor ANDRÉ MATHIAS – SP
  13. Pastor ANGELO GALVÃO – SP
  14. Pastor ANSELMO DANTAS – SP
  15. Pastor ANTONIO MOURA – SP
  16. Pastor ARLEY SANTOS – MG
  17. Pastor BRUNO HASSAN – RJ
  18. Pastor CARLOS CARDOZO – SP
  19. Pastor CARVALHO JR – SP
  20. Pastor CLAUDIO LUZ – SC
  21. Pastor CLAUDIO VIANA – PB
  22. Pastor CLEVERSON LACERDA – SP
  23. Pastor DANIEL WAGNER – SP
  24. Pastor DAVI FEITOSA – BA
  25. Pastor DAVI FERREIRA – SP
  26. Pastor DEIVID PATENTE (BETIM) – MG
  27. Pastor DIONE SANTOS – RJ
  28. Pastor DIVONCIR DE JESUS – USA
  29. Pastor EDUARDO MACEDO – CE
  30. Pastor EDUARDO REIS – SC
  31. Pastor EDUARDO SAMPAIO – USA
  32. Pastor ELIZEU RODRIGUES – GO
  33. Pastor ELSON DE ASSIS – RJ
  34. Pastor EMERSON MAGNO – MG
  35. Pastor ERICK PIRES – GO
  36. Pastor ERINALDO GOLVEIA – SP
  37. Pastor ERIVAN MAIA – PE
  38. Pastor EVALDO GODOI – GO
  39. Pastor EVERALDO SENNA – SP
  40. Pastor FABIO CRUZ – PA
  41. Pastor FABIO JR – GO
  42. Pastor FABIO ROBERTO – RJ
  43. Pastor FENANDO PERTERS – USA
  44. Pastor FERNANDO TEMER – SP
  45. Pastor GEAN MAX – RJ
  46. Pastor GELSON SANTOS – SP
  47. Pastor GIL DIAS (Timóteo) – MG
  48. Pastor GILMAR SANTOS – GO
  49. Pastor GILMAR SENES – SC
  50. Pastor GILVAN RODRIGUES – PB
  51. Pastor HAROLDO PAIVA – CE
  52. Missionária ISABEL FALCÃO – RN
  53. Pastor ISMAEL BARBOSA – SP
  54. Pastor ISMAEL MORAES – PR
  55. Missionária IZA REIS – BA
  56. Pastor JAIME ROSA – SC
  57. Pastor JOÃO VILMAR – SC
  58. Pastor JONATAS GASPAR – SC
  59. Pastor JOSE SANTANA – BA
  60. Pastor JOZÉLIO SOUZA – CE
  61. Pastor JULIO FAGUNDES – SP
  62. Pastor JULIO RIBEIRO – SP
  63. Pastor JUNIOR RAMOS – USA
  64. Pastor JUNIOR TROVÃO – RJ
  65. Pastor LEANDRO CORREIA – RS
  66. Pastor LORINALDO MIRANDA – PR
  67. Pastor LUCIANO DE JESUS – RJ
  68. Pastor LUCIANO LOBATO – RJ
  69. Apostolo LUIZ HENRIQUE – CE
  70. Pastor MANOEL DE BRITO – PB
  71. Pastor MARCO FELICIANO – SP
  72. Pastor MARINALDO ALVES – BA
  73. Pastor MATIAS SOARES – RJ
  74. Pastor MAURICIO FEITOZA – SP
  75. Pastor MAURÍCIO MACIEL – PB
  76. Pastor MAX SANDRO – CAMBORIÚ, SC
  77. Pastor MAXWEL ANDRADE – RJ
  78. Pastor MESSIAS DOS SANTOS – SC
  79. Missionária MILENA QUEIROZ – BA
  80. Pastor MIZAEL SANTANA – BA
  81. Pastor MOISÉS MARTINS – SC
  82. Pastor NAPOLEÃO FALCÃO – PB
  83. Pastor NIELSEN GONÇALVES – PR
  84. Pastor OSEIAS GOMES – PR
  85. Pastor OSVALDO MORALES – RJ
  86. Pastor RAFAEL PEREIERA – MG
  87. Pastor RENATO QUADRÉLI – SP
  88. Pastor ROBSOM SILVA – SP
  89. Pastor ROBSON ALENCAR – RJ
  90. Pastor RODRIGO GOMES – PA
  91. Apostolo RODRIGO SALGADO – SP
  92. Pastor RODRIGO TEODORO – SP
  93. Pastor ROGÉRIO BARROS – RJ
  94. Pastor RONIERE CARVALHO – SP
  95. Pastor SAMUEL COSTA – ES
  96. Pastor SAMUEL FERREIRA – SP
  97. Pastor SAMUEL GONSALVES – RJ
  98. Pastor SAMUEL MARIANO – AL
  99. Pastor SILVINO BEZERRA – SP
  100. Pastor SINESIO FILHO – PB
  101. Pastor SINOMAR ALVES – GO
  102. Pastor THIAGO GONSALVES – SP
  103. Pastor TIAGO MARANHÃO – MA
  104. Pastor VALMIR CARVALHO – SP
  105. Pastor VICTOR ORNELAS – USA
  106. Pastor WAGNER COSTA – CANADÁ
  107. Pastor WANDERLEY CARCELIANO – SP
  108. Pastor WELINGTON DE JESUS – GO
  109. Pastor WELINTON REIS – USA
  110. Pastor WELINTON SILVA – USA
  111. Pastor WELITON BISPO – SP
  112. Pastor WENDEL GONSALVES – GO
  113. Pastor WESLEY CARDOSO – PA
  114. Pastor WESLEY MOREIRA – GO
  115. Pastor WILTON MARQUES – PA
  116. Pastor YOSSEF AKIVA – SP

Os 116 pregadores revessarão ao logo dos 10 dias sendo pastores, conferencistas, missionárias e apóstolos, sendo 9 deles são catarinenses, 7 americanos, além de um canadense.

Ore, divulgue e participe!

Por que estudar teologia?

O curso nos possibilita ampliar os nossos conhecimentos do universo teológico, fundamentando-se na fé em Deus com a visão cristã do ser humano, enfatizando o resgate bíblico, a verdadeira mensagem da Palavra de Deus, além de formação de líderes e irmãos mais coerentes com os princípios eclesiásticos, na busca de uma compreensão aberta e integradora da vida humana e da ação igreja-sociedade

Alguns ainda insistem em acreditar que “teologia” é um saber privado a pastores e professores. Bem, na verdade, Não é!

Todo cristão é chamado a “dar as razões de sua esperança” (Cf. 1Pd 3,15). Isto é teologia: a ciência da fé. Cremos para entender e entendemos para crer. Não existe conflito ou incompatibilidade entre fé e razão. Santo Agostinho costumava dizer que se Deus nos fez pensantes, pensar é um jeito de louvar o Criador.

Muitos irmãos que iniciam seus estudos teológicos sonham ser doutores em teologia, porque aprenderam que a teologia educada para a vida, se quisermos ser melhores e construirmos uma sociedade que não segue a forma do presente século mas o transforma precisamos estudar teologia. Segue algumas razões pelas quais você deve fazer um curso de teologia.

  1. Para saber dar as “razões da sua esperança”.
  2. Crescer na direção de uma “fé inteligente”.
  3. Capacitar-se para uma melhor atuação pastoral.
  4. Crescer na espiritualidade.
  5. Conhecer com maior profundidade a Palavra de Deus.
  6. Entender as raízes históricas do cristianismo.
  7. Preparar-se para o diálogo com as outras religiões.
  8. Entender de modo científico e sistemático a fé cristã.
  9. Conhecer as belezas da Tradição cristã.
  10. Fazer um curso superior com validade civil na área das ciências humanas e estar habilitado pra ingressar em qualquer mestrado.
  11. Preparar-se para ser futuramente um pesquisador na área da Teologia.
  12. Encaminhar sua carreira para a docência em alguma das áreas da Teologia.
  13. Ser reconhecido como especialista em ética cristã.
  14. Melhorar a sua auto-estima por ter realizado o sonho de toda uma vida.
  15. Muitos fazem da teologia sua segunda faculdade. A primeira foi feita para garantir a sobrevivência (pão nosso) a segunda para o cultivo pessoal (Pai nosso).
  16. Ter um amplo leque cultural, inclusive com o conhecimento de línguas como grego, hebraico e latim.
  17. A teologia exercita o raciocínio lógico e equilibra mente e coração, inteligência racional e inteligência emocional.
  18. Requalificar sua atuação dentro de um movimento de Igreja.
  19. Satisfazer inquietações religiosas.
  20. Discernir sua vocação.
  21. Atuar nos meios de comunicação social.
  22. Contribuir na transformação da sociedade.
  23. O teólogo tem condições de ser uma instância crítica dos diversos discursos sobre Deus, a Igreja e o fenômeno humano.
  24. Ajudar as pessoas por meio de aconselhamento.
  25. Prestar assessorias (cursos nas áreas de Bíblia, Liturgia, Pastoral, Discipulado, entre outros).
  26. Pregar retiros espirituais com qualidade.
  27. Atuar em ONGs a serviço da promoção humana e defesa da vida.
  28. Exercer algum ministério na Igreja.
  29. Preparar-se para elaborar uma Teologia do Laicato.
  30. Simplesmente avançar para águas mais profundas!

Por Francisco Viana Arrais, diretor da ETADBC, pastor e educador, já teve muitos alunos e alunas leigos, muitos deles com clara vocação de teólogo.

3 anos de uma nova vida na presença do Senhor

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Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo
2 Coríntios 5:17

Se há um mês que curto muito, esse é o mês de fevereiro! Grandes coisas acontecem e aconteceram comigo nesse período. Geralmente é quando o país volta ao trabalho, após as festividades de fim de ano e as férias. Comemoro grandes realizações em fevereiro, como a volta às aulas/estudos, o meu nascimento/aniversário, meu atual emprego, férias iés :), só não é o mês que comemoro o meu casamento, pois veio acontecer lá em outubro, mas é o mês que nasci novamente, e nasci para uma vida em Cristo.

No 24 de fevereiro, é uma data muito marcante, um grande e importante dia para minha vida, pois é a data quem que aceitei a Jesus Cristo  como meu único e suficiente Senhor e Salvador. Sei que fiz uma excelente escolha e não arrependo nenhum pouco disso. Estou convicto dessa valorosa decisão.

Nesse memorável dia, foi meio triste o dia, posso até comentar sobre isso numa outra oportunidade, mas quando chegou à noite, fui, a convite de minha amada esposa, Rose, ao qual muito amo e admiro, para o culto no templo da igreja Santuário da Família de Ilhota, lugar onde congrego desde então. Não me lembro daquela pregação, da palavra que foi pregada, mas sei que foi impactante pra mim. O Pastor Marcos Sabino era quem pregava naquela noite de domingo e continua sendo o pastor lá na igreja, onde auxilia dos trabalhos pastorais do ministério ao lado do Pastor Francisco da Silva, pastor presidente que está na foto comigo. O Pastor Marquinho é um grande amigo que esteve presente também em importantes momentos da nossa vida, como o pastor que celebrou o meu casamento, mas nessa mesma igreja (coincidência? Isso é plano de Deus). Nesse dia ainda, outro irmão se reconciliou com Cristo e lá estamos juntos louvando ao Senhor até hoje.

A Ele confessei os meus pecados e entreguei a minha vida. Arrependo daquela vida pecaminosa, triste e sofrida que passei até então. Não quero mais viver aquele mundo. Sou grato a Ti, Senhor, por tudo que Tu fez e está fazendo em minha vida, pelas graças alcançadas, pelas vitórias recebidas, pelos livramentos, bênçãos, tudo mesmo. Sei que somos novo na fé e temos muito que aprender. Seu caminho é estreito e pretendo seguir adiante por ele, até o fim. Peço ao Espírito Santo que nos dê discernimento e sabedoria. Sei que nosso ministério ainda não começou, estamos aguardando pelo chamado e quando vier estaremos prontos, apto e capacitado para pregar as boa novas de Nosso Senhor a todos em qualquer lugar e circunstâncias. A Ti entrego minha alegria e felicidade.

Aproveito para agradecer também aos amigos que estão comigo nesta nova fase e aos velhos também, que não desfizeram a nossa amizade movida por essa decisão. Aos irmãos em Cristo, aos pastores de nossa igreja, os parentes e familiares, colegas de trabalho, ao meu chefe, seguidores em nossas redes sociais, a todos, obrigado por tudo. Por vocês oramos sempre!

O tempo está em Tuas mãos. ‪#‎Amém!

😀

Por determinação da justiça, pastor é voluntário, não empregado!

Igreja do Santuário da Família, Santuário da Família, Igreja, Pastor, Marcos Sabino, #DialisonCleberVitti, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

O trabalho desenvolvido por religiosos não constitui vínculo de emprego, tendo em vista a própria natureza voluntária da atividade sacerdotal.

Nos termos da legislação trabalhista, atividades desenvolvidas por padres, pastores e afins não constituem vínculo de emprego com as respectivas instituições religiosas, tendo em vista a própria natureza comunitária e acentuadamente voluntária da atividade sacerdotal.

Um pastor evangélico não conseguiu ter o vínculo empregatício reconhecido. A 8ª Turma do TRT2 entendeu que a pessoa que exerce a atividade de pastor não desenvolve vínculo de emprego com a igreja.

Em seu pedido inicial, o evangélico afirmou que foi admitido na função de pastor em 1997, sendo injustamente dispensado 10 anos depois, quando recebia a quantia mensal de R$2.368,08. Informou que realizava diversas atividades religiosas, bem como celebração de cultos diários, ceias, batismos, cerimônias, programas de rádio, obras sociais em prol da igreja e arrecadação de contribuições, além de outras relacionadas à administração e conservação do templo.

A Igreja foi condenada em 1ª instância, mas recorreu da decisão, alegando que a relação com o pastor decorria de fé e vocação espiritual. Sustentou que, em 1997, o autor sentiu o chamado de Deus, abraçando por definitivo a vontade de se tornar uma pessoa dedicada à vida religiosa, de forma livre e espontânea.

Segundo o relator do recurso interposto pela igreja, desembargador Alberto Fortes Gil, aquele que exerce atividade de pastor – difundindo os ensinamentos religiosos, pregando e auxiliando os fiéis, por vocação e pela fé – não é considerado empregado nos termos da legislação trabalhista, por ausência dos elementos que caracterizam a relação de emprego.

Um desses elementos é a subordinação jurídica, não observada no caso concreto, pois o pastor estava submetido a um eclesiástico superior em obediência à hierarquia e às regras internas da instituição religiosa.

Também estava ausente o requisito da onerosidade, visto que a ajuda de custo recebida pelo religioso não se confunde com um salário. Para o magistrado, é perfeitamente natural o recebimento de uma ajuda financeira por quem se dedica integralmente à atividade religiosa, exatamente para viabilizar a sua subsistência e a de sua família. Não havia, ainda, a pessoalidade na prestação dos serviços, pois, caso o pastor precisasse se ausentar nos cultos, outro pastor ou colaborador era chamado para realizá-los, sem que houvesse qualquer advertência ou desconto na ajuda de custo concedida aos religiosos.

“A jurisprudência também tem entendido que as atividades desenvolvidas por padres, pastores e afins não constituem vínculo de emprego com as respectivas instituições religiosas, tendo em vista a própria natureza comunitária e acentuadamente voluntária da atividade sacerdotal”, finalizou o relator. Por esses motivos, a 8ª Turma do TRT2 indeferiu o pedido de vínculo empregatício do pastor e, consequentemente, das verbas trabalhistas, como horas extras, férias, 13º salário, FGTS, aviso prévio e seguro desemprego, entre outras.

Nº do processo: 0143800-88.2008.5.01.0055 – RO

Fonte: Site Pão e Vinho por Rodney Silva: “Pastor evangélico não obtém vínculo empregatício com igreja”. Jornal da Ordem. 19 Setembro, 2011.

😀

Órgão oficial da maçonaria do Brasil revela lista de 110 maçons famosos. Pastores estão na lista

Maçonaria, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
¶ E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
2 Pedro 2:2-3

Verdade ou não, me assustei ao ver a lista. Não gosto dessa raça e não acredito em bobagens mas a maçonaria existe e está presente em todas as partes, inclusive na Prefeitura de Ilhota. Vivemos num mundo conspirador e não devemos seguir ideologias ou irmos atrás de líderes. Estou convicto de meus propósitos para este ano e irei romper com tudo aquilo que ainda me prende deste mundo que não sirvo mais.

A lista foi retirada do blog Anti Nova Ordem Mundial. Nela, podemos ver muitos presidentes da república, artistas, políticos e pastores. EU não acredito que esses pastores citados pela lista sejam maçons, não acredito mesmo! Eu não odeio esses pastores, pelo contrário, os apoio e o ajudo e um deles contribuo com a sua obra. Nós cristão sabemos que o inimigo tentar se levantar para sermos um contra o outro dentro da igreja e da obra de Nosso Senhor. Vai plantar batata capeta!

Se alguém estiver mentindo, não sou eu, mas reproduzi o conteúdo dos brasileiros ilustres que pertencem a irmandade. De acordo com o blog, a pesquisa foi realizada pelo Ir∴ Sebastião Wagner Pereira Alves, Venerável Mestre da Loja Maçônica Mestre Chico Abílio Nº 4246, Oriente de Fronteiras -PI. Confederada ao GOB. Neste link consta a lista em PDF que originou a publicação.

Confira os 110 mais populares da irmandade:

  1. Ademar de Barros (Ex – Governador – SP)
  2. Alceu Collares (Ex-Governador – RS)
  3. Aldo Rebelo (Político)
  4. Aleijadinho (Gênio Barroco)
  5. Almir Pazzianotto (Ex-Ministro – Governo Sarney)
  6. Alvarenga e Ranchinho (Dupla Caipira)
  7. Álvaro Dias (Senador – PR)
  8. Antônio Carlos Magalhães (Ex-Governador – BA)
  9. Antônio Palocci (Político)
  10. Barão de Mauá (Político e Industrial)
  11. Barão do Rio Branco (Diplomata)
  12. Basílio da Gama (Escritor)
  13. Benjamin Constant (O Pai da República)
  14. Bento Gonçalves (Revolucionário Gaúcho)
  15. Bob Nelson (Cantor)
  16. Campos Sales (4º Presidente do Brasil)
  17. Carlos Gomes (Compositor Clássico)
  18. Casimiro de Abreu (Escritor)
  19. Castro Alves (Poeta)
  20. Cipriano Barata (Prócer da Independência)
  21. Ciro Gomes (Ex-Governador – CE)
  22. D. Pedro I (1º Imperador e Libertador do Brasil)
  23. Delfim Moreira (10º Presidente do Brasil)
  24. Deodoro da Fonseca (1º Presidente do Brasil )
  25. Divaldo Suruagy (Ex-Governador – AL)
  26. Duque de Caxias (Patrono do Exército)
  27. Edir Macedo (Pastor Evangélico)
  28. Eliazar de Carvalho (Maestro)
  29. Enéas Carneiro (Médico e Político)
  30. Ernesto Geisel (29º Presidente do Brasil)
  31. Esperidião Amin (Político)
  32. Fábio Júnior (Cantor e Compositor)
  33. Fernando Collor (32º Presidente do Brasil)
  34. Fernando Gabeira (Político)
  35. Fernando Henrique Cardoso (34º Pr. do Brasil)
  36. Floriano Peixoto (2º Presidente do Brasil)
  37. Francisco Cuoco (Ator)
  38. Francisco Dornelles (Político)
  39. Frei Caneca (Revolucionário)
  40. General Osório (Grande Militar)
  41. Genival Lacerda (Cantor)
  42. George Savalla (O palhaço Carequinha)
  43. Geraldo Alckmim (Governador – SP)
  44. Germano Rigotto (Ex – Governador – RS)
  45. Gilberto Kassab (Ex-Prefeito de São Paulo)
  46. Gilliard (Cantor)
  47. Gilmar Mendes (Ex-Presidente do STF)
  48. Golbery do Couto e Silva (Militar)
  49. Gonçalves Ledo (Prócer da Independência)
  50. Hermes da Fonseca (8º Presidente do Brasil)
  51. Hipólito da Costa (Patriarca da Imprensa BR)
  52. Jaime Wright (Pastor Presbiteriano)
  53. Jânio Quadros (22º Presidente do Brasil)
  54. João Batista Figueiredo (30º Presidente do Brasil)
  55. João Caetano (Ator Teatral)
  56. João Paulo Cunha (Ex-Presidente do Congresso)
  57. Joaquim Nabuco (Escritor e Abolicionista)
  58. José Bonifácio (O Patriarca da Independência)
  59. José de Alencar (Escritor)
  60. José do Patrocínio (Abolicionista)
  61. José Lins do Rêgo (Escritor)
  62. José Roberto Arruda (Ex-Governador – DF)
  63. José Serra (Ex-Governador – SP)
  64. José Wilker (Ator)
  65. Júlio Prestes (Político)
  66. Lamartine Babo (Músico e Compositor)
  67. Luis Eduardo Greenhalgh (Político)
  68. Lindomar Castilho (Cantor)
  69. Luiz Gonzaga (O Rei do Baião)
  70. Luiz Vieira (Cantor e Compositor)
  71. Machado de Assis (Escritor)
  72. Manoel da Nóbrega (Produtor de Televisão)
  73. Mário Covas (Ex – Governador – SP)
  74. Marquês de Sapucaí (Político e Jurista)
  75. Michel Temer (Vice-Presidente do Brasil)
  76. Milton Gonçalves (Ator)
  77. Mozarildo Cavalcante (Senador)
  78. Nereu Ramos (20° Presidente do Brasil)
  79. Newton Cardoso (Político)
  80. Nilo Peçanha (7º Presidente do Brasil)
  81. Orestes Quércia (Ex – Governador – SP)
  82. Oscarito (Ator Cômico)
  83. Padre Antônio Feijó (Regente do Império)
  84. Paulo Maluf (Ex-Governador – SP)
  85. Pedro de Toledo (Líder da Revolução de 32)
  86. Pinheiro Machado (Advogado e Político)
  87. Pixinguinha (Músico e Compositor)
  88. Prudente de Morais (3º Presidente do Brasil)
  89. Quintino Bocaiúva (Ex-Governador – RJ)
  90. Renan Calheiros (Presidente do Senado – AL)
  91. Roberto de Carvalho (Músico. Esposo de Rita Lee)
  92. Roberto Jéferson (Político)
  93. Roberto Marinho (Dono da Rede Globo)
  94. Roberto Requião (Senador – PR)
  95. Rodrigues Alves (5º Presidente do Brasil)
  96. Roger Avanzi (O Palhaço Picolino)
  97. Rui Barbosa (O Águia de Haia)
  98. Sérgio Vieira de Melo (Diplomata)
  99. Silas Malafaia (Pastor Evangélico)
  100. Teófilo Ottoni (Político)
  101. Tião Viana (Governador – AC)
  102. Tiradentes (Herói da Inconfidência)
  103. Tonico (Dupla Tonico e Tinoco)
  104. Valdir Raupp (Senador – RO)
  105. Venceslau Brás (9º Presidente do Brasil)
  106. Vicente Celestino (Cantor)
  107. Vinícius de Moraes (Poeta e Compositor)
  108. Waldemar Seyssel (O palhaço Arrelia)
  109. Washington Luís (13º Presidente do Brasil)
  110. Zé Rodrix (Cantor e Compositor)

Como havia dito, a fonte é do fórum Anti Nova Ordem Mundial e podemos conferir o conteúdo completo por este link. Abaixo, segue alguns vídeos de um dos citados pela listas.

a maçonaria é o esgoto coletor de tudo o que a inteligência do mal produziu

😀

Pastor Silas denuncia perseguição religiosa e política do Governo

Isso me deixa envergonhado. Nós cristão sabemos que esse mundo não nos pertence e ele jás do maligno. Aprendi nesse pouco tempo de caminhada cristã, não devemos tocar no anjo da igreja do Nosso Senhor. Não somos nós quem devemos julgar, mas estamos a cargo da Lei do homem e as devemos respeitá-la. Diante do anunciado, Pastor Silas Mafaia usou seu programa na tevê aberta neste final de semana (19/7) e denunciou sua perseguição do governo com as organizações em que o servo de Deus administra. Sei que isso existe, não somente por parte do PT, mas de todos que estão na direção do governo, isso sem contar dos gestores municipais e vereadores. Sou membro da Associação Vitória em Cristo e contribuo mensalmente com a obra do Nosso Senhor e acredito neste trabalho. Assista ao vídeo que foi publicado no portal da Verdade Gospel. PT, não faça isso com a igreja do Nosso Senhor, isso é muito feio.Deus está conosco!

😀

Pastor Marco Feliciano quer criar Dia Nacional do Blogueiro

Blog do dcvitti

O pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) apresentou no dia 10 de outubro junto com o colega de partido André Moura (SE) um projeto de lei para criação do Dia Nacional do Blogueiro. Conforme o PL 6555/2013, a data da comemoração seria o mesmo 7 de junho que já marca o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa.

“Esta proposição tem como objetivo reconhecer a atividade e importância dos blogueiros que exercitam hoje a verdadeira liberdade de imprensa, merecem nosso respeito e reconhecimento e prestam um grande serviço à sociedade e à democracia”, justificam os parlamentares.

O PL aguarda despacho do presidente da Câmara dos Deputados na SECAP (Seção de Registro e Controle de Análise da Proposição) para então ser analisado pela Casa. Mas ainda não há previsão para que isso aconteça.