Nós já somos milhões de Lulas e, de hoje em diante, Fernando Haddad será Lula para milhões de brasileiros

Haddad e Manuela trazem esperança de retomada democrática

Carta ao Povo Brasileiro

Vocês já devem saber que os tribunais proibiram minha candidatura a presidente da República. Na verdade, proibiram o povo brasileiro de votar livremente para mudar a triste realidade do país.

Nunca aceitei a injustiça nem vou aceitar. Há mais de 40 anos ando junto com o povo, defendendo a igualdade e a transformação do Brasil num país melhor e mais justo. E foi andando pelo nosso país que vi de perto o sofrimento queimando na alma e a esperança brilhando de novo nos olhos da nossa gente. Vi a indignação com as coisas muito erradas que estão acontecendo e a vontade de melhorar de vida outra vez.

Foi para corrigir tantos erros e renovar a esperança no futuro que decidi ser candidato a presidente. E apesar das mentiras e da perseguição, o povo nos abraçou nas ruas e nos levou à liderança disparada em todas as pesquisas.

Há mais de cinco meses estou preso injustamente. Não cometi nenhum crime e fui condenado pela imprensa muito antes de ser julgado. Continuo desafiando os procuradores da Lava Jato, o juiz Sérgio Moro e o TRF-4 a apresentarem uma única prova contra mim, pois não se pode condenar ninguém por crimes que não praticou, por dinheiro que não desviou, por atos indeterminados.

Minha condenação é uma farsa judicial, uma vingança política, sempre usando medidas de exceção contra mim. Eles não querem prender e interditar apenas o cidadão Luiz Inácio Lula da Silva. Querem prender e interditar o projeto de Brasil que a maioria aprovou em quatro eleições consecutivas, e que só foi interrompido por um golpe contra uma presidenta legitimamente eleita, que não cometeu crime de responsabilidade, jogando o país no caos.

Vocês me conhecem e sabem que eu jamais desistiria de lutar. Perdi minha companheira Marisa, amargurada com tudo o que aconteceu a nossa família, mas não desisti, até em homenagem a sua memória. Enfrentei as acusações com base na lei e no direito. Denunciei as mentiras e os abusos de autoridade em todos os tribunais, inclusive no Comitê de Direitos Humanos da ONU, que reconheceu meu direito de ser candidato.

A comunidade jurídica, dentro e fora do país, indignou-se com as aberrações cometidas por Sergio Moro e pelo Tribunal de Porto Alegre. Lideranças de todo o mundo denunciaram o atentado à democracia em que meu processo se transformou. A imprensa internacional mostrou ao mundo o que a Globo tentou esconder.

E mesmo assim os tribunais brasileiros me negaram o direito que é garantido pela Constituição a qualquer cidadão, desde que não se chame Luiz Inácio Lula da Silva. Negaram a decisão da ONU, desrespeitando do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos que o Brasil assinou soberanamente.

Por ação, omissão e protelação, o Judiciário brasileiro privou o país de um processo eleitoral com a presença de todas as forças políticas. Cassaram o direito do povo de votar livremente. Agora querem me proibir de falar ao povo e até de aparecer na televisão. Me censuram, como na época da ditadura.

Talvez nada disso tivesse acontecido se eu não liderasse todas as pesquisas de intenção de votos. Talvez eu não estivesse preso se aceitasse abrir mão da minha candidatura. Mas eu jamais trocaria a minha dignidade pela minha liberdade, pelo compromisso que tenho com o povo brasileiro.

Fui incluído artificialmente na Lei da Ficha Limpa para ser arbitrariamente arrancado da disputa eleitoral, mas não deixarei que façam disto pretexto para aprisionar o futuro do Brasil.

É diante dessas circunstâncias que tenho de tomar uma decisão, no prazo que foi imposto de forma arbitrária. Estou indicando ao PT e à Coligação “O Povo Feliz de Novo” a substituição da minha candidatura pela do companheiro Fernando Haddad, que até este momento desempenhou com extrema lealdade a posição de candidato a vice-presidente.

Fernando Haddad, ministro da Educação em meu governo, foi responsável por uma das mais importantes transformações em nosso país. Juntos, abrimos as portas da Universidade para quase 4 milhões de alunos de escolas públicas, negros, indígenas, filhos de trabalhadores que nunca tiveram antes esta oportunidade. Juntos criamos o Prouni, o novo Fies, as cotas, o Fundeb, o Enem, o Plano Nacional de Educação, o Pronatec e fizemos quatro vezes mais escolas técnicas do que fizeram antes em cem anos. Criamos o futuro.

Haddad é o coordenador do nosso Plano de Governo para tirar o país da crise, recebendo contribuições de milhares de pessoas e discutindo cada ponto comigo. Ele será meu representante nessa batalha para retomarmos o rumo do desenvolvimento e da justiça social.

Se querem calar nossa voz e derrotar nosso projeto para o País, estão muito enganados. Nós continuamos vivos, no coração e na memória do povo. E o nosso nome agora é Haddad.

Ao lado dele, como candidata a vice-presidente, teremos a companheira Manuela D’Ávila, confirmando nossa aliança histórica com o PCdoB, e que também conta com outras forças, como o PROS, setores do PSB, lideranças de outros partidos e, principalmente, com os movimentos sociais, trabalhadores da cidade e do campo, expoentes das forças democráticas e populares.

A nossa lealdade, minha, do Haddad e da Manuela, é com o povo em primeiro lugar. É com os sonhos de quem quer viver outra vez num país em que todos tenham comida na mesa, em que haja emprego, salário digno e proteção da lei para quem trabalha; em que as crianças tenham escola e os jovens tenham futuro; em que as famílias possam comprar o carro, a casa e continuar sonhando e realizando cada vez mais. Um país em que todos tenham oportunidades e ninguém tenha privilégios.

Eu sei que um dia a verdadeira Justiça será feita e será reconhecida minha inocência. E nesse dia eu estarei junto com o Haddad para fazer o governo do povo e da esperança. Nós todos estaremos lá, juntos, para fazer o Brasil feliz de novo.

Quero agradecer a solidariedade dos que me enviam mensagens e cartas, fazem orações e atos públicos pela minha liberdade, que protestam no mundo inteiro contra a perseguição e pela democracia, e especialmente aos que me acompanham diariamente na vigília em frente ao lugar onde estou.

Um homem pode ser injustamente preso, mas as suas ideias, não. Nenhum opressor pode ser maior que o povo. Por isso, nossas ideias vão chegar a todo mundo pela voz do povo, mais alta e mais forte que as mentiras da Globo.

Por isso, quero pedir, de coração, a todos que votariam em mim, que votem no companheiro Fernando Haddad para Presidente da República. E peço que votem nos nossos candidatos a governador, deputado e senador para construirmos um país mais democrático, com soberania, sem a privatização das empresas públicas, com mais justiça social, mais educação, culturaciência e tecnologia, com mais segurança, moradia e saúde, com mais empregosalário digno e reforma agrária.

Nós já somos milhões de Lulas e, de hoje em diante, Fernando Haddad será Lula para milhões de brasileiros.

Até breve, meus amigos e minhas amigas. Até a vitória!

Um abraço do companheiro de sempre,

Luiz Inácio Lula da Silva

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Os campeões de seguidores falsos no Twitter

Estudo revela quem são os presidenciáveis com mais seguidores falsos no Twitter. Alvaro Dias (Podemos) lidera lista com impressionantes 64%.

Estudo realizado pelo Instituto InternetLab aponta que dentre os seguidores do candidato Alvaro Dias (Podemos) no Twitter, em torno de 64% são perfis falsos, também conhecidos como bots ou robôs. Atrás de Dias, os candidatos com o maior índice de perfis falsos entre os seguidores são Geraldo Alckmin (PSDB), com 46%, Marina Silva (Rede), com 36%. Pelo menos um em cada três (34%) perfis que formam a audiência de Jair Bolsonaro (PSL) também é um robô.

Na outra ponta, o candidato Guilherme Boulos (Psol) é o que têm o menor percentual (14%) de seguidores falsos, seguido por João Amoêdo(Novo). Manuela D’Avila (PCdoB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm 22% de robôs entre os perfis. Henrique Meirelles (MDB), Flávio Rocha (PRB) e Ciro Gomes (PDT) têm entre 24% e 32% de seguidores não autênticos.

A coleta de dados no Twitter foi realizada entre os dia 4 e 28 de junho de 2018, e os perfis falsos identificados por meio da ferramenta Botometer, combinada a outros algoritmos.

Esses perfis falsos, ou bots, têm a função de alavancar a audiência das páginas artificialmente e, em contextos de disputas eleitorais, “podem ser empregados dessa forma para distorcer a dimensão de movimentos políticos, manipular e radicalizar debates, e criar falsas percepções sobre disputas e consensos nas redes sociais“, aponta o relatório do InternetLab.

Apesar de causarem deformações importantes no debate político virtual, não é possível afirmar que os pré-candidatos adquiriram os seguidores ilicitamente, segundo o Instituto, que também lembra que o Brasil hospeda o 8º maior número de bots do mundo. O fenômeno também não é novo, e foi percebido por aqui pelo menos desde 2011.

Pragmatismo Político

Quem ganhou e quem perdeu na preparação da disputa eleitoral até agora?

Lula e Haddad Presidente

Alckmin e o PSDB, e Lula e o PT saíram fortalecidos. Bolsonaro e Ciro Gomes saíram diminuídos. Marina perdeu espaço político para Alckmin e caminha para a marginalidade. O PCdB fez um excelente acordo. Meirelles será uma candidatura zombie com muito tempo de TV. Boulos tende a crescer.

O que não tem remédio remediado está.
Não vendas a pele do urso antes de o matar.
No aperto e no perigo se conhece o amigo.
Sabedoria popular portuguesa

Análises não devem ser instrumentais. Interpretações engajadas são inúteis. Uma análise só é marxista se for, intelectualmente, honesta. Deve olhar as coisas como são, ainda quando a realidade nos é desconfortável. Uma análise séria tem compromisso com a máxima objetividade e a procura da verdade. É indispensável um distanciamento metodológico das nossas preferências. Não importa o nosso desagrado, mal estar, inquietação ou ansiedade. Uma análise só é marxista se tem como referência as classes sociais e as suas representações.

Estudar a relação de forças exige dois níveis distintos de abstração: a avaliação social e a avaliação política. A primeira considera as classes, ou seja, a estrutura da sociedade. A segunda considera as suas representações, os partidos, as lideranças. A relação de forças está sempre em disputa. Nunca permanece congelada. As mudanças quantitativas são frequentes. As qualitativas são muito mais difíceis.

As batalhas eleitorais são, por definição, uma luta entre partidos. Mas são, também, um terreno, uma arena, um campo de disputa da luta entre as classes. Um espaço desfavorável, mas não por isso menos importante. Elas são, em condições normais, uma refração distorcida da relação social de forças. Enganam-se aqueles que pensam que elas são irrelevantes, e que tudo se disputa “nas ruas”. Enganam-se, no entanto, também, aqueles que imaginam que a classe dominante se resigna com o resultado das urnas. Nunca foi assim.

Alckmin consolidou-se como a principal candidatura da classe dominante, em especial da sua fração paulista. Saiu fortalecido até o momento porque: (a) garantiu a frente eleitoral mais poderosa, com o maior tempo de TV (que ainda conta e muito), ampla representação nacional nos palanques, e capilaridade nos Estados; (b) uma vice do Sul (que diminuiu Alvaro Dias), uma inflexão à direita (que dificulta Bolsonaro) e aliança com o agronegócio (que diminui Meirelles). Além disso, Alckmin tem um discurso: a pacificação do país contra os extremismos.

A direção do PT conseguiu uma solução inteligente para um problema delicado. A coligação liderada pelo PT terá uma candidatura formal provisória com Lula/Haddad, o que dará a Haddad direito de fazer campanha (representar Lula em debates, participar de entrevistas, viajar pelo país), enquanto defende o direito de Lula ser candidato. Mas terá uma candidatura preventiva com Haddad/Manuela, para quando se oficializar a provável impugnação de Lula pelo efeito da lei da ficha limpa. Além disso, já tinham consolidado as alianças com frações do MDB como Requião no Paraná, Renan Calheiros em Alagoas, e Eunício Oliveira no Ceará.

Existiu uma tensão final no PT nos últimos quatro dias. Foi por isso que a divulgação da candidatura presidencial só feita no domingo dia 5/08 à meia noite, em cima da hora limite, porque dia 6 de agosto deve ser feita a inscrição legal. Não era esse, evidentemente, o plano original. Todo esse suspense não fazia parte do plano. E a dificuldade da finalização da negociação com o PCdB, que existiu, não foi o problema central. Parece inequívoco que a direção do PT conseguiu uma articulação inventiva para o imbróglio da formação da candidatura. Os tempos na luta política têm a sua importância. E a direção do PT precisou improvisar com o cerco da Justiça Eleitoral.

O eixo central da campanha do PT será a defesa de que a prisão de Lula culmina a obra do golpe parlamentar contra Dilma Roussefff, e teve como objetivo impedi-lo de ser candidato. Este discurso tem grande credibilidade por três razões. A primeira, e mais importante, é porque é verdade, não é um discurso ideológico, uma “narrativa”. Aconteceu mesmo uma ruptura da ordem legal com o impeachment, porque o crime de responsabilidade, previsto na lei, não foi demonstrado com as chamadas “pedaladas fiscais”. E a condenação de Lula pelo apartamento triplex foi uma aberração jurídica. E a verdade conta na luta política. A segunda é que Lula permanece favorito em todas as sondagens, mesmo depois de cem dias preso. A terceira é que a evolução da situação económica e social, dois anos depois do impeachment, não só não melhorou, como piorou.

Mas a direção do PT é consciente, também, que na atual relação social e política de forças não tem condições de construir uma mobilização de massas para garantir a Lula o direito de ser candidato. Seria necessária uma mobilização na escala de milhões. As derrotas acumuladas nos últimos dois anos têm um custo, e não são indolores. Não existe disposição, ânimo, confiança entre os trabalhadores e o povo para uma comoção nessa escala. Evidentemente, a direção do PT não é inocente e tem imensas responsabilidades nestas derrotas.

Mas a direção do PT não pode ir até ao limite de boicote das eleições. A legítima denúncia da fraude não pode ir até o ponto de “não retorno”. Por isso, a apresentação da candidatura de Lula, até o último momento, é e sempre foi, essencialmente, um instrumento de agitação para obrigar a Justiça Eleitoral a assumir a responsabilidade da impugnação.

Existiram diversas turbulências, de tipo, força, e alcance diferentes. A resistência em aceitar o sacrifício da candidatura de Marília Arraes, em Pernambuco, sem sequer a contrapartida de uma coligação nacional do PSB, foi grande. Uniu as principais correntes da esquerda do PT – da AE (Articulação de Esquerda) à DS (Democracia Socialista), do DAP (Diálogo e Ação Petista) onde está a corrente O Trabalho, a aliados que vinham da CNB. Tudo sugere que o acordo com o PSB foi um erro. O PSB não é um partido de esquerda, é uma legenda de aluguer. Estava a fazer bluff com a possibilidade de coligar com Ciro Gomes. Explodiria, senão durante, logo depois da eleição. A sua fração de Pernambuco queria o acordo por razões, estritamente, locais, a sobrevivência do grupo em torno de Paulo Câmara, sem poder garantir compensações em Minhas Gerais ou outros Estados.

O Encontro Nacional do PT transferiu, no sábado, a decisão final para a Executiva Nacional no domingo. Porque ficou claro que tinha que apresentar o nome do vice agora, diante da possibilidade da Justiça impugnar a inscrição da candidatura, e não no prazo final do dia 15. A interpretação de que a Justiça Eleitoral poderia não aceitar a apresentação de uma candidatura sem o nome do vice passou a ser, seriamente, considerada depois das ameaças explícitas feitas por Fux, alguns dias antes. Ao que parece, Lula e a direçção do PT queriam ganhar tempo para pressionar, até o último momento, Ciro Gomes a aceitar a vice, mas a ameaça de que o dia 06/08 seria o prazo final para a formalização de coligações partidárias acabou por pesar mais forte. Entretanto, não tinha sido construído, internamente, o nome que irá substituir Lula, com alguma resistência ao perfil de Haddad, diante da desistência de Jacques Wagner, em princípio o favorito de Lula, no sábado, em condições nebulosas.

Dois problemas de gestão interna do PT permanecem em aberto, mas não devem ser muito graves: (a) a projeção do nome de Haddad como “herdeiro” de Lula é pouco agregadora, e não terá futuro, a menos que chegue ao segundo turno, o que é possível, porém, imprevisível; (b) o lançamento, simultâneo, de dois vices – uma vitória do PCdB – o que sinaliza que admitem, antes da hora, como perdida a luta pela candidatura de Lula como sendo “pra valer”.

De qualquer forma é bom lembrar que serão duas eleições. Não é somente um jogo em dois tempos, como no futebol. A candidatura do PT, com o apoio de Lula, deve ser a mais forte no Nordeste, vai certamente, bem no Norte, deve perder duramente no Sul, em especial, no Paraná e Santa Catarina, provavelmente, no Centro-Oeste, e deve perder, também, no Sudeste, mas por diferença menor.

Considerando que a coligação com Ciro Gomes era impossível, a não ser que o PT aceitasse a indicação de um vice e, portanto, admitisse, antes da votação do primeiro turno, transferir para Ciro Gomes o lugar de liderança que ainda é seu, o acordo foi o melhor que era possível. Haddad será, provavelmente, o melhor nome para uma possível segunda volta, em função do peso eleitoral de São Paulo. Lula e o PT, com apoio de Ciro Gomes, carregam o nome de Haddad no nordeste, mas, dificilmente, outro nome do PT garantiria uma votação melhor em São Paulo.

Bolsonaro, embora tenha saído, aparentemente, incólume nas sessões do Roda Viva e na Globo News, permaneceu isolado, ainda que a sua resiliência, depois de meses de pré-campanha seja surpreendente. A coligação com o esdrúxulo PRTB, e a indicação de Mourão, um general tão ou mais extremista do que ele, não acrescenta nada, eleitoralmente, e ainda pode prejudicar, se fizer declarações provocativas.

Ciro Gomes errou em todos os cálculos. O maior de todos, até agora, foi a subestimação do PT e de Lula: não esteve presente em São Bernardo no dia da prisão. Na sequência, fez movimentos erráticos à esquerda – declarações contra a desnacionalização do pré-sal, contra a venda da Embraer, em defesa do indulto para Lula – e à direita, com a indicação de Kátia Abreu como vice. Saiu diminuído. O PDT é uma legenda de aluguer desvertebrado, não terá palanques nos Estados, não terá tempo de TV, e a sua única esperança é o desempenho nos debates. Mas encontrará pela frente Guilherme Boulos.

A candidatura da Aliança liderada pelo Psol com Boulos/Guajajara conseguiu firmar-se num espaço à esquerda do PT como um pólo de esperança na reorganização da esquerda. Tem reunido dezenas de milhares de ativistas em escala nacional. Embora ainda sem expressão nas sondagens, o que se explica em grande medida pelo desconhecimento, é a representação de futuro para a esquerda.

Por Valério Arcary. Artigo publicado no Esquerda Online e na Revista Forum.

PT indica Haddad para ser vice de Lula

Lula e Haddad

O partido fez uma aliança com o PCdoB e Manuela d’Ávila desistiu da candidatura a presidente. Será candidata a vice, seja com Haddad ou Lula.

Este domingo, o PT aprovou o nome de Paulo Fernando Haddad como substituto de Lula nas presidenciais, caso este não consiga concorrer. O partido anunciou ainda um acordo pré-eleitoral com o Partido Comunista do Brasil (PcdoB), que passou a integrar a coligação formada também por PROS e PCO. Com este acordo, Manuela d’Ávila desiste da sua candidatura a presidente e será candidata a vice-presidente, seja com Lula ou Haddad.

O nome de Haddad surge numa altura em que candidatura de Lula se encontra potencialmente inelegível, devido à Lei da Ficha Limpa, já que foi condenado em segunda instância. Tal significa que, na prática, a indicação de Haddad será o plano B.

O nome de Haddad também aparece conforme indicação de Lula, que enviou uma carta para a Executiva Nacional do PT a indicá-lo. Também deixou em aberto o nome de Manuela d’Ávila, deixando a decisão para a direção do partido.

Assim, neste momento, Haddad será o protagonista da campanha, enquanto se aguarda uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre Lula. Caso Lula possa concorrer, Haddad afasta-se e Manuela d’Ávila assume o lugar de candidata a vice-presidente. Se Lula não puder concorrer, Haddad continuará como candidato à presidência, e Manuela d’Ávila continuará candidata a vice-presidente.

Esquerda.net

Lula conclama união das esquerdas

Lula conclama união das esquerdas

Líderes partidários, de sindicatos e associações reconhecem interesse comum: manter os direitos sociais conquistados nos últimos anos.

Em sua participação no ato de abertura do 25º Congresso de Professores da Educação Oficial do Estado de São Paulo, realizado durante esta semana no município de Serra Negra, no interior paulista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conclamou a união das esquerdas para lutar contra perdas de direitos dos trabalhadores. O evento foi realizado na noite do dia 23.

Cerca de mil professores presentes ouviram de líderes de partidos políticos (PT, PCdoB, Psol e PCO), sindicatos (Apeoesp) e movimentos sociais (MST, CUT, MTST, UNE), discursos pela unidade dos campos populares na política nacional.

“Quando eu estava na Presidência, fizemos uma pesquisa de opinião que trouxe uma única unanimidade: de que é preciso que se estabeleça no país uma educação pública, universal e de qualidade”, disse Lula, no início de seu discurso. “Mas, na pergunta seguinte do questionário, se as pessoas acreditavam ser possível criar uma educação pública como se queria, a maioria respondia que não. A gente sonhava, mas não acreditava no próprio sonho”, prosseguiu.

O ex-presidente, então, disse ser normal que seja assim. Afinal, enquanto nos países vizinhos da América Latina, a preocupação com o ensino e o ensino universitário nasceu junto com a própria criação dessas nações, no Brasil a primeira universidade foi criada 422 anos depois do descobrimento do país, contou. “Até lá, filho da elite ia estudar na Europa, e o resto não estudava”.

Lula lembrou, na sequência, exemplos de como seu governo foi um marco para o ensino público universitário e técnico, os dois cuja implementação e administração competem ao ente federal no país. Lembrou que, em 13 anos de governos de Lula e Dilma, foram criadas 282 escolas técnicas federais, três vezes mais do que já havia sido feito em toda a história do Brasil, 18 novas universidades federais e que mais de um milhão de alunos tiveram acesso a bolsas integrais e parciais de estudos do Programa Universidade para Todos (ProUni).

O processo de democratização do ensino, porém, foi interrompido pelo golpe parlamentar que levou à deposição da presidenta eleita, Dilma Rousseff, e conduziu o vice, Michel Temer ao poder. “É que tudo isso incomoda. Parte da elite deste país não gosta de dividir o que é público com os mais pobres. Por isso é que deram um golpe. Deram um golpe sabendo que estavam construindo uma mentira, que depois foi aceita pela Câmara e pelo Senado. Porque estavam cumprindo uma missão para a elite brasileira. Se aproveitando de um momento difícil do governo, de baixa popularidade na opinião pública, fizeram um serviço a mando das elites. Mas de uma coisa eu tenho certeza: tiraram a Dilma de lá não pelas coisas ruins feitas no governo dela, mas sim pelas coisas boas”, avaliou.

Por fim, Lula falou sobre o processo de perseguição jurídica de que é alvo atualmente, e que é parte da mesma mobilização de interesses que levaram ao golpe contra Dilma Rousseff. “Alguns jovens da Polícia Federal produzem mentiras para que meios de comunicação as transmitam. Depois, jovens procuradores do Ministério Público Federal se utilizam dessas montagens para construir mais mentiras. Então, apresentam uma denúncia falsa ao juiz (Sérgio) Moro, que ajuda os procuradores a montar melhor suas teses. Mas eu não tenho medo. Já estou processando o Moro e um delegado da PF. Não vou sair do país, nunca vou me exilar. Um dia, quem vai querer se exilar desse país é quem está contando todas essas mentiras sobre mim”.

Pela educação

Os docentes da rede pública paulista realizam seu evento debatendo pautas como a chamada Escola sem Partido, as reformas do ensino médio e da Previdência e ataques aos direitos trabalhistas, como a terceirização irrestrita da mão de obra. A presidenta da Apeoesp, o sindicato da categoria, Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, afirmou que “não engolimos o golpe”. “E não vamos engolir porque, se nos resignarmos, aí começamos a ter que aceitar tudo, aí vamos engolir muito mais”, acrescentou.

Integrante da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Gilmar Mauro falou em resistência. “Quando tentaram invadir a nossa escola (Florestan Fernandes), nós resistimos juntos. A Bebel foi lá, resistir junto. O ex-presidente Lula foi lá, resistir conosco. E hoje estamos todos aqui. Porque só unidos podemos enfrentar este governo golpista”.

Carta Maior

Quem foram os 366 deputados que aprovaram a PEC 241 em 1º turno?

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Veja abaixo como votaram os deputados. O voto ‘SIM’ é pela aprovação da PEC 241

  • DEM
    1. Abel Mesquita Jr. RR Sim
    2. Alberto Fraga DF Sim
    3. Alexandre Leite SP Sim
    4. Carlos Melles MG Sim
    5. Claudio Cajado BA Sim
    6. Efraim Filho PB Sim
    7. Eli Corrêa Filho SP Sim
    8. Felipe Maia RN Sim
    9. Francisco Floriano RJ Sim
    10. Hélio Leite PA Sim
    11. Jorge Tadeu Mudalen SP Sim
    12. José Carlos Aleluia BA Sim
    13. Juscelino Filho MA Sim
    14. Mandetta MS Sim
    15. Marcelo Aguiar SP Sim
    16. Marcos Rogério RO Sim
    17. Marcos Soares RJ Sim
    18. Misael Varella MG Sim
    19. Missionário José Olimpio SP Sim
    20. Onyx Lorenzoni RS Sim
    21. Pauderney Avelino AM Sim
    22. Paulo Azi BA Sim
    23. Professora Dorinha Seabra Rezende TO Não
    24. Rodrigo Maia RJ Art. 17
    25. Sóstenes Cavalcante RJ Sim
      • Total DEM: 25
      • SIM: 23
      • NÃO: 1
      • Art. 17: 1
  • PCdoB
    1. Alice Portugal BA Não
    2. Angela Albino SC Não
    3. Chico Lopes CE Não
    4. Daniel Almeida BA Não
    5. Jandira Feghali RJ Não
    6. Jô Moraes MG Não
    7. Luciana Santos PE Não
    8. Orlando Silva SP Não
    9. Professora Marcivania AP Não
    10. Rubens Pereira Júnior MA Não
      • Total PCdoB: 10
      • SIM: 0
      • NÃO: 10
  • PDT
    1. Afonso Motta RS Não
    2. André Figueiredo CE Não
    3. Assis do Couto PR Não
    4. Carlos Eduardo Cadoca PE Sim
    5. Dagoberto MS Não
    6. Damião Feliciano PB Sim
    7. Félix Mendonça Júnior BA Não
    8. Flávia Morais GO Sim
    9. Hissa Abrahão AM Sim
    10. Leônidas Cristino CE Não
    11. Mário Heringer MG Sim
    12. Roberto Góes AP Sim
    13. Ronaldo Lessa AL Não
    14. Subtenente Gonzaga MG Não
    15. Vicente Arruda CE Não
    16. Weverton Rocha MA Não
    17. Wolney Queiroz PE Não
      • Total PDT: 17
      • SIM: 6
      • NÃO: 11
  • PEN
    1. Erivelton Santana BA Sim
    2. Junior Marreca MA Sim
    3. Walney Rocha RJ Não
      • Total PEN: 3
      • SIM: 2
      • NÃO: 1
  • PHS
    1. Carlos Andrade RR Sim
    2. Diego Garcia PR Sim
    3. Dr. Jorge Silva ES Sim
    4. Givaldo Carimbão AL Sim
    5. Marcelo Aro MG Sim
    6. Marcelo Matos RJ Sim
    7. Pastor Eurico PE Sim
      • Total PHS: 7
      • SIM: 7
      • NÃO: 0
  • PMB
    1. Pastor Luciano Braga BA Sim
    2. Weliton Prado MG Não
      • Total PMB: 2
      • SIM: 1
      • NÃO: 1
  • PMDB
    1. Alberto Filho MA Sim
    2. Alceu Moreira RS Sim
    3. Alexandre Serfiotis RJ Sim
    4. Altineu Côrtes RJ Sim
    5. André Amaral PB Sim
    6. Aníbal Gomes CE Sim
    7. Baleia Rossi SP Sim
    8. Cabuçu Borges AP Sim
    9. Carlos Bezerra MT Sim
    10. Carlos Marun MS Sim
    11. Celso Jacob RJ Sim
    12. Celso Maldaner SC Sim
    13. Celso Pansera RJ Sim
    14. Daniel Vilela GO Sim
    15. Darcísio Perondi RS Sim
    16. Dulce Miranda TO Sim
    17. Edinho Araújo SP Sim
    18. Edinho Bez SC Sim
    19. Elcione Barbalho PA Sim
    20. Fábio Ramalho MG Sim
    21. Fabio Reis SE Sim
    22. Fernando Jordão RJ Sim
    23. Flaviano Melo AC Sim
    24. Hermes Parcianello PR Sim
    25. Hildo Rocha MA Sim
    26. Hugo Motta PB Sim
    27. Jarbas Vasconcelos PE Sim
    28. Jéssica Sales AC Sim
    29. João Arruda PR Sim
    30. João Marcelo Souza MA Sim
    31. Jones Martins RS Sim
    32. José Fogaça RS Sim
    33. José Priante PA Sim
    34. Josi Nunes TO Sim
    35. Kaio Maniçoba PE Sim
    36. Laura Carneiro RJ Sim
    37. Lelo Coimbra ES Sim
    38. Leonardo Quintão MG Sim
    39. Lucio Mosquini RO Sim
    40. Lucio Vieira Lima BA Sim
    41. Manoel Junior PB Sim
    42. Marcelo Castro PI Sim
    43. Marcos Rotta AM Sim
    44. Marinha Raupp RO Sim
    45. Marx Beltrão AL Sim
    46. Mauro Lopes MG Sim
    47. Mauro Mariani SC Sim
    48. Mauro Pereira RS Sim
    49. Moses Rodrigues CE Sim
    50. Newton Cardoso Jr MG Sim
    51. Osmar Serraglio PR Sim
    52. Rodrigo Pacheco MG Sim
    53. Rogério Peninha Mendonça SC Sim
    54. Ronaldo Benedet SC Sim
    55. Saraiva Felipe MG Sim
    56. Sergio Souza PR Sim
    57. Simone Morgado PA Sim
    58. Soraya Santos RJ Sim
    59. Valdir Colatto SC Sim
    60. Valtenir Pereira MT Sim
    61. Vitor Valim CE Sim
    62. Walter Alves RN Sim
    63. Washington Reis RJ Sim
    64. Zé Augusto Nalin RJ Sim
      • Total PMDB: 64
      • SIM: 64
      • NÃO: 0
  • PP
    1. Adail Carneiro CE Sim
    2. Afonso Hamm RS Sim
    3. Aguinaldo Ribeiro PB Sim
    4. André Abdon AP Sim
    5. Arthur Lira AL Sim
    6. Beto Rosado RN Sim
    7. Beto Salame PA Sim
    8. Cacá Leão BA Sim
    9. Conceição Sampaio AM Sim
    10. Covatti Filho RS Sim
    11. Dimas Fabiano MG Sim
    12. Eduardo da Fonte PE Sim
    13. Esperidião Amin SC Sim
    14. Ezequiel Fonseca MT Sim
    15. Fausto Pinato SP Sim
    16. Fernando Monteiro PE Sim
    17. Franklin Lima MG Sim
    18. Guilherme Mussi SP Sim
    19. Hiran Gonçalves RR Sim
    20. Iracema Portella PI Sim
    21. Jerônimo Goergen RS Sim
    22. José Otávio Germano RS Sim
    23. Julio Lopes RJ Sim
    24. Lázaro Botelho TO Sim
    25. Luis Carlos Heinze RS Sim
    26. Luiz Fernando Faria MG Sim
    27. Macedo CE Sim
    28. Maia Filho PI Sim
    29. Marcelo Belinati PR Não
    30. Marcus Vicente ES Sim
    31. Mário Negromonte Jr. BA Sim
    32. Nelson Meurer PR Sim
    33. Odelmo Leão MG Sim
    34. Paulo Maluf SP Sim
    35. Renato Molling RS Sim
    36. Ricardo Izar SP Sim
    37. Roberto Balestra GO Sim
    38. Roberto Britto BA Sim
    39. Ronaldo Carletto BA Sim
    40. Rôney Nemer DF Não
    41. Sandes Júnior GO Sim
    42. Simão Sessim RJ Sim
    43. Toninho Pinheiro MG Sim
      • Total PP: 43
      • SIM: 41
      • NÃO: 2
  • PPS
    1. Arnaldo Jordy PA Não
    2. Arthur Oliveira Maia BA Sim
    3. Carmen Zanotto SC Não
    4. Eliziane Gama MA Não
    5. Marcos Abrão GO Sim
    6. Roberto Freire SP Sim
    7. Rubens Bueno PR Sim
      • Total PPS: 7
      • SIM: 4
      • NÃO: 3
  • PR
    1. Adelson Barreto SE Sim
    2. Aelton Freitas MG Sim
    3. Alexandre Valle RJ Sim
    4. Alfredo Nascimento AM Sim
    5. Anderson Ferreira PE Sim
    6. Bilac Pinto MG Sim
    7. Brunny MG Sim
    8. Cabo Sabino CE Sim
    9. Cajar Nardes RS Sim
    10. Capitão Augusto SP Sim
    11. Clarissa Garotinho RJ Não
    12. Davi Alves Silva Júnior MA Sim
    13. Delegado Edson Moreira MG Sim
    14. Delegado Waldir GO Sim
    15. Dr. João RJ Sim
    16. Edio Lopes RR Sim
    17. Giacobo PR Sim
    18. Giovani Cherini RS Sim
    19. Gorete Pereira CE Sim
    20. João Carlos Bacelar BA Sim
    21. Jorginho Mello SC Sim
    22. José Carlos Araújo BA Sim
    23. José Rocha BA Sim
    24. Laerte Bessa DF Sim
    25. Lúcio Vale PA Sim
    26. Luiz Cláudio RO Sim
    27. Luiz Nishimori PR Sim
    28. Magda Mofatto GO Sim
    29. Marcelo Álvaro Antônio MG Sim
    30. Marcio Alvino SP Sim
    31. Milton Monti SP Sim
    32. Paulo Feijó RJ Sim
    33. Paulo Freire SP Sim
    34. Remídio Monai RR Sim
    35. Silas Freire PI Abstenção
    36. Tiririca SP Sim
    37. Vicentinho Júnior TO Sim
    38. Vinicius Gurgel AP Sim
    39. Wellington Roberto PB Sim
    40. Zenaide Maia RN Não
      • Total PR: 40
      • SIM: 38
      • NÃO: 1
      • Abstenção: 1
  • PRB
    1. Alan Rick AC Sim
    2. Antonio Bulhões SP Sim
    3. Beto Mansur SP Sim
    4. Carlos Gomes RS Sim
    5. Celso Russomanno SP Sim
    6. César Halum TO Sim
    7. Cleber Verde MA Sim
    8. Jhonatan de Jesus RR Sim
    9. João Campos GO Sim
    10. Lindomar Garçon RO Sim
    11. Marcelo Squassoni SP Sim
    12. Márcio Marinho BA Sim
    13. Ricardo Bentinho SP Sim
    14. Roberto Alves SP Sim
    15. Roberto Sales RJ Sim
    16. Ronaldo Martins CE Sim
    17. Rosangela Gomes RJ Sim
    18. Silas Câmara AM Sim
    19. Tia Eron BA Sim
    20. Vinicius Carvalho SP Sim
      • Total PRB: 20
      • SIM: 20
      • NÃO: 0
  • PROS
    1. Bosco Costa SE Não
    2. Eros Biondini MG Sim
    3. Felipe Bornier RJ Sim
    4. George Hilton MG Não
    5. Odorico Monteiro CE Não
    6. Ronaldo Fonseca DF Sim
    7. Toninho Wandscheer PR Sim
      • Total PROS: 7
      • SIM: 4
      • NÃO: 3
  • PRP
    1. Nivaldo Albuquerque AL Sim
      • Total PRP: 1
      • SIM: 1
      • NÃO: 0
  • PSB
    1. Adilton Sachetti MT Sim
    2. Átila Lira PI Sim
    3. Bebeto BA Sim
    4. César Messias AC Não
    5. Danilo Cabral PE Não
    6. Danilo Forte CE Sim
    7. Fabio Garcia MT Sim
    8. Fernando Coelho Filho PE Sim
    9. Flavinho SP Sim
    10. Gonzaga Patriota PE Não
    11. Heitor Schuch RS Não
    12. Heráclito Fortes PI Sim
    13. Hugo Leal RJ Sim
    14. Ildon Marques MA Sim
    15. Janete Capiberibe AP Não
    16. JHC AL Não
    17. João Fernando Coutinho PE Não
    18. José Reinaldo MA Sim
    19. Jose Stédile RS Não
    20. Júlio Delgado MG Não
    21. Keiko Ota SP Sim
    22. Leopoldo Meyer PR Sim
    23. Luciano Ducci PR Sim
    24. Luiz Lauro Filho SP Sim
    25. Maria Helena RR Sim
    26. Marinaldo Rosendo PE Sim
    27. Paulo Foletto ES Sim
    28. Rafael Motta RN Sim
    29. Rodrigo Martins PI Sim
    30. Tadeu Alencar PE Não
    31. Tenente Lúcio MG Sim
    32. Tereza Cristina MS Sim
      • Total PSB: 32
      • SIM: 22
      • NÃO: 10
  • PSC
    1. Andre Moura SE Sim
    2. Eduardo Bolsonaro SP Sim
    3. Gilberto Nascimento SP Sim
    4. Jair Bolsonaro RJ Sim
    5. Júlia Marinho PA Sim
    6. Pr. Marco Feliciano SP Sim
      • Total PSC: 6
      • SIM: 6
      • NÃO: 0
  • PSD
    1. André de Paula PE Sim
    2. Antonio Brito BA Sim
    3. Átila Lins AM Sim
    4. Danrlei de Deus Hinterholz RS Sim
    5. Delegado Éder Mauro PA Sim
    6. Diego Andrade MG Sim
    7. Domingos Neto CE Sim
    8. Edmar Arruda PR Sim
    9. Evandro Roman PR Sim
    10. Expedito Netto RO Não
    11. Fábio Faria RN Sim
    12. Fábio Mitidieri SE Sim
    13. Fernando Torres BA Sim
    14. Goulart SP Sim
    15. Herculano Passos SP Sim
    16. Indio da Costa RJ Sim
    17. Irajá Abreu TO Sim
    18. Jaime Martins MG Sim
    19. Jefferson Campos SP Sim
    20. João Rodrigues SC Sim
    21. Joaquim Passarinho PA Sim
    22. José Nunes BA Sim
    23. Júlio Cesar PI Sim
    24. Marcos Montes MG Sim
    25. Marcos Reategui AP Sim
    26. Paulo Magalhães BA Sim
    27. Raquel Muniz MG Sim
    28. Rogério Rosso DF Sim
    29. Rômulo Gouveia PB Sim
    30. Sandro Alex PR Sim
    31. Sérgio Brito BA Sim
    32. Stefano Aguiar MG Sim
    33. Tampinha MT Sim
    34. Thiago Peixoto GO Sim
    35. Victor Mendes MA Sim
      • Total PSD: 35
      • SIM: 34
      • NÃO: 1
  • PSDB
    1. Antonio Imbassahy BA Sim
    2. Betinho Gomes PE Sim
    3. Bonifácio de Andrada MG Sim
    4. Bruno Araújo PE Sim
    5. Bruno Covas SP Sim
    6. Caio Narcio MG Sim
    7. Carlos Sampaio SP Sim
    8. Célio Silveira GO Sim
    9. Daniel Coelho PE Sim
    10. Domingos Sávio MG Sim
    11. Duarte Nogueira SP Sim
    12. Eduardo Barbosa MG Sim
    13. Eduardo Cury SP Sim
    14. Elizeu Dionizio MS Sim
    15. Fábio Sousa GO Sim
    16. Geovania de Sá SC Sim
    17. Geraldo Resende MS Sim
    18. Giuseppe Vecci GO Sim
    19. Izalci DF Sim
    20. João Castelo MA Sim
    21. João Paulo Papa SP Sim
    22. Jutahy Junior BA Sim
    23. Lobbe Neto SP Sim
    24. Luiz Carlos Hauly PR Sim
    25. Mara Gabrilli SP Sim
    26. Marco Tebaldi SC Sim
    27. Marcus Pestana MG Sim
    28. Mariana Carvalho RO Sim
    29. Miguel Haddad SP Sim
    30. Nelson Marchezan Junior RS Sim
    31. Nelson Padovani PR Sim
    32. Nilson Leitão MT Sim
    33. Nilson Pinto PA Sim
    34. Otavio Leite RJ Sim
    35. Paulo Abi-Ackel MG Sim
    36. Paulo Martins PR Sim
    37. Pedro Cunha Lima PB Sim
    38. Pedro Vilela AL Sim
    39. Raimundo Gomes de Matos CE Sim
    40. Ricardo Tripoli SP Sim
    41. Rocha AC Sim
    42. Rodrigo de Castro MG Sim
    43. Rogério Marinho RN Sim
    44. Shéridan RR Sim
    45. Silvio Torres SP Sim
    46. Vanderlei Macris SP Sim
    47. Vitor Lippi SP Sim
      • Total PSDB: 47
      • SIM: 47
      • NÃO: 0
  • PSL
    1. Alfredo Kaefer PR Sim
    2. Dâmina Pereira MG Sim
      • Total PSL: 2
      • SIM: 2
      • NÃO: 0
  • PSOL
    1. Chico Alencar RJ Não
    2. Edmilson Rodrigues PA Não
    3. Glauber Braga RJ Não
    4. Ivan Valente SP Não
    5. Jean Wyllys RJ Não
    6. Luiza Erundina SP Não
      • Total PSOL: 6
      • SIM: 0
      • NÃO: 6
  • PT
    1. Adelmo Carneiro Leão MG Não
    2. Afonso Florence BA Não
    3. Ana Perugini SP Não
    4. Andres Sanchez SP Não
    5. Angelim AC Não
    6. Arlindo Chinaglia SP Não
    7. Assis Carvalho PI Não
    8. Benedita da Silva RJ Não
    9. Beto Faro PA Não
    10. Bohn Gass RS Não
    11. Caetano BA Não
    12. Carlos Zarattini SP Não
    13. Chico D Angelo RJ Não
    14. Décio Lima SC Não
    15. Enio Verri PR Não
    16. Erika Kokay DF Não
    17. Fabiano Horta RJ Não
    18. Gabriel Guimarães MG Abstenção
    19. Givaldo Vieira ES Não
    20. Helder Salomão ES Não
    21. Henrique Fontana RS Não
    22. João Daniel SE Não
    23. Jorge Solla BA Não
    24. José Airton Cirilo CE Não
    25. José Guimarães CE Não
    26. José Mentor SP Não
    27. Leo de Brito AC Não
    28. Leonardo Monteiro MG Não
    29. Luiz Couto PB Não
    30. Luiz Sérgio RJ Não
    31. Luizianne Lins CE Não
    32. Marco Maia RS Não
    33. Marcon RS Não
    34. Margarida Salomão MG Não
    35. Moema Gramacho BA Não
    36. Nelson Pellegrino BA Não
    37. Nilto Tatto SP Não
    38. Padre João MG Não
    39. Patrus Ananias MG Não
    40. Paulão AL Não
    41. Paulo Teixeira SP Não
    42. Pedro Uczai SC Não
    43. Pepe Vargas RS Não
    44. Reginaldo Lopes MG Não
    45. Rubens Otoni GO Não
    46. Ságuas Moraes MT Não
    47. Valmir Assunção BA Não
    48. Valmir Prascidelli SP Não
    49. Vander Loubet MS Não
    50. Vicente Candido SP Não
    51. Vicentinho SP Não
    52. Waldenor Pereira BA Não
    53. Zé Carlos MA Não
    54. Zé Geraldo PA Não
    55. Zeca do Pt MS Não
      • Total PT: 55
      • SIM: 0
      • NÃO: 55
  • PTB
    1. Adalberto Cavalcanti PE Sim
    2. Alex Canziani PR Sim
    3. Arnaldo Faria de Sá SP Não
    4. Benito Gama BA Sim
    5. Deley RJ Sim
    6. Jorge Côrte Real PE Sim
    7. Josué Bengtson PA Sim
    8. Jovair Arantes GO Sim
    9. Nelson Marquezelli SP Sim
    10. Nilton Capixaba RO Sim
    11. Paes Landim PI Sim
    12. Pedro Fernandes MA Sim
    13. Sérgio Moraes RS Sim
    14. Wilson Filho PB Sim
    15. Zeca Cavalcanti PE Sim
      1. Total PTB: 15
      2. SIM: 14
      3. NÃO: 1
  • PTdoB
    1. Cabo Daciolo RJ Não
    2. Luis Tibé MG Sim
    3. Silvio Costa PE Sim
      • Total PTdoB: 3
      • SIM: 2
      • NÃO: 1
  • PTN
    1. Ademir Camilo MG Sim
    2. Alexandre Baldy GO Sim
    3. Aluisio Mendes MA Sim
    4. Antônio Jácome RN Sim
    5. Carlos Henrique Gaguim TO Sim
    6. Dr. Sinval Malheiros SP Sim
    7. Francisco Chapadinha PA Sim
    8. Jozi Araújo AP Sim
    9. Luiz Carlos Ramos RJ Sim
    10. Renata Abreu SP Sim
    11. Ricardo Teobaldo PE Sim
      • Total PTN: 11
      • SIM: 11
      • NÃO: 0
  • PV
    1. Antonio Carlos Mendes Thame SP Sim
    2. Evair Vieira de Melo ES Sim
    3. Evandro Gussi SP Sim
    4. Leandre PR Sim
    5. Roberto de Lucena SP Sim
    6. Uldurico Junior BA Sim
      • Total PV: 6
      • SIM: 6
      • NÃO: 0
  • Rede
    1. Alessandro Molon RJ Não
    2. Aliel Machado PR Não
    3. Miro Teixeira RJ Não
      • Total Rede: 3
      • SIM: 0
      • NÃO: 3
  • Solidariedade
    1. Augusto Carvalho DF Sim
    2. Augusto Coutinho PE Sim
    3. Aureo RJ Sim
    4. Benjamin Maranhão PB Sim
    5. Carlos Manato ES Sim
    6. Fernando Francischini PR Sim
    7. Laercio Oliveira SE Sim
    8. Laudivio Carvalho MG Sim
    9. Lucas Vergilio GO Sim
    10. Major Olimpio SP Não
    11. Paulo Pereira da Silva SP Sim
    12. Wladimir Costa PA Sim
    13. Zé Silva MG Sim
      • Total Solidariedade: 13
      • SIM: 12
      • NÃO: 1

pec 241, #pecdofimdomundo