TSE: Se ele é culpado, cumpra o seu dever

Jair Bolsonaro fake news

O TSE está investigando relatos confiáveis de que aliados de Bolsonaro gastaram quantias ilegais gigantescas promovendo sua campanha – criando até 300 mil grupos de WhatsApp e alcançando até 75 milhões de brasileiros e brasileiras!

Mas e se o próprio Bolsonaro for culpado, o que eles farão? Eles ficarão tentados a deixar passar, mas é uma questão de democracia, justiça e Estado de direito não permitimos que líderes tomem o poder ilegalmente.

Nós lutamos muito e por muito tempo contra a corrupção para aceitar uma eleição fraudulenta. Pior ainda, existem muitas evidências de que milhões de reais foram gastos para espalhar um tsunami de fake news e mentiras sobre o Haddad — mais um ataque profundo e ilegal à nossa democracia.

Podemos discordar sobre quem será o melhor presidente para o país, mas certas coisas vêm acima da política. Precisamos insistir que NINGUÉM está acima da lei. Se tem uma mensagem que une todos os brasileiros e brasileiras é: FORA CORRUPÇÃO! Vamos exigir que se o TSE considerar Bolsonaro responsável por essa fraude gigantesca, ele seja acusado de tais crimes e desqualificado da eleição: TSE: investigue Bolsonaro já!

A nossa comunidade representa pessoas de diferentes opiniões políticas, e a Avaaz nunca apoiou ou se opôs à eleição de nenhum político no Brasil. Nosso movimento foi crucial no processo da Ficha Limpa e para acabar com votos secretos no Congresso. Isso não é sobre política, é sobre corrupção.

Facebook, YouTube e principalmente o WhatsApp são as ferramentas preferidas de forças corruptas para tirar o poder do povo e se beneficiarem com isso. Mas essa nova tática tecnológica é mais nociva que as velhas estratégias — os políticos mais corruptos estão realizando uma verdadeira lavagem cerebral em milhões de pessoas, enchendo suas mentes e corações com ódio e mentiras para que virem seus apoiadores!

Ainda bem que isso ainda é ilegal no Brasil. Existem acusações de que o PT cometeu fraude eleitoral — como o vídeo da urna eletrônica programada para votar no Haddad — mas já foi comprovado que os vídeos são falsos, verificado pelo próprio TSE e analistas independentes. Esse é só mais um exemplo do tsunami de fake news ilegais e das mentiras com que fomos bombardeados. Se o TSE descobrir que Bolsonaro esteve envolvido nesses crimes, eles devem proteger nossa democracia e responsabilizá-lo: TSE: investigue Bolsonaro já!

Nosso país está numa jornada. Temos combatido a corrupção como nunca, mas a reação dos políticos mais corruptos entre nós foi de tirar vantagem desse momento para chegar ao poder. Essa é a hora. Deixaremos que a corrupção decida quem serão nossos governantes ou lutaremos de uma vez por todas, como nunca antes, por justiça e verdade? Cabe a nós lutar por isso. Vamos escolher lutar pelos nossos filhos e seu futuro.

Com esperança e determinação, O time da Avaaz.

PS: O time anticorrupção da Avaaz está fiscalizando as fake news online e acompanhando o esforço de fact checkers independentes como o Comprova, uma coalizão das 24 maiores empresas de notícias de todos os espectros políticos. Uma porcentagem alta das fake news descobertas são atacando o candidato Haddad. Existem muitas razões verdadeiras para criticar o PT, mas não podemos deixar que mentiras nos manipulem. Aqui vão alguns exemplos dessas mentiras (por favor compartilhe para ajudar outros cidadãos a combater as fake news):

  • Haddad distribuiu mamadeiras em formato de pênis nas escolas.
  • Urnas eletrônicas automaticamente votam em Haddad.
  • Áudio de Haddad e Manuela conspirando contra o Bolsonaro e o exército.
  • Ficha Limpa proíbe Haddad de concorrer.
  • Haddad apoia pedofilia e incesto em livro

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Teólogos e pastores reagem a apoio evangélico a Bolsonaro

Cristão contra Bolsonaro

A “Carta Pastoral à Nação Brasileira” é uma resposta a movimentos neopentecostais que se aproximam do candidato do PSL.

Em reação ao apoio de lideranças e movimentos evangélicos a Jair Bolsonaro, um grupo de teólogos, pastores e estudiosos da religião lançaram a “Carta Pastoral à Nação Brasileira”. Organizado por 88 religiosos, o documento reúne até o momento 425 assinaturas, mas os idealizadores esperam congregar mil nomes no abaixo-assinado nas próximas horas.

Em 12 tópicos, o grupo repudia qualquer “pretensão de haver um governo exercido em nome de Deus, bem como toda aspiração autoritária e antidemocrática”. O documento também denuncia a instrumentalização da religião para fins políticos e defende o Estado laico e das liberdades individuais. O nome da coligação de Bolsonaro é “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.

No terceiro ponto, o texto convida os evangélicos a exercer sua cidadania escolhendo seus candidatos pelo alinhamento deles com os valores do Reino de Deus. E “evidenciados na defesa dos mais pobres e dos menos favorecidos, na crítica a toda forma de injustiça e violência, na denúncia das desigualdades econômicas e sociais, no acolhimento aos vulneráveis, na tolerância com o diferente, no cuidado com os encarcerados, na responsabilidade com a criação de Deus, e na promoção de ações de justiça e de paz”.

A carta é uma resposta a um movimento de apoio ao candidato do PSL de neopentecostais que integram a Confederação dos Conselhos dos Bispos do Brasil. Uma análise da pesquisa do Ibope de 11 de setembro feita pelo cientista político Oswaldo E. Do Amaral, do Observatório das Eleições, aponta que ser evangélico amplia em cerca de 65% a chance de um eleitor optar pelo ex-militar quando comparado a um católico.

Leia a íntegra do documento aqui abaixo ou acesse este link!

Carta Capital

Carta pastoral à nação brasileira

2 Coríntios 13.13

Nós – pastores e pastoras, e líderes evangélicos e cristãos das mais diferentes tradições – vimos à nação brasileira, neste conturbado contexto eleitoral, marcado por polarizações, extremismos e violência, afirmar:

  1. Nosso compromisso com o Evangelho do Cristo, personificado na figura de Jesus de Nazaré, que, suportando todo tipo de contradição, injustiça, humilhação e violência, legou-nos o caminho do amor, da paz e da convivência; e promoveu a dignidade humana. Sim, em Cristo, não há direita, nem esquerda, nem homem, nem mulher, nem estrangeiro, nem rico, nem pobre. Também não há distinção de classe, de cor, de nacionalidade ou de condição física, pois, nele, todos somos iguais (Fp 2.1,5-11; Jo 4; Mt 19.14; Is 53.4-7; Rm 10.12; Gl 3.23-29; Cl 3.11; Fp 2.5-8);
  2. Nosso renovado compromisso de orar não só pelo futuro mas, sobretudo, pelo presente do país, incluindo seus governantes, neste momento em que o povo brasileiro é convidado a fazer suas escolhas, de tal modo que elas sejam exercidas em paz e pela paz (1Tm 2.2; Rm 13.1-7; Pv 28.9; Mt 7.7-8; Rm 8.26-27; Ef 6.18; 1Ts 5.17; 1Tm 2.1-2; Tg 5.16);
  3. Nosso convite para que todos os brasileiros e brasileiras exerçam sua cidadania, escolhendo seus candidatos pelo alinhamento deles com os valores do Reino de Deus, evidenciados na defesa dos mais pobres e dos menos favorecidos, na crítica a toda forma de injustiça e violência, na denúncia das desigualdades econômicas e sociais, no acolhimento aos vulneráveis, na tolerância com o diferente, no cuidado com os encarcerados, na responsabilidade com a criação de Deus, e na promoção de ações de justiça e de paz (Dt 16.19; Sl 82.2-5; Pv 29.2; 31.,9; Is 10.1-2; Jr 22.15-17; Am 8.3-7; Gn 2.15; Rm 8.18-25; Mt 5.6; 25.34-35; Lc 6.27-31; Tg 1.27; 2.6-7);
  4. Nossa indignação contra toda pretensão de haver um governo exercido em nome de Deus, bem como contra toda aspiração autoritária e antidemocrática. Afirmamos nossa firme convicção de que o nome de Deus não pode ser usado em vão, ainda mais para fins políticos. Por isso, recomendamos, enfaticamente, que se desconfie de qualquer tentativa de manipulação do nome de Deus (Ex 20.7);
  5. Nosso repúdio a toda e qualquer forma de instrumentalização da religião e dos espaços sagrados para promoção de candidatos e partidarismos. Cremos num Deus grande o suficiente para não se deixar usar por formas anticristãs de pensamento e de ação;
  6. Nossa denúncia da instrumentalização da piedade e da posição pastoral com objetivo de exercer uma condução do voto. Reafirmamos a liberdade que o cidadão tem de optar por seus candidatos, sem se sentir levado por sentimentos de medo e culpa, frequentemente promovidos por profissionais da religião visando a manipulação política de fiéis (Mt 7.15-20; Rm 16.17-18; 2 Pe 2.1-3; Jo 10.10a);
  7. Nossa denúncia de toda e qualquer forma de corrupção, desde aquelas que lesam os cofres públicos às demais travestidas ora de opressão social, ora de conluios e conveniências com a injustiça, com a impunidade e com os poderes estabelecidos (Dt 25.13-16; Pv 11.1; 20.10; 31.9; Is 10.1-2; Jr 22.15-17; Mq 6.11; 7.2-3; Lc 3.12-13);
  8. Nossa certeza de que o Reino não está circunscrito à Igreja e de que não pode ser capitaneado por ninguém, seja qual for o cargo que exerça ou credencial que possua (Lc 17.20-21; At 10.34-35);
  9. Nossa inconformidade com o clima violento que tomou conta do país, o qual foi, também, muito alimentado por lideranças religiosas que, ao invés de pacificarem o povo e abrandarem os discursos, inflamam ainda mais o contexto polarizado em que vivemos (Mt 5.9; 11.29; Lc 6.27-31; Rm 12.19-21; Cl 3.12);
  10. Nossa defesa do Estado laico, da liberdade de consciência e de expressão, do direito à vida, à maturidade individual e à integridade, e do pleno direito de exercermos a liberdade religiosa (Jo 8.31-32,36; 2Co 3.17; Gl 5.1.13; Rm 6.22; Cl 1.13);
  11. Nosso renovado compromisso de semear perdão onde houver ofensa, amor onde houver ódio, esperança onde houver desespero, luz onde houver trevas, verdade onde houver mentira e união onde houver discórdia, manifestos no respeito e na contínua intercessão a Deus pelo processo democrático brasileiro (Mt 5.9; 18.21-22; Lc 6.27-31; Jo 13.3-5; Rm 12.19-21; Gl 5.13);
  12. Nossa união em defesa da vida digna, em sua plenitude, para todas as pessoas, cujo exemplo e potencial maior está em Jesus de Nazaré; e do amor, da paz e da justiça estabelecidos por ele como valores para sua efetivação (Mt 11.29; Jo 10.10; 13.3-5,15; Rm 12.1-2; Fp 2.5-8). 

A graça do Senhor Jesus Cristo, 
e o amor de Deus, 
e a comunhão do Espírito Santo 
sejam com todos vós.
2 Co 13.13

Brasil, setembro de 2018.

P.S.: A lista de signatários é atualizada diariamente, incorporando aqueles que assinam pelo site e a última atualização foi em 11/10/2018, às 12h e pode ser conferida por neste link!

Abaixo-assinado, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

Fonte

Judeus contra Bolsonaro #EleNão

Nós, brasileiros abaixo-assinados, judeus e judias identificados com várias candidaturas à Presidência do Brasil, vimos a público para deixar claro nosso repúdio ao candidato Jair Bolsonaro, representante de uma visão intolerante, racista, machista, misógina e homofóbica que ameaça a ainda frágil democracia brasileira.

Ele enaltece o período da ditadura militar (1964-1984), um dos mais nefastos da história do país, e tudo de trágico que ela representou, especialmente a tortura contra seus oponentes. Entre eles, muitos judeus e judias.

Não nos deixamos seduzir pelo apelo à “segurança” feito pela campanha do candidato, que encontra terreno fértil diante de nossa sociedade civil fragilizada. Essa “segurança” mascara a violência indiscriminada, a defesa de privilégios e a exclusão de amplos setores da sociedade.

Não nos deixamos seduzir, também, pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro.

Ao justificar a violência como método, hostilizar mulheres, negros, oposicionistas políticos e quem não concorda com “sua” noção de normalidade sexual, Bolsonaro se coloca no mesmo patamar de doutrinas que tanto sofrimento causaram ao povo judeu e a todo o mundo, se desnudando como o fascista que realmente é.

Como minoria, somos solidários a todos os grupos hostilizados por este candidato e nos unimos a eles no combate à intolerância e ao preconceito.

Conclamamos os democratas de todo o espectro político nacional a cerrarem fileiras em defesa dos direitos de todos os segmentos que compõem nossa sociedade.

Somos contra o fascismo! Todos por todas e todas por todos! Vote pela democracia, Vote pela tolerância, #EleNão!

Change

Enquanto os evangélicos neopentecostais glorificam o candidato neofascista, judeus criam manifesto contra Bolsonaro

Judeus criam manifesto contra Bolsonaro

Petição no site Change.org foi criada por Mauro Nadvorny, brasileiro que mora em Israel, tem texto em apela para que os judeus não se deixem ‘seduzir pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro’; um grupo chamado Judeus contra Bolsonaro Judeus Contra Bolsonaro, criado no Facebook, já reuniu cinco mil membros em apenas cinco dias.

Às vésperas de uma data importantíssima para o povo judeu, o Yom Kippur, ou Dia do Perdão, um abaixo-assinado criado no site Change.org reúne, em pouco menos de dez horas, quase mil assinaturas de judeus contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República, descrito no texto da petição como “representante de uma visão intolerante, racista, machista, misógina e homofóbica que ameaça a ainda frágil democracia brasileira”.

A mobilização online foi criada por Mauro Nadvorny, brasileiro que mora em Israel e membro do Juprog (Judeus Progressistas) e da J-Amlat (movimento em construção de judeus latinoamericanos de esquerda). O abaixo-assinado apela para que os judeus não se deixem “seduzir pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro”.

Ao justificar a violência como método, hostilizar mulheres, negros, oposicionistas políticos e quem não concorda com ‘sua’ noção de normalidade sexual, Bolsonaro se coloca no mesmo patamar de doutrinas que tanto sofrimento causaram ao povo judeu e a todo o mundo, se desnudando como o fascista que realmente é. Como minoria, somos solidários a todos os grupos hostilizados por este candidato e nos unimos a eles no combate à intolerância e ao preconceito,
diz outro trecho.

Outra mobilização do povo judeu contra o candidato foi criada no Facebook, em um grupo chamado “Judeus Contra Bolsonaro”, que já reuniu cerca de cinco mil membros em apenas cinco dias.

Em abril do ano passado, Bolsonaro participou de um evento na Hebraica do Rio de Janeiro, onde fez um discurso de ódio, ofendendo negros e quilombolas, e por causa dele se tornou alvo de um processo de racismo que até há pouco corria no Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, a Suprema Corte rejeitou a abertura de investigação sobre o caso. A maioria da comunidade judaica no Brasil, no entanto, é contra a candidatura do deputado.

Brasil 247

Antártica em colapso

Pinguins na Antártica

18 mil pinguins nasceram na Antártica no último inverno, mas apenas dois sobreviveram!

Os outros morreram de fome… E o pior, a pesca industrial e as mudanças climáticas ameaçam extinguir outras dezenas de espécies polares. Cientistas dizem que a única maneira de salvar o oceano antártico é protegê-lo imediatamente. Se só mais dois governos apoiarem essa ideia, poderemos criar uma enorme rede de santuários marinhos na região!

A votação está chegando e os líderes europeus podem convencer os países que são contra, mas isso só vai acontecer se mostrarmos imenso apoio popular à proposta. Só assim eles tomarão frente dessa batalha! Vamos bombar essa campanha, fazer pesquisas de opinião e colocar anúncios na imprensa — entregaremos nossas assinaturas diretamente ao presidente francês Emmanuel Macron e à União Europeia para que salvem este paraíso antes que seja tarde demais: Salve a vida selvagem na Antártica — Assine agora!

Em 2016, nossas milhões de vozes ajudaram a fazer pressão pública pela criação do maior santuário marinho na Antártica, no mar de Ross — mas representa apenas uma pequena parte do frágil oceano antártico.

A vida selvagem já está sofrendo com as mudanças climáticas e com a pressão da pesca industrial. O ecossistema está chegando ao seu limite. Pelo menos mais três santuários são necessários para salvar essa preciosa região. Se os líderes europeus tomarem iniciativa, isso é possível — mas eles só irão agir se mostrarmos que a opinião pública está mobilizada!

Essa votação pode decidir pela criação do santuário marinho, mas a Rússia e a China são contra — especialistas dizem que o presidente francês e a Comissão Europeia podem convencê-los a mudar de ideia. Vamos juntar um milhão de vozes e inspirá-los a tomar a lutar pela proteção do paraíso antártico. Assine agora e compartilhe: Salve a vida selvagem na Antártica — Assine agora!

Avaaz significa “voz” em muitas línguas e falar em nome de nosso frágil planeta é um das coisas que fazemos de melhor. Nós já ajudamos na criação de reservas marinhas ao redor do mundo — mas dessa vez é mais que apenas uma reserva: estamos lutando pela inteira região antártica. Essa petição continuará viva até vencermos essa luta.

Com esperança e determinação, Lisa, Pascal, Bert, Christoph, Mike, Nataliya e o inteiro time da Avaaz.

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Antes da última abelha morrer

Sem abelha sem alimento

Neste exato momento, bilhões de abelhas estão morrendo. Nos EUA, já não há mais abelhas suficientes para polinizar as plantações. Na Europa, apicultores perdem no mínimo 10% de suas abelhas todos os anos. Estamos enfrentando um holocausto ambiental que ameaça nossa própria sobrevivência — sem a polinização das abelhas, nosso inteiro ciclo alimentar está em perigo!

Cientistas advertem que pesticidas são tóxicos para as abelhas e que estamos usando muito mais que o necessário em nossas plantações. Gigantes do mercado químico que vendem pesticidas rebatem as críticas financiando relatórios duvidosos, dando tempo para que os políticos atrasem decisões importantes sobre o assunto. É a mesma tática usada por empresas de petróleo sobre as mudanças climáticas.

Mas finalmente poderemos ver uma redução drástica no uso desses produtos tóxicos na Europa, Canadá e EUA esse ano — e a Avaaz montou um plano para tornar isso realidade:

  1. Levar especialistas em pesticidas para testemunhar em órgãos do governo e para agentes públicos competentes;
  2. Financiar estudos que detalham o quanto as plantações irão se beneficiar sem o uso de pesticidas;
  3. Lançar uma mega campanha junto a políticos que nos ajudem a conquistar a proibição total do uso desses produtos químicos.

Estudos científicos e campanhas globais custam caro. A Avaaz talvez seja o único movimento de financiamento coletivo capaz de arrecadar dinheiro rápido o bastante para bancar estudos sobre como é possível cultivar sem o uso desses venenos. Assim, poderemos rebater os relatórios duvidosos pagos pela indústria farmacêutica. Isso é urgente, e se não agirmos agora, não sabemos quem irá. Doe o que puder com apenas um clique — antes que a última abelha morra.

Já financiamos estudos científicos; temos a maior petição no mundo para proteção das abelhas — com 4 milhões de assinaturas! –, e nossa campanha global ajudou a conquistar na Europa uma moratória que proíbe o uso de pesticidas que matam abelhas. Além disso, trouxemos para nosso lado países chave como o Reino Unido, que passou a apoiar a proibição total destes pesticidas. Mas ainda não é o bastante.

Empresas químicas financiam campanhas eleitorais, contam com o apoio de agentes públicos e tentam caluniar provas científicas. Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental está sendo contaminada pela administração Trump. Já na Europa, o governo alemão acaba de renovar o uso do glifosato, dando um respiro para empresas como Bayer e Syngenta.

As abelhas são vitais para a vida na Terra

Elas polinizam ⅓ da nossa comida! Até mesmo estudos feitos pelos próprios produtores de pesticidas apontam a escala alarmante dessa crise! É surreal o que estamos precisando fazer para que esses produtos sejam proibidos de vez. Mas é para este tipo de batalha que nosso movimento existe.

Os verdadeiros especialistas — apicultores e cientistas — pedem pela proibição de pesticidas. Se todos doarmos, vamos amplificar suas vozes e dar apoio popular para uma proibição total, freando quem faz lucro às custas da morte dessas lindas criaturas das quais dependemos para sobreviver.

Com esperança, Alice, Danny, Marigona, Allison, Mia, Spyro e toda equipe da Avaaz.

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O maior mercado de marfim do mundo acaba de ser fechado

fechado o maior mercado de marfim

Vencemos: fechado o maior mercado de marfim! E nosso movimento esteve no centro dessa luta! 

AvaazO mercado de marfim em Hong Kong é gigantesco e responsável pela morte de milhares de elefantes. Com o risco iminente de extinção, a Avaaz lançou uma petição enorme, enviou centenas de mensagens aos membros do Conselho Legislativo de Hong Kong – muitos deles se engajaram diretamente com a nossa campanha – e fizemos um alarde na imprensa local dias antes da votação. Os legisladores até seguraram um de nossos anúncios durante o debate!

Nós vencemos essa semana! Veja como foi…

Tudo começou quando mais de um milhão de pessoas assinaram nossa petição pedindo o fim do mercado de marfim. Quase imediatamente após ser lançada, uma importante legisladora entrou em contato com a Avaaz para falar sobre a campanha — conseguimos chamar atenção!

Foi então que semana passada, um colega de Hong Kong enviou um email urgente: o governo votaria dali 5 dias pela proibição do mercado de marfim — nós entramos em ação:

  • Enchemos as redes sociais de Hong Kong com um vídeo feito pelos nossos parceiros da WildAid Hong Kong estrelado pela celebridade chinesa, Li Bing Bing, o qual mostrava o triste impacto do mercado de marfim.
  • No dia da votação, colocamos um lindo anúncio nos principais jornais de Hong Kong dizendo aos legisladores que tinham em mãos o futuro dos elefantes.
  • Centenas de membros da Avaaz enviaram mensagens aos legisladores pedindo que apoiassem a proibição do marfim.
  • E quando a votação estava prestes a acontecer, nossa comunidade se uniu a um belo protesto organizado por nossos parceiros locais.
  • Por fim, durante o debate antes da votação, uma das legisladoras mais importantes do Conselho segurou nosso anúncio para que todos lembrassem que o mundo inteiro estava de olho neles!

O suporte de mais de 1 milhão de pessoas do mundo todo teve um enorme impacto na votação. Obrigado, comunidade Avaaz!
Alex Hofford, WildAid Hong Kong

E, no final da votação, vencemos com maioria esmagadora!

A imprensa mundial celebrou essa votação histórica — o maior mercado de marfim do mundo será fechado!

Ivory+Media

Como muitas das campanhas da Avaaz, não fizemos isso sozinhos. Este resultado incrível só foi possível trabalhando anos a fio junto à ONG WildAid e outros parceiros, e também graças a um dedicado grupo de legisladores em Hong Kong que garantiram que essa votação acontecesse.

Hoje, graças a todos nós, caçadores ilegais e comerciantes de marfim estão enfurecidos, e nossos majestosos amigos elefantes acabam de ganhar uma importante batalha para sua sobrevivência. Estou muito feliz pelo nosso planeta, mas admito, um pouco egoisticamente pela minha família: acabei de virar pai, e espero que um dia meu filho possa experienciar o espetáculo magnífico de ver elefantes soltos na vida selvagem.

Entregar 1 milhão de vozes logo antes da votação foi um enorme incentivo para votarmos pela proibição do mercado de marfim. O mundo estava conosco, e fez diferença
Honorável Elizabeth Quat, membro do Conselho Legislativo de Hong Kong

Com gratidão e orgulho por tudo que conquistamos, Bert e toda equipe da Avaaz.

P.S.: Nós vencemos em Hong Kong — mas ainda existem mercados na Europa que precisam ser fechados. Clique aqui e adicione seu nome nessa campanha!

Avaaz

Avaaz advert in the Oriental Daily News

O sanguinário comércio de marfim

O sanguinário comércio de marfim

AvaazA maior apreensão de marfim das últimas décadas ocorreu recentemente em Hong Kong. 1000 elefantes foram massacrados apenas para este lote, tudo isso para virarem bibelôs na estante de alguém.

Hong Kong é uma verdadeira “ilha de marfim” — cada vez mais pedaços de elefantes chegam ali para comercialização. Enquanto essa atividade for legalizada, o massacre dessas maravilhosas criaturas continuará. Neste ritmo, em breve eles serão literalmente extintos da face da terra.

O governo de Hong Kong quer proibir este comércio horroroso, mas os lobistas da indústria do marfim estão fazendo de tudo para dificultar. Um apelo gigantesco da nossa comunidade abafaria seus argumentos ridículos, daria ao governo o apoio popular que precisa e evitaria o massacre de milhares de elefantes. Mas para ser possível, será necessária a participação de cada um de nós.

Temos 48hs até a votação! Vamos construir uma mega petição para salvar os elefantes. A Avaaz vai encher Hong Kong de anúncios, pressionar os políticos e causar um frenesi na imprensa. Adicione seu nome e compartilhe o máximo — vamos fechar essa ilha de marfim: Diga a Hong Kong — proíba de vez o marfim!

Nosso incrível movimento teve um papel importantíssimo na luta para salvar os elefantes da extinção. Até a China, a maior comerciante de marfim do mundo, já está proibindo!

Mas para salvar os elefantes é necessário bani-lo no mundo todo. Por ser legalizado em Hong Kong, compradores da China adquirem suas quinquilharias ali — somando 90% da clientela de marfim da ilha!

Nós podemos encerrar esse comércio em Hong Kong — já existe um genuíno interesse político nessa direção. Mas agora, precisamos de uma mega comoção popular capaz de mostrar às autoridades que o mundo inteiro está pedindo que proíbam o marfim.

Já houve uma época na qual 25 milhões de elefantes circulavam pela África. Agora, um elefante morre a cada 15 minutos. É revoltante e trágico. Vamos ajudar a acabar com isso. Adicione seu nome e espalhe para todo mundo que chegou a hora de fechar essa ilha de marfim: Diga a Hong Kong — proíba de vez o marfim!

Estamos numa luta contra o tempo. Nosso movimento lançou uma incrível arrecadação de fundos para provar com evidências que o comércio europeu contribui fortemente com a caça ilegal. Se não defendermos os elefantes toda vez que for necessário, em breve estarão extintos. Agora depende de nós. Não podemos abandonar essas criaturas majestosas.

Com esperança, Rewan, Danny, Nataliya, Luca e toda equipe da Avaaz.

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Ajudar a acabar com crise do lixo em curso do Líbano

Ajudar a acabar com crise do lixo em curso do Líbano

Human Rights WatchContínua crise de gestão de resíduos do Líbano coloca sérios riscos de saúde para os residentes do país.

Apesar dos protestos que pedem o fim da crise do lixo, mais de 150 lixões em todo o Líbano estão queimando abertamente lixo pelo menos uma vez por semana. As pessoas mais velhas e as crianças estão em maior risco. Os médicos dizem que a queima leva a doenças respiratórias e pode aumentar o risco de desenvolver câncer como resultado da inalação constante de fumaça. O governo do Líbano pode e deve parar a queima e gerir os resíduos de uma forma que respeite a saúde e atende aos padrões ambientais.

Parlamento finalmente está considerando uma lei de gestão de resíduos sólidos nacional que proíbe a queima de dumping e aberto de resíduos. Tome a ação hoje e dizer que o governo #StopTheBurning!

Abaixo-assinado, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

#StopTheBurning

Human Rights Watch