As razões pelas quais Cadu é melhor candidato ao Senado

Cadu Carlos Eduardo de Souza

Diante da imensa representatividade do companheiro Cadu na política catarinense destacamos as principais razões pelas quais Carlos Eduardo de Souza é melhor candidato ao Senado Federal do PT por Santa Catarina em 2018. Confira:

  1. A maioria dos eleitores não votam para senador porque são sempre os mesmo, políticos de carreira e não tem novidade, Cadu é novidade autêntica.
  2. PT já dediniu um dos candidatos ao senado que é Ledio Rosa, um outsider da política e pouco conhecido do partido. Cadu é conhecido internamente e por isso complementa a chapa e ajuda segurar os votos petistas.
  3. Apesar de pouca idade, 38 anos, Cadu tem um militância respeitada de 20 anos dentro do PT, foi lider estudantil, secretário estadual da juventude do PT de SC, candidato a vereador em Ilhota (2000) e em Floripa (2012 e 2016) ambas como segundo suplente com excelente votação exercendo mandato de vereador neste mandato em Floripa (2018).
  4. Cadu é im dirigente partidário respeitado,além de exercer vários cargos no PT de SC, conhece muito bem a base do partido, elegeu-se presidente municipal do PT da capital do estado disputando com quadros históricos e respeitados como Luci Choinacki e Baratieri e posteriormente reeleito presidente com ampla maioria de apoios.
  5. Cadu fez um trabalho excelente e exemplar na presidência do PT da capital, puxou os movimentos sociais contra golpe dese 2015, Floripa é um dos municípios com maior proporção de novos filiados, organizou núcleos de base e iniciou um projeto do pré vestibular alternativo para estudantes carentes, desde 2017, o que já é um sucesso.
  6. Cadu tem liderado as mobilizações Lula Livre, desde 24 de janeiro em Porto Alegre, organizou uma das maiores mobilizações da Caravana Lula em Floripa em 28 Março e depois tem se dedicado incansavelmente na organização do acampamento Marisa Letícia e mobilização de militantes em Curitiba.
  7. Cadu vem se destacando pela sua atuação em defesa da educação pública, universal e de qualidade, na formação politica de lideranças sindicais do Sinte, ma comissão de educação da Alesc, na construção da Conap e em todas as mobilizações e manifestações de professores e demais categorias do movimento sindical.
  8. Cadu representa ideias novas, sangue novo na política catarinense, um líder que vem de baixo e conquistou espaço com muito trabalho e persistência, passo a passo.
  9. Cadu representa a renovação dos quadros políticos do PT de SC, um jovem preparado, com firmeza ideológica pela esquerda, com carisma e capacidade de liderar.
  10. Cadu tem um discurso renovado, articulado, que traz esperança para encantar não apenas a juventude mas aqueles que estão descontentes com a política.

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Conheça os 13 motivos para apoiar Cadu

Cadu Carlos Eduardo de Souza

Esses são os 13 motivos para apoiar Carlos Eduardo de Souza – Cadu como pré-candidato ao Senado Federal do PT por Santa Catarina.

  1. É preciso promover e aprofundar a RENOVAÇÃO na política e em especial, nos representantes catarinenses no SENADO FEDERAL. Grande parte da população não sabe quem eles são e nem que o fazem, pois são figuras desconectadas da realidade das pessoas.
  2. Cadu defende a EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA e de QUALIDADE para todas as crianças brasileiras no ensino fundamental e médio, além da garantia do fortalecimento das universidades públicas e institutos federais, com ampliação da destinação de recursos à todas elas.
  3. Os atuais senadores estão completamente desconectados do povo catarinense. Encastelados em seus mandatos, a maioria ainda representa as velhas oligarquias catarinenses. Cadu defende um Senado atuante em defesa da SOBERANIA NACIONAL.
  4. Cadu defende a ampliação de programas de DISTRIBUIÇÃO DE RENDA, como Bolsa Família, Minha Casa Vida, que reduzem a desigualdade econômica e ajudam a consolidar a saúde e educação a milhares de crianças no Brasil.
  5. Cadu defenderá os direitos trabalhistas no SENADO, posicionado ao lados dos trabalhadores e trabalhadoras catarinenses.
  6. Cadu milita em defesa da IGUALDADE RACIAL e de GÊNERO e contra a intolerância, homofobia e misoginia. Essa também serão bandeiras de Cadu enquanto Senador.
  7. Cadu defende a previdência pública e entende que os trabalhadores e aposentados não são responsáveis pelo suposto rombo nas contas da previdência. Cadu vai defender no Senado AUDITORIA DA DÍVIDA PÚBLICA.
  8. Cadu defende POLÍTICAS CULTURAIS PÚBLICAS, que fortaleçam a cultura popular, valorizando e fortalecendo o que já produzido nos municípios de Santa Catarina e apoiando novas iniciativas.
  9. Cadu vai lutar no Senado para destinação de recursos para Santa Catarina, para realização de obras de infraestrutura, fomentando o desenvolvimento do Estado, gerando EMPREGO E RENDA para a população.
  10. Cadu está posicionado contra as privatizações das empresa estatais brasileiras, como por exemplo, PETROBRAS e ELETROBRAS, pois entende que elas são patrimônio de todos os brasileiros e brasileiras. Cadu vai lutar contra a destruição e alienação de núcleos estratégicos da economia nacional, mediante processos de privatização de empresas estatais e compra de empresas privadas nacionais.
  11. Cadu defende a UNIDADE DAS ESQUERDAS, para que todos juntos, no Congresso Nacional defendam um projeto nacional de recuperação do país, destruído pelo golpe neoliberal personificado na figura de Michel Temer e do PSDB.
  12. Cadu é usuário do SUS e por isto, entende como poucos políticos a importância da ampliação dos investimentos e da valorização no sistema público de saúde. Que atualmente está com o investimento congelado por 20 anos pelo governo Temer.
  13. Cadu defende a DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA, para que os brasileiros tenham melhor acesso às notícias e não fiquem reféns de interesses escusos de grandes conglomeraodos midiáticos. E por isto, Cadu luta desde já por uma campanha e uma política limpa de mentiras e do que hoje chamam de Fakenews.

O Pré-Sal na mão dos interesses estrangeiros

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Nossa soberania foi nocauteada na noite de ontem (05/10) e levaram junto ao chão o futuro da Educação. O Petróleo do pré sal já não é mais nosso, pertence agora a Shell, Exxon e Chevron. Serra/Temer e o Congresso golpista entregaram o Pré-Sal de mão beijada aos interesses dos EUA.

José Serra Traidor da Pátria cumprir a promessa que fez ao embaixador americano antes da derrota pra Dilma em 2010: Entregar o petróleo. Sem dar um tiro, vão levar de mão beijada a maior jazida mundial. Todos os países que entregaram o petróleo aos estrangeiros amargam pobreza, desigualdade e subdesenvolvimento.

😦

Afinal, quem ganha com o impeachment de Dilma Rousseff? Boa pergunta!

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Boa pergunta! A quem interessa de fato o impeachment de Dilma?

Desde que ocorreu a última eleição presidencial, na qual Dilma Rousseff foi reeleita como presidente ou presidenta do Brasil, iniciaram os movimentos para a sua derrubada. Houve várias tentativas e formas, primeiro para que nem fosse diplomada, depois que não tomasse posse e que fosse cassado o registro da Dilma e de seu vice Michel Temer e, em seu lugar, o candidato que ficara em segundo lugar, ou seja, Aécio Neves ocupasse a presidência. Como nada disso deu certo, iniciou-se uma movimentação nacional para tentar o impeachment de Dilma Rousseff, tendo como fundamento a grave crise política gerada a partir da Operação Lava-Jato que investiga o bilionário desvio de recursos da Petrobrás, apelidado de Petrolão.

Não quero aqui ser advogado da Dilma, nem do PT, nem de ninguém. Quero unicamente fazer uma reflexão sobre o que está por trás de todo esse movimento de impeachment.

Para começar, Impeachment é um ato político e não tem nada a ver com o Judiciário como alguns estão imaginando. No dicionário encontraremos a seguinte explicação:

Impeachment é uma expressão inglesa usada para designar a cassação de um chefe do Poder Executivo. Significa também impedimento, impugnação de mandato, retirar do cargo uma autoridade pública do poder Executivo

Portanto, que fique claro, que isto é um procedimento do Poder Legislativo. Em outras palavras, um ato político.

Pergunto: quem atualmente, em sua grande maioria compõe o novo Congresso Nacional? Vários deles são suspeitos e sendo acusados na Operação Lava Jato. Para dar um exemplo, segundo já publicado e veiculado na mídia impressa e televisiva, dez dos 15 deputados indicados até o momento para a nova CPI da Petrobrás receberam doações nas últimas eleições, algo em torno de R$ 1 milhão e novecentos mil reais, das empreiteiras citadas na operação Lava Jato e prováveis alvos da CPI criada.

Não. Esse país não é sério. São estes que estão propondo o impeachment de Dilma. A primeira coisa a ser deixada bem clara é que, caso isso de fato ocorresse, é que no caso de seu impedimento quem assume a presidência é o vice Michel Temer. Ora, o que significa isto, sob o ponto de vista político? Michel Temer é do PMDB, que está tão envolvido com toda esta roubalheira da Petrobrás e de tantas outras empresas quanto o PT. Também não tenho medo de afirmar que todos os partidos, uns mais e outros em menor escala estão envolvidos com irregularidades. Partido político no Brasil virou um grande negócio.

Outra coisa que tem que ser lembrado neste momento é que os governos estão a serviço das grandes empreiteiras e empresas, muitas delas multi e transnacionais. Estas, por sua vez, são altamente especializadas e envolvem e financiam políticos, governos e governantes, pois controlam todo um sistema econômico. Não é por acaso, que tantos empresários estão presos ou respondendo por crime nesta ação. Não tem inocente nesta história.

Portanto pergunto novamente: a quem interessa o impeachment? Para muitos, o impeachment acalmaria uma parte da sociedade e os enganaria, tentando mostrar que todo o problema estaria resolvido. Ledo engano.

Eu sou uma testemunha viva, como muitos que lerão este artigo, do impeachment do presidente Fernando Collor de Melo. Também fui um “cara pintada” em Belém do Pará, levando alunos do Ensino Fundamental para as ruas, com as caras pintadas, tarjas pretas e gritos de ordem. Confesso que me envolvi neste movimento nacional, por motivações ideológicas, acreditando piamente que estava ajudando a moralizar o país. Mas afinal, valeu a pena isto tudo.

O processo de impeachment de Collor foi aprovado no Congresso Nacional por 441 votos a favor e 38 contra, no dia 29 de setembro de 1992, quando foi afastado do governo. Ele renunciou no dia 29 de dezembro daquele ano o que não impediu a finalização do processo. Na época, ele foi acusado por mais de 100 crimes, entretanto no dia 12 de dezembro de 1994, o Supremo Tribunal Federal inocentou Collor do crime de corrupção passiva do qual era acusado. Dos demais crimes, foi absolvido da mesma forma, tendo como advogado o ex-deputado e condenado no mensalão o advogado criminalista Roberto Jefferson. Mais tarde, Collor retornou à vida pública, deu a volta por cima e atualmente é Senador da República.

Quem estava com Collor na época, também era o atual presidente do Senado Federal Renan Calheiros, poderoso e também acusado de corrupção. Caso viesse a ocorrer o impeachment de Dilma, Renan seria o maior beneficiado com todo o processo. Portanto, pergunto novamente: Vale a pena? A quem interessa?

Nossa luta não pode ser por um processo de impeachment, mas sim contra a corrupção. Esta sim deve ser combatida, e ressalte-se, está em todos os partidos e no DNA de grande parte dos políticos que se dizem representantes do povo. Estes, não representam o povo, mas unicamente as grandes empresas, os oligopólios, as transnacionais que os bancam para que ajam em favor de seus interesses econômicos.

Espero sinceramente, que todos os envolvidos com a corrupção, empresários, políticos ou mesmo representantes de outros poderes, seja na Petrobrás ou qualquer outra empresa, sejam punidos.

Para finalizar, lembro o que tenho dito a meus alunos de Comunicação Social, que grande parte da mídia está a serviço desta onda e por este motivo cito Joseph Pulitzer, inspirador do principal prêmio de imprensa e literatura nos EUA:

Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma

Escrito por Wolfgang Teske, Conexão Tocantins e copiado do blog Pragmatismo Político (Twitter e Facebook).

😀

Direito de resposta de Dilma para revista Veja

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Ministro do TSE determina publicação imediata de resposta à reportagem que afirma que Dilma e Lula sabiam da corrupção na Petrobras. Leia a íntegra do direito de resposta definido pelo ministro:

Direito de resposta

Veja veicula a resposta conferida à Dilma Rousseff, para o fim de serem reparadas as informações publicadas na edição nº 2397 – ano 47 – nº 44 – de 29 de outubro de 2014.

A democracia brasileira assiste, mais uma vez, a setores que, às vésperas da manifestação da vontade soberana das urnas, tentam influenciar o processo eleitoral por meio de denúncias vazias, que não encontram qualquer respaldo na realidade, em desfavor do PT e de sua candidata.

A Coligação “Com a Força do Povo” vem a público condenar essa atitude e reiterar que o texto repete o método adotado no primeiro turno, igualmente condenado pelos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por terem sido apresentadas acusações sem provas.

A publicação faz referência a um suposto depoimento de Alberto Youssef, no âmbito de um processo de delação premiada ainda em negociação, para tentar implicar a Presidenta Dilma Rousseff e o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ilicitudes. Ocorre que o próprio advogado do investigado, Antônio Figueiredo Basto, rechaça a veracidade desse relato, uma vez que todos os depoimentos prestados por Yousseff foram acompanhados por Basto e/ou por sua equipe, que jamais presenciaram conversas com esse teor.

😀

Getúlio, a Petrobrás, Marina e 2014

Marina Silva

Falta um ano e dois dias para as eleições de 2014 e há 60 anos Getúlio criava a Petrobrás. Marina joga hoje a sua Rede no TSE. O resultado desse arrastão pode influenciar o tabuleiro que divide o Brasil, desde Vargas, entre os que associam a luta pelo desenvolvimento à construção soberana de um país mais justo e os que, desde a campanha do ‘Petróleo é Nosso’, em 1953, advogam que as forças sociais devem renunciar a esse propósito e entregar a sorte da economia e o destino do Brasil à autossuficiência dos ‘livres’ mercados. Independente do resultado de hoje — e do eventual recurso ao STF — a  Rede de Marina precisa decidir em qual correnteza pretende pescar o seu futuro e o dos brasileiros. O texto foi extraído da newslatter do Carta Maior recebido diariamente em meu e-mail.

Brasil não vai transferir empregos para outros países, diz presidenta na entrega de navio do PAC

Presidenta Dilma Rousseff durante a cerimônia de entrega do navio Celso Furtado no Estaleiro Mauá, em Niterói. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff participou hoje (25) da cerimônia de entrega do navio Celso Furtado no Estaleiro Mauá. É a primeira embarcação entregue por um estaleiro brasileiro ao Sistema Petrobras desde 1997. Sua construção faz parte do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), que marca a retomada da indústria naval brasileira com a abertura de novos estaleiros e a modernização dos existentes.

No discurso, Dilma Rousseff lembrou o desmonte vivido pela indústria naval no Brasil. Seu ressurgimento, afirmou, é resultado do esforço do ex-presidente Lula, que acreditou no trabalhador brasileiro.

“A indústria naval, quando o presidente Lula chegou ao governo, estava paralisada. E você via no chão, nos muitos estaleiros que já tinham produzido navio, a grama crescendo por entre as pedras. Isso foi responsabilidade de um momento terrível da nossa história, em que nós tivemos uma das maiores perdas para os trabalhadores do setor metalúrgico do Brasil. E aí, o presidente Lula tomou uma decisão. Nós podemos produzir no Brasil o casco, o navio e a plataforma.”

A presidenta Dilma disse ainda que a indústria naval vai continuar gerando emprego. Além da Petrobras, as empresas de petróleo que atuam no país vão manter seus investimentos, o que aumentará a demanda por navios, plataformas e sondas. Os postos de trabalho aqui criados, afirmou a presidenta, não sairão do país.

“Eu lutei muito para que o Brasil voltasse a produzir o que ele era capaz. Nós não vamos transferir emprego para ouros países do mundo. Os empregos gerados para o Brasil serão mantidos no Brasil.”

A presidenta fez uma homenagem ao economista Celso Furtado (1920-2004), que, segundo ela, soube separar crescimento de desenvolvimento.

“Um país só se desenvolvia se os empregos ficassem cada vez melhor, se cada família pudesse colocar seu filho na escola e ter acesso à saúde. Para ter desenvolvimento, teria que ter crescimento, geração de emprego e distribuição de renda. Senão, não era desenvolvimento.”

Programa de Navios

Presidenta Dilma cumprimenta a subchefe de máquinas do navio Celso Furtado, Alessandra Leão Santos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PRCom o Celso Furtado, já foram lançados ao mar quatro navios, todos batizados em homenagem a importantes personagens da história do Brasil. Com capacidade para 48,3 mil toneladas de porte bruto, ele será responsável pelo transporte de combustíveis (gasolina e diesel) entre os estados.

Segundo a Transpetro, subsidiária da Petrobras, duas mil pessoas trabalharam na construção do navio. Uma delas, Alessandra dos Santos, subchefe de máquinas, não segurou a emoção. No discurso, falou do antigo sonho de ser comissária de bordo que deixou de lado quando conheceu o trabalho da Marinha Mercante. Trocou o céu pelo mar e acompanhou de perto a construção do Celso Furtado.

dez meses acompanho o nascimento do navio que já faz parte da minha vida. Assim, não poderia deixar de prestar homenagem a todos os trabalhadores do Estaleiro Mauá. Vi de perto o empenho e dedicação de cada um deles que ajudaram a transformar esse sonho em realidade.”

Pelo Promef, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), deverão ser entregues, até 2015, 49 navios petroleiros e gaseiros de grande porte, sendo 23 deles na primeira fase do projeto (com 65% de nacionalização) e 26 na segunda etapa (com 70% de nacionalização). Com isso, a frota da Transpetro, hoje com 53 navios, vai superar o número de 110 embarcações.

“Há dez anos, a indústria naval brasileira estava destruída. Não havia navios em construção, não havia funcionários, apenas um resíduo de dois mil funcionários, e nada mais. Hoje são 60 mil funcionários que trabalham na industria naval brasileira”, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

Selo e carimbo comemorativos foram lançados pelos Correios na cerimônia no Estaleiro Mauá. Acompanha a imagem da embarcação Celso Furtado, a legenda: Primeiro navio do PAC em operação.

Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição. Baixar arquivo mp3.

Vazamento de petróleo no Brasil

Vazamento de petróleo no Brasil

Desde 9 de novembro, um poço no Campo do Frade, na Bacia de Campos (RJ), operado pela empresa americana Chevron, derrama petróleo na costa fluminense. O vazamento traz a marca registrada da indústria petrolífera e da agência reguladora do setor: falta de transparência.

O governo e a Petrobras, sócia da Chevron no poço, dizem que os americanos é que são responsáveis pela solução do problema. A Chevron só se comunica através de notas à imprensa, por sinal muito pouco esclarecedoras da real gravidade da situação. Pouco se sabe também sobre os planos da empresa para conter o vazamento. O que se sabe é que a Polícia Federal, que sobrevoou o local, não viu todos os navios que a Chevron diz ter reunido para controlar o problema.

Use as redes sociais para dizer à Chevron que ela precisa ser mais transparente e divulgar seus planos de segurança. @Chevron Sua sujeira, nosso problema / Your mess, our loss. #vazachevronTweetTweet

mancha de óleo provocada pelo vazamento é grande o suficiente para ser captada pelos satélites da Nasa. As imagens mostram que a quantidade de petróleo derramado tem tudo para ser maior do que Chevron e ANP (Agência Nacional de Petróleo) divulgaram. Corre o risco de ser equivalente a 3.738 barris por dia, bem mais do que os 300, 400 barris diários que a empresa diz estarem sendo despejados em alto-mar.

Exploração de petróleo no mar é uma atividade de altíssimo risco. Acidentes como o que ocorreu no campo do Frade reforçam a necessidade urgente de uma moratória da exploração de petróleo na região de maior biodiversidade do Atlântico Sul, o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, na costa baiana. Um acidente semelhante lá pode ter consequências devastadoras para a pesca e o turismo no litoral do Nordeste. Por isso mesmo, é melhor prevenir do que depois ficar chorando sobre o óleo derramado. Assine a petição.

O Petróleo é nosso!

Rio de Janeiro, 03 de outubro de 1953. Acervo CPDoc JB

“O Congresso acaba

de consubstanciar em lei o plano governamental

para a exploração do nosso petróleo.

A Petrobras assegurará não só

o desenvolvimento da indústria petrolífera nacional,

como contribuirá decisivamente

para limitar a evasão de nossas divisas.

Constituida com capital, técnica

e trabalho exclusivamente brasileiros,

a Petrobras resulta de uma firme política nacionalista

no terreno econômico,

já consagrada por outros arrojados empreendimentos

cuja visibilidade sempre confiei”.

Getúlio Vargas

Jornal do Brasil: Sexta-feira, 04 de outubro de 1953 - página 6Durante uma cerimônia realizada no Palácio do Catete, o Presidente Getúlio Vargas sancionou a Lei nº 2.004, implantando o plano governamental para a exploração do petróleo brasileiro.

Entre suas disposições, a lei estabeleceu a autorização da constituição da Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, como empresa estatal de petróleo, e garantiu o monopólio total da sua extração e parcial do seu refino.

“É portanto, com satisfação e orgulho patriótico que hoje sancionei o texto da lei aprovada pelo Poder Legislativo e que constitui novo marco da nossa independência econômica”.

Getúlio Vargas

Para conhecer a Lei nº 2004 na íntegra, acesse aqui!

A conquista

Homens trabalhando na extração de petróleo. Acervo CPDoc JB

A Lei nº 2.004 foi uma vitória dos nacionalistas que, em virtude da condição comercial estratégica do petróleo, travaram uma acirrada disputa pelo controle de sua exploração contra frentes que defendiam os interesses privatistas e, em conseqüência, a abertura do mercado brasileiro ao capital estrangeiro.

Era o fim de uma batalha parlamentar de 23 meses. Começava uma nova era para o desenvolvimento econômico do país.

A lei nº 2.004 foi revogada pela Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997.

Petrobras assina acordo com a British Petroleum

11 meses e 21 dias depois do anúncio, feito pelo presidente Ernesto Geisel, oferecendo áreas brasileiras para a pesquisa de petróleo sob a forma de contratos de risco, com o objetivo de encontrar novas jazidas no Brasil, a Petrobras e a British Petroleum (BP), empresa inglesa que contava com 49% de participação do Governo britânico, assinaram o primeiro acordo desta natureza.

O contrato previa a exploração de uma área de 5.500 km² na Bacia de Santos, por um prazo mínimo de três anos na fase exploratória, e foi assinado pelo então presidente da Petrobras, General Araken de Oliveira, pelo superintendente de exploração, Lauro Vieira, e pelo representante da BP, John Royston Grundon, em cerimônia que ainda contou com a presença do conselho administrativo da Petrobras, sua diretoria e outros representantes da BP.

O contrato assinado pelas duas empresas previa que os investimentos mínimos realizados na fase exploratória na Bacia de Santos seriam de 10 milhões e 500 mil dólares, e o prazo mínimo para o início das atividades da subsidiária da empresa inglesa de seis meses a contar da assinatura do contrato. O acordo também estipulava que se ao final do tempo mínimo de três anos para a exploração não fosse encontrado petróleo na região, a BP perderia a concessão.

A assinatura do primeiro contrato de risco do Brasil no dia 30 de setembro foi uma determinação direta do General Araken de Oliveira, que forçou uma alteração nos planos originais e obrigou o geólogo Lauro Vieira, a equipe da Supex e o setor jurídico da Petrobras a apressar a organização do acordo e a cerimônia de assinatura.