Conheça o IDMS 2016 de Ilhota e das cidades da região da Amfri

Mercado tem que ter sustentabilidade

O IDMS é uma ferramenta para a aplicação do conceito de desenvolvimento municipal sustentável construído a partir de uma série de indicadores considerados fundamentais para diagnosticar o grau de desenvolvimento de um território.

Esse índice, ao avaliar o desenvolvimento, configura-se como uma ferramenta de apoio à gestão capaz de evidenciar as prioridades municipais e regionais e situar as municipalidades em relação a um cenário futuro desejável.

A sustentabilidade é entendida como o desenvolvimento equilibrado das dimensões Social, Cultural, Ambiental, Econômica e Político-institucional.

Ilhota

  • IDMS: 0,607
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Blumenau
  • Área: 253 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 13.676,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 10.925 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 447.291,38 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWy1Ap

IDMS 2016 - Ilhota

Balneário Camboriú

  • IDMS: 0,687
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 47 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 131.727,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 91.574 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 4.445.241,01 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hXx3Uk

IDMS 2016 - Balneário Camboriú

Balneário Piçarras

  • IDMS: 0,645
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 99 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 21.253,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 15.814 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 479.886,06 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVi4KP

IDMS 2016 - Balneário Piçarras

Bombinhas

  • IDMS: 0,754
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 34 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 18.052,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 13.262 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 451.510,17 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVi4KP

IDMS 2016 - Bombinhas

Camboriú

  • IDMS: 0,661
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 215 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 76.592,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 42.669 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 974.358,23 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVEU4Y

IDMS 2016 - Camboriú

Itajaí

  • IDMS: 0,766
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 289 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 208.958,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 143.201 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 17.128.932,09 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hYEdHQ

IDMS 2016 - Itajaí

Itapema

  • IDMS: 0,706
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área59 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 59.147,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 37.853 (fonte: TSE/2016)
  • PIBR$ 1.363.896,10 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVF780

IDMS 2016 - Itapema

Luiz Alves

  • IDMS: 0,599
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Blumenau
  • Área: 260 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 12.162,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 8.799 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 470.846,90 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hYETgm

IDMS 2016 - Luiz Alves

Navegantes

  • IDMS: 0,753
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 111 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 74.964,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 46.326 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 3.682.249,10 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hW6sHj

IDMS 2016 - Navegantes

Penha

  • IDMS: 0,616
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 62 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 30.262,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 20.987 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 505.115,98 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVZOke

IDMS 2016 - Penha

Porto Belo

  • IDMS: 0,726
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 96 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 19.744,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 12.853 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 1.118.772,32 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWctE2

CIDADES CIRCUNVIZINHAS DE ILHOTA

Gaspar

  • IDMS: 0,713
  • Associação: AMMVI
  • Secretaria Regional: ADR Blumenau
  • Área: 387 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 66.213,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 44.283 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 2.392.250,25 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWor0j

IDMS 2016 - Gaspar

Blumenau

  • IDMS: 0,754
  • Associação: AMMVI
  • Secretaria Regional: ADR Blumenau
  • Área: 520 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 343.715,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 230.368 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 16.767.107,12 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWmbGo

IDMS 2016 - Blumenau

Brusque

  • IDMS: 0,726
  • Associação: AMMVI
  • Secretaria Regional: ADR Brusque
  • Área: 283 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 125.810,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 84.654 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 5.394.834,78 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWDXcy

IDMS 2016 - Brusque

Fonte

PEC 241: a corda rompendo do lado mais fraco

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É necessário arrumar as contas públicas? Sim! Quem, em sã consciência, discordará disso? O problema é: por que cortar da Saúde e da Educação – que já são áreas carentes de investimento e que atingem, em cheio, o coração dos mais pobres do país? A questão toda é essa e não outra.

Um dos argumentos para a aprovação da PEC é: grande parte do desequilíbrio fiscal advém do crescimento dos gastos sociais. É verdade que houve crescimento dos gastos sociais? Sim. Mas calma!

De fato, houve um crescimento expressivo desse gasto entre 2002 e 2015, como mostra este estudo.

O acréscimo dos gastos sociais federais, no período de mais de uma década, foi da ordem de 3 pontos percentuais do PIB, concentrado nas áreas de educação e cultura (0,74 pontos percentuais do PIB), assistência social (0,78 pontos percentuais do PIB), e previdência social (0,97 pontos percentuais do PIB)

Mas isso é ruim? Ou não é importante a promoção social e ampliação do bem-estar da população mais carente do país? Penso que sim. Foram estes gastos que tiraram milhares de pessoas da miséria…

Agora, a corda tinha que arrebentar do lado mais fraco. Como sempre. E o resultado é este: Os parlamentares mais caros do planeta, com as maiores regalias do mundo, decidindo sobre o corte de gastos no SUS e na educação alegando que o Estado não tem dinheiro.

Só pra te dar um exemplo: o Brasil gasta R$ 1 bilhão de reais por ano para sustentar deputados e senadores! Para resolver esse problema existe a PEC 106/2015 que trata exatamente da redução de deputados e senadores. Foi aprovada?… E nem será!

E a gente pode falar do aumento para os Ministros dos Supremos que custará ao Estado R$ 3,8 bilhões, ou dos auxílios moradias para os juízes que custarão ao Estado R$ 860 milhões, os dos aumentos para vereadores (que eles próprios se dão!), e etc.

Agora pare e pense: por que, ao pensar em reduzir gastos públicos, partem pra cima logo da Educação e da Saúde? Evidentemente porque é onde está a camada mais pobre do país – e aí é tudo o que eles querem: o pobre doente e sem instrução pra eles manipularem à vontade.

É por isso que o István Mészáros já havia afirmado:

Não se pode imaginar um sistema de controle mais inexoravelmente absorvente – e, neste importante sentido, totalitário – que o sistema do capital que sujeita cegamente aos mesmos imperativos a questão da saúde e a do comércio, a educação e a agricultura, a arte e a indústria, sobrepondo a tudo os seus próprios critérios de viabilidade – tomando a decisão sempre a favor dos fortes e contra os fracos
Para além do Capital, p. 96

Há várias saídas. Que tal uma reforma tributária, que seja eficiente e equânime, de modo a incentivar o crescimento econômico de longo prazo, reduzindo a tributação do lucro e da produção das empresas? Seria ótimo: concentraria o ajuste fiscal de curto prazo sobre uma pequena parcela da poupança dos mais ricos.

Mas não, né? Melhor cortar dos mais pobres. Com menos investimento em saúde o pobre será forçado a fazer plano de saúde ou morrer. E sem investimento na Educação, ficar sem estudar – porque nem as universidades públicas prestarão.

Como comecei falando neste artigo, é necessário arrumar as contas públicas, sim. Tem que controlar os gastos públicos, sim, mas poderia começar cortando as regalias dos poderosos! Inclusive, a gente gasta rios de dinheiro, 50% do PIB, pagando uma dívida pública que nunca passou por uma auditoria e não é nada mais que um mega esquema de corrupção institucionalizado.

O mais triste é saber que quem aprovou esse projeto absurdo rezou pedindo pra Deus ajudar

Lembrei do texto de 2 Crônicas, Cap. 10:

Teu pai, Roboão, fez duro o nosso jugo; agora, pois, alivia tu a dura servidão de teu pai, e o pesado jugo que nos impôs, e nós te serviremos. […] E disse Roboão: meu pai agravou o vosso jugo, porém eu o aumentarei mais; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões

Deus tá vendo isso, viu?!

Por Wagner Francesco Theologian and Paralegal.

Povo e democracia

iPhoto Editora estará presente na PhotoImage Brasil 2014 com palestras gratuítas

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A iPhoto Editora apresenta sua grade de palestras durante a PhotoImage Brazil, em São Paulo. Reunimos um grande time de fotógrafos de casamento, estúdio, newborn, bebês, gestantes, book de 15 anos, vídeo DSLR e muito mais… as palestras serão gratuitas. Basta ir ao estande para acompanhar. Confira a programação e veja os temas e horários nesta postagem, publicado no portal iPhoto Channel.

PhotoImage Brasil

A PhotoImage Brasil 2014, maior feira de tecnologia da imagem da América Latina, chega à 22ª edição apresentando as novidades do segmento. Entre os dias 26 e 28 de agosto, o evento irá proporcionar um encontro para ótimos negócios e networking com grandes profissionais e marcas, no Expo Center Norte em São Paulo/SP.

A feira traz qualidade em produtos, serviços e equipamentos digitais para foto e vídeo: câmeras, filmadoras, impressoras e acessórios da mais alta tecnologia. Como em anos anteriores, a iPhoto Editora estará presente levando 14 grandes nomes da fotografia brasileira para palestrar gratuitamente durante os três dias da feira.

Vanessa Atalla, Carla Durante, Altair Hoppe, Rafael Vaz e Drausio Tuzzolo são alguns dos profissionais convidados. Eles vão falar sobre as mais variadas áreas da fotografia, como ensaio de gestante e família, newborn, tratamento de imagem, fotografia de casamento e ensaios sensuais. Saiba como fazer o credenciamento gratuito para a feira e confira o estande da iPhoto com  palestras que irão estar rolando.

😀

Saiba como declarar financiamentos no Imposto de Renda 2012

Imposto de Renda 2012

O volume de crédito na economia brasileira atingiu o recorde de R$ 2,029 trilhões em 2011, o que representa 49,1% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Central. Isso significa que nunca houve tanto crédito disponível no País para os consumidores. Com mais contribuintes endividados, maior deve ser a atenção na hora de informar financiamentos na declaração de ajuste do Imposto de Renda. Os dados do empréstimo devem ser colocados em uma ficha específica.

Mesmo que o financiamento tenha sido contratado antes de 2011, ano-base da declaração, mas esteja em fase de pagamento, deverá constar no documento enviado à Receita Federal. Independente da finalidade do empréstimo, as informações são declaradas da mesma forma.

A pasta da declaração destinada aos financiamentos é a intitulada “Bens e Direitos”. Nela, o contribuinte escolherá, entre as opções, qual o motivo do empréstimo (aquisição de prédio, terreno, casa, apartamento, construção, carro, outros). Em seguida, irá informar em texto as características desse financiamento, como: valor do empréstimo, forma de pagamento, quantas parcelas, valor das parcelas, qual o banco em que se realizou a contratação e de qual proprietário o imóvel ou bem foi comprado.

Por fim, o contribuinte deve informar quanto já pagou pelo crédito contratado. No campo “Situação em 31/12/2010 (R$)” informará o valor do financiamento já quitado até o último dia de 2010 – para aqueles empréstimos contraídos antes de 1º de janeiro de 2011.

No campo ao lado, “Situação em 31/12/2011 (R$)”, será incluída toda a quantia paga até o último dia do ano-base. Caso tenha optado pelo pagamento à vista de um bem, deverá incluir toda a quantia paga no segundo campo de valores.

Por exemplo, se um contribuinte contraiu em 2010 um financiamento para compra de um imóvel no valor de R$ 100 mil para pagar em 50 parcelas, ele já terá um valor que foi quitado no próprio ano de 2010 e outra quantia paga em 2011. Se em 2010 pagou, ao todo, R$ 24 mil, e, em 2011, mais R$ 30 mil, deverá informar no primeiro campo R$ 24 mil e, no segundo, R$ 54 mil, que foi o valor quitado até o final do ano-base. O contribuinte vai informar o valor efetivamente pago, que, por ser corrigido por juros, em algum momento será maior que o valor do empréstimo.

No caso de o financiamento ter sido quitado em sua totalidade, deverá constar no campo “Situação em 31/12/2011 (R$)” todo o valor referente ao pagamento do financiamento. Mesmo que o contribuinte esteja inadimplente em algumas parcelas, o procedimento segue o mesmo, o de informar apenas a quantia paga até o ano-base.

Votação eletronica 10% DO PIB

Votação eletrônica 10% DO PIB

Participe e divulgue a Consulta Eletrônica da Campanha pelos 10% do PIB para a Educação.

A Campanha pelos 10% do PIB está colhendo votos em todo o país, através doPlebiscito Nacional. A campanha também está fazendo uma consulta eletrônicacom o objetivo de ampliar a participação popular e divulgar a coleta oficial devotos e dessa forma, avançar na luta pelo investimento de 10% do PIB para a Educação Pública Já!

Mas atenção: a consulta eletrônica não substitui o voto em cédula, que estásendo coletado em plebiscito em todo o país. Por isso, é importante continuarcom a coleta de votos e divulgação do plebiscito em sua cidade. Os votos daconsulta eletrônica serão computados automaticamente por cidade e estados.

Para participar da consulta eletrônica, clique aqui. Repasse para seus colegas, familiares e amigos. Mas não se esqueça: a coleta de votos do plebiscito não terminou!

Brasil não está preparado para envelhecimento da população

O Brasil deverá chegar a 2050 com cerca de 15 milhões de idosos, dos quais 13,5 milhões com mais de 80 anos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2025, o país será o sexto do mundo com o maior número de idosos. Apesar da criação de políticas voltadas para essa camada da população, como o Estatuto do Idoso, instituído em 2003, a velocidade do envelhecimento tem superado a implementação de ações para oferecer melhores condições de vida à terceira idade.

“O processo é muito rápido, e as políticas públicas não têm acompanhado isso. Viver em uma sociedade com muito mais idosos do que crianças requer um planejamento intenso”, diz o médico geriatra Luiz Roberto Ramos, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Com o envelhecimento populacional, o Brasil terá redução do número de jovens na força produtiva ativa, assinalou Ramos. “Vai aumentar o número de pessoas que terão dependência social dessa produção. Isso tem de ser planejado. O país está correndo contra o tempo.” Hoje, segundo a OMS, o Brasil tem 21 milhões de pessoas com mais de 65 anos.

O envelhecimento da população tem reflexo direto no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Somente as doenças crônicas não transmissíveis, que afetam principalmente idosos, provocam impacto anual de 1% no PIB, segundo estimativa da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). De acordo com a Comissão para Estudo do Envelhecimento Mundial, anualmente são gastos cerca de R$ 60 bilhões com doenças da típicas da terceira idade no Brasil.

De acordo com Ramos, os problemas decorrentes da terceira idade começam a aparecer com mais intensidade depois dos 70 anos. Até lá, em torno de 80% das pessoas não têm nenhuma atividade de vida diária comprometida pela velhice. No entanto, a partir dos 80 anos, a grande maioria passa a conviver com enfermidades.