Jovens catarinenses poderão aderir ao programa do governo federal ID Jovem

Programa ID Jovem

O benefício de meia-entrada em eventos artísticos, esportivos e culturais por meio do programa federal Identidade Jovem será inserido na realidade de 190 mil jovens catarinenses, com idade entre 15 e 29 anos, a partir do dia 31 de maio. O evento de lançamento do programa também chamado de ID Jovem será realizado no auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, a partir das 14h, por meio da Coordenadoria Estadual da Juventude.

Da mesma forma que o benefício conquistado com ingressos, o jovem ganha ainda por meio do programa, vagas gratuitas ou desconto no sistema de transporte coletivo interestadual. Depois de esgotadas as vagas gratuitas, são reservadas mais duas vagas com desconto de 50% (cinquenta por cento), no mínimo, no valor das passagens.

Este amparo aos jovens é uma maneira de provar o quanto o estatuto Nacional da Juventude está sendo respeitado, na avaliação do Coordenador Estadual da Juventude, Teilor Topanotti. “É uma grande conquista que nos deixa muito felizes. Santa Catarina tem seus jovens contemplados pelo cumprimento do estatuto que acolhe em benfeitorias as nossas atuais e futuras gerações”, pontuou Topanotti.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Valmir Comin, acredita que o programa vai ampliar consideravelmente a participação dos jovens em eventos com a oportunidade de descontos. “Todos sabem o quanto é difícil estudar e ter recurso para outros momentos de cultura e lazer. Para muitos é muito complicado e às vezes impossível, porém, o benefício de pagar meia entrada favorece quem realmente precisa”, disse ele.

Critérios

O programa ID Jovem é destinado para pessoas de família com renda mensal até dois salários mínimos. Além disso, o jovem também tem de estar inscrito no Cadastro Único para Prog3ramas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e suas informações devem estar atualizadas há pelo menos 24 meses.

As inscrições podem ser feitas pelo site da Escola do Legislativo Lício Mauro da Silveira, pelo endereço www.escola.alesc.sc.gov.br/eventos. O ID Jovem é um programa do Governo Federal desenvolvido pela Secretaria Nacional da Juventude. A Escola do Legislativo e a Caixa Econômica Federal são parceiros.

Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST)
Assessoria de Comunicação

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A juventude brasileira precisa de política pública!

A juventude brasileira precisa de política pública. Arte: Rafael Werkema/CFESS

É preocupante saber que parte da população, da mídia e da política brasileira só discute a questão da juventude quando o assunto é redução da maioridade penal. Muito se fala em punir, discurso que se sobrepõe ao que realmente deveria estar em pauta: investimento em política pública para jovens de todo o país.

Por esse motivo, o primeiro CFESS Manifesta de 2014 faz um apelo: a juventude brasileira precisa de política pública! Só que não é qualquer política que o serviço social defende.

“O desenvolvimento de políticas para a juventude na América Latina e no Brasil foi determinado pelos problemas dos/as jovens na sociedade e pelos desafios de como lhes facilitar seus processos de transição e integração ao mundo adulto. Os distintos enfoques das políticas evidenciam um marcado traço integracionista, orientadas a facilitar a incorporação dos jovens à sociedade, mediante a melhora dos mecanismos que asseguram a transição à etapa adulta. Supõem, portanto, que os problemas de inserção estão nos/as jovens, além de uma visão adultocêntrica, que situa o/a adulto/a como ponto de referência para o mundo juvenil. Nesse sentido, a juventude só passa a ser objeto de ação quando representa ‘perigo’, ‘ameaça’, ou seja, as políticas de juventude não nascem a partir da constituição de um espaço de visibilidade da condição juvenil, incluindo sua diversidade e uma concepção ampliada de direitos”, diz trecho do documento.

Conselho Federal de Serviço Social – CFESS

Caros Amigos lança especial Dilemas da Juventude

Caros Amigos lança especial Dilemas da JuventudeA Caros Amigos lança a edição especial temática Dilemas da Juventude, que aborda com realismo, abrangência e sagacidade vários temas debatidos pelos jovens, pais e a sociedade – sobre questões pertinentes à juventude.

Toda geração tem marcas próprias na juventude. Embora o conceito de juventude seja bem recente, inclusive com definição de faixa etária pela ONU, de 15 a 24 anos de idade, todos convivem e enfrentam dilemas nessa fase de transição para a vida adulta.

Desigualdades

Muitos dos dilemas vividos por mais 51 milhões de jovens brasileiros são gerados não apenas pelos sentimentos e desafios típicos da idade, mas pelas brutais desigualdades econômicas e sociais que ainda assolam o país.

O genocídio dos jovens negros e pobres, moradores das periferias urbanas, é um fato real e concreto, que está aí a exigir políticas públicas específicas juntamente com amplo processo de reeducação da sociedade. Até quando essa juventude será alvo de preconceito, criminalização e repressão – por parte de agentes do Estado?

Direitos

Parece claro que outra parte dos dilemas tem a ver com as possibilidades e condições em que os jovens podem exercer o direito de acesso à cidade, à educação, à cultura e ao lazer. As restrições e controles não apenas alimentam conflitos e frustrações, mas, sobretudo impedem que milhões de jovens possam sonhar e acreditar no futuro.

Uma marca negativa do mundo atual está diretamente relacionada com os valores da ideologia neoliberal impregnada na juventude, como demonstra uma pesquisa em que 40,3% dos jovens entrevistados – contra apenas 4,8% – acreditam que o “esforço pessoal” é mais importante do que a “participação em organizações sociais” para a melhoria da vida.

Dilemas

Esta edição especial temática da Caros Amigos procura mostrar os principais dilemas dos jovens nos vários ambientes e situações, na relação com a família, no estudo, no trabalho, na militância política e social, diante das drogas e da violência; trata também das políticas públicas e de possíveis alternativas para enfrentamento dos problemas existentes.

O material jornalístico registra e debate questões nem sempre abordadas pela família, escola e meios de comunicação. Mostra que a juventude continua sendo caracterizada pela busca de outros modelos comportamentais e pelos mais variados processos de transformação política, social e cultural.

É preciso conhecê-los – se quisermos construir um futuro melhor.

Hamilton Octavio de Souza, editor-Chefe.

SNJ divulga Nota Técnica sobre o Estatuto da Juventude

Estatuto da Juventude

A Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) divulgou ontem, dia 21 de fevereiro, uma nota técnica com diversas contribuições ao projeto de lei do Estatuto da Juventude que tramita no Senado Federal desde outubro de 2011. O PLC 98/2011 está na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal desde o dia 7 de março de 2012, portanto.

Como contribuição, a SNJ formulou e reuniu um conjunto de sugestões ao texto do projeto, aproximando seu conteúdo das diretrizes da Política Nacional de Juventude e das resoluções das duas Conferências Nacionais de Juventude, realizadas em 2008 e 2011. A íntegra da Nota Técnica sobre o Estatuto da Juventude está disponível no portal da SNJ.

17 meses depois de chegar ao Senado…

No momento, o Projeto do Estatuto da Juventude está na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal (CAS). Na última audiência onde foi pautado, realizada em dezembro do último ano, foi decidido que o Estatuto da Juventude seria tema de duas audiências públicas.

Posteriormente, será encaminhado às comissões de Educação, Cultura e Esporte (CE), de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

De “jovem problema” a “sujeito de direitos” – Entrevista com a secretária Nacional de Juventude, Severine Macedo

Plano Juventude Viva

A secretária Nacional de Juventude da Presidência da República, Severine Macedo, catarinense, concedeu entrevista ao portal de notícia Correio Nagô, onde apresenta as diretrizes de atuação da pasta e convocada a sociedade contra o genocídio da juventude. Achei interessante e resolvi postar no blog por sua relevância a sociedade e veio ao meio encontro pois exercemos no segundo mandato da gestão do prefeito Ademar e Tonho a Assessoria da Juventude.

“O nosso esforço é para que as políticas de juventude estejam cada vez mais articuladas, ampliando as opções de inserção dos jovens que ainda vivem em condições de exclusão”. A tarefa, que anima a secretária Nacional de Juventude da Presidência da República, Severine Macedo, já começa a atingir as comunidades mais vulneráveis. Exemplo é o Plano Juventude Viva, que tem o Fundo de População das Nações Unidas, UNFPA, como parceiro estratégico. O Plano começou a ser implantado em setembro de 2012, em Alagoas, estado com maior taxa de homicídio do país (67 vítimas por 100 mil habitantes) e o primeiro estado em taxas de homicídio contra negros.

Disposição parece não faltar a essa pedagoga de 28 anos, cujas origens estão no movimento sindical da agricultura familiar do município catarinense Anita Garibaldi, cujo nome rememora a jovem heroína da revolta Farroupilha (RS, 1835-1845). Confira a entrevista concedida por Severine Macedo ao jornalista André Santana, do portal Correio Nagô, onde apresenta as diretrizes de atuação da pasta e convocada a sociedade contra o genocídio da juventude: “Para que essas ações cheguem de fato aos jovens que mais necessitam, precisamos que os estados e municípios se comprometam efetivamente com a agenda juvenil. Não tenho dúvida de que o envolvimento de todos os entes federados é fundamental para que os direitos dos jovens sejam de fato reconhecidos e se tornem uma prática em nosso país”.

Severine Macedo

Correio Nagô:  Para a Secretaria Nacional de Juventude, o que é ser jovem no Brasil de hoje?

Severine Macedo: Ate pouco tempo, a juventude no Brasil era vista apenas como uma fase de transição entre adolescência e vida adulta. Toda a luta travada por organizações, movimentos e pesquisadores contribuiu para consolidar o reconhecimento da juventude como uma etapa importante da vida, que traz singularidades, diversidades, destacando-se como um período em que os sujeitos processam de maneira mais intensa suas vivências, dilemas e possibilidades.  O país possui hoje cerca de 50 milhões de jovens, com idade entre 15 e 29 anos, que já demonstraram determinação em assegurar os seus direitos e ocupar um lugar de destaque no processo de desenvolvimento do país. A população jovem brasileira nunca foi tão grande  e esta “onda jovem” se traduz em um fenômeno denominado “bônus demográfico”, no qual o peso da população economicamente ativa supera o da população dependente – crianças e idosos. Esse bônus torna-se um ativo importantíssimo na economia e cultura do país, de forma que, falar em políticas públicas de juventude significa tratar de políticas centrais para o desenvolvimento do Brasil.

Correio Nagô:  Dados oficiais divulgam que nos dois mandatos do presidente Lula, 11 milhões de jovens foram beneficiados por políticas do governo. Mesmo assim, programas como o Projovem não conseguem atingir as metas anunciadas, que seriam a de alcançar a totalidade de jovens em situação de risco, no país. São dois milhões de jovens vivendo em favelas, milhares fora da escola e do mercado de trabalho e vulneráveis à violência e ao assassinato. Quais são as falhas das políticas públicas para a juventude?

Severine Macedo: O Brasil passou por vários avanços nas políticas sociais nos últimos anos, com foco nas populações em condição de vulnerabilidade. O aumento do salario mínimo, a ampliação do acesso à educação em todos os níveis, os programas de transferência de renda, o crescimento do emprego formal dentre tantos outros, foram políticas que contribuíram para a inclusão de boa parte da nossa juventude. Hoje os jovens representam uma parcela importante da população que adentrou na chamada nova classe trabalhadora. Mas reconhecemos que ainda temos um passivo para resolver, lembrando que o reconhecimento dos jovens como sujeitos de direitos e a construção das políticas juvenis ainda são recentes no Estado brasileiro. Somente em 2005 o governo federal passou a construir estas políticas, com foco na juventude, além de reverter a visão de “jovem problema” para considerar o segmento como “sujeito de direitos”. O Projovem foi e continua sendo um programa muito importante para a elevação da escolaridade e qualificação profissional de jovens em situação de vulnerabilidade. Não podemos avaliar a eficácia do programa somente pelas metas atingidas. A diferença que a iniciativa faz na vida dos jovens precisa ser considerada, bem como as dificuldades de entrada e permanência dos alunos, que já têm um histórico de abandono da escola formal. Nesse contexto, a atualização do programa é uma preocupação permanente do governo e algumas mudanças ocorreram na nova versão do programa, que agora contará com Salas de Acolhimento para os filhos dos alunos, estimulando a permanência daqueles que não têm com quem deixar suas crianças. As mudanças vão permitir também o acesso dos municípios com mais de 100 mil habitantes, a articulação do Programa com o Pronatec e a criação dos comitês gestores, que contam com a participação dos conselhos de juventude, possibilitando que os próprios jovens possam acompanhar a execução do programa.

Correio Nagô: Foram cerca de 1,5 mil encontros, conferências municipais e estaduais, envolvendo meio milhão de jovens em todo país, e duas conferencias nacionais de juventude em Brasília, em 2008 e 2011.  O que de fato têm resultado de benefícios para a juventude e efetivação de direitos a partir desses encontros?

Severine Macedo: As conferencias são espaços muito importantes de participação e proposição de políticas. Estamos, nesse momento, implementando a primeira resolução da primeira 1ª Conferencia Nacional, que é o enfrentamento ao problema da violência que atinge a juventude brasileira, especialmente a juventude negra. Além disso, estamos constituindo um Comitê Interministerial, de caráter permanente, composto por 23 Ministérios, que foi uma demanda da 2ª Conferência. O Comitê terá a tarefa de articular, avaliar e monitorar as Políticas Públicas de Juventude, no âmbito do governo federal; É claro que nem todas as sugestões feitas nestes espaços são possíveis de ser realizadas. Mas o que queremos é dar retorno à sociedade do que foi feito, do que não foi e por que não foi realizado.

Correio Nagô: Pesquisas da Unesco revelam que há 70% mais casos de morte violenta entre os jovens do que na população em geral. É possível estimular a superação individual e a não violência, em meio a realidades tão adversas? Como promover direitos sem perpetuar protecionismos?

Severine Macedo: Infelizmente em nosso país os jovens estão mais expostos a situações de violência. E isso se agrava a partir do gênero, raça e território. Os jovens que mais morrem, vítimas de homicídios, são homens, jovens, negros e residentes das grandes cidades brasileiras.  Embora a inclusão social venha crescendo ano a ano no Brasil, os indicadores de violência aumentam, mostrando que esse tema precisa ser enfrentado com urgência. Por isso o Governo Federal elaborou o Plano Juventude Viva, de prevenção à violência contra os jovens negros, que será gradativamente implementado nos 132 munícipios com os piores indicadores de mortalidade de jovens. Já iniciamos a sua implementação no estado de Alagoas, em setembro de 2012, e a nossa meta é expandir a iniciativa para outros cinco estados este ano. Para superar este problema, precisamos ampliar as oportunidades e as políticas públicas para os jovens desses territórios, melhorando o acesso a equipamentos e serviços, enfrentando e superando a questão do racismo e do preconceito  geracional, tanto nas instituições quanto na sociedade, e buscando superar também a banalização da violência.

Correio Nagô: Quais as diferenças existentes entre ser jovem negro e jovem branco no Brasil?

Severine Macedo: Diversos dados chamam a atenção para segmentos juvenis que se encontram em situações de maior vulnerabilidade, como é o caso dos jovens negros. A política de juventude deve ser para todos, mas precisamos garantir o acesso e contemplar as necessidades dos jovens que se encontram em maior situação de exclusão, contribuindo para a reversão desse cenário. As desigualdades de raça e cor no segmento juvenil se expressam, não apenas em relação a emprego e escolaridade, entre outros indicadores, mas também na vitimização pela violência e criminalidade. Informações do SUS mostram que os jovens negros são as principais vítimas da violência. Quando analisadas as mortes  por homicídio, a taxa de jovens brancos do sexo masculino é de 63,9 por 100 mil habitantes, enquanto para os jovens negros essa taxa chega a 135,3, e para os jovens pardos, 122,8. Esperamos que o Juventude Viva possa contribuir, na prática, para a redução dessas diferenças, com a criação de oportunidades e garantia plena dos direitos desses jovens.

Correio Nagô: Na Bahia, assim como em outros estados brasileiros, a mídia tem colaborado para a banalização da violência entre os jovens, a partir da exploração de estereótipos, da condenação prévia e da criminalização da juventude, em especial, dos jovens negros. Como o governo brasileiro pode coibir essas violações de direitos e exigir que os meios de comunicação cumpram seu papel, como concessão pública, na promoção da cidadania e no combate ao genocídio da juventude?

Severine Macedo: Um dos eixos do Juventude Viva é justamente a desconstrução da cultura de violência, na perspectiva de sensibilizar a opinião pública sobre a banalização da violência e valorização da vida de jovens negros, por meio da promoção de direitos e da mobilização de atores sociais para que atuem na defesa desses direitos, a partir do conjunto de ações previstas no Plano, nas mais diversas áreas, incluindo educação, trabalho, cultura, esporte, saúde, acesso à justiça e segurança pública, entre outros.  O grande objetivo do Plano é justamente combater as desigualdade e assegurar os direitos humanos, envolvendo toda a sociedade para um debate de valores que leve à mudança de cultura, transformando o cenário atual.  Sabemos que não é uma tarefa fácil, porém, acreditamos que, com o esforço conjuntos, dos governos e da sociedade, conseguiremos chegar lá.

Conheça o Plano Juventude Viva: www.juventude.gov.br/juventudeviva

Cúpula do Mercosul e Estados Associados promove em Brasília debate sobre juventude e tecnologia

Movimentos sociais contribuem para o encontro entre os presidentes

Movimentos sociais contribuem para o encontro entre os presidentes.

Brasília recebe na próxima sexta-feira (7) a Cúpula de chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, com o tema Juventude, Ciência e Tecnologia. Além de reuniões preparatórias entre ministros, que iniciaram no último dia 3, o encontro dos presidentes será precedido da Reunião do Conselho do Mercado Comum, em nível de ministros de Relações Exteriores e da Fazenda, nesta quinta-feira (6).

A capital brasileira também sedia, entre 4 e 6 de dezembro, a Cúpula Social do Mercosul. Desde 2006, as Cúpulas Sociais passaram a ser realizadas semestralmente e se tornaram o principal espaço de diálogo e interação entre governos e sociedade civil dos países membros e associados. “Os resultados dos debates realizados nas Cúpulas Sociais são apresentados nas Cúpulas de Chefes de Estado do Mercosul para apreciação pelos presidentes do Bloco”, diz o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

As Cúpulas Sociais são organizadas com o apoio do Programa Somos Mercosur,uma iniciativa pública lançada na Presidência pro tempore Uruguaia em 2005, visando ampliar a inserção da sociedade civil em espaços de debate. Nelas são debatidos temas como Comunicação Social, Tecnologia Social, Gênero e Diversidade, Juventude, Educação, Migração, Direitos Humanos e Participação Social.

“No âmbito da Presidência pro tempore do Brasil, a Secretaria-Geral da Presidência da República inova em relação à participação da sociedade civil”, afirma o ministro Gilberto Carvalho. Ele cita como exemplo de mudanças, as atividades no âmbito do Programa Mercosul Social e Participativo, com o objetivo de debater temas da integração, encaminhar sugestões da sociedade civil e divulgar iniciativas do governo relacionadas à participação social no Mercosul.

A Cúpula Social em Brasília teve oficinas de debate, estruturadas em tendas temáticas. Ao final dos painéis, as propostas de cada tenda são encaminhadas para serem votadas e compiladas no documento final a ser entregue aos presidentes. Haverá também um debate temático sobre juventude sul-americana, celebrando o ano da Juventude no Mercosul. Ainda nesse contexto, será realizada uma reunião do Parlamento Juvenil do Mercosul.

Avanço

Segundo Carvalho, as Cúpulas Sociais se tornaram um evento regular da agenda oficial do Mercosul e representam um avanço importante na adoção de um método de decisão mais transparente, legítimo e participativo no Bloco. Cerca de 5 mil participantes, de centenas de organizações sociais e movimentos populares dos Estados Partes e Associados, se incorporaram nessa experiência de participação social.

Desde 2006, treze edições da Cúpula Social foram realizadas: Córdoba e Brasília (2006); Assunção e Montevidéu (2007); Tucumã e Salvador (2008); Assunção e Montevidéu (2009); Isla del Cerrito e Foz do Iguaçu (2010); Assunção e Montevidéu (2011); e Mendonza (2012).

A primeira delas organizada pelo governo brasileiro, em 2006, reuniu mais de 500 representantes de organizações da sociedade da Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Já em dezembro de 2008, a Cúpula Social em Salvador (BA) foi uma oportunidade para debater as respostas dos governos à crise mundial. E em 2010, em Foz do Iguaçu (PR), 700 lideranças da sociedade civil dos países da América do Sul trataram de temas como ações coordenadas na fronteira e segurança alimentar e nutricional.

Escoteiros do Brasil apóiam o Estatuto da Juventude

Escoteiros do Brasil apóiam o Estatuto da JuventudeOs Escoteiros do Brasil divulgaram uma nota pública em que defendem o Estatuto da Juventude. O assunto ainda está em debate junto ao Senado Federal na forma do Projeto de Lei Complementar.

O PLC 98/2011, que institui o Estatuto da Juventude, dispõe sobre os direitos dos jovens, os princípios e diretrizes das políticas públicas de juventude, o estabelecimento do Sistema Nacional de Juventude dentre outras providências.

Por esta nota a União dos Escoteiros do Brasil, por deliberação de seu Conselho de Administração Nacional, vem manifestar seu apoio à aprovação do referido projeto de lei complementar.

A União dos Escoteiros do Brasil, única entidade autorizada à prát ica do Escotismo em nosso país, responsável por sua organização e implementação, reafirma sua preocupação com a necessária proteção dos direitos da juventude brasileira, como instrumento de realização da cidadania.

Destaca, por fim, que a aprovação de norma que busque dar plena proteção à juventude brasileira vem complementar a preocupação de nossa nação com este tema, o qual também se encontra regulado junto ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

Políticas Públicas de Juventude em Balneário Camboriú

POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ

As discussões envolvendo as Políticas Públicas de Juventude (PPJ) se acentuaram nos últimos anos a partir da constatação das singularidades que envolvem os jovens. A presença da juventude como maior vítima da violência, do desemprego, das drogas, da ausência de oportunidades educacionais, culturais, esportivas e de lazer no tempo livre se somam a necessidade de vencer os preconceitos que recaem sobre esta parcela da população.

Foi com a criação da Secretaria Nacional de Juventude e do Conselho Nacional de Juventude que as PPJ entraram na pauta do país, permitindo a realização das Conferências Nacionais, a elaboração do Pacto da Juventude e a tramitação do Estatuto da Juventude, importantes ganhos políticos para os jovens. Neste contexto que Balneário Camboriú, em 2008, implementou o Departamento de Assistência a Juventude e o seu Conselho Municipal, realizando o I Fórum Municipal de Juventude que dentre diversas prioridades estabeleceu a necessidade de um Fundo Municipal específico para as PPJ.

Nossa Balneário Camboriú enquanto uma cidade tipicamente jovem, repleta de diversidade cultural das diferentes “tribos” que caracterizam a juventude, necessita ampliar suas PPJ. Uma reserva orçamentária através de um Fundo Municipal permitiria a ampliação ou institucionalização de projetos como escolinhas de skate, hip-hop e capoeira, cinemas nos bairros, bibliotecas volantes, pré-vestibulares comunitários, festivais anuais de juventude e oficinas de produção audiovisual (fotografia, vídeos, jornais, TV e rádios comunitárias). Mais do que nunca também se faz necessário estabelecer em lei uma política de abertura das escolas municipais nos finais de semana, proporcionando espaços públicos para o esporte, lazer, arte e cultura dos jovens.

Assim é preciso se estabelecer um Plano Municipal de Juventude para Balneário Camboriú, com recursos para sua efetivação, devendo inclusive se debater a possibilidade de uma Secretaria Municipal de Juventude, juntamente ou de igual maneira que hoje se propõe para as políticas aos idosos, tendo em vista serem duas parcelas da população que tão bem marcam nossa cidade. Para tanto é fundamental uma maior participação política dos jovens na defesa de seu papel na sociedade, atuando nas diferentes organizações do movimento cultural, ambiental, esportivo, estudantil, comunitário, religioso, etc.

Policial Bitta

Conferência Regional de Juventude

Convite da SDR Blumenau para 2ª Conferência Regional de Juventude

Convidamos todos e a todos, jovens ou não para a segunda Conferência Regional de Juventude será realizada no dia 22 de outubro no auditório Galileu Galilei, Uniasselvi, na cidade de Indaial, com início as 8h. A II Conferência Regional de Juventude têm abrangência, regional de acordo com as SDR’s de Blumenau, Brusque e Timbó e os municípios associados à AMMVI.

Ilhota realizará a conferência de juventude na etapa regional

Cartaz da conferência regional de juventude [Ilhota]

O município de Ilhota realizará sua conferência de juventude junto com a etapa regional. A segunda Conferência Regional de Juventude será realizada no dia 22 de outubro no auditório Galileu Galilei, Uniasselvi, na cidade de Indaial, com início as 8h. A II Conferência Regional de Juventude têm abrangência, regional de acordo com as SDR’s de Blumenau, Brusque e Timbó e os municípios associados à AMMVI.

Os municípios envolvidos são: Apiúna, Ascurra, Benedito Novo, Blumenau, Botuverá, Brusque, Doutor Pedrinho, Gaspar, Guabiruba, Ilhota, Indaial, Luiz Alves, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó.

O cronograma da programação:

  • 8h Chegada da Comissão Organizadora Regional
  • 8h30 Chegada, credenciamento e café a disposição.
  • 9h30 Abertura oficial, mesa de abertura com falas e Hino.
  • 9h45 apresentação do Grupo de Hip Hop.
  • 10h Leitura do Regimento Interno e aprovação/alterações em plenária.
  • 10h30 Palestra com Alan, coordenador estadual de juventude.
  • 11h Início das oficinas.
  • 12h30 Almoço (Na cantina da universidade R$ 12. Retire seu ticket com a sua prefeitura).
  • 13h30 Retorno das Oficinas.
  • 14h45 Coffe Break.
  • 15h Apresentação Blumenau.
  • 15h20 Apresentação e aprovação das propostas.
  • 17h Eleição dos delegados.
  • 18h Encerramento.

Grupos de trabalhos

  • Sexualidade e diversidade – Liliane
  • Trabalho e renda – Nazareno
  • Drogas – Claus
  • Cultura e lazer – Viegas
  • Comunicação – Bianco
  • Segurança
  • Diálogo com governo – Josiane
  • Moradia – Marilu
  • Educação – Túlio

Inscrições podem ser realizadas via web por esse link. Se preferir, baixe o arquivo neste link no formato em pdf ou em formato em doc.

Após o preenchimento desta ficha é necessário encaminhá-la a Assessoria da Juventude de Ilhota no email juventude@ilhota.sc.gov.br. Informações no 3343-8811 ou no @juventudeilhota. Dúvidas e esclarecimento via e-mail ao seguinte endereço: james@bnu.sdr.sc.gov.br.

Confirme sua participação acessando este link.