Mais de 16 mil conteúdos digitais no Portal do Professor

Portal do Professor

Material pode ser usado gratuitamente.

O Portal do Professor já armazena mais de 16 mil conteúdos digitais desde que foi criado pelo Ministério da Educação, em 2007. O conteúdo pode ser utilizado gratuitamente por professores da educação infantil ao ensino superior como apoio a aulas. Mais de um milhão de visitantes de 190 países acessam mensalmente a página, em busca de recursos multimídia ou de sugestões de aulas sobre diferentes temas, postadas pelos próprios professores.

O Portal indica endereços virtuais de bibliotecas e museus de todo o mundo, revistas pedagógicas e outras páginas com conteúdo educacional. Há também vídeos, recursos em PDF, áudio e simuladores de laboratórios virtuais de química e física. Os professores podem alimentar o portal enviando sugestões de blogs das suas próprias escolas e vídeos educativos postados pelos alunos no Youtube.

Além de ter acesso às aulas originais, em inglês, os internautas são redirecionados para aulas de química, física, matemática e biologia traduzidas para o português. Nele, o professor poderá preparar a aula e informar sobre os cursos de capacitação oferecidos em municípios e estados e na área federal e sobre a legislação específica.

Antes de serem publicadas, as propostas de aulas enviadas por professores passam por um processo de validação e, caso precise de informações adicionais, retorna para o professor com sugestões de endereços e conteúdos digitais para enriquecer aquela aula. Já estão publicadas 12 mil aulas, abordando diferentes temáticas para a educação básica e profissionalizante.

Sugestões

Como as sugestões de aula enviadas pelos professores brasileiros são de livre acesso, outro docente pode reeditá-la, acrescentando ideias e outros recursos, mas a aula original é mantida no portal. É como uma rede social, em que os professores podem fazer comentários sobre as aulas enviadas. As melhores sugestões são selecionadas e agrupadas em coleções temáticas, criando sequência didática de determinado tema do currículo. Atualmente há 726 coleções da educação infantil ao ensino médio.

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Projetos que abonam faltas de professores e anistia PMs chegam à Alesc

Protesto de professores em Portim„o

O governador Raimundo Colombo assinou e encaminhou, na tarde desta quarta-feira (30), para a Assembleia Legislativa, dois projetos de lei aguardados com ansiedade pela Polícia Militar e pelos professores catarinenses. O primeiro documento dá anistia aos policiais militares e bombeiros que fizeram parte de movimentos reivindicatórios de 22 a 27 de dezembro de 2008 e, o segundo, abona as faltas dos professores que participaram de greves em 2008 e 2010. A medida também se estenderá aos professores que fizeram parte do movimento grevista deste ano, desde que seja comprovada a reposição das aulas.

Sem a anistia, os militares sofriam penalidades administrativas que impediam a evolução na carreira. De acordo com o projeto, os policiais e bombeiros militares, que foram exonerados ou licenciados por causa da participação no movimento, terão 60 dias para serem reintegrados ao trabalho. “Era um pedido antigo da classe e que interferia na carreira dos profissionais. Assim, eles vão poder continuar prestando o trabalho aos catarinenses com dedicação e evoluindo na sua profissão”, afirma o governador Raimundo Colombo.

Assim como os policiais militares, os professores que participaram das greves de 2008, 2010 e 2011 também encontravam problemas na hora de requerer benefícios como a licença-prêmio, promoções, progressão de função, adicional por tempo de serviço e aposentadoria.

Benefícios

O Governo do Estado também encaminhou outros dois projetos. Um dos documentos trata da gratificação dos servidores do Instituto de Metrologia de Santa Catarina (Imetro/SC). O órgão era o único da administração indireta que não possuía nenhum tipo de abono além do salário. A medida passará a valer a partir de 1º de janeiro. “Queremos corrigir uma defasagem histórica”, explicou o governador.

O outro projeto prevê um aumento do valor indenizatório para os guarda-vidas civis, a partir de 1º de janeiro. Atualmente, os profissionais que prestam serviços temporariamente como guarda-vidas civis no Estado recebem um valor de R$ 75,00 por dia. A partir do próximo ano, esse valor passará para R$ 100,00. Além desses, o governador Raimundo Colombo também encaminhou para os deputados estaduais uma mensagem com o estatuto da Centrais Elétricas de Santa Catarina – Celesc, para apreciação e possível alteração.

Gerência de Educação de Blumenau contrata urgente professores ACTs

Professor

A Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Blumenau contrata urgente professores de Inglês, História e Química em caráter temporário – ACTs. As vagas são para as EEB Hermann Hamann, Governador Celso Ramos e Pedro II, em Blumenau e EEB José Bonifácio, em Pomerode, para lecionar até o fim do ano letivo. Os interessados devem procurar a Gerência (Rua Braz Wanka, 238 – Vila Nova), de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h.

Maiores informações

Professores de matemática terão 1,5 mil vagas de mestrado gratuitas

Podem participar professores da educação básica, especialmente de escolas públicas.

Estão abertas até o próximo dia 26 as inscrições para curso de mestrado profissional, gratuito, destinado à qualificação de professores de matemática. São oferecidas 1.525 vagas, em todo País, em 65 polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB). Financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, o curso de pós-graduação destina-se a professores de matemática da educação básica, especialmente de escolas públicas.

O curso será ministrado na modalidade semipresencial por uma rede de instituições de educação superior ligadas à UAB, sob a coordenação da Sociedade Brasileira de Matemática.

Exame

Para concorrer às vagas, os candidatos terão de passar pelo Exame Nacional de Acesso, que consiste em prova única, em 26 de novembro, com questões objetivas e discursivas e duração máxima de quatro horas. Cada polo do programa destinará 80% das vagas a professores da rede pública de educação básica. Confira os polos que oferecem o curso. Acesse o edital.

Número de alunos que cursam pós-graduação aumentou 21,6% de 2006 a 2010

De acordo com estudo apresentado na última terça-feira (11), pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), 132.420 alunos entraram para a pós no Brasil em 2006. Já em 2010, este número aumentou 21,6%, chegando a 161.068 alunos. Considerando apenas as universidades federais, a variação foi de 31%.

Esta greve é diferente

A nossa categoria já passou por várias greves.

No entanto, esta greve é diferente.

É fundamental deixar claro que esta greve não é para pedir aumento de salário.

Esta greve é para exigir o cumprimento da Lei.

Há uma Lei federal que estabelece o piso da nossa categoria.

E há uma Lei estadual que estabelece o plano de carreira do magistério.

Por uma decisão do Supremo Tribunal Federal, o Piso Nacional dos Professores deve ser tomado como o valor inicial do plano de carreira.

Nossa greve é para que se apliquem as Leis.

Nossa greve é para que se cumpra a determinação do STF.

Quanto a isso, não pode haver nenhuma negociação.

Nenhum sindicato, nenhuma categoria e nenhum governo tem legitimidade para se sobrepor à Lei e às decisões do STF.

Nesse sentido, a nossa greve não pode ser uma greve para “pedir” o que quer que seja.

A nossa greve é para exigir o cumprimento da Lei.

Podemos negociar com o governo do Estado?

Sim, podemos.

Podemos, por exemplo, abrir mão do Prêmio Educar.

Até porque ele nunca foi de fato um prêmio.

Ele sempre foi uma estratégia do governo para iludir a opinião pública.

O governo deu o prêmio para não dar aumento.

Agora que o nosso aumento já foi garantido por uma Lei federal e consolidado por uma decisão da mais alta corte de justiça do Brasil, esse prêmio pode ser dispensado.

Também podemos negociar a forma e o prazo de recebermos os atrasados.

A forma e o prazo de recebermos aquilo que a Lei já nos assegura desde 2008 e que o governo deixou de pagar, mas que inegavelmente nos deve e terá que pagar.

Também podemos negociar uma padronização da regência de classe.

Tudo aquilo que não fere a Constituição, nem fere os direitos já estabelecidos e consolidados por Lei nos podemos negociar.

O que nós não podemos negociar é a nossa cidadania.

Nós somos formadores de cidadãos.

Nós somos exemplo para milhões de crianças e adolescentes.

Por isso nós temos o dever profissional de ensinar-lhes o correto.

E o correto é lutarmos pela aplicação das leis, sempre que tais leis sejam a expressão de direitos legítimos.

Por isso, eu repito: esta greve é para exigir o cumprimento da Lei.

Esta greve é para que se aplique o piso nacional dos professores ao nível 1A da tabela do plano de carreira do magistério e que os percentuais estabelecidos nesse plano sejam cumpridos.

Em 2008, o governo podia ter chamado os professores para negociar a forma de pagar o que é legítimo.

Mas o governo não quis negociar. Preferiu recorrer ao Supremo Tribunal Federal. E perdeu.

O STF se manifestou a favor da legalidade.

Agora não há mais o que negociar no que se refere à validade e aplicação da Lei.

Portanto, só nos resta dar para a sociedade uma demonstração de coerência entre nosso discurso e nossa prática.

Só nos resta dizer que, enquanto o governo do Estado de Santa Catarina estiver fora da lei, nós professores continuaremos fora da sala de aula.

Texto escrito pelo professor Sérgio Sell da EEB Irmã Maria Teresa – Palhoça

Sinte anuncia greve dos professores

Caro amigo do blog dcvitti!

Recebi esse email hoje do professor Arno, educador da escola Marcos Konder e quero compartilhar como todos, sobre o posicionamento Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina, e sou solidário ao movimento e apoio, condicionalmente a classe dos professores! Então, eis o manifesto… aproveito a oportunidade para você apoiar e repassar para o máximo de pessoas possíveis… apóie nossos professores!

Senhores pais:

Como vocês já devem ter ouvido através da imprensa, os trabalhadores da Educação da rede pública estadual de Santa Catarina paralisarão as atividades a partir do dia 18 de maio.

Informamos que o SINTE/SC tentou evitar esta situação, mantendo contatos desde o início do ano de 2011 com o Governo Estadual para negociar a pauta de reivindicação da categoria. Apesar de termos conversado com o Secretário de Educação e seus assessores, pouco ou nada foi resolvido quanto aos nossos pleitos.

O que os trabalhadores da Educação querem é que o governo de Santa Catarina cumpra a Lei do Piso aprovada pelo Governo Federal em 2008 e julgada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 6 de abril de 2011.  A lei existe, é legal e deve ser cumprida. A maioria dos estados brasileiros já paga o piso. Por que Santa Catarina não paga?

Em função disto, mais de dez mil professores, reunidos em assembléia estadual no dia 11/05 passado, resolveram que:

  • entre os dias 12 a 17 de maio serão ministradas aulas de 30 minutos;
  • a partir do dia 18 de maio (4ª feira), tem início a greve no magistério por tempo indeterminado;
  • durante este período serão intensificados os contatos com o governo do estado para que este cumpra o que a lei determina.

O futuro de seus filhos e filhas (vida, trabalho, salário, realização pessoal), em muito depende da educação que conseguirmos dar a eles. Por isso pedimos que apóiem a escola, os educadores nesta luta. Temos que fazer da escola um espaço que satisfaça aos anseios de todos os que realmente necessitam dela.

Só dependemos de que o governo faça a sua parte. Nós faremos tudo para resolver esta situação o mais rápido possível e, com isso, podermos retomar rapidamente nossas atividades normais.

Pedimos vosso apoio, compreensão e participação nessa luta.

Atenciosamente,

Coordenação estadual do SINTE/SC

É isso. Rock!

Piso salarial dos professores será reajustado em 15,85% e subirá para R$ 1.187

Dinheiro

O Ministério da Educação (MEC) anunciou que o piso salarial do magistério será reajustado em 15,85%, elevando a remuneração mínima do professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais para R$ 1.187,00. A correção reflete a variação ocorrida no valor mínimo nacional por aluno – definido no início de cada ano – no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2010, em relação ao valor de 2009.

O reajuste foi calculado neste mês de fevereiro e será retroativo ao dia 1º de janeiro. Esse novo valor de remuneração está assegurado pela Constituição Federal e deve ser seguido em todo o território nacional, pelas redes educacionais públicas e particulares, municipais e estaduais.

As prefeituras e governos estaduais poderão complementar o orçamento com verbas federais para cumprir a determinação do piso da magistratura. Para tanto, deverão atender aos seguintes critérios:

  • Aplicar 25% das receitas na manutenção e no desenvolvimento do ensino;
  • Preencher o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope), do Ministério da Educação;
  • Cumprir o regime de gestão plena dos recursos vinculados para manutenção e desenvolvimento do ensino;
  • Dispor de plano de carreira para o magistério, com lei específica;
  • Demonstrar cabalmente o impacto da lei do piso nos recursos do estado ou município.

Com base nessas comprovações, o MEC, que reserva aproximadamente R$ 1 bilhão do orçamento para apoiar governos e prefeituras, avaliará o esforço dessas administrações na tentativa de pagar o piso salarial dos professores.

Os requisitos para recebimento dos recursos federais foram aprovados pelo MEC e propostos pela resolução da Comissão Intergovernamental para Financiamento da Educação de Qualidade. A comissão é integrada também pelo Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

 

Fonte: Blog da Presidência.