Está pronto para se tornar um Defensor da Liberdade?

Está pronto para se tornar um Defensor da Liberdade

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Muitos retrocessos já estão, a canetadas, saindo do papel. Ameaças circulam nas mídias e muitos discursos políticos buscam atacar, reprimir e retirar direitos das pessoas, de diferentes formas.

Direitos humanos estão sendo ameaçados! Povos indígenas e quilombolas, juventude negra, pessoas LGBTQI, mulheres e pessoas que defendem direitos humanos são alvos de declarações discriminatórias, ameaças e ataques – inclusive físicos.

Mas é preciso dizer que estamos aqui, e que estamos alertas! O ano de 2019, para esse movimento global de milhões de pessoas que é a Anistia Internacional, será de muita CORAGEM e resistência, como sempre foi.

Nossa voz permanecerá ativa e queremos que você some a sua também! http://bit.ly/2SiYbl8Você pode fortalecer esse movimento se tornando um Defensor da Liberdade!

Estamos aqui reafirmando este compromisso com você, para que você esteja cada vez mais junto conosco pela garantia de direitos: os meus, os seus e os direitos de todo mundo que é gente nesse planeta.

Embora a caminhada se anuncie difícil, vamos aproveitar esse momento como uma oportunidade de valorizarmos mais as nossas semelhanças e nos unirmos de formas ainda mais criativas e potentes.

Então te faço um convite: venha conosco fortalecer a resistência e caminhar lado a lado com quem não perde a CORAGEM e a ESPERANÇA. Com a sua doação, você multiplica a nossa mobilização por #nenhumdireitoamenos!

Nós acreditamos, esperamos e vamos agir para que o desejo de mudança da sociedade brasileira signifique ampliação de direitos, e não retrocessos.

O mundo só se transforma quando a gente se movimenta e faz barulho!

Anistia Internacional

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Alcântara: o custo do Centro Espacial para as comunidades quilombolas

Centro de Lançamento de Alcântara

Novos projetos da base de lançamentos ameaçam 400 moradores de comunidades próximas à Alcântara, no Maranhão.

O Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, mudou a vida de dezenas de famílias quilombolas. Se antes moravam ao lado do mar e sobreviviam da pesca, a nova morada, nas chamadas agrovilas, está a 40 quilômetros da antiga residência. Hoje, compram o peixe – que chega na garupa de motos.

O segundo maior Centro Especial de Foguetes do mundo nunca mandou um só satélite ao espaço. Este ano, o governo Temer retomou negociações para que os Estados Unidos usem a base.

Novos projetos ameaçam 400 pessoas das comunidades de Boa Vista e Manuma. Nessa última comunidade, vivem 71 famílias de remanescentes de escravos. Há 30 anos vivem um conflito territorial com o Centro de Lançamento de Alcântara.

Apoie a Repórter Brasil. Saiba como acessando este link!

Urgente: Quilombolas em risco!

Quilombolas em risco

A comunidade quilombola do Rio dos Macacos na Bahia está lutando contra o tempo. Em apenas alguns dias, uma ordem da justiça pode removê-los das terras na qual a comunidade vive há mais de 200 anos. Mas a solução para o problema está a nosso alcance!

A Marinha do Brasil quer expandir a Base Naval de Aratu a todo custo, mesmo que tenha quedevastar uma tradição centenária e expulsar os quilombolas da região. A comunidade está lutando pelo reconhecimento de seu direito à terra garantido pela Constituição, mas a lentidão da burocracia do governo pode permitir que eles sejam removidos antes que o relatório de reconhecimento da comunidade quilombola seja publicado e assinado pela presidenta Dilma. Eles estão com a faca no pescoço e nós podemos ajudá-los a vencer essa batalha se nos unirmos a essa causa!

Não temos tempo a perder! O juiz da causa decidirá na segunda-feira se retira os quilombolas ou espera a publicação do parecer do governo. Somente uma grande mobilização popular pode impedir que a pressão da Marinha prevaleça. Junte-se a essa luta agora, e a Avaaz e o defensor público que defende os quilombolas entregarão a petição diretamentepara o juiz quando alcançarmos 50.000 assinaturas: http://www.avaaz.org/po/urgente_quilombolas_em_risco/?bYLqhbb&v=16563.

De acordo com estudos, das três mil comunidades quilombolas que se estima haver no país, apenas 6% tiveram suas terras regularizadas. É um direito das comunidades remanescentes de escravos garantido pela Constituição, e responsabilidade do Poder Executivo emitir-lhes os títulos das terras. A cultura quilombola depende da terra para manter seu modo de vida tradicional e expulsar quilombolas dessas terras pode significar o fim de uma comunidade de 200 anos.

A comunidade do Rio dos Macacos tem até o dia 1º de agosto para sair do local e, após isso, sofrerá a remoção forçada. Entretanto, temos informações seguras que técnicos já elaboraram um parecer que reconhece o direito dos quilombolas, mas ele só tem validade quando for formalmente publicado e a comunidade corre o risco de ser expulsa nesse intervalo de tempo.

No caso do Rio dos Macacos, a pressão popular já funcionou uma vez, adiando a ação de despejo em 5 meses. Vamos nos juntar aos quilombolas e apelar para que o juiz da causa garanta a posse de terra dessa comunidade, e carimbe seu direito de viver em harmonia com suas terras. Assine a petição abaixo para impedir que a lentidão da burocracia acabe com uma comunidade tradicionalhttp://www.avaaz.org/po/urgente_quilombolas_em_risco/?bYLqhbb&v=16563.

Cada vez mais temos visto que, quando nos unimos, movemos montanhas e derrotamos gigantes. Vamos nos unir mais uma vez para garantir o direito de terra da comunidade quilombola Rio dos Macacos e dar paz as famílias que moram no local. Juntos podemos alcançar justiça!

Com esperança e determinação, Pedro, Luis, Diego, Carol, Alice, Ricken e toda a equipe da Avaaz.

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