Os cidadãos têm o direito de se manifestar, os jornalistas para informar!

Os cidadãos têm o direito de se manifestar, os jornalistas para informar!

O próximo, é você, eu vou arrancar o seu rosto e seu dispositivo

Repórteres Sem FronteirasInsultos, confisco de equipamentos, bastões, tiros apertados LBD (lançadores de balas de defesa), espancamentos, ameaças de morte. Desde meados de novembro de 2018, a mobilização de “jaquetas amarelas” resultou em vários assaltos jornalistas e equipes de notícias, tanto de manifestantes que os membros da aplicação da lei.

O aumento da violência contra os jornalistas é extremamente grave e preocupante! Obstruindo os jornalistas em seu trabalho está impedindo os cidadãos de ser informados, que está minando o pluralismo é simplesmente ameaçar a democracia.

Perante esta situação sem precedentes, associações, grupos, associações, ONGs e jornalistas dos jornalistas sindicatos estão pedindo mobilização dos cidadãos para acabar com a violência contra jornalistas. Os cidadãos têm o direito de manifestação, os jornalistas para informar, servir a todos.

Assinar esta petição, precisamos de você!

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Repórteres Sem Fronteiras

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Estudo divulga os riscos à diversidade e à pluralidade no sistema de comunicações no país

Quem controla a mídia no Brasil?

O debate sobre a democratização dos meios de comunicação no Brasil está na pauta do Serviço Social. Atualmente, o CFESS integra o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), pois considera que, se houvesse no Brasil uma mídia democraticamente acessível a todas as pessoas e segmentos, diferentes vozes seriam ouvidas e você, assistente social, poderia ter a oportunidade de assistir a outros programas de televisão e de rádio e ter até suas manifestações ouvidas.

É nesse sentido que o CFESS divulga o lançamento do estudo Quem Controla a Mídia no Brasil, que ocorreu em Brasília nesta sexta-feira, 2 de fevereiro, no auditório do Conselho Nacional do Ministério Público Federal. O levantamento, que faz parte de uma iniciativa internacional que ganhou o nome de Media Ownership Monitor (Monitor de Propriedade de Mídia), foi organizado pela instituição Repórteres sem Fronteiras.

O estudo identificou os 40 principais grupos de mídia, seus proprietários e proprietárias e os riscos à diversidade e à pluralidade no sistema de mídia do país. Participaram do lançamento a procuradora federal dos direitos do cidadão, Deborah Duprat, o representante da Repórteres sem Fronteiras no Brasil, Emmanuel Colombié, e o coordenador da pesquisa, André Pasti, do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, este último responsável pelo estudo do caso brasileiro.

Assistente social pode participar

Para além do estudo, a categoria de assistentes sociais pode participar ativamente desse debate e dessa luta. Basta conhecer as atividades da Comissão de Comunicação do CRESS de sua região, as ações e estratégias do FNDC e dos Fóruns Estaduais pela Democratização da Comunicação.

O CFESS acredita que, para se aliar a essa luta, é preciso entender que a comunicação é um direito de todos/as. E que, para todo mundo poder exercer esse direito (que inclui a expressão e o direito à informação com diversidade), é preciso que haja mais mídia independente, menos recursos públicos para a mídia privada, menos concentração de controle e propriedade, mais canais disponíveis gratuitamente para a sociedade, mais conteúdo local e menos influência de governos e políticos nos conteúdos da radiodifusão.

Você pode acessar o estudo, clicando aqui!

Conselho Federal de Serviço Social – CFESS

 

Profissionais de mídia e defensores da liberdade de expressão lançam iniciativas contra impunidade em crimes contra jornalistas

Dia Internacional para acabar com a Impunidade dos Crimes Contra os Jornalistas

Quase quatro anos depois que a Assembléia Geral da ONU declarou o 2 de novembro como o Dia Internacional para acabar com a Impunidade dos Crimes Contra os Jornalistas (IDEI, na sigla em inglês), a data se tornou uma época em que profissionais da mídia e grupos de liberdade de expressão na América Latina e no resto do mundo chamam a atenção para os níveis de violência e impunidade que afetam seus colegas.

A declaração da ONU fez parte de uma resolução que pedia que “os Estados membros façam todo o possível para prevenir a violência contra jornalistas e funcionários dos meios de comunicação, para garantir que se encontrem os culpados por meio da condução de investigações rápidas, efetivas e imparciais sobre toda a violência contra jornalistas e trabalhadores da mídia reportada e que se levem os autores de tais crimes à justiça”.

Segundo a UNESCO, foram registrados assassinatos de 930 jornalistas nos últimos onze anos. Além disso, a organização acrescentou que ninguém é punido em nove entre cada dez casos.

No ano passado, a organização informou números que mostram que, na década anterior, apenas 11% dos homicídios de jornalistas que ocorreram na América Latina e no Caribe foram resolvidos.

Como parte da campanha #MyFightAgainstImpunity (Minha Luta Contra a Impunidade), que destaca seis entrevistas com jornalistas, ativistas de direitos humanos e parentes de jornalistas mortos, a UNESCO compartilhou a história de Oscar Cantú, fundador e editor do jornal Norte em Ciudad Juárez, no México. Cantú fechou o impresso em abril de 2017 após o assassinato de uma de suas jornalistas, Miroslava Breach.

Ficar sabendo de sua morte foi traumático para mim. Não só porque perdi uma colega querida, mas também porque me fez perceber que ainda não somos capazes de exercer nosso direito de informar o público, disse Cantú à UNESCO. Desde que o Norte foi fundado, há 27 anos, as condições para o exercício do jornalismo não mudaram.

O fundador do jornal apontou que mais de 11 jornalistas foram mortos no México apenas este ano.

“Fechei meu jornal como uma forma de protesto, como uma exigência de que os criminosos que matam jornalistas sejam levados à justiça. Quando conseguirmos a justiça, vamos abri-lo novamente”, disse ele. Cantú também pediu aos meios de comunicação que lembrem constantemente o público sobre os casos não resolvidos de crimes contra a imprensa.

Para marcar o IDEI, assim como a UNESCO e Cantú, organizações de liberdade de expressão e jornalismo da América Latina e de todo o mundo publicam sobre casos de violência contra jornalistas e sobre a subseqüente impunidade dos autores crimes, e também exigem que os governos façam mais para proteger os trabalhadores da mídia.

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) divulgou seu Índice de Impunidade Global, que mais uma vez mostrou o México e o Brasil entre os países com os mais altos níveis de impunidade em crimes contra jornalistas no mundo.

A IFEX e seus membros continuaram a campanha “No Impunity” (Sem Impunidade) para elevar “as vozes das vítimas ao cenário internacional” e exigem que “os governos defendam padrões mais elevados de justiça e responsabilidade”. Eles se concentraram em “cinco casos emblemáticos de impunidade”, incluindo o da jornalista Jineth Bedoya, na Colômbia, que foi sequestrada, torturada e agredida sexualmente por membros de grupos paramilitares, enquanto ela reportava uma história em uma prisão em 2000. Embora algumas prisões tenham sido feitas neste caso, os julgamentos estão em andamento e ela foi convocada para testemunhar no tribunal várias vezes. Ela criou a campanha #NoEsHoraDeCallar (Não é hora de ficar em silêncio) para combater a violência sexual contra as mulheres.

Para participar nas mídias sociais e compartilhar suas próprias histórias, os usuários marcaram suas postagens com hashtags como #EndImpunity (Pelo fim da Impunidade), #JournoSafe(Jornalistas Seguros) e #SayNoToImpunity (Diga não à Impunidade).

Nos dias que antecederam o IDEI, algumas organizações lançaram oficialmente projetos que não só aumentariam a conscientização a respeito dos jornalistas que foram assassinados por sua profissão, mas também asseguraram que suas investigações não fossem interrompidas.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) começou o Programa Tim Lopes para a Proteção de Jornalistas. Nomeado em homenagem a um repórter de TV Globo morto enquanto reportava em uma favela do Rio de Janeiro em 2002, o projeto visa a investigar assassinatos, tentativas de assassinato e sequestros de profissionais da mídia e dar continuidade a seus trabalhos.

A organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) e a Freedom Voices Network lançaram oficialmente o projeto Forbidden Stories (Histórias Proibidas), que fornece uma plataforma para os jornalistas ameaçados de publicar seus trabalhos. No caso de um jornalista não poder continuar suas investigações, possivelmente devido a ameaças ou à morte, a organização pode continuar e divulgar seu trabalho. A organização iniciou o projeto promovendo as histórias de três jornalistas recentemente mortos no México por sua profissão.

A UNESCO e o Congresso Latino-Americano de Jornalismo Investigativo (COLPIN) planejam lançar a iniciativa “Quem investiga os crimes contra os investigadores?” no congresso de 2017 em Buenos Aires, Argentina, em 2 de novembro.

“Com o objetivo de estimular reportagens investigativas sobre a questão da impunidade em crimes contra jornalistas, a iniciativa tem como principal objetivo aumentar a solidariedade entre os jornalistas latino-americanos e contribuir para a redução da impunidade e da violência contra jornalistas”, disse um comunicado da UNESCO. “O projeto incluirá a produção de quatro reportagens dirigidas a jornalistas, além de debates e divulgação de um portal da web que reunirá, publicará e divulgará as reportagens”.

E também no dia 2 de novembro, o Centro Knight, a UNESCO e a Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) anunciaram a última edição do curso on-line “Marco Jurídico Internacional da Liberdade de Expressão, Acesso à Informação Pública e  Proteção dos Jornalistas“. Até o momento, as cinco edições anteriores deste curso capacitaram mais de 5.200 juízes e operadores de Justiça na América Latina e Espanha sobre normas internacionais que regem a liberdade de expressão, o acesso à informação e a proteção dos jornalistas.

Fonte

Quem controla a mídia no Brasil?

 

Quem controla a mídia no Brasil?

RSF e Intervozes lançam relatório “Quem Controla a Mídia no Brasil”

A Repórteres Sem Fronteiras e a Intervozes lançaram na tarde de terça-feira (31), em São Paulo, o Monitoramento da Propriedade da Mídia no Brasil (MOM). A pesquisa, que durou quatro meses e contou com a participação de apenas oito profissionais oferece uma imagem detalhada de quem são os proprietários da mídia no Brasil e de sua atuação em outros setores da economia. O país é o 11.º a receber o levantamento e os dados completos da pesquisa podem ser acessados pelo site do MOM.

Foram investigados 50 veículos de comunicação de todo o país divididos em quatro grandes grupos: TV, rádio, impresso e online. E evidenciou-se que 26 deles pertencem ou são controlados por grupos econômicos. Nove são do Grupo Globo, cinco do grupo Bandeirantes, outros cinco de Edir Macedo (considerando a Rede Record e os meios de comunicação da Igreja Universal do Reino de Deus), quatro da RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul e três do grupo Folha. Os grupos Estado, Abril e Editoral Sempre Editora/SADA controlam, cada um, dois dos veículos de maior audiência. Os demais possuem apenas uma das mídias pesquisadas.

A pesquisa identificou que 73% destes grupos têm sede na região metropolitana de São Paulo. No total, 80% estão localizados nas regiões Sul e Sudeste do país, de onde dominam a audiência nacional. No segmento de TV, mais de 70% da audiência nacional está concentrada em quatro grandes redes (Globo, SBT, Record e Band) e, somente a Rede Globo, detém mais da metade da audiência entre os “top quatro”, 36,9%. O SBT segue com 14,9% e a Record registra 14,7% do total.

Metodologia

O MOM-Brasil mapeou 50 veículos ou redes de comunicação em quatro segmentos: 11 redes de TV (aberta e por assinatura), 12 redes de rádio, 17 veículos de mídia impressa (jornais de circulação diária e revistas de circulação semanal) e 10 veículos online (portais de notícias). De acordo com os organizadores, a pesquisa brasileira é a de maior extensão já realizada pela RSF. Nos demais países, o número de veículos investigados chegou a, no máximo, 40.

Os veículos foram selecionados com base em dados de audiência. Também foi considerada sua capacidade de agendamento, ou seja, seu potencial de influenciar a opinião pública. A diferença entre o número de veículos de cada tipo se deve a maior ou menor concentração de audiência e ao alcance geográfico em cada segmento.

Para cada emissora, a equipe realizou um perfil dedicado ao histórico do veículo e também do grupo controlador até chegar ao proprietário da mídia. No total, estão disponíveis 98 perfis, em inglês e português, que detalham os vínculos comerciais, parcerias, amigos influentes, relações políticas e religiosas de cada um deles.

“Fizemos um trabalho de levantamento de fontes de audiência disponíveis e em alguns casos fontes de hábito de consumo da mídia e cruzamos os dados. O IVC também foi um grande parceiro, que enviou informações para a pesquisa com muita generosidade. Diferentemente de outros setores que são controlados por mercado de venda de informação, como é o caso da audiência de TV, por exemplo, onde o custo pra obtenção dos dados é muito alto”, apontou André Pasti, coordenador da pesquisa pelo Intervozes.

Ainda sobre a metodologia utilizada no levantamento, desenvolvida pela RSF Alemanha, Pasti pontuou a importância de dar transparência às informações. “Para além de dizer quem são, é saber que interesses econômicos existem. Isso é um ganho da pesquisa no sentido de dar transparência. Não significa que porque uma empresa tem negócios no mercado financeiro vai proibir seus jornalistas de fazer uma crítica, mas é importante que as pessoas saibam quais interesses econômicos estão associados aos grupos e famílias que detém o controle da mídia no país”, disse.

“Fizemos um esforço grande de separar o conceito de empresa, de legalidade de empresa. Porque há empresas que têm 20 ou mais CNPJs e a própria ‘pejotização’ está levando a algumas parcerias do tipo: conselheiro que recebe parcela de ações e vira acionista ou diretor para dar conta de uma contabilidade criativa nas empresas. E isso dificulta de maneira inimaginável o trabalho”, defendeu.

Pasti comentou também, sobre a dificuldade na obtenção de dados dos veículos.  “Faz parte da metodologia buscar as fontes oficiais, descobrir se as empresas disponibilizam dados de propriedade e outros publicamente, se há transparência ativa e nenhuma no Brasil tem, nenhuma empresa fornece esses dados. Fizemos pedidos de informação às empresas, mandamos mensagem para todas elas, garantimos que o pedido foi recebido e demos um prazo para retorno. Nenhuma empresa devolveu as informações”, vaticinou.

Ainda de acordo com Pasti, das 50 empresas investigadas, uma respondeu que eram informações estratégicas, “sendo que ela é concessionária de televisão e é um serviço público que obriga ela por Lei a nos dar essa informação”, disse. Outra respondeu querendo saber se os demais veículos tinham respondido e que ela só daria as informações caso as outras também o fizessem. E a terceira disse que ajudaria, mas que estava com dificuldade em obter as informações. “Isso foi assim até o fim da pesquisa. Não temos transparência ativa nem passiva nos dados”, apontou.

Resultados

A partir dos perfis levantados, a equipe chegou a uma série de indicadores de riscos à pluralidade na mídia no país. Dos dez indicadores, oito representam risco médio e alto para a transparência na imprensa. Entre os 11 países pesquisados pela RSF até agora, o Brasil é o mais negativo neste quesito.

A pesquisa indica também, que o perfil dos proprietários dos grupos é, em sua maioria, homens, brancos e cristãos. As exceções estão no Grupo SADA, Grupo Record e, também, no SBT, onde os cargos executivos já estão sob a gerência das filhas e esposas dos proprietários.

“Tentamos mapear não apenas os donos que constam nos CNPJs, mas também quem é a cara pública dos veículos, o CEO, o diretor de redação e o redator-chefe, se tem outras pessoas importantes naquele grupo e os colunistas. Se considerar não só os fundadores e proprietários, mas também etes cargos executivos, a maior parte deles é composta por homens brancos e grupos familiares. Há muita transmissão da empresa para as famílias, filhos, herdeiros, netos, bisnetos”, apontou Olivia Bandeira, da Intervozes.

Outro dado importante é a relação entre a mídia e os grupos políticos; 32 deputados federais e oito senadores controlam meios de comunicação, ainda que não sejam formalmente seus proprietários. O relatório aponta que, na maioria dos casos, as afiliadas são controladas por empresas que representam diretamente políticos ou famílias com tradição política. No caso da família Macedo, controladora do grupo Record e da Igreja Universal do Reino de Deus, eles dominam o Partido Republicano Brasileiro (PRB).

A relação dos proprietários de mídia com as Igrejas também é destaque na pesquisa. Veículos com programação evangélica, católica e espírita dominam as faixas de horários arrendados em veículos não-religiosos, como no caso da Record ou da Rede TV!. A presença de colunistas em impressos e em rádios também é marcante. “As minorias religiosas e religiões afrodescendentes não aparecem em local nenhum, nem na propriedade e nem na produção de conteúdo”, declarou Olívia.

Para Olaf Steenfadt, coordenador global do projeto MOM, esta relação entre veículos e Igreja é típico do Brasil. “Investigamos 10 países até agora e em nenhum o envolvimento entre a Igreja e a mídia foi tão intenso e profundo quanto no Brasil. Há apenas um país que talvez possamos comparar que são as Filipinas, onde há grande presença da Igreja Católica, que além de possuir canais de mídia usa isso como plataforma política”, declarou.

“O que vemos de particular neste cenário brasileiro é a triangulação entre igrejas, política e negócios, em que a Igreja também tem influência em outras áreas como a educação, por exemplo”, disse.

“É possível compreender que este é um fenômeno particularmente cristão. Em outros países de outras religiões, muçulmanas, por exemplo, há um tom geral muçulmano nas mídias, mas não há a propriedade de uma igreja ou instituição. Isso também não acontece em países budistas ou hindus”, ponderou.

Além disso, setores do agronegócio, bancos, siderúrgicas, instituições educacionais e empresas do ramo da saúde são mantidos pelos proprietários de mídia investigados.

Baixa adesão

Apesar de terem tido contato com as emissoras durante a apresentação dos dados à imprensa não houve comparecimento de membros dos veículos citados na coletiva, com exceção de dois representantes de uma das rádios do Grupo Bandeirantes e a reportagem da IMPRENSA. Também não compareceram veículos de trade, coletivos independentes, sindicatos ou demais órgãos de representação.

De acordo com Olívia, todos os veículos que foram investigados receberam convites para a coletiva e também para o evento de apresentação, que aconteceu no final da tarde. Além disso, a RSF se reuniu ainda, com representantes dos grupos durante todo o processo de levantamento de informações.

Segundo a assessoria de imprensa do MOM, a taxa de recebimento e abertura dos e-mails com o release sobre a pesquisa chegou a 100% em alguns dos veículos mais significativos da região sudeste e, mesmo assim, não houve cobertura destes sobre o relatório.

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Preso por quase 16 anos e 8 meses

Dawit Isaak

Repórteres Sem FronteirasEditor da Setit jornal, Dawit é uma grande figura da imprensa independente na Eritreia, um exemplo para muitos de seus colegas.

Em 18 de Setembro de 2001, o jornalista sueco-eritreu foi arredondado para cima e preso com outros dez colegas reformadores influentes. Foi quando que teve lugar, na indiferença geral, a volta totalitário que colocar Eritreia no estado catastrófico onde está hoje. E assim que o pluralismo ea liberdade de imprensa estão extintos neste país.

Algumas fontes dizem que Dawit é regularmente transferido para um hospital militar para ser mantido vivo. Outros dizem que está morto. O regime de Asmara afirma que ainda está vivo. Em qualquer caso, sua família e seus parentes têm o direito à verdade.

Por anos nós falamos sobre Dawit, e vamos deixar de fazê-lo até que esteja livre. Em 2014, uma queixa por “crimes contra a humanidade”, “tortura” e “seqüestro”, foi demitido após a justiça sueca. Dawit No entanto, como um cidadão europeu. É hora de conhecer a verdade e obter a sua libertação.

Assine a petição para Dawit Isaak, e todos os jornalistas detidos na Eritreia para serem liberados!

Repórteres Sem Fronteiras

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World Press Freedom Index 2017 – Ponto de inflexão do RSF

World Press Freedom Index 2017

Repórteres Sem FronteirasA boa notícia é que Repórteres sem Fronteiras (RSF) acaba de lançar o World Press Freedom Index 2017. A má notícia é que a liberdade de imprensa está em pior estado que já vimos.

A liberdade de imprensa recuou onde quer que o modelo de strongman autoritário triunfou. Democracias começaram a cair no Índice em anos anteriores e agora, mais do que nunca, nada parece estar verificando essa queda.

“Indicador global” da RSF nunca foi tão alta (3872). Esta medida do nível geral de restrições de liberdade de imprensa e violações em todo o mundo aumentou 14% no período de cinco anos.

Como já atingiu a idade de pós-verdade, propaganda, a supressão das liberdades, este World Press Freedom Index 2017 destaca o perigo de um ponto de inflexão no estado da liberdade de imprensa, especialmente em países democráticos líderes.

Se você quiser obter mais informações sobre a posição do seu país, nossas análises, ou a metodologia que foi usado para compilar o índice, clique aqui .

Repórteres sem Fronteiras

Cresce o número de jornalistas presos no mundo, aponta RSF

Cresce o número de jornalistas presos no mundo, aponta RSF

O balanço anual da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) aponta que o número de jornalistas presos no mundo aumentou neste ano, especialmente na Turquia, onde mais de 100 profissionais de imprensa estão detidos.

Segundo a entidade, há atualmente 348 jornalistas, incluindo blogueiros, detidos no mundo, o que representa um aumento de 6% em relação ao ano passado. A quantia aumentou 22% no mundo e quadruplicou na Turquia, depois da tentativa de golpe de julho.

O número de mulheres jornalistas detidas também cresceu por quatro na Turquia – 21 contra 5 em 2015. Essa realidade evidencia, para a ONG, o crescimento do papel das mulheres na profissão, mas também o desastre que atravessa a Turquia.

“Na porta de entrada da Europa, uma verdadeira caça às bruxas levou para a cadeia dezenas de jornalistas, transformando a Turquia na maior prisão do mundo para a profissão. Em um ano, o regime de Erdogan esmagou o pluralismo na mídia, enquanto a União Europeia não disse virtualmente nada”, destacou o secretário-geral da RSF, Christophe Deloire.

O Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ), que também divulgou um balanço anual, estima que 81 repórteres estão detidos na Turquia. O número, de acordo com o CPJ, é o maior á registrado em qualquer país.

A entidade informa que quatro profissionais estão presos na América Latina. O Panamá mantém um jornalista estrangeiro preso e a Venezuela um repórter com dupla cidadania. Cuba passou a integrar a lista de países que prenderam jornalistas este ano.

Por outro lado, a RSF indica que o número de profissionais reféns reduziu em 2016 em comparação com o ano passado – 52 contra 61. Este ano, todos os reféns estão no Iêmen, Síria e Iraque. Nos dois últimos países, o grupo Estado Islâmico mantém 21 jornalistas em cativeiros.

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O julgamento de Erol, representante da RSF na Turquia – A sala do tribunal estava lotado

O julgamento de Erol, representante da RSF na Turquia - A sala do tribunal estava lotado

Repórteres Sem Fronteiras8 de novembro de 2016. Quase uma centena de observadores fizeram a viagem para o tribunal de Istambul para o julgamento de Erol Onderoglu, representante da RSF na Turquia. Erol, Şebnem Korur Fincanci, Presidente da Fundação para os Direitos Humanos e Ahmet Nesin, renomado escritor turco acusado de “propaganda terrorista” por ter participado de uma campanha de solidariedade com diária curda. İnan Kızılkaya, editor do jornal, aparecendo ao lado deles.

Foi a reunião estávamos à espera apreensivo desde junho passado. Em junho deste ano foram detidos por dez dias. mobilização internacional liderado pela RSF tinha permitido que os três direitos humanos são deixados em liberdade condicional à espera de julgamento.

No bar, e Erol Şebnem única acusada presente, invocado o legítimo exercício da liberdade de expressão. Eles corajosamente recusou a possibilidade de que sua sentença ser comutada indulto, se eles foram condenados. Uma delegação de várias secções europeias da Repórteres Sem Fronteiras estava presente na audiência para apoiar o acusado.

Até onde vai Erdogan? É hora de dizer não a esta repressão sobre a imprensa em um país ainda oficialmente um candidato à adesão à União Europeia. Defender o pluralismo na Turquia é mais necessário do que nunca num momento em que a última crítica da mídia são liquidados um após o outro e onde mais de cem jornalistas definhando na prisão.

O julgamento de Erol e seus co-réus será retomado 11 de janeiro de 2017 em Istambul.

Turquia

A Turquia está na classificação 151 de 180 no ranking 2016 da liberdade de imprensa, publicado por RSF. Já muito preocupante, a situação tornou-se crítica da mídia sob o estado de emergência na sequência da tentativa de golpe de 15 de Julho. 700 cartões de imprensa foram cancelados, cerca de 150 títulos foram banidos da mesma forma e, como muitos jornalistas estão atualmente na prisão.

Os Repórteres Sem Fronteiras

Jornalistas e organizações são indicados ao Prêmio de Liberdade de Imprensa da RSF

Prêmio Repórteres sem Fronteiras – TV5 Monde pela Liberdade de Imprensa

Repórteres Sem FronteirasA Organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) divulgou os nomes dos 22 indicados ao Prêmio Repórteres sem Fronteiras – TV5 Monde pela Liberdade de Imprensa de 2016. A organização recompensará três premiados nas categorias jornalista, meio de comunicação e jornalista-cidadão/blogueiro.

Entre os indicados, estão a Agência Pública, que, segundo a entidade, realizou grandes reportagens de investigação, várias delas premiadas, sobre direitos humanos e temáticas ambientais, e o jornalista Leonardo Sakamoto, destacado pela RSF como antigo repórter de guerra, autor de um blog sobre os direitos humanos no Brasil e a luta contra o trabalho escravo contemporâneo.

A ONG ressalta que, neste ano, diversos jornalistas e blogueiros demonstraram uma grande coragem no exercício diário de sua profissão, muitas vezes, colocando suas vidas em risco. Segundo a RSF, muitos indicados foram processados ou mesmo presos por  terem dito não à auto-censura e defendido sua missão de informar.

“Em 2016, os regimes autoritários endureceram sua repressão sobre os jornalistas e os blogueiros, observou Christophe Deloire, Secretário-geral de Repórteres sem Fronteiras. “A RSF saúda a coragem e a determinação destes homens e mulheres que travam um combate comum pela liberdade de informação”, acrescentou.

A lista dos finalistas em três categorias tem 22 nomes. Eles são oriundos de 19 países. A cerimônia desta 25ª edição será realizada em Estraburgo, na França, no próximo dia 8 de novembro. Confira as indicações no site.

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Seus meios são monitorados

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Repórteres Sem FronteirasAs revelações de Edward Snowden têm demonstrado a existência de uma rede internacional de vigilância em massa, os serviços de inteligência alemães são um elo crucial. Em um projeto de lei sensata para reformar e regular a ação do Serviço Federal de Inteligência Alemão (BND), o Parlamento alemão está a tentar legalizar espionar jornalistas estrangeiros.

Vigilância em massa conduzida pela inteligência alemã é uma violação dos direitos e vigilância de jornalistas humanos é nada menos que uma flagrante violação da liberdade de imprensa. Você sabe como o seu envolvimento nos permitiu ser eficaz no passado. Assine nossa petição para a introdução de uma emenda que garante os jornalistas de exercer a sua função.

Devemos ser o maior número possível na Alemanha e em outros lugares para que a nossa voz seja ouvida no Parlamento alemão. Vamos mobilizar para evitar um perigoso precedente que está sendo criado na Europa.

Repórteres Sem Fronteiras