Homicídios policiais estão fora de controle no Rio de Janeiro

Polícia sob o mandato do Exército

Colocar a polícia sob o mandato do Exército não conseguiu deter o derramamento de sangue

Human Rights WatchEm janeiro, a polícia militar do estado do Rio de Janeiro prometeu reduzir os assassinatos de seus policiais em 20% até o final do ano. Mas de janeiro a julho, o número de homicídios policiais aumentou 39% em comparação com o mesmo período do ano passado. Policiais militares e civis mataram 895 pessoas durante esses meses. No ritmo atual, o estado terá seu ano mais sangrento em mais de uma década.

Alguns não vêem isso como um problema. Há uma visão persistente no Brasil de que a melhor maneira de reduzir o crime é realizar batidas militares em bairros pobres. Alguns não se incomodam com a frequência com que matam suspeitos – e os espectadores ocasionais.

Isso explica, por exemplo, uma operação em junho, quando um helicóptero da polícia supostamente abriu fogo no bairro de Maré, no Rio de Janeiro. A polícia nunca confirmou que abriu fogo, mas os moradores contavam mais de cem marcas de bala no chão. Sete pessoas morreram no ataque , incluindo Marcos Vinícius da Silva , de 14 anos , que estava a caminho da escola. Antes de morrer, Da Silva disse à mãe que a bala que o atingiu veio de um veículo blindado. “Eles não viram meu uniforme escolar?”, Ele perguntou a ela.

Em um relatório para os promotores, a polícia civil chamou a operação de “um grande sucesso”.

Há seis meses, hoje, o presidente do Brasil colocou a segurança pública e as prisões no Rio de Janeiro nas mãos do exército. Em maio, conheci o general Walter Braga Netto, o responsável, que explicou seus planos para fornecer prática de tiro para a polícia e melhorar o equipamento.

Medidas importantes, mas ele não reconheceu que estabelecer confiança entre a comunidade e a polícia é fundamental para reduzir o crime. E você não pode fazer isso quando os moradores vêem a polícia como uma força que coloca em risco a vida de seus filhos.

Enquanto a Polícia do Rio às vezes mata pessoas em legítima defesa, pesquisas da Human Rights Watch e outros grupos mostram que muitos assassinatos são, na realidade, execuções extrajudiciais.

A brutalidade policial alimenta o ciclo da violência. E abusos por parte de alguns oficiais colocam outros policiais em perigo. Setenta policiais foram mortos no Rio este ano.

O plano de Braga Netto inclui muitas metas de segurança pública, mas ignora a promessa da polícia militar no início do ano de reduzir os assassinatos cometidos pela polícia e não diz nada sobre a punição de policiais que cometem abusos.

Um plano de segurança pública que fecha os olhos quando a polícia usa força letal ilegalmente nunca pode ser considerado um sucesso.

Fonte

Anúncios

O nosso país falhou, a gente falhou. Eu falhei!

Essa semana no Rio de Janeiro, mataram a vereadora e seu motorista. Morreu uma médica na Linha Vermelha, latrocínio. Morreu um gari, assassinado. Morreu um feirante, morto a facadas. Morreram dois jovens de uma favela, envolvidos com o tráfico. Um policial foi alvejado na saída do trabalho, caiu morto. Uma mulher foi morta pelo marido, feminicidio. Mataram também um jogador de futebol de várzea, se engracou com a mulher do açougueiro e pá, mataram. Deram dois tiros num caminhoneiros, ele não quis entregar seu caminhão para assaltantes. Um filho matou o pai, ele usava drogas e o pai batia nele. Uma moça foi estuprada e morta num terreno baldio também…

Todo dia tem vítima da violência. No Rio, em SP, no Acre, em Manaus, em Porto Alegre, em Camboriú. Todo dia a gente perde a dignidade. Sejam estas pessoas de esquerda, direita, policial, jornalista, ativista, médico, padeiro, gari, bandido…

O nosso país falhou. A gente falhou. Eu falhei. Em dois dias eu li extremos absurdos nas redes sociais, grupos de WhatsApp, ouvi horror nas ruas. Ninguém se entende. Ninguém quer dar o braço a torcer. Ninguém admite o erro. Ninguém quer fazer nada. Uso uma rede social para pedir que eu e você, levantemos nossa bunda para fazer alguma coisa. Daqui uns meses temos eleições, quem sabe uma possibilidade de mudar, mas sem salvadores da pátria. Eles não existem.

A escuridão no país tropical parece não ter fim, mas só nós podemos dar luz a um futuro. Será a última vez que vamos poder acreditar. Vem junto, vem.

Artigo de Rafael Weiss postado originalmente em seu perfil no Facebook.

Vereadora Marielle Franco

Quatro coisas que todos deveriam saber sobre a Copa 2014

Quatro coisas que todos deveriam saber sobre a Copa 2014, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

Apesar das controvérsias sobre a realização da Copa do Mundo no Brasil, um fato que é certamente positivo – e pouquíssimo divulgado – é que quatro dos estádios construídos para o evento esportivo somam 5,4 MW de produção de energia elétrica proveniente de células fotovoltaicas.

1. Estádio Mineirão, Belo Horizonte (1,4 MW)

O Estádio Mineirão, localizado na cidade de Belo Horizonte, é o primeiro estádio de futebol do Brasil equipado com painéis fotovoltaicos em sua cobertura, com capacidade de 1,4 MW, operando desde maio de 2013. O Mineirão foi inaugurado em 1965 e submetido a enormes modificações para se adequar às normas da FIFA, tendo atualmente capacidade para 62. 170 torcedores. O novo sistema solar, que custou de 12,5 milhões de euros, direciona a energia produzida para a rede elétrica local, ao invés de abastecer diretamente o estádio, gerando o suficiente para suprir a necessidade de aproximadamente 900 residências por ano.

2. Estádio Nacional Mané Garrincha – Brasília (2,5 MW)

O novo estádio Mané Garrincha, com capacidade para 70.000 torcedores, conta com um sistema de captação de energia solar de 2,5 MW instalado no perímetro de sua cobertura. Outros aspectos importantes quanto à eficiência das instalações desportivas incluem um sistema de captação de água pluvial para sua reutilização e um sistema de iluminação com LEDs. O estádio, que substituiu o antigo Estádio Mané Garrincha de Brasília, foi inaugurado em maio de 2013 e receberá uma série de jogos da Copa deste ano e diversos eventos das Olimpíadas do Rio em 2016.

3. Arena Pernambuco – Recife (1,4 MW)

Como todos os estádios construídos para o mundial, a Arena Pernambuco atende algumas normas de sustentabilidade ambiental como a captação de energia solar e água da chuva, ventilação natural e gestão de resíduos sólidos. Após servir aos jogos da Copa, será um equipamento multiuso destinado também a outros esportes, shows, feiras e convenções.

4. Maracanã – Rio de Janeiro (500 kW)

O projeto de remodelação, que respeita sua concepção original, incluiu a demolição completa do anel inferior para a construção de uma nova arquibancada com melhor visibilidade, a melhoria das monumentais rampas e a substituição de todos os assentos, além da instalação de uma nova cobertura que captará a água da chuva para reutilização. A fachada tombada pelo IPHAN permaneceu intacta.

Apesar dos avanços do Brasil em energia solar, há competidores da Copa do Mundo que não têm tanta sorte nesse aspecto. Uma ONG britânica informou que 11 dos países competidores produzem apenas o equivalente ou menos que o estádio de Brasília, destacando os desafios da pobreza energética.

Texto originalmente publicado no site upsocl.com com o título “Aqui hay 4 cosas del Mundial de Brasil que pocos saben y que todo el mundo deberias saber y tiene poco que ver com futebol” e chupado do blog Pragmatismo Político.

Bandidos da Polícia Militar do Rio de Janeiro dispararam contra manifestantes

Bandidos da Polícia Militar do Rio de Janeiro dispararam contra manifestantes

Este carro realizou rondas pelo bairro de Laranjeiras e Botafogo no dia da manifestação do ‪#‎OcupaGuanabara‬, em 11 de julho de 2013. Pessoas mascaradas estavam no interior de veículo, estes elementos efetuaram disparos de arma de fogo em cima de manifestantes em diversos locais isolados. Não é surpresa, mas o carro é da Polícia Militar do Rio de Janeiro! CHEGA DE IMPUNIDADE! Faça denúncia para as autoridades, corregedoria! Se todos ficarem mudo, nada mudará! ESPALHE! REPASSE! Placa: KMW3453.

Muitas pessoas questionaram se esse veículo seriam realmente policiais militares, civis, federais, exército space ghost, galinha pintadinha ou bandidos… Bem, tirem suas conclusões… Para os gênios de plantão, no documento a cor é branca, mas o carro, assim como muitos carros civis, é envelopado em adesivo preto fosco, isso sempre foi feito com os carros do BOPE e CORE para que não reflitam nenhuma luz em operações noturnas…

Algumas pessoas conseguiram anotar o número da placa, se procurarem na nossa linha do tempo verá que no dia 11 mesmo divulgamos a placa no carro. Em uma consulta ao cadastro de veículo no Detran/RJ e constatamos que o carro sem identificação que efetuou disparos ao redor da manifestação de 11.07.2013 no Palácio Guanabara é mesmo um carro oficial da PMERJ.

Qualquer cidadão pode fazer esta consulta pelo link, placa KMW3453: http://www.detran.rj.gov.br/_monta_aplicacoes.asp?cod=16&tipo=crlv.

Documento da Blazer dos bandidos da Polícia Militar do Rio de Janeiro dispararam contra manifestantes

MST Informe: Declaração final da Cúpula dos Povos

Declaração final da Cúpula dos Povos

Declaração final da Cúpula dos Povos na Rio+20 por justiça social e ambientalem defesa dos bens comuns, contra a mercantilização da vida.

Movimentos sociais e populares, sindicatos, povos e organizações da sociedade civil de todo o mundo presentes na Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, vivenciaram nos acampamentos, nas mobilizações massivas, nos debates, a construção das convergências e alternativas, conscientes de que somos sujeitos de uma outra relação entre humanos e humanas e entre a humanidade e a natureza, assumindo o desafio urgente de frear a nova fase de recomposição do capitalismo e de construir, através de nossas lutas, novos paradigmas de sociedade.

A Cúpula dos Povos é o momento simbólico de um novo ciclo na trajetória de lutas globais que produz novas convergências entre movimentos de mulheres, indígenas, negros, juventudes, agricultores/as familiares e camponeses, trabalhadore/as, povos e comunidades tradicionais, quilombolas, lutadores pelo direito a cidade, e religiões de todo o mundo. As assembléias, mobilizações e a grande Marcha dos Povos foram os momentos de expressão máxima destas convergências.

As instituições financeiras multilaterais, as coalizões a serviço do sistema financeiro, como o G8/G20, a captura corporativa da ONU e a maioria dos governos demonstraram irresponsabilidade com o futuro da humanidade e do planeta e promoveram os interesses das corporações na conferência oficial. Em constraste a isso, a vitalidade e a força das mobilizações e dos debates na Cúpula dos Povos fortaleceram a nossa convicção de que só o povo organizado e mobilizado pode libertar o mundo do controle das corporações e do capital financeiro.

Há vinte anos o Fórum Global, também realizado no Aterro do Flamengo, denunciou os riscos que a humanidade e a natureza corriam com a privatização e o neoliberalismo. Hoje afirmamos que, além de confirmar nossa análise, ocorreram retrocessos significativos em relação aos direitos humanos já reconhecidos. A Rio+20 repete o falido roteiro de falsas soluções defendidas pelos mesmos atores que provocaram a crise global. À medida que essa crise se aprofunda, mais as corporações avançam contra os direitos dos povos, a democracia e a natureza, sequestrando os bens comuns da humanidade para salvar o sistema economico-financeiro.

As múltiplas vozes e forças que convergem em torno da Cúpula dos Povos denunciam a verdadeira causa estrutural da crise global: o sistema capitalista associado ao patriarcado, ao racismo e à homofobia.

As corporações transnacionais continuam cometendo seus crimes com a sistemática violação dos direitos dos povos e da natureza com total impunidade. Da mesma forma, avançam seus interesses através da militarização, da criminalização dos modos de vida dos povos e dos movimentos sociais promovendo a desterritorialização no campo e na cidade.

Avança sobre os territórios e os ombros dos trabalhadores/as do sul e do norte. Existe uma dívida ambiental histórica que afeta majoritariamente os povos do sul do mundo que deve ser assumida pelos países altamente industrializados que causaram a atual crise do planeta.

O capitalismo também leva à perda do controle social, democrático e comunitario sobre os recursos naturais e serviços estratégicos, que continuam sendo privatizados, convertendo direitos em mercadorias e limitando o acesso dos povos aos bens e serviços necessários à sobrevivencia.

A atual fase financeira do capitalismo se expressa através da chamada economia verde e de velhos e novos mecanismos, tais como o aprofundamento do endividamento público-privado, o super-estímulo ao consumo, a apropriação e concentração das novas tecnologias, os mercados de carbono e biodiversidade, a grilagem e estrangeirização de terras e as parcerias público-privadas, entre outros.

As alternativas estão em nossos povos, nossa história, nossos costumes, conhecimentos, práticas e sistemas produtivos, que devemos manter, revalorizar e ganhar escala como projeto contra-hegemônico e transformador.

A defesa dos espaços públicos nas cidades, com gestão democrática e participação popular, a economía cooperativa e solidária, a soberania alimentar, um novo paradigma de produção, distribuição e consumo, a mudança da matriz energética,  são exemplos de alternativas reais frente ao atual sistema agro-urbano-industrial.

A defesa dos bens comuns passa pela garantia de uma série de direitos humanos e da natureza, pela solidariedade e respeito às cosmovisões e crenças dos diferentes povos, como, por exemplo, a defesa do “Bem Viver” como forma de existir em harmonia com a natureza, o que pressupõe uma transição justa a ser construída com os trabalhadores/as e povos. A construção da transição justa supõe a liberdade de organização e o direito a contratação coletiva e políticas públicas que garantam formas de empregos decentes.

Reafirmamos a urgência da distribuição de riqueza e da renda, do combate ao racismo e ao etnocídio, da garantia do direito a terra e território, do direito à cidade, ao meio ambiente e à água, à educação, a cultura, a liberdade de expressão e democratização dos meios de comunicação, e à saúde sexual e reprodutiva das mulheres.

fortalecimento de diversas economias locais e dos direitos territoriais garantem a construção comunitária de economias mais vibrantes. Estas economias locais proporcionam meios de vida sustentáveis locais, a solidariedade comunitária, componentes vitais da resiliência dos ecossistemas. A maior riqueza é a diversidade da natureza e sua diversidade cultural associada e as que estão intimamente relacionadas.

Os povos querem determinar para que e para quem se destinam os bens comuns e energéticos, além de assumir o controle popular e democrático de sua produção. Um novo modelo enérgico está baseado em energias renováveis descentralizadas e que garanta energia para a população e não para corporações.

A transformação social exige convergências de ações, articulações e agendas comuns a partir das resistências e proposições necessárias que estamos disputando em todos os cantos do planeta. A Cúpula dos Povos na Rio+20 nos encoraja para seguir em frente nas nossas lutas.

Rio de Janeiro, 15 a 22 de junho de 2012. Comitê Facilitador da Sociedade Civil na Rio+20 – Cúpula dos Povos.

Jovens do mundo celebram poder da participação

Jovens do mundo celebram poder da participação

110 países. Esse é o número de nações representadas no 6º Congresso Mundial de Juventude, que começou ontem e vai até o dia 13, no Rio de Janeiro. Nesta terça-feira, dia 5, a abertura oficial do evento ressaltou como a participação juvenil global pode solucionar diversos desafios do desenvolvimento sustentável.

“O que torna alguém líder não é a capacidade de falar no palco, mas o talento e a disposição para envolver pessoas. Vocês terão essa responsabilidade quando retornarem aos seus países”, afirmou Marcelo Furtado, diretor do GreenPeace Brasil, que falou diante de um auditório repleto de jovens lideranças do mundo.

A presidente do Conselho Nacional de Juventude, Angela Guimarães, afirmou que é impossível construir um mundo mais sustentável sem tolerância e respeito as diversidades.

“O caminho do desenvolvimento sustentável passa pela criação de novos valores. Esse congresso alia a teoria e prática. Tanto os diálogos como a organização do evento foram construídos com respeito a diversidade “, disse Ângela Guimarães.

Também participaram da abertura o diretor da Peace Child, David Woolcombe; o representante da Coordenadoria de Juventude da Cidade do Rio de Janeiro, Rodrigo Lua; Alec Loorz, da Ted Talks; Andrea Veach, da Techo; Helio Mattar do Instituto Akatur; e YannckduP Ont, Spark.

De jovens, para jovens e com jovens!

Participantes do congresso (Foto: Fora do Eixo)A abertura também evidenciou o nível de participação dos jovens no evento. Os mestres de cerimônia da atividade foram Sol Dandara e Blue Ribbon, dois colaboradores com menos de 30 anos. os delegados Tânia Kurbatoff, Biengente Manalo e Omina Sanginova também foram convidados a compartilhar suas expectativas na abertura oficial do evento.

O 6o Congresso Mundial de Juventude envolve jovens desde a concepção, organização – staff e delegados – e participantes. Se você é jovem ou trabalha com as temáticas juvenis, não deixe de participar do Fórum de Diálogo do evento no site do Congresso Mundial Virtual de Juventude.

Congresso Mundial Virtual da Juventude está na rede!

Congresso Mundial de Juventude

A primeira atividade geral da equipe do 6o Congresso Mundial de Juventude deu início a diversidade que será a tônica do evento a ser realizado nos dias 4 a 13 de junho, no Rio de Janeiro. A reunião, que aconteceu na última sexta-feira,  foi uma grande festejo de sotaques, idiomas e culturas das diversas partes do mundo.

Jovens e dirigentes da PeaceChild International, da Universidade da Juventude, do Instituto Raízes da Tradição e voluntários do congresso se conheceram -pessoalmente – através de divertidas dinâmicas de integração. E foi em despojadas ações teatrais que o grupo conversou sobre os desafios do evento.

“Aqui no sítio estarão jovens de diversas partes do mundo. Quem não vier fisicamente ao congresso, pode construir e compartilhar saberes através dos fóruns de diálogos do Congresso Virtual Mundial de Juventude.”, afirmou Ditta Dolejsiova, coordenadora geral do CVMJ e coordenadora da Universidade da Juventude, sobre o congresso que foi lançado na última quinta-feira, dia 31.

O Congresso Virtual Mundial de Juventude é uma ótima oportunidade de diálogo sobre os temas da Rio+20 e da juventude para os jovens do Brasil e do Mundo. Além de vídeos do congresso, o site oferece diálogos sobre as temáticas ambientais, mini-cursos virtuais, blog e as principais notícias do 6o CMJ.

Faça parte deste movimento! Participe do Congresso Mundial Virtual de Juventude! Compartilhe: http://wycrio2012.org/

ONU lança campanha ‘Eu sou Nós’ para sociedade brasileira participar da Rio+20

Eu sou nós

A partir de hoje (14/05), todos os brasileiros podem participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) enviando textos, fotos ou vídeos para o site O Futuro que Queremos. Para incentivar o compartilhamento de ideias, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o Comitê Nacional Organizador (CNO) do evento e parceiros lançaram a campanha Eu sou Nós. As contribuições serão exibidas na internet e numa exposição durante a Cúpula dos Povos.

“É uma forma de escutar as pessoas, para que não seja só uma conferência de Chefes de Estado e de Governo, mas que envolva a população”, explica o Diretor do UNIC Rio, Giancarlo Summa. As peças publicitárias serão exibidas em TV, rádio, jornais, revistas e em outros tipos de plataformas. “ um grande investimento em internet porque o Brasil é um dos países com maior quantidade de habitantes conectados”.

A partir de hoje (14/05), todos os brasileiros podem participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) enviando textos, fotos ou vídeos para o site O Futuro que Queremos. Para incentivar o compartilhamento de ideias, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o Comitê Nacional Organizador (CNO) do evento e parceiros lançaram a campanha Eu sou Nós. As contribuições serão exibidas na internet e numa exposição durante a Cúpula dos Povos.

“É uma forma de escutar as pessoas, para que não seja só uma conferência de Chefes de Estado e de Governo, mas que envolva a população”, explica o Diretor do UNIC Rio, Giancarlo Summa. As peças publicitárias serão exibidas em TV, rádio, jornais, revistas e em outros tipos de plataformas. “Há um grande investimento em internet porque o Brasil é um dos países com maior quantidade de habitantes conectados”.

Com o conceito desenvolvido pelo Grupo Ogilvy, a campanha conta com a participação de anônimos e famosos, como Gisele Bündchen, Ronaldo, Paulo Coelho, Vik Muniz, MV Bill e Oscar Niemeyer. “A ideia central é fazer com que as pessoas abram mão da própria identidade, comecem a pensar coletivamente e participem da conversa mais importante da história”, explica o Presidente do Grupo no Brasil, Sérgio Amado.

Também participaram desta iniciativa a Conspiração Filmes, que produziu os filmes da campanha dirigidos por Daniel Lieff; a YB que produziu uma trilha inédita para os filmes; e Gustavo Malheiros, que foi o responsável por fotografar todos os anúncios da conversa, com produção de Fernanda Gallardo.

O evento realizado no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, foi transmitido ao vivo pela internet. Para acessar a íntegra do áudio, clique aqui.

Para assistir a outros vídeos da campanha, acesse www.youtube.com/unicrio

Para ver os cartazes, clique aqui. Ou acesse em imagens, separadamente, clicando aqui. Baixa fotos do evento de hoje clicando aqui (crédito: UNIC Rio/Pieter Zalis).

Para participar da maior conversa global, acesse o site ofuturoquenosqueremos.org.br.

Orientações sobre as Conferências Livres para a Rio+20

Rio+20

Manual orienta sobre conferências livres para a Rio+20

O Grupo de Trabalho Juventude e Desenvolvimento Sustentável, a partir da parceria da Secretaria Nacional de Juventude, do Conjuve, dos movimentos juvenis e dos organismos de juventude nos estados e municípios, estão coordenando um conjunto de iniciativas de mobilização e participação dos jovens na Conferência Rio+20. Nesse momento uma vasta programação está sendo elaborada e você poderá integrar toda essa mobilização.

A ideia é realizar atividades específicas da Rio+20 nos estados e municípios. O formato das Conferências Livres pela Sustentabilidade ficará a critério de cada organismo e entidade: pode ser um debate, um seminário, uma roda de conversa. O importante é que seja realizada uma atividade, com envio de um relatório para o GT Juventude e Desenvolvimento Sustentável, elo emailconferencia.livre@presidencia.gov.br. O objetivo é inserir, no documento final da Rio+20, uma plataforma de juventude com as contribuições.

Para saber mais, consulte aqui a íntegra do Manual. Depois, é só juntar a sua turma, organizar o debate e enviar as sugestões!

“Texto Provocador” das Conferências Livres para a Rio+20

Além do manual de orientações, o GT Juventude e Desenvolvimento Sustentável, composto por representantes da Secretaria Nacional de Juventude, Conjuve,  movimentos juvenis e organismos de juventude nos estados e municípios, elaboraram o “texto provocador” das Conferências Livres para a Rio+20 que traz informações e dicas importantes para o processo de mobilização.

Leia a íntegra do texto (Arquivo PDF)