Para Bolsonaro, trabalhador rural não pode folgar aos sábados, domingos e feriados

Para Bolsonaro, trabalhador rural não pode folgar aos sábados, domingos e feriados

Veja aqui como Bolsonaro votou nas medidas que têm impacto socioambiental.

O candidato à presidência, Jair Bolsonaro (PSL-RJ), entende que o trabalhador rural precisa de uma lei trabalhista diferente das que regem os trabalhadores urbanos. “O homem do campo não pode parar no Carnaval, sábado, domingo e feriado. E fica oneroso demais o homem do campo observar essas folgas nessas datas, como existe na área urbana”, defendeu o candidato durante entrevista ao programa Roda Viva da TV Cultura.

De acordo com o Ruralômetro, ferramenta desenvolvida pela Repórter Brasil para medir o comportamento dos deputados federais eleitos em 2014, Bolsonaro tem febre ruralista 38,7°C e atuação legislativa desfavorável ao meio ambiente, comunidades tradicionais e trabalhadores rurais.

 

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Você já ouviu falar em Ruralômetro?

Ruralômetro

repórter brasilAs escolas de samba Paraíso do Tuiuti e Beija Flor venceram o Carnaval deste ano com enredos tomados pelo espírito crítico ao cenário político e ao trabalho escravo. Acompanhar e investigar a atuação dos políticos é uma constante do jornalismo da Repórter Brasil. Este ano, criamos uma ferramenta interativa capaz de mostrar, com apenas um clique, a atuação dos deputados federais que prejudicam o meio ambiente e a população do campo.

O resultado você confere no Ruralômetro. O cálculo é simples: quanto pior o impacto dos projetos que o parlamentar votou ou propôs, mais alta é a febre ruralista do deputado. Descobrimos que 60% da Casa têm atuação desfavorável ao meio ambiente, indígenas e trabalhadores rurais.

O Ruralômetro revela que desmatadores financiaram a campanha de metade da Câmara e ainda mostra as doações de empresas flagradas com trabalho escravo. Mas você pode descobrir muito mais acessando o Ruralômetro.

Se você já navegou, pedimos que clique aqui e responda uma pesquisa para melhorarmos o Ruralômetro – leva apenas 4 minutos! Contamos com a sua ajuda para seguir investigando a Câmara dos Deputados.

Repórter Brasil