Você já conhece Fernando Haddad o candidato de Lula e do PT a presidente?

Fernando Haddad

Haddad é Lula. Lula é Haddad. Ou se preferir, pode chamar de Andrade, Adad ou Dandão que ele atende.

Caso não conheça o suficiente sobre ele, a gente preparou, com todo o carinho, um resumo do que você precisa saber. O texto todo informa bastante, mas o Haddad fez tanta coisa incrível que, só de ler os títulos, você já vai ficar impressionado.

Primeiro, uma mini biografia. Fernando Haddad nasceu em 25 de janeiro de 1963, filho de uma professora e um comerciante. Ele é casado com Ana Estela Haddad e tem dois filhos.

Mesmo tendo estudado sempre em escola pública, Haddad se formou em Direito pela Universidade de São Paulo, depois se tornou mestre em Economia e doutor em Filosofia.

Como ministro da Educação do governo Lula, Haddad criou o ProUni e permitiu que 1,8 milhão de jovens pobres entrassem em universidades particulares.

Com Lula, reformulou o Enem para que ele substituísse o vestibular, além de ter muitas outras funções, como o ingresso no próprio ProUni.

Criou a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e permitiu que milhões de pessoas tivessem acesso à formação universitária de qualidade pela internet, o que ajudou muitas pessoas de regiões mais afastadas a terem acesso à educação.

Ajudou a criar os CEUs o nome é bonitinho, mas na prática é melhor ainda! Os CEUs, ou Centros Educacionais Unificados, são lugares onde os alunos têm acesso à educação de qualidade e a uma enorme oferta cultural. Imagine uma belezinha como essa espalhada pelo Brasil inteiro.

Como prefeito de São Paulo, Haddad praticamente zerou a fila das creches e nem precisa explicar, né?  Olha a carinha dessas crianças fofas.

Instituiu ônibus 24 horas para que a população pudesse ir e vir sem se preocupar com o horário, seja para trabalhar, estudar ou festejar.

Implantou o passe livre estudantil uma importante reivindicação da população, já que São Paulo é gigante e todo mundo sabe que estudante tá sempre sem grana.

Instalou internet banda larga, sem fio e de graça em praças ideal pra você acessar OBrasilFelizDeNovo.com de qualquer lugar da cidade.

Para reduzir o tempo de espera na saúde, Haddad criou a Rede Hora Certa um serviço de atenção ambulatorial que reduziu o tempo de espera para exames, consultas e procedimentos especializados, incluindo as cirurgias eletivas.

Revolucionou a mobilidade urbana em quatro anos de gestão, Fernando Haddad entregou uma malha cicloviária de quase 500 quilômetros.

Fez mais de R$ 1 bilhão em obras de combate a enchentes e alagamentos um problema muito grande em São Paulo, que leva por água abaixo tudo na vida de muitas pessoas pobres.

Para combater a corrupção, fortaleceu a Controladoria Geral do Município e criou uma estrutura com mais auditores selecionados por concurso público.

E fez tudo isso gastando menos do que arrecadava enquanto prefeito, Haddad foi a melhor gestão financeira da história recente de São Paulo.

Considerado um visionário pela imprensa internacional segundo o The Wall Street Journal e o The New York Times, grandes jornais de repercussão internacional, é sim.

Incrível, né? Mas antes de você ir, temos um presente. Esse belo GIF animado abaixo pra você espalhar o escolhido do Lula por aí.

AGORA É SÓ VOTAR 13 NO DIA 7 DE OUTUBRO PARA VER O BRASIL FELIZ DE NOVO!

Você já conhece Fernando Haddad o candidato de Lula e do PT a presidente

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Nota Pública do Pólis frente à eleição municipal em São Paulo

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O Instituto Pólis respeita o processo democrático e a decisão das urnas do último domingo, dia 2 de outubro, mas considera que a vitória de João Dória, um empresário que se elegeu com base na apologia à “não política” e à defesa de uma gestão empresarial na maior capital do país, aponta para o aprofundamento da exclusão social e acirramento das desigualdades na cidade de São Paulo.

Avançamos em políticas sociais durante mais de uma década, com resultados marcantes na transformação do quadro de desigualdades. No entanto, esses avanços estão em risco não só no plano federal, mas agora mais ainda no âmbito municipal. Em meio a uma intensa disputa de narrativas no campo político, a onda conservadora retoma as propostas neoliberais onde os interesses privados se sobrepõem ao interesse público, enfraquecendo as responsabilidades do Estado em um país em que impera a desigualdade. Nesse contexto, a eleição de João Dória representa um retrocesso na medida em que põe em xeque o papel do Estado como provedor dos direitos de cidadania.  Não apenas a saúde, educação e transporte passam a ser regidos pela lógica de mercado, mas também os espaços públicos, o meio ambiente, a cultura e o lazer tornam-se reféns do capital e de uma lógica privatista.

O Pólis se posiciona criticamente frente ao cenário que se avizinha e reafirma a importância da atuação do Estado para a garantia dos direitos humanos e de políticas públicas participativas que assegurem a qualidade de vida e o bem estar sobretudo da população mais vulnerável.   Defendemos que o Direito à Cidade deve ser o parâmetro para o desenvolvimento de políticas inclusivas e de cobrança da sociedade civil para a construção de uma cidade mais humana, solidária, justa e sustentável.

Nota publicada no site do Instituto Pólis no dia 5 de outubro de 2016

Instituto Pólis

Os super-heróis estão nos protestos nas ruas do Brasil. E você? #VemPraRua

Artista põe super-heróis em fotos de protestos no Brasil

Artista põe super-heróis em fotos de protestos no Brasil. Imagens digitais reutilizam manifestações em São Paulo.

Em um mundo paralelo, criado pela Marvel, uma guerra civil fez super-heróis lutarem pelos seus ideais e envolverem-se em protestos. Inspirado por esse quadrinho, artistas digitais criaram um Tumblr que coloca os personagens nos manifestos ao redor do Brasil.

Utilizando uma série de fotografias de Ig Aronovich, os responsáveis pelo Tumblr “Poder e Responsabilidade” inserem Hulk, Capitão América e Batman nas ruas de São Paulo. O nome inclusive, remete à famosa frase de Tio Ben, do Homem-Aranha: “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.

Veja algumas das imagens chupadas do tumblr do verdadeiro artista:

Artista põe super-heróis em fotos de protestos no Brasil Poder e Responsabilidade01 Poder e Responsabilidade02 Poder e Responsabilidade03 Poder e Responsabilidade04 Poder e Responsabilidade05 Poder e Responsabilidade06 Poder e Responsabilidade07 Poder e Responsabilidade08 Poder e Responsabilidade09 Poder e Responsabilidade10 Poder e Responsabilidade11 protesto Poder e Responsabilidade13 Poder e Responsabilidade14 Poder e Responsabilidade15 Poder e Responsabilidade16 Poder e Responsabilidade17 Poder e Responsabilidade18 Poder e Responsabilidade19 Poder e Responsabilidade20 Poder e Responsabilidade21 Poder e Responsabilidade22 Poder e Responsabilidade23 Poder e Responsabilidade24 Poder e Responsabilidade25 Poder e Responsabilidade26 Poder e Responsabilidade27 Poder e Responsabilidade28 Poder e Responsabilidade29 Poder e Responsabilidade30 Poder e Responsabilidade31 Poder e Responsabilidade32

 

Manifesto contra a violência da PM nos protestos de jovens pelo transporte público

Manifesto contra a violência da PM

A ação da Polícia Militar do estado de São Paulo em protesto de jovens contra o aumento das tarifas da passagem do ônibus, metrô e trem na capital paulista é mais um episódio na história de violência e desrespeito ao direito de organização e manifestação.

O direito de manifestação sofre permanente ameaça no país, mesmo depois de 25 anos de promulgação da Constituição Federal, o que demonstra que a democracia ainda não está consolidada no país. A PM do estado de São Paulo, controlada pelo PSDB, mantém os métodos que desenvolveu na ditadura militar, reprimindo manifestações, efetuando prisões políticas de cidadãos e estimulando tumultos, inclusive com infiltrações para desmoralizar a luta e organização popular.

Não podemos esperar um comportamento democrático de uma PM liderada pelo PSDB que, em janeiro de 2012, mobilizou helicópteros, carros blindados e 2 mil soldados do Batalhão de Choque para fazer a reintegração de posse violenta de 1600 famílias que viviam desde 2004 no bairro Pinheirinho, em São José dos Campos (97 km de SP).

A legitimidade do protesto dos jovens contra o aumento das tarifas não pode ser desmoralizada por causa de ações equivocadas de uma minoria, que infelizmente não compreende que a sociedade está do lado daqueles que querem transporte barato e de qualidade para a população de São Paulo.

Apesar desses acontecimentos pontuais, a responsabilidade pela violência nos protestos é da Polícia Militar, que tem provocado o conjunto dos manifestantes, promovido o caos e agredido cidadãos que estão nas ruas exercendo o seu direito de manifestar de forma pacífica.

Esses protestos são importantes porque colocam em xeque uma questão central para a população da cidade, que é a mobilidade urbana. Os paulistanos perdem horas e horas todos os dias dentro de um carro ou ônibus parados no trânsito ou de um vagão de metrô e trem lotados. Horas que poderiam ser destinadas para ficar com a família ou para cultura, esporte e lazer, das quais são privados por causa de uma clara opção que privilegia o transporte privado e individual em detrimento do público e coletivo.

O histórico crescimento desordenado da cidade, o trânsito causado pelo número de carros nas horas de pico, a falta de linhas de metrô/trem, a baixa qualidade do sistema e a chantagem das empresas privadas concessionárias de ônibus, as altas tarifas do transporte público representam um problema social, que prejudica o conjunto da população, especialmente os mais pobres, que moram na periferia.

A lentidão da expansão do metrô é uma questão crônica da gestão do PSDB, que construiu apenas 21,6 Km de linhas do metrô, o que representa uma média de 1,4 km por ano. Com isso, São Paulo tem a menor rede metroviária entre as grandes capitais do mundo (apenas 65,9 km).

A gravidade dessa questão fez com que a mobilidade urbana fosse um dos temas centrais da campanha eleitoral para a prefeitura no ano passado. E o candidato Fernando Haddad, que acabou eleito, prometeu dar respostas que tocassem na raiz do problema.

A movimentação da prefeitura para adiar e realizar um aumento da passagem do ônibus abaixo da inflação do último período, dentro de um quadro de pressão das empresas concessionárias, não atende os anseios criados com a derrota dos setores conservadores nas eleições em São Paulo.

A resolução da questão urbana exige medidas estruturais, como a efetivação de um modelo de desenvolvimento, que prescinda o estímulo à indústria automobilística, e a implementação do controle direto sobre as tarifas por meio da municipalização dos transportes. Com isso, se evita soluções paliativas como a subvenção das concessionárias, financiando setores cujo interesse em lucrar se choca com a possibilidade de um sistema de transporte que atenda as necessidades da população.

Por isso, os protestos realizados pelos jovens ganham importância, uma vez que representam um sintoma do problema e constituem uma força social que pode apontar e sustentar mudanças estruturais na organização territorial e na mobilidade urbana. Essas mobilizações são um instrumento de pressão sobre as autoridades, para sustentar um processo de negociação, especialmente com a prefeitura, que esperamos que possa render conquistas para a população e acumular forças para novas lutas que virão.

Nesse processo, a mídia burguesa e os setores conservadores colocam uma cortina de fumaça sobre as soluções estruturais para as quais apontam os protestos, com a execração pública dos atos realizados por uma minoria. Esse tipo de cobertura coloca luz sobre os vínculos dos meios de comunicação da burguesia com as empresas automobilísticas (interessadas em vender mais carros), com as empresas privadas concessionárias de transporte (que lucram com a chantagem sobre a prefeitura) e com a especulação imobiliária (contrária à reorganização territorial).

Assim, manifestamos nosso apoio aos protestos dos jovens em defesa do transporte público, dos quais queremos contribuir para garantir a massificação e manifestação organizada e pacífica, condenamos a ação violenta da Polícia Militar, cobramos a libertação dos presos políticos e rechaçamos o aumento das tarifas de ônibus, metrô e trem.

  • ABGLT- Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
  • Consulta Popular
  • Fora do Eixo
  • JCUT- Juventude da Central Única dos Trabalhadores
  • JPT/SP- Juventude do Partido dos Trabalhadores da cidade de São Paulo
  • JSOL – Juventude Socialismo e Liberdade
  • JUNTOS!
  • Levante Popular da Juventude
  • MAB- Movimento dos Atingidos por Barragens
  • MST- Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
  • PJ- Pastoral da Juventude
  • PJMP- Pastoral da Juventude do Meio Popular
  • Quilombo
  • REJU- Rede Ecumênica da Juventude
  • UBES- União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
  • UJR- Partido Comunista Rebelião
  • UJS- União da Juventude Socialista
  • UNE- União Nacional dos Estudantes

*Organizações/entidades que quiserem informar que aderiram ao manifesto devem enviar e-mail para nacional@levante.org.br

** Quem quiser assinar o manifesto deve acessar a página http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N41381 (ou clique aqui)

Pelo direito a um transporte público acessível

Pelo direito a um transporte público acessível

As ruas de São Paulo foram palco de cenas de violência e repressão contra os protestos que há mais de uma semana cobram do governo a redução das tarifas de ônibus e metrô.

Além de São Paulo, diversas capitais aderiram ao movimento e estão levando essa indignação às ruas. Mas a discussão da tarifa é apenas o estopim de uma demanda há tempos reprimida: os governos municipais, estaduais e federal devem rever com urgência suas políticas de mobilidade urbana.

O Greenpeace é uma organização que tem em seu DNA o protesto pacífico como forma de cobrar mudanças de atitudes de governos e de corporações. Lamentamos as cenas divulgadas nos últimos protestos e pedimos o fim da qualquer ato de violência. De qualquer maneira, defenderemos sempre o direito à manifestação não violenta, afinal ela é um instrumento da democracia.

Os protestos devem continuar e o poder público precisa estar aberto ao diálogo. Balas de borracha, bombas de efeito moral e cassetetes são incapazes de calar inconformismos e desejos de mudanças.

Leia na íntegra o posicionamento do Greenpeace Brasil a respeito das manifestações.

 

Manifestantes fazem “escracho” em frente à casa de acusados de tortura em seis Estados

Em SP, alvo da manifestação foi um delegado aposentado do antigo Dops

Objetivo é expor publicamente ex-militares e policiais por supostos crimes durante ditadura.

Movimentos sociais, coordenados pelo Levante Popular da Juventude, fizeram na manhã desta segunda-feira (26) manifestações para expor publicamente ex-militares e policiais acusados de tortura, abusos sexuais e homicídios durante a ditadura militar (1964-1985).

Os atos ocorreram em frente a casa ou no local de trabalho dos acusados. As ações estão programadas para ocorrer em seis Estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina, Pará e Ceará.

Em São Paulo, a sede da empresa de segurança privada Dacala, do delegado aposentado do antigo Dops (Departamento de Ordem Política e Social), David dos Santos Araujo, foi o alvo da manifestação. Cerca de 200 pessoas – com cartazes que traziam estampados os rostos de presos políticos mortos durante a ditadura – denunciaram a participação do ex-delegado em assassinatos e tortura durante o regime.

O ex-delegado Santos Araujo é acusado pelo MPF (Ministério Público Federal) de participar da tortura e do assassinato, em abril de 1971, do ativista político Joaquim Alencar de Seixas. De acordo com o MPF, o ex-delegado foi reconhecido por parentes da vítima.

Em 30 de agosto de 2010, o MPF moveu ação pública para que Araujo fosse pessoalmente responsabilizado pelas práticas criminosas. Segundo o relato do atual presidente do Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana de São Paulo, Ivan Seixas, preso aos 16 anos, junto com o pai, Joaquim Alencar de Seixas, David dos Santos Araujo, o “capitão Lisboa”, estava entre os torturadores.

“[Ele] era o que mais batia”, disse no depoimento ao MPF. Seixas também contou que, como forma de pressão, os policiais o torturaram e o levaram para uma área deserta e simularam seu fuzilamento. Uma das irmãs de Seixas afirmou ao MPF que foi abusada sexualmente por Araujo.

Um dos porta-vozes do movimento, o estudante da Faculdade de Direito da USP Caio Santiago, disse que o ato é para pressionar para que a Comissão da Verdade ocorra de fato.

A gente veio para dialogar com quem trabalha com o acusado de tortura. [É para] expor, constranger e denunciar o torturador para quem convive com ele.

Segundo os organizadores, a manifestação foi inspirada em ações similares feitas na Argentina e no Chile, chamadas de Escracho.

Saímos à rua hoje para resgatar a história do nosso povo e a história do nosso País. Lembramos talvez da parte mais sombria da história do Brasil e que parece ser propositadamente esquecida: a ditadura militar.

A reportagem entrou em contato com a empresa Dacala para tentar ouvir o ex-delegado, mas ainda não obteve retorno.

O Levante Popular da Juventude surgiu em 2006 no Rio Grande do Sul, com jovens de universidades, das periferias das cidades e do campo. Hoje conta com aproximadamente 200 militantes no país. Também participaram do ato em São Paulo membros do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), da Consulta Popular e do Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça.

Defesa Civil faz entrega de donativos ao bairro Pocinho

Defesa Civil de Ilhota encaminha assistência e água potável à comunidade de Pocinho. O bairro, situado na margem esquerda do município ficou completamente isolada pelas enchentes que envolveu todo Vale do Itajaí, rompendo os serviços básicos como água e energia. O coordenador da Defesa Civil de Ilhota acompanhou toda operação se deslocando a comunidade afetada. Na ocasião, o presidente do colegiado de Defesa Civil da Amfri esteve presente na cidade. O apoio aéreo foi solicitado e prestado pela aeronave Águia 8 da PM/SP.

Língua Guarani Mbyá será reconhecida como bem imaterial

Inventário da Língua Guarani Mbyá deverá colocá-la entre os bens imateriais reconhecidos pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como patrimônio nacional, passando a contar com políticas de salvaguarda e promoção. Os estudos do Inventário serão apresentados, nesta terça-feira (26), em Florianópolis (SC), a lideranças Guarani, representantes de instituições e especialistas envolvidos direta ou indiretamente no trabalho. O inventário foi realizado em 69 aldeias dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A pesquisa teve início em 2009, com apoio do Ministério da Justiça e da Fundação Nacional do Índio (Funai).www.funai.gov.br