Peemedebistas destacam história partidária no aniversário de 47 anos do PMDB/SC

PMDB - 47 anos de conquistas e realizações por SC

A história do PMDB catarinense e a sua importância para o fortalecimento de Santa Catarina foram ressaltadas no Sessão Especial que comemorou os 47 anos de fundação do Partido. Os cinco ex-governadores que marcaram a história da sigla, a partir de 1986, Pedro Ivo, Casildo Maldaner, Paulo Afonso, Luiz Henrique e Eduardo Pinho Moreira receberam homenagens da bancada estadual do PMDB.  O ex-governador Luiz Henrique enviou um vídeo aos companheiros destacando a trajetória do MDB, já que não pode estar presente devido a compromissos no Congresso Nacional.

O presidente estadual do PMDB, Eduardo Pinho Moreira, relembrou a importância da história do PMDB para o crescimento de Santa Catarina e enfatizou a força que o partido conquistou no decorrer de sua trajetória, consolidado atualmente como a maior força política do Estado e do País. “Mais de 10% da força do PMDB está aqui em Santa Catarina’, afirmou.

Além dos cinco ex-governadores, outros homenageados foram indicados individualmente por cada parlamentar da bancada. As indicações dos homenageados individuais prestam reverência aos que construíram a história do partido em várias regiões. Além dos nove deputados que estão na Assembleia, também fizeram indicações os parlamentares licenciados.

Entre os indicados, oito já foram vereadores, cinco administraram prefeituras, quatro foram deputados estaduais e três foram federais. Desde 1986, com a eleição do governador Pedro Ivo, cujo mandato foi completado por Casildo Maldaner, o PMDB passou a consolidar sua trajetória elegendo outros governadores, como Paulo Afonso Vieira e Luiz Henrique da Silveira, único que dobrou o mandato com outra eleição consecutiva e abrindo espaço para Eduardo Pinho Moreira governar por nove meses em 2006.

O primeiro pronunciamento da noite foi do deputado Carlos Chiodini. Líder da bancada e o mais jovem parlamentar no Legislativo estadual, Chiodini relembrou a história de fundação do MDB, atual PMDB. Em breve palavras falou sobre o primeiro diretório do partido, formado em 23 de abril de 1966, realizando sua primeira reunião no plenário da própria Assembleia, que à época tinha por sede o atual prédio do 4º Batalhão da Polícia Militar, no centro de Florianópolis. Ainda em sua manifestação, o parlamentar fez menção à renovação de quadros do partido, que em 2012 elegeu 105 prefeitos e prefeitas, mais 71 vice-prefeitos, mostrando-se presente em 143 administrações municipais. “Nas câmaras municipais, o PMDB contempla 871 vereadores e vereadoras, além de dois senadores e seis deputados federais no Congresso”, salientou.

Em nome dos homenageados, o deputado Edison Andrino, um dos fundadores do MDB, lembrou que foi eleito o primeiro prefeito na cidade pelo PMDB, com a bagagem de 10 anos como vereador, e credenciado pela maior votação a deputado estadual, obtida em 1982. O parlamentar, que foi indicado para receber a homenagem pelo colega Renato Hinnig, considera uma honra fazer parte dessa história marcada por inúmeras conquistas. “Podemos afirmar que o partido foi criado e cumpriu com as suas obrigações”, revelou. Andrino exerce seu terceiro mandato no Legislativo estadual, sendo quatro vezes eleito deputado federal.

Coordenador da bancada federal catarinense na Câmara, Rogério Peninha Mendonça destacou que, em seu sexto mandato eletivo – como prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e deputado federal -, sempre foi fiel ao PMDB único partido ao qual se filou até hoje.

Representando os ex-presidentes do partido, Paulo Afonso Vieira disse que, entre as conquistas, o PMDB pode ter provocado alguma decepção, “mas a grande verdade é que nenhum outro partido na história do Brasil pode dizer, em alto e bom tom, a sua população que cumpriu o programa estabelecido pelo partido. Nós, do PMDB, podemos afirmar que prometemos e cumprimos. Prova disto são os milhões de votos que recebemos ao longo da nossa história”, salientou.

Já o ex-governador Casildo Maldaner atribui às conquistas do PMDB a forma de governar do partido. Segundo o político, o partido governa com idéias e isso é o que desperta a atenção dos eleitores. “Dentro dessa forma de governar o PMDB cresceu e fez inúmeras parcerias, sendo respeitado. Realizar coligações faz parte de um governo movido pelo diálogo”, destacou.

Médico por formação, o ex-governador Pinho Moreira, presidente do diretório estadual, destacou seu envolvimento na política desde criança, quando nos anos 50 vivenciava, em sua casa, seu pai receber lideranças políticas. Desde então despertou o interesse pela política e a vontade de entender essa prática. Segundo Pinho Moreira, desde 16 anos, quando distribuía santinho nas ruas, esteve engajado no meio político. “O PMDB construiu uma história, que ainda tem muito para crescer, servindo de exemplo para o país”, frisou.

Parlamentares e seus homenageados

  • Ada De Luca: Walmor De Luca, fundador do MDB em Içara, onde foi vereador e disputou eleição para prefeito. Foi deputado federal por quatro mandatos, os dois últimos já pelo PMDB, e chegou à executiva nacional do partido.
  • Aldo Schneider: João Matos, fez carreira na área da educação no Alto Vale e se elegeu deputado estadual por duas legislaturas, sendo líder da bancada em 1991 e 1992. Foi deputado federal por três legislaturas, secretário de estado da Casa Civil e da Educação. Presidiu o Diretóro do PMDB e é vice-presidente da executiva estadual.
  • Antonio Aguiar: Renato Bahr, que ajudou a fundar o MDB em Campo Alegre e se elegeu vereador pela primeira vez em 1972. Foi prefeito daquele município entre 2001 a 2008.
  • Carlos Chiodini: Roland Dornbusch que fez história política em Jaraguá do Sul, onde foi prefeito. Exerceu dois mandatos como deputado estadual, pelo MDB e PMDB.
  • Dirce Heiderscheidt: Pedro Jonas Martins, fundador do MDB no município de Palhoça, onde presidiu o diretório municipal do MDB e PMDB por mais de uma década.
  • Edison Andrino: Aloísio Acácio Piazza, ex-vereador e prefeito da Capital, ex-deputado estadual que presidiu a constituinte e promulgou a Constituição de Santa Catarina.
  • Mauro de Nadal: João Carlos Valar, prefeito de São Miguel do Oeste eleito pela terceira vez, e antes vereador por dois mandatos.
  • Manoel Mota: Alveri Aguiar de Sá, fundador do PMDB em Araranguá, empresário e ex-secretário de Desenvolvimento Regional.
  • Moacir Sopelsa: Waldomiro Rabuske, fundador do MDB em Pinheiro Preto, onde foi vereador e presidente do partido.
  • Renato Hinning: Edison Andrino, deputado fundador do MDB que cumpre seu terceiro mandato na Assembleia. Foi vereador e primeiro prefeito eleito pelo PMDB na Capital. Foi deputado federal por quatro mandatos.
  • Romildo Titon: PMDB Mulher de Campos Novos, segmento com forte história de militância eleitoral, contando com cerca de 300 integrantes.
  • Valdir Cobalchini: Osvaldo Olienik fundador do MDB e do PMDB em Caçador. Ferroviário aposentado, já foi vereador e vice-prefeito.

Homenageadas que representam a força feminina na política

  • Dra. Lucia Stefanovich: Primeira mulher Secretária de Segurança do país.
  • Ex-deputada Simone Shiramm: Representando todas as ex-deputadas.
  • Deputada Dirce Heiderscheidt: Representando todas as deputadas atuantes no Parlamento.
  • Laine de Nadal.
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PMDB: 47 anos e muitas razões para otimismo

Logo do PMDB

A história do Brasil republicano é pontuada por crises institucionais de maior ou menor porte. As de mais triste memória resultaram em longos períodos de exceção como a ditadura. Com seu fim, o país entrou nos trilhos da normalidade e as instituições democráticas conseguiram fincar bases em terreno sólido. É o caso do PMDB, que hoje completa 47 anos de fecunda existência. Muito mais do que uma celebração, a data reafirma a identidade doutrinária do maior partido político catarinense e brasileiro na medida em que cresce cada vez mais a parcela que lhe cabe no processo decisório.

A idade do PMDB deve ser saudada como um acontecimento relevante: é o partido nacional de maior longevidade na história da República – muitas siglas ainda em pleno vigor trazem em sua origem o DNA do MDB, enquanto outras, montadas apenas para aventuras episódicas, tiveram vida efêmera. Ao ser fundado em 1966, num primeiro momento, caracterizou-se como oposição democrática, dura e intransigente, o que custaria cassações, prisões e exílios de nossos companheiros. Foram tempos árduos que culminaram numa grande mobilização nacional pela volta do país à ordem democrática. Como destaque nessa jornada, as forças moral e cultural de figuras saudosas de Ulysses Guimarães e Pedro Ivo Campos. O leme do partido também esteve nas mãos de Luiz Henrique da Silveira.

Tenho convicção de que o PMDB continuará tendo um papel decisivo nos acontecimentos que se vislumbram para SC e o Brasil. A missão que está reservada ao partido no aprimoramento da vida pública e na melhoria da qualidade de vida dos catarinenses é fundamental para o futuro de Santa Catarina. O time precisa estar preparado para entrar em campo e honrar a torcida – sem prejuízo do diálogo. Com base nisso, reafirmo a certeza de que unidos venceremos os desafios.

Escrito por Casildo Maldanes, senador e presidente de honra do PMDB/SC

Luiz Henrique elogia desempenho do PMDB em SC

senador Luiz Henrique da Silveira

O senador Luiz Henrique (SC) está confiante que o PMDB vencerá as eleições no 2º turno tanto em Joinville como em Florianópolis. Ele elogiou o desempenho do partido nessas eleições, e disse que em Santa Catarina a legenda conquistou municípios importantes, como Lages e João Miguel do Oeste.

Na sua avaliação “o PMDB saiu-se vitorioso nessas eleições”. Conquistou prefeituras de peso, apoiou candidatos de outras legendas em grandes municípios de Santa Catarina: Chapecó, Xanxerê e Jaraguá do Sul, com grandes chances de eleger vários prefeitos no 2º turno.

Segundo o senador, o PSDB também teve peso muito forte no Estado e o PTB manteve sua musculatura. Mas o PMDB foi mesmo o grande vencedor, tanto a nível nacional como no Estado.

Mesmo assim, ele voltou a defender uma reforma política urgente e inadiável para baratear as campanhas e fortalecer o processo democrático. Eleições gerais e concomitantes a cada cinco anos para todos os candidatos, financiamento público,  eleições em lista fechada para vereador, deputados federais e estaduais, e campanhas ao vivo na TV.

Assessoria de Imprensa do senador Luiz Henrique

Novo Código Florestal deve seguir para Plenário dia 22

Código Florestal

O relatório do senador Jorge Viana (PT-AC) sobre o projeto de reforma do Código Florestal deve ser votado no próximo dia 22 na Comissão de Meio Ambiente (CMA), seguindo então para decisão final em Plenário. A previsão é do presidente da CMA, senador Rodrigo Rollemberg (PSD-DF), que marcou a data depois de entendimentos com Jorge Viana.

O projeto tramita neste momento nas comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura (CRA), onde é relatado pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC). A votação do relatório do senador catarinense está marcada para a próxima terça-feira, quando então a matéria seguirá para a CMA, última comissão antes do Plenário.

Conforme Rollemberg, Jorge Viana apresentará seu voto na CMA no dia 16, quando deve ser concedida vista coletiva e marcada a votação do texto para a semana seguinte, no dia 22. Assim como ocorreu nas comissões de Ciência e Tecnologia e de Agricultura, também na CMA deverá ser feito acordo para que, após a leitura do relatório, emendas ao texto sejam feitas por destaque, o que regimentalmente evita novo pedido de vista.

Ajustes

O senador Jorge Viana (PT-AC) é autor do relatório sobre o projeto de reforma do Código Florestal, que deve ser votado no próximo dia 22 na Comissão de Meio Ambiente (CMA)

Rollemberg acredita que os entendimentos em torno do novo código estão praticamente concluídos, havendo espaço para poucas mudanças. Ele vê a possibilidade de alterações nas regras para as cidades e a inclusão de capítulo específico de proteção da agricultura familiar. O senador também aponta outros possíveis ajustes, como a inclusão de norma para a recuperação de Área de Preservação Permanente (APP) em rios acima de dez metros de largura.

O relatório de Luiz Henrique já prevê que, para rios com até essa largura, seja obrigatória a recomposição de apenas 15 metros de mata ciliar, e não 30 metros, que é a norma para APPs ripárias em rios com até dez metros de largura. Mas o texto é omisso quanto às regras de recomposição de matas nas margens de rios mais largos.

Audiências

Para subsidiar os senadores da CMA na votação da matéria, a comissão realizará três audiências públicas na próxima semana. Na quarta-feira, serão discutidas questões relativas às cidades; na quinta-feira, os senadores ouvem representantes dos comitês de bacias; e na sexta-feira, discutem a proteção das florestas.

Também visando ampliar o conhecimento sobre o assunto, será realizada uma visita ao Mato Grosso, quando os parlamentares conhecerão locais onde foram realizadas experiências bem sucedidas de recuperação de áreas de preservação.

Após a votação em Plenário, o projeto voltará para a Câmara dos Deputados, para exame das mudanças feitas pelos senadores. Os relatores Luiz Henrique e Jorge Viana trabalham para que as alterações contidas em seus votos sejam negociadas também na Câmara, para evitar a rejeição do texto. No mesmo sentido, o governo tem participado dos entendimentos, para que a Presidência da República não venha a vetar partes do projeto.

Por conta desses entendimentos, por exemplo, Luiz Henrique não acatou emendas para incluir na nova lei florestal incentivos econômicos para recuperação e manutenção de áreas florestadas. Como as fontes para o pagamento por serviços ambientais devem incluir recursos orçamentários, o governo quer tratar a questão em lei específica, a ser enviada ao Congresso.