Hoje em 1989 foi criado o Ibama

Ibama

O Ibama foi criado em 1989. A autarquia federal, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, é o órgão executivo responsável pela execução da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), instituída em 1981 e desenvolve atividades para a preservação e conservação do patrimônio natural, controla e fiscaliza o uso dos recursos naturais e concede licenças ambientais. Em 2007, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), retirou do IBAMA a gestão das unidades de conservação nacionais.

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Conheça 10 transgênicos que você pode estar comendo sem saber

Transgênicos dcvitti

Animais e plantas geneticamente modificados

No final de dezembro passado, a agência que zela pela segurança alimentar nos Estados Unidos, a FDA (Food and Drug Administration) aprovou para consumo um tipo de salmão geneticamente modificado, reacendendo o debate sobre a segurança dos transgênicos e suas implicações éticas, econômicas sociais e políticas.

É a primeira vez que um animal geneticamente modificado é aprovado para consumo humano. Mas muitos consumidores nos Estados Unidos, Europa e Brasil, regiões em que os organismos geneticamente modificados (OGMs) em questão de poucos anos avançaram em velocidade surpreendente dos laboratórios aos supermercados, passando por milhões de hectares de áreas cultiváveis, continuam desconfiados da ideia do homem cumprindo um papel supostamente reservado à natureza ou à evolução – e guardam na memória os efeitos nocivos, descobertos tarde demais, de “maravilhas” tecnológicas como o DDT e a talidomida.

Boa parte do público ainda teme possíveis efeitos negativos dos transgênicos para a saúde e o meio ambiente. Pesquisas de opinião nos Estados Unidos e na Europa, entretanto, indicam que a resistência aos OGMs tem caído, refletindo, talvez, uma tendência de gradual mudança de posição da percepção pública.

Polêmica científica

As principais academias de ciências do mundo e instituições como a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) insistem em dizer que os transgênicos são seguros e que a tecnologia de manipulação genética realizada sob o controle dos atuais protocolos de segurança não representa risco maior do que técnicas agrícolas convencionais de cruzamento de plantas.

Mas muitos cientistas discordam, ainda que os alertas não ganhem nas manchetes a mesma importância que os anúncios dos eventuais benefícios dos transgênicos. Pesquisas já demonstraram que os vegetais consumidos podem alterar os genes humanos, e até livros já foram escritos mostrando o risco de que os transgênicos espalhem-se pela natureza.

A preocupação é ainda maior no caso dos animais transgênicos, como é o caso dos mosquitos transgênicos soltos no Brasil e em outros países para combater a dengue, e cujos efeitos sobre o homem não são conhecidos.

Salmão transgênico

O salmão transgênico, que pode chegar às mesas de jantar em 2014, será o primeiro animal geneticamente modificado (GM) consumido pelo homem. Vários produtos transgênicos já estão nos supermercados, um fato que pode ter escapado a muitos consumidores – apesar da discreta rotulagem obrigatória, no Brasil e na UE, de produtos com até 1% de componentes transgênicos.

Veja abaixo uma lista com 10 produtos e derivados que serve de exemplo de como os transgênicos entraram, estão tentando ou mesmo falharam na tentativa de entrar na cadeia alimentar.

Milho transgênico

Com as variantes transgênicas respondendo por mais de 85% das atuais lavouras do produto no Brasil e nos Estados Unidos, não é de se espantar que a pipoca consumida no cinema, por exemplo, venha de um tipo de milho que recebeu, em laboratório, um gene para torná-lo tolerante a herbicida, ou um gene para deixá-lo resistente a insetos, ou ambos.

Dezoito variantes de milho geneticamente modificado foram autorizadas pelo CTNBio, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia que aprova os pedidos de comercialização de OGMs.

O mesmo pode ser dito da espiga, dos flocos e do milho em lata que você encontra nos supermercados. Há também os vários subprodutos – amido, glucose – usados em alimentos processados (salgadinhos, bolos, doces, biscoitos, sobremesas) que obrigam o fabricante a rotular o produto.

O milho puro transgênico não é vendido para consumo humano na União Europeia, onde todos os legumes, frutas e verduras transgênicos são proibidos para consumo – exceto um tipo de batata, que recentemente foi autorizado, pela Comissão Europeia, a ser desenvolvido e comercializado. Nos Estados Unidos, ele é liberado e não existe a rotulação obrigatória.

Óleos de cozinha geneticamente modificados

Os óleos extraídos de soja, milho e algodão, os três campeões entre as culturas geneticamente modificadas – e cujas sementes são uma mina de ouro para as cerca de dez multinacionais que controlam o mercado mundial – chegam às prateleiras com a reputação “manchada” mais pela sua origem do que pela presença de DNA ou proteína transgênica. No processo de refino desses óleos, os componentes transgênicos são praticamente eliminados. Mesmo assim, suas embalagens são rotuladas no Brasil e nos países da UE.

Soja transgênica

No mundo todo, o grosso da soja transgênica, a rainha das commodities, vai parar no bucho dos animais de criação – que não ligam muito se ela foi geneticamente modificada ou não. O subproduto mais comum para consumo humano é o óleo de cozinha, mas há ainda o leite de soja, tofu, bebidas de frutas e soja e a pasta missô, todos com proteínas transgênicas (a não ser que tenham vindo de soja não transgênica).

No Brasil, onde a soja transgênica ocupa quase um terço de toda a área dedicada à agricultura, a CTNBio liberou cinco variantes da planta, todas tolerantes a herbicidas – uma delas também é resistente a insetos.

Mamão papaia transgênico

Os Estados Unidos são o maior importador de papaia do mundo – a maior parte vem do México e não é transgênica. Mas muitos norte-americanos apreciam o papaia local, produzido no Havaí, Flórida e Califórnia.

Cerca de 85% do papaia do Havaí, que também é exportado para Canadá, Japão e outros países, vem de uma variedade geneticamente modificada para combater um vírus devastador para a planta. A fruta não é vendida no Brasil, nem na Europa.

Queijo transgênico

Aqui não se trata de um alimento derivado de um (OGM) organismo geneticamente modificado, mas de um alimento em que um OGM contribuiu em uma fase de seu processamento. A quimosina, uma enzima importante na coagulação de lacticínios, era tradicionalmente extraída do estômago de cabritos – um procedimento custoso e “cruel”.

Biotecnólogos modificaram microrganismos como bactérias, fungos ou fermento com genes de estômagos de animais, para que estes produzissem quimosina. A enzima é isolada em um processo de fermentação em que esses microrganismos são mortos.

A quimosina resultante deste processo – e que depois é inserida no soro do queijo – é tida como idêntica à que era extraída da forma tradicional. Essa enzima é pioneira entre os produtos gerados por OGMs e está no mercado desde os anos 90.

Notem que o queijo, em todo seu processo de produção, só teve contato com a quimosina – que não é um OGM, é um produto de um OGM. Além disso, a quimosina é eliminada do produto final. Por isso, o queijo escapa da rotulação obrigatória.

Pão, bolos e biscoitos geneticamente modificados

Trigo e centeio, os principais cereais usados para fazer pão, continuam sendo plantados de forma convencional e não há variedades geneticamente modificadas em vista. Mas vários ingredientes usados em pão e bolos vêm da soja, como farinha (geralmente, nesse caso, em proporção pequena), óleo e agentes emulsificantes como lecitina.

Outros componentes podem derivar de milho transgênico, como glucose e amido. Além disso, há, entre os aditivos mais comuns, alguns que podem originar de microrganismos modificados, como ácido ascórbico, enzimas e glutamato. Dependendo da proporção destes elementos transgênicos no produto final (acima de 1%), ele terá que ser rotulado.

Abobrinha transgênica

Seis variedades de abobrinha resistentes a três tipos de vírus são plantadas e comercializadas nos Estados Unidos e Canadá. Ela não é vendida no Brasil ou na Europa.

Arroz transgênico

Uma das maiores fontes de calorias do mundo, mesmo assim, o cultivo comercial de variedades modificadas fica, por enquanto, na promessa. Vários tipos de arroz estão sendo testados, principalmente na China, que busca um cultivo resistente a insetos. Falou-se muito no golden rice, uma variedade enriquecida com beta-caroteno, desenvolvida por cientistas suíços e alemães.

O “arroz dourado”, com potencial de reduzir problemas de saúde ligados à deficiência de vitamina A, está sendo testado em países do sudeste asiático e na China, onde foi pivô de um recente escândalo: dois dirigentes do projeto foram demitidos depois de denúncias de que pais de crianças usadas nos testes não teriam sido avisados de que elas consumiriam alimentos geneticamente modificados. Estudo com arroz transgênico em crianças chinesas vira escândalo internacional.

Feijão transgênico

A Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecuária (Embrapa), conseguiu em 2011 a aprovação na CTNBio para o cultivo comercial de uma variedade de feijão resistente ao vírus do mosaico dourado, tido como o maior inimigo dessa cultura no país e na América do Sul.

As sementes devem ser distribuídas aos produtores brasileiros – livre de royalties – em 2014, o que pode ajudar o país a se tornar autossuficiente no setor. É o primeiro produto geneticamente modificado desenvolvido por uma instituição pública brasileira.

Salmão transgênico

Após a aprovação prévia da FDA, o público e instituições americanos têm um prazo de 60 dias (iniciado em 21 de dezembro) para se manifestar sobre o salmão geneticamente modificado para crescer mais rápido.

Em seguida, a agência analisará os comentários para decidir se submete o produto a uma nova rodada de análises ou se o aprova de vez. Francisco Aragão, pesquisador responsável pelo laboratório de engenharia genética da Embrapa, afirma que tem acompanhado o caso do salmão “com interesse”, e que não tem dúvidas sobre sua segurança para consumo humano.

“A dúvida é em relação ao impacto no meio ambiente. (Mesmo criado em cativeiro) O salmão poderia aumentar sua população muito rapidamente e eventualmente eliminar populações de peixes nativos. As probabilidades de risco para o meio ambiente são baixas, mas não são zero…na natureza não existe o zero”.

Transgênicos que não deram certo

A primeira fruta aprovada para consumo nos Estados Unidos foi um tomate modificado para aumentar sua vida útil após a colheita, o “Flavr Savr tomato”. Ela começou a ser vendida em 94, mas sua produção foi encerrada em 97, e a empresa que o produziu, a Calgene, acabou sendo comprada pela Monsanto.

O tomate, mais caro e de pouco apelo ao consumidor, não emplacou. O mesmo ocorreu com uma batata resistente a pesticidas, lançada em 95 pela Monsanto: a New Leaf Potato. Apesar de boas perspectivas iniciais, ele não se mostrou economicamente rentável o suficiente para entusiasmar fazendeiros e foi tirada do mercado em 2001.

Ártico desprotegido

Ártico desprotegidoDivulgue a campanha

O Greenpeace teve acesso ao plano de resposta para vazamentos de petróleo do Conselho do Ártico. O acordo que seria responsável por estabelecer sanções para os países e proteger o frágil ecossistema do Ártico é muito vago e não estabelece penalidades efetivas em caso de acidentes na região.

O Ártico, lar dos ursos polares, das focas, raposas e de outras espécies, está desprotegido e vem sendo ameaçado por empresas gananciosas que querem explorar petróleo, inclusive, sob o gelo. Conter um vazamento no Polo Norte é uma tarefa quase impossível devido às condições locais extremas e resultaria em danos irreparáveis.

Você pode nos ajudar a pressionar empresas e países para interromperem a destruição no extremo norte do planeta. Junte-se a quase 2,5 milhões de pessoasque decidiram proteger o Ártico e assine e compartilhe a petição que pede a criação de um santuário internacional na região.

Você também pode se juntar ao Greenpeace tornando-se um colaborador. Seu apoio é fundamental para continuarmos trabalhando de forma independente pelo meio ambiente.

 

Você está antenado na moda?

Você está antenado na moda?Divulgue a campanha

Você está antenado na moda? Pois nós estamos. A maioria dos consumidores já decretou que não quer produtos que estejam envolvidos com o desmatamento das florestas ou com a poluição tóxica dos rios. Mesmo assim, a indústria têxtil ainda não se adaptou totalmente aos desejos do mercado.

Para zelar pela vontade do público, nós montamos um ranking com as maiores marcas de alta costura da França e Itália, cobrando que elas adequem suas políticas de produção à conservação do meio ambiente. Sapatos, bolsas e cintos que circulam o mundo inteiro nos armários das pessoas muitas vezes provêm do gado que habita áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia, ou vêm fazendas que invadiram áreas protegidas ou que possuem trabalhadores em condições análogas à escravidão.

Para mudar esse cenário e incentivar as boas práticas no mundo da moda, propomos um duelo entre as maiores empresas internacionais. Quem sai ganhando são as florestas e as águas. Como consumidor,contamos com você para cobrar ações concretas das suas marcas preferidas. Você também pode ajudar a interromper essa cadeia criminosa aqui no BrasilCompartilhe a petição pela lei do Desmatamento Zero e proteja nossas florestas.

Faça parte do Greenpeace e junte-se a nós na luta por um mundo mais verde e vivo. Seja um herói você também, colabore com a gente! Nosso trabalho pelo meio ambiente é independente, e por isso seu apoio é fundamental para que ele continue.

Ártico desprotegido

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O Greenpeace teve acesso ao plano de resposta para vazamentos de petróleo do Conselho do Ártico. O acordo que seria responsável por estabelecer sanções para os países e proteger o frágil ecossistema do Ártico é muito vago e não estabelece penalidades efetivas em caso de acidentes na região.

O Ártico, lar dos ursos polares, das focas, raposas e de outras espécies, está desprotegido e vem sendo ameaçado por empresas gananciosas que querem explorar petróleo, inclusive, sob o gelo. Conter um vazamento no Polo Norte é uma tarefa quase impossível devido às condições locais extremas e resultaria em danos irreparáveis.

Você pode nos ajudar a pressionar empresas e países para interromperem a destruição no extremo norte do planeta. Junte-se a quase 2,5 milhões de pessoasque decidiram proteger o Ártico e assine e compartilhe a petição que pede a criação de um santuário internacional na região.

Você também pode se juntar ao Greenpeace tornando-se um colaborador. Seu apoio é fundamental para continuarmos trabalhando de forma independente pelo meio ambiente.

 

O desmatamento está caindo ano a ano

O desmatamento está caindo ano a ano

Cada vez que vamos para o campo à procura de crimes ambientais, voltamos com uma certeza: o desmatamento está caindo ano a ano, mas continua bem vivo. As imagens de satélite confirmam. Segundo oImazon, as derrubadas no último mês aumentaram em 107%, se comparadas com o mesmo mês do ano anterior.

Se pegarmos todo o segundo semestre de 2012, veremos um crescimento ainda maior: 127% a mais que o mesmo período de 2011. Isso significa um balde de 66,5 milhões de CO2 na atmosfera.

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É contra esse cenário – que leva violência e injustiça às populações locais – que nasceu a aliança por um projeto de lei popular do desmatamento zero. Nós, do Greenpeace, nos unimos a várias organizações e movimentos sociais e ambientais, para exigir o fim dessa devastação.

Continue compartilhando essa ideia com seus amigos, familiares e conhecidos. A luta contra o desmatamento só vai chegar ao fim com o esforço de cada um de nós. Continue nessa corrente e junte-se a nós.

Amazônia: pedido de ajuda

Amazônia, um pedido de ajuda

Uma mega-empresa de petróleo está tentando transformar a mais primitiva floresta tropical no coração do Equador em um campo de petróleo. A tribo Kichwa de Sani Isla está resistindo com coragem e acabaram de nos pedir ajuda para salvar suas terras.

A comunidade assinou um compromisso de nunca vender suas terras, onde onças vagueiam e um único hectare pode conter mais diversidade animal do que em toda a América do Norte! Mas o governo do Equador está tentando comprá-los para oferecer 4 milhões de hectares da Amazônia para grandes petrolíferas. O presidente Correa está numa batalha eleitoral neste momento e tem uma reputação de respeito ao meio ambiente e aos povos indígenas. Se pudermos fazer esse assunto vazar globalmente e tornar a proteção da Amazônia uma questão eleitoral, poderemos impedir essa corrida do petróleo.

Até agora a comunidade corajosamente se manteve firme, mas os petroleiros podem chegar com seus equipamentos de perfuração a qualquer momento. Os Kichwa estão apelando por nossa ajuda para salvar a Amazônia. Assine esta petição agora e compartilhe amplamente. Se 1 milhão de pessoas assinarem, vamos criar uma tempestade de mídia que forçará Correa a dar um passo atráshttp://www.avaaz.org/po/oil_in_the_amazon_global/?bRPpScb&v=21317.

Depois da Texaco e outras empresas de petróleo terem poluído as águas do Equador e devastado ecossistemas preciosos de maneira irreversível, Correa conduziu o Equador a ser o primeiro país do mundo a reconhecer os direitos da “Mãe Terra” em sua Constituição. Ele anunciou que o Equador não estava à venda, e no Parque Nacional Yasuni, promoveu uma iniciativa inovadora, onde outros governos pagam ao Equador para manter o petróleo no solo protegendo a floresta ao invés de destruí-la. Mas agora ele está prestes a se vender.

De modo chocante, a terra Kichwa está, em parte, no Parque Nacional Yasuni. Mas, ainda mais chocante é o grande plano de Correa: dentro de alguns dias funcionários do governo começarão uma turnê mundial para oferecer aos investidores estrangeiros o direito de perfurar em uma área de 4 milhões de hectares de floresta (maior que a Holanda!). O Equador, como qualquer país, pode argumentar que tem o direito de lucrar com seus recursos naturais, mas a própria Constituição diz que deve-se respeitar os direitos indígenas e suas incríveis florestas, que rendem milhões de dólares em turismo a cada ano.

Neste momento, Correa está em uma dura batalha para ganhar seu segundo mandato como presidente. É o momento perfeito para fazê-lo honrar suas promessas ambientais e fazer essa Constituição verde se tornar realidade. Assine agora para apoiar o povo Kichwa e salvar sua florestahttp://www.avaaz.org/po/oil_in_the_amazon_global/?bRPpScb&v=21317.

Nossa comunidade tem lutado ano após ano para proteger a Amazônia no Brasil e na Bolívia, e obteve muitas vitórias apoiando as comunidades indígenas. Agora é a vez do Equador: vamos responder a este apelo urgente e salvar a floresta.

Com esperança e determinação, Alex, Pedro, Alice, Laura, Marie, Ricken, Taylor, Morgan e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Pior empresa do ano

Shell a pior empresa do ano

Lembra que eu avisei que os planos da Shell de exploração de petróleo no Ártico eram perigosos? Muita gente agora já está ciente. O público escolheu a petroleira como a vencedora do Public Eye Award 2013. Além de mais de dois milhões de pessoas que já se juntaram a nós na luta por um santuário na minha região, outras 41 mil votaram na Shell como a pior empresa do ano.

Todos os anos, quem teve a pior atuação socioambiental no ramo empresarial é escolhida para passar vergonha durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, onde o prêmio é entregue. As inúmeras e fracassadas tentativas da Shell de explorar petróleo no Polo Norte renderam a ela apenas uma reputação com uma grande mancha de óleo.

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O Ártico é um dos ecossistemas mais frágeis e inóspitos do planeta. Por suas condições delicadas, os riscos para a exploração de petróleo são tão elevados que seria quase impossível conter um vazamento na região. Agora que sabe disso, você também pode ajudar a defender meu lar desses terríveis vilões.

Quer fazer parte da turma do Greenpeace? Seja um colaborador e junte-se a nós nessa luta. Nosso trabalho pelo meio ambiente é independente, e por isso seu apoio é fundamental para que ele continue.

Empresa com pior atuação socioambiental

Empresa com pior atuação socioambiental

Eu não fiquei surpresa quando descobri que a Shell está entre as finalistas do Public Eye Awards. Nada mais justo do que a empresa que mais intimidou meu lar – e também dos ursos polares, das focas e de outras espécies – ser reconhecida publicamente como uma ameaça por tentar explorar petróleo no Ártico.

O Public Eye Awards anuncia todos os anos a empresa que teve a pior atuação socioambiental escolhida por voto popular. E a Shell faz parte das sete empresas indicadas para concorrer ao prêmio por suas inúmeras tentativas – e fracassos – de explorar petróleo no Polo Norte.

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Os riscos para a exploração de óleo no Ártico, um dos ecossistemas mais inóspitos, são tão elevados que seria quase impossível conter um vazamentona região. Você pode ajudar a defender meu lar, assinando e compartilhando a petição que pede a criação de um santuário global no Ártico, protegendo-o da exploração de petróleo e de outras atividades industriais.

Você também pode se juntar ao Greenpeace tornando-se um colaboradorSeu apoio é fundamental para que possamos continuar trabalhando de forma independente pelo meio ambiente.

Vídeo de apresentação do projeto Litoral Sustentável

Quais são os desafios enfrentados pelo acelerado processo de desenvolvimento que está ocorrendo no Litoral Paulista? Entrevistas com moradores e trabalhadores da região, comunidades tradicionais (indígenas, caiçaras e quilombolas), contam sobre os impactos além das soluções propostas para garantir os direitos humanos básicos e o desenvolvimento sustentável e inclusivo. Confira as etapas do diagnóstico urbano socioambiental participativo desenvolvido pelo Instituto Pólis, além de informações sobre o programa de desenvolvimento regional sustentável que está sendo elaborado para a região.