Fake news: Google usará jornalismo de dados na apresentação de pesquisas de usuários

Fakebook News

O Google começará a usar jornalismo de dados na apresentação de buscas feitas por usuários do Google Search. Com a medida, o site quer combater as fake news. A informação é do TecMundo, Canaltech  e Engadget.

A empresa, por meio da Google News Initiative, vai produzir conteúdo baseado no jornalismo de dados – com gráficos, planilhas e até algoritmos – para conferir a informação antes de apresenta-la. Com isso, os usuários receberão detalhes mais precisos da sua busca no topo dos resultados.

Segundo o Engadget, agora, quando o usuário faz uma pesquisa sobre assuntos específicos, como as despesas de uma organização sem fins lucrativos em um determinado ano, por exemplo, o Google mostrará dados tabulares específicos no topo da página à frente de todos os outros resultados.

Até agora, o Google vem trabalhando com sites como o ProPublica, que emprestou seu banco de dados interativo para organizações sem fins lucrativos ao projeto.

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Por dentro do universo sombrio da Deep Web

Por dentro do universo sombrio da Deep Web [infográfico]. Você sabia que a internet vai muito além do que os olhos do Google conseguem ver?

[infográfico] Você sabia que a internet vai muito além do que os olhos do Google conseguem ver?

Você já deve ter ouvido falar na Deep Web, que constitui a parte da internet que não é indexada pelos motores de busca que existem em todo o mundo. Isso significa que ela é composta por aquelas páginas que você não consegue encontrar utilizando o Google, o Bing ou qualquer outra ferramenta similar. Mas o que existe nesse universo secreto e como chegar até ele?

As respostas podem ser simples, mas os caminhos nem tanto. A Deep Web é composta por vários níveis de ocultamento — que exigem diferentes formas de acesso. Para que isso fique mais claro, vamos separar a internet em algumas camadas. Ao contrário de outras publicações, não utilizaremos essas camadas para diferenciar os conteúdos existentes (principalmente porque o teor deles é parecido e chega a se confundir em muitos momentos), mas para deixar mais claras as formas de acesso a elas.

Se um asteroide atingir a Terra, não dará tempo de twittar nada sobre o assunto

O asteroide Apophis (Fonte da imagem: Reprodução/Forbes)

NASA afirmou que o sistema que identifica objetos espaciais próximos ao planeta não conseguiria prever a tempo um meteoro que viesse em nossa direção.

Se a Terra fosse atingida por um asteroide ou por qualquer outra coisa, não daria tempo sequer para twittar algo como: “Alguém mais sentiu a Terra estremecer? #FimDosTempos”: é isso que afirma a NASA sobre a possibilidade de um desastre planetário vindo do espaço. “O maior alerta que receberíamos, caso algo caísse na Terra, seria um grande zero”, afirma um cientista da agência espacial americana.

Diferentemente do que ocorre nos filmes e nos jogos de video game, o sistema de captura de objetos próximos ao planeta Terra (chamado NEO – Near Earth Objects) tem capacidades muito limitadas. De acordo com uma reportagem da revista Forbes, a maioria dos objetos que o NEO atualmente capta permanece desconhecida da raça humana.

Em outros casos muito remotos, há possibilidade de os cientistas preverem os objetos que passarão perto da órbita planetária. Isso foi exatamente o que ocorreu com o asteroide Apophis, que foi previsto pelos estudiosos em 2004 e que apresenta uma efêmera possibilidade de colidir com a Terra. O que foi descoberto neste ano é que o Apophis é consideravelmente maior do que se imaginava, contendo em torno de 20% mais massa do que o previsto anteriormente.

Ficção que não acontece na realidade

Cena do filme "Armageddon", com Bruce Willis salvando a Terra (Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)

No entanto, se um desses asteroides resolvesse cair mesmo em nosso planeta, não haveria geólogos, astronautas ou especialistas em demolição suficientes para serem mandados à órbita espacial para conter a ameaça — como no filme “Armageddon”. Pior do que isso, quando o meteoro se chocasse com a Terra, apenas veríamos um gigantesco clarão e, no máximo, sentiríamos o chão sob nossos pés em vasta trepidação.

Por outro lado, se os cientistas conseguissem prever que a rota do asteroide realmente iria coincidir com a órbita da Terra, não haveria muita coisa que pudesse ser feita. Para um meteoro do tamanho no Apophis, de acordo com a NASA, bombas nucleares explodindo sobre ele não seriam suficientes para desviar a trajetória do incômodo visitante.

Assim sendo, está confirmado que “de nada adiantaria o Twitter em meio a um apocalipse causado por um meteoro”.

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

mudo cego e surdo

O progresso nem sempre traz benefícios para a humanidade, e o preço a pagar por erros do passado pode ser muito caro.

Os seres humanos são capazes de criar coisas incríveis. Mas ao mesmo tempo em que conseguimos nos superar e melhorar nosso padrão de vida, nós também nos boicotamos com produtos, descobertas e invenções que prejudicam nossa existência e a da natureza. Confira a nossa lista de coisas indesejáveis e perceba porque viveríamos muito melhor se certas coisas nunca tivessem sido criadas.

1. Plástico

Imagine uma área enorme, no meio do oceano Pacífico, que pode ser duas vezes o tamanho do território dos Estados Unidos. Não se trata de uma ilha, mas de uma imensa “sopa de lixo” chamada de “Grande Porção de Lixo do Pacífico”.  Segundo o jornal britânico The Independent, nada menos do que 100 milhões de toneladas de lixo podem estar boiando nessa região, sendo que a esmagadora maioria é composta por plástico.

O plástico constitui 90% de todo o lixo que boia nos oceanos do mundo. Seu inventor, Alexander Parques, criou o material indestrutível para substituir uma dezena de outros, mas não considerou seus malefícios: câncer, resíduos tóxicos contaminando o ambiente e uma quantidade gigantesca de lixo jogada no mar.

O principal problema do plástico é que ele não é biodegradável, pois nenhum processo natural consegue eliminá-lo. Especialistas apontam que a durabilidade que torna o plástico tão útil às pessoas é também o que o torna tão prejudicial à natureza.

2. Armas de destruição em massa

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

A Chama da Paz fica localizada em um monumento dentro do Parque Memorial da Paz, em Hiroshima, no Japão. Ela é uma chama “de verdade” que fica acesa o tempo todo e que permanecerá assim até que “a ameaça de aniquilação nuclear deixe o planeta”.

Hiroshima foi devastada em 1945 por um ataque nuclear que matou entre 70 e 80 mil pessoas instantaneamente, além de milhares de outras nos anos seguintes — devido aos efeitos da radiação. Nagasaki, outra cidade japonesa vítima de bomba nuclear, perdeu aproximadamente 80 mil habitantes. Em ambas as localidades, a esmagadora maioria de mortos era civil.

O uso das armas de destruição em massa foi classificado como bárbaro, visto que mais de 150 mil pessoas foram mortas em Hiroshima e Nagasaki, e as áreas atingidas eram altamente povoadas por civis. Nos dias anteriores ao lançamento das bombas, vários cientistas americanos tentavam convencer as autoridades que o poder destrutivo da bomba poderia ser demonstrado sem causar mortes. Em vão.

3. Junk Food

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

O junk food – literalmente traduzido como “comida-lixo” – é praticamente sinônimo de fast food, mas vai além do que é oferecido nas cadeias de comida-rápida. Esse tipo de alimento contém altos níveis de gordura saturada, sal e açúcar, além de diversos aditivos alimentares. Ao mesmo tempo, ele é carente de proteínas, vitaminas e fibras dietéticas.

O produto popularizou-se entre os fabricantes por ser relativamente barato de produzir. Também é popular entre os consumidores de todo mundo porque é fácil de encontrar e requer um mínimo ou nenhum preparo antes do consumo — que é associado à obesidade, a doenças coronarianas, diabetes tipo 2, hipertensão e cáries.

Hambúrgueres, pizzas, salgadinhos e doces são exemplos clássicos de junk foods. Mas para a Agência de Normas Alimentares do Reino Unido, qualquer alimento rico em gordura, sal ou açúcar pode ser considerado como pertencente a essa categoria.

4. SPAM

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

O SPAM é um pesadelo que povoa nossas contas de email. Estima-se que 90% das mensagens que chegam a nossas caixas de entrada são SPAMs. Esse tipo de email é usado para os piores fins, como boatos (hoaxes), correntes (chain letters), propagandas indesejadas, golpes (scam), estelionato (phishing) e infestação por programas maliciosos (vírus, worms e cavalos de troia).

O SPAM surgiu na época em que internet ainda era conhecida como ARPANet  (que interligava apenas as bases militares e departamentos de pesquisa do governo americano). Na época, a questão não foi considerada por todos como sendo de relevante importância.

Os responsáveis pela ARPANet acreditavam que as consequências de tal comportamento eram pequenas e não justificavam a criação de um sistema de controle. Como todos nós sabemos, foi um terrível engano. Hoje, o SPAM é considerado um dos maiores problemas da internet.

5. Cigarros

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

A maioria das pessoas conhece os malefícios do cigarro. Mesmo assim, uma grande parcela da sociedade ainda fuma. O custo social do tabagismo para o governo é gigantesco: o Sistema Único de Saúde (SUS) é obrigado a arcar com o ônus das doenças provocadas pelo uso do cigarro.

É por isso que o Estado realiza uma campanha muito forte contra o fumo: impostos mais elevados para os fabricantes de cigarros, proibição do fumo em determinados locais e criação de peças publicitárias condenando o seu uso são algumas das medidas tomadas.

A fumaça do cigarro é extremamente danosa tanto para quem fuma quanto para quem fica perto de um fumante. Ela prejudica a circulação entre o coração e o pulmão, causa inúmeros danos aos dois órgãos, como infarto e câncer, e diminui a oxigenação dos tecidos.

6. CFC

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

Os clorofluorcarbonos (CFCs) são compostos químicos utilizados em unidades de refrigeração e aerossóis. Eles devastam o meio ambiente, pois se combinam com o ozônio atmosférico, neutralizando o composto molecular e enfraquecendo a camada de ozônio – uma importante barreira ambiental que protege a superfície terrestre da radiação ultravioleta do sol.

Embora a regulamentação tenha aumentado desde a década de 1970 e seu uso tenha diminuído, o CFC pode permanecer na atmosfera por quase um século, tornando-se um erro de longa duração.

7. Microsoft Bob

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas Lembra-se do Clippy? O odiado assistente do Office era um recurso presente nas versões 97 e 2003 do programa e foi muito criticado por ser intrusivo e irritante. Se o pequeno clipe já foi um incômodo apenas dentro do Office, imagine em um sistema operacional inteiro, auxiliando você em todas as suas tarefas no PC, como acessar a internet, ouvir música ou ver um vídeo. Este era o Microsoft Bob.

A interface gráfica foi projetada para ser uma versão mais facilitada do Windows 95. Bob considerava o seu computador como uma casa, e você como um convidado. Desenhos animados guiavam as pessoas na realização de tarefas simples. O software era caro e não conseguiu competir com o Macintosh, da Apple, considerado muito mais amigável.

O Microsoft Bob é considerado o maior fracasso da história da empresa, mas deixou um legado permanente para o mundo: a fonte Comic Sans, considerada por muitos como a pior fonte de todos os tempos. Ela foi criada exclusivamente para o Bob.

9 previsões dos últimos 120 anos que se concretizaram e 4 que passaram longe

9 previsões dos últimos 120 anos que se concretizaram e 4 que passaram longe

Celular, jogos de realidade virtual, videochamadas e um mundo sem moscas. Confira o que previram alguns livros de ficção científica e um engenheiro bom de palpite.

Pare agora alguns minutos e pense: como será o mundo em 2112? Qual o futuro do computador, do carro e do celular? Finalmente vamos nos teletransportar, viajar para a Lua? Bem difícil de responder. Mas foi isso que fez o engenheiro civil americano John Watkins em 1900, tentando adivinhar como seria o mundo no ano 2000.

Suas previsões circularam a mídia inglesa neste começo de ano e chamaram a atenção pelo relativo grau de acerto. É claro que ele não adivinhou o nome dos inventos que estariam por vir, mas conseguiu vislumbrar um futuro como poucos conseguem.

O desconhecido engenheiro escreveu um artigo publicado na revista feminina Ladies’ Home Journal com o título “O que pode acontecer nos próximos cem anos”. Watkins teve sucesso em algumas previsões, mas errou profundamente em outras. Reunimos aqui algumas de suas adivinhações e outras baseadas em livros de ficção científica que previram o futuro quando ele ainda estava “a quilômetros de distância”.

1. Televisão

Elfreth imaginou que no ano 2000 o homem poderia ver todo o mundo através de câmeras conectadas eletricamente com telas, mesmo estando a milhares de quilômetros dos lugares mostrados. Ele não previu apenas a televisão em 1900, mas toda a rede interligada, inclusive a transmissão de imagens ao vivo de qualquer parte do planeta.

 2. Fotografia digital a cores

Em um acerto impressionante, Elfreth previu que as fotografias seriam “telegrafadas” de qualquer distância. “Se houver uma batalha na China daqui a cem anos, os instantâneos de seus eventos mais marcantes serão publicados uma hora mais tarde”. Para ele, as fotografias no ano 2000 iriam reproduzir todas as cores da natureza. Naquela época, as pessoas consideravam o simples ato de fotografar um milagre. Outro fator importante que engrandece sua previsão é que, em 1900, uma fotografia como a descrita acima levaria uma semana para chegar até a redação de um jornal ocidental.

3. Telefone móvel

9 previsões dos últimos 120 anos que se concretizaram (e 4 que passaram longe) Celulares e chamadas internacionais eram desconhecidos em 1900. Mesmo assim, Elfreth acreditava que o telefone sem fio e os “circuitos telegráficos” iriam abranger o mundo um século depois. “Um marido no meio do Atlântico será capaz de conversar com sua esposa em Chicago”. O aparelho celular surgiu apenas em 1947 e a telefonia mundial é completamente conectada.

4. Trem de alta velocidade (trem-bala)

Não existiam trens rápidos em 1900. Eles surgiram apenas em 1964, no Japão. Elfreth previu que no ano 2000 os trens poderiam atingir 150 milhas por hora (241 km/h). Para um trem ser considerado de alta velocidade, ele precisa atingir entre 160 e 300 km/h.

5. Jogos de realidade virtual

Arthur Clarke, em seu livro “The City and the Stars”, conseguiu imaginar um jogo de realidade virtual em 1956 antes mesmo do lançamento do primeiro jogo para video game (1958). Em seu livro, Clarke descreve uma forma de lazer popular em Diaspar (a cidade onde a história é ambientada), realizada de forma ativa pelos moradores. “Você pode ir para mundos fantasmas com seus amigos, buscando emoções que não existem em Diaspar. Enquanto o sonho durar, não haverá maneira de distingui-lo da realidade”.

6. Vídeo-chat

9 previsões dos últimos 120 anos que se concretizaram (e 4 que passaram longe) Conversar com outras pessoas separadas pela distância através de vídeos é algo que o ser humano busca desde a invenção do telefone. Muitas pesquisas resultaram no lançamento de uma série de produtos, como o Picturephone, pela AT&T em 1964. Com o advento da web, surgiram a webcam, em 1993, e o Skype, em 2003. Hugo Gernsback imaginou tudo isso em 1911, no livro “Ralph 124C 41+”, um clássico da ficção científica que se passa no ano 2660. O personagem do livro, chamado Edward, usa o “telephot”, um aparelho de videoconversa. Ele pressiona um grupo de botões e em poucos minutos o painel revela a face de um homem. Para dar mais ênfase ao “poder” de uma videochamada, Edward mostra um aparelho que está ao seu lado para o interlocutor, provando a revolução da ferramenta de comunicação.

7. Radar

Mais uma vez, Hugo Gernsback revela o futuro com antecedência no livro “Ralph 124C 41+”. Um radar é descrito em sua obra 20 anos antes dele surgir, em 1933, pelas mãos de Guglielmo Marconi. Gernsback descreve o aparelho no livro: uma onda polarizada de éter, pulsante, surgiu em um objeto de metal e pode ser refletida da mesma forma que um raio de luz em uma superfície brilhante. A partir da intensidade dos impulsos refletidos, a distância entra e a terra e o avião pode ser estimada com precisão.

8. Comida pronta

“Refeições prontas poderão ser compradas em estabelecimentos similares às nossas padarias de hoje”. Mais uma previsão de John Watkins Elfreth, o visionário, feita em 1900. Apenas em 1950 essas refeições começaram a se popularizar e a se proliferar nas prateleiras dos Estados Unidos.

9. Tanque de guerra

9 previsões dos últimos 120 anos que se concretizaram (e 4 que passaram longe) “Fortalezas enormes sobre rodas vão andar sobre epaços abertos à velocidade dos trens expressos de hoje”. O primeiro tanque de guerra surgiu apenas em 1915, na Inglaterra, para ser usado na Primeira Guerra Mundial.

Previsões que não deram certo

Veja agora algumas apostas de John Watkins Elfreth que não se concretizaram.

1. Sem C, X, Q no teclado

“Não haverá C, X ou Q em nosso alfabeto diário. Elas serão abandonadas porque serão desnecessárias.” Sem essas letras não haveria mais palavras como “casa”, “xadrez” ou “querer”. É provável que outras letras tivessem que entrar no lugar, o que ficaria meio sem sentido. Mas o que provavelmente Elfreth quis dizer é que a “comunicação de massa” do futuro poderia resultar na redução da quantidade de letras, algo que não se concretizou.

2. Sem carros nas cidades grandes

9 previsões dos últimos 120 anos que se concretizaram (e 4 que passaram longe) “Todo o tráfego rápido será abaixo ou acima do solo quando entrar nos limites das grandes cidades.” Uma coisa é certa: ele previu metrôs subterrâneos e estradas elevadas. Mas infelizmente o transito continua afogado no meio das grandes cidades, firme e forte.

3. Sem mosquitos ou moscas

“Os mosquitos, moscas e baratas serão exterminados.” Talvez seja bem o contrário que esteja acontecendo hoje, com a aglomeração populacional e boa parte das pessoas vivendo sem condições de higiene. Outro fator que prova o contrário é a recente infestação de percevejos nos Estados Unidos e alguns outros países.

4. Todo mundo vai andar 16 quilômetros diários

É uma visão bastante otimista para a humanidade, mas quem poderia dizer em 1900 que boa parte da população seria obesa por falta de exercícios um século depois? Talvez se seguíssemos o que Elfreth previu em 1900, o mundo poderia ser bem mais saudável.

Se dependesse de Steve Jobs, teríamos um carro da Apple

Carro da Apple

De acordo com o vice-presidente de marketing da empresa, Jobs cogitou desenvolver um veículo para a companhia.

Mesmo quase um ano após sua morte, parece que Steve Jobs continua “inventando” novos produtos — ao menos é o que alegam os rumores e as declarações de funcionários da própria Apple. Dessa vez, no entanto, não estamos falando de um novo iPhone ou iPad, mas de um carro.

A revelação de que Jobs teria pensado em construir um automóvel foi feita pelo vice-presidente de marketing da Maçã, Phil Spencer, durante o famigerado julgamento envolvendo a disputa de patentes da empresa com a Samsung. Embora não tenha entrado em detalhes sobre o conteúdo dessas ideias, ele as descreveu como “coisas de louco” e disse que duvida que elas, um dia, saiam do papel.

É claro que a declaração deixou muita gente curiosa, principalmente se levarmos em consideração que a Apple, famosa por ousar na hora de criar um novo produto, não acreditou na viabilidade dos conceitos. No entanto, ao que parece, jamais saberemos quais eram as propostas de Jobs para tentar reinventar o mercado automobilístico.

Por outro lado, essa não é a primeira vez que a icônica Maçã é vista em veículos — e não estamos falando apenas dos adesivos que muita gente coloca para enfeitar seus carros. Diversos designers deram asas à imaginação e tentaram supor como seria a investida da companhia em um veículo automotivo.

Quase 10% dos perfis do Facebook são falsos

Dados revelados pela própria rede social mostram que há muitas contas fake sendo utilizadas

Dados revelados pela própria rede social mostram que há muitas contas fake sendo utilizadas.

Facebook revelou, na semana passada, que o número de perfis na rede social teria chegado aos 955 milhões – isso significa cerca de 13% da população mundial. E a própria empresa divulgou também a quantidade de contas que são consideradas como falsas. O número é assustador: 83 milhões, o que representa 8,7% de toda a rede social.

Desses 83 milhões de perfis, 45 milhões são compostos de contas repetidas de usuários que perderam o acesso às originais por algum motivo – ou também os famosos “Perfis número 2”. Outros 21 milhões são de contas mal classificadas, feitas por engano por usuários que não optaram pela criação de páginas (nesse segmento, encaixam-se as contas de animais e grupos musicais, por exemplo).

Para completar a lista, 17 milhões de contas são consideradas “indesejadas”. Isso acontece porque elas possuem fotografias ou temáticas que não respeitam os termos de uso da rede social. O Facebook afirma que vai seguir com suas políticas de desencorajamento à criação de contas falsas, mas ainda não revelou se vai desativar as que são comprovadamente fakes – o que deixaria o objetivo de “1 bilhão de usuários” um pouco mais longe.

Fonte: Slash Gear e CNET

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