Starman viajando com o seu Tesla Roadster pela órbita do Sol

Você sabia que tem um carro navegando neste momento no espaço? Sim, é verdade! É um modelo Tesla Roadster 2009 da Tesla de propriedade do tio Elon Musk, o Tony Stark da vida real. O Starman e seu Tesla está agora, neste momento, na órbita da Terra a caminho da órbita de Marte e sua jornada levará 6 meses para chegar até o Planeta Vermelho. É um projeto da SpaceX e o lançamento foi hoje através do foguete #FalconHeavy e acompanhei #AoVivo pelo canal do SpaceToday. Acho que apenas eu e o meu #champs Volney (aqui de Ilhota) acompanhamos em tempo real pela internet esse grande marco histórico da astronomia. A partir de hoje está aberta a colonização em Marte, não pelo carro e sim através do projeto. Essas imagens [que são lindas] são prints em HD da transmissão Ao Vivo e acessando este link você pode acompanhar a viajem desse Starman pela galáxia que ficará milhões de anos navegando em nossa órbita enquanto durar sua funilaria. É legal, é massa, mas será mais um lixo espacial. Olhando essas imagens podemos ter a noção da grandeza e poder de nosso Deus. Curtam as imagens.

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Hoje foi o dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX

Falcon Heavy

Nessa terça-feira, dia 6 de fevereiro de 2018, foi um grande dia, um grande marco para era espacial e também para humanidade, dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX. O foguete já estava posicionado há um certo tempo na plataforma de lançamento história 39A, a mesma plataforma de onde partiu a missão para a Lua, e de onde partiam os ônibus espaciais.

Às 3:45 PM (19h45 no horário brasileiro de verão) a Falcon Heavy retirou-se com sucesso do Launch Complex 39A no Kennedy Space Center, na Flórida. Falcon Heavy é o foguete operacional mais poderoso do mundo por um fator dois, com a capacidade de levantar em órbita cerca de 64 toneladas métricas (141 mil lb) – uma massa maior do que um avião 737 carregado com passageiros, tripulação, bagagem e combustível.

O primeiro estágio de Falcon Heavy é composto por três núcleos de nove motores do Falcon 9, cujos 27 motores Merlin geram mais de 5 milhões de libras de impulso ao parar, igual a aproximadamente dezoito 747 aeronaves. Somente o foguete de Saturno V, lançado pela última vez em 1973, entregou mais carga útil para a órbita.

Desse modo o Falcon Heavy, com seus 70 metros de altura é impulsionado por 27 motores Merlin 1D. O lançamento está programado para acontecer nesta data à partir 16h30, horário de Brasília.

O lançamento inaugural do Falcon Heavy levará um carro como carga, um Tesla Roadster, da empresa Tesla do próprio Elon Musk, que também, obviamente é dono da SpaceX. O carro sairá da órbita da Terra e entrará numa órbita heliocêntrica que de tempos em tempos coincidirá com a órbita de Marte. Isso é muito importante, pois ajudará os engenheiros da SpaceX a verificar o desempenho do novo foguete da empresa.

O canal Space Today TV no YouTube realizou a transmissão do evento #AoVivo e eu assisti. Abaixo, os vídeos das transmissões na plataforma do YouTube. Neste post você viu uma pequena galeria de fotos para que apreciem o Falcon Heavy antes do lançamento histórico.

Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX Dia do lançamento do foguete Falcon Heavy da SpaceX

Saiba mais sobre o lançamento do teste de hoje em nosso kit de imprensa.

Agora, a seguir, os vídeos relacionados ao lançamento histórico.

Rock in Rio 2013: com apresentação recheada de clássicos, Iron Maiden fecha a última noite do festival

Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (2) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (3) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (4) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (5) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (6) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (7) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (8) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (9) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (10) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (11) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (12) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (13) Iron Maiden fecha a última noite do Rock in Rio 2013. By Giovane Conink (14)

 

A banda britânica Iron Maiden fechou a última noite do Palco Mundo do Rock in Rio, na madrugada desta segunda-feira (23) que eu e mais alguns amigos, acompanhamos ao vivo via internet e televisão. O show composta apenas por clássicos, majoritariamente da década de 1980, a apresentação foi parte da Maiden England Tour, baseada em um vídeo homônimo do grupo gravado durante o giro mundial do álbum ‘Seventh Son of a Seventh Son’, em 1989. Valeu a pena. Queria ter estado presente no festival, mas hoje, não pertenço mais a este mundial mas respeito e reconheço minha história. As imagens desta publicação, foram feitas pelo meu amigo e companheiro Giovane Conink, grande admirador da banda e um excelente crítico da música. Agora, vou aguardar sair o DVD deste showzaço e esperar meu amigo Giovane, que pelo que conheço, ira subir o baile no YouTube e que levante em Full HD, mano!

Mar congelante, crocodilos e tubarões: fotógrafo relata perigos do ofício

Fotógrafo brasileiro Daniel Botelho

Fotógrafo brasileiro Daniel Botelho já ficou cara a cara com crocodilo do Nilo e nadou ainda com tubarões, baleias, lulas gigantes e um elefante.

Como quem desdenha da sorte, Daniel Botelho faz da vida uma aventura recheada de perigos. Em 2011, por exemplo, ficou cara a cara com um crocodilo de 6 m nas águas do Nilo e, ao contrário de outras centenas de pessoas que topam com o predador africano anualmente, voltou – e com as provas do ato.

Não pense, contudo, que ele é apenas alguém que desafia a lógica levianamente, pelo prazer do risco. Fotógrafo profissional há mais de seis anos, especializado em imagens da vida selvagem – especialmente as submersas -, Botelho conhece os limites entre a segurança e a irresponsabilidade que margeiam cada missão que aceita. Para conseguir manter uma vida de trabalho integrada à natureza, ele sabe que precisa ter um planejamento minucioso, o que garante o suporte necessário para ir atrás de flagras inéditos nos lugares mais inóspitos.

Nos últimos meses, Botelho esteve envolvido na produção de imagens entre a região das Malvinas, da Geórgia do Sul e da Antártida Foto: Daniel Botelho / DivulgaçãoEnvolvido há alguns meses na produção de imagens entre a região das Malvinas, da Geórgia do Sul e da Antártida – um dos quatro trabalhos que realiza simultaneamente -, Botelho, carioca, 32 anos, já programa um retorno aos mares gélidos do Sul para dezembro, quando o verão possibilitará que se mergulhe na água fria sem congelar. O projeto renderá o livro Frozen Atlantic (Atlântico congelante, em tradução livre), já encomendado por um editor e com previsão de publicação em 2015.

A seguir, confira a entrevista exclusiva do fotógrafo ao Terra, em que ele fala do último projeto e detalha como foi se aventurar entre crocodilos, tubarões, baleias, lulas gigantes, elefantes…

Terra: Daniel, qual a sua especialidade?

Daniel Botelho: Minha especialidade é foto em baixo d’água. Mas queria mostrar que também faço foto fora d’água. E o bom é que os editores me liberaram. Mas foi uma coisa natural estar submerso, pois sempre mergulhei. Mas é o mercado que demanda. Gosto também de predadores, é uma das minhas especialidades.

Terra: Quando foi sua última viagem para fazer essas fotos nos mares do Sul? Quando será a próxima?

Ele também foi o primeiro brasileiro a mergulhar para fotografar uma baleia azul de aproximadamente 35 m Foto: Daniel Botelho / DivulgaçãoDaniel Botelho: A última foi em dezembro de 2012. A produção ainda está acontecendo. Já fiz duas viagens e farei mais duas até 2014. Devo voltar em dezembro deste ano, mas, ao contrário de 2012, desta vez quero voltar ao Rio para as festas (Natal e Réveillon). Depois, em janeiro, retornaria pra lá. É verão, não está tão frio, é a época em que os pinguins filhotes estão um pouco maiores, começando a nadar – e sendo atacados por predadores.

Terra: Como é a logística para ir a Antártida fotografar? Quanto tempo costuma levar uma expedição dessas?

Daniel Botelho: É uma logística complexa, que envolve até mesmo planejamento de resgate aéreo. Fiquei mais de dois meses por lá, e ainda vou ficar mais 60 dias até o fim do projeto.

Terra: Você trabalha sozinho? Quem te dá apoio durante esses projetos?

Daniel Botelho: Tenho sempre uma equipe preparada para me dar suporte. Costumo contratar um mergulhador local. De preferência, o melhor e mais experiente, pois é mais fácil, mais barato e mais seguro. Às vezes levo assistente, mas depende muito. Quando as fotos são com objetivo turístico, muitas vezes tenho de levar modelos também.

Terra: Ficar submerso por duas horas em água gelada, como já ocorreu com você, deve ser algo extremamente perigoso. Como funciona com a equipe?

Daniel Botelho: Nesse caso (da expedição à Antártida), como precisava criar “intimidade” com os pinguins, não podia ter gente em volta. Por isso, a equipe ficava à distância, longe, me monitorando por binóculo. Combinamos um sinal para que fossem me resgatar se fosse preciso.

Terra: Entre tantas, qual foi a situação mais extrema em que você já se meteu?

Daniel Botelho: Destacaria as 120 horas que passei fora da gaiola com tubarões brancos e meu mergulho sem proteção com crocodilos de 6 metros no Nilo como sendo as duas coisas mais extremas que fiz.

Terra: Desculpa, mas parece loucura encarar um crocodilo desse tamanho.

Daniel Botelho: Se não me engano, a média das últimas duas décadas é de aproximadamente 700 mortes por ano (de pessoas que topam com esses animais). Ano passado, teriam sido 900 ataques fatais na África, número que fez o crocodilo passar o hipopótamo na lista de predadores que mais matam. Mas é uma expedição de risco calculado. Tem que observar a natureza, o ambiente do animal. Existem protocolos a serem seguidos, desde a escolha da data até a hora de ir para a água.

Terra: Que protocolos são esses? Qual o melhor período?

O crocodilo do Nilo é um dos animais que mais matam pessoas no continente africano Foto: Daniel Botelho / DivulgaçãoDaniel Botelho: Na transição de junho para julho. A água fria, em torno de 14°C, deixa o crocodilo letárgico. Tanto que antes das 10h nem saíamos para fotografar porque eles nem se moviam. A temperatura é um ponto crucial. Em 2012, um grupo foi fazer isso de forma irresponsável e houve um acidente. Eles foram em setembro, com a água mais quente, em época de reprodução, desconsiderando a questão do territorialismo. Nós (ele foi com mais dois assistentes, um deles cinegrafista) estávamos preparados para cair na água.

Terra: Além da questão do clima, que outras regras devem ser seguidas?

Daniel Botelho: Nunca ficar na superfície. O crocodilo ataca muito na superfície. E como lá tem muita correnteza, precisamos usar três vezes mais lastro (peso usado para se manter submerso) para ficarmos ancorados no fundo do rio, de tanto que corria. Depois, dentro desse ambiente, não pode ir direto para cima do crocodilo. O mergulhador pode perder o controle e passar por cima do animal. Ele vai se virar e vai morder.

Terra: Como foi sua abordagem?

Daniel Botelho: No caso do crocodilo que eu fiquei cara a cara, perguntei para o cinegrafista, que era da região, qual a melhor forma de me aproximar. Ele disse que era pela cauda. Estava na horizontal e me movia com a ponta dos pés e das mãos, com toda calma, igual se vê em desenhos animados. O fotógrafo tem de entrar em posição de forma imperceptível. E na volta também. Tem de voltar devagar, igualmente na ponta dos dedos.

Terra: Não parece menos perigoso?

Daniel Botelho: Foi um risco administrável, e com pessoas com conhecimento da região. Mas até o cinegrafista, que é local, disse que jamais conseguiu ficar cara a cara com um crocodilo como eu fiquei.

Terra: Que perfil precisa ter um fotógrafo de predadores?

Daniel Botelho: Tem que ser um cara que planeja. Que busque uma pauta e veja se ela é jornalisticamente operacional. Tem que montar a logística, saber liderar a expedição. E depois tem a parte técnica da fotografia, e a interação com animal. Cada uma dessas etapas são coisas separadas que o cara tem de desempenhar. Por fim, tem o teu dia a dia com a câmera. A foto de vida selvagem tem uma coisa importante que é o contato visual. A mente humana, quando vê uma foto de animal, busca uma similaridade de olhos, nariz, boca. E a foto não pode ser roubada.

Terra: Como assim?

Daniel Botelho: Quando fotografei a baleia azul na Califórnia, por exemplo. Não adianta bater perna pra ver se ela se move. Tem toda uma questão de rastrear o animal, de estudar qual vai ser o melhor barco para isso para não perturbá-la. Nesse caso, usei um caiaque e fiquei cinco quilômetros longe do barco de apoio. Passei 15 dias, das 9h às 17h, sentado no caiaque à espera. E ainda precisava de uma bola de cristal: ‘acho que ela vai levantar ali, não aqui’. E um cara atrás remando na direção. Mas também envolve sorte. Se o bicho não quiser, não tem jeito. Com essa baleia, deslizei silenciosamente para a água e comecei a me aproximar. Era uma baleia de 180 toneladas e 35 metros, do tamanho de um edifício. Ela olhou pra mim, ficou com medo, deu meia volta e foi embora. Imagina! Um animal com uma língua do tamanho de um elefante macho, e teve medo de mim. Fui o primeiro brasileiro a ter entrado na água com esses animais.

Terra: E como foi com os tubarões?

Daniel Botelho: Nadei com tubarões brancos em outubro de 2012. Foi um trabalho para a Disney. Liderei uma expedição de turistas. Fui como safety diver (mergulhador de segurança). Aliás, no meu ramo, tem isso. Para estar nesses lugares, lidero expedições, faço produção para programas de TV (cita Globo, ABC, CNN, BBB, entre outras), participo como diretor de fotografia. E sempre aproveito para fazer minhas fotos.

Cavalo de troia bancário se disfarça de instalador do Chrome

Vírus da internet

Recebi recententemente um e-mail muito interessante e relevante ao debate sobre a segurança na rede e seus malignos vírus da internet, de um amigo que é professor de informática, e segundo ele, em que descreveu seu depoimento, o estava eu na escola dando uma aula para seus os alunos no laboratório e foi onde que ele pediu para “eles” abrirem o Google e fazer uma pesquisa, algo rotineiro no contexto atual. De repente, percebeu que havia algo de errado, pois todos os computadores (30 computadores), estavam pedido na tela para fazer uma atualização do navegador Google Chrome, e não abria a página do Google, Terra, nem UOL. Logo depois por acaso, acabou percebendo e descobrindo que era um vírus, que se espalhou pela rede de toda a escola, apagando todos os computadores que estava com o IP Dinâmico.

Conclusão: Só o seu notebook teve que formata duas vezes, a sua sorte é que a maioria dos computadores tem instalado o sistema operacional Linux, então o vírus não consegui se instalado nestes computadores.

Informações, acesse o link e confira!

Facebook impede uso de “Guarani-Kaiowá” como sobrenome

Facebook impede uso de Guarani-Kaiowá como sobrenome

“A prática de mudar o nome de usuário no Facebook em demonstração de apoio à causa indígena da etnia Guarani-Kaiowá está sendo impedida pela rede social. Quem tenta alterar seus dados como forma de suporte às tribos indígenas – movimento que se popularizou recentemente – se depara com uma mensagem informando sobre as regras do site, que exige das pessoas seus nomes reais.

“Exigimos que todos usem seus nomes reais no Facebook”, informa a página, que em seguida mostra um link em que detalha suas regras.

Sem mencionar a polêmica, a página do Facebook Brasil explicou que “é fundamentado na cultura da identidade real, e usar nomes falsos significa violar nossos termos. É graças a essa regra que podemos garantir um ambiente mais seguro”.

Apesar da impossibilidade de adicionar termos como Guarani-Kaiowá nos campos destinados ao nome e sobrenome, é permitido aos usuários adicionar um nome alternativo – ou apelido – à sua linha do tempo. Dessa forma, é possível incluir a etnia indígena entre os nomes pessoais”.

Elvis Presley completaria 78 anos nesta terça

Elvis Presley

Nesta terça-feira (8), Elvis Preley completaria 78 anos. Nascido em 8 de janeiro de 1935, Elvis Aaron foi o único sobrevivente de dois filhos gêmeos do casal Vernon Elvis Presley e Gladys Love Smith Presley, nascido na cidade East Tupelo no estado do Mississippi.

Na época de seu nascimento, os Estados Unidos viviam uma série de conflitos raciais, e o Mississippi era considerado o epicentro das confusões entre negros e brancos. Em 1936, um furacão devastou a cidade e pessoas de todas as raças se uniram para reconstruir a região.

Em meio à pobreza e dificuldades da vida de Elvis, seu pai foi preso quando ele tinha apenas dois anos, por estelionato. Sua família foi despejada e Gladys e Elvis foram morar com os pais de Vermon.

Desde pequeno frequentou os cultos da Assembleia de Deus, o que influenciou em sua formação musical. O resultado começou a aparecer quando Elvis tinha 10 anos e ficou em segundo lugar de um concurso de novos talentos. Aos 11 anos ganhou um violão, que se tornou seu “parceiro” durante todo o dia – inclusive enquanto estava na escola.

Em 1948, a família Presley se mudou para o Tennessee em busca de melhores condições de vida e foi lá que Elvis trabalhou como lanterninha de cinema e motorista de caminhão. Tamanho esforço valeu a pena e ele conseguiu se formar em 1953, mesmo ano em que pagou US$ 4 para gravar de presente para sua mãe duas músicas: My Happiness e That’s When Your Heartaches Begin.

Sucesso

Sua carreira profissional começou em julho de 1954, ano considerado o “marco zero” do rock ‘n’ roll, quando decidiu entrar em estúdio para gravar algumas faixas – foi nessa época que That’s All Right, Mama encantou o dono da Sun Records. Dias depois, e após algumas gravações, duas músicas de Elvis começaram a tocar nas rádios de Memphis e se tornaram sucesso imediato. Dez dias depois fez seu primeiro show na cidade.

Não demorou muito e Elvis emendou diversos programas de rádios, aparições em programas de TV e, consequentemente, veio o sucesso. Mystery Trai chegou em 11ª colocação na parada da Billboard, Baby, Let’s Play House chega ao 5º lugar e I Forgot To Remember To Forget chegou, finalmente, ao topo da parada.

Em 1956 não tinha mais jeito: Elvis Presley havia se tornado um fenômeno, com um estilo que misturava os mais diversos tipos de influência musical e suas apresentações sensuais e empolgantes, que quebravam os pré-conceitos de uma sociedade norte-americana preconceituosa e conservadora.

Auge

Em 1969, após oito anos, Elvis retornou aos palcos e manteve o ritmo de shows – e o sucesso de público e crítica – até 1977. Durante esse período, chegou ao cume de sua carreira, com mais de mil show realizados, uma performance mais madura e com muitas gravações produtivas, como Suspicious Minds e In The Ghetto.

Na década de 70 fez shows com recorde de público, lançou um documentário de sucesso, foi recebido na Casa Branca pelo então presidente Richard Nixon, voltou ao topo das paradas musicais de todo o mundo e recebeu diversos prêmios, incluindo seu segundo Grammy.

Já solteiro, em 1972, após o casamento com Prisicila Presley, conheceu a Miss Tennessee Linda Thompson. O romance deu um ânimo à vida e carreira de Elvis – que considerava o divórcio com Priscilla o segundo maior “baque” após a morte de sua mãe. Em 1974, começou a dar sinais de cansaço e sofria com os problemas de saúde.

Apesar da vontade de diminuir o ritmo, Elvis fez turnês muito intensas em 1975 – e chegou a ser hospitalizado duas vezes. Em 1976 se separou de Linda e há duas versões para o rompimento: uma é que Elvis não teria gostado de fotos que ela fez dentro de sua mansão e vendido para uma revista; a segunda é que Linda não aguentava o ritmo frenético da vida de Elvis e seu vício em remédios de venda controlada.

Pouco depois conheceu Ginger Alden, com quem namorou até o dia de sua morte. Em 1977, mais magro (muitos apostavam que o motivo seria o novo relacionamento), Elvis realizou shows regularmente, apesar dos problemas de saúde. No dia 26 de junho daquele ano, ele fez o último show de sua carreira, em Indianápolis, antes de tirar alguns dias para descansar, enquanto preparar sua próxima turnê, que começaria no dia 18 de agosto.

A morte

Sempre trocando o dia pela noite, Elvis Presley foi ao dentista às 23h do dia 15 de agosto. Voltou realizou algumas atividades em sua mansão, antes de se deitar por volta das 4h. Na época, Ginger Alden contou que ele se levantou às 10h para ir ao banheiro e lá ficou até às 14h, quando ela o encontrou caído no chão.

Ela pediu ajuda, mas era tarde demais. Mesmo assim, uma ambulância foi chamada ao local, na tentativa de ressuscitá-lo. A filha Lisa, na época com nove anos, ficou em estado de choque com toda a cena e telefonou para a ex-namorada de Elvis, Linda Thompson. “Ela repetia sem parar: ‘meu pai morreu, meu pai morreu!'”, contou ela em diversas entrevistas, sempre emocionada.

Às 15h30 Elvis foi declarado oficialmente morto. O motivo teria sido um colapso fulminante, decorrente de um problema cardíaco – a necrópsia também apontou a ingestão de oito ou mais drogas (incluindo morfina). A notícia causou comoção mundial e, nos Estados Unidos, muitos transtornos, como linhas telefônicas congestionadas, estoque de flores esgotado em todo o país e caos nos aeroportos, com voos lotados vindos de todos os Estados.

Nova teoria tenta explicar formação da Lua

Simulações computadorizadas e análises de isótopos de diferentes elementos deram origem a uma nova teoria sobre a formação da Lua.[Imagem: Reufer et al.]

Cientistas propuseram uma ideia nova no longo debate sobre como a Lua foi formada. Há um certo consenso de que algum tipo de impacto de outro corpo celeste teria liberado material da jovem Terra, e os detritos resultantes coalesceram naquilo que hoje é a Lua.

Mas os detalhes exatos do tamanho desse projétil cósmico e sua velocidade continuam sendo objeto de discussões. Agora, pesquisadores estão sugerindo que o evento teria envolvido um corpo muito maior e mais rápido do que se calculava anteriormente para o hipotético planeta Téia (ou Theia).

Teoria da formação da Lua

Essas teorias precisam estar de acordo com o que já sabemos sobre a Lua, sobre os processos violentos que provocam a criação de luas em geral, e com o que as simulações de computador mostram sobre o ajustamento gravitacional que ocorre em seguida a um choque. Nos últimos anos, as melhores estimativas sobre como a Lua se formou davam conta de que um planeta do tamanho de Marte, chamado Theia, movendo-se com uma velocidade relativamente baixa, teria se chocado contra a jovem Terra.

Isso teria aquecido os dois e lançado uma vasta nuvem de material fundido, material que teria resfriado e aglutinado, fazendo surgir a Lua. Essa teoria sugere que a Lua seria feita de material tanto vindo da Terra quanto de Theia, materiais que deveriam ser ligeiramente diferentes um do outro.

Fatia da Terra

O que complica essa história é uma série de observações de “composições isotópicas” – os índices de ocorrência de variantes naturais de alguns átomos – colhidas da Terra e de amostras lunares. Embora a Lua tenha um núcleo de ferro como a Terra, ela não tem a mesma proporção de ferro – e modelos de computador que dão suporte à ideia do impacto de Theia mostram exatamente a mesma coisa.

No entanto, a relação entre os isótopos de oxigênio aqui e lá é quase idêntica, e nem todos os cientistas concordam em como isso pode ter acontecido. Para confundir ainda mais as coisas, cientistas relataram recentemente na revistaNature Geoscience que uma nova análise das amostras lunares trazidas pelas missões Apollo mostrou que a Lua e a Terra compartilham relações entre os isótopos do metal titânio estranhamente similares. Isso, segundo eles, deu peso à ideia de que a Lua foi de alguma forma “fatiada” da própria Terra.

A colisão teria resultado em um disco de destroços muito mais quente do que o calculado até agora. [Imagem: Reufer et al.]

Raspão radical

Agora, Andreas Reufer e seus colegas da Universidade de Berna, na Suíça, fizeram simulações que sugerem uma outra possibilidade: a de que um corpo muito maior e mais rápido teria dado um golpe ainda mais radical na jovem Terra.

Eles afirmam que esse corpo teria perdido apenas uma pequena quantidade de material, e a maior parte dele teria seguido seu caminho depois do raspão com a Terra. Isso teria resultado em um disco de destroços da colisão muito mais quente, mas combina com o que seria necessário para gerar um corpo do porte da Lua.

Os autores sugerem que, uma vez que a maior parte do que viria se tornar a Lua teria sido liberado da própria Terra, as semelhanças entre as proporções de isótopos devem ser mais acentuadas. Mas uma coisa é certa: análises de diferentes elementos presentes nas amostras lunares – e maiores simulações de computador que resultem em uma lua como a nossa – serão necessários para decidir o debate.

Saiba como declarar financiamentos no Imposto de Renda 2012

Imposto de Renda 2012

O volume de crédito na economia brasileira atingiu o recorde de R$ 2,029 trilhões em 2011, o que representa 49,1% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Central. Isso significa que nunca houve tanto crédito disponível no País para os consumidores. Com mais contribuintes endividados, maior deve ser a atenção na hora de informar financiamentos na declaração de ajuste do Imposto de Renda. Os dados do empréstimo devem ser colocados em uma ficha específica.

Mesmo que o financiamento tenha sido contratado antes de 2011, ano-base da declaração, mas esteja em fase de pagamento, deverá constar no documento enviado à Receita Federal. Independente da finalidade do empréstimo, as informações são declaradas da mesma forma.

A pasta da declaração destinada aos financiamentos é a intitulada “Bens e Direitos”. Nela, o contribuinte escolherá, entre as opções, qual o motivo do empréstimo (aquisição de prédio, terreno, casa, apartamento, construção, carro, outros). Em seguida, irá informar em texto as características desse financiamento, como: valor do empréstimo, forma de pagamento, quantas parcelas, valor das parcelas, qual o banco em que se realizou a contratação e de qual proprietário o imóvel ou bem foi comprado.

Por fim, o contribuinte deve informar quanto já pagou pelo crédito contratado. No campo “Situação em 31/12/2010 (R$)” informará o valor do financiamento já quitado até o último dia de 2010 – para aqueles empréstimos contraídos antes de 1º de janeiro de 2011.

No campo ao lado, “Situação em 31/12/2011 (R$)”, será incluída toda a quantia paga até o último dia do ano-base. Caso tenha optado pelo pagamento à vista de um bem, deverá incluir toda a quantia paga no segundo campo de valores.

Por exemplo, se um contribuinte contraiu em 2010 um financiamento para compra de um imóvel no valor de R$ 100 mil para pagar em 50 parcelas, ele já terá um valor que foi quitado no próprio ano de 2010 e outra quantia paga em 2011. Se em 2010 pagou, ao todo, R$ 24 mil, e, em 2011, mais R$ 30 mil, deverá informar no primeiro campo R$ 24 mil e, no segundo, R$ 54 mil, que foi o valor quitado até o final do ano-base. O contribuinte vai informar o valor efetivamente pago, que, por ser corrigido por juros, em algum momento será maior que o valor do empréstimo.

No caso de o financiamento ter sido quitado em sua totalidade, deverá constar no campo “Situação em 31/12/2011 (R$)” todo o valor referente ao pagamento do financiamento. Mesmo que o contribuinte esteja inadimplente em algumas parcelas, o procedimento segue o mesmo, o de informar apenas a quantia paga até o ano-base.