Canal Astronomia em Pauta sorteia dois livros e fui o feliz contemplado da promoção

Sorteio do livro do canal Astronomia em Pauta. dcvitti foi o sorteado e faturou os livros

Canal Astronomia em Pauta promoveu uma campanha de divulgação de sua rede  e sorteou dois livro na sua página no Facebook.

Graça a uma ajudinha de meu amigo Volney Rock Casas (a quem dou todo crédito) que é hoje a maior autoridade de Ilhota no assunto, um amante e aficionado pela tecnologia aeroespacial, da galáxia em si e do universo em geral, pela turma do Buguinho da programação (sua profissão) e da senvergonhice [risos], me lincou sem querer para participar de uma promoção de divulgação do recém canal do Astronomia em Pauta, idealizado por Bruno Tavares, hospedado no YouTube. A campanha constituiu em sortear dois livros e eu, claro, fui o sortudo que faturou o prêmio.

Na verdade, como o Volney sempre me chama para assistir os lançamentos de foguetes para o espaço no canal do Space Today, do Serjão e de toda sua turma, eu acabei aceitando o desafio, entrei na campanha como quem não quer nada, por que eu sempre apoio iniciativas dessa natureza e sempre curto todas as páginas que recebo notificação, pois acredito que devemos apoiar iniciativas que surgem debaixo, e não esquecer que esse é o conceito da internet, uma grande rede todos interligados com todos.

Não sou um fã do assunto do universo, mas aprendi a gostar da coisa com o tempo e curti a ideia. Confesso e já disse isso em algum lugar, que a Rússia me fascina muito, principalmente a antiga União Soviética e sempre fui um apaixonado pelo programa espacial da CCCP. Viajava com a questão da Sputnik, que foi o primeiro satélite artificial da terra, o lance da cadela Laika, que foi o primeiro ser vivo a orbitar o nosso planeta e o lendário cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem a ir para o espaço e já li muito sobre o cara. Esse é o meu pequeno relato sobre a coisa. Tem gente que curte a Nasa, nada contra, mas eu sempre curti o programa espacial da russo.

A promoção

Mas… sobre o sorteio? Então… vamos ao assunto! A campanha iniciou no dia 5 de janeiro e foi promovido na página do canal Astronomia em Pauta no Facebook. A ideia inicial era aumentar o número de seguidores nas duas principais plataformas sociais do Astronomia em Pauta na internet, e como forma de agradecimento, realizou o sorteio desses dois livros. Pra participar, o internauta deveria:

  • Curtir a página “Astronomia em Pauta”.
  • Marcar 3 amigos nos comentários.
  • Compartilhar esse post em modo público.
  • O sorteio será realizado no dia 25 de janeiro.

Fiz isso, segui os passos, e por isso fui o sortudo! Não sei se as pessoas que linquei, participaram da campanha ou curtiram a página, mas fiz a minha parte. Na próxima, vocês já sabem, né pessoal?

“Boa sorte aos amantes da astronomia, e céus limpos a todos”
Bruno Tavares

Como havia comentado ali encima, topei o desafio e assim foi minha participação:

Sorteio

O sorteio aconteceu ao vivo no canal Astronomia em Pauta no YouTube. Eu cheguei tarde, não deu tempo pra assistir a transmissão ao vivo, mas vi, alguns minutos depois, o vídeo no canal. Abaixo, o vídeo do sorteio.

Como eu não sou bom em nada, tweetei, claro, sobre o assunto feliz da vida por ter ganho alguma coisa nos últimos dias, por que a coisa não está nada fácil por aqui, onde estamos passando o maior perengue.

Canal no YouTube

A missão do canal Astronomia em Pauta é levar a astronomia pra todos os tipos de público. Pra quem está começando, pra quem tem dúvidas, pra quem já conhece astronomia e quer saber mais, ou mesmo pra quem nunca teve contato com a astronomia. “Vamos juntos descobrir o universo nesse canal que leva a ciência a sério, e que tem o compromisso de trazer informações verdadeiras, de qualidade e com toda a base científica”, definiu de forma sublime Bruno Tavares, idealizador do canal. Eu fui o inscrito de número 172 e está no ar dede 18 de setembro de 2018. Acesse este link e inscreva-se no canal!

Os livros

O sorteio da promoção foi dois super os livros. Um era O Livro de Ouro do Universo e o outro Buracos Negros: Palestra da BBC Reith Lectures. Vou aqui entender melhor o que cada um fala e publicar um resuminho deles.

O livro de ouro do universo traz uma síntese desse emocionante percurso; constelações, asteroides, planetas, cometas, meteoros, meteoritos; Big-bang, quarks, buracos negros, estrelas canibais, extraterrestres; Ptolomeu, Copérnico, Kepler, Galileu Galilei, Newton. O conhecimento de muitas civilizações é aqui apresentado de forma límpida e direta pelo astrônomo e escritor Ronaldo Rogério de Freitas Mourão. O homem contemplou sempre com deslumbre o céu estrelado. Admiração que se fez acompanhar, desde épocas remotas, pela sede de melhor conhecer e compreender o Universo. Nesse trajeto fez descobertas fantásticas e realizou conquistas inimagináveis. Para quem tiver interesse, está à venda na Amazon com poucas unidade e poderá ser adquirido, acessando este link!

O livro Buracos Negros: Palestra da BBC Reith Lectures, trás em sua síntese que em 2016 Stephen Hawking participou da série de palestras BBC Reith Lectures, promovida pela rede de televisão britânica BBC e transmitida pela rádio BBC 4. A cada ano uma figura proeminente em sua área é convidada a discorrer sobre temas relevantes. Naqueles meses de janeiro e fevereiro, Hawking falou sobre um assunto que há décadas ocupa lugar de destaque em suas pesquisas: os buracos negros. Em duas exposições memoráveis, um dos maiores gênios da atualidade argumenta que, se pudéssemos compreender como os buracos negros funcionam e como eles desafiam a natureza do espaço e do tempo, seríamos capazes de desvendar os segredos do universo. Insights de toda uma vida são apresentados com a lucidez e a já conhecida verve cômica de Hawking, acrescidos de notas explicativas que situam o leitor nos trechos mais cruciais.Enquanto a maioria dos especialistas se conforma com o fato de trabalhar com temas praticamente ininteligíveis para o público geral, Stephen Hawking tomou para si o papel de grande paladino da divulgação científica ― e nesse pequeno livro, mais uma vez, extrapola todas as expectativas.“Hawking consegue explicar algumas das questões mais complexas da física cósmica com uma combinação perfeita de clareza e sagacidade”. The Observer. Para quem tiver interesse em comprá-lo, também está à venda na Amazon e poderá ser adquirido, acessando este link!

É isso, pessoal! Espero que vocês possam se apaixonar um pouco mais pela política espacial, que você defenda os interesse do setor e incentive as iniciativas que promovam a aproximação entre os povos e nações com a causa e apoie os canais, grupos e fóruns que tentam desmistificar o assunto. Esse tema requer muita dedicação, alguns milhões em investimento e respeito acima de tudo, mas antes de irmos construir bases na lua e colonizar outros planetas, é preciso, primeiramente, matar a fome no mundo.

Um salve a todos!

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Satélite Sputnik inaugura Era Espacial

Exatamente no dia 4 de outubro de 1957, o mundo, atônito, ouviu a notícia que a União Soviética havia lançado o que ela chamou de Sputnik, o primeiro satélite artificial da Terra, inaugurando a Era Espacial.

A nave espacial não tripulada, Sputnik, que em russo significa satélite, foi lançada exatamente às 10h29 damanhã, horário de Moscou, da base de lançamento de Baikonur, em Tyuratam, República do Cazaquistão.

O Sputnik tinha o diâmetro de 55 centímetros e pesava cerca de 75 quilos e girou em torno da Terra uma vez a cada 96 minutos. Viajando a velocidade de aproximadamente 29 mil quilômetros por hora, sua órbita elíptica tinha seu apogeu – o ponto mais afastado da Terra – a 940 quilômetros e o perigeu – o ponto mais próximo da Terra – a 230 quilômetros.

Visível através de binóculos antes da alvorada ou após o pôr-do-sol, o Sputnik transmitia sinais de rádio de volta ao nosso planeta suficientemente fortes para serem captados por radioamadores dispostos em todos os quadrantes.

Radioamadores nos Estados Unidos, valendo-se de seus equipamentos, puderam sintonizar as ondas emitidas pelo satélite, ouvindo, no começo com incredulidade, depois surpresos e espantados, os bip-bips da espaçonave soviética quando passava pelo espaço aéreo norte-americano, várias vezes por dia.

Em janeiro de 1958, a órbita do Sputnik começou a perder altura, como previsto, e ao entrar na atmosfera, incendiou-se.

Oficialmente, o Sputnik foi lançado para coincidir com o Ano Geofísico Internacional, um período solar que o Conselho Internacional das Associações Científicas (ICSU, na sigla em inglês) considerou ideal para o lançamento de satélites artificiais para o estudo da Terra e do sistema solar.

Entretanto, muitos norte-americanos temiam o “uso sinistro” da nova tecnologia soviética de mísseis e satélites, que aparentemente estava muito à frente dos esforços espaciais dos Estados Unidos. O Sputnik tinha cerca de dez vezes mais o tamanho do primeiro satélite artificial norte-americano, planejado para ser lançado somente ao longo do ano seguinte.

O governo dos Estados Unidos, os militares e a comunidade científica foram apanhados de calças curtas pela façanha tecnológica soviética, e os esforços das várias instituições para se equiparar à dianteira de Moscou deram início ao que se convencionou chamar de “corrida espacial”.

O primeiro satélite dos Estados Unidos, o Explorer, foi lançado em 31 de janeiro de 1958. À ocasião, porém, os soviéticos já tinham alcançado outra vitória científica e psicológica, ao lançar o Sputnik 2, com a cadela Kudriavka da raça laika a bordo.

O programa espacial soviético conseguiu primazia em outros sensacionais empreendimentos, no final dos anos 1950 e no começo dos anos 1960: o primeiro homem – Yuri Gagarin que cunhou a célebre frase “A Terra é azul”– a viajar pelo espaço sideral; a primeira mulher – Valentina Tershkova com o Vostok 6 –; o primeiro vôo conjunto – Voskhod 2, com Vladimir Komarov, Konstantin Feoktistov e Boris Yegorov a bordo; o primeiro passeio espacial – com Alexey Leonov na Voskhod 2; a primeira nave a colidir com a Lua – Luna 2; a primeira astronave a entrar em órbita da Lua e a oferecer a primeira imagem do lado oculto do satélite com o Luna 3; a primeira nave a impactar Vênus com a Venera 3; e a primeira nave a pousar na Lua e enviar as primeiras imagens da superfície lunar com a Luna 9.

Contudo, os Estados Unidos deram um passo gigantesco na corrida espacial no final dos anos 1960 com o programa Apollo que visava um pouso tripulado e a descida de homens na Lua, façanha alcançada com os astronautas da Apollo 11 – Neil Armstrong, o primeiro a pisar o Mare Tranquillitatis, Edwin Aldrin e Michael Collins, em julho de 1969, diante dos olhares estupefatos de milhões de pessoas que a tudo assistiam pela televisão.