Vereadores da AMFRI promovem encontro para discutir situação do Hospital Universitário Pequeno Anjo

Vereadores da AMFRI promovem encontro para discutir situação do Hospital Universitário Pequeno Anjo

O Vereador Rogério do PT atendendo a convocação do vereador itajaiense Marcelo Werner, participou da reunião na tarde do dia 14 para tratar do assunto na sede do legislativo de Itajaí.

Preocupados com a falta de investimentos no hospital, reuniu-se os vereadores da Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí e os representantes do Hospital Universitário Pequeno Anjo para buscar parcerias e apresentar as debilidades da instituição. A professora Attela Jenichen Provesi, responsável pelo Hospital apresentou os números e estatísticas de uso da unidade pelos municípios e a situação financeira do hospital.

Segunda a professora Attela, “desde julho de 2017 não há compra de equipamentos no Hospital”. Isso dificulta os atendimentos e muitas vezes coloca em risco a vida das crianças e adolescentes atendidos pelo HUPA.

Os parlamentares questionaram à professora e esclareceram dúvidas sobre repasses, despesas e o trabalho do hospital. Cada vereador comprometeu-se em levar a matéria para a Câmara que representa e buscar parcerias, através de indicações e emendas, para auxiliar no custeio das despesas do hospital. Também ficou definida uma reunião com o presidente da Amfri, Dr Elcio Kuhnen para apresentar a situação do hospital.

“Nos comprometemos a trabalhar juntos para que o governador Pinho Moreira possa vir à Itajaí e acompanhar de perto a situação do Hospital. Só assim, poderemos  solicitar a liberação de recursos para o hospital”, conclui Werner.

Fotos: Davi Spuldaro

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Inscrições abertas para o III Fórum de Cidades Digitais da Foz do Rio Itajaí

III Fórum de Cidades Digitais em Piçarras

Encontro será realizado no mês de fevereiro em Balneário Piçarras, no Museu Oceanógrafo Univali.

Região inovadora, os municípios da Foz do Rio Itajaí terão mais um encontro no próximo mês voltado para tratar de tecnologia nos serviços públicos. Estão abertas as inscrições para o III Fórum de Cidades Digitais da Foz do Rio Itajaí, promovido pela Rede Cidade Digital (RCD) em parceria com a Prefeitura de Balneário Piçarras, no dia 07 de Fevereiro, com objetivo de facilitar a interação entre os gestores e o investimento nas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).

O evento, gratuito para servidores públicos, é direcionado para prefeitos, gestores e vereadores e será realizado no Museu Oceanógrafo Univali. As inscrições podem ser feitas pelo http://forum.redecidadedigital.com.br/. O prefeito de Piçarras, Leonel Martins, frisa a importância do encontro para fomentar a modernização dos municípios da região. “O Fórum vem ampliar as discussões referentes à tecnologia dentro do setor público e traz consigo a troca de experiências entre gestores, fomentando a desburocratização e o desenvolvimento do município através de suportes tecnológicos”, afirma o prefeito.

Itajaí e Navegantes sediaram as edições anteriores, reunindo ao todo gestores de cerca de 50 municípios do Estado. O tema ganha cada vez mais espaço na agenda dos municípios, conforme ressalta o diretor da RCD, José Marinho, pela necessidade de se reduzir custos e otimizar a gestão, prestando um melhor atendimento à população. “As cidades digitais e inteligentes estão à frente no processo de desenvolvimento e por este motivo tem atraído a atenção de prefeitos”, observa o diretor da RCD.

Marinho ressalta ainda o destaque da região representada pela Associação de Municípios da Foz do Rio Itajaí (AMFRI), abrangendo cidades digitais referências no Estado como Bombinhas e Itajaí, e pela organização da entidade ao instituir um planejamento estratégico em tecnologia chamado INOVAMFRI. O projeto contempla ações com base nas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) visando o desenvolvimento socioeconômico regional, uma iniciativa inédita no país voltada para inovação.

Na pauta do encontro constam modelos de gestão digital em andamento, políticas públicas e serviços de mercado, preparando as discussões para o 3º Congresso Catarinense de Cidades Digitais, que acontecerá em abril, em Lages.

As inscrições para o III Fórum de Cidades Digitais da Foz do Rio Itajaí podem ser feitas pelo http://forum.redecidadedigital.com.br.

Inscrição

Eu já garanti minha vaga. Abaixo, a confirmação de inscrição no Fórum de Cidades Digitais em Piçarras

Confirmação de Inscrição - Fórum de Cidades Digitais em Piçarras

Piçarras terá Fórum de Cidades Digitais para Litoral e municípios da Foz do Rio Itajaí

Balneário Piçarras

Inscrições estão abertas e são gratuitas para gestores públicos. Evento trata de tecnologia no desenvolvimento das localidades.

O ano para os municípios no litoral catarinense começa com a discussão sobre como ofertar melhores serviços à população e turistas através de investimentos em tecnologia. No dia 07 de fevereiro, a Rede Cidade Digital (RCD) e a Prefeitura de Balneário Piçarras realizam o III Fórum de Cidades Digitais da Foz do Rio Itajaí, evento gratuito para servidores públicos e direcionado para aproximar gestores do conceito das cidades digitais e inteligentes, que facilitam a vida de moradores com uma gama de serviços online e desburocratizam a gestão, gerando maior eficiência e economia aos cofres municipais.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo www.forum.redecidadedigital.com.br.

O diretor da RCD, José Marinho, ressalta que a região representada pela Associação de Municípios da Foz do Rio Itajaí (AMFRI) é destaque na área, abrangendo cidades digitais referências no Estado, como Bombinhas e Itajaí, e pela organização da entidade ao instituir um planejamento estratégico em tecnologia chamado INOVAMFRI. O projeto contempla ações com base nas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) visando o desenvolvimento socioeconômico regional, uma iniciativa inédita no país voltada para inovação.

Navegantes e Itajaí sediaram as edições anteriores do Fórum de cidades digitais da Foz do Rio Itajaí, reunindo, ao todo, prefeitos, gestores e vereadores de cerca de 50 municípios. No encontro são tratados modelos em andamento nas localidades, políticas públicas e serviços de mercado.Marinho explica que o objetivo do evento é promover a troca de experiências e estimular o uso de tecnologia nos pequenos e médios municípios. “É muito importante tratar a tecnologia como ferramenta estratégica de desenvolvimento nas cidades menores. O cidadão está cada vez mais conectado e se torna também um importante ator, através de toda essa conectividade, para a tomada de decisão ao ter uma participação mais ativa na gestão”, observa.

Ele também destaca a importância do encontro para aproximar poder público e iniciativa privada. “São novos modelos de negócios surgindo que aceleram o atendimento aos munícipes e capazes de gerar aumento de arrecadação. Não existe outro caminho para desenvolver os municípios se não pela tecnologia. Por isso a importância deste movimento para levar informação e soluções que atendam às reais necessidades das pequenas localidades”, frisa o diretor da RCD.

O Fórum será realizado no Auditório Univali, a partir das 8h30, e antecede o 3º Congresso Catarinense de Cidades Digitais, marcado para os dias 19 e 20 de abril, em Lages.

Serviço

Professora da Univali é autora de obra coletiva que avalia a condenação de Lula

Professora do curso de Direito da Univali Fernanda Martins

A advogada Fernanda Martins, docente do curso de Direito, está entre os juristas brasileiros que analisaram o caso.

A professora do curso de Direito da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) Fernanda Martins, é uma das autoras da obra jurídica coletiva “Comentários a uma sentença anunciada: o caso Lula”, que será lançada no dia 31 de agosto, às 18h, na sede da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi – RS), em Porto Alegre (RS). Ela integra um grupo de renomados juristas que se reuniu para, por meio da publicação, pontuar arbitrariedades e equívocos jurídicos encontrados no processo que condenou Lula.

Livro Comentários a uma sentença anunciada - O processo de LulaSão 122 artigos, de 103 autores, sob a coordenação dos doutores e professores de Direito – Carol Proner, da UFRJ; Gisele Cittadino, da PUC-Rio; João Ricardo Dornelles, da PUC-Rio; e Giseli Ricobom, da UNILA. Os juristas tiveram acesso à sentença do ex-presidente Lula, proferida pelo juiz Sergio Moro, no processo sobre o tríplex em Guarujá, e a partir da análise do processo detalharam pontos que revelam caráter político do texto e parcialidade do juiz.

Fernanda Martins é professora de Direito Penal, Processo Penal e Criminologia da Univali. Doutoranda em Ciências Criminais pela PUC-RS, escreveu juntamente com o professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais da PUC-RS, Augusto Jobim de Amaral, que é doutor em Altos Estudos Contemporâneos, doutor, mestre e especialista em Ciências Criminais, o artigo intitulado “O que do cinismo jurídico ‘vem ao caso’?”.

No texto, os dois mergulham rapidamente em questões técnicas da sentença, apontam a falta de elementos hábeis para amparar a sentença prolatada e a possível falta de preparo de ordem técnico intelectual. “Problema não é dizer que a decisão judicial é política, todas são em alguma medida, a não ser que queiramos assumir um purismo no trato da questão jurídica afeitas às falsas imunidades, de ideologias autoritárias. Mas qual política é essa? Qual a sua aderência à democracia? E o que implica a uma decisão penal maior ou menor permeabilidade às regras democráticas”, questionam, em um trecho do artigo.

O livro apresenta e traduz leituras técnicas do direito à sociedade, amplia a visão sobre o processo, a decisão judicial e política,
comenta Fernanda

A obra coletiva é uma realização do Instituto Defesa da Classe Trabalhadora, do Instituto Joaquím Herrera Flores e do Projeto Editorial Praxis. O livro já foi lançado no Rio de Janeiro, em São Paulo e agora será apresentado no Rio Grande do Sul, devendo seguir com eventos de lançamento em outros Estados.

Mais informações: (48) 3211-2011, na coordenação do curso de Direito da Univali, Campus Kobrasol, com a professora Fernanda Martins.

Univali

Transporte gratuito para universitários é uma iniciativa inédita? #SQN

Transporte gratuito para universitários

As coisas nesse mundo só acontecem sob pressão. Se a sociedade não se organizar, seremos esmagados por essa máquina opressora. A mobilização social dos fakes, dos internautas e membros da AACADI deu certo! Yaeh ,o/\o,

Acho louvável a Prefeitura de Ilhota investir no apoio e subsídio do transporte universitário HashtagParabéns! Ótima iniciativa que não poderia ter vindo numa melhor hora o anúncio publicado no site da prefeitura em que o prefeito de Ilhota, em reunião com a AACADI – Associação Acadêmica de Ilhota, e alguns políticos, apresentou uma proposta onde a prefeitura irá custear o transporte coletivo gratuitamente para os alunos que estão frequentando regularmente as universidades da região. Ele disse “as universidades da região” e imagino não só a aquela de Itajaí, como também a de Blumenau. Foi isso que eu entendi? Uau! HashtagParabéns na segunda potência.

Mas só quero lembrar a assessoria de imprensa da barroza de uma coisinha, que isso não é “uma iniciativa inédita em Ilhota“. Não é mesmo!

Até o ano de 2000, o serviço era totalmente gratuito, fornecido pela prefeitura. Havia dois ônibus e saia cheio de estudantes da cidade, um do Centro e outro lá do Baú para Univali. Tenho alguns champs em minhas redes sociais que poderão confirmar isso o que estou falando.

Então… quando o Betinho se reelegeu, ele logo cortou o benefício. O vice dele era o Dida, atual prefeito da cidade. Eu fazia o curso de Ciência Política e tive que trancar a faculdade depois que boicotaram a ajuda.

Era um baita programa de inclusão social, mas algumas pessoas não possuem sensibilidade política nem comprometimento com a coisa pública, e agem conforme seu entendimento, não se importando com suas responsabilidades. #QueTriste

Depois veio outros prefeitos (dois na verdade) e negociavam a questão com os universitário. Não sei como foi com a última gestão, do prefeito Daniel, pois fiquei ausente do debate político e não posso emitir opinião, mas sei por cima que havia transporte e se era pago ou não, não sei!

Mas fico feliz só em saber que a galera da facu e dos cursos técnicos serão atendidos pela municipalidade, novamente. Em tempos de crise econômica que assombra o país, estudar não é fácil! Além de pagarem por altas mensalidade dos estudos, xerox, livros e não sei mais o quê, ter o transporte gratuito é lucro!

Então seu moço da comunicação, corrige lá o termos “inédito”, que isso é mais velho que a salve rainha. Se tiver dúvida, pergunta pro chefe, ou consulte os universitários.

Ah! Já ia me esquecendo…

A iniciativa deste post veio de uma publicação voluntária lá do meu perfil no Facebook (link aqui!). Surgiram alguns comentários, deu até pano pra manga… mas deixo aqui registrado que não ofendi a honra nem a dignidade de ninguém, apenas refresquei a memória do povo que se esqueceu das coisas pós o advento das mídias sociais. Betinho sim promoveu o serviço do transporte universitário (não era super ônibus de primeira linha, mas tínhamos como ir pra faculdade) até o seu primeiro mandato, logo, abandonou a ideia, acabou o compromisso e deu um belo bolo para os universitários (existe uma matéria sobre o assunto no jornal Folha de Ilhota e vou tentar resgatar a notícia).

Acho que o peemedebê está transformando esse senhor em deus, pois se falarmos algo dele (argumentos científicos dentro do campo e universo político), os leões de chácara logo atacam. Normal, para a Ilhota.

Os professores e servidores militantes do manda brasa foram tão castigados por esse senhor que agora esqueceram de tudo o que passaram e o idolatram. Não esqueçam que eles estão ai de volta, tudo junto e misturado. Acredito no perdão e devo imaginar que isso aconteceu. Tomara!

Torço pelo melhor da cidade, mas fazer lembrar das coisas, de vez em quando, não é causar discórdia, não é jogar pra trás, nem promover disputas irracionais e sim fomentar a reflexão que erros como esses, de vingança, ódio e perseguição não venha se repetir  nunca mais numa gestão pública, não mesmo!

Vida longa e próspera.

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Faculdade de Ciência Política, a faculdade que eu não conclui

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Anteriormente conhecido somente como uma área de atuação do profissional da graduação de Ciências Sociais, a Ciência Política não tinha reconhecimento como curso superior efetivamente. No entanto, isso mudou e já é possível encontrar a oferta deste com curso de graduação nas principais universidades do país como, por exemplo, na Universidade de Brasília (Unb).

A carreira na área de Ciência Política é bastante desenvolvida nos Estados Unidos e em alguns países europeus. Apesar de no Brasil não haver tanta tradição no curso, sua demanda vem crescendo a cada dia e, mesmo sendo um campo de conhecimento específico, o curso abrange várias áreas de conhecimento dentro das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

Ao contrário do que muitos pensam, o curso não se trata somente de questões políticas da atualidade e nem de discussões de opiniões políticas, mas sim de um estudo mais aprofundando e de forma científica que capacita entender as relações de poder e toda a hierarquia existente nelas.

O Cientista Político estuda e analisa as teorias e comportamentos dos sistemas políticos, ou seja, avalia o funcionamento político em todos os âmbitos, incluindo políticas públicas para determinada população, as relações de transformações e estrutura dos sistemas, regimes políticos e etc.

Público-alvo

Não há um perfil particular para quem deseja estudar a graduação de Ciência Política, já que o curso estuda cientificamente os temas presentes na vida de todas as pessoas. Entretanto, é importante que o estudante tenha gosto pela leitura, pois a carga de textos e livros é bem pesada durante todo o curso.

Curso

Como já citado anteriormente, apesar de o curso de Ciência Política ser um campo de conhecimento específico, ele abrange várias áreas de conhecimento, tais como: Sociologia, Relações Internacionais, Economia, Antropologia, História e Direito. Também são cursadas disciplinas de todos esses cursos. Dentro da grade própria da Ciência Política, estuda-se a política entendida de maneira ampla, ou seja, partidos políticos, instituições e governo, políticas públicas, história política do Brasil e etc.

Na UnB, por exemplo, existe um curso específico de Ciência Política. Na maioria das federais, entretanto, o estudante ingressa na carreira de Ciências Sociais e nos últimos anos pode direcionar sua formação para os bacharelados em Sociologia e Antropologia. Na Universidade de São Paulo (USP), Ciência Política faz parte da grande de disciplinas obrigatórias do curso de Ciências Sociais.

Duração média

Em média: 8 semestres (4 anos)

Mercado de trabalho

Mesmo com pouco reconhecimento e demanda, há algumas boas opções de atuação na carreira de Ciência Política. As disciplinas vistas durante o curso proporcionam uma boa base para concursos públicos, especialmente para cargos de gestores de políticas públicas, mas há também a possibilidade do cientista político atuar como autônomo, prestando consultorias e assessorias para empresas e pessoa física.

Formas de atuação

O cientista político poderá trabalhar em diferentes segmentos relacionados à área, tanto em empresas privadas quanto públicas, além de educacionais, governamentais e segmentos do Terceiro Setor, sem contar a vasta gama de opções de concursos públicos, como citado. A atuação fora do meio educacional em grande parte das vezes se dá por meio de consultorias, projetos, estudos, planejamentos ou, ainda, como pesquisadores. A graduação também abre caminhos para carreira diplomática.

Campos de atuação

  • Cientista Político: Analisando as instituições políticas bem como os seus respectivos comportamentos, além de políticas públicas utilizadas para determinada população.
  • Diplomacia: Representando o país em outras nações e atuando na negociação de acordos entre eles, dando suporte em viagens internacionais a representantes políticos, obtendo informações importantes ligadas à questões de política externa.
  • Lecionando aulas: Atuando como professor de curso superior, coordenando cursos de graduação e pós-graduação.
  • Cientista Social: Acompanhamento, estudo, análise e avaliação referente aos acontecimentos ou ainda sobre as ocasiões e comportamentos de determinado grupo social e a relação com os demais aspectos da sociedade levando em conta as políticas públicas.
  • Consultorias: Atuando no acompanhamento e avaliação de estatísticas, pesquisa e planejamentos de questões ligadas à área política de determinado órgão ou pessoa física.
  • Terceiro Setor: Acompanhamento, avaliação e administração de questões referentes às atividades políticas e sociais.

Regulamentação da profissão

A profissão de Cientista Político está vinculada ao curso de Ciências Sociais, já que não há a sua própria regulamentação. Ainda se discute a regulamentação com conselhos específicos para cada uma das áreas que englobam as Ciências Sociais. No entanto, não há nada de efetivo até o momento. Já a profissão de Sociólogo é regulamentada pela Lei nº 6.888, de 10 de dezembro de 1980 e Decreto nº 89.531/84.

Remuneração média

O salário inicial médio de um cientista político varia muito, já que há uma vasta gama de segmentos. No entanto, os salários de recém-formados em Ciência Política giram em torno de R$ 1.500 a R$ 2.000, conforme o segmento em que se atua.

Exigências para o exercício da profissão

Para o exercício da profissão não é exigido atualmente do profissional em Ciência Política o seu diploma de graduação, já que em muitas universidades há somente esta disciplina dentro da graduação de Ciências Sociais. O mesmo acontece com o Conselho, que ainda não existe de forma específica e está em fase de discussão sobre a sua criação.

O eleitor tá querendo ver o mundo colorido

Altair Hoppe em entrevista ao Jornal Diarinho

Entrevistão do meste Altair Hoppe, o mago do Photoshop no Brasil e um dos 10 do mundo onde concedeu uma parte do seu tempo as páginas do Jornal Diarinho, publicado em  5 de setembro de 2010 em que o Blog do dcvitti faz um revival dessas publicações marcantes. Leia e relembra um pouco de sua história. Essa postagem foi chupado do site do Jornal Diarinho sem autorização, que pelo Altair, nós fazemos  qualquer coisa pra ajudá-lo.

O escritor e especialista no programa Photoshop revela os segredos das montagens de fotos, o abuso do recurso nas campanhas políticas e os casos escabrosos que resolveu no Fantástico.

O escritor e especialista no programa Photoshop, Altair Hoppe, 36 anos, se parece com tudo, menos com uma celebridade. Com a visibilidade que seu trabalho adquiriu nos últimos anos por causa da consultoria que presta ao programa ‘Fantástico’, da TV Globo, pro quadro “Detetive virtual”, era de se esperar que o sucesso subisse à cabeça deste leonino que luta contra a vaidade, própria de seu signo. Ele só se revela um ‘astro’ quando sobe no palco e dá suas palestras sobre Photoshop por todo o país. Segundo ele, fica ‘possuído’, como se recebesse uma entidade espírita.

Seria este o segredo do sucesso deste jovem, que desde cedo foi empreendedor, abrindo um jornal combativo em Ilhota, aos 21 anos, antes mesmo de entrar pra faculdade de jornalismo? Ele conta que nada foi planejado. As coisas, simplesmente, aconteceram, resultado também de seu trabalho pioneiro e de formiguinha, de levar a informação para os recantos mais longínquos do país, trabalho que ainda não tem concorrentes.

Pra isso, contou também com a sorte, e a empatia com a platéia, que levou o garoto de Presidente Getúlio a patamares nunca dantes imaginados, e com uma carreira em plena ascensão, depois de quatro livros publicados.

Na entrevista que deu às jornalistas Renata Rosa e Marina Fiamoncini, com fotos de Deivid Couto, Altair conta sua trajetória desde a experiência em Ilhota, a faculdade de Jornalismo, a passagem pela revista Photos e a abertura da nova empresa, a iPhotos, na Maravilha do Atlântico (Balneário Camboriú). Também revela os segredos das montagens de fotos, o abuso do recurso nas campanhas políticas, e casos escabrosos que resolveu no programa global.

Diarinho: Na época em que cursava a faculdade na Univali, o senhor tinha um jornal em Ilhota que denunciava irregularidades. Você sofria represálias?

Altair Hoppe: Todo dia. [risos]. Eu comecei com o jornal em 1993 e fiquei com ele até 2004, foram 11 anos. Era um jornal independente. Apesar de ser uma cidade pequena, não tinha dependência nenhuma, como habitualmente acontece, de prefeitura, essas coisas. [E você é de lá?] Eu não nasci lá. Nasci numa cidade de Santa Catarina chamada Presidente Getúlio. Morei no Rio Grande do Sul por alguns anos e depois voltei a morar em Ilhota quando eu tinha 12, 13 anos. A cidade não tinha jornal e eu montei o jornal sempre com esse cunho – de ser independente, um jornal bem crítico e de muita opinião. Nunca foi um jornal informativo. Eu não curto muito o jornalismo informativo. Eu gosto do jornalismo opinativo, investigativo, e isso numa cidade pequena, de uma cultura muito de domínio, com coronelismo, era bem complicado. Recebia desde ameaça de morte, o prefeito me bateu, deu soco em mim. Deu BO e tudo porque eu não quis deixar passar em branco. Aconteceu esse tipo de situação, mas isso nunca me desmotivou, ao contrário, eu sempre me motivei ainda mais. O jornalismo, acho que tem essa função: quando o jornalismo tá agradando todo mundo é porque ele não tá cumprindo o papel dele.

Diarinho: E por que acabou ‘A Folha de Ilhota’?

Altair Hoppe: Eu terminei com um sentimento de missão cumprida, entendeu? Eu fiquei 10 anos com o jornal. Levei pancada de tudo quanto é lado e suportei isso, consegui passar por todas essas fases. Quando a cidade criou uma estrutura, um pouco de cultura e senso crítico, que era isso que buscava despertar nas pessoas através do jornal, aí, eu acho que a minha missão foi cumprida. E aí, eu optei por um caminho diferente, de buscar outra coisa dentro da minha profissão. Não que Ilhota seja pequeno. Lugar nenhum do mundo é pequeno pra qualquer pessoa. Pra mim, aquilo era o meu universo, o meu mundo, eu era a pessoa mais feliz do mundo fazendo aquilo. Mas eu também queria ter oportunidade de fazer coisas diferentes. Durante 10 anos eu fiz com o maior prazer do mundo e tenho só pontos positivos dessa história toda, aí eu comecei a fortalecer essa área na qual trabalho hoje. Eu comecei a trabalhar na editora Photos, de Itajaí, como um humilde arte-finalista, um diagramador.

Diarinho: Quais os motivos que fizeram você trancar a faculdade de jornalismo? Você continua tendo contato com o jornalismo?

Altair Hoppe: Na verdade, pra me formar, eu levei oito anos. Eu comecei a fazer jornal antes de pensar em fazer uma faculdade, que foi em 98. Eu já tinha levado porrada de tudo quanto é lado e o jornalismo surgiu, sei lá, por pura intuição, né? Era uma época muito diferente da de hoje porque a gente não tinha internet. Na época que a gente fazia o jornal em Ilhota, os jornais que a gente tinha eram só os regionais, regionais entre aspas, era só um jornal de Gaspar e o Jornal de Santa Catarina. Não tinha Diário Catarinense, o próprio Diarinho, a gente não tinha acesso, apesar da proximidade com Itajaí, isso é incrível, né? E isso aconteceu no ano 2000. Eu parei por um ano e meio, dois anos porque a faculdade foi meio frustrante pra mim. Chegou um ponto em que a faculdade não fazia muito sentido porque não era exatamente aquilo que eu tava buscando. Tinha alguns professores que me alimentavam na esperança do jornalismo que eu fazia lá (em Ilhota), um jornalismo mais crítico, mas, no geral, a universidade tenta te preparar pro mercado e eu não tenho um espírito de mercado ou pra entrar num determinado padrão. Eu achava terrível e me sentia muito frustrado. Eu gostava da faculdade quando sentava no corredor e ficava conversando com os professores. Ficava apático quando entrava na sala de aula porque, daí, eles tentavam me enquadrar dentro do sistema. Falavam no tal do lide que, pra mim, é um modelo que foi criado numa situação de guerra porque a história conta, a tecnologia não permitia transmitir as informações muito longas, entendeu? Mas hoje, nós estamos numa época diferente e as pessoas precisam pensar e o jornalismo, de maneira geral, não faz as pessoas pensarem. Virou um produto o jornal, a revista. Daí, eu optei em priorizar a minha carreira. Eu fiquei dois anos e meio, três anos parado e me dediquei a me desenvolver e escrevi o meu primeiro livro. Eu trabalhava durante o dia, e durante a noite me dedicava ao livro. Isso foi em 2004. E eu acho que fiz a aposta certa, de não priorizar a faculdade. Depois, é claro, eu voltei, porque, afinal, já havia feito um investimento financeiro. A razão pela qual voltei foi fazer valer o que já tinha investido. E, também, é claro, a universidade te ensina várias coisas, mas, como eu falei, fora da sala de aula. Às vezes, a pessoa sai pior da faculdade do que quando entrou. Isso é uma coisa muito engraçada. Acho que a universidade, em alguma situação, cria uma espécie de soberba nas pessoas na forma de ver o mundo. Você sabe pouco e você sai da universidade com a sensação de que você sabe muito. Quando você entra, você sabe que você sabe pouco. E se infla com uma sensação de conhecimento. A gente nunca deve ter a sensação de que a gente sabe muito. Eu, a cada dia que passa, tenho a sensação de que menos eu sei. E mais tenho a aprender. E isso nas relações pessoais, na própria profissão. Porque quando a gente pensa que sabe muito, aí, de fato, a gente tá no caminho da limitação, da pouca evolução.

Diarinho: A guinada na sua carreira profissional começou a partir da revista Photos? Como surgiu a ideia de escrever livros sobre o Photoshop e dar cursos sobre o programa?

Altair Hoppe: Não foi uma guinada. De fato, comecei como arte-finalista, que dentro de um jornal, uma editora, é a menor escala, é um estagiário um pouquinho melhorado. É o cara que só faz o alinhamento de colunas, se todas as fontes estão dentro do padrão, eu comecei assim. E eu busquei ser o melhor arte-finalista que pudesse existir no mundo. Com esta dedicação, fazendo uma tarefa simples. Fui pra diagramador e dentro da diagramação, fui pra área de linguagem e comecei a ter mais contato com o Photoshop. A gente tava dentro de uma revista de fotografia, e neste período de transição do analógico pro digital, eu percebi que muitas pessoas tinham dúvidas com relação ao Photoshop. Eu ofereci pra minha chefe, na época, escrever uma coluna sobre Photoshop. Eu fazia tratamento de imagem e isso pode ser uma coisa interessante pros leitores aprenderem algumas dicas de como usar o Photoshop. Aí, depois de umas seis, sete edições, eu passei a receber muitos e-mails com mais e mais dúvidas. E se eu continuasse só a publicar os artigos, não ia atender às expectativas das pessoas, até pela necessidade de mercado. Eu fiz uma pesquisa de mercado no Brasil e vi quais livros havia sobre Photoshop e descobri que não havia livros sobre Photoshop em português, voltado para fotógrafos. Aí, eu conversei com minha chefe perguntando se podia escrever um livro, ela disse que eu poderia escrever, mas também não ia garantir que ele fosse publicado. Eu tinha que escrever e ver o resultado. Isso porque a editora nunca tinha publicado um livro; só tínhamos uma única revista. Demorei seis meses pra escrever o livro. Ela disse: “Tu podes escrever o livro, mas tu não podes escrever durante o teu trabalho. Tu podes usar a estrutura da editora, mas escreve à noite, nos finais de semana”. E foi este motivo que me fez largar temporariamente a universidade. Então, eu priorizei isso. Quando eu terminei, imprimi tudo em papel sulfite, só num lado pra dar um volume gigantesco, cheguei lá, joguei em cima da mesa da chefe. Eu disse: “Ó, taí o livro. Terminei de escrever”. Um calhamaço. Ela disse: “Tá, vou dar uma olhada”. Eu acho que ela nunca leu o livro, porque era muita coisa e era coisa mais técnica, mas ela aprovou e a gente lançou o livro. A ideia nossa inicial, como a gente não tinha experiência nesse mercado, era vender 300 livros porque com 300 livros se pagava o custo de impressão do material, do investimento. Aí, a gente fez o lançamento e em 50 dias, vendemos os livros. Em 50 dias esgotou a primeira edição. E hoje, o livro já tá na sétima edição e a gente já vendeu 30 mil livros. A gente conseguiu um diferencial que foi traduzir para uma linguagem simples um programa que é muito técnico. Nisso o jornalismo me ajudou bastante porque se eu fosse só um cara técnico, não teria a mesma facilidade, mas como sou da área da comunicação, eu consigo interpretar melhor as informações. Agora, eu estou lançando o quarto livro dessa série.

Diarinho: A partir do primeiro livro, você já começou a dar cursos?

Altair Hoppe: Essa história de curso, eu também não tinha muita intenção de dar. Quando eu escrevi o volume 1, eu achava que tinha reunido conteúdo suficiente pras pessoas aprenderem Photoshop tranquilamente. Eu nunca sonhei escrever o volume 2. Não só escrevi esses livros como houve pedidos, as pessoas queriam também o curso ao vivo. E aí eu comecei a fazer os workshops. O primeiro workshop foi em Balneário Camboriú como cobaia, um teste, deu certo, apesar de que eu não tinha experiência nesse negócio de palestra, né? [Teve que abandonar a timidez?] No meu dia-a-dia eu sou uma pessoa muito comedida, mas quando eu viro palestrante, eu sou uma pessoa muito diferente. Bem diferente do que você tá vendo aqui. As pessoas ficam assombradas, inclusive. Eu sou meio Chico Xavier, dá uma incorporada, eu viro um outro ser. Fico possuído. É meio um transe. Daí começou esse negócio de workshop e no primeiro ano, a gente foi a 21 cidades do país, e sempre priorizou as capitais. Fomos a São Paulo, Rio e já estou há seis anos fazendo o circuito nacional com esta média de 15, 16 capitais por ano. Eu não consigo fazer workshop em cidades que a gente chama de interior, não dá porque a demanda é muito grande. A gente prioriza as capitais para que o pessoal do interior possa se deslocar às capitais e fazer os cursos. É, e se eu só desse workshop não teria capacidade de fazer outras coisas. Só que eu não privilegio São Paulo. Nunca. Nós somos pessoas do interior, eu sou uma pessoa do interior, e eu acho que devo fazer um trabalho nacional e dar oportunidade para todo mundo. Em São Paulo, eu dou um único curso por ano. No Rio de Janeiro – um único curso por ano. Por ser uma cidade gigantesca, eu poderia dar 10 cursos em São Paulo, mas como as pessoas lá de Fortaleza vão assistir à palestra? O acesso à informação em São Paulo é melhor. Um amigo meu disse que eu criei um tipo de “caravana Holiday”. [Do filme ‘Bye bye Brasil’ de Cacá Diegues?] Exatamente.

Diarinho: Como surgiu o convite pra participar do quadro “Detetive virtual” no ‘Fantástico’? E quais os casos mais escabrosos que você já desvendou?

Altair Hoppe: Os workshops que criaram o convite pro “Detetive virtual”. Eu dei um workshop em Brasília, em 2007, no sindicato dos jornalistas e um dos jornalistas, do Correio Brasiliense, era amigo do Tadeu Schimitt, que apresenta o ‘Fantástico’. O Tadeu perguntou pra esse amigo se conhecia algum especialista em Photoshop. O Caio tinha feito o workshop e sabia que eu tinha três livros publicados e não tinha nenhum outro autor com tantos livros e fazendo esse trabalho nacional. É impressionante como o Brasil é um país que carece de desenvolvimento. De melhoria na informação. E aí, ele recomendou o meu nome. O Tadeu entrou em contato comigo e conversamos a respeito. Eu nem acreditei porque, na verdade, essas coisas a gente não planeja, simplesmente acontecem. [E até quando vai o contrato?] A gente não possui um contrato. Nós temos um acordo verbal de parceria. Eles precisam de consultoria, eles precisam da informação, eles precisam de um especialista pra aguentar o rojão, entre aspas, né? Pra se responsabilizar pela avaliação das imagens. E pra mim também é bom porque me dá credibilidade. Se fosse uma situação normal de trabalho, a gente trabalharia com imagens melhores, mas são todas imagens de internet, e imagens de internet são complicadas porque a resolução é muito baixa. Então, às vezes, você não tem uma condição técnica boa de imagem pra descobrir se é uma montagem ou não. Daí, eu não posso deduzir que houve um recorte, uma fusão de imagem. A foto, às vezes, não te dá essa condição, é horrível. E aí eu parto para outros elementos pra identificar se é uma montagem. Por exemplo: perspectiva. Eu analiso a perspectiva dos objetos, a sombra dos objetos, a textura, a luz, a proporção, eu analiso vários elementos pra conseguir identificar a montagem. Teve casos bem difíceis já. O fantasma de Wem town, que é uma cidade na Inglaterra. Aconteceu um incêndio, o fotógrafo fez uma foto e apareceu uma menina no fogaréu. Complicado, né? Como é que você vai explicar? Numa lógica simples eu poderia dizer que a foto é uma montagem porque fantasma não existe. Eu não posso fazer isso, entendeu? Eu tenho que dar uma explicação técnica. Então, depois de uns dois dias que eu consegui encontrar um elemento, que provasse que aquilo era uma montagem. E era uma montagem, mas demorou. Têm tantos casos cabeludos… Tem um que não foi ao ar que eu não consegui resolver porque demandaria mais pesquisa. Teve um lançamento de um carro no interior de São Paulo, numa pista de testes, com vários fotógrafos de várias revistas fazendo a cobertura. Um fotógrafo fez uma foto de um carro em primeiro plano e no fundo tava o céu. Era 17h30, no entardecer, e aí, no céu, apareceram alguns objetos estranhos. Como se fosse ovni, né? Eu consegui a foto em alta resolução do fotógrafo, com todos os metadados, tava tudo correto, a foto era real, não havia montagem, e a gente não conseguiu identificar os objetos. Podia ser um mosquito, um meteriorito, três, na verdade, porque eram três objetos, poderiam ser jatos, e eu tentei investigar tudo isso. Tentei com o Inpe [instituto Nacional de Pesquisas Espaciais], tentei investigar na internet se havia algum tipo de exibição, show aéreo naquele período em Indaiatuba, onde era essa foto, e eu não consegui uma resposta até hoje. Isso, é claro, nunca me foge à mente, eu sempre fico pensando em outras possibilidades. São coisas complicadas e eu quero descobrir. Tem casos que caem também. Eu dou um parecer que a foto é verdadeira e a matéria acaba não saindo porque não eles não conseguem encontrar o personagem que prove que, aquilo, de fato, é uma situação real. Teve o caso do ‘viajante do tempo’. É uma foto antiga de uma reabertura de uma ponte em 1940. E aparece, no meio das pessoas, que estavam todas de terno, de chapéu, um sujeito estranho com óculos escuros e uma câmera fotográfica com uma teleobjetiva moderna. Eles queriam saber se era montagem. E eu dei um parecer de que era uma montagem porque havia alguns elementos apontando pra isso. Essa foto tá num museu no Canadá e a matéria acabou não entrando até hoje. Um fator muito forte que pra mim evidencia que é uma imagem falsa é a luz da orelha do tal ‘viajante do tempo’. O que eu analisei? Na foto, a sombra tá projetada mais na lateral do rosto, ou seja, a fonte de luz do sol estaria mais nessa posição. Mas no ‘viajante do tempo’, o que acontece? A projeção do sol na orelha dele é muito intensa no rosto. Como se existisse uma fonte de luz vinda de trás. Teoricamente, isso não seria possível. Esse foi um dos elementos, eu elenquei, pelo menos, cinco.

Diarinho: Se o senhor fosse coordenador de campanha política, o que jamais faria usando o Photoshop?

Altair Hoppe: Eu não usaria o Photoshop porque a classe política já tem esse conceito de mentira, né? E aí você pega a foto do candidato e começa mentindo na foto? O candidato nem abriu a boca e ele já tá mentindo. Se você usa o Photoshop pra dar um retoque no candidato, muda a pele, as marcas de expressão… No meu modo de entender, um dos predicados para que a gente vote em alguém, normalmente, é a experiência, a pessoa tem que mostrar que tem experiência de vida. E não tem coisa melhor pra mostrar que a pessoa tem experiência do que as marcas da vida, as marcas de expressão. Então, eu acho que é desnecessário o uso do Photoshop. Você pode, por exemplo, maquiar a pessoa, põe uma basezinha, dá uma retocadinha, pronto. Suaviza a olheira do candidato com a maquiagem tradicional, não é necessário mentir. Já começa com descrédito.

Diarinho: Qual o pior produto com o uso de Photoshop na campanha dos candidatos de Santa Catarina?

Altair: De todas as imagens que eu vi, a pior foi da Ideli [Salvatti – PT]. Inclusive, nacional. É uma coisa absurda! É muito feio! Não se reconhece. Quem a vê ao vivo num comício, não vai reconhecer, vai procurar. “Vai ver que aquela que tá no palanque é uma assessora” porque a diferença é brutal. Continuo achando que isso é um fator negativo porque não se tá vendendo a beleza do candidato. Em política, não se vende a beleza do candidato, você vende a capacidade dele de viver em sociedade, de poder encontrar soluções, e a política tá virando muito publicidade, tá virando produto de marketing. Por isso que a gente tem esses deputados que a gente tem. Parece que quem tem mais dinheiro é mais capaz, e o eleitor, pela massificação, fica seduzido por isso, infelizmente, por essa estética. O eleitor tá querendo ver o mundo colorido. Na verdade, as pessoas, nessa cultura moderna, querem se ver bonitas, e se elas não se enxergam bonitas, compram coisas que as projetam dentro desta questão da beleza. Então, infelizmente, os políticos também tão caindo nessa. Tem muita gente que vai votar por uma questão estética porque o cara é bem apessoado. Como se ele se cuida bem, ele é bonito, automaticamente, ele vai fazer coisas bonitas também na política. Isso é mentira. Então, é um conceito perigoso.

Diarinho: Há um critério profissional que defina o limite entre o bom senso estético e o exagero?

Altair Hoppe: O critério que eu uso pra fazer qualquer retoque é a realidade. Eu não faço retoque com conceito surreal. A gente trabalha com a realidade, seja no segmento moda, publicidade, na fotografia social mesmo. A gente tem que partir do conceito de realidade, não pode criar um mundo abstrato, um conceito abstrato a partir dos recursos que o Photoshop permite a gente usar. Todo retoque que a gente faz influencia as pessoas de uma maneira direta ou indireta, cria uma influência na vida das pessoas. Então nós temos uma responsabilidade. Por exemplo: quando a gente faz um tratamento e alisa uma mulher completamente, como acontece, por exemplo, no caso da Playboy, a gente tá criando um conceito de sociedade. Para o cara que faz a manipulação de imagem é um simples trabalho, ele não tem a dimensão do quanto isso vai afetar a vida das pessoas. Quantas meninas e jovens vão adotar aquele padrão como sendo o belo, como sendo o bonito e vão se matar com creme, com academia pra chegar naquele padrão. Isso é uma atrocidade com o ser humano. Por isso que eu falo, o limite é a realidade. Eu tenho que fazer correções que levem em consideração a característica natural das pessoas. É possível que aquela pessoa a qual eu estou tratando a imagem, tenha aquela pele, aquela textura, na vida real? Eu mostro no meu trabalho possibilidades surreais, mas com opção de linguagem artística, mas toda vez que a gente entender que as pessoas vão se influenciar, que elas não vão ter um entendimento que é uma coisa abstrata, que você tá querendo dar um conceito mais artístico, você tem que puxar pra esse limite. E existem dois campos nesse mundo do Photoshop. Existe o campo da manipulação e o campo do tratamento. Toda imagem sofre um tratamento. Até antes da era digital. Seja no laboratório, no minilab digital ou através do Photoshop. Sempre houve a correção de cor. O próprio ajuste de exposição, a escolha de um balanço de branco, isso aí faz parte da fotografia analógica e digital. Mas a manipulação já é um pouco diferente. O Photoshop ampliou essas possibilidades. A manipulação também sempre existiu na fotografia. Têm casos de 1915 com manipulação de Lênin; de 1936, de Hitler; através daquele processo em chapa, em vidro, eles faziam retoque nas imagens pra excluir pessoas das imagens. Isso é muito antigo e o Photoshop facilitou isso. Então, a gente tem que evitar as manipulações, principalmente quando afetam a moral das pessoas. Tem um caso que eu sempre lembro e cito: eu recebi um caso bem dramático de uma menina do Rio Grande do Sul, ela mandou um e-mail, dizendo que ela tinha sido vítima de uma manipulação. Ela postou algumas fotos no Orkut, e alguém que não gostava dela pegou o rosto dela, pegou fotos pornográficas, colou de uma maneira absolutamente tosca, de uma maneira ridícula, mal feita, sem proporção, nada, simplesmente recortou e jogou para toda a rede de uma universidade onde ela estudava e onde o marido era professor universitário. A menina ficou mais de um mês sem ir pra universidade tamanho o constrangimento.

Diarinho: Aconteceu um caso recente com a Cláudia Leite, fotos dela foram colocadas em sites pornôs…

Altair Hoppe: E cada vez mais isso acontece. A culpa não é do Photoshop. As pessoas buscam atribuir a culpa das manipulações, dos retoques, no Photoshop, mas isso é um grande erro. É desconhecimento do processo. Tudo que a gente faz na vida parte de uma intenção nossa. Quem tem a ferramenta na mão é que decide. A ferramenta por si só não decide nada. Um policial usa um revólver pra defender a sociedade, o bandido pode usar o mesmo revólver pra fazer atrocidades, para matar uma pessoa. Um fotógrafo pode usar uma câmera fotográfica pra registrar uma coisa bela, uma coisa bonita, como também pode usar o instrumento fotográfico pra invadir a privacidade das pessoas. Tudo parte daquilo que a gente quer fazer. Essa história de que o Photoshop é culpado é senso-comum.

Diarinho: Qual ensaio fotográfico da Playboy o uso do Photoshop ficou mais evidente? Dá pra acreditar que as mulheres que aparecem nuas nas revistas são elas mesmas?

Altair Hoppe: Tem tratamento em toda edição. Teve um caso engraçado agora em junho. A Playboy lançou uma edição com uma menina do Big Brother, eles colocaram que não foi usado Photoshop. É uma coisa tão inédita que eles anunciaram que naquela edição não foi usado Photoshop. Mas, em julho, eles deram um azar gigantesco porque fizeram uma aberração no Photoshop. Parece até que foi pra um contraponto. Saiu uma menina, uma apresentadora de TV, sem o mamilo. Eles removeram o mamilo da menina. Não é a primeira vez que a Playboy faz isso. Tinha o seio, a forma toda e aí excluíram o mamilo. Mas por que eles fizeram isso? Nesse caso, foi por uma questão da legislação. Não é permitido colocar na capa de uma revista que circula em banca um seio exposto. [Mas aparece…] Elas sempre dão um jeitinho. O seio aparece, mas o mamilo não. Tem um fotógrafo amigo meu, o Luiz Garrido, que é um dos gênios do retrato no Brasil, talvez do mundo, ele contou um episódio que no regime militar não poderia aparecer a foto com os seios expostos, mas tinha uma restrição: só era proibido se fossem dois seios. Então, uma das fotos que ele fez, fez a mulher só com um único seio. Fez um corte e a mulher ficou meio aleijada, mas ele conseguiu fazer [risos].

Diarinho: É possível modificar uma imagem sem deixar pistas?

Altair Hoppe: É possível. Os recursos que a gente tem no Photoshop, pra quem tem conhecimento, é possível fazer uma foto idêntica à realidade, sem praticamente deixar rastro de que é uma montagem. Claro que tem que haver um planejamento na captura das fotos. Você não vai pegar qualquer foto e juntar com outra. Isso é uma diferença entre um trabalho profissional e um amador. O amador junta uma relação de fotos que não tem relação, que não foram planejadas, e tenta fazer a montagem. É isso que acontece na internet e no detetive virtual. Não são profissionais da área, são pessoas comuns que fazem e sempre deixam um pequeno errinho e a gente consegue descobrir. Mas profissionais mesmo, se eles fizeram as montagens com capricho, não tem como descobrir. Na publicidade, por exemplo, se cria todo um cenário e todo um conceito.

Diarinho: Que dicas você dá pra identificar quando uma foto é montagem?

Altair Hoppe: As sombras em posições diferentes são o erro mais comum de uma montagem. Você tentar identificar na cena a fonte de luz, de onde ela tá partindo, e tentar identificar a direção da sombra. O recorte das fusões é mais simples. E alguns erros de perspectiva também podem acontecer. Eu tive uma convicção muito grande com esse viajante do tempo nessa questão da luz. O fato de criar uma sombra da orelha não é uma coisa possível. Quando a gente salva em jpg, a foto perde bastante informação, aí a textura da imagem, a diferença de granulação, praticamente desaparece. Esse é um elemento que poucas vezes eu consigo considerar, só se a imagem é em alta resolução, tem bastante definição, mas a maioria das vezes eu trabalho na questão da perspectiva, da sombra.

Diarinho: Hoje em dia é possível trabalhar para grandes empresas sem abandonar sua cidade? O que ainda é preciso fazer in loco? Você nunca pensou em ir morar no eixo Rio – SP pra impulsionar a carreira?

Altair Hoppe: Quando eu comecei a trabalhar, a gente era uma editora de Itajaí que editava uma revista de circulação nacional. Os caras não acreditavam como que alguém de Itajaí ia fazer uma coisa boa numa era que só tinha revista em São Paulo. A gente conseguiu quebrar isso mostrando qualidade. Eu acho que é o grande mérito de quem vem do interior. Quem vem do interior sabe que precisa mostrar que tem capacidade. É um desafio. Com a chegada da internet isso só foi potencializado. Hoje, eu consigo fazer o meu trabalho aqui em Balneário ou em qualquer parte do Brasil com a mesma qualidade que as pessoas fazem em São Paulo. Na verdade, hoje todo mundo imagina que eu sou de São Paulo. As pessoas se espantam quando eu digo que sou de Santa Catarina, de Balneário Camboriú, principalmente as pessoas aqui da região. Hoje, quando eu digo que moro aqui no Vale do Itajaí as pessoas dizem “nossa, tu mora no paraíso”. Aqui a gente tem tudo que a gente precisa, consegue fazer um trabalho extremamente bom num outro ritmo. Eu tô aqui na empresa, não pego trânsito, não me preocupo tanto com a questão da violência, então isso dá tranquilidade pra gente trabalhar. Na verdade, cada vez eu quero estar num centro menor. O meu planejamento de vida é poder ter uma vida cada vez mais simples porque eu tenho certeza que isso vai me fazer cada vez mais feliz. [Mas sem abandonar a tecnologia…] De forma alguma. É a tecnologia que permite fazer exatamente isso. Hoje, a galera que trabalha aqui comigo no meu escritório, poderia trabalhar em casa. Se a gente fizer uma reunião e definir isso é possível fazer esse tipo de coisa hoje. Ou eu ter um funcionário lá de Fortaleza, um lá do Rio Grande do Sul, a tecnologia permite isso. Hoje nós estamos em condição de igualdade, hoje o que determina a diferença desses profissionais é o querer. A questão geográfica ela inexiste.

Diarinho: A única coisa que você faz presencialmente são os workshops?

Altair Hoppe: Ainda. Daqui a pouquinho não vai ser mais. Temos um projeto de fazer isso à distância, na verdade, há dois anos a gente trabalha essa ideia. A partir de 2011 eu acredito que a gente vá começar a viabilizar os cursos à distância. Vamos atingir um número maior de pessoas. Hoje eu faço os cursos só nas capitais, isso restringe um pouco o pessoal do interior, que tem menos capacidade de investimento. Eu fazendo curso à distância na internet, o custo vai ser bem menor, porque eu não vou ter que viajar, não vou ter que alugar estrutura de hotel, coffe-break, etc.

Diarinho: A sua mulher também é fotógrafa. O senhor também faz consultorias a ela?

Altair Hoppe: Na verdade eu não dou conselho, eu dou esporro [risos]. Eu dou mais conselhos na parte estratégica. Eu não interfiro no processo de edição, eu dou minha opinião sobre como, estrategicamente, ela pode desenvolver a carreira. Eu dou esporro como companheiro que busca apoiá-la através da minha experiência de mercado. Eu poderia influenciar meu filho, tornar ele um mini Altair, mas eu não falo nada com ele a respeito de Photoshop. Eu não vou impor meu conceito de mundo pra ele.

Raio-X

  • Nome: Altair Hoppe.
  • Idade: 36 anos.
  • Natural: Presidente Getú­lio/SC.
  • Estado civil: casado com Juliana Hoppe.
  • Filhos: Dois – Alecsander, 12 anos; e Nicholas, 4 anos.
  • Formação: Jornalismo, na Univali.
  • Carreira: Criador da Fo­lha de Ilhota; revista Photos, onde começou como arte-finalista até chegar a sócio; e criador da editora iPhoto.

VI workshop de recursos hídricos e desastres naturais

Desastre ambiental no complexo do Morro do Baú

Recebi um e-mail muito interessante, oportuno e de grande relevância a conjuntura social e que agrega ao conteúdo do blog e da área de minha  atuação frente aos assunto comunitários e políticos da acadêmica ilhotense Camila Mariana Rebello da Cunha, do curso de Engenharia Ambiental pela Univali, e estou compartilhando o conteúdo com todos. Espero que seja esse artigo possa ampliar os horizontes da sociedade pela causa e o mesmo possam estar presente ao evento. Pode contar comigo ao evento e fico muito agradecido. Conferem o artigo!

Sou acadêmica do curso de engenharia ambiental da Univali e faço parte do projeto chamado  Capacitação de Gestores Público e Lideranças Multissetoriais para os desafios da mudança climática e da governança ambiental na Foz do Rio Itajaí/SC que pode ser melhor entendido através dos site http://governancaambiental.blogspot.com.br/ e http://www.sustenta-habilidade.org/.

Gostaria de convida-los a participarem do VI Workshop que será organizado pelo projeto, este sobre Recursos Hídricos e Desastres Naturais. O projeto já com  Workshops realizados com os temas: “Planejamento Territorial Urbano e Rural na Foz do Rio Itajaí/SC”, “Governança, Fundações e Espaços Institucionais de Participação Socioambiental”,  “Desafios da Concretização da Politica Nacional de Resíduos Sólidos”,  “Capacitação da Cartilha da Cidadania”.

Minha intenção é convidar especialmente  o Sr. Paulo Roberto Drun, coordenador  municipal (licenciado) de Defesa Civil da prefeitura de Ilhota para fazer uma breve apresentação, em torno de 15 minutos, conversando sobre a situação da Defesa Civil do  Município de Ilhota.  Estendi o convite ao Sr. Dialison Cleber Vitti por receber informações de que é uma pessoa proativa  e que participaria do evento (obrigado!).

Ressalto a importância do evento, pois é uma iniciativa de melhora das condições dos municípios associados a  AMFRI, onde podem expor os problemas enfrentados, conhecer a experiência dos outros municípios e receber auxilio técnico.

Serão convidados a participar a Defesa Civil de Itajai, Ilhota, Luiz Alves,  representantes dos Comites de Bacias dos Rios Tijucas, Camboriu e Itajai, também técnicos. Conforme prossiga a organização, podem haver outros convidados, mas avisarei conforme for. O local será na OAB de Itajaí, provavelmente às 19h e não temos data confirmada ainda, pois estamos esperando a disponibilidade dos possíveis participantes do evento.

Espero contar com a presença de vocês, pelo menos prestigiando o evento, eu como moradora do município gostaria muito de ver alguém participando e  tenho certeza que gerará bons frutos. E se houver interesse da parte de vocês, poderíamos marcar um dia para conversar melhor.

Governança ambiental levanta problemas em Ilhota

Oficina de Governança Ambiental

Município com maior número de mortes nas chuvas de novembro de 2008, Ilhota recebeu na tarde desta quinta-feira a Oficina de Governança Ambiental, trabalho realizado através de uma parceria entre o Parlamento da Macro-Região da Foz do Rio Itajaí (Parlaamfri) e a Univali, que está levantando nesta primeira fase, os principais problemas de cada município visando à elaboração de um diagnóstico regional.

O encontro, realizado na Câmara de Vereadores, contou com a presença de autoridades políticas, funcionários de órgãos públicos e representante da Casan. Segundo o pesquisador Rafael Milani, os primeiros dados levantados junto aos órgãos governamentais dão conta de que a situação na cidade é preocupante pela inércia de ações práticas.

Governança ambiental levanta ações em Ilhota

Mas a inércia não se verifica somente na administração pública, mas também na sociedade civil organizada. “Existe uma incapacidade em mobilizar a população para estas questões. Do jeito que está hoje, os problemas se avolumam sem perspectivas de começarem a ser resolvidos”.

O vereador Luiz Peixe, coordenador do encontro, avalia que o encontro foi extremamente proveitoso. “Além de abrirmos o ‘jogo’ em relação a realidade de Ilhota, entendo que este é um passo importante para que autoridades públicas e a sociedade acorde para a questão que dentro de muito pouco tempo poderá inviabilizar a cidade como um todo”.

Fonte: Assessoria de Imprensa: Osmar Pinheiro (47) 9961-7080. Mais informações: Vereador Luís Peixe (47) 9988-7969.

 


Primeiro dia do Ilhota Natal Luz contou com a participação do Coral Univali

Coral Univali

O natal chegou na capital catarinense da moda íntima e praia. Nesta quarta-feira (30), a prefeitura, através da Fundação Municipal de Cultura, deu início ao II Ilhota Natal Luz. Na oportunidade, houve a inauguração da decoração natalina, cerimonial de abertura, apresentação do grupo de dança belga do Colégio Marcos Konder e show com o Coral Univali. O evento ainda conta com a parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Associação Comercial e Industrial (ACII).

A programação prossegue nesta sexta-feira (02), quando será realizado o tradicional Terno de Reis com os seguintes grupos: Herdeiros do Reino e convidados; Divina Inspiração (Itajaí); Louvores Divinos (Blumenau); e Taquaras (Balneário Camboriú). “A tradição açoriana de Terno de Reis é muito popular em diversas regiões do Brasil e não é diferente aqui em Ilhota. O foco principal é o de manter viva a tradição natalina. Sempre temos tido um público fiel, que comparece a todas as edições”, destacou o superintendente de cultura, Rui Max.

A expectativa é de que cerca de 200 pessoas participem da festividade. A entrada é gratuita. Paralelamente acontecerá uma feira de artesanato, das 19h às 22h.

Confira a programação

02 de Dezembro

  • 19h30 – Noite de Folia de Reis com os grupos: Herdeiros do Reino de Ilhota e convidados; Divina Inspiração de Itajaí; Louvores Divinos de Blumenau; Terno de Reis de Taquaras de Balneário Camboriú.
  • Feira de artesanato das 19h às 22h.

10 de Dezembro

  • 20h – Auto de Natal com Grupo Cênico Texto Base do Centro Comunitário Dom Bosco.
  • Feira de artesanato das 19h às 22h.

17 de Dezembro

  • 20h – Caminhada Luminosa.
  • 20h30 – Cerimônia de encerramento com apresentações culturais.
  • 21h30 – Chegada do papai noel.
  • Feira de artesanato das 19h às 22h.