Estavam te enganando

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GreenpeaceQual é o valor de uma montadora de veículos internacional que se diz preocupada em preservar o meio ambiente enquanto frauda os testes de poluentes de seus carros? Guarde sua resposta para o Facebook da Volkswagem (detalhes abaixo), que admitiu adulterar os testes de emissões de 11 milhões de veículos no mundo, incluindo o Amarok no Brasil.

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A nossa resposta ao escândalo foram três cartas, enviadas hoje (30/10), ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) e à Volkswagem, solicitando posicionamento e providências sobre a recente declaração de adulteração em testes de emissões veiculares da marca. Leia mais aqui.

Quer se juntar a nós nesse protesto? Entre no Facebook da montadora e complete a frase criada pela própria companhia:#VolkswagenValeDestruição do meio ambiente, mentira, fraude, efeito estufa, doenças cardíacas e respiratórias são algumas opções.

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Ainda sem respostas

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GreenpeaceJá faz quase um mês que enviamos uma carta aos CEOs da Chevrolet, Fiat e Volkswagen. E, em apenas uma semana, milhares de pessoas enviaram uma mensagem às empresas pedindo o mesmo: carros que consumam menos combustível e que emitam menos gases de efeito estufa – os principais agentes do aquecimento global. Até agora, porém, as montadoras continuam ignorando completamente a nossa reinvindicação.

Quer que as empresas mudem essa realidade? Diga isso a elas.

Por enquanto, a Fiat foi a única empresa que emitiu uma resposta pouco conclusiva. A companhia, que detém cerca de 23% das vendas de automóveis no país, diz que já produz alguns modelos com eficiência energética acima da média. Isso só prova que as adaptações tecnológicas são possíveis. O que estamos pedindo é justamente que essas medidas não fiquem restritas a apenas alguns modelos, mas que todos os carros da empresa sejam produzidos com tecnologias que permitam menor consumo de combustível.

A empresa ainda menciona que a tecnologia flex, com motores abastecidos com etanol, resolveria o problema das emissões. Quanto à isso, não se pode ignorar dois elementos: isso não significa ganho de eficiência energética – desde que foi criada, a tecnologia flex avançou pouco nesse sentido. E há impactos socioambientais inegáveis da atual produção de biocombustíveis no Brasil, como o desmatamento, o avanço sobre outras culturas alimentares e a contaminação de água e solo por fertilizantes. O investimento em eletromobilidade também pode ser uma resposta a essas questões.

Ainda não mandou sua mensagem para as empresas? Clique aqui!

Assine a petição

Produzir carros mais eficientes e desenvolver veículos elétricos é um caminho que já está sendo adotado pelas indústrias mundo afora. É uma ação tão importante quanto a promoção de melhorias na infraestrutura para os transportes públicos e não motorizados. Junte-se a nós.

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O lançamento do ano

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Ele é charmoso. É bonitão. É elegante. Mas não se engane: o carro do ano não está com essa bola toda. Hoje o Greenpeace foi às ruas e convidou as pessoas para um test drive num carro da Idade da Pedra. A brincadeira foi para demonstrar que apesar do design atual, nossos carros não são tão modernos como aparecem nos anúncios.

A Volkswagen, a Fiat e a Chevrolet – que abocanham 60% do mercado de carros brasileiro – estão produzindo no país veículos com tecnologia defasada quando comparada a modelos oferecidos em outros mercados, como o europeu. Devido a isso, nossos carros consomem mais combustível e emitem mais gases de efeito estufa – principais agentes do aquecimento global. Isso não é justo com o consumidor e nem com o meio ambiente. Se você não quer carros do passado,  acesse o site e assine a petição.

Não precisa ser assim.  Em outros países, como Europa e nos Estados Unidos, essas mesmas companhias já tem o compromisso de produzir carros mais limpos e eficientes. Está mais do que na hora de fazer o mesmo no Brasil. Quer fazer a mudança acontecer? Pegue carona nessa campanha assine.

Junte-se a nós

Você quer colaborar ainda mais com o Greenpeace? Junte-se ao Greenpeace, a maior organização ambiental independente do mundo.

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Solenemente ignorados

Solenemente ignorados

A Volkswagen deu um belo exemplo de como ser antisocial com seus amigos no Facebook. Ao pedir conselhos para 2012, ela recebeu: mais de mil comentários aconselhavam a empresa a deixar de lado seu lobby anticlima. Todos foram solenemente ignorados.

Se a breve história das mídias sociais já pode nos ensinar algumas coisas, uma delas é que ignorar seus seguidores é um tiro no pé. Quando boa parte das pessoas que assinaram a petição para que a Volkswagen pare de fazer lobby anticlima são consumidores da marca – ou, pelo menos, eram – isso pode ser um baita problema. Visite o site da campanha e peça também que a Volkswagen pare de agir contra o clima.

Enquanto a página da Volkswagen é invadida por comentários, no Congresso norte-americano, leis de censura à internet estão prestes a ser aprovadas. Se isso acontecer, empresas e governos controlariam a nossa capacidade de acessar uma série de informações online, incluindo desde investigações sigilosas até comentários ignorados nas redes sociais.

Em protesto pacífico, sites como do Greenpeace Internacional, Wikipedia, WordPress entre outros, amanheceram às escuras esta semana, pois acreditamos no futuro da internet como a conhecemos: aberta e livre.