Quer participar da construção da ação Derrube o Muro do Trump?

Quer participar da construção da ação Derrube o Muro do Trump

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Você lembra a ação “Derrube o Muro” do Trump, que a Anistia Internacional lançou, em maio deste ano, para chamar a atenção às práticas desumanas do governos norte-americano? Políticas que incluem desde detenção arbitrária de mulheres, homens e crianças requerentes de asilo a rejeições e retornos ilegais de pessoas em risco na fronteira, e que violam tanto a lei dos EUA como a internacional. Agora, sua opinião sobre essa ação é crucial!

Através do site Derrube o Muro e da ação que fizemos no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, nós convidamos nossos apoiadores e o público brasileiro em geral a se mobilizarem contra essas políticas cruéis e a favor de milhares de mulheres, crianças e homens em risco.

A ação ainda não alcançou a visibilidade necessária para ampliarmos essa importante mensagem, e é aí que você entra. Vamos nessa?

A gente quer a sua opinião em mais este esforço conjunto! Queremos saber o que você achou do site que lançamos; da dinâmica de “derrubar o muro”; dos casos relatados; e da ação que fizemos na rua. Veja os vídeos que gravamos da ação no Largo da Carioca AQUI.

Clicando no botão abaixo, você responde a nossa pesquisa e nos ajuda a construir esta importante mobilização.

Podemos contar com o seu apoio? Então, clique aqui contribuir na construção desta ação.

Juntos e juntas, somos mais fortes. 

Leanne Neale
Diretora de Captação de Recursos
Anistia Internacional Brasil

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Ilhota foi um dos municípios catarinenses que recebem ônibus para o transporte escolar

Foram entregues na manhã desta segunda-feira, 12, os últimos 42 micro-ônibus escolares de um montante de 116 que ficarão sob responsabilidade dos municípios catarinenses. Os veículos foram adquiridos pelo Programa Caminho da Escola, com recursos do Governo Federal por meio de emendas parlamentares. Ao todo, o investimento foi de R$ 22 milhões, atendendo a 93 cidades de Santa Catarina – 35 no ato desta segunda. No ato de entrega, o governador Carlos Moisés agradeceu ao empenho do Fórum Parlamentar Catarinense, que viabilizou os valores para a aquisição e disse que o Governo do Estado pretende complementar com a compra de outras unidades.

“A melhora da qualidade do ensino e do transporte é missão do governo. Além desses 116 micro-ônibus, já há uma licitação aberta para a compra de mais 29. Queremos transformar a realidade do aluno que se desloca da casa para escola. Temos que assistir o aluno de maneira integral, para que ele se estimule a estar na escola e não haja evasão. Melhorar a educação a cada dia é o nosso compromisso”, frisou o governador Moisés.

Vereador conquista um ônibus escolar para Ilhota

Na opinião do secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni, a entrega dos ônibus significa um fortalecimento do pilar dos transportes do Programa Minha Nova Escola. “Temos que proporcionar que os nossos estudantes cheguem à escola de maneira adequada para poder se dedicar aos estudos. Nós estamos falando de 125 mil crianças que dependem do transporte escolar. Chegar bem é uma das condições para termos uma educação de qualidade. Essa parceria entre Estado e municípios é fundamental”.

Conforme os objetivos do Programa Caminho da Escola, a renovação da frota de ônibus escolares visa garantir segurança, qualidade no transporte de estudantes e ampliar o acesso e a permanência deles na educação básica, combatendo a evasão escolar com ênfase em áreas rurais e de difícil acesso. Os micro-ônibus têm 29 lugares e custo de R$ 189.900,00 por unidade.

Atual coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, o deputado Rogério Peninha Mendonça relembrou que a entrega é resultado de uma emenda parlamentar coletiva da legislatura anterior. Segundo ele, a atuação conjunta do Governo e dos deputados permitirá a transformação da realidade de muitas crianças no interior do estado. “Na hora de reivindicar, precisamos estar todos juntos. O importante é que o recurso venha para Santa Catarina”, discursou Peninha.

Municípios catarinenses recebem mais 42 micro-ônibus para o transporte escolar

Fonte: Assessoria de Imprensa
Secretaria Executiva de Comunicação – Secom

Libertos de uma prisão invisível – Arrependimento

Pornografia arrependimento

O processo de cura de qualquer problema, mau hábito ou compulsão, só se inicia quando há reconhecimento de que algo está errado. Isso deve gerar um arrependimento genuíno em nosso coração.

Na Bíblia, vemos que o grande rei Davi cometeu adultério com Bate-Seba. Depois disso, o rei ainda enviou Urias, o esposo de Bate-Seba, para a frente de batalha, e Urias acabou morrendo. Até então não houve nenhum arrependimento da parte de Davi.

Mas quando o profeta Natã vai até Davi e o confronta com sabedoria, usando uma parábola, o rei experimenta um arrependimento genuíno e reconhece o seu pecado. É só então que Deus vê em Davi um coração sincero e o perdoa.

Em nossa vida acontece o mesmo. A cura só é possível a partir do momento em que experimentamos um arrependimento genuíno, a ponto de dizermos, como Davi: “Pequei contra o Senhor”.

Portanto, reconheçamos o nosso pecado diante de Deus.

Creia: nos próximos dias, em nome de Jesus, ele pode libertar você ou as pessoas que você ama da compulsão por pornografia.

Objetivos desse devocional

Muitas pessoas, quase sem perceber, vivem em uma prisão. Sem grades, muros ou cercas, ela as escraviza, tornando-as suas reféns. Trata-se do consumo de conteúdo impróprio na Internet, o que vem levando muita gente — de todas as idades, no mundo todo — à compulsão e à depressão, destruindo relacionamentos. Este Plano de Leitura foi preparado para aqueles que passam por esse tipo de situação ou desejam ajudar quem precisa de apoio para vencer essa batalha.

Editor
Gostaríamos de agradecer à Sociedade Bíblica do Brasil por fornecer este plano. Para mais informações, acesse este link!

Você conhece Ilhota❓

Nesta reportagem especial, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina – Alesc apresenta a cidade Ilhota, uma das capitais catarinenses. Localizada na região do Vale do Itajaí, a cidade é o principal polo de Moda Praia e Íntima de Santa Catarina. São mais de 80 lojas e fábricas, que geram emprego e renda para o município. A venda por atacado se destaca, mas as empresas também investem em ações para o varejo e comércio virtual.

Trump permite que crianças deem seus primeiros passos atrás das grades!

O muro de Trump

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Nesse momento, milhares de famílias que buscam segurança nos EUA, em vez de serem acolhidas pelo governo Trump, estão sendo mantidas por meses a fio em centros de detenção, sem acesso a advogados ou tradutores.

Pais com crianças pequenas estão vendo seus filhos aprenderem a falar, engatinhar e dar seus primeiros passinhos atrás das grades, longe dos cuidados básicos de que todas as crianças precisam.

Crianças como o menino Josué, que passou mais da metade de sua vida em detenção, aprendendo a andar e a falar em confinamento. Ele e sua mãe de 28 anos, Teresa, fugiram de ameaças de sequestro e de agressão física e sexual em Honduras, e chegaram aos EUA em busca de asilo. Eles foram presos no Centro de Detenção Berks County, na Pensilvânia, por mais de 16 meses. DERRUBE O MURO DO TRUMP.

Desde que foi eleito, o Presidente Trump ameaça construir um muro ao longo da fronteira dos EUA com o México e faz de tudo para desmantelar totalmente o sistema de asilo dos EUA, violando a lei dos EUA e a internacional, e causando sofrimento extremo às pessoas em risco.

Não podemos podemos fechar os olhos para o sofrimento de milhares de pessoas em risco! Juntos e juntas, temos o poder de lutar para que os direitos dessas pessoas que buscam asilo nos EUA sejam protegidos.

Na semana do Dia Mundial dos Refugiados (20/06), ajude a Anistia Internacional a derrubar esse muro de violações e a exigir que o presidente Trump dê esperança às centenas de pessoas que buscam segurança nos EUA.

Acesse este link, selecione tijolo por tijolo e ajude-nos a derrubar esse muro desumano e a transformar a vida de milhares de pessoas em risco. Centenas de pessoas já derrubaram. Só falta você! Clique neste link e coloque esse muro de violações abaixo.

Com esperança, 
Anistia Internacional Brasil

[Curso] Introdução à Ciência Política

Introdução Ciência Política

Assista as videoaulas sobre o tema “Introdução à Ciência Política”, uma série de 9 vídeos, apresentada pelo professor Otaciano Nogueira Filho, que aborda conceitos essenciais para o estudo da Ciência Política. Nesta série, busca-se compreender as origens da política como ciência e como filosofia, explorar o universo político brasileiro, além de estudar as diversas instituições políticas.

Direitos das mulheres ativistas sob ataque na Polônia

Ewa Wnorowska e seus colegas posam para uma fotografia em apoio aos direitos das mulheres na Polônia

Professores Ameaçados Depois de Tirarem uma Fotografia Apoiando Protestos de Igualdade.

Human Rights WatchPor 27 anos, Ewa Wnorowska dedicou sua vida a ajudar estudantes de uma escola para crianças com deficiências na Polônia. No dia do primeiro protesto negro, como ficou conhecido o movimento de apoio aos direitos das mulheres na Polônia, ela tirou uma foto com onze outros colegas, todos de preto, para mostrar solidariedade à causa. Ewa disse à Human Rights Watch que eles tinham escolhido vir trabalhar, embora outras pessoas estivessem tirando o dia de folga para se juntarem aos protestos, porque tinham um dever para com as crianças sob seus cuidados.

Desde aquele dia, 3 de outubro de 2016, aquela simples foto que apareceu pela primeira vez no Facebook, foi espalhada pelos jornais poloneses, mídias sociais, e foi debatida em todos os lugares. Algumas das mulheres foram marginalizadas por colegas, viram suas carreiras sofrerem e até adoecerem por causa da tensão em que se encontram.

Eles estão sofrendo as conseqüências agora muito comuns de defender os direitos das mulheres na Polônia.

Ewa, uma terapeuta da escola na pequena cidade de Zabrze, disse à pesquisadora da Human Rights Watch, Hillary Margolis, que ela e outras pessoas na foto sofreram retaliações para fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de tomarem as ruas.

O objetivo foi um efeito assustador para assustar as pessoas a não irem às ruas, ficar em casa”, disse ela. “Nós enfrentamos a possibilidade de críticas públicas ou de ser demitido ou sermos demitidos de alguma vez sermos capazes de ensinar novamente.

Os protestos negros em outubro de 2016 foram as primeiras manifestações em massa na Polônia, onde as pessoas tomaram as ruas para fazer campanha pela igualdade e se unir contra os esforços do governo para promulgar uma proibição total do aborto no país.

Mais de dois anos após os primeiros protestos negros, os direitos das mulheres na Polônia ainda estão sob ataque.

Em um novo relatório, A Respiração do Governo nas minhas costas”: Ataques aos direitos das mulheres na Polônia, a Human Rights Watch mostra como, desde que chegou ao poder em 2015, o partido na Polônia – o partido Lei e Justiça (Prawo) i Sprawiedliwość ou PiS) – tem como alvo os grupos de direitos das mulheres através de incursões e pagamentos, muitas vezes com pouco aviso.

Não são apenas ativistas e grupos não-governamentais que estão sob fogo. Funcionários do governo que apoiam protestos pelos direitos das mulheres ou colaboram com grupos de direitos das mulheres foram arrastados em frente a comitês disciplinares e tiveram seus empregos ameaçados.

Campanhas de difamação públicas de políticos e grupos apoiados por igrejas que atacam organizações de direitos das mulheres e seu trabalho – rotulando os direitos das mulheres a famílias e os chamados “valores tradicionais” como casamento – receberam em alguns casos até mesmo apoio tácito do partido no poder. políticos.

“Há um clima de medo na Polônia no momento”, disse Margolis, acrescentando que casos como o de Ewa estão sendo usados ​​para mostrar às pessoas comuns que falar contra o governo tem consequências.

Essas consequências começaram para Ewa quando um ex-colega viu a fotografia no Facebook e apresentou uma queixa. Ele também compartilhou a imagem com comentários inflamados acusando as mulheres de serem como nazistas e apoiar o aborto.

Margolis disse que a maioria das pessoas pensa que os direitos das mulheres estão intrinsecamente ligados ao aborto na Polônia, apesar de englobar muito mais do que isso – como ajudar sobreviventes de violência doméstica e abuso sexual.

Após a queixa do ex-colega, as autoridades do Ministério da Educação da província, ou o Kuratorium , iniciaram uma investigação sobre nove membros da equipe e a diretora que posou para a foto. As mulheres foram investigadas sob o Código do Professor – para ver se eles falharam em seus deveres e “violaram a ética e a dignidade da profissão docente” expressando abertamente opiniões políticas. Duas das mulheres eram administradores e, portanto, não foram incluídas na investigação.

As mulheres gesticulam quando as pessoas se reúnem em uma manifestação de defensores dos direitos ao aborto para protestar contra os planos de uma proibição total do aborto em frente à sede do Partido no governo e da Justiça (PiS) em Varsóvia, Polônia, 3 de outubro de 2016.

Metade das mulheres na foto que Ewa tirou com seus colegas recuou e pediu desculpas em face da pressão da diretora e do público – mesmo que a Comissão Disciplinar finalmente tenha descoberto que não havia razão para puni-los formalmente.

Essa decisão não impediu a reação pública. “Houve uma grande onda de ódio online também. Eles nos disseram que deveríamos raspar nossas cabeças ou ser queimados na fogueira”, disse Ewa. “Cinco dos professores colocam suas caudas entre as pernas e abandonam o ativismo”.

As cinco mulheres que se mantiveram no terreno tornaram-se alvo de uma campanha psicológica nos corredores e salas de aula da escola.

A diretora – que também estava na fotografia e estava tentando salvar sua reputação – orquestrou uma caça às bruxas em público contra as outras mulheres para envergonhá-las e transformá-las em bodes expiatórios. “Parecia que o único objetivo dela era se livrar de nós o mais rápido possível”, disse Ewa.

Outros professores da escola evitavam fazer contato visual com eles e não compartilhavam informações importantes sobre os alunos.

“Eles nos trataram como leprosos”, disse Ewa. “A atmosfera não nos permitiu trabalhar normalmente”.

Ewa e três de seus colegas acabaram tirando licença médica para o ano acadêmico de 2017-2018 devido ao que eles disseram ser efeitos do estresse a longo prazo, incluindo problemas estomacais, ansiedade, dificuldade para dormir e sintomas de depressão. Os professores disseram que as mulheres que permaneceram no trabalho, mas não apoiaram a diretora, enfrentaram horários de ensino reduzidos e contratos de duração limitada – o que significa menos renda e menos perspectivas de carreira. Ewa finalmente decidiu voltar ao trabalho, em vez de se permitir ser forçada a sair.

“Eu não queria dar-lhes a satisfação”, disse ela.

Este desafio em face de ter sua vida agitada, bem como o que os ativistas dizem que está aumentando o protesto público contra os esforços do governo para minar os direitos das mulheres, dá a Margolis alguma esperança para o futuro da Polônia.

“Eu acho que o governo está subestimando as mulheres da Polônia”.

Human Rights Watch

 

 

[Vídeo] Entrevista com Wagner Moura sobre o filme Marighella

Wagner Moura, em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, conta sobre sua primeira incursão como diretor de cinema. Ele estreia na 69ª edição do Festival de Berlim, na Alemanha, o filme “Marighella”, o guerrilheiro baiano que lutou contra a ditadura no Brasil.

[Vídeo] O escândalo dramático e sombrio que afoga o governo Bolsonaro

#EuApoioIntercept Um governo que começou com um escândalo de corrupção, envolvendo membros da família Bolsonaro em um esquema aparente de ‘rachadinha’ e de lavagem de dinheiro, agora se vê às voltas com milícias, assassinatos e violência, e levou o único membro LGBT do Congresso a fugir do país. Assista o relatório de Glenn Greenwald sobre como esse escândalo evoluiu e o que isso significa.

A serviço da The Intercept Brasil.

Congresso dos Gideões 2019

Congresso dos Gideões 2019

Com o tema Ajude-nos a salvar os que estão sentenciados à MORTE! este será o chamado que já ecoa aos quatros ventos do planeta para o 37º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora 2019, conhecido popularmente como Congresso dos Gideões.

Neste ano, o maior evento pentecostal do mundo, acontecerá entre os dias 27 de abril à 6 de maio, no mesmo lugar e local, em Camboriú, Santa Catarina (saiba mais sobre a localização), no Ginásio Irineu Bornhausen e Pavilhão dos Gideões. Acessando este link, você terá acesso às informações necessárias quanto a sua participação em mais uma edição deste evento espiritual, que tem o apoio da Prefeitura de Camboriú.

O Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora é um evento totalmente gratuito. São cultos diários que iniciam-se às 7h00 e vão até as 23h00min, sem intervalos. É muita bênção! Venha conferir esse maravilhoso evento espiritual.

Glória a Deus!