O nosso país falhou, a gente falhou. Eu falhei!

Essa semana no Rio de Janeiro, mataram a vereadora e seu motorista. Morreu uma médica na Linha Vermelha, latrocínio. Morreu um gari, assassinado. Morreu um feirante, morto a facadas. Morreram dois jovens de uma favela, envolvidos com o tráfico. Um policial foi alvejado na saída do trabalho, caiu morto. Uma mulher foi morta pelo marido, feminicidio. Mataram também um jogador de futebol de várzea, se engracou com a mulher do açougueiro e pá, mataram. Deram dois tiros num caminhoneiros, ele não quis entregar seu caminhão para assaltantes. Um filho matou o pai, ele usava drogas e o pai batia nele. Uma moça foi estuprada e morta num terreno baldio também…

Todo dia tem vítima da violência. No Rio, em SP, no Acre, em Manaus, em Porto Alegre, em Camboriú. Todo dia a gente perde a dignidade. Sejam estas pessoas de esquerda, direita, policial, jornalista, ativista, médico, padeiro, gari, bandido…

O nosso país falhou. A gente falhou. Eu falhei. Em dois dias eu li extremos absurdos nas redes sociais, grupos de WhatsApp, ouvi horror nas ruas. Ninguém se entende. Ninguém quer dar o braço a torcer. Ninguém admite o erro. Ninguém quer fazer nada. Uso uma rede social para pedir que eu e você, levantemos nossa bunda para fazer alguma coisa. Daqui uns meses temos eleições, quem sabe uma possibilidade de mudar, mas sem salvadores da pátria. Eles não existem.

A escuridão no país tropical parece não ter fim, mas só nós podemos dar luz a um futuro. Será a última vez que vamos poder acreditar. Vem junto, vem.

Artigo de Rafael Weiss postado originalmente em seu perfil no Facebook.

Vereadora Marielle Franco

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Furb promoverá curso sobre o golpe de 2016

Golpistas de 2016

O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil.

O curso de extensão O GOLPE DE 2016 E O FUTURO DA DEMOCRACIA NO BRASIL é uma inciativa de solidariedade ao movimento nacional em defesa da autonomia e liberdade acadêmica para o debate crítico de questões nacionais relevantes. O Curso tem três objetivos complementares:

  1. refletir sobre a fragilidade do sistema política brasileiro na experiência democrática;
  2. analisar características do processo de democratização, emergência do PT e do
    Governo de Lula e Dilma; e
  3. analisar o Golpe de 2016 e suas consequências para a nação e democracia brasileira.

O curso possibilitará formação complementar aos estudantes e poderá mobilizar interesse para estudos específicos sobre esta conjuntura e sua relação com a realidade local. Ele complementa outras iniciativas de extensão já promovidas na Universidade sobre os impactos destes fatos na cidadania e na emergência de uma agenda conservadora e reacionária.

Justificativa

A realidade nacional contemporânea tem sido objeto de intensa reflexão tanto no Brasil quanto no exterior. Com o processo de democratização inciado no final de 1970 havia um entendimento que os os desafios sócio-históricos limitavam-se a consolidar a experiência democrática consubstanciada na Constituição de 1988.

No entanto, assistimos a emergência de um novo movimento questionador da democracia e de suas institucionalidades. Um movimento presente nas ruas e nas instituições. O futuro da democracia está incerto.

Acompanhamos o amplo interesse da comunidade acadêmica para caracterização e análise deste contexto. De forma hegemônica no campo das ciências humanas há um entendimento de que já foram quebradas regras democráticas constitucionais com apoio da maioria no congresso nacional, poder judiciário e grandes veículos de comunicação. O que está em debate é a relação deste processo ¨golpista” com as bases estruturais da sociedade, sua relação com o contexto de crise da sociedade capitalista mundial e com a história nacional caracterizada pelo permanente recurso a saídas autoritárias no enfrentamento dos impasses e conflitos.

Por iniciativa do o professor Luís Felipe Miguel, titular do Instituto de Ciência Política/Universidade de Brasília foi ofertada a disciplina “O golpe de 2016 e o futuro da democracia do Brasil”. Tal iniciativa foi seguida de forte reação do Ministério de Educação no sentido que questionar tal iniciativa, configurando mais uma ação de interferência política sobre a Universidade Brasileira. Em solidariedade ao professor Luis Felipe outras universidades passaram a ofertar o curso sob forma de disciplina ou curso de extensão.

A proposta aqui apresentada faz parte deste um movimento de solidariedade que tem se manifestado em mais de três dezenas de iniciativas semelhantes e de defesa da liberdade científica e da autonomia universitária (incluindo o manifesto de mais de cem intelectuais nos Estados Unidos).

No entanto, mais do que um ato de solidariedade se trata de oportunizar o acesso ao conhecimento desenvolvido sobre tal contexto pelo pensamento social contemporâneo (nacional e internacional). Constatamos fortes evidências analíticas de que a destituição da presidenta da república em 2016 foi um golpe e que o governo instalado (e seus defensores) não possui legitimidade.

Com a proximidade do processo eleitoral os impasses se evidenciam e os riscos de instabilidade política se aprofundam.

Assim sendo o Curso “O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil” pretende ser uma modesta contribuição para a reflexão sobre os acontecimentos recentes a partir da socialização da produção acadêmica produzida sobre os mesmos.

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Procedimentos metodológicos

O Curso está organizado em três módulos.

MODULO I – DEMOCRACIA E GOLPE NO BRASIL

  • Objetivo: Analisar o contexto histórico e impasses do processo de implementação da democracia no Brasil, bem como sua sistemática negação pelas sucessivas tentativas de golpe ou mesmo implementação do regime ditatorial a partir de 1964.
  • Conteúdo: 
    • 14/04/18: Regime Político e Classes Sociais no Brasil pós-guerras
      • Responsável: Dr. José Roberto Paludo (Sociologia)
      • Carga horária: 3 horas
    • 21/04/18: O Golpe de 64 e a ditadura militar
      • Responsável: Esp. Jorge Gustavo Barbosa de Oliveira
      • Carga horária: 3 horas
    • 28/04/18: Da transição à Constituição de 1988
      • Responsável: Ms. Viegas Fernandes da Costa (História)
      • Carga horária: 3 horas

MODULO II – DAS LUTAS POPULARES AO LULISMO

  • Objetivo: Analisar as condições históricas de emergência dos novos movimentos sociais e sua relação com o Partido dos Trabalhadores (PT). Analisar a emergência do Lulismo e aspectos que permitem compreender sua força popular e suas fragilidades para enfrentamento da crise geradora do impedimento da presidenta Dilma.
  • Conteúdo:
    • 05/05/18: Os novos movimentos sociais e o surgimento do PT
      • Responsável: Dr. Valmor Schiochet (Sociologia Política)
      • Carga horária: 3 horas
    • 12/05/18: PT e Lulismo. Projeto Nacional e Inserção Internacional
      • Responsável: Esp. Jorge Gustavo Barbosa de Oliveira
      • Carga horária: 3 horas
    • 19/05/18: O Lulismo. Direitos Humanos e Inclusão Social
      • Responsável: Dr. Lucas Haygert Pantaleão (Serviço Social)
      • Carga horária: 3 horas
    • 26/05/18 – O Lulismo (II) Transformações no Mundo do Trabalho e a Classe Trabalhadora
      • Responsável: Dr. Valmor Schiochet (Sociologia Política)
      • Carga horária: 3 horas

MÓDULO III – O GOLPE, O GOVERNO ILEGÍTIMO E A RESISTÊNCIA

  • Objetivo: Analisar o processo do Golpe e suas interpretações com destaque para elementos relativos a atuação do judiciário, a emergência na arena pública de movimentos conservadores. Analisar o governo Temer e as principais medidas que conduziram à sua impopularidade bem como as resistências sociais e populares no contexto latinoamericano.
  • Conteúdo:
    • 02/06/18: O Golpe. Ativismo Judiciário e Ruptura institucional
      • Responsável: Dra. Cátia R M Liczbinski (Direito)
      • Carga horária: 3 horas
    • 09/06/18: A nova direita e a Ascensão do parafascismo
      • Responsável: Dr. Leonardo Brandão (História)
      • Carga horária: 3 horas
    • 16/06/18: Governo Temer: Crise Econômica e Ultraneoliberalismo
      • Responsável: Dr. Ivo Marcos Theis
      • Carga horária: 3 horas
    • 23/06/18: Golpe e as resistências populares na América Latina e Caribe:um olhar epistemológico afroamericano e desde a diáspora de África
      • Responsável: Dr. Marcos Rodrigues da Silva (Ciências da Religião)
      • Carga horária: 3 horas
    • 30/06/18: Golpe. Avanço da direita e conservadorismo e mídias sociais
      • Responsável: Ms. Thiago de Oliveira da Silva (Sociologia)
      • Carga horária: 3 horas.
  • Fechamento:
    • 07/07 (Palestra de encerramento): Desafios para a Democracia Brasileira pós-Golpe
      • Responsável: Dr. Márcio Pochmann (Economia/Unicamp)
      • Carga horária: 3 horas

Cada um dos módulos será desenvolvido a partir de diferentes temáticas com maior concentração para a análise do Módulo III e terá seu desenvolvimento sob a responsabilidade um dos professores do Curso (que atuarão de forma voluntária) a partir do subsídio de textos e documentários (disponibilizados aos participantes).

Serão doze (12) encontros temáticos que acontecerão semanalmente aos sábados das 9 às 12 horas.

Os encontros temáticos serão precedidos por um encontro inaugural no qual será apresentada a proposta, seus objetivos e fundamentos, bem como, será pactuada com os participantes a metodologia de estudos e compromissos para o adequado andamento das atividades.

O Curso terá seu término com uma palestra que será proferida pelo Prof. Márcio Pochmann da Unicamp.

Serviço

  • Realização
    • Data de início: 07/04/2018
    • Data de término: 07/07/2018
    • Carga horária total: 42 horas
    • Local: Campus I – Universidade Regional de Blumenau
  • Inscrição:
    • Data de Início: 19/03/2018
    • Data de Término: 02/04/2018 (até às 23:59 horas deste dia)
    • Local da inscrição: Por meio eletrônico via e-mail golpe2016.curso@gmail.com (Preenchimento de Formulário)
    • Valor: R$ 10,00 (Estudante/Profissional/Comunidade)
  • Público alvo:
    • Comunidade acadêmica: Acadêmicos/Docentes
    • Comunidade externa: Comunidade em geral/Setor privado/Setor público (municipal estadual ou federal)/Sociedade civil organizada (Associações de Moradores, ONGS, etc.)
  • Certificação:
    • Frequência mínima: 75%
    • Local de entrega: Local do curso
    • Assinaturas adicionais: Valmor Schiochet
  • Palestrantes/Parceiros:
    • Dra. Cátia R M Liczbinski (Direito), Dr. Ivo Marcos Theis, Esp. Jorge Gustavo Barbosa de Oliveira, Dr. José Roberto Paludo (Sociologia), Dr. Leonardo Brandão (História), Dr. Lucas Haygert Pantaleão (Serviço Social), Dr. Márcio Pochmann (Economia/Unicamp), Dr. Marcos Rodrigues da Silva (Ciências da Religião), Ms. Thiago de Oliveira da Silva (Sociologia), Dr. Valmor Schiochet (Sociologia Política), Ms. Viegas Fernandes da Costa (História)

Bibliografia

Considerando a falta de espaço para inserção da lista de referências bibliográficas a mesma será inserida como documento anexo que costa no slide abaixo.

Documentários

Considerando a falta de espaço para inserção da lista de referências audiovisuais compartilharemos a relação dos filmes indicados no conteúdo programático do curso.

Onde Igreja e pastorais podem ajudar a quebrar a espiral da violência?

Teologia Negra

Ronilso Pacheco faz uma análise sobre a violência racial a partir da proposta da CF 2018.

Talvez o que podemos realmente fazer enquanto igreja, para contribuir com a construção de uma cultura onde a violência não tenha mais lugar central, seja onde exatamente nossa posição nos cabe: nós podemos inviabilizar a sacralização da violência, que passa pela divinização do sangue.

Uma contribuição importante da chamada Teologia Negra nos Estados Unidos foi denunciar o lugar central que a crucificação de Jesus tinha para o cristianismo. Neste lugar central, a cruz sempre teve um papel de relevância como um símbolo de sacrifício máximo, ao qual Jesus se submete (quase) voluntariamente. A compreensão equivocada da narrativa do “esvaziamento” de Jesus contida em Filipenses 2, transformou a crucificação em um auge do ministério de Jesus. O sacrifício foi necessário, e, como tal, perde a força de sentido como um instrumento de tortura e morte usado pelo poder, pelo Império, pelo estado, pelas autoridades, políticas, militares e religiosas para punir, constranger, eliminar, intimidar, executar e (consequentemente) fazer sangrar sujeitos considerados “ameaças”, corpos e presenças que eram um risco para a “ordem social”.

A Teologia Negra comparou a crucificação de Jesus ao linchamento de negros na sociedade racista e segregacionista dos Estados Unidos dos anos finais do século XIX e primeira metade do XX. Se, em algum momento da narrativa bíblica, o Deus de “perfil guerreiro” desaparece, condena o derramamento do sangue inocente e desagua na pessoa de Jesus de Nazaré como o Deus que é todo amor, com profunda ênfase na misericórdia e no perdão, deveria desaparecer nossa linguagem violenta sobre Deus (o “general”, o “Senhor dos Exércitos”, aquele a quem “a vingança pertence”, que recorre “a vara” para a correção, o Deus da “ira implacável”, aquele cuja ira “devorará os ímpios), dando lugar a compreensão plena do Deus que escolhe ser definido como amor.

No entanto, o sangue continua tendo lugar central na nossa cultura cristã, e, muito por isso, a compreensão da violência como recurso possível não nos deixa em paz. Se o sangue é necessário, a violência que provoca o seu derramamento também passa a ser. Tudo o que temos visto no comportamento social de nossas cidades, como o Rio de Janeiro, é a violência ocupar o lugar central. Tão central que a ideia de segurança pública passou a se resumir única e exclusivamente a “gestão da violência”.

A segurança pública deixou de ser a oportunidade que o público (a população, todas e todos) deveria ter de ter acesso a paz, aos bons tratos, aos serviços que funcionam para si e para os outros, de não ser coagido pelas necessidades extremas e nem pela pressão de ter mais e mais numa cultura social que prioriza o consumo e o privilégio. A segurança pública resume-se agora a “gestão da violência”.

Com efeito, espera-se que a violência sirva para punir violentos e ameaçadores de violência. Vai do linchamento do infrator que furtou o celular até as operações policiais que precisam dar como “saldo positivo” para a sensação de insegurança (seja lá o que for isso) a apresentação dos corpos pretos e pobres, devidamente incriminados, para que todos possam saber que acabamos de ter um criminoso a menos, um traficante a menos, um vagabundo a menos. A cultura do sangue derramado se espalha mesmo onde sangue (ainda) não foi derramado. Ter uma comunidade ocupada pela presença ostensiva de militares do Exército não é apenas a militarização da vida cotidiana, é o recurso da violência das armas que indicam que, a qualquer movimento estranho, o sangue será derramado.

Não há (e nem pode haver) poder no sangue. Nossa política pública de segurança, a resposta do poder para a violência, a ocupação dos territórios precarizados e desassistidos; a criminalização prévia dos corpos pretos e pobres; a militarização da vida cotidiana; as estratégias de auto defesa que clamam pelo porte de armas; a espetacularização midiática da violência que espalha mais medo e influencia nas respostas de soluções fáceis das autoridades visando calar a opinião pública; a circulação de armas nas favelas; o inacabável comércio de drogas ilícitas rodeado de violência e crueldade; as crianças que pulam corpos a caminho da escola.

Tudo está manchado de sangue. Tudo na sociedade está atravessado pelo sangue, e a igreja é uma voz que poderia desmistificar o sangue deste lugar simbólico sacrifical que é capaz de produzir algo de valor. Não pode.

Se continuar afirmando que há poder “no sangue de Jesus”, continuaremos abrindo margem suficiente para que os métodos usados para fazer Jesus sangrar até a morte tenha tido alguma utilidade para os planos de Deus. O que é o mesmo que dizer que Deus usa as mesmas armas da estrutura da morte, para vencer a morte. E até onde sabemos, na narrativa dos Evangelhos, a morte é vencida com a ressurreição. A cruz é arma do Império. A ressurreição é resposta de Deus, para dizer que a vida deve sempre vencer.

E, sejamos sinceros, com quem o corpo de Jesus se parecia na hora da morte. Sua pele escura, sua condição social precária, seu território pobre e militarmente ocupado, sua ascendência de um povo marcado pela escravidão, punido, sem oportunidade, sem justiça, vítima do medo e do desprezo. Isto mostra que, na cultura do sangue derramado e da violência (socializada e institucionalizada), raçaclasse e gênero continuarão sendo sempre os fatores decisivos para definir aqueles e aquelas cujo sangue continuarão a jorrar. E é por isso que precisamos denunciar este ciclo, desmistifica-lo. Não há poder no sangue.

Fonte: Texto de Ronilso Pacheco para o Portal das CEBs

Como viver sem o Google? Simples, remova o Google de sua vida! Sim, isso pode ser feito

Google no aniversário de #DialisonCleberVitti #28022018

Remover o Google de sua vida? Sim, isso pode ser feito!

Google rastreadores foram encontrados em 75% dos principais milhão de sites. Isso significa que eles não estão apenas seguindo o que você procurar, eles também estão rastreando os sites que você visita e usando todos os seus dados para anúncios que seguem você em torno da internet. Os seus dados pessoais também podem ser intimado por advogados, inclusive para casos civis como o divórcio. Google respondeu mais de 100.000 tais solicitações de dados, só em 2016!

Mais e mais pessoas também estão percebendo o risco de depender de uma empresa para tantos serviços pessoais. Se você está se juntando às fileiras de pessoas que já decidiram coleta de dados do Google tornou-se muito invasivo, aqui estão algumas sugestões para a substituição com custo de comutação mínima. A maioria são livres, embora mesmo aqueles que são pagos valem a pena – o custo de não mudar é um custo para a sua privacidade pessoal, e a boa notícia é que temos uma escolha!

Google Search -> DuckDuckGo (grátis)

Vamos começar com o mais fácil! Mudar para DuckDuckGo não só mantém suas pesquisas privado, mas também dá-lhe vantagens adicionais, como nossos atalhos estrondo, acessível Instant Answers e sabendo que você não está preso em uma bolha de filtro.

Gmail, Calendário e Contatos -> FastMail (pago)

Hospedamos @ duckduckgo.com endereços em FastMail, um serviço independente, paga que também inclui calendário e contatos apoiar em todos os dispositivos. Há também várias maneiras de obter e-mail criptografado entre partes confiáveis por integrar ferramentas de criptografia PGP. Mesmo mais privado alternativas de e-mail são ProtonMail e Tutanota , ambos dos quais oferecem criptografia end-to-end por padrão.

YouTube -> Vimeo (livre com opções pagas)

Para os vídeos que estão somente no YouTube (infelizmente, muito), você pode procurar e assisti-los em DuckDuckGo para uma melhor proteção da privacidade através do domínio “youtube-nocookie” do YouTube. Se você estiver criando e hospedagem de vídeo-se, no entanto, Vimeo é a alternativa mais conhecido que incide sobre os criadores.

Google Maps -> Mapas da Apple (gratuito), OpenStreetMap (grátis)

Para os usuários do iOS, a Apple dá-lhe uma alternativa construída em via Mapas da Apple, por isso nenhuma instalação é necessária. Para suporte a dispositivos mais amplo, veja OpenStreetMap (OSM), que é mais aberto, embora possam não ter a mesma facilidade de utilização ou da qualidade de cobertura de mapas da Apple.

Google Drive -> Resilio sincronização (livre com opções pagas)

Outro serviço que usamos internamente, Resilio Sync, fornece sincronização de arquivos peer-to-peer que pode ser usado para a armazenagem privada de arquivos, backup e compartilhamento de arquivos. Isso também significa que seus arquivos nunca são armazenados em um único servidor na nuvem! O software está disponível para uma ampla variedade de plataformas e dispositivos, incluindo servidores.

Android -> iOS (pago)

A alternativa mais popular para Android é de iOS curso, que oferece criptografia de dispositivo fácil e mensagens criptografadas via iMessage por padrão. Temos também dicas para aumentar a proteção de privacidade no seu iPhone ou iPad.

Google Chrome -> Safari (gratuito), Firefox (gratuito), Bravo (grátis)

Safari foi o primeiro navegador grande para incluir DuckDuckGo como uma opção de pesquisa privada built-in. Um navegador compatível mais cross-dispositivo é o Firefox, da Mozilla, um navegador open source com um bloqueador de rastreador built-in no modo privado. Admirável vai um passo além com bloqueio rastreador ativado por padrão. Há também muitos outros navegadores que vêm com DuckDuckGo como uma opção de built-in.

Blogger -> Santo (pago), WordPress (livre com opções pagas)

Santo é tanto uma hospedado (pago) e uma plataforma de blogging auto-instalável, por padrão e gerido por uma fundação sem fins lucrativos livre-tracker. Nós gostamos tanto que usá-lo para o nosso próprio blog ! Uma alternativa livre é WordPress, alimentando cerca de 25% dos sites do mundo. Também está disponível tanto para auto-instalação e como um serviço hospedado, sem trackers de terceiros por padrão. A comunidade é enorme, com uma extensa documentação multilingue e muitos temas para escolher.

O Hangouts do Google -> Zoom (livre com opções pagas), appear.in (livre com opção paga)

Zoom é uma alternativa de vídeo chat robusta usamos internamente que funciona bem mesmo para um grande número de participantes, embora requer software a ser instalado. Uma alternativa web somente é appear.in que não requer uma conta – basta ir ao site para abrir uma sala de chat e você está pronto.

Google Allo -> Signal (grátis)

Existem vários serviços que oferecem mensagens privada, mas, como já mencionado anteriormente, sinal recebe a nossa recomendação. Ele oferece, end-to-end encryption livre para ambas as mensagens e chamadas privadas. É também recomendado por Edward Snowden e renomado especialista em segurança Bruce Schneier, entre outros.

Como você pode ver, afastando-se Google não precisa ser difícil. Na verdade, você pode achar que você preferir as alternativas ao mesmo tempo, cada vez melhor privacidade!

Orgulhosamente DuckDuckGo

Assinatura de Dax

 

Alcântara: o custo do Centro Espacial para as comunidades quilombolas

Centro de Lançamento de Alcântara

Novos projetos da base de lançamentos ameaçam 400 moradores de comunidades próximas à Alcântara, no Maranhão.

O Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, mudou a vida de dezenas de famílias quilombolas. Se antes moravam ao lado do mar e sobreviviam da pesca, a nova morada, nas chamadas agrovilas, está a 40 quilômetros da antiga residência. Hoje, compram o peixe – que chega na garupa de motos.

O segundo maior Centro Especial de Foguetes do mundo nunca mandou um só satélite ao espaço. Este ano, o governo Temer retomou negociações para que os Estados Unidos usem a base.

Novos projetos ameaçam 400 pessoas das comunidades de Boa Vista e Manuma. Nessa última comunidade, vivem 71 famílias de remanescentes de escravos. Há 30 anos vivem um conflito territorial com o Centro de Lançamento de Alcântara.

Apoie a Repórter Brasil. Saiba como acessando este link!

Dizem que o ano só começa depois do carnaval, mas não é bem assim…

Cartunista André Dahmer da série de tirinhas Malvados se juntou voluntariamente a Anistia Internacional no Brasil

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Para nos apoiar nessa missão, o cartunista André Dahmer, da série de tirinhas Malvados, se juntou a nós voluntariamente e criou, com exclusividade, 5 peças que chamam a atenção para a agenda de retrocessos em direitos humanos que está em pauta no Congresso Nacional. É incrível como os cartoons conseguem comunicar, rapidamente, os temas da nossa campanha Direitos Não se Liquidam.

As charges, que guardam o traço único e o humor afiado de André Dahmer, questionam desde a proposta da redução da maioridade penal às ameaças que criminalizam os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, e serão lançadas ao longo da campanha em 2018. Acompanhe a Anistia Internacional nas redes sociais e fique por dentro de cada detalhe dos lançamentos.

Além das peças originais, você também poderá apoiar com a nossa mobilização, fazendo uma doação e ganhando camisas com as artes do artista.

’Eu quero pedir encarecidamente que vocês olhem todo o material e contribuam com a instituição que já faz um trabalho de muitos anos de maneira séria, apartidária, e que tem feito a diferença ao redor do mundo, em vários países onde o sistema democrático tem falhado. A Anistia precisa desse fundo para trabalhar em defesa dos direitos que a população está perdendo aqui.
André Dahmer

As camisas ilustradas com a charge “Uma breve fábula sobre direitos humanos”, que abre a série, já estão disponíveis nas cores branca e preta, e você já pode garantir a sua com doações a partir de R$70.

Que tal vestir a camisa e, literalmente, apoiar a mobilização para que nenhum dos nossos direitos seja liquidado em 2018?

Apoiando a campanha Direitos Não se Liquidam com doações, você fortalece a mobilização e a pressão contra as propostas legislativas que colocam em sério risco os direitos e as vidas de milhões de brasileiros.

Anistia Internacional Brasil

Filme Lamarca de 1994 – Assista online

Lamarca é um filme brasileiro de 1994, dirigido por Sérgio Rezende e baseado em livro de José Emiliano e Miranda Oldack, de título Lamarca, o capitão da guerrilha, uma biografia do militar e guerrilheiro Carlos Lamarca. O filme acompanha os dois últimos anos da vida do Capitão Carlos Lamarca (Paulo Betti), desde o momento em que, casado com Marina, decide fazer uma opção radical pela revolução enviando a mulher e os dois filhos para Cuba e desertando do Exército em janeiro de 1969 até a sua morte em 1971. Na clandestinidade, ligado à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), Lamarca comanda assaltos e sequestros, apaixona-se por Clara e amadurece em suas convicções políticas.

Resenha do documentário “Luz, Trevas e o Método Científico”

O Filme construído por Leopoldo de Meis – Luz, Trevas e o Método Científico, têm como finalidade explorar a relação das descobertas da ciência desde o surgimento das espécies até a contemporaneidade. O trabalho desenvolvido surge da necessidade de mostrar a evolução da ciência até às descobertas atuais. Todo filme é ditado por um tom extremamente humanista, com destaque do próprio professor Leopoldo de Meis sobre as benesses e as tragédias – quando mal utilizada – que a ciência pode trazer.

Este vídeo propicia-nos um olhar pelo percurso multiforme na historia da ciência, podemos percorrer por cenas de luta, perseguição, sangue, guerra, fome e também conquistas. Onde a defesa de um ideal era patente na sua produção, bem como na sua ação cultural cívica e humanista.

O homem é a espécie mais recente do planeta, cuja sobrevivência, fazia necessário enfrentar a fome, grandes predadores e principalmente microoganismos e vírus, que ao final sempre conduzia a morte do individuo, no qual acreditava ser sobrenatural. O curandeiro possuía poderes inquestionáveis, exigindo total submissão. Varias religiões pregava o sacrifício humano como forma de aplacar as iras dos deuses, ao mesmo tempo também estava surgindo outra forma de pensar, baseado no funciona ou não funciona, nas tentativas e erros (experimentação), perpassando pela lógica e observação, criado por Aristóteles. Logo após, Hipócrates contestava que todas as doenças seriam de origem divina, não sendo um castigo divino. Em detrimento a isso, um grupo de homens iniciou uma nova forma de refletir mudando a maneira de ser e pensar do homem.

Porém, esse grupo de homens enfrentou forte rejeição da igreja, a partir do século XII essa perseguição tornou-se oficial, sendo denominada Inquisição; para fazer cumprir a suposta vontade divina, os inquisitores promoviam a constante vigilância, baseado no medo e na intolerância religiosa. Qualquer um que fosse considerado bruxo, pecador ou erudito seria torturado para confessar seus pecados. As mulheres eram as maiores vítimas nesse período, eram humilhados e considerados seres inferiores sendo maltratadas pela sociedade.

Mas, em meio a essa guerra, surgiram homens corajosos com seus pensamentos começaram a modificar a situação caótica em que o Mundo vivia. Um exemplo foi Francis Bacon, dizia que apenas com a lógica e observação não seria suficiente para descrever a realidade, a experimentação seria fundamental, devido a essa imaginação o preço foi alto, o Papa Clemente ordenou sua prisão perpetua. Eram na maioria das vezes intimidados e obrigados a recuar.

Não se podia pensar nada mais daquilo que a igreja define como inquestionável. Muitas lutas e mortes foram necessárias para chegar ao patamar que nos encontramos na atualidade. Desta forma, a ciência que conhecemos hoje, começou a se desenvolver, o método cientifico, abriu caminho para a revolução científica; as academias ajudaram a disseminar e consolidar esta atitude.

As ciências naturais avançaram enormemente a vida do homem no planeta, mudando radicalmente nos últimos anos. Com exemplo a isso, principiou a evolução dos meios de transporte, máquinas, tecnologias além do direito das mulheres sendo respeitados.

Destarte, a evolução das ciências permitiu ao homem trazer a realidade alguns de seus sonhos antigos, como voar, navegar em baixo d’água, chegar até a lua, atenuar a fome e aumentar sua expectativa de vida, mas para isso, custou preço de sangue, as idealizações eram constantemente rejeitadas e os pensadores eram na maioria das vezes punidos quando não sacrificados.

O pensamento destes homens/filósofos serviu como alicerce de diversas ideologias que duram até a contemporaneidade. Hoje, o conceito de ciência está bastante difuso entre as populações em geral, embora não se saiba corretamente sua definição, mas constantemente estamos vivendo a ciência e com a ciência.

Sobre o autor

Laudinéia Maria Neves Dias – Graduada em Enfermagem – Especialista em PSF, Licenciada em Biologia e Física via Complementação Pedagógica, Especialização em atenção básica em Saúde da Família (UFMG) MESTRANDA em Ciências da Educação pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa- Parceria com Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. Email: laudineia_dias@yahoo.com.br.

O Diabo, Lutero e o Protestantismo

Livro o Diabo, Lutero e o Protestantismo

O Diabo, Lutero e o Protestantismo retrata, com fidelidade e penetração, uma das épocas mais agitadas da igreja. Esta época é conhecida pela decadência que apresenta na história. Poucos, porém, conhecem de perto, e nos pormenores, a luta titânica, que a igreja sustentou contra os abusos e erros de Lutero e comparsas. Os católicos e até protestantes olham Lutero apenas através de curtas monografias, que nos mostram a sua revolta contra a igreja, mas não o situam no ambiente em que viveu.

Ficha técnica

  • Autor:
  • Número de Páginas: 282
  • Editora: Nebli
  • Idioma: Português
  • ISBN: 978-85-69098-13-3
  • Dimensões do Livro: 14 x 21 cm
  • Valo R$ 58,00
  • Loja: http://bit.ly/2sCzNPE
  • Para baixar o livro de

Pesquisando sobre o livro descobri que há um PDF dando sopa no submundo da internet e algum abençoado liberou o conteúdo para ser baixando sem custo. Clicando este link você poderá ter o material de forma digital. Volto a lembrar a comunidade que isso não é legal e não recomendo. Mas cada um é juízo de si e sabe o que faz. Fazer a aquisição do material ainda é a melhor opção, gera emprego e a economia. Mas livro é cultura, conhecimento… nesse casa tá liberado.

Introdução do livro

“O Diabo, Lutero e o Protestantismo” é o estranho título de um livro a nos contar uma história macabra. A princípio parece exagero a aproximação dessas três realidades. Mas não é, como o leitor chegará a verificar.

Do mesmo modo por que se entrelaçam e se completam numa só entidade o CRISTO, O PAPA E A IGREJA, como demonstrei noutro volume sobre esse título, também se ligam e se estreitam no diabo, Lutero e o Protestantismo. Assim como deixei provada a suave, harmoniosa e divina união entre Nosso Senhor, o Pontífice de Roma e a instituição de Pedro, tentarei, agora estabelecer a conexão flagrante e diabólica e as seitas ditas da reforma.

Não me acusem de deturpar as coisas, antes de manusearem com atenção o livro todo. Quem o ler logo estará convicto do fato.

Calúnia alguma assaquei ao protestantismo. Apenas tirei do olvido e frisei, com argumentos numerosos e seguros, a expressão viva de um acontecimento histórico e moral.

A vida de Lutero jaz num esquecimento inexplicável.

Por que razão um homem que revolucionou tanto o mundo, as consciências, as idéias e até a política, permanece de tal forma desconhecido, que mesmo os seus seguidores lhe ignoram os gestos? Como atinar com o sepulcral silêncio que envolve a existência desta curiosa personagem?

É muito simples a resposta. É que ele, a despeito do papel saliente desempenhado no mundo, é alguém cuja vida, moral e aspirações pessoais não sobressaíram pelo valor e predicados próprios, mas unicamente devido ao ambiente de degradação, sensualidade e revolta que o envolveram, nele se corporificando de forma tal a torná-lo o representante de sua triste época, o herói dos males reinantes de então.

Está patente que quem elevou a sublimou a personalidade de Lutero não foram as suas qualidades pessoais, senão os males morais de seu tempo. E isto se verá nestas páginas, onde o contemplaremos de acordo com o retrato a nós legado pela história imparcial e não como o representam lendas gratuitas e suspeitas.

Nada inventarei, aqui, pois a história, sendo a reprodução de realidades vividas e objetivas, não se forja assim de repente.

Consultarei autoridades antigas, historiadores sérios, católicos, protestantes, e até o próprio Lutero, apoiando-me sobre documentos que me possibilitarão reproduzir a feição histórica e moral da Reforma e dos reformadores.

Leitores delicados acharão, talvez, essa história um tanto dura e violenta. Têm razão. Apenas quero lembrar-lhes ser mister, na reprodução de cenas rudes, usar de termos correspondentes à realidade. Não se pintam quadros de guerra em tons amenos e pálidos, mas de maneira persuasiva e forte.

A linguagem predileta de Lutero pode ser qualificada furiosa desenfreada, apelando a cada passo para o demo, com que ele assegurou possuir relações estreitas. Não convinha modificar esse seu modo de falar, sob pena de alterar-se a fisionomia do autor.

Católicos e protestantes deverão ler atentamente este livro.

Para os primeiros ele será um relâmpago e para os segundos, um trovão. O relâmpago projeta claridade, o trovão faz tremer os mais valentes. Precisam os católicos de luz, para se precaverem contra o erro protestante; os protestantes necessitam de trovão, para acordarem do sono dos seus ensinos falhos.

Apesar de sua forma popular, este livro é um verdadeiro estudo, com argumentos sólidos, certos, tendo por mira somente mostrar a verdade.

O protestantismo, ao contrário, firma-se exclusivamente na ignorância da doutrina católica. Aí está porque os pastores protestantes proíbem com tanto rigor aos seus adeptos a leitura dos livros católicos, sabendo que a verdade, neles exposta, é bastante clara e contagiante para uma alma reta à procura da luz. Possa esse volume tornar conhecida esta verdade que com tanto fulgor se irradia da Igreja, luzeiro divino, em face da qual aparecem as falsidades do pretenso reformador e de suas multiformes denominações sectárias.

A Igreja Católica é o pleno dia da verdade; as seitas protestantes são a noite trevosa dos erros.

Mostrar essa luz, este dia, esta escuridão, salientando o bem a ser seguido e o mal a evitar-se, tal é a grande aspiração do autor.

Pe. Júlio Maria

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Áudio book

Se você não estiver afim de comprar o livro, nem de baixar o PDF e ainda tem preguiça de ler, eu tenho uma coisinha aqui que vai te ajudar. Selecionamos uma série de vídeos hospedados no YouTube que trata de um áudio book da obra e criamos uma playlist.

Segundo o que constamos, o áudio book é composto por 16 partes, mas só conseguimos encontrar 3 partes mais a introdução. Caso alguém consiga encontrar as outras partes, manda uma notificação aqui nos comentários.

Forte abraço a todos.

Starman viajando com o seu Tesla Roadster pela órbita do Sol

Você sabia que tem um carro navegando neste momento no espaço? Sim, é verdade! É um modelo Tesla Roadster 2009 da Tesla de propriedade do tio Elon Musk, o Tony Stark da vida real. O Starman e seu Tesla está agora, neste momento, na órbita da Terra a caminho da órbita de Marte e sua jornada levará 6 meses para chegar até o Planeta Vermelho. É um projeto da SpaceX e o lançamento foi hoje através do foguete #FalconHeavy e acompanhei #AoVivo pelo canal do SpaceToday. Acho que apenas eu e o meu #champs Volney (aqui de Ilhota) acompanhamos em tempo real pela internet esse grande marco histórico da astronomia. A partir de hoje está aberta a colonização em Marte, não pelo carro e sim através do projeto. Essas imagens [que são lindas] são prints em HD da transmissão Ao Vivo e acessando este link você pode acompanhar a viajem desse Starman pela galáxia que ficará milhões de anos navegando em nossa órbita enquanto durar sua funilaria. É legal, é massa, mas será mais um lixo espacial. Olhando essas imagens podemos ter a noção da grandeza e poder de nosso Deus. Curtam as imagens.

Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço Starman viajando com o seu Tesla pelo espaço

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