Assista a outros vídeo do documentário que põe em dúvida a facada no mito

A faca do mito

O documentário sobre a facada no mito, deixa claro que se tratou de uma ação grupal e não individual.

A longa, minuciosa e competente análise dos vídeos e fotos  não deixa dúvida nenhuma quanto ao fato de que candidato, agressor, seguranças e pessoal de apoio tinham um único e indisfarçável objetivo: propiciar o atentado.

Tanto que, de forma até hilária, ao fracassar na primeira tentativa de arremeter contra Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira derrubou sem querer o boné de um segurança – o qual nem depois de atropelado teria se dado conta de que estava diante de um indivíduo armado e pronto para esfaquear aquele por quem ele deveria zelar! Acredite quem quiser.

E o documentário é igualmente bem sucedido em deixar claro que aquelas pessoas (sempre as mesmas!) circulando ao redor de Adélio nada fizeram para proteger Bolsonaro, mas tudo fizeram para evitar que os admiradores do Mito linchassem o Adélio, não demonstrando o mais remoto receio de serem esfaqueadas pelo suposto agressor descontrolado. Por último, a arma do crime misteriosamente sumiu naquele instante, só sendo encontrada (?) convenientemente depois.

Partes do documentário

Assista ao documentário completo acessando este link!

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YouTube terá mudança em postagens automáticas no Twitter e no Google+

Youtube dcvitti

YouTubeEu e muitos youtubers devem ter recebidos um aviso sobre uma atualização que pode impactar a comunidade do YouTube. Após o dia 31 de janeiro, a funcionalidade para postar automaticamente a atividade do YouTube (envios, vídeos com marcações “Gostei” etc.) no Twitter e no Google+ não estará mais disponível. Descobrimos que compartilhar essas ações com uma mensagem personalizada (em vez de com postagens geradas automaticamente) oferece uma experiência melhor ao criador de conteúdo e aos seguidores dele nas redes sociais.

Ainda é possível compartilhar vídeos nessas plataformas. Veja como:

  • Na página de exibição em qualquer dispositivo: clique em Compartilhar, depois clique no ícone da rede social.

Para saber mais informações sobre como compartilhar vídeos, confira este artigo da Central de Ajuda.

Equipe do YouTube.

[Documentário] A faca do mito

Alguns dias antes da posse de Bolsonaro, um documentário viraliza na rede na que coloca em xeque o atentado contra Jair Bolsonaro. O documentário “Facada no Mito” que levanta suspeitas de que o “atentado” contra Bolsonaro seria uma armação, passou das 100 mil visualizações em poucas horas, a dois dias da posse do presidente eleito; audiência continua crescendo em ritmo acelerado.

O documentário foi lançado no dia 22 de dezembro no canal do YouTube True or not (que significa verdadeiro ou não numa tradução literal),  uma conta supostamente fake. O vídeo de 57 minutos contém uma análise minuciosa das imagens e circunstâncias do atentado contra Jair Bolsonaro em setembro do passado, em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Cuidadosamente, os autores do documentário, que ainda são anônimos, mostram incoerências na narrativa que envolve e fatídica facada e apresentam recortes impressionantes das imagens que registraram o momento do ataque, como interações estranhas entre o autor do crime, Adélio Bispo, seguranças do presidente eleito e apoiadores.

A faca apresentada pelas autoridades como arma do crime também é colocada em xeque.

O vídeo repercutiu apenas em veículos de mídia alternativa, como a Fórum. Após a divulgação, na manhã do domingo, dia 30 de dezembro de 2018, o documentário tinha pouco mais de 48 mil visualizações. Em pouco mais de 6 horas o número de visualizações saltou para mais de 112 mil.

[Curso] O desmonte da previdência

O desmonte da previdência

O Curso sobre o Desmonte da Previdência ocorreu em 07/03/17, e contou com as presenças do ex-Ministro da Previdência Social Carlos Gabas, e o ex-Prefeito de Ubatuba/SP Maurício Moromizato.

Assista dos vídeos e boa aula!

Outros vídeos do assunto:

Escola Nacional de Formação do PT

5 dicas para fazer um abaixo-assinado online vitorioso

Abaixo-Assinado Celesc

A equipe da Change.org pesquisou vários abaixo-assinados vitoriosos, que trouxeram mudanças em 2014, e reuniu cinco dicas comuns a todos eles para ajudar quem quiser preparar o seu. A Change.org é o maior portal de petições online do Brasil. São 260 milhões de pessoas fazendo a diferença em 196 países e 15 milhões só no Brasil.

Vamos as dicas:

1. Faça um título simples, curto e atraente

É a primeira coisa a ser lida por quem vai participar do seu abaixo-assinado. Por isso, exige um cuidado especial. É importante sintetizar a ideia do que você quer mudar e não ultrapassar três linhas. Deve ser direto e atraente. Você pode colocar uma hashtag depois do título, o que ajuda a divulgar nas redes sociais. Como ocorreu com o #LuzNaPraça e o #LiberaAnvisa.

2. Diga quem tem o poder de mudar o que você deseja

“Tomador de decisão” é a pessoa ou organização que pode resolver o problema relatado no abaixo-assinado, seja o prefeito, o Ministério Público, uma empresa ou outra instituição. É importante escolher, no máximo, um ou dois tomadores de decisão, pois listar muitos facilita que eles “empurrem” a responsabilidade uns para os outros. Há exceções: uma petição para o Congresso Nacional, por exemplo, pode ter vários parlamentares como responsáveis. Na Change.org você pode cadastrar no seu abaixo-assinado o email do tomador de decisão para que ele receba centenas de mensagens cobrando uma solução. Quanto mais assinaturas, mais mensagens.

3. Faça um só pedido que tenha chances de se concretizar

Coisas impossíveis de serem alcançadas, como paz mundial ou fim da corrupção, são erros comuns nos abaixo-assinados. Pedir muitas demandas em uma só petição, como listar 10 questões a serem resolvidas pela prefeitura, também não funciona. A recomendação é evitar pedidos amplos demais: ao invés de “proteção para a Floresta Amazônica”, você pode pedir a criação de um parque ambiental em uma determinada área. Os abaixo-assinados são realmente efetivos, tanto para mobilizar mais pessoas quanto para conseguir uma mudança, quando eles apresentam demandas concretas e simples de serem captadas pelos usuários na internet. Na mobilização online, um passo de cada vez gera transformações mais sólidas.  A dica é pedir, por exemplo, que a prefeitura reabra uma escola ou que ela contrate um pediatra para o posto de saúde. Isto vai resolver esta demanda concreta e também chamar a atenção para a precariedade do serviço público.

4. Faça um texto didático com até 4 parágrafos

O texto é coração do abaixo-assinado, pois é nele que as pessoas entendem o que você quer mudar. Por isso ele precisa ser didático, simples e autoexplicativo. Não precisa de links para outras histórias nem referências exteriores como artigos científicos. É ideal que ele não ultrapasse 4 parágrafos, pois dificilmente as pessoas lerão mais do que isso. O primeiro parágrafo apresenta a demanda e mostra quem você é (profissão, idade, motivação para o abaixo-assinado). O segundo descreve mais a sua história pessoal e sua ligação com o problema – por que você se importa com isso? Os dois últimos parágrafos devem falar dos efeitos do abaixo-assinado. Para escrevê-los, a recomendação é que você responda a perguntas como: o que acontece se a mudança que eu pedi na petição for feita? Qual a chance do tomador de decisão nos ouvir? O que acontece se ninguém responder? É importante que o abaixo-assinado sensibilize as pessoas. Quanto mais pessoas forem tocadas pela história, mais elas vão apoiar. Elas irão entender que é uma luta de Davi contra Golias e que vale a pena ajudar.

5. Use as redes sociais para buscar apoiadores

É normal você sentir que já “cumpriu a missão” ao criar um abaixo-assinado. Mas o problema que você descreveu não se resolve sozinho. Você precisa chamar seus amigos para assinar, contar com colegas para divulgarem, fazer barulho com a petição. É importante mostrar que a petição é uma ferramenta de pressão. Ela só vai ser útil se você divulgá-la em todos os lugares, se reclamar com a autoridade responsável por telefone e internet. Quanto mais você chamar pessoas para assinarem e espalharem seu abaixo-assinado pela internet, mais chances ele tem de ser vitorioso. Os tomadores de decisão – sejam empresas, autoridades ou órgãos públicos – têm medo de que sua reputação fique manchada. Quando algo começa a se disseminar e eles veem o tamanho do barulho que está sendo feito e correm para responder e resolver o problema. Uma dica para convidar as pessoas a assinarem é colocar o texto /invite depois do endereço do abaixo-assinado. Isso abre uma ferramenta que manda mensagens aos seus amigos do Facebook. Veja o exemplo neste link.

Assista ao vídeo e conheça o que os abaixo-assinados vitoriosos têm em comum.

As expressões “abaixo-assinado”, “petição”, “campanha” e “mobilização” são usadas neste texto como sinônimo.

Fonte: Catraca Livre

Quero ver que médico brasileiro vai querer morar e trabalhar em tempo integral nos postos de saúdes catarinenses

Em Içara, 82% dos eleitores escolheram Bolsonaro. A cidade perdeu a metade dos doutore do Mais Médicos.

Nicolas ficou oito dias internado no hospital de Içara. E nenhum dos médicos sabia explicar o que atacava o garoto de 8 anos. “Depois disso, eu trouxe ele no posto de saúde e conhecemos a doutora Ienni”, me disse a mãe de Nicolas, Renata Reus, moradora da pequena cidade no interior de Santa Catarina.

A doutora Ienni Lopes Camacho, de 27 anos, é um dos nove cubanos que atuavam na cidade de 55 mil habitantes como parte do programa Mais Médicos até a decisão do governo caribenho de retirar seus profissionais do Brasil em resposta ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, crítico da importação de médicos. Os cubanos representam metade do força de atendimento básico na cidade.

Nicolas sofria há meses de problemas de saúde não identificados. Quando encontrou o rapaz, Camacho pediu uma série de exames e descobriu que o garoto sofria de múltiplas alergias, incluindo doença celíaca, o que o impede de comer alimentos com glúten, como pão. “Ela foi muito atenciosa e pediu vários exames até descobrir o que ele tinha”, me disse a mãe. “Não quero desmerecer os médicos brasileiros, mas os cubanos têm um cuidado especial com os pacientes. Se eles forem embora, acho que a nossa cidade vai piorar”, completou.

No dia 19 de novembro, Renata Reus saiu lacrimejando da última consulta com a sua médica preferida. Assim como outros 8.555 médicos cubanos no Brasil, Camacho deve deixar o país. “Podemos fazer um abaixo-assinado para a doutora ficar na cidade?”, perguntou.

A mãe de Nicolas votou em Jair Bolsonaro, bem como 82% dos eleitores de Içara. “Eu não tenho como dizer se é culpa dele [Bolsonaro] ou não a saída dos médicos cubanos, pois ele nem assumiu ainda a Presidência. Eu acredito que ele vai ser um bom presidente, mas que esses médicos não deveriam ser retirados por uma avaliação política, mas, sim, pelo seu profissionalismo. É triste isso porque perdemos bons profissionais”, me disse.

Dos 18 médicos que atuam na atenção básica na cidade, 14 são do programa Mais Médicos.

Nesta semana, uma médica cubana de Içara já retornou para a ilha do Caribe, e todos os médicos estrangeiros já estavam afastados do trabalho desde terça-feira por orientação do governo da ilha. Dos 18 médicos que atuam na atenção básica na cidade, 14 são do programa Mais Médicos, criado em 2013 pela presidente Dilma Rousseff para capilalizar o atendimento ao interior do Brasil, muitas vezes deixado de lado pelos doutores que preferem ficar nas capitais. Além dos nove cubanos, há cinco brasileiros no Mais Médicos de Içara.

Ienni Camacho estava na sua primeira missão humanitária como médica. Com um filho de 2 anos que ficou em Cuba com a avó, ela já definiu que deixa o Brasil em dezembro. “Ela não vai embora. Se o Fidel vier buscar ela vamos colocar ele pra correr daqui”, brincou Waldir Gislon, 77, enquanto aguardava pela consulta.

Camacho também está sofrendo. “É muito doloroso, porque depois de um ano e três meses aqui, já conheço todos os meus pacientes e só de ver eles na porta já sei se é acompanhamento, primeira visita ou retorno por algum exame”, diz a médica.

Programa Mais Médicos - Médcios cubamos em Santa Catarina

‘Quem assina esse contrato não vem pelo dinheiro’

Flor de Liz Levandoski, 55 anos, também votou em Bolsonaro e está perplexa com a situação. “A gente votou nele [Bolsonaro] pra ele mudar o que estava errado, não o que estava certo. Já não estou gostando disso. Espero que ele melhore quando assumir a Presidência”, reclama.

A médica de Levandoski, Esther Carina Abeledo, é da segunda turma de cubanos do Mais Médicos. Junto com outros 2 mil médicos do país, passou por uma bateria de testes de português, cultura brasileira e de conhecimentos médicos em Havana, Brasília e Florianópolis, até assumir o posto em Içara em maio de 2014. “A doutora Carina é muito boa com todos nós, não tem outra igual. Vai fazer muita falta para toda a nossa família”, me disse a mãe de Flor de Liz, Olga Levandoski, de 78 anos, moradora da zona rural na cidade e que não votou nessas eleições.

Bolsonaro chegou a dizer que os médicos são “escravos de uma ditadura”, mas a médica contesta as declarações, que serviram de justificativa para o rompimento do contrato por parte do governo cubano.

“Muitas pessoas fazem confusão sobre a nossa situação. Eu saí de Cuba sabendo quanto iria ganhar no Brasil. Quem assina esse contrato não vem pelo dinheiro, mas para uma missão médica, para atender uma população que precisa de tratamento adequado. Viajamos, conhecemos outras culturas e ainda temos a oportunidade de ajudar essas pessoas. Nenhum cubano é enganado ou explorado. Em Cuba, há um regime social, não há escravos. Isso é ofensa para nós, a escravidão já acabou há muito tempo”, afirma Abeledo, que atende na unidade de saúde do bairro Jussara.

Em Cuba, há um regime social, não há escravos. Isso é ofensa para nós, a escravidão já acabou há muito tempo.

Com 30 anos de experiência, a médica está na quarta missão e pediu, no começo do ano, renovação do contrato por mais mais três anos. Antes, trabalhou cinco anos em Honduras, depois dois anos na Guatemala e outros cinco anos na Venezuela. Ela esclarece outra polêmica criada por Bolsonaro, que acusou o governo cubano de não permitir que familiares dos médicos venham ao Brasil.

“Me casei em 2017 com um baiano que mora aqui em Içara. Minha filha e meus dois netos vieram de Cuba e moram aqui comigo também. Não existe qualquer impedimento para parentes virem nos visitar ou até mesmo morar no Brasil”, afirma Abeledo, que, por conta da família, agora busca uma forma de permanecer no país.

Programa Mais Médicos - Médcios cubamos em Santa Catarina

Ignorada pelos brasileiros

Içara tem um boa qualidade de vida, com alto IDHM, o índice de desenvolvimento humano dos municípios, de 0741 – o mesmo que a mineira Ouro Preto. O acesso é fácil, pela BR-101, a apenas 145 km de Florianópolis. Mesmo assim, em nenhum dos cinco editais de chamadas pelo programa Mais Médicos publicados desde 2013 houve preenchimento total de vagas para brasileiros e estrangeiros formados no Brasil. Quando isso acontece, os médicos cubanos são chamados.

“Até 2012, não tínhamos médicos em todos os postinhos de saúde de manhã e de tarde. Eu tinha que vir até o centro bem cedo se quisesse pegar uma senha e ser atendida no mesmo dia”, conta Doraci Ribeiro, de 66 anos.
Eleitora do candidato derrotado Fernando Haddad, Doraci critica Bolsonaro e alerta que muitos vizinhos bolsonaristas não relacionam a saída dos médicos cubanos como uma consequência do resultado das urnas.

“Muitos não entendem que o Bolsonaro é o responsável pela saída dos médicos, que estão nos atendendo tão bem. Mas também conheço algumas pessoas que já estão arrependidas por terem votado nele só por causa dessa situação dos médicos”, diz a moradora.

Programa Mais Médicos - Médcios cubamos em Santa Catarina

25 mil votos e 25 mil moradores sem médicos

Santa Catarina foi o segundo estado a dar a maior vitória percentual a Bolsonaro no segundo turno, com 76% dos votos válidos. Em Içara, o candidato do PSL teve 25 mil votos, o mesmo número de pessoas que a prefeitura calcula que serão afetadas diretamente pela despedida dos cubanos.

Quem criou esse problema terá que resolvê-lo.

Além do 14 profissionais do Mais Médicos, que recebem salário da União e uma ajuda de custo mensal paga pelo município de R$ 2 mil, há outros quatro médicos contratados diretamente pela prefeitura ao custo de R$ 18 mil por mês para cada um. Com as contas municipais no limite, o prefeito de Içara, Murialdo Gastaldon, do MDB, diz que não tem condições de contratar nove médicos e que vai recorrer à Justiça, se for preciso, para ter a reposição dos cubanos.

“O piso constitucional para gastos com saúde é de 15%, e Içara já gasta mais de 27%, então não temos orçamento para contratar nove médicos. Quem criou esse problema terá que resolvê-lo, pois estamos dispostos a cobrar na Justiça que o Ministério da Saúde cumpra com o acordo com o nosso município, que é de ter 14 médicos ajudando no atendimento básico”, afirma o prefeito.

Programa Mais Médicos - Médcios cubamos em Santa Catarina

Fonte e fotos The Intercept Brasil

[Documentário] O fim do sonho americano

Talvez seja um dos filmes mais esperados do ano.

O documentário mostra através de embasamento científico de Noam Chomsky, considerado como o maior intelectual vivo do planeta, como se mantém a estrutura de poder e corrupção pelo mundo. Como uma minúscula oligarquia mundial, através de seu poderio, consegue sabotar qualquer sonho de democracia e bem-estar.

O filme relaciona os 10 princípios da concentração de riqueza e poder:

  1. Reduzir a democracia;
  2. Moldar a ideologia;
  3. Redesenhar a economia;
  4. Deslocar o fardo de sustentar a sociedade para os pobres e classe média;
  5. Atacar a solidariedade;
  6. Controlar os reguladores;
  7. Controlar as eleições;
  8. Manter a ralé na linha;
  9. Fabricar consensos e criar consumidores; e
  10. Marginalizar a população.

Vale muito a pena assistir!

[Vídeo] Ofereça-se para dar o seu tempo àqueles que precisam

…e sempre que puder! O filme egípcio O Outro Par, com apenas 2 minutos de duração, ganhou o prêmio de melhor curta num festival de cinema que não sei informar. A diretora tem apenas 20 anos de idade. O filme retrata a Lei do retorno. Faça pelo outro o que gostaria que fizesse por você, mas sem esperar que o outro retribua. Esse é a Lei do Amor.

[Vídeo] Esperança para corações aflitos

Deus nunca está do lado do opressor, do escravagista e do rico espoliador. Assista a pregação do Pastor Ricardo Gondim da Igreja Betesda.

[Vídeo] Assista ao depoimento completo de Lula no caso do Sítio de Atibaia

Agora você pode ver, na íntegra, tudo o que Lula e seus advogados discutiram hoje em Curitiba com a juíza Gabriela Hardt sobre a acusação de Lula e o sítio de Atibaia. Afinal, a pergunta que fica é #CadêAProvaContraLula? Acesse www.cadeaprovacontralula.com.br e acompanhe todas as novidades da luta contra essa perseguição política.